Ana Claudia Valente 2ºEnc Cno Acv 2 Dez08(Vf)

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Ana Claudia Valente 2ºEnc Cno Acv 2 Dez08(Vf)

  1. 1. Educação e Formação de Adultos: A importância do Catálogo Nacional de Qualificações (CNQ) <ul><li>2º Encontro Nacional Centros Novas Oportunidades </li></ul><ul><ul><li>Sessão 3.Percursos de Qualificação: O CNQ como instrumento de trabalho </li></ul></ul><ul><li>Ana Cláudia Valente </li></ul><ul><li>Investigadora DINÂMIA (ISCTE) e CEPCEP (UCP) </li></ul>
  2. 2. Estrutura <ul><li>A posição de Portugal: As competências genéricas e as competências específicas dos adultos </li></ul><ul><li>A Educação e Formação (EF) de Adultos: O desafio da “dupla certificação” e a conquista para a ALV </li></ul><ul><li>Porque é que o CNQ é importante? </li></ul>
  3. 3. A posição de Portugal: As competências genéricas e as competências específicas dos adultos (1) População empregada (2006) Fonte: Eurostat e CEDEFOP(2008) 823.6 343.9 603 1 784 1 229 1 376 801.4 3 466.3 N (000) Portugal 66 28 12 36 24 27 16 69 % ___ ___ 11 26 25 37 48 27 % UE (25) Baixas Qualificações ( ISCED 0-2) a trabalhar nas profissões ISCO 4,5 (2007) Baixas Qualificações ( ISCED 0-2) a trabalhar nas profissões ISCO 1,2,3 (2007) ISCO 9 - Elementary occupations ISCO 6,7,8 - Skilled manual occupations ISCO 4,5 - Skilled non-manual occupations ISCO 1,2,3 - High skilled non-manual occupations Médias Qualificações (ISCED 3-4) Baixas Qualificações (ISCED 0-2)
  4. 4. A posição de Portugal: As competências genéricas e as competências específicas dos adultos (2) % população 16-65 inquirida (1994-98) Fonte: IALS (1994-1998), OCDE 2008 (amostra da população 16-65 anos/ escala da pontuação: 0-500/ Nível 1: 0-225;/ Nível 2: 226-275; Nível 3: 276:325; Nível 4: 326-375; Nível 5: 376-500) Literacia quantitativa Literacia documental Literacia de prosa 17,3 33,8 27,7 21,2 Média países europeus que participaram 12,2 34,5 31,6 21,6 Média países europeus que participaram 20,0 35,7 26,1 18,2 Média países europeus que participaram 5,2 23 30,2 41,6 Portugal 3,2 16,6 31 49,1 Portugal 4,4 Nível 4/5 18,5 29,0 48,0 Portugal Nível 3 Nível 2 Nível 1
  5. 5. A posição de Portugal: As competências genéricas e as competências específicas dos adultos (3) % população 16-64 inquirida (2007) Fonte: Eurostat, 2008 Uso da Internet Uso do Computador 13 36 46 UE (25) 24 25 13 UE (25) 17 44 37 Portugal 22 16 9 Portugal Nível Elevado (%) Nível Médio (%) Nível Baixo (%)
  6. 6. A posição de Portugal: As competências genéricas e as competências específicas dos adultos (4) (% da população empregada inquirida, 2000) Fonte: Lorenz, 2004 baseado em EWCS, EUROFOUND, 2000. 49 (GR) 88 (FI) 51 Aprender coisas novas no trabalho (PT) 93 (NL) 59 Resolução de problemas (PT) 81 (SE) 41 Autonomia nos métodos de trabalho 51 (GR) 86 (DK) 67 Responsabilidade individual no controlo da qualidade Mínimo Máximo PT
  7. 7. As competências genéricas e as competências específicas são cada vez... <ul><li>Mais exigidas </li></ul><ul><li>Menos dissociadas </li></ul><ul><li>Mais interdependentes (por exemplo, não é possível atingir determinados níveis de expertise técnica sem estarem garantidas determinados níveis de competências básicas,...) </li></ul><ul><li>Mais aprendidas “fora da escola” </li></ul><ul><li>Mais importantes do que os seus “correspondentes” níveis formais de qualificação mas beneficiam o indivíduo e a sociedade (e são beneficiadas) se forem formalizadas/ certificadas </li></ul>
  8. 8. A EF de Adultos em Portugal: O desafio da “dupla certificação” e a conquista para a ALV <ul><li>Não permitir que investimentos em FP não estejam associados a (ou não contabilizem para) níveis de escolaridade correspondentes: </li></ul><ul><ul><li>Qualificação de jovens (Cursos de Dupla Certificação) </li></ul></ul><ul><ul><li>Qualificação de adultos (EFA e Formações modulares integradas no CNQ) </li></ul></ul><ul><li>Mais exigente no objectivo deve, no entanto, ser: </li></ul><ul><ul><li>Mais acessível (Diagnóstico e encaminhamento, RVCC escolar e/ou profissional, módulos de EF base e/ou profissional permitindo múltiplas entradas e múltiplos percursos) </li></ul></ul><ul><ul><li>Mais flexível (percursos individualizados, combinações de UC / UF) </li></ul></ul><ul><ul><li>Mais atractiva (conteúdos actualizados e mais relevantes para as necessidades, capitalização de UC/ UF, certificação final com reconhecimento social e económico e possibilidade de progressão na hierarquia das qualificações) </li></ul></ul>
  9. 9. Porque é que o CNQ é importante? <ul><li>230 Qualificações profissionais (Nov 2008) </li></ul><ul><li>6 000 UFCD (Nov 2008) (1/3 comuns a pelo menos 2 qualificações) </li></ul><ul><li>29 Referenciais de RVCC Pro </li></ul><ul><ul><li>Referenciais de competências-chave e profissionais “associados” </li></ul></ul><ul><ul><li>Diagnóstico e encaminhamento integrado (apresentar o CNQ; testar o interesse agora ou no médio prazo, motivar para a qualificação profissional,...) </li></ul></ul><ul><ul><li>RVCC integrado (escolar+profissional) (certificação total ou parcial) </li></ul></ul><ul><ul><li>UFCD (= UC) Profissionais =» contabilizarem para UC competências-chave (= UF base) </li></ul></ul>
  10. 10. Obrigada [email_address]

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