Proj.pedag.ap.2011 elétrica

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Projeto político pedagógico do curso de engenharia elétrica do instituto de tecnologia da universidade federal do Estado do Pará, que fala a respeito de todo o currículo do curso e do que se espera do estudante, bem como as disciplina s que serão cursadas durante cada semestre do curso.

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Proj.pedag.ap.2011 elétrica

  1. 1. 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA FACULDADE DE ENGENHARIA ELÉTRICA PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA Belém-Pará Outubro de 2010 SUMÁRIO
  2. 2. 2 1. APRESENTAÇÃO DO PROJETO 2. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 2.1. Introdução 2.2. Evolução do Curso de Engenharia Elétrica na UFPA 2.3. Características do Curso 3. DIRETRIZES CURRICULARES DO CURSO 3.1. Missão do Curso de Engenharia Elétrica 3.2. Objetivos do Curso 3.3. Princípios do Projeto Pedagógico do Curso 3.4. Perfil do Egresso 3.5. Habilidades e Competências 4. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO 4.1. Estrutura Curricular 4.2. Diretrizes Gerais 4.3. Trabalho de Conclusão de Curso 4.4. Estágio Supervisionado 4.5. Atividades Complementares 4.6. Articulação do Ensino com a Pesquisa e Extensão 4.6.1. Política de Pesquisa 4.6.2. Política de Extensão 5. PROCEDIMENTO METODOLÓGICO E PLANEJAMENTO DO TRABALHO DOCENTE 5.1. Corpo Discente 5.2. Corpo Docente 6. INFRA–ESTRUTURA 6.1. Física 6.1.1 Salas de Aulas, Estudos e Auditórios 6.1.2 Laboratórios 6.1.3. Bibliotecas 6.2 Humana 6.2.1 Plano de Qualificação e Adequação dos RH 7. POLÍTICA DE INCLUSÃO SOCIAL 8. FORMAS DE AVALIAÇÃO DO ENSINO, DA APRENDIZAGEM E DO CURSO 8.1. Avaliação do Processo Educativo 8.1.1 Avaliação do Corpo Discente 8.1.2 Avaliação do Corpo Docente 8.1.3. Avaliação do Corpo Técnico Administrativo 8.2. Avaliação do Projeto Pedagógico do Curso 8.2.1 Avaliação Interna do Curso 8.2.2 Avaliação Externa do Curso por Mecanismos já Existentes (INEP) 9. REFERÊNCIAS 10. ANEXOS
  3. 3. 3 Anexo I - Ata de aprovação do Projeto Pedagógico pelo Conselho da Faculdade Anexo II – Desenho Curricular Anexo III – Contabilidade Acadêmica Anexo IV – Atividades curriculares por período letivo Anexo V – Representação gráfica do perfil de formação Anexo VI – Demonstrativo das atividades curriculares por habilidades e competências Anexo VII – Ementas das disciplinas com bibliografia básica e bibliografia complementar Anexo VIII – Documentos legais que subsidiaram a elaboração do Projeto Pedagógico Anexo IX – Quadro das equivalências entre componentes curriculares antigos e novos Anexo X – Declaração de aprovação da oferta (ou possibilidade de oferta) da(s) atividade(s) curricular(es) pela unidade responsável Anexo XI – Declaração da Unidade responsável pelo atendimento da infra-estrutura física e humana Anexo XII – Minuta de Resolução
  4. 4. 4 1 - APRESENTAÇÃO DO PROJETO Com o propósito de discutir e estabelecer as diretrizes pedagógicas para a formação de engenheiros eletricistas da Universidade Federal do Pará (UFPA), o Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (DEEC) da UFPA, nomeou uma comissão constituída dos professores: Orlando Fonseca Silva, Raimundo Rosemiro Pamplona Ribeiro, Jorge Roberto Brito de Souza, Hermantine Maria Mendes Carmona, Petrônio Vieira Júnior e Valquíria Gusmão Macedo, todos lotados no DEEC. A comissão, por sua vez, convocou representantes discentes do Centro Acadêmico de Engenharia Elétrica (CAEL) e do Programa de Ensino Tutorial (PET) para participar do trabalho. Além de reuniões da comissão as seguintes atividades foram materializadas: Levantamento de referências bibliográficas, resoluções que regem o curso na UFPA e no Brasil, bem como de documentação já produzida por coordenadorias anteriores do curso; Seminário-Integrador. Com participação da comunidade da Faculdade de Engenharia Elétrica (professores, funcionários e alunos) com o objetivo de refletirmos sobre a reestruturação do curso e construção de seu projeto pedagógico; PROINT. Elaboração de um projeto visando recursos que viabilizassem: visita às grandes empresas sediadas na região e aquisição de microcomputadores para desenvolvimento de software com banco de dados de alunos matriculados e egressos, bem como o levantamento de estatísticas do desempenho dos alunos; Semana do Instituto de Tecnologia da Universidade Federal do Pará: Apresentação dos resultados parciais da comissão aos alunos, professores, egressos e outros profissionais de setores correlacionados. A comissão, constituída dos Professores Dr. Orlando Fonseca Silva, Msc. Raimundo Rosemiro Pamplona Ribeiro, Dr. Jorge Roberto Brito de Souza, Dra. Valquíria Gusmão Macedo, Msc. Hermantine Maria Mendes Carmona e Dr. Petrônio Vieira Júnior, recebeu contribuições de outros professores, alunos e egressos do curso ao longo de seu trabalho. O Projeto Pedagógico para o Curso de Graduação em Engenharia Elétrica da UFPA (PPC), Campus Belém, foi elaborado e submetido à aprovação junto ao DEEC, buscando atender, além de exigências institucionais, a identificação de dificuldades, a proposição de alternativas e os mecanismos para suas materializações, tendo sempre como foco primordial a melhoria na qualidade da formação dos alunos do curso. Durante a fase de aprovação do Projeto Pedagógico junto ao DEEC, algumas alterações adicionais foram definidas, tais como: redução de carga horária de disciplinas, criação de novas e reorganização da grade curricular. Estas alterações constam em ata da reunião extraordinária do
  5. 5. 5 conselho do antigo Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação, hoje Faculdade de Engenharia Elétrica (FEE), realizada em 04/03/2004. Em 05/03/2007 foi constituída uma comissão para tratar da criação de cursos novos em Santarém, dentre os quais o de Engenharia Elétrica. O Projeto Pedagógico do curso de Belém foi encaminhado para análise junto ao DAC/PROEG. Buscando atender aos resultados da referida análise a direção da Faculdade de Engenharia Elétrica (FEE) enviou o PPC para a Câmara de Ensino da Faculdade que realizou a revisão para atender a solicitação da Pró-Reitoria de Ensino de Graduação. O PPC com as novas alterações foi encaminhado em maio de 2009 para a PROEG, após ter sido aprovado no Conselho da Faculdade de Engenharia Elétrica e na Congregação do Instituto de Tecnologia. Como as mudanças tecnológicas são constantes e a exigência de novas adaptações no Projeto Pedagógico tornou-se necessárias, a direção da Faculdade de Engenharia Elétrica, juntamente com os componentes da Câmara de Ensino da Faculdade, resolveu introduzir mudanças no Projeto Pedagógico, visando estabelecer um novo Projeto Pedagógico que tem como filosofia a busca da eficiência e qualidade do ensino, com o objetivo de atingir a excelência e tornar o Curso de Engenharia Elétrica uma referência nacional no ensino da Engenharia Elétrica. Outro fato que motivou a realização de mudanças no PPC anteriormente proposto é uma melhor adequação do novo PPC ao Regulamento da Graduação e a melhor maneira de implementar as atividades de extensão constantes na grade curricular do Curso de Engenharia Elétrica. A presente proposta é uma conseqüência do objetivo primordial da FEE, ou seja, preparar recursos humanos com competência técnica para suprir o crescente mercado da área de ciência e tecnologia, principalmente em função da construção das novas usinas hidrelétricas na região Amazônica e da criação do Parque de Ciência e Tecnologia do Guamá, no qual a FEE faz-se presente com a instalação do Centro de Eficiência Energética da Amazônia (CEAMAZON) e do futuro Laboratório de Alta e Extra Tensão, o único laboratório dessa natureza na região Amazônica que funcionará ligado a uma Universidade Federal. Esses são motivos que levaram a concepção do novo PPC em consonância com o contexto regional. 2 - IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 2.1. Introdução A Engenharia Elétrica é mais antiga do que habitualmente se imagina. Pode-se dizer, com certa liberdade, que ela data de 1752, quando Benjamin Franklin (1706-1790) inventou o pára-raios, dando início ao aproveitamento da eletricidade pelo homem. Desde então, essa área evolui como
  6. 6. 6 poucas. Quase dois séculos depois da invenção de Franklin, surgiu a Eletrônica, em 1940, trazendo as válvulas eletrônicas a diodo e, depois, os transistores da década de 1950. Foi o ponto de partida para a era da tecnologia dos semicondutores e dos computadores. 2.2. Evolução do curso de Engenharia Elétrica na UFPA O Curso de Graduação em Engenharia Elétrica da Universidade Federal do Pará (UFPA) foi criado em 1963, através da Resolução 10/63 de 18/11/1963, do Conselho Universitário, visando formar recursos humanos na área de Engenharia Elétrica. O Curso passou a ser uma unidade do Centro Tecnológico (CT) da UFPA através da portaria 02/71 de 05/01/1971 da Reitoria e foi reconhecido pela Portaria no. 318/87 de 11/05/1987 do antigo Conselho Federal de Educação (CFE). O Curso é regulamentado pelas seguintes resoluções: 03/70 – CONSEP, de 21/12/1970. Define o Primeiro Ciclo dos Cursos de Graduação; 354/76 – CONSEP, de 08/07/1976. Altera a resolução 03/70; 371/76 – CONSEP, de 30/09/1976. Define o Currículo Pleno do Curso de Graduação em Engenharia de Eletricidade, com habilitação em Engenharia Eletrotécnica e Engenharia Eletrônica na forma da Resolução 48, do Conselho Federal de Educação, de 27/04/1976. 838/82 – CONSEP, de 01/04/1982. Dá nova redação ao Inciso V, item “c” do art. 1o da Resolução 371/76. 580/92 – CONSUN, de 29/01/1992. Estabelece o Regime Didático Seriado Semestral dos cursos de graduação da UFPA. 2510/97 – CONSEP, de 11/08/1997. Define o Currículo Pleno do Curso de Graduação de Engenharia Elétrica na forma da resolução 48 do Conselho Federal de Educação e da resolução 580/92 – CONSUN. O aluno graduado no Curso receberá o título de Engenheiro Eletricista, tanto na habilitação Eletrônica como na Eletrotécnica. Atendendo ao Edital no . 004/2000 – PROEG, de julho de 2000, a Coordenação do Curso de Engenharia Elétrica nomeou uma comissão para elaborar uma proposta de reestruturação do Curso, que foi concluída em julho de 2000. Nesta proposta de reestruturação apresentou-se: Uma justificativa para a reestruturação curricular; Diagnósticos sobre a duração do curso, estrutura curricular, metodologias e avaliações empregadas pelos docentes; Uma proposta de projeto pedagógico que considera o perfil do egresso, os princípios que orientam sua formação, objetivos do curso, conteúdos e habilidades. Destaca-se ainda a sugestão de adoção do sistema de dupla entrada, 60 vagas no 1o semestre e 60
  7. 7. 7 vagas no 2o semestre, nos turnos da manhã e da tarde/noite, respectivamente, sistema este que passaria a vigorar a partir do ano de 2001. Com a criação do Curso de Engenharia de Computação no ano de 2000, também vinculado ao Instituto de Tecnologia, e tendo o maior percentual de suas disciplinas também ofertadas pelo antigo Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação, houve uma redução pela metade do número de vagas ofertadas no Curso de Engenharia Elétrica. Assim, o Curso passou a oferecer um total de 60 vagas anuais, com dupla entrada, distribuídas em dois turnos: Manhã (07h30min - 12h50min), 30 vagas e Tarde/Noite (iniciando às 14h50min – 20h10min), 30 vagas. Com o objetivo de analisar e propor correções a eventuais distorções na Grade Curricular do Curso de Graduação em Engenharia Elétrica (2510/97 – CONSEP), a Coordenação do Curso nomeou uma comissão no segundo semestre de 2000 com este propósito. O relatório desta comissão foi concluído em dezembro de 2002 e uma nova grade curricular oficial para a integralização curricular para todos os alunos que ingressaram no Curso de Graduação em Engenharia Elétrica a partir do ano de 2001, foi sugerida, tendo recebido parecer técnico favorável, emitido pela Assessoria Técnica/DAC (processo no. 00583/2003) em fevereiro de 2003 e a solicitação de uma minuta de resolução pela Câmara de Ensino de Graduação em julho de 2003. Esta nova grade curricular não apresenta alteração na carga horária do curso e apresenta um acréscimo de um crédito no total de créditos de disciplinas obrigatórias. Foram feitas algumas alterações em conteúdos programáticos, fusão de disciplinas, eliminação de algumas e criação de outras, bem como a promoção de um melhor seqüenciamento da grade curricular de modo a aproximar para períodos consecutivos, as disciplinas de conteúdo básico com àquelas que utilizam estes conhecimentos nas aplicações de engenharia. Desde então, o Curso de Engenharia Elétrica passou a ter quatro (4) ênfases: Telecomunicações, Eletrônica, Sistemas de Potência e Automação e Controle. A atribuição profissional dos graduados é estabelecida pelo Conselho Regional de Engenharia Arquitetura e Agronomia CREA, com base nas disciplinas optativas e/ou complementares cursadas. O Conselho Nacional de Educação (CNE) por meio do Parecer 776/97 e o Ministério da Educação (MEC) pelo edital 04/97 organizaram a discussão das diretrizes curriculares, que envolveu a participação de uma grande quantidade de instituições de ensino, instituições profissionais e outras instituições interessadas no ensino de graduação. Em 25/02/2002 foi publicado no Diário Oficial da União, o Parecer CNE/CES 1362/2001 que culminou com a publicação no Diário Oficial em 09/04/2002 da Resolução CNE/CES 11/ 2002 estabelecendo as “Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia”. A CNE/CES 11/2002 traz em seu bojo a intenção de mudar a base filosófica dos cursos de engenharia, enfocando-os na competência e na busca de uma abordagem pedagógica “centrada no
  8. 8. 8 aluno com ênfase na síntese e na transdisciplinaridade”. Prega ainda a “valorização do ser humano e preservação do meio ambiente, integração social e política do profissional, possibilidade de articulação direta com a pós-graduação e forte vinculação entre teoria e prática”. Diante destas mudanças, cabe aos cursos realizarem alterações, não apenas para se adequarem a essa nova realidade, mas, principalmente, que considerem a necessidade de se ter um entendimento sobre como realizá-las nos cursos de engenharia, de maneira a garantir uma real mudança de foco ao invés de simples adequações curriculares ou redução de carga horária. 2.3. Características do Curso Curso: Curso de Engenharia Elétrica; Local de Funcionamento: Cidade Universitária José da Silveira Neto, Belém – PA; Forma de Ingresso: Processo Seletivo Anual; Número de Vagas: 80 Vagas (40 vagas para o 1º. semestre e 40 vagas para o 2º. semestre); Turno de Funcionamento: Matutino: 7h30min às 12h50min e Vespertino: 14h50min às 20h10min; Modalidade de Oferta: Paralela (Art. 9 - Regulamento da Graduação); Ênfase: Sistemas de Potência, Controle e Automação, Eletrônica e Telecomunicações; Título Conferido: Engenheiro Eletricista; Duração: Mínima 10 semestres e máxima 15 semestres; Carga Horária: 4.200 horas; Curso Extensivo: Funcionamento predominante no segundo e quarto períodos letivos (Art. 8º do Regulamento da Graduação); Regime Acadêmico: Regime Seriado - (Art. 12 do Regulamento da Graduação). Ato Normativo: Portaria MEC Nº. 318 de 11/05/1987 (reconhecimento do Curso), Resolução Nº. 2510 de 11/08/1997 – CONSEPE que define o currículo pleno do Curso de Engenharia Elétrica; Avaliação Externa: ENADE e MEC. 3. DIRETRIZES CURRICULARES DO CURSO 3.1. Missão do Curso de Engenharia Elétrica Exprime o propósito institucional do Curso segundo uma perspectiva ampla, duradoura e dos requisitos necessários e desejáveis aos profissionais nele formados [1], [2].
