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VÁRIOS ÍNDICES
• Jantzi Social Index
• Dow Jones Sustainability Group Index
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• Público alvo: cadeias de exportadores de produtos agrícolas
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Unidade Síntese
Princípios
• I Princípio: “Conformidade com os acordos, tratados e convenções internacionais:
Todas as ati...
Unidade Síntese
Princípios
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CRITÉRIOS:
- variáveis sob controle do usuário
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Planos de informação e trabalhos na Embrapa
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Aplicações
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SISTEMAS ESTRATÉGICOS DE GESTÃO TERRITORIAL
Aplicações
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Estudos para a Agenda...
PEQUENA AGRICULTURA - RONDÔNIAPEQUENA AGRICULTURA - RONDÔNIA
Irrigação no Vale do São Francisco e RNIrrigação no Vale do São Francisco e RN
Soja no oeste da Bahia e no MaranhãoSoja no oeste da Bahia e no Maranhão
MARANHÃO - 1984
MARANHÃO - 2000
Pastagens Plantadas nas Áreas de Caatinga
em PE, BA, PI, PB...
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em PE, BA, PI, PB...
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DO AGRONEGÓCIO DA REGIÃO DE RIBEIRÃO PRETO
USO E COBERTURA DAS TERRAS (1987/88)USO E COBERTURA DAS T...
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USO E COBERTURA DAS TERRAS (2002/2003)USO E COBERTURA DAS...
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Presentación de Aryeverton Fortes de Oliveira, André Luiz dos Santos Furtado, Evaristo Eduardo de Miranda, Embrapa, Brasil, durante la X Reunión de la CODEGALAC, Capítulo Cono Sur, realizada en Brasilia del 17 al 19 de septiembre de 2008.

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Índice e indicadores de sustentabilidade de produtos agropecuários: uma base conceitual e instrumental de geoinformação

