O Filho Pródigo

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  • eu mim detifico com a estoria do filho prodigo ,muitas veses eu virei as costa para o senhor ,e ele tem mim aseitado toas as vesis que eu vo ate ele .eu perdi meus pais com 11anos , e JESUS diz !!mesmo se teu pai ou tua mâe que tideu aluz te deixa EU,nuca te deixarei. obrigado SENHOR por esse amor que tu tem por nos ,eu um dia se o senho tive e ver se eu posso esta com osenhor .eu vou dar um abraço bem amoroso ,por que o senhor tem mim dado uma nova vida e um novo coraçâo , eu nesecito de DEUS.. E VOCÊ? sem JESUS nâo dar pravive >AMÈM
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O Filho Pródigo

  1. 1. Jesus contou a aventura de um jovem na Parábola do Filho Pródigo Jesus contou a aventura de um jovem na Parábola do Filho PródigoParábola: género literário e recurso literário muito utilizadopor Jesus.É uma narrativa fictícia que recorre a elementos da vidaquotidiana para representar a relação de Deus com as pessoasou das pessoas entre si.O seu objectivo é a transmissão de uma mensagem religiosaou ética, com vista a uma alteração dos comportamentos.
  2. 2. Um homem tinha dois filhos. O mais novo disse ao pai:- "Pai, dá-me a parte dos bens que me corresponde".E o pai repartiu os bens entre os dois. Poucos dias depois ofilho mais novo, juntando tudo, partiu para uma terralongínqua e por lá esbanjou tudo quanto possuía, vivendodissolutamente. Tendo gasto tudo, houve grande fome nessepaís e ele começou a passar privações.Então foi servir a um dos habitantes daquela terra, o qual omandou para os seus campos guardar porcos. Bem desejavaele encher o estômago com as alfarrobas que os porcoscomiam, mas ninguém lhas dava. E, caindo em si disse:
  3. 3. - Quantos jornaleiros de meu pai têm pão em abundância eeu, aqui morro de fome! Levantar-me-ei e irei ter com meupai, e dir-lhe-ei: Pai, pequei contra o Céu e contra ti, já não soudigno de ser chamado teu filho, trata-me como um dos teusjornaleiros.E, levantando-se, foi ter com o pai. Ainda estava longe quando opai o viu, e enchendo-se de compaixão, correu a lançar-se-lheao pescoço cobrindo-o de beijos. O filho disse-lhe:- Pai pequei contra o Céu e contra ti, já não mereço serchamado teu filho.
  4. 4. Mas o pai disse aos seus servos:- Trazei depressa a mais bela túnica e vesti-lha; ponde-lhe um anel nodedo e sandálias nos pés. Trazei o vitelo gordo e matai-o; comamos ealegremo-nos, porque este meu filho estava morto e reviveu, estavaperdido e encontrou-se.E a festa principiou. Ora, o filho mais velho estava no campo. Quandoregressou, ao aproximar-se de casa, ouviu a música e as danças.Chamou um dos servos, perguntou-lhe o que era aquilo. Disse-lhe ele:- "O teu irmão voltou e teu pai matou o vitelo gordo, porque chegousão e salvo".
  5. 5. Encolerizado, não queria entrar; mas o pai saiu e instou com ele.Respondendo ao pai, disse-lhe:- "Há já tantos anos que te sirvo sem nunca transgredir uma ordemtua e nunca deste um cabrito para me alegrar com os meus amigos; eagora, ao chegar esse teu filho que te consumiu os teus bens commeretrizes, mataste-lhe o vitelo gordo".O pai respondeu-lhe:- "Filho, tu sempre estás comigo e tudo o que é me é teu. Mastínhamos de fazer uma festa e alegrar-nos, porque este teu irmãoestava morto e reviveu: estava perdido e encontrou-se"». (Lc 15,11 -32)
  6. 6. Mensagem da parábola• Com a ajuda do teu colega de mesa, faz a descrição das personagens da parábola (dois ou três adjectivos para o Pai, o Filho Pródigo e o seu irmão mais velho).• Procura também avançar sugestões sobre a mensagem que Jesus deseja transmitir ao contar esta história.• Tens 5 minutos para fazeres esta actividade!
  7. 7. A mensagem da parábolaNa parábola do filho pródigo, há alguns aspectos que exigemconhecimento da cultura judaica da época para se podereminterpretar correctamente:– A terra distante para onde foi o filho mais novo: para um judeuagarrado às tradições religiosas, as regiões fora da Palestina, sendoespaço onde se praticavam religiões pagãs, era território identificadocom o pecado e o mal.– Guardar porcos não era profissão que um judeu quisesse ter: para acultura judaica, o porco é um animal impuro, logo não pode fazer parteda sua ementa; por essa razão, guardar porcos só pode ser mais umahumilhação.– A postura do pai: ao avistar o filho que regressava, o pai corre ao seuencontro; este comportamento não era aceitável para um pai judeu;correr é indigno de um homem maduro.
  8. 8. PersonagensO filho mais novo é a única personagem que altera o seuprocedimento ao longo da narrativa. É, pois, uma personagemambígua, mas é também um indivíduo que aprende com aexperiência da vida. Personifica, em primeiro lugar, o egoísmo, aauto-suficiência, a irresponsabilidade total. É filho ingrato, rebelde eobstinado. Sai de casa e esbanja todos os seus bens numa vidadesregrada. Recorrer à prostituição ou guardar porcos constituíamcomportamentos altamente reprováveis, porque eramreligiosamente impuros.
  9. 9. O filho mais velho é a imagem de todos os que se consideravamjustos, cumpridores da vontade de Deus e excluíam os outrosque não se comportavam de acordo com os preceitos da Lei deMoisés. Cumpridores escrupulosos das exigências da lei, não sódesprezavam os demais como achavam que essa era também alógica de Deus. Convencido de que merecia mais do que o irmão,o filho mais velho não aceita a misericórdia com que o pai acolheo filho perdido. Na sua arrogância, não reconhece que tambémele é pecador, nem compreende a bondade ilimitada de Deus.
  10. 10. Na cena do filho pródigo que passa fome, temos o retrato danossa miséria, quando estamos afastados de Deus.No abraço acolhedor do pai, temos a mensagem do amorincondicional de Deus.Na arrogância do filho mais velho, temos a imagem da nossaintolerância em relação aos outros.
  11. 11. Cada uma das personagens entende a liberdade a seu modo.O filho mais velho considera que a liberdade consiste nadecisão quotidianamente renovada de estar em comunhãocom o Pai. Mas, ao exercer o seu juízo implacável sobre osoutros, não respeita a liberdade alheia e não aceita que o Pai ofaça.O filho mais novo começa por entender a liberdade comolibertinagem: «faço apenas o que me apetece, o que me dáimediatamente prazer, sigo o capricho da minha vontadesuperficial». Todavia, quando toca o fundo da miséria humana,percebe que só se é livre na comunhão com o Pai (Deus) e comos outros (o irmão mais velho), apesar de não se sentir dignode assumir a posição de filho e irmão.
  12. 12. O Pai representa o respeito pela liberdade alheia: ele nãoexerce sobre nenhum dos filhos uma autoridade implacável.Mesmo quando observa o caminho que o filho mais novopercorre, respeita a sua decisão, por mais que essa atitude odeixe amargurado. Concebe, pois, a liberdadefundamentalmente como o exercício do amor, do acolhimentoe do perdão sem reservas.

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