  9. 9. 9 O curso tem por missão: “Gerar, difundir e aplicar o conhecimento visando à melhoria da qualidade de vida do ser humano em geral, e em particular do amazônida, aproveitando as potencialidades da região através da integração do ensino, da pesquisa e da extensão, respeitando a ética, de modo a contribuir para o efetivo exercício da cidadania, formando engenheiros eletricistas com caráter generalista, crítico, empreendedor, humanista e reflexivo, capacitados a absorver e desenvolver novas tecnologias, cônscios de suas funções técnicas, econômicas, ecológicas, culturais e sociais, aptos para a inserção em setores profissionais em atendimento as demandas sociais”. 3.2. Objetivos do Curso O objetivo do curso de graduação em Engenharia Elétrica é formar profissionais em Engenharia Elétrica com perfil generalista, através de uma formação acadêmica que os capacitem para a solução de problemas do mundo real, aplicando os conhecimentos adquiridos ao longo do curso, possibilitando atuarem em uma das seguintes áreas específicas de formação: Eletrônica, Controle e Automação, Telecomunicações e Sistemas de potência. 3.3. Princípios do Projeto Pedagógico do Curso A postura do Engenheiro Eletricista está associada a uma convivência com a criatividade; com a capacidade de gerenciar; com o trabalho em grupo; com a capacidade empreendedora; com a psicologia comportamental; com a incorporação dos princípios básicos de comunicação e relacionamento humano no trabalho. A formação do engenheiro eletricista deve lhe proporcionar uma competência para dar respostas novas a problemas novos, em vez de torná-lo um repetidor de fórmulas que redundam em perplexidade diante de situações novas. A modernização do conteúdo programático das disciplinas deverá ser acompanhada pela modificação da organização de como as disciplinas devem ser encadeadas e como devem ser mediadas e apreendidas. O aluno deve ter uma participação mais ativa na sua formação, investindo mais tempo em atividades fora de sala de aula, fugindo, de modelos nos quais sobra pouco tempo para os alunos ocuparem-se de outros afazeres que não seja assistir aula. As seguintes estratégias são sugeridas para a política de ensino: Adotar preferencialmente a utilização da metodologia de resolução de problemas; Realizar atividades que proporcionem ao aluno o desenvolvimento da capacidade de expressão oral e escrita;
  10. 10. 10 Instalação, ampliação, manutenção e modernização de laboratórios técnico- científicos, de acordo com as necessidades impostas pelo currículo do curso, pelo mercado, pela tecnologia, pela sociedade e por interesses científicos; Criação e manutenção de acervo bibliográfico atualizado; Promoção de visitas técnicas às empresas industriais e de serviços; Incentivar o aluno a aprendizagem de idioma estrangeiro relevante para o Engenheiro Eletricista e o uso da informática na realização de projetos e demais atividades técnicas; Incentivar à formação continuada e capacitação pedagógica dos professores; Incentivo à atualização técnico-científica de professores e alunos, facilitando a participação em seminários, congressos e eventos em engenharia e áreas afins; Incentivar à auto-avaliação permanente de professores e alunos; Implantação e aperfeiçoamento de uma política de avaliação dos diversos aspectos do curso (infra-estrutura, docência, atividades de pesquisa e de extensão, etc.). 3.4. Perfil do Egresso As principais características do perfil do Egresso do curso de Engenharia Elétrica são: Sólido conhecimento e domínio do processo de realizar projetos para construir a solução de problemas com base técnico-científica; Capacidade de absorver e desenvolver novas tecnologias, aplicando os conhecimentos adquiridos ao longo do Curso, em consonância com a evolução do setor elétrico e contribuindo na busca de soluções nas diferentes áreas de aplicação; Formação com habilidade para atuar de forma crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade. 3.5. Habilidades e Competências O Curso de Graduação em Engenharia Elétrica deve dotar o aluno dos conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes habilidades e competências: Aplicar conhecimentos matemáticos, científicos tecnológicos e instrumentais à Engenharia Elétrica; Projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados; Conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos da Engenharia Elétrica; Planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de Engenharia Elétrica;
  11. 11. 11 Identificar, formular e resolver problemas de Engenharia Elétrica; Desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas à Engenharia Elétrica; Capacidade de gerenciamento, operação e manutenção de sistemas e processos de Engenharia Elétrica; Avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas elétricos; Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica; Atuar em equipes multidisciplinares; Compreender e aplicar à ética e a responsabilidades profissionais; Avaliar o impacto das atividades da Engenharia Elétrica no contexto social e ambiental; Avaliar a viabilidade econômica de Projetos de Engenharia Elétrica; Assumir a postura de permanente busca de atualização profissional; Capacidade de obtenção e sistematização de informações; Capacidade de desenvolvimento e aplicação de modelos matemáticos e físicos a partir de informações sistematizadas; 4. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO 4.1 Estrutura Curricular A estrutura curricular do Curso de Engenharia Elétrica proposta no PPC está de acordo com as Diretrizes Curriculares dos Cursos de Graduação em Engenharia. O curso de Engenharia Elétrica é estruturado a partir de três núcleos. O núcleo de formação básica, o núcleo de formação profissionalizante e o núcleo de formação específica. As disciplinas estão agrupadas por áreas, e estas por sua vez agrupadas nos três núcleos. O núcleo de Formação Básica é constituído de disciplinas comuns a todas as engenharias, visa os fundamentos científicos e tecnológicos bem como a educação para as conseqüências sociais do trabalho profissional e a capacitação para a utilização de elementos de natureza sócio-econômicas no processo de elaboração criativa. Apresenta uma carga horária total de 1410 horas com 25 disciplinas, correspondendo a 33% da carga horária total do Curso. O núcleo de Formação Profissionalizante visa à qualificação do Engenheiro Eletricista para os diferentes campos de atuação profissional potencializando-o para as possíveis especificidades de sua formação e atuação. Tem uma carga horária total de 1650 horas contendo 30 disciplinas, correspondendo a 39% da carga horária total do Curso. Os núcleos Básico e Profissionalizante são constituídos de disciplinas de caráter obrigatório, definindo a base comum de formação do Engenheiro Eletricista.
