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Ozonioterapia - Basics - Maria Emilia Gadelha Serra

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Ozonioterapia
Conceitos básicos

Published in: Health & Medicine

Ozonioterapia - Basics - Maria Emilia Gadelha Serra

  1. 1. Ozonioterapia Vice-Presidente
  2. 2. + = Oxigênio (molécula) O que é Ozônio ? Oxigênio (átomo) Ozônio 0 ºC ≈ 140min 20ºC ≈ 40min
  3. 3. O que é Ozônio ?  É o terceiro oxidante mais potente na natureza  10 vezes mais solúvel na água que o oxigênio  Altamente instável, logo se recompõe como oxigênio
  4. 4. Mutação Catarata Retinite Cegueira Queimadura Vegetação Sistema Imune Câncer
  5. 5. Ozônio forma-se na natureza durante tempestades elétricas (descargas elétricas de alta potência)
  6. 6. O ozônio recebeu do FDA, em 1982, a classificação “GRAS” (Generally Recognized As Safety) para tratamento e conservação de água e alimentos. Ozônio “bom”
  7. 7. Tratamento de Água
  8. 8. Estações de Tratamento de Água com Ozônio
  9. 9. Tratamento de Piscinas com Ozônio
  10. 10. Formação de Ozônio por Poluição NOx = NO + NO2, metano, monóxido de carbono e compostos sulfúricos
  11. 11. Ozônio “mau” Poluente secundário Ao nível da troposfera onde vivemos, pode ser tóxico para o trato respiratório, irritante da mucosa dos olhos e do nariz, e com alguma toxicidade para a pele (oxidante). Efeito inflamatório do ozônio na árvore respiratória. Outros gases tóxicos presentes nas reações.
  12. 12. TOXICIDADE NO AR CONCENTRAÇÃO EFEITOS 0,1 ppmv (0,2 mg/m3) Lacrimejamento e irritação no trato respiratório superior. 0,1 ppmv (0,2 mg/m3) Rinite, tosse, cefaléia, náuseas. Pessoas predispostas podem desenvolver asma. 2 a 5 ppmv (4 a 10 mg/ m3) 10 a 20 min Aumento progressivo de dispneia. 5 ppmv (10 mg/ m3) 60 min Edema agudo de pulmão e ocasionalmente paralisia respiratória. 10 ppmv ( 20 mg/ m3) Morte dentro de 4 horas. 50 ppmv ( 100 mg/m3) Morte em minutos.
  13. 13. Um pouco de história...
  14. 14. 1840 – Basiléia, Suiça Christian Frederick Schönbein 1785 -Martinus Van Marum 1801 -Cruikschank
  15. 15. 1857 – Primeiro gerador de Ozônio Werner Von Siemens
  16. 16. Alemanha 1890 Demonstração da atividade bactericida contra diversas bactérias : Cólera, Salmonella, Shigela e outras
  17. 17. NIKOLA TESLA 1900 Tesla Ozone Co.
  18. 18. “Therefore it qualifies ozone therapy to be grandfathered into acceptance.”
  19. 19. Alemanha Tratamento de feridas e gangrenas com Ozônio
  20. 20. 1915 Dr. Albert Wolff, cirurgião-chefe do exército alemão, amplia a utilização do ozônio para o tratamento tópico de feridas infectadas, pés congelados, gangrena e úlceras de decúbito.
  21. 21. Lancet 1916 Lancet 1917 21 casos 79 casos
  22. 22. 40 autores, chefes de medicina de hospitais importantes nos Estados Unidos, listaram 114 doenças que podem ser tratadas com ozônio.
  23. 23. Eliminou todos os tratamentos médicos competitivos aos medicamentos sintéticos. American Medical Association (Morris Fishbein - 1933)
  24. 24. Israel Japão México Polônia Rússia Ucrânia EUA: Alaska, California, Colorado, Florida, Georgia, Minnesota, Nevada, New Mexico, New York, North Carolina, Ohio, Oklahoma, Texas, Washington Alemanha Argentina Brasil Bulgária Canadá Cuba Egito Espanha EUA França Hungria Itália
