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Lieracia, media, cidadania

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Lieracia, media, cidadania

  1. 2. A essência é estar em rede – dinâmicas de utilização das redes sociais Ádila Faria [email_address] Paulo Faria [email_address]
  2. 3. <ul><li>PRIMEIRA PARTE </li></ul><ul><li>A essência é estar ligado … </li></ul><ul><li>Da Conectividade ao Conectivismo. </li></ul><ul><li>A vez das Redes Sociais. </li></ul><ul><li>A Segurança na Rede. </li></ul><ul><li>SEGUNDA PARTE </li></ul><ul><li>O que faço na rede? Exemplo de utilização do Ning . </li></ul><ul><li>Desenho de uma actividade ou de um espaço virtual. </li></ul>
  3. 4. A essência é estar ligado … “ As pessoas estavam sempre a preparar-se para o futuro. Eu não acreditava nisso. O futuro não se estava a preparar para elas. O futuro nem sabia que elas existiam.” Cormac McCarthy, A Estrada (2007, p.112)
  4. 5. Umas das marcas da sociedade actual é a rapidez com que se assiste às alterações científicas e tecnológicas. Estas conquistas tecnológicas fazem cada vez mais parte dos gestos mais insignificantes do dia-a-dia.
  5. 8. Prensky (2001)
  6. 10. Devido à facilidade de acesso criada pela rede, uma nova abordagem vem ganhando terreno, a conectividade.
  7. 11. Da Conectividade ao Conectivismo A conectividade caracteriza o estar do sujeito na rede . É uma capacidade imprescindível na economia do conhecimento. Saber o que conectar, a que conectar , passou a ser uma capacidade basilar, perspectivada por vários autores. (Castells e Simens)
  8. 12. As teorias de aprendizagem, como behaviorismo, cognitivismo e construtivismo, não exploram o impacto das tecnologias e das redes na aprendizagem , propondo uma teoria de aprendizagem para a era digital: o conectivismo. Siemens (2005)
  9. 13. O conectivismo assenta no facto de que as decisões a tomar se baseiam em informações que também estão em constante mudança.
  10. 14. George Simens considera sete princípios do conectivismo: - a aprendizagem e o conhecimento baseiam-se na diversidade de opiniões; - a aprendizagem é um processo de conexão de nós especializados ou fontes de informação; - a aprendizagem pode estar em aplicativos não humanos; - a capacidade para conhecer mais é mais crítica do que o que é conhecido; - criar e manter conexões é necessário para facilitar uma aprendizagem contínua ; - a capacidade para identificar conexões entre áreas, ideias e conceitos é crucial; - actualização é a intenção de todas as actividades de aprendizagem conectivistas; - a tomada de decisão é em si um processo de aprendizagem: escolher o que aprender e prever as consequências da nova informação no real que vai ser alterado.
  11. 15. E, agora?
  12. 16. E agora?
  13. 17. A vez das Redes Sociais As novas realidades implicam alteração de paradigmas nos processos como gerimos a informação e o conhecimento – há uma nova relação o saber . Construímos o conhecimento em interacção – na rede
  14. 18. Rede Social
  15. 19. ACTIVIDADE 1. Cada uma das pessoas presentes vai escrever no máximo três palavras para expressar o que entende por Rede Social.
  16. 20. As redes sociais podem operar em diferentes níveis, como, por exemplo:
  17. 22. As redes sociais e a evolução tecnológica
  18. 24. Portugal ocupa o 18.º lugar  com 5,2 milhões de utilizadores. Fonte: Internet World Stats, 2010
  19. 25. Fonte: Pordata
  20. 26. <ul><li>ACTIVIDADE 2. </li></ul><ul><li>Cada membro escreve o nome da rede (s) em que participa. </li></ul><ul><li>Que tipo de utilização lhe dá: pessoal, profissional? </li></ul>
  21. 27. O que une as redes sociais?
  22. 28. Um ponto em comum entre os diversos tipos de rede social é o compartilhamento de informações, conhecimentos, interesses e esforços em busca de objectivos comuns. A intensificação da formação das redes sociais reflecte um processo de fortalecimento da Sociedade Civil, num contexto de maior participação democrática e mobilização social. http://pt.wikipedia.org/wiki/Rede_social
  23. 30. “ El poder de la gente es mucho más grande que la gente en el poder.” Wael Ghonim http://www.dreig.eu/caparazon/2011/03/06/nadie-que-este-diariamente-en-las-redes-sociales-es-la-misma-persona-ni-aqui-ni-en-los-paises-arabes/
  24. 32. Nas transformações ocorridas no mundo árabe, as tecnologias, nomeadamente as Redes Sociais, tiveram um papel fundamental sobretudo na mobilização dos pessoas e ultrapassam a censura naqueles regimes. Manuel Castells afirma que talvez tenha acontecido uma das maiores transformações que a Internet tenha facilitado.