  12. 12. 12 O núcleo de Formação Específica tem por objetivo possibilitar ao aluno a construção de um percurso acadêmico próprio, atender a perspectivas profissionais não contempladas nos núcleos básico e profissionalizante e adequar o currículo do Curso aos avanços tecnológicos, na perspectiva de um currículo aberto e flexível, além de estreitar o relacionamento com a sociedade através de atividades de extensão. Nesse núcleo o discente, além de cursar com aproveitamento, de acordo com a ênfase escolhida, um mínimo de quatro disciplinas optativas dentre as ofertadas pela FEE, ou quaisquer outras devidamente aprovadas pela FEE, deve realizar as seguintes atividades curriculares, visando à diversidade da formação do egresso: Trabalho de Conclusão de Curso (TCC); Estágio Supervisionado; Atividades Complementares; Atividades de Extensão. Esse núcleo tem uma carga horária total de 1140 horas, correspondendo a 28% da carga horária total do Curso. O quadro a seguir apresenta o desenho curricular do Curso com as atividades curriculares e respectivas cargas horárias (C.H). Núcleo Área Atividade Curricular C.H I. Formação Básica Matemática 1. Cálculo I 2. Cálculo II 3. Cálculo III 4. Cálculo IV 5. Álgebra Linear 6. Funções de uma Variável Complexa 7. Funções Especiais para Engenharia 8. Cálculo Numérico 9. Probabilidade e Estatística 10. Processos Estocásticos 90 90 60 60 90 60 60 60 60 45 Física 1. Física Fundamental I 2. Física Fundamental III 3. Laboratório de Física 60 60 60 Química 1. Química Geral Teórica I 2. Química Geral Experimental I 60 45 Desenho 1. Desenho Técnico para Engenharia 60 Informática 1.Programação Estruturada de Computadores 2. Técnicas e Linguagens de Programação 60 60 Engenharia Química 1. Fenômenos dos Transportes I 60 Ciências Econômicas 1. Noções de Economia para Engenheiros 30 Ciências Jurídicas 1. Direito e Legislação 30 Construção Civil 1. Fundamentos de Mecânica dos Sólidos 60 Administração 1. Noções de Administração para Engenheiros 30 Engenharia Sanitária e Ambiental 1. Introdução a Ciência do Ambiente 30 Pedagogia 1. Metodologia Científica e Tecnológica 30 Total do Núcleo 1410 II. Formação Circuitos Elétricos 1. Circuitos Elétricos I 75
  13. 13. 13 Profissionalizante 2. Circuitos Elétricos II 3. Laboratório de Circuitos Elétricos I 4. Laboratório de Circuitos Elétricos II 60 30 30 Eletromagnetismo 1. Teoria Eletromagnética I 2. Teoria Eletromagnética II 3. Laboratório de Eletromagnetismo 75 60 30 Processamento de Sinais e Telecomunicações 1. Teoria das Comunicações 2. Processamento Digital de Sinais 3. Laboratório de Comunicações 90 60 30 Eletrônica 1. Eletrônica Digital 2. Laboratório de Eletrônica Digital 3. Microprocessadores 4. Eletrônica Analógica I 5. Eletrônica Analógica II 6. Laboratório de Eletrônica Analógica I 7. Laboratório de Eletrônica Analógica II 8. Eletrônica de Potência 60 30 90 60 60 30 30 90 Materiais Elétricos 1. Materiais Elétricos 60 Servomecanismos 1. Análise de sistemas Lineares 2. Sistemas de Controle I 3. Sistemas de Controle II 4. Laboratório de Sistemas de Controle 5. Automação Industrial 6. Laboratório de Automação Industrial 90 60 60 30 60 30 Conversão de Energia 1. Conversão de Energia I 2. Conversão de Energia II 3. Laboratório de Conversão de Energia 4. Sistemas de Energia Elétrica 5. Instalações Elétricas 60 60 30 60 60 Total do Núcleo 1650 III. Formação Específica Tecnologia 1. Disciplina Optativa 1 2. Disciplina Optativa 2 3. Disciplina Optativa 3 4. Disciplina Optativa 4 5.Atividades Complementares em Engenharia Elétrica 6. Trabalho de Conclusão de Curso 7. Estágio Supervisionado 8. Atividades de Extensão em Engenharia Elétrica I 8. Atividades de Extensão em Engenharia Elétrica II 60 60 60 60 120 180 180 180 240 Total do Núcleo 1140 TOTAL GERAL 4200 O quadro a seguir mostra o elenco de disciplinas optativas do Curso de Engenharia Elétrica de acordo com as ênfases
  14. 14. 14 NÚCLEO ÊNFASE DISCIPLINAS CH Formação Específica Telecomunicações 01. Antenas 02. Propagação 03. Microondas 04. Sistemas de Comunicações 05. Comunicações Ópticas 06. Comunicações Avançadas 07. Transmissão de Dados e Teleprocessamento 08. Redes de Computadores 09. Redes Móveis 10. Processamento de Voz 11. Processamento de Imagem 12. Sistemas de TV digital 13. Sistemas Multimídia 60 60 90 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 Sistemas de Potência 01. Transmissão de Energia 02. Distribuição de Energia 03. Análise de Sistemas de Energia I 04. Análise de Sistemas de Energia II 05. Laboratório de Sistemas de Energia I 06. Laboratório de Sistemas de Energia II 07. Proteção de Sistemas de Energia 08. Geração de Energia 09. Eficiência Energética 10. Introdução às Energias Renováveis 11. Instalações Elétricas Industriais 12. Técnicas de Alta Tensão 60 60 60 60 30 30 60 60 60 60 60 60 Eletrônica 01. Instrumentação Eletrônica 02. Filtros ativos 03. Microeletrônica 04. Princípios de Instrumentação Biomédica 05. Circuitos para Comunicações 06. Introdução à Linguagem VHDL 90 90 90 75 90 60 Automação e Controle 01. Controle Digital 02. Introdução à Robótica 03. Sistemas não-lineares 04. Inteligência Computacional 05. Introdução ao Controle Ótimo 60 60 60 60 60 Geral para todas as Ênfases 01. Tópicos Especiais em Engenharia Elétrica I 02. Tópicos Especiais em Engenharia Elétrica II 03. Tópicos Especiais em Engenharia Elétrica III 04. Tópicos Especiais em Engenharia Elétrica IV 05. Língua Brasileiras de Sinais - LIBRAS 60 60 60 60 60 4.2. Diretrizes Gerais No PPC do Curso de Engenharia Elétrica mantêm-se as quatro ênfases que são tradicionais ao Curso de Engenharia Elétrica, ou seja: 1) Sistemas de Potência;
  15. 15. 15 2) Telecomunicações; 3) Controle e Automação; 4) Eletrônica. O Curso de Engenharia Elétrica exige uma forte fundamentação em Cálculo e Física. No atual currículo essa base é enfatizada nos três primeiros períodos letivos do Curso. O PPC contempla, para fins de integralização curricular, disciplinas teóricas, disciplinas práticas, estágio supervisionado, trabalho de conclusão de curso, atividades complementares e atividades de extensão, totalizando 4.200 horas. O tempo mínimo de duração do curso é de dez (10) semestres e o tempo máximo de permanência no curso é de quinze (15) semestres. Deve-se ressaltar que a UFPA, atendendo determinações contidas na Lei das Diretrizes e Bases da Educação (LDB), trabalha atualmente com períodos letivos de dezessete (17) semanas. O presente PPC adota disciplinas com carga horária de 30, 45, 60, 75 e 90 horas distribuídas por quinze (15) semanas. As duas semanas extras serão utilizadas para o desenvolvimento das diversas atividades complementares ou de extensão previstas ao longo de cada período letivo. Assim, para cada disciplina ofertada pela FEE, que contempla de sessenta (60) até noventa (90) horas que um docente ministre, ele(a) ficará responsável por oito (8) até doze (12) horas de atividades complementares ou de extensão, desde que a mesma seja ofertada dentre aquelas que estão definidas na proposta do PPC. 4.3. Trabalho de Conclusão de Curso Representa a aplicação em conjunto de vários conhecimentos e competências adquiridas pelo aluno ao longo do Curso, além de oportunizar o aprofundamento em uma área de seu interesse. No seu desenvolvimento o aluno deve ser orientado por um professor da Faculdade de Engenharia Elétrica ou outro profissional aprovado pela mesma e possui uma carga horária de 180 horas. As normas para realização e avaliação do TCC serão regulamentadas em resolução específica da Faculdade. 4.4. Estágio Supervisionado Proporciona ao estudante um contato direto com o mercado de trabalho bem como a oportunidade de aplicar os conhecimentos e habilidades adquiridos ou a assimilação de novos sob a supervisão de um profissional da área. A carga horária mínima de estágio supervisionado será de 180 horas, a serem cumpridas preferencialmente em empresas públicas e privadas do ramo ou na própria instituição de ensino em seus Laboratórios de Pesquisa e Extensão e a sua execução será efetuada a partir do 9º bloco. As normas para realização e avaliação das atividades de estágio serão regulamentadas em resolução específica da Faculdade de Engenharia Elétrica.
  16. 16. 16 4.5. Atividades Complementares O Núcleo de Formação Específica contém uma disciplina obrigatória denominada, Atividades Complementares em Engenharia Elétrica que permitirá contabilizar diversas atividades acadêmicas tais como: Monitoria; PET; Iniciação Científica; entre outras que estão listadas no quadro abaixo. No decorrer do curso o discente irá receber comprovantes de participação nas Atividades Complementares e ao reunir um mínimo de 120 horas, o discente poderá então solicitar a matrícula na disciplina. Atividades Acadêmicas Aproveitamento em horas Aproveitamento máximo (horas) 1. Monitoria 20 h por semestre 40 2. PET 20 h por semestre 60 3. Iniciação Científica 20 h por semestre 60 4. Projeto de Ensino 20 h por semestre 60 5. Estágios Profissionais antes da conclusão do 8o bloco 1/8 do número de horas 40 6. Publicação de artigo completo em Simpósios e Congressos da área 30 h por trabalho 60 7. Participação em Simpósios e Congressos da área 10 h por simpósio/congresso 40 8. Visitas Técnicas 4 h por visita 20 9. Palestras 2 h por palestra 20 10. Representação discente na Faculdade 5 h por semestre 10 11. Diretoria do Centro Acadêmico 5 h por semestre 10 12. Apresentação de trabalho em simpósios e Congressos da área 10 h por trabalho 40 13. Publicação de resumo em simpósios e congressos da área 10 h por resumo 30 14. Ministrante de curso da área ou afins número de horas 60
  17. 17. 17 4.6. Articulação do Ensino com a Pesquisa e Extensão 4.6.1. Política de Pesquisa O curso de Graduação em Engenharia Elétrica compartilha a infra-estrutura de pesquisa dos Programas de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica, nos níveis de mestrado e doutorado. Este compartilhamento é feito através dos professores da pós-graduação que também são professores da graduação, e orientam os alunos de graduação em atividades de iniciação científica e tecnológica, estágios supervisionados, e atividades nos laboratórios de pesquisa. Atualmente, diversas linhas de pesquisa estão ativas, abordando áreas de interesse da engenharia elétrica. Além dos recursos oriundos da Universidade Federal do Pará, alguns projetos de pesquisa contam com o apoio financeiro de Convênios de Cooperação Técnica com Empresas e Agências de Fomento a Pesquisa. O quadro a seguir ilustra alguns desses projetos de pesquisa que foram desenvolvidos ou estão em desenvolvimento e as respectivas fontes de financiamento/convênio: Desenvolvimento de um Simulador da Linha Norte-Sul para Testes de Controladores em TCSC, usando Técnicas Adaptativas. UFPA/ELETRONORTE /ANEEL Avaliação Técnico-Econômica dos Impactos das Variações de Tensão de Curta Duração no Sistema de Transmissão da Eletronorte. UFPA/ELETRONORTE /ANEEL Sistema de Diagnóstico Inteligente das Condições Operativas dos Disjuntores em Subestação de Transmissão. UFPA/ELETRONORTE /ANEEL Desenvolvimento de Estimador de Estados Robustos Utilizando Nova Técnica de Processamento de Erros. UFPA/ELETRONORTE /ANEEL Sistema Integrado de Apoio ao Planejamento da Operação de redes de Distribuição de Energia Elétrica UFPA/RedeCelpa/ANE EL Sistema Inteligente para Localização de Ponto de Falha na Rede de Distribuição. UFPA/RedeCelpa/ANE EL Desenvolvimento de um Sistema Digital para Gerenciamento da Energia em Consumidores Finais, Controlado Remotamente. UFPA/CEA/ANEEL Desenvolvimento de um Sistema Digital para Gerenciamento da Energia em Consumidores do Grupo A UFPA/RedeCelpa/ANE EL Desenvolvimento de um Sinalizador para Identificação de Falhas em Isoladores Polimétricos de Linha de Transmissão UFPA/RedeCelpa/ANE EL Sistema de Redução Redundante de Energia com Detecção de Violação de Medidores, Corte e Religamento Automáticos. UFPA/RedeCelpa Sistema de Medição para a Rede de Distribuição em Baixa Tensão da Área Metropolitana de Macapá CEA/UFPA/ANEEL Predição de Falhas em Cadeia de Isoladores de linha de Transmissão ELETRONORTE/UFPA Reestruturação, capacitação e adaptação dos Laboratórios de Circuitos Elétricos II e Sistemas de Controle, em concordância com o projeto pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica. PROINT/UFPA Laboratório Virtual de Sistemas de Controle e Engenharia de Automação PROINT/UFPA
  18. 18. 18 Os alunos de graduação participam dos projetos de pesquisa como bolsistas de iniciação científica e tecnológica, desde que atendam os requisitos mínimos exigidos em termos de desempenho acadêmico no processo de seleção. Outros alunos, não bolsistas, também têm a oportunidade de participar dos projetos de pesquisa, normalmente desenvolvendo atividades relacionadas com os seus Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC’s). O Curso de Engenharia Elétrica é um dos cursos da UFPA que conta com o Programa de Educação Tutorial (PET). Dentro da filosofia geral do PET, têm-se como objetivos: uma formação generalista comprometida com o ensino, a pesquisa e a extensão, e que busque melhorar a qualidade da formação dos alunos de cursos de graduação. O PET-Elétrica conta com 12 bolsistas e um professor tutor. No que se refere à pesquisa, além da orientação do professor tutor, o grupo conta com a orientação de outros professores, de acordo com a área de interesse do bolsista. 4.6.2. Política de Extensão Conforme o Plano Nacional de Educação – Lei 10.172, de 09/01/2001- da educação superior, os objetivos e metas no 23 visam: Implantar o Programa de Desenvolvimento da Extensão Universitária em todas as Instituições Federais de Ensino Superior e assegurar que, no mínimo, 10% do total de créditos exigidos para a graduação no ensino superior no País, serão reservados para a atuação dos alunos em ações extensionistas. As atividades extensionistas da FEE obedecerão aos Artigos 65 a 69 do Regulamento do Ensino de Graduação da UFPA. A Extensão Universitária é um processo educativo, cultural e científico que articula o Ensino e a Pesquisa de forma indissociável e viabiliza a relação transformadora entre Universidade e Sociedade. A Extensão é uma via de mão- dupla, com trânsito assegurado à comunidade acadêmica, que encontrará, na sociedade, a oportunidade de elaboração da práxis de um conhecimento acadêmico. Esse fluxo, que estabelece a troca de saberes sistematizados, acadêmico e popular, terá como conseqüências a produção do conhecimento resultante do confronto com a realidade brasileira e regional, a democratização do conhecimento acadêmico e a participação efetiva da comunidade na atuação da Universidade. Com base nessa conceituação é que deverá ser executada a política de extensão do Curso de Engenharia Elétrica, com a prática constante de ações de interesse da sociedade em geral, de empresas públicas e da iniciativa privada, através de parcerias ou pela prestação de serviços. Para a execução dessas ações, haverá sempre o engajamento dos alunos do curso, permitindo assim um envolvimento destes com as atividades desenvolvidas. Para que se consiga alcançar esses objetivos, pretende-se:
  19. 19. 19 Adotar uma política de incentivos à realização de projetos e atividades de extensão de interesse da comunidade, inclusive promovendo palestras aos alunos do ensino médio e comunidade em geral, divulgando informações na área da Engenharia Elétrica; Disponibilizar à comunidade os serviços da FEE; Incentivar e apoiar a realização de cursos de inclusão digital para os alunos da UNITERCI (Universidade da Terceira Idade) e outros; Incentivar a elaboração de material de divulgação de informações na área da Engenharia Elétrica; Promover eventos na área da Engenharia Elétrica envolvendo a comunidade em geral. Espera-se com a implementação do presente Projeto Pedagógico, que a realização de Atividades de Extensão se constitua em um verdadeiro aprendizado de busca e realizações de interesse da sociedade, cujas atividades possam contribuir para melhor formar um profissional comprometido com questões humanísticas e sociais. Uma maneira de implementar algumas dessas atividades é o estabelecimento de oito (8) até doze (12) horas de atividades de extensão, que serão contabilizadas pelo discente, para cada disciplina ofertada pela FEE, que contemple uma carga horária de sessenta (60) até noventa (90) horas, desde que a atividade seja programada pelo professor responsável pela disciplina. As demais horas de extensão deverão ser complementadas com atividades relacionadas no quadro abaixo. Atividades Aproveitamento em horas Participação em Projeto de extensão Carga horária efetiva de participação Visitas técnicas com contato com a comunidade 4 h por visita Organização de eventos (simpósios, fóruns, encontros, ações comunitárias, oficinas, congressos e similares) de Engenharia Elétrica e áreas afins Carga horária efetiva de participação Ministrante de curso na área da Engenharia Elétrica e áreas afins Dobro de aproveitamento do número total de horas do curso Ministrante de palestras para a comunidade (escolas, associações, etc.) 5 h por palestra Atividades desenvolvidas no PET (Programa de Educação Tutorial) da Engenharia Elétrica Carga efetiva de participação Elaboração de material didático para comunidade: • Apostila; • Cartilha; 60 horas por material 40 horas por material
  20. 20. 20 • Folder; • Cartaz e outros. 20 horas por material 10 horas por material Elaboração de material áudio-visual 30 horas por material Participação em projetos sociais (Amigo da Escola, Feira Cultural, etc.) com atividades em Engenharia Elétrica e áreas afins Carga horária efetiva de participação Participação em projetos e obras desenvolvidas pelo escritório técnico da FEE, voltadas para a comunidade ou de interesse da sociedade Carga horária efetiva de participação Outras atividades a serem submetidas à apreciação do Conselho da FEE A ser definida pelo conselho da FEE As atividades de extensão serão contabilizadas em duas (2) disciplinas denominadas Atividades de Extensão em Engenharia Elétrica I e Atividades de Extensão em Engenharia Elétrica II, tendo cada disciplina uma carga horária de 180 e 240 horas, respectivamente. No decorrer do curso o discente irá receber comprovantes de participação nas Atividades de Extensão e ao reunir um mínimo de 180 ou 240 horas o discente poderá, então, solicitar a matrícula na disciplina correspondente. Devemos ressaltar que é praxe na FEE a prática de atividades de extensão. Podemos destacar que dentre as atividades obrigatórias do PET, a que se relaciona diretamente com o ensino de graduação é a oferta sistemática de cursos de extensão aos alunos de engenharia elétrica e mesmo para outros cursos. Estes cursos abordam temas de interesse para a graduação e têm sido direcionados ao uso de ambientes de software como Matlab/Simulink, Labview ou outras linguagens de programação. Uma segunda atividade de extensão está relacionada à inclusão digital, na qual são oferecidos cursos de informática para os alunos da Universidade da Terceira Idade. Também, o Grupo de Desenvolvimento de Alternativas Energéticas (GEDAE), que atua no desenvolvimento de pesquisas na área de energias renováveis, desenvolve atividades de extensão, na qual alunos do ensino médio da rede pública recebem uma bolsa de estudos para adquirirem conhecimentos relacionados às atividades desenvolvidas nos projetos do grupo e, posteriormente, aplicam esses conhecimentos auxiliando os pesquisadores nos projetos. 5. PROCEDIMENTO METODOLÓGICO E PLANEJAMENTO DO TRABALHO DOCENTE O período da realização do planejamento do trabalho docente é definido no calendário acadêmico da Universidade Federal do Pará. Ele tem por objetivo a elaboração de forma sistemática dos planos de ensino das disciplinas e das demais atividades curriculares da faculdade, além do acompanhamento da execução do projeto acadêmico do curso.