  1. 1. Índice e indicadores de sustentabilidade de produtos agropecuários: uma base conceitual e instrumental de geoinformação Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Aryeverton Fortes de Oliveira André Luiz dos Santos Furtado Evaristo Eduardo de Miranda Embrapa Monitoramento por Satélite
  2. 2. VÁRIOS ÍNDICES • Jantzi Social Index • Dow Jones Sustainability Group Index • Social Accountability 8000 • Princípios do Business Charter for Sustainable Development • Princípios CERES • Zadek & colaboradores: The New Economics Foundation e Institute of Social and Ethical Accountability • Indicadores socioambientais, análises emergética e energética, análise de ciclo de vida, etc
  3. 3. • Demanda do MAPA após feira de produtos orgânicos em 2005 • Público alvo: cadeias de exportadores de produtos agrícolas • Operacionalização do conceito de desenvolvimento sustentável – Princípios de sustentabilidade – Critérios e padrões, definidos de forma participativa, com grupo técnico de especialistas que dêem suporte aos mesmos – Discussões e críticas reportadas e analisadas periodicamente com grupo técnico • Modelo simplificado e com apelo às boas práticas • Declaratório e voluntário – Foco do CNPM: Tecnologia de informação, WEBGIS, e indicadores sensoriamento remoto para monitoramento
  4. 4. Unidade Síntese Princípios • I Princípio: “Conformidade com os acordos, tratados e convenções internacionais: Todas as atividades de produção agropecuária devem seguir os acordos, tratados e convenções internacionais dos quais o país é signatário, relacionados às áreas ambiental, social e econômica.” • II Princípio: “Conformidade com a legislação nacional: Todas as atividades de produção agropecuária devem estar de acordo com a legislação nacional relacionada às áreas ambiental, social e econômica.” • III Princípio: “Auto-regulação e transparência: as atividades agropecuárias devem privilegiar sistemas de produção com eficiência econômica, técnica e de conservação dos recursos naturais (prevenção, compensação e recuperação de danos ambientais), com criação de incentivos específicos em sistemas agroindustriais, especificamente à transmissão de informações.” • IV Princípio: “Monitoramento e melhoria contínua: As atividades de produção agropecuária devem ser monitoradas através de indicadores que permitam a recuperação de dados, o acompanhamento de processos críticos ou sensíveis e a aferição de melhorias nos aspectos ambientais, econômicos e sociais, incluindo-se o atendimento dos interesses dos consumidores.”
  5. 5. Unidade Síntese Princípios • V Princípio: “Localização e entorno: As atividades de produção agropecuária devem ser avaliadas territorialmente pelas potencialidades e restrições das características de sua localização na paisagem, buscando uma interação positiva com o entorno, capaz de beneficiar os ecossistemas naturais e agroecossistemas. • VI Princípio: “Integração: As atividades de produção agropecuária devem ser geridas tendo em vista a integração e otimização dos resultados das diversas atividades das unidade de produção e de sua cadeia, compreendidas as limitações e responsabilidades no contexto social em que ocorrem.” • VII Princípio: “Inovação tecnológica: as inovações em gestão e em processos de produção e comercialização devem ser intensificadas e orientadas para assegurar a sustentabilidade, com validação abrangente de tecnologias nas dimensões social, ambiental e econômica.” • VIII Princípio: “Gradualismo: a transição para sistemas de produção comerciais e de subsistência mais sustentáveis deve transcorrer em um prazo mínimo e suficiente para incorporar inovações tecnológicas por unidades de produção e para assegurar a eficiência dos sistemas agroindustriais e o bem-estar das famílias no campo.”
  6. 6. Unidade Síntese Modelo de Planilha • Para lidar com as interdependências e promover avanços sobre as variáveis de interesse para a sustentabilidade, busca-se: 1 Definir, como indicadores de sustentabilidade, algumas componentes dos sistemas com: – maior grau de independência entre si; – significância como variáveis de controle e tomada de decisão do usuário.
  7. 7. Unidade Síntese Modelo de Simplificado 2 Padrões, que refletem IMPACTOS desejados e possíveis de serem obtidos sobre o meio ambiente, a sociedade e empresa são: – Definidos de maneira geral para as diferentes localidades e biomas, mas com necessidade de ajustes às condições locais, com envolvimento de especialistas e grupos de interesse (planeja-se empregar uma metodologia participativa, de Grupo Focal). – São especificados em cinco estágios: o primeiro, de não atendimento; os três intermediários, que representam níveis de avanço em impactos econômicos, sociais e ambientais; um quinto ligado à transparência e monitoramento das atividades por terceiros (teoricamente governo, clientes, certificadoras, instituições de pesquisa, ou outros), aproveitando a auto-regulação.
  8. 8. CRITÉRIOS: - variáveis sob controle do usuário - independentes entre si PRÁTICAS: - descrevem avanços na sustentabilidade -adaptadas às condições locais -refletem parte da interdependência
  9. 9. Unidade Síntese CRITÉRIOS: após definidos, receberão pesos por metodologia de escores. (Sugestão: método de Thurstone de julgamentos categóricos) PADRÕES: seus pesos serão resultantes do peso do critério e o peso atribuído ao nível de avanço. NÍVEL DE AVANÇO: crescentes, com pesos determinados por processo político e/ou participativo. (Sugestão: definição pelo MAPA)IS: Com a aplicação do questionário, seu valor resultará do NÍVEL DE AVANÇO assinalado pelo usuário em cada critério
  10. 10. Planos de informação e trabalhos na Embrapa Monitoramento por Satélite Sobreposição utilizando critérios de ponderação
  11. 11. ANÁLISES MULTIESCALAR DO USO DAS TERRAS INOVAÇÕES NO USO DE DADOS ORBITAIS E SUB-ORBITAIS Aplicações Brasil Seen from Space http://www.cdbrasil.cnpm.embrapa.br/ Segmentation and Classification of Landsat- TM Imagery for Land-Use Mapping http://www.segmenta.cnpm.embrapa.br/ Mapping and Estimation of the Urbanized Areas in Brazil http://www.urbaniza.cnpm.embrapa.br/ Human and Physical Dimensions of Land Use and Land Cover in the Amazon http://www.lba.cnpm.embrapa.br/
  12. 12. MONITORAMENTO POR SATÉLITE DA DINÂMICA AGRÍCOLA Aplicações Cobertura vegetal no Brasil http://www.cobveget.cnpm.embrapa.br/ Monitoramento da expansão das áreas irrigadas no oeste da Bahia http://www.bndes.cnpm.embrapa.br/ Dinâmica da vegetação no Sul da Amazônia através de imagens Spot IV http://www.spot4.cnpm.embrapa.br/ Monitoring Satellites http://www.sat.cnpm.embrapa.br/
  13. 13. SISTEMAS ESTRATÉGICOS DE GESTÃO TERRITORIAL Aplicações Holambra http://www.holambra.cnpm.embrapa.br/ Estudos para a Agenda 21 no município de campinas, SP http://www.agenda21cps.cnpm.embrapa.br/
  14. 14. PEQUENA AGRICULTURA - RONDÔNIAPEQUENA AGRICULTURA - RONDÔNIA
  15. 15. Irrigação no Vale do São Francisco e RNIrrigação no Vale do São Francisco e RN
  16. 16. Soja no oeste da Bahia e no MaranhãoSoja no oeste da Bahia e no Maranhão
  17. 17. MARANHÃO - 1984
  18. 18. MARANHÃO - 2000
  19. 19. Pastagens Plantadas nas Áreas de Caatinga em PE, BA, PI, PB... Pastagens Plantadas nas Áreas de Caatinga em PE, BA, PI, PB...
  20. 20. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DO AGRONEGÓCIO DA REGIÃO DE RIBEIRÃO PRETO USO E COBERTURA DAS TERRAS (1987/88)USO E COBERTURA DAS TERRAS (1987/88)
  21. 21. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DO AGRONEGÓCIO DA REGIÃO DE RIBEIRÃO PRETO USO E COBERTURA DAS TERRAS (2002/03)USO E COBERTURA DAS TERRAS (2002/03)
  22. 22. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DO AGRONEGÓCIO DA REGIÃO DE RIBEIRÃO PRETO USO E COBERTURA DAS TERRAS (2002/2003)USO E COBERTURA DAS TERRAS (2002/2003)
  23. 23. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DO AGRONEGÓCIO DA REGIÃO DE RIBEIRÃO PRETO USO E COBERTURA DAS TERRAS (2002/2003)USO E COBERTURA DAS TERRAS (2002/2003)
  24. 24. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DO AGRONEGÓCIO DA REGIÃO DE RIBEIRÃO PRETO USO E COBERTURA DAS TERRAS (2002/2003)USO E COBERTURA DAS TERRAS (2002/2003)

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