  25. 35. <ul><li>Algumas potencialidades da rede… </li></ul><ul><ul><li>Divulgar uma iniciativa </li></ul></ul><ul><ul><li>Apelar a uma causa </li></ul></ul><ul><ul><li>Recordar o aniversário de uma pessoa </li></ul></ul><ul><ul><li>Procurar emprego </li></ul></ul><ul><ul><li>Acompanhar uma actualidade (produtos, bens, serviços)… </li></ul></ul><ul><ul><li>Partilhar fotografias e vídeos </li></ul></ul><ul><ul><li>Manifestar estados de espírito </li></ul></ul><ul><li>(in Internet e Redes Sociais (2011). Sara Pereira, Luís Pereira, Manuel Pinto) </li></ul>
  26. 36. ACTIVIDADE 4. As Redes facultam-nos a oportunidade de comunicar mais. Comunicamos hoje realmente melhor?
  27. 37. 3.5 Os desafios à Sociedade e à Escola “ O problema reside em que alguns professores têm uma concepção romântica sobre os processos que determinam a aprendizagem e a construção de conhecimento e concomitantemente do uso das tecnologias no acto de ensinar e aprender . Pensam que é suficiente colocar os computadores com algum software ligados à Internet nas salas de aula que os alunos vão aprender e as práticas se vão alterar. Sabemos que não é assim”. (Guilhermina Miranda, 2007). http://www.youtube.com/watch?v=Mirxkzkxuf4&feature=player_embedded
  28. 38. <ul><li>Devido à facilidade de acesso criada pela rede, emergem três pilares: </li></ul><ul><ul><li>direitos de autor e plágio; </li></ul></ul><ul><ul><li>desenvolvimento de capacidades e competências para colaboração efectiva; </li></ul></ul><ul><ul><li>a avaliação (do aluno). </li></ul></ul><ul><li>Sobre este último ponto, os autores defendem que se o conhecimento está na rede. </li></ul><ul><li>Albion e Maddux (2007) </li></ul>
  29. 39. <ul><ul><li>direitos de autor e plágio; </li></ul></ul><ul><ul><li>desenvolvimento de capacidades e competências para colaboração efectiva; </li></ul></ul><ul><ul><li>a avaliação (do aluno). </li></ul></ul>
  30. 40. <ul><ul><li>direitos de autor e plágio, </li></ul></ul><ul><ul><li>desenvolvimento de capacidades e competências para colaboração efectiva </li></ul></ul><ul><ul><li>a avaliação (do aluno). </li></ul></ul>
  31. 41. <ul><ul><li>direitos de autor e plágio, </li></ul></ul><ul><ul><li>desenvolvimento de capacidades e competências para colaboração efectiva </li></ul></ul><ul><ul><li>a avaliação (do aluno). </li></ul></ul>
  32. 42. http://edition.cnn.com/2010/TECH/social.media/10/07/baby.pictures/index.html A Segurança na Rede
  33. 44. Qual será a idade para deixar uma criança criar o seu próprio espaço numa rede social?
  34. 45. O que faço na rede? Exemplo de utilização do Ning .
  35. 46. O que nos diz?
  36. 47. Ning é uma plataforma online que permite ao utilizador criar as suas próprias redes sociais. Cada usuário pode criar a sua própria rede social e aderir a redes de usuários que partilhem os mesmos interesses. Ao contrário de redes generalistas como o Hi5 ou Facebook , que condicionam a rede social à interacção pessoal, o Ning permite o compartilhamento de interesses específicos . http://en.wikipedia.org/wiki/Ning
  37. 48. O Ning é agora uma plataforma paga. Os encargos do Ning estão de acordo com o número de utilizadores que se pretende agrupar, com a sua capacidade e com algumas funcionalidades.
  38. 49. Espaço extraordinário para comunicar, divulgar e partilhar as nossas experiências e conquistas do dia-a-dia na educação pré-escolar e desenvolvimento pessoal docente. http:// janelajardim.ning.com
  39. 51. Grupos temáticos
  40. 52. Estrutura do Fórum de Discussão
  41. 53. Membros
  42. 54. Chat
  43. 55. Correio interno: caixa de entrada
  44. 60. <ul><li>Desenho de uma actividade ou de um espaço virtual </li></ul><ul><ul><li>Definir o objectivo </li></ul></ul><ul><ul><li>O tipo de rede </li></ul></ul><ul><ul><li>Dinâmicas de utilização </li></ul></ul><ul><ul><li>Cuidados com a segurança </li></ul></ul>
  45. 61. Bibliografia Consultada: Prensky, M. (2001) Digital Natives, Digital Immigrants. McCarthy, Cormac (2007). A estrada. Lisboa: Relógio de Água, p. 112. Albion, P & Maddux, C. (2007). Networked Knowledge: Challenges for Teacher Education. Journal of Technology and Teacher Education, 15, 3, pp. 303-310. Siemens, G. (2005). Connectivism: A learning theory for the digital age. International Journal of Instructional Technology & Distance Learning, 2.

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