  21. 21. 21 Diversas formas de intervenção no processo educativo de cada atividade serão desenvolvidas pelo docente, tais como: aulas expositivas, visitas técnicas, seminários, aulas práticas em laboratórios e empresas, elaboração e execução de projetos, etc. 5.1. Corpo Discente A permanência com sucesso dos discentes no curso está relacionada diretamente com a orientação acadêmica e esta, por sua vez, é responsabilidade da coordenação acadêmica, bem como de todo o corpo docente. Algumas ações são sugeridas a seguir: a) Recepcionar os calouros esclarecendo-os sobre a estrutura do curso, procedimentos de matrícula, localização de salas de aula, secretarias e laboratórios; b) Realizar uma reunião semestral com os alunos para identificar possíveis dificuldades em disciplinas e buscar soluções para as mesmas; c) Orientar os alunos durante o processo de matrícula; d) Divulgar entre os alunos as possibilidades de estágio, intercâmbio, bolsas de iniciação científica, empregos, visitas técnicas e outras de interesse acadêmico; e) Organizar ciclo de palestras, proferidas por profissionais da área de engenharia elétrica, preferencialmente por ex-alunos do Curso, a cada semestre, para os calouros em particular. 5.2. Corpo Docente A constante busca de atualização e aprimoramento profissionais desejável ao profissional que o Curso forma, também deve ser uma das características do corpo docente. Assim, cada docente deve pesquisar, planejar e aperfeiçoar suas atividades de ensino, buscando alternativas metodológicas para o processo ensino-aprendizagem (além das metodologias já utilizadas de exposição didática, exercícios em sala de aula e seminários, que visem primordialmente, a motivação e participação ativa do estudante no Curso. Para tanto, três ações experimentais são sugeridas: Cada professor será responsável pela orientação e acompanhamento da vida acadêmica de um grupo de até dez (10) alunos do Curso, durante os dois primeiros anos desses alunos. Cabe ao professor orientar o aluno, desde seu ingresso na Instituição, na busca de um melhor desempenho nas suas atividades e o caminho adequado à sua formação, organizando e estimulando os discentes a participarem de atividades extracurriculares tais como: visitas aos laboratórios do curso e outros da própria UFPA ou fora desta, leituras não técnicas, participação em defesas de TCC’s, Dissertações de Mestrado e Teses de Doutorado, incentivando, também, os alunos a buscarem informações para serem discutidas em sala de aula, isto é, fazer com que o aluno se transforme em elemento ativo na sua formação. Um relatório
  22. 22. 22 descritivo das atividades realizadas deverá ser elaborado ao final de cada semestre. Caberá a coordenação acadêmica da FEE, designar os orientados de cada professor. A carga horária para essa atividade será atribuída no seu plano individual de trabalho, com um máximo de quatro (4) horas semanais; Professores de disciplinas de um mesmo bloco serão responsáveis pela elaboração, aplicação e acompanhamento de projetos de ensino que integrem os conteúdos das disciplinas do bloco. Serão escolhidos temas a serem desenvolvidos em grupo e em seguida cada grupo deve fazer um plano de trabalho com os eixos: o que fazer (objetivos), como fazer (metodologia e busca das fontes sobre o tema) e quando fazer (cronograma). No final do semestre o grupo deve redigir um relatório e apresentar seu trabalho. A escolha orientada dos temas do projeto deve permitir uma participação ativa do aluno e aos professores cabe a orientação sobre os conteúdos, além de ajudar no desenvolvimento de habilidades como: trabalho em grupo, comunicação oral e escrita, procedimentos práticos em laboratório, criatividade e iniciativa diante de um problema [3]. Professores orientadores de bolsistas de iniciação científica devem incluir nas atividades de seus orientados a realização de pelo menos um mini-curso anual sobre teorias, técnicas, softwares ou equipamentos utilizados na pesquisa e organizar pelo menos uma visita técnica à empresas cujas atividades se relacionem aos interesses da linha de pesquisa, tendo como público alvo a grande massa de alunos não bolsistas do curso. Esses mini-cursos serão enquadrados como atividades de extensão. Tais ações visam superar a evasão de alunos registrada nos dois primeiros anos do curso, bem como a ampliação da percepção do estudante acerca de sua formação. Ações não menos importantes, que já vêm sendo implantadas e devem ser ampliadas a todo o corpo docente são: Uso de Tecnologia da Informação para disponibilização de material de apoio didático de todas as disciplinas na Internet; Uso de Tecnologia da Informação ou outras, em aulas presenciais teóricas (por exemplo: ambientes de realidade virtual, experimentação remota, protótipos didáticos portáteis, etc.); Aulas práticas abordando problemas reais (e soluções) da engenharia e não simples experimentos de laboratório; Atividades de laboratório que não se restrinjam a experimentos simplesmente de medição, mas que exijam do aluno algo a mais, implicando na utilização da sua criatividade.
  23. 23. 23 6. INFRA-ESTRUTURA Para desenvolver plenamente suas atividades o Curso conta com recursos humanos (docentes, técnicos administrativos e bolsistas de trabalho), infra-estrutura e material da Faculdade de Engenharia Elétrica (FEE), do Programa de Pós-graduação em Engenharia Elétrica (PPGEE) e de uso comum, compartilhada pelos demais cursos do Instituto de Tecnologia (ITEC). 6.1. Física 6.1.1 Salas de Aulas, Estudos e Auditórios O Curso dispõe de cinco salas próprias (Ap 10, Ap 11, Ap 12, Bp 07 e Bp 08) e duas salas compartilhadas com outros cursos (Cp 02 e Cp 03) para as aulas teóricas, quatro salas próprias (LEE 04, LEE 05, LEE 36, LEE 20 e LEE 13) para aulas de laboratório. A infra-estrutura de laboratórios de outras faculdades é utilizada para as aulas de laboratório das disciplinas que são de responsabilidade dessas faculdades e que são ofertadas para o Curso de Engenharia Elétrica. O Curso dispõe de um auditório localizado no prédio do Laboratório de Engenharia Elétrica e dois auditórios que pertencem ao ITEC e que são compartilhados com todas as Faculdades do Instituto. Todos são climatizados. O prédio do Laboratório de Engenharia Elétrica dispõe de um local para estudos que está disponível para todos os alunos do ITEC. 6.1.2. Laboratórios A infra-estrutura de apoio existente compreende: quatro (4) salas de computação, que são compartilhadas pelas Faculdades pertencentes ao ITEC, estando localizadas no pavilhão de aulas Cp e são utilizadas nas aulas das disciplinas da área de informática do Curso e, ainda, dos seguintes laboratórios de pesquisa ou espaços associados: Uma Oficina de Manutenção LACSPOT - Laboratório de Acionamento e Controle de Sistemas de Potência LSE – Laboratório de Sistemas Eletrônicos LASCRH - Laboratório de Supervisão e Controle de Recursos Hídricos LAPS – Laboratório de Processamento de Sinais LABQUALI – Laboratório de Qualidade de Energia GEDAE – Grupo de Estudos e Desenvolvimento de Alternativas Energéticas LABEP – Laboratório de Eletrônica de Potência Laboratório de Ensino e Pesquisa em Automação e Acionamentos Industriais Laboratório de Instrumentação, Modelagem e Controle de sistemas de Energia Elétrica
  24. 24. 24 Além dos laboratórios citados o curso necessita que os seguintes laboratórios sejam implantados ou revitalizados para que os objetivos do PPC sejam atingidos: Laboratório de Computação com quarenta (40) microcomputadores; Laboratório de Telecomunicações; Laboratório de Eletromagnetismo (revitalização); Laboratório de Conversão de Energia (revitalização). As administrações da FEE e do ITEC devem priorizar ações que garantam a manutenção e melhoria das salas de aulas, laboratórios e outros, observando aspectos tais como: acústica, iluminação, ventilação, mobiliário, limpeza, instalações sanitárias e condições de acesso para portadores de necessidades especiais. Para atender plenamente os objetivos do curso e requisitos de avaliação do mesmo, a administração da FEE deve priorizar ações que atendam os seguintes pontos: (a) Manter uma quantidade suficiente de equipamentos por bancada; (b) Equipamentos atualizados acompanhando o desenvolvimento da tecnologia; (c) Número apropriado de alunos por bancada; (d) Quantidade suficiente de técnicos por laboratório; (e) Serviço de manutenção preditiva, preventiva e corretiva apropriados; (f) Estabelecer um plano de aquisição de equipamentos; (g) Elaborar e atualizar os manuais de experiências; (h) Dotar de instalações físicas, de segurança e de apoio satisfatórias aos docentes e discentes da FEE. Deve ainda, elaborar projeto(s) para a manutenção e aquisição de equipamentos, através de parcerias com empresas ou instituições como contrapartida de prestação de serviço ou outros mecanismos, além de solicitar à administração superior da UFPA a aquisição de equipamentos através das verbas orçamentárias da instituição. 6.1.3. Bibliotecas O Curso dispõe dos recursos bibliográficos existentes na Biblioteca Central da UFPA e na Biblioteca Setorial do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica do Instituto de Tecnologia. A Biblioteca Setorial localiza-se no pavimento térreo do Laboratório de Engenharia Elétrica e dispõe de um acervo correspondente a 2.626 títulos de livros, aproximadamente. Atende alunos do PPGEE e alunos de graduação.
