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As classificações do vinho

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Oi, o meu nome é Ettore Reginaldo Tedeschi e, além de empresário na área de mineração, sou um admirador de um bom vinho. Vamos falar sobre o assunto?!

Quantos tipos de vinho você conhece? Se a sua resposta, como a maioria das pessoas pensa, é "tinto e branco", esse texto é para você, principalmente se é recém chegado ao mundo desta divina bebida. A enologia, ciência que trata do vinho, tanto da técnica de produção quanto da conservação, aponta a existência de seis tipos diferentes do líquido que atravessa milênios. No Brasil, além dos popularmente conhecidos tinto e branco, ainda há a categoria dos rosés, os fortificados e os espumantes (sim, eles também são considerados vinho). Vale lembrar que em Portugal, tradicional produto existe o vinho verde, caracterizado por sua acidez acentuada.

Mas falando daqui, do Brasil, os vinhos também são classificados em três categorias: classe, cor e açúcar. O primeiro critério considera os vinhos de mesa, finos ou nobres, especiais, comuns, frisantes ou gaseificados, leve, espumante, champanhe, licoroso e o composto ou fortificado. As diferentes qualificações avaliam a graduação alcoólica da bebida que vai de 7º a 18º G.L.

Quanto a cor, as classificações são as que vimos no começo do texto, com o tinto, branco, rosado (rosé ou clarete), de uvas tintas e por corte. A cor é definida pela forma como o vinho é produzido e da variedade de uvas utilizadas. Por último o vinho no Brasil é avaliado quanto ao teor de açúcar. Nesse caso, considera-se o Brut-Nature, Extra-brut, Brut, Extra-seco, Seco (sec ou dry), meio doce (meio seco ou demi-sec) e doce. A adição de açúcar vai desde sem o investimento do "tempero" até o grau máximo, de 50 gramas por litro.

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As classificações do vinho

  1. 1. Oi, o meu nome é Ettore Reginaldo Tedeschi e, além de empresário na área de mineração, sou um admirador de um bom vinho. Vamos falar sobre o assunto?!
  2. 2. Quantos tipos de vinho você conhece? Se a sua resposta, como a maioria das pessoas pensa, é "tinto e branco", esse texto é para você, principalmente se é recém chegado ao mundo desta divina bebida.
  3. 3. A enologia, ciência que trata do vinho, tanto da técnica de produção quanto da conservação, aponta a existência de seis tipos diferentes do líquido que atravessa milênios.
  4. 4. No Brasil, além dos popularmente conhecidos tinto e branco, ainda há a categoria dos rosés, os fortificados e os espumantes (sim, eles também são considerados vinho). Vale lembrar que em Portugal, tradicional produto existe o vinho verde, caracterizado por sua acidez acentuada.
  5. 5. Mas falando daqui, do Brasil, os vinhos também são classificados em três categorias: classe, cor e açúcar. O primeiro critério considera os vinhos de mesa, finos ou nobres, especiais, comuns, frisantes ou gaseificados, leve, espumante, champanhe, licoroso e o composto ou fortificado. As diferentes qualificações avaliam a graduação alcoólica da bebida que vai de 7º a 18º G.L.
  6. 6. Quanto a cor, as classificações são as que vimos no começo do texto, com o tinto, branco, rosado (rosé ou clarete), de uvas tintas e por corte. A cor é definida pela forma como o vinho é produzido e da variedade de uvas utilizadas. Por último o vinho no Brasil é avaliado quanto ao teor de açúcar.
  7. 7. Nesse caso, considera-se o Brut-Nature, Extra-brut, Brut, Extra-seco, Seco (sec ou dry), meio doce (meio seco ou demi-sec) e doce. A adição de açúcar vai desde sem o investimento do "tempero" até o grau máximo, de 50 gramas por litro.

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