  25. 25. 25 As administrações do PPGEE juntamente com a FEE devem priorizar ações para atender os seguintes pontos: a) Existência de armazenagem satisfatória, incluindo: iluminação adequada, extintor de incêndio, sistema antifurto e sinalização bem distribuída e visível; b) Acesso facilitado para portadores de necessidades especiais; c) Funcionamento: catálogos disponíveis para o público (informatizado, ficha etc.). Os documentos estão preparados com etiqueta e lombada e disponíveis para empréstimo. Instalações para acervo, para estudos individuais e grupos; d) Existência de representação de todo o acervo no sistema de informatização utilizado; e) Informatização do serviço de empréstimo, no mínimo de livros, com possibilidade de reserva de material; f) Ter um acervo com uma quantidade mínima de 10 exemplares para cada livro texto por disciplina; g) Periódicos – existência de títulos indispensáveis ao curso; h) Base de dados – existência de base de dados; i) Multimídia : ( microfichas, slides, fitas de vídeos, DVD, Cd-rom ), Jornais e revistas – assinaturas de jornais e revistas adequadas à proposta pedagógica. j) Disponibilidade de acesso, via internet, à base de dados do acervo existente na biblioteca central da UFPa. 6.2. Humana A FEE conta hoje com 34 docentes com a seguinte qualificação : 20 doutores, 10 mestres e 4 especialistas. Destes docentes, 33 estão em Regime de Trabalho de Dedicação Exclusiva e 1 em Regime de 20 horas, atuando, alguns destes, tanto no Curso de Graduação como no Curso de Pós- Graduação. No quadro abaixo a descrição dos docentes e os grupos didáticos e científicos nos quais atuam. Grupos Didático e Científico da FEE I - Professores do Grupo de Eletrônica – GEL 1 - Daniel de Sousa Cardoso 2 - Ivan Sebastião de Souza e Silva 3 - Manoel de Jesus Maués da Costa 4 - Mário Tadeu Alves Bouth 5 - Miguel Gonçalves Wanzeller 6 - Guilherme Augusto Lameira Araújo 7 - Renato Braz Magaldi Balbi
  26. 26. 26 II - Professores do Grupo de Sistemas de Potência – GSP 1 - Brígida Ramati Pereira da Rocha 2 - Carminda Célia Moura de Moura Carvalho 3 - Carolina de Matos Affonso 4 - Edson Ortiz de Matos 5 - Eduardo Tannus Tuma 6 - Firmino Guimarães de Souza Filho 7 - Marcus Vinicius Alves Nunes 8 - Maria Emília de Lima Tostes 9 - Paulo Sérgio de Jesus Gama 10 - Raimundo Rosemiro Pamplona Ribeiro 11 - Ubiratan Holanda Bezerra III - Professores do Grupo de Eletromagnetismo e Telecomunicações – GET 1.- Edinaldo José da Silva Pereira 2.- João Tavares Pinho 3.- José Lameira Salimos 4 - Raimundo José dos Santos Mota 5- Ronaldo Nonato da Silva Lima 6- Valquíria Gusmão Macedo 7 - Victor Alexandrovich Dmitriev 8 - Wilson Pacheco Ferreira IV - Professores do Grupo de Sistemas de Controle e Automação – GSCA 1 - Adriana Rosa Garcez de Castro 2 - Carlos Tavares da Costa Júnior 3 - Jorge Roberto Brito de Souza 4 - José Augusto Lima Barreiros 5 - Orlando Fonseca Silva 6 - Petrônio Vieira Júnior 7 - Rosana Paula de Oliveira Soares 8 - Walter Barra Júnior O quadro de funcionários Técnicos – Administrativos da FEE conta com 2 secretárias, 2 engenheiros, 9 técnicos, 1 analista de sistemas e 1 bolsista de trabalho. 6.2.1. Plano de Qualificação e Adequação dos RH A FEE prioriza a qualificação permanente do seu quadro docente e técnico administrativo, fomentando a realização de cursos de aperfeiçoamento e atualização profissional. 7. POLÍTICA DE INCLUSÃO SOCIAL A Faculdade deverá desenvolver iniciativas que contemplem o princípio da inclusão social na proposta do desenvolvimento do seu curso de graduação, com o objetivo de garantir as ações voltadas para a educação especial de forma a atender o Regulamento da Graduação.
  27. 27. 27 A Política de inclusão social será implementada através de: Recursos didático-pedagógicos; Acessibilidade as dependências físicas da FEE; Oferta de livros adequados aos portadores de deficiência visual; Capacitação de pessoal para atender essas necessidades; Oferta de cursos que possam contribuir para o aperfeiçoamento das ações didático- pedagógicas; Oferta da disciplina Libras. 8. FORMAS DE AVALIAÇÃO DO ENSINO, DA APRENDIZAGEM E DO CURSO O processo de avaliação deverá ter como objetivo o aperfeiçoamento contínuo da qualidade acadêmica, a melhoria do planejamento e da gestão do curso bem como a prestação de contas à sociedade. Deve ser visto como um processo contínuo e aberto de verificação do desempenho do corpo docente, discente, pessoal administrativo e das condições gerais de funcionamento do curso como um todo, que envolve entre outros pontos a disponibilidade e adequação do espaço físico, o acervo bibliográfico e a infra-estrutura de laboratórios já considerados em tópicos anteriores. 8.1. Avaliação do Processo Educativo 8.1.1. Avaliação do Corpo Discente A avaliação do processo de ensino e aprendizagem do corpo discente obedece ao disposto no Regulamento da Graduação. No que concerne à avaliação externa, esta é realizada conforme as normas do ENADE. As seguintes estratégias de avaliação são sugeridas, de acordo com os objetivos da atividade curricular em questão: Provas Escritas: visando incentivar o desenvolvimento da capacidade de interpretação de textos e expressão escrita, capacidade de síntese, concentração, raciocínio lógico e conhecimento técnico; Seminários: para permitir o desenvolvimento da capacidade de expressão do discente; Relatórios Técnicos e Projetos: são atividades rotineiras para o engenheiro e ajudam a desenvolver a capacidade de expressão escrita, síntese, clareza, objetividade, e aplicação de análise matemática e estatística. Na execução de relatórios, projetos e
  28. 28. 28 outras atividades curriculares serão incentivados o uso de softwares de desenho e projeto, softwares matemáticos, softwares de simulação, entre outros. Avaliação Continuada: a avaliação continuada envolve, entre outros, a freqüência e participação em sala de aula, resolução de exercícios e realização de atividades de laboratório e de pesquisa. 8.1.2. Avaliação do Corpo Docente O professor é avaliado ao longo de cada período letivo segundo as formas abaixo: a)Na metade do período letivo, através de reuniões entre os representantes de turma e a coordenação acadêmica, visando corrigir possíveis distorções no ensino da disciplina. b) Pelos alunos a cada final de semestre, aplicada em formulário apropriado e que pode ser gerenciada por discentes do CAEL (Centro Acadêmico de Engenharia Elétrica) ou grupo PET (Programa de Ensino Tutorial). Além disso, em pelo menos uma aula antes da primeira verificação de conhecimentos, o professor reservará um horário para uma conversa com os alunos. Esta avaliação informal visa proporcionar ao professor a oportunidade de melhorar sua atuação naquele semestre, em tempo hábil de beneficiar os alunos do mesmo período. 8.1.3. Avaliação do Corpo Técnico-administrativo A avaliação engloba as atividades de todos os funcionários técnico-administrativos, dirigentes da FEE, suas assessorias e divisões de apoio. Este processo deve ser feito anualmente através de formulários próprios onde professores, alunos e funcionários manifestarão sua opinião quanto ao desempenho do avaliado. 8.2. Avaliação do Projeto Pedagógico do Curso Reavaliações do Projeto Pedagógico do Curso deverão ser efetuadas de dois em dois anos, a partir dos resultados gerados a cada ano nos relatórios de avaliação interna do curso, envolvendo docentes, discentes e corpo técnico-administrativo, conforme determina o Art. 70, Parágrafo Único do Regulamento do Ensino de Graduação da UFPA e os resultados das Avaliações Internas do Curso. 8.2.1. Avaliação Interna do Curso A avaliação será efetuada anualmente por comissão composta de dois professores, dois discentes e um técnico ou funcionário administrativo. Devem ser considerados aspectos tais como: resultado do ENADE, índice de evasão, aceitação dos formandos no mercado de trabalho e em
  29. 29. 29 programas de pós-graduação, convênios firmados, produção científica, projetos integrados de ensino, pesquisa e extensão, recursos e estágios remunerados obtidos em outras empresas, estrutura curricular, biblioteca, média das avaliações anuais por grupos de alunos etc. Resultará em um relatório anual, que subsidiará possíveis mudanças para melhoria de desempenho. 8.2.2. Avaliação Externa do Curso por Mecanismos já Existentes (INEP) A avaliação será realizada periodicamente conforme normas e orientações do MEC. 9. REFERÊNCIAS [1] Cavalcante, G., Contribuições ao Projeto Pedagógico do curso de Elétrica, 2004. [2] MEC, Resolução CNE/CES11, Diretrizes Curriculares para Cursos de Engenharia, 2002. [3] Cardoso, E.P., Menezes, C.S., Um Projeto Pedagógico para o Curso de Engenharia Elétrica, COBENGE, 2003. [4] Conselho Universitário, Regulamento Acadêmico, Resolução 580, 1992. [5] “Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia”, Conselho Nacional de Educação; Câmara de Educação Superior; Resolução CNE/CES de 11 de Março de 2002, Diário Oficial da União, Brasília, 09/04/2002; Seção 1, pag32. http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CES112002.pdf [6] IEEE - Institute of Electrical and Electronics Engineers - http://www.ieee.org/portal/site [7] ABET- Accreditation Board for Engineering and Technology - http://www.abet.org/ [8] CONFEA – Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, Resolução no 1.010, de 22 de agosto de 2005 - Publicada no D.O.U de 4 de setembro de 2006 – Seção 1 Pág. 116 a 118. http://www.confea.org.br. [9] Resolução CES Nº 01 de 27 de Janeiro de 1999, Diário Oficial da União, Brasília, 03/02/1999; Seção 1, pag13.
  30. 30. 30 ANEXO I Ata de aprovação do Projeto Pedagógico pelo Conselho da Faculdade. ATA DA 022ª REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO DA FACULDADE DE ENGENHARIA ELÉTRICA DO INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ, REALIZADA NO DIA PRIMEIRO DE OUTUBRO DE DOIS MIL E DEZ. Ao primeiro dia do mês de outubro de dois mil e dez, às quatorze horas e trinta minutos, no auditório do Laboratório de Engenharia Elétrica e de Computação, do Campus Universitário do Guamá – Belém, reuniu-se sob a presidência do Senhor Diretor da Faculdade de Engenharia Elétrica, Professor Ronaldo Nonato Silva Lima, o Conselho da Faculdade de Engenharia Elétrica, para apreciação da pauta constante do Ofício Circular 006/2010-FEE, com a presença de 18 (Dezoito) membros: Professores: Adriana Rosa Garcez Castro, Carolina de Matos Affonso, Edinaldo José da Silva Pereira, Eduardo Tannus Tuma, Guilherme Augusto Limeira Araújo, Ivan S. de Souza e Silva, Jorge Roberto Brito de Souza, José Lameira Salimos, Marcus Vinícius Alves Nunes, Orlando Fonseca Silva, Petrônio Vieira Junior, Raimundo José Santos Mota, Raimundo Rosemiro Pamplona Ribeiro, Ronaldo Nonato Silva Lima, Valquíria Gusmão Macedo, Walter Barra Junior e Wilson Pacheco Ferreira. Representante dos Servidores Técnicos e Administrativos: Elza Silva Oliveira. Ausentes com justificativa: Brigida Ramati Pereira da Rocha, Carlos Tavares da Costa Junior, Edson Ortiz de Matos, João Tavares Pinho, José Augusto Lima Barreiros, Maria Emilia de Lima Tostes, Manoel de Jesus Maués da Costa, Paulo S. de Jesus Gama, Rosana Paula de Oliveira Soares, Ubiratan Holanda Bezerra. Ausentes sem justificativas:, Carminda C. Moura de Moura Carvalho, Daniel Cardoso de Souza, Firmino Guimarães de Sousa Filho, Mário Tadeu Alves Bouth, Miguel Gonçalves Wanzeller e Renato Braz Magaldi Balbi. Representação Discente. Não teve. Havendo quorum legal, o Senhor Diretor deu inicio à reunião com a pauta constante do Ofício Circular número 006/2010. EXPEDIENTES. 1 – Pedido de afastamento do prof. Victor Dmitriev, solicitando autorização da FEE para viajar com a finalidade de apresentar trabalho científico em Conferências Internacionais na China no período de 30/08 a 03/09/2010, na Alemanha no período de 13 a 17/09/10 e em Recife de 27 a 30/09/2010. 1.2 - Pedido de afastamento do prof. João Tavares Pinho, para viajar no dia 27/08/2010, para São Paulo, para participar de reunião com grupos de Universidades e centros de pesquisas 1.3 - Pedidas de afastamento da Prof.ª Brígida Ramati Rocha, nos dias 23 a 26/09/2010, para realizar missões relacionadas a projetos de Pesquisa, na cidade de Manaus-AM. 1.4 – Afastamento do Prof. Carlos Tavares, para participar de banca examinadora de mestrado profissional, na cidade de Manaus, nos dias 02 e 03 de setembro/2010 e no período de 27/09/10 a 02/10/10 , realizando treinamento em Tucurui, referente a Projetos de Pesquisa . Não havendo mais expedientes passou-se às COMUNICAÇÕES. O Senhor Presidente, Prof. Ronaldo Lima, fez as seguintes comunicações: 1) A instalação dos aparelhos de datashow nas salas da FEE está na fase final e para viabilizar a utilização dos equipamentos irá fazer uma consulta por email para os docentes da FEE. 2) Foi realizada uma reunião com os dirigentes do CIAC e os diretores das faculdades do ITEC. Na ocasião foi informado que o lançamento dos conceitos no sistema (SIE) deverá ser realizado pelo professor da disciplina e não mais pela secretarias das faculdades e que as datas determinadas pelo CIAC, deverão ser cumpridas, caso contrário, deverá ser instaurado um processo administrativo contra o docente 3) - Comunicou que conforme oficio circular da PROGEP, está aberto o período para marcação de férias dos docentes, até o dia 12/11/2010. Não havendo mais comunicações, passou-se a fase de Proposições e Indicações. O Diretor da FEE propôs a retirada da pauta do item 4.1, uma vez que a resolução que atribui carga horária para o cargo não foi aprovada e do item 4.2 devido o Prof. Carlos Tavares, presidente da
  31. 31. 31 comissão de avaliação, encontrar-se viajando. O Prof. Ronaldo Lima propôs para ser incluída na pauta a apreciação do Organograma da Faculdade de Engenharia Elétrica. Todas as proposições foram aprovadas. O Professor Ronaldo Lima, prosseguiu com a ORDEM DO DIA: 4.1 – Apreciação do Organograma da FEE. Após serem feitos alguns ajustes o Organograma da FEE foi aprovado por Unanimidade. 4.2 – Apreciação do Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica. Foram feitas algumas propostas de alterações no texto do projeto, que por consenso foram incorporadas ao texto. Colocado em votação o Projeto Pedagógico do Curso foi aprovado por unanimidade. Na fase do que ocorrer o Prof. Ronaldo fez alguns comentários acerca do relatório, enviado pela PROPLAN, sobre o Plano de Trabalho do 2º Semestre Letivo de 2010. O Senhor Diretor, agradeceu a todos os presentes e encerrou a reunião às dezessete horas e eu Elza Silva Oliveira, Secretária da Faculdade de Engenharia Elétrica, lavrei os termos da presente ata, que depois de lida e avaliada recebe a minha assinatura e a dos conselheiros favoráveis à aprovação.
  32. 32. 32 ANEXO II Desenho Curricular Núcleo Área Atividade Curricular C.H I. Formação Básica Matemática 1. Cálculo I 2. Cálculo II 3. Cálculo III 4. Cálculo IV 5. Álgebra Linear 6. Funções de uma Variável Complexa 7. Funções Especiais para Engenharia 8. Cálculo Numérico 9. Probabilidade e Estatística 10. Processos Estocásticos 90 90 60 60 90 60 60 60 60 45 Física 1. Física Fundamental I 2. Física Fundamental III 3. Laboratório de Física 60 60 60 Química 1. Química Geral Teórica I 2. Química Geral Experimental I 60 45 Desenho 1. Desenho Técnico para Engenharia 60 Informática 1.Programação Estruturada de Computadores 2. Técnicas e Linguagens de Programação 60 60 Engenharia Química 1. Fenômenos dos Transportes I 60 Ciências Econômicas 1. Noções de Economia para Engenheiros 30 Ciências Jurídicas 1. Direito e Legislação 30 Construção Civil 1. Fundamentos de Mecânica dos Sólidos 60 Administração 1. Noções de Administração para Engenheiros 30 Engenharia Sanitária e Ambiental 1. Introdução a Ciência do Ambiente 30 Pedagogia 1. Metodologia Científica e Tecnológica 30 Total do Núcleo 1410 II. Formação Profissionalizante Circuitos Elétricos 1. Circuitos Elétricos I 2. Circuitos Elétricos II 3. Laboratório de Circuitos Elétricos I 4. Laboratório de Circuitos Elétricos II 75 60 30 30 Eletromagnetismo 1. Teoria Eletromagnética I 2. Teoria Eletromagnética II 3. Laboratório de Eletromagnetismo 75 60 30 Processamento de Sinais e Telecomunicações 1. Teoria das Comunicações 2. Processamento Digital de Sinais 3. Laboratório de Comunicações 90 60 30
  33. 33. 33 Eletrônica 1. Eletrônica Digital 2. Laboratório de Eletrônica Digital 3. Microprocessadores 4. Eletrônica Analógica I 5. Eletrônica Analógica II 6. Laboratório de Eletrônica Analógica I 7. Laboratório de Eletrônica Analógica II 8. Eletrônica de Potência 60 30 90 60 60 30 30 90 Materiais Elétricos 1. Materiais Elétricos 60 Servomecanismos 1. Análise de sistemas Lineares 2. Sistemas de Controle I 3. Sistemas de Controle II 4. Laboratório de Sistemas de Controle 5. Automação Industrial 6. Laboratório de Automação Industrial 90 60 60 30 60 30 Conversão de Energia 1. Conversão de Energia I 2. Conversão de Energia II 3. Laboratório de Conversão de Energia 4. Sistemas de Energia Elétrica 5. Instalações Elétricas 60 60 30 60 60 Total do Núcleo 1650 III. Formação Específica Tecnologia 1. Disciplina Optativa 1 2. Disciplina Optativa 2 3. Disciplina Optativa 3 4. Disciplina Optativa 4 5.Atividades Complementares em Engenharia Elétrica 6. Trabalho de Conclusão de Curso 7. Estágio Supervisionado 8. Atividades de Extensão em Engenharia Elétrica I 8. Atividades de Extensão em Engenharia Elétrica II 60 60 60 60 120 180 180 180 240 Total do Núcleo 1140 TOTAL GERAL 4200
  34. 34. 34 ANEXO III Contabilidade Acadêmica UNIDADE RESPONSÁVEL PELA OFERTA ATIVIDADES CURRICULARES CARGA HORÁRIA DO PERIODO LETIVO CARGA HORÁRIA SEMANAL TEÓRICA PRÁTICA EXTENSÃO TOTAL ICEN Álgebra Linear 90 6 - - 6 ITEC Análise de Sistemas de Energia I 60 4 - - 4 ITEC Análise de Sistemas de Energia II 60 4 - - 4 ITEC Análise de Sistemas Lineares 90 4 - - 4 ITEC Antenas 60 4 - - 4 ITEC Atividades Complementares em Engenharia Elétrica 120 - - - 8 ITEC Atividades de Extensão em Engenharia Elétrica I 180 - - 12 12 ITEC Atividades de Extensão em Engenharia Elétrica II 240 - - 16 16 ITEC Automação Industrial 60 4 - - 4 ICEN Cálculo I 90 6 - - 6 ICEN Cálculo II 90 6 - 6 ICEN Cálculo III 60 4 - - 4 ICEN Cálculo IV 60 4 - - 4 ICEN Cálculo Numérico 60 4 - - 4 ITEC Circuitos Elétricos I 75 5 - - 5 ITEC Circuitos Elétricos II 60 4 - 4 ITEC Circuitos para Comunicações 90 6 - - 6 ITEC Comunicações Avançadas 60 4 - - 4 ITEC Comunicações Óticas 60 4 - - 4 ITEC Controle Digital 60 4 - - 4 ITEC Conversão de Energia I 60 4 - - 4 ITEC Conversão de Energia II 60 4 - 4 ITEC Desenho Técnico para Engenharia 60 4 - - 4 ICJ Direito e Legislação 30 2 - - 2 ITEC Distribuição de Energia 60 4 - - 4 ITEC Eficiência Energética 60 4 - - 4 ITEC Eletrônica Analógica I 60 4 - - 4 ITEC Eletrônica Analógica II 60 4 - - 4
  35. 35. 35 ITEC Eletrônica Digital 60 4 - - 4 ITEC Eletrônica de Potência 90 4 2 - 6 ITEC Estágio Supervisionado 180 - 12 - 12 ITEC Fenômeno de Transporte I 60 2 2 - 4 ITEC Filtros Ativos 90 4 2 - 6 ICEN Física Fundamental I 60 4 - - 4 ICEN Física Fundamental III 60 4 - - 4 ICEN Funções de uma Variável Complexa 60 4 - - 4 ICEN Funções Especiais para Engenharia 60 4 - 4 ITEC Fundamentos de Mecânica dos Sólidos 60 4 - - 4 ITEC Geração de Energia 60 4 - - 4 ITEC Instalações Elétricas 60 4 - - 4 ITEC Instalações Elétricas Industriais 60 4 - - 4 ITEC Instrumentação Eletrônica 90 4 2 - 6 ITEC Inteligência Computacional 60 4 - - 4 ITEC Introdução à Ciência do Ambiente 30 2 - - 2 ITEC Introdução à Linguagem VHDL 60 2 2 4 ITEC Introdução à Robótica 60 4 - - 4 ITEC Introdução ao Controle Ótimo 60 4 - - 4 ITEC Introdução às Energias Renováveis 60 4 - - 4 ITEC Laboratório de Sistemas de Energia I 60 4 - - 4 ITEC Laboratório de Sistemas de Energia II 60 4 - - 4 ITEC Laboratório de Automação Industrial 30 - 2 - 2 ITEC Laboratório de Circuitos Elétricos I 30 - 2 - 2 ITEC Laboratório de Circuitos Elétricos II 30 - 2 - 2 ITEC Laboratório de Comunicações 30 - 2 - 2 ITEC Laboratório de Conversão de Energia 30 - 2 - 2 ITEC Laboratório de Eletromagnestismo 30 - 2 - 2 ITEC Laboratório de Eletrônica Analógica I 30 - 2 - 2 ITEC Laboratório de Eletrônica Analógica II 30 - 2 - 2 ITEC Laboratório de Eletrônica Digital 30 - 2 - 2 ICEN Laboratório de Física 60 - 4 - 4
  36. 36. 36 ITEC Laboratório de Sistemas de Controle 30 - 2 - 2 ITEC Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS 60 4 - - 4 ITEC Materiais Elétricos 60 4 - - 4 ITEC Metodologia Científica e Tecnológica 30 2 - - 2 ITEC Microeletrônica 90 4 2 - 6 ITEC Microondas 90 4 2 - 6 ITEC Microprocessadores 90 4 2 - 6 ICSA Noções de Administração para Engenheiros 30 2 - - 2 ICSA Noções de Economia para Engenheiros 30 2 - - 2 ITEC Princípios de Instrumentação Biomédica 75 4 1 - 5 ITEC Probabilidade e Estatística 60 4 - - 4 ITEC Processamento de Imagens 60 4 - - 4 ITEC Processamento de Voz 60 4 - - 4 ITEC Processamento Digital de Sinais 60 4 - - 4 ITEC Processos Estocásticos 45 3 - - 3 ICEN Programação Estruturada de Computadores 60 4 - - 4 ITEC Propagação 60 4 - - 4 ITEC Proteção de Sistemas de Energia 60 4 - - 4 ICEN Química Geral Experimental I 45 - 3 - 3 ICEN Química Geral Teórica I 60 4 - - 4 ITEC Redes de Computadores 60 4 - - 4 ITEC Redes Móveis 60 4 - - 4 ITEC Sistemas de Comunicações 60 4 - - 4 ITEC Sistemas de Controle I 60 4 - - 4 ITEC Sistemas de Controle II 60 4 - - 4 ITEC Sistemas de Energia Elétrica 60 4 - - 4 ITEC Sistemas de TV Digital 60 4 - - 4 ITEC Sistemas Multimídia 60 4 - - 4
  37. 37. 37 ITEC Sistemas não-lineares 60 4 - - 4 ITEC Técnicas de Alta Tensão 60 4 - - 4 ICEN Técnicas e Linguagens de Programação 60 4 4 ITEC Teoria de Comunicações 90 6 - - 6 ITEC Teoria Eletromagnética I 75 5 - - 5 ITEC Teoria Eletromagnética II 60 4 - - 4 ITEC Tópicos em Engenharia Elétrica I 60 4 - - 4 ITEC Tópicos em Engenharia Elétrica II 60 4 - - 4 ITEC Tópicos em Engenharia Elétrica III 60 4 - - 4 ITEC Tópicos em Engenharia Elétrica IV 60 4 - - 4 ITEC Trabalho de Conclusão de Curso 180 - 12 - 12 ITEC Transmissão de Dados e Teleprocessamento 60 4 - - 4 ITEC Transmissão de Energia 60 4 - - 4
  38. 38. 38 ANEXO IV Atividades curriculares por período letivo UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA FACULDADE DE ENGENHARIA ELÉTRICA 1 º Período Letivo CH 2o Período Letivo CH CÁLCULO I 90 CÁLCULO II 90 ÁLGEBRA LINEAR 90 FÍSICA FUNDAMENTAL I 60 QUÍMICA GERAL TEÓRICA I 60 METODOLOGIA CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA 30 PROGRAMAÇÃO ESTRUTURADA DE COMPUTADORES 60 MICROPROCESSADORES 90 DESENHO TÉCNICO PARA ENG. 60 QUÍMICA GERAL EXPERIMENTAL I 45 ELETRÔNICA DIGITAL 60 TÉCNICAS E LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO 60 LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA DIGITAL 30 INTRODUÇÃO À CIÊNCIA DO AMBIENTE 30 450 405 3 º Período Letivo 4 º Período Letivo FUNÇÕES ESPECIAIS PARA ENGENHARIA 60 CIRCUITOS ELÉTRICOS I 75 FUNÇÕES DE UMA VARIÁVEL COMPLEXA 60 TEORIA ELETROMAGNÉTICA I 75 CÁLCULO IV 60 MATERIAIS ELÉTRICOS 60 CÁLCULO NUMÉRICO 60 ANÁLISE DE SISTEMAS LINEARES 90 FÍSICA FUNDAMENTAL III 60 PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA 60 LABORATÓRIO DE FÍSICA 60 LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS I 30 CÁLCULO III 60 390 420 5 º Período Letivo 6 º Período Letivo CIRCUITOS ELÉTRICOS II 60 ELETRÔNICA ANALÓGICA II 60 LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA ANALÓGICA I 30 CONVERSÃO DE ENERGIA I 60 TEORIA ELETROMAGNÉTICA II 60 TEORIA DE COMUNICAÇÕES 90 ELETRÔNICA ANALÓGICA I 60 SISTEMAS DE CONTROLE II 60 PROCESSOS ESTOCÁSTICOS 45 LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA ANALÓGICA II 30 SISTEMAS DE CONTROLE I 60 LABORATÓRIO DE ELETROMAGNETISMO 30 FENÔMENOS DE TRANSPORTES I 60 FUNDAMENTOS DE MECÂNICA DOS SÓLIDOS 60 LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS II 30 390 405 7 º Período Letivo 8 º Período Letivo CONVERSÃO DE ENERGIA II 60 NOÇÕES DE ADMINISTRAÇÃO PARA ENGENHEIROS 30 LABORATÓRIO DE CONVERSÃO DE ENERGIA 30 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS 60 LABORATÓRIO DE COMUNICAÇÕES 30 NOÇÕES DE ECONOMIA PARA ENGENHEIROS 30 ELETRÔNICA DE POTÊNCIA 90 DIREITO E LEGISLAÇÃO 30 SISTEMAS DE ENERGIA ELÉTRICA 60 AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL 60 LABORATÓRIO DE SISTEMAS CONTROLE 30 LABORATÓRIO DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL 30 PROCESSAMENTO DIGITAL DE SINAIS 60 OPTATIVA 1 60 360 OPTATIVA 2 60 ATIVIDADES COMPLEMENTARES EM ENGENHARIA ELÉTRICA 120 480 9 º Período Letivo 10 º Período Letivo ESTÁGIO SUPERVISIONADO 180 ATIVIDADES DE EXTENSÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA II 240 OPTATIVA 3 60 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 180 OPTATIVA 4 60 420 ATIVIDADES DE EXTENSÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA I 180 480
  39. 39. 39 ANEXO V Representação Gráfica do Perfil de Formação 1º Período Letivo Cálculo I 90 hs Álgebra Linear 90 hs Química Geral Teórica I 60 hs Programação Estruturada de Computadores 60 hs Desenho Técnico para Engenheiros 60 hs Eletrônica Digital 60 hs Laboratório de Eletrônica Digital 30 hs 2º Período Letivo Cálculo II 90 hs Introdução à Ciência do Ambiente 30 hs Química Geral Experimental I 45 hs Técnicas e Linguagens de Programação 60 hs Física Fundamental I 60 hs Micropro- cessadores 90 hs Metodologia Científica e Tecnologia 30 hs 3º Período Letivo Cálculo III 60 hs Cálculo IV 60 hs Funções Especiais para Engenharia 60 hs Funções de uma Variável Complexa 60 hs Física Fundamental III 60 hs Laboratório de Física 60 hs Cálculo Numérico 60 hs 4º Período Letivo Circuitos Elétricos I 75 hs Análise de Sistemas Lineares 90 hs Materiais Elétricos 60 hs Probabilidade e Estatística 60 hs Teoria Eletromagnética I 75 hs Laboratório de Circuitos Elétricos I 30 hs 5º Período Letivo Circuitos Elétricos II 60 hs Eletrônica Analógica I 60 hs Sistemas de Controle I 60 hs Processos Estocásticos 45 hs Teoria Eletromagné -tica II 60 hs Laboratório. de Circuitos Elétricos II 30 hs Lab. de Eletrônica Analógica I 30 hs Fenômeno de Transportes I 60 hs 6º Período Letivo Laboratório de Eletromag- netismo 30 hs Eletrônica Analógica II 60 hs Teoria de Comunicações 90 hs Sistemas de Controle II 60 hs Conversão de Energia I 60 hs Laboratório Eletrônica Analógica II 30 hs Fundamentos de Mecânica dos sólidos 60 hs 7º Período Letivo Laboratório de Comunica- cões 30 hs Eletrônica de Potência 90 hs Processamento Digital de Sinais 60 hs Laboratório de Sistemas de Controle 30 hs Conversão de Energia II 60 hs Laboratório de Conversão de Energia 30 hs Sistemas de Energia Elétrica 60 hs 8º Período Letivo Automa- ção Indus- trial 60 hs Lab. de Automa- ção Indus- trial 30 hs Noções de Administra- ção para Engenheiros 30 hs Optativa 1 60 hs Optativa 2 60 hs Direito e Legislação 30 hs Noções de Economia para Engenheiros 30 hs Instalações Elétricas 60 hs Atividades Complemen- tares em Eng, Elétrica 120 hs 9º Período Letivo Optativa 3 60 hs Optativa 4 60 hs Estágio Supervisio- nado 180 hs Atividades de Extensão em Eng, Elétrica I 180 hs 10º Período Letivo Trabalho de Conclusão de Curso 180 hs Atividades de Extensão em Eng, Elétrica II 240 hs
  40. 40. 40 ANEXO VI Demonstrativo das Atividades Curriculares por Competências Habilidades Habilidades e competências Atividades curriculares Capacidade de desenvolvimento e aplicação de modelos matemáticos e físicos a partir de informações sistematizadas; Capacidade de obtenção e sistematização de informações; Aplicar conhecimentos matemáticos, científicos tecnológicos e instrumentais à Engenharia Elétrica; Projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados; Conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos da Engenharia Elétrica; Planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de Engenharia Elétrica; Identificar, formular e resolver problemas de Engenharia Elétrica; Desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas à Engenharia Elétrica; Capacidade de gerenciamento, operação e manutenção de sistemas e processos de Engenharia Elétrica; Avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas elétricos; Cálculo I Cálculo II Cálculo III Cálculo IV Álgebra Linear Funções de uma Variável Complexa Funções Especiais para Engenharia Cálculo Numérico Probabilidade e Estatística Processos Estocásticos Física Fundamental I Física Fundamental III Laboratório de Física Química Geral Teórica I Química Geral Experimental I Desenho Técnico para Engenharia Programação Estruturada de Computadores Técnicas e Linguagens de Programação Fenômenos dos Transportes I Fundamentos de Mecânica dos Sólidos Circuitos Elétricos I Circuitos Elétricos II Laboratório de Circuitos Elétricos I Laboratório de Circuitos Elétricos II Teoria Eletromagnética I Teoria Eletromagnética II Laboratório de Eletromagnetismo Teoria das Comunicações Processamento Digital de Sinais Laboratório de Comunicações Eletrônica Digital Laboratório de Eletrônica Digital Microprocessadores Eletrônica Analógica I Eletrônica Analógica II Laboratório de Eletrônica Analógica I Laboratório de Eletrônica Analógica II Eletrônica de Potência Materiais Elétricos Análise de sistemas Lineares Sistemas de Controle I Sistemas de Controle II Laboratório de Sistemas de Controle Automação Industrial Laboratório de Automação Industrial Conversão de Energia I Conversão de Energia II Laboratório de Conversão de Energia Sistemas de Energia Elétrica Instalações Elétricas Disciplina Optativa 1 Disciplina Optativa 2 Disciplina Optativa 3 Disciplina Optativa 4
  41. 41. 41 Trabalho de Conclusão de Curso Estágio Supervisionado Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica; Atuar em equipes multidisciplinares; Compreender e aplicar à ética e a responsabilidades profissionais; Avaliar o impacto das atividades da Engenharia Elétrica no contexto social e ambiental; Avaliar a viabilidade econômica de Projetos de Engenharia Elétrica; Assumir a postura de permanente busca de atualização profissional; Noções de Economia para Engenheiros Atividades de Extensão em Engenharia Elétrica I Atividades de Extensão em Engenharia Elétrica II Atividades Complementares em Engenharia Elétrica Direito e Legislação Noções de Administração para Engenheiros Introdução a Ciência do Ambiente Metodologia Científica e Tecnológica
  42. 42. 42 ANEXO VII Ementas das Disciplinas do Curso de Engenharia Elétrica SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA Cálculo I Carga Horária (h) Teórica Prática Total semanal 6 0 6 semestral 90 0 90 Caráter Código Período Pré-requisitos Faculdade Obrigatória EN01068 Bloco I Elétrica Ementa Números reais; Módulo; equações e inequações; Subconjuntos dos reais: intervalos, máximo, mínimo, supremo e ínfimo, propriedade do supremo. Função de uma variável real a valores reais: principais funções elementares. Operações com funções, função composta e inversa. Limite e Continuidade: Noção intuitiva, Definições, limites Laterais, Propriedades, Teorema do confronto, Limites infinitos e no infinito, Limites fundamentais: trigonométrico e exponencial. Derivada: Conceito e interpretação geométrica, Derivada de uma função em um ponto, Derivabilidade e continuidade; Definição da derivada de uma função: regras de derivação e regra da cadeia, Derivação implícita, Derivada da função inversa, Derivada de ordem superior, Teorema do valor médio e teorema de Rolle, Estudo da variação da função. Gráficos, Regra de L’Hospital. Integral: Conceito de primitiva, Integral indefinida, Técnicas de integração; Integral de Riemann; Primeiro teorema fundamental do cálculo, Aplicações de integral definida: cálculo de áreas, volumes, comprimento de arco. Bibliografia Básica: 1.Guidorizzi, H.: Um Curso de Cálculo. Vol. I, 5ª edição, LTC, Rio de Janeiro, 2001. 2.Demidovitch, B.: Problemas e Exercícios de Análise Matemática. Mir, Moscou, 1977. 3.Hoffmann, L.: Cálculo. 2ª edição, ed. LTC, Rio de Janeiro, 1996. Bibliografia Complementar: 4.Piskunov, N.: Cálculo Diferencial e Integral. Vol. I, Lopes e Silva, 1990. 5.Leithold. O.: Cálculo com Geometria Analítica. Vol. I, 3ª edição, Harba, 1981. 6.Simmons, G.: Cálculo com Geometria. Vol. I, McGraw-Hill, São Paulo, 1987. 7.Swokowski, E.W.: Cálculo com Geometria Analítica, Makron Books, 1994. 8.Flemming, D.M., Gonçalves, M.B.: Cálculo A, Makron Books, 1992. SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA Álgebra Linear Carga Horária (h) Teórica Prática Total semanal 6 0 6 semestral 90 0 90 Caráter Código Período Pré-requisitos Faculdade Obrigatória EN01083 Bloco I Elétrica Ementa Matrizes: Operações Elementares com as Linhas de uma Matriz, escalonamento de Matrizes e Matriz Escalonada Reduzida por Linha, discussão e Resolução de Sistemas Lineares Via Escalonamento de Matriz, aplicações em Inversão de Matriz. Espaços Vetoriais: Espaços Vetoriais Sobre Corpo, Subespaço, Dependência Linear, Base e Dimensão, Mudança de Base. Transformações Lineares: Núcleo e Imagem de uma Transformação, Teorema do Núcleo e da Imagem, matriz de uma Transformação Linear, Operadores Lineares. Espaços com Produto Interno: Desigualdade de Cauchy-Schwartz, processo de ortogonalização de Gram-Schmidt, complemento ortogonal. Autovalores e Autovetores: Operador Linear, polinômio característico, diagonalização, diagonalização ortogonal. Bibliografia Básica: 1. Steinbruch, A., Winterle, P.: Álgebra Linear. Pearson Makron books, 2006.
  43. 43. 43 2. Domingues. H., Caliioli, C., e Cost A. R. Álgebra Linear e Aplicações. 6 edição. Ed. Atual.1990. 3. Boldrini. J. L. e outros: Álgebra Linear. 3 edição. Ed. Harbra. 1986. Bibliografia Complementar: 4. Lipischutz, S. e Lipson. M. Álgebra Linear. Ed. Bookman. 2004 5. Anton, H. Álgebra Linear. Ed. Campus. 1982. 6. Anton, H. e Rorres, C.: Álgebra Linear com Aplicações. Ed. Bookman. 2001. 7. Lima, E. L. Álgebra Linear, 4a Ed., Coleção Matemática Universitária, IMPA, RJ, 2000. 8.T. Apostol, Calculus Vol. 2. SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA Química Geral Teórica I Carga Horária (h) Teórica Prática Total semanal 4 0 4 semestral 60 0 60 Caráter Código Período Pré-requisitos Faculdade Obrigatória EN03036 Bloco I Química Ementa Estrutura eletrônica dos átomos. Propriedades periódicas dos elementos. Ligação química, íons e moléculas. Soluções. Cinética química e equilíbrio. Equilíbrio iônico. Eletroquímica. Funções, equações químicas, cálculo estequiométricos, ácidos e bases. Corrosão. Bibliografia Básica: 1. Mahan, B.H. Química: um curso universitário, Edgard Blücher, São Paulo, 1970. 2. Humiston, G.E., Brady J.E.:Química geral, Livros Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 1983. 3. Masterton, W. L. et al.: Princípios de química, 6a edição, Guanabara, Rio de janeiro, 1990. Bibliografia Complementar: 4. Russel, J.B.: Química geral, McGraw-Hill, São Paulo, 1982. 5. Hein M., Fundamentos de Química - — Editora Campus. 6. Quagliano, J.V. E Vallarino, L.M.., Química —— Editora Guanabara Dois 7. Russel, J.B., Química Geral - Editora McGraw-Hill. 8. Brady, J.E. E Humiston, G.E. ,Química Geral - (vol. 1 e 2) Editora Livro Técnico e Científico. SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA Programação Estruturada de Computadores Carga Horária (h) Teórica Prática Total Semanal 2 2 4 Semestral 30 30 60 Caráter Código Período Pré-requisitos Faculdade Obrigatória EN05265 Bloco I Elétrica Ementa O computador: o que é e para que serve, partes componentes e princípios de funcionamento. Noções sobre sistemas operacionais. Algoritmos estruturados. Estudo de uma linguagem estruturada: tipos de dados primitivos, variáveis e operadores básicos, entrada e saída de dados, estruturas de decisão e repetição, vetores e matrizes, funções e procedimentos, algoritmos recursivos, registros e ponteiros, tipos definidos pelo usuário Bibliografia Básica: 1. Deitel, H.M. e Deitel, P.J., C++ Como Programar, Bookman, 2000. 2. Norton, P. ,“Introdução a Informática”, São Paulo: Makron Books, 1996. 3. Paudit, M.S., “Como realmente funciona o computador”, São Paulo: Makron Books, 1999 Bibliografia Complementar: 4. Farrer, Harry e outros, “Algoritmos Estruturados: Programação Estruturada de Computadores”, Belo Horizonte, Guanabara Koogan, 1999.
  44. 44. 44 5. Guimarães, Lages, “Algoritmos e Estruturas de Dados”, Rio de Janeiro, LTC, 1994. 6. Farrer, H. et al. Algoritmos estruturados. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. 7. King, K. N. C Programming: A Modern Approach. 2. ed. New York: W. W. Norton & Company, 2008. 8. Sedgewick, R. Algorithms in C, Parts 1-5: Fundamentals, Data Structures, Sorting, Searching and Graph Algorithms. 3. ed. Indianapolis: Addison-Wesley Professional, 2001. SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA Metodologia Científica e Tecnológica Carga Horária (h) Teórica Prática Total Semanal 2 0 2 Semestral 30 0 30 Caráter Código Período Pré-requisitos Faculdade Obrigatória TE13005 Bloco II Ementa Ciência e tecnologia: conceitos e desenvolvimento histórico. Conhecimento científico. Pesquisa científica. Pesquisa tecnológica. Métodos indutivo e dedutivo. Hipóteses e pressupostos. Testes de hipóteses. Observação, experimentação e ensaios tecnológicos. Análise de dados. Desenvolvimento tecnológico: viabilidade tecnológica de produtos e equipamentos. Organização da pesquisa científica e tecnológica: planejamento e execução da pesquisa; exemplos. Elaboração e redação de relatórios de pesquisa. Bibliografia Básica 1. Severo, A.J.: Metodologia do trabalho científico, Cortez, São Paulo, 2002. 2. Volpato, G.L.: Ciência: da filosofia à publicação, Funep, Jaboticabal, 2000. 1. Lakatos, E.M., Marconi, M.A.: Fundamentos de metodologia cientifica, Atlas, São Paulo, 1995. Bibliografia Complementar: 4. Vargas, M.: Metodologia da pesquisa tecnológica, Globo, Rio de Janeiro, 1985. 5. Alves-Mazzotti, A.J., Gewandsznajder, F.: O método nas ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa, Pioneira, São Paulo, 1998. 6. Marques, Heitor Romero [et al]. Metodologia da Pesquisa e do Trabalho Científico. 2ª ed. rev. Campo Grande, MS. UCDB. 2006. 7. Silva, Edna Lucia da. Metodologia da Pesquisa e Elaboração de Dissertação. 3ª ed. Ver. Florianópolis. UFSC. Atual. 2001. 8. Blikstein, Izidoro. Técnicas de Comunicação Escrita. São Paulo: Ática, 2002. SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA Desenho Técnico para Engenharia Carga Horária (h) Teórica Prática Total Semanal 2 2 4 Semestral 30 30 60 Caráter Código Período Pré-requisitos Faculdade Obrigatória TE05231 Bloco I Desenho Ementa Instrumentação e Normas. Construções Geométricas. Teoria das Projeções. Axionometria e Perspectiva. Ajustes e Tolerâncias. Elementos Básicos de Máquinas. Noções de CAD. Bibliografia Básica 1.Rocha, A.J.F., Simões, R.G.: Desenho técnico. Plêiade, São Paulo, 2005. 2.French, T., Vierck, C.J.: Desenho técnico e tecnologia gráfica, Sexta Edição, Globo, São Paulo, 1999. 3.Mandarino, D.G.: Curso progressivo de desenho, Plêiade, São Paulo, 1997. Bibliografia Complementar: 4.Cunha, L.V.: Desenho técnico. Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1997. 5.Omura, G.: Dominando o AutoCad 2000. LTC. Rio de Janeiro, 2000. 6.Justi, A.B., Justi, A.R.: AutoCad 2006 3D, Brasport, 2005.
  45. 45. 45 7.Venditti, M.V.R.: Desenho técnico sem prancheta com Autocad 2002, Visual Books, Florianópolis, 2003. 8.Silva, A. Desenho técnico moderno. 4ª ed. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2006. SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA Cálculo II Carga Horária (h) Teórica Prática Total Semanal 6 0 6 Semestral 90 0 90 Caráter Código Período Pré-requisitos Faculdade Obrigatória EN01069 Bloco II Cálculo I Elétrica Ementa Geometria Analítica: Coordenadas no espaço, seções cônicas, rotação e translação de eixos, as cônicas na forma não padrão, equações polares das seções cônicas, equações das retas planos, superfícies de resolução, superfícies cilíndricas, superfícies quadráticas. Funções de Várias Variáveis Reais: Definição, domínios e gráficos, limite e continuidade, derivadas parcial e diferencial total, derivada direcional, derivadas de ordem superior, funções implícitas de várias variáveis, fórmulas de Taylor, máximos e mínimos e ponto de sela, multiplicadores de Lagrange, máximos e mínimos condicionados. Integrais Múltiplas: Integrais de funções de várias varáveis, integral dupla, cálculo de áreas e volumes por integração dupla, coordenadas polares, cilíndricas e esféricas, Integrais triplas, cálculo de volume por integração tripla, mudança de variáveis nas integrais triplas; Bibliografia Básica: 1. Guidorizzi, H.: Um Curso de Cálculo, Vol. II, LTC, 2002. 2. Leithold, L.: O Cálculo com Geometria Analítica. Vol. II, Harbra, 1994. 3. Swokowski, E.W.: Cálculo com Geometria Analítica, Makron Books, 1994. Bibliografia Complementar: 4. Flemming, D.M., Gonçalves, M.B.: Cálculo A, Makron Books, 1992. 5. Piskunov, N.: Cálculo Diferencial e Integral, Vol. II, Lopes e Silva, 1990. 6. Hoffman, L.: Cálculo: Um Curso Moderno e suas Aplicações, LTC, 1982. 7. Munem M.: Cálculo, Vol. 2, Guanabara Dois, 1982. 8. Demidovitch, B.: Problemas e Exercícios de Análise Matemática. Mir, Moscou, 1977. SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA Cálculo III Carga Horária (h) Teórica Prática Total Semanal 4 0 4 Semestral 60 0 60 Caráter Código Período Pré-requisitos Faculdade Obrigatória EN01007 Bloco III Cálculo II Elétrica Ementa Equações diferenciais: definição, tipos, ordem e grau, ordinária de ordem “n” e de 1a ordem, formação e origens, soluções e tipos de solução. Equação Diferencial de 1a ordem: Equações a variáveis separadas e separáveis, trajetórias ortogonais, família de curvas. Funções homogêneas: Definição e teorema de Euler, equação diferencial com coeficientes homogêneos, casos redutíveis a coeficientes homogêneos, interpretação geométrica. Equação Diferencial Exata: Condição necessária e suficiente que a equação M(x,y)dx+N(x,y)dy=0 seja exata, fatores integrantes, grupamentos integráveis. Equações Diferenciais Lineares de 1a Ordem e equação de Bernouilli: Problemas: Lei de resfriamento de Newton, condução do calor, circuitos elétricos. Equação de 2a Ordem: Interpretação geométrica solução de alguns tipos especiais, equações redutíveis a 1a ordem. Equações Lineares: Equação linear de ordem “n”, funções linearmente independentes, teoria fundamental, determinante Wronskiano, operadores diferenciais, resoluções das equações lineares completas e incompletas com os coeficientes, métodos dos operadores e dos coeficientes indeterminados para resolução das equações lineares, resolução das equações diferenciais lineares de 2a ordem pelo método de Euler, sistema de equações diferenciais. Transformada de Laplace: transformada das funções usuais, tabela, resolução das equações com coeficientes constantes.
  46. 46. 46 Bibliografia Básica: 1. Boyce, W. E., Diprima, R. C.: Equações diferenciais elementares e problemas de valores de contorno, Rio de Janeiro, Livros Técnicos e Científicos, 1998. 2. Bronson, R.: Moderna introdução às equações diferenciais, McGraw-Hill, Rio de Janeiro, 1980. 3. Kreyszig, E.: Matemática superior 1, 2ª ed., LTC, Rio de Janeiro, 1983. Bibliografia Complementar: 4. Leighton, W.: Equações diferenciais ordinárias, LTC, Rio de Janeiro, 1978. 5. Boyce. W.E. e Diprima, R.C.: Equações Diferenciais Elementares e Problemas de Valores de Contorno. Rio de Janeiro. ETC Editora. 1994. 6. Gonçalves, M. B. e FLEMMING. D. M.: Cálculo C. Ed. Makron Books. 2000. 7. Guidorizzi, L. H,; Um curso de cálculo, volumes 2. 3 e 4. Rio de Janeiro. ETC Editora. 8. Kreyszig, E.: Matemática Superior Volumes 1 e 3. Rio de Janeiro. LTC Editora. 1981. SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA Física Fundamental I Carga Horária (h) Teórica Prática Total Semanal 4 0 4 Semestral 60 0 60 Caráter Código Período Pré-requisitos Faculdade Obrigatória EN02079 Bloco II Física Ementa Introdução. Vetores. Centro de massa. Equilíbrio de uma partícula. Movimento curvilíneo geral de um plano. Movimento relativo de translação uniforme. Quantidade de movimento. Sistemas com massa variável. Forças centrais. Trabalho. Conservação da energia de uma partícula. Movimento sob a ação de forças centrais conservativas. Crítica do conceito de energia. Movimento do centro de massa de um sistema de partículas. Colisões. Bibliografia Básica: 1.Halliday,D.J., Walker, R.R.: Fundamentos de Física: Mecânica. Vol. 1, 6a edição, LTC, 2002. 2.Tipler, P.A.: Física: Mecânica, Oscilações e Ondas e Termodinâmica. Vol. 1, 4a edição, LTC, 2002. 3.Veit, E.A., Mors, P.M.: Física geral universitária: mecânica. Instituto de Física da UFRGS, 1999. Bibliografia Complementar: 4.Sears, F. W., Zenansky. Física, volume I. Livros Técnicos e científicos Ed. S/A. 5. Alonso, M. Finn, J. Física, volume I. Ed. Edgard Blücher. 6. Helene, O.A.M. Vanin, V.R. “Tratamento Estatístico de Dados em Física Experimental”, 2a.edição, Edgard l¨ucher, 1991. 7.Vuolo, J. H. “Fundamentos da Teoria de Erros”, 2a. edição Edgard Bl¨ucher, 2000. 8.- Halliday, D., Resnick, B. Física, volumeI.. Livros Técnicos e Científicos Ed. S/A. SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA Eletrônica Digital Carga Horária (h) Teórica Prática Total semanal 4 0 4 semestral 60 0 60 Caráter Código Período Pré-requisitos Faculdade Obrigatória TE05125 Bloco I Elétrica Ementa Análise e Projeto de Circuitos Lógicos Combinacionais. Circuitos Especiais: Contadores, Registradores de Deslocamento, Multiplexadores, Demultiplexadores e Decodificadores. Projeto com auxílio de computadores. Análise e Projeto de Circuitos Lógicos Seqüenciais Síncronos e Assíncronos, Controladores.

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