  25. 25. • 7 milhões de tratamentos com Ozonioterapia todos os anos • Os seguros-saúde na Alemanha remuneram procedimentos variados de Ozonioterapia desde a década de 1980 • Cerca de 10 milhões de pacientes utilizaram a Ozonioterapia nos últimos 40 anos.
  26. 26. • A Ozonioterapia é utilizada em todos os hospitais governamentais
  27. 27. Ozônio Medicinal no Brasil 1975 - 2013 38 anos DR. HEINZ KONRAD São Paulo
  28. 28. Federação Internacional Médica de Ozônio (IMEOF) - www.imeof.org
  29. 29. Ozonioterapia
  30. 30. Ozonioterapia Ozônio utilizado em Medicina é uma mistura de oxigênio puro e ozônio puro. 0,05 % O 3 5 % O3 (Vol.) 99,95 % O2 95 % O2 1 µg /ml O3 100 µg/ml O3
  31. 31. Dose = Concentração x Volume “Janela Terapêutica” 1 a 100 gamas (miligramas por litro da mistura O2 e O3) Ozonioterapia
  32. 32. ULTRAVIOLETA ELETRÓLISE CORONAPLASMA
  33. 33. Gerador de Ozônio para Uso Médico “ Um bom ozonioterapeuta com um gerador de ozônio ineficiente produz má Ozonioterapia.” Velio Bocci
  34. 34. Ozonioterapia Intraperitonial
  35. 35. Hidrozonoterapia
  36. 36.  Gás ozônio Vidro Teflon Aço inox (série 300)  Ozônio diluído (em solução) Aço inox (série 300) PVC Polietileno Concreto Plexiglass (vidro) Teflon Vidro  Materiais selantes Aço inox (série 300) Kalrez ® Kynar ® Teflon Viton ® LDPE
  37. 37. Concentração Aplicação Indicação Eficácia 100 µg/ml 90 80 70 Tópica Feridas superinfectadas Colite Germicida Limpeza das feridas 60 50 Tópica + sistêmica Limite para o tratamento sistêmico Retardo de cicatrização Feridas Proctite Germicida Ativação do metabolismo celular 40 30 20 10 Sistêmica Desordens circulatórias arteriais Desequiíibrio imunológico Revitalização Melhora da cicatrização Ativação do metabolismo das hemácias Imunomodulação Aumento de anti- oxidantes e de varredores de radicais livres
  38. 38. 644 especialistas em ozônio 384.775 pacientes 5.579.238 tratamentos 40 casos com efeitos colaterais A mais segura das terapias médicas ( 0,0007%)
  39. 39. Ozonioterapia Formas de aplicação  Aplicação de óleo ozonizado  Água (bi)destilada ozonizada (compressa, spray, bochecho, irrigação ou banho)  Inalação de óleo ozonizado (triozonides de trioleínas)  Bolsa (bag)  “Ventosa“  Sauna  Banho de vapor ozonizado
  40. 40. Local / Tópico  Injeção intramuscular  Injeção paravertebral  Injeção subcutânea  analgesia  drenagem linfática  fins estéticos  Injeção intra/periarticular  Injeção intradiscal  Injeção plexo pterigoideo  Injeção tonsilar  Insuflação retal, vaginal, bexiga, orelha
  41. 41. Patologias vasculares Infecções Modulação Imunológica & Inflamatória
  42. 42. Patologias vasculares Infecções Modulação Imunológica & Inflamatória Dçs Ortopédicas / Reumatológicas: artroses, osteoartrites, fibromialgia, AR, sínd. miofascial, dores articulares, lombalgias Isquemia Crônica (DM, aterosclerose, Buerger, úlceras venosas e arteriais, patologias cerebrais e coronarianas) Abscessos e fístulas anais, escaras de decúbito, furunculoses, osteomielites, vulvovaginites, fasciítes necrotizantes, úlceras infectadas Dçs Neurodegenerativas
  43. 43. Patologias vasculares (úlceras de extremidades, AVC, olho, orelha interna) Infecções Modulação Imunológica & Inflamatória (alergias. doenças auto-imunes, dor crônica) GAHT ou Insuflação retal, Bolsa GAHT ou Insuflação retal, PAHT, Injeção subcutânea, Injeção intramuscular, Injeção intra/periarticular GAHT ou Insuflação retal, Bolsa
  44. 44. Reinfusão de sangue ozonizado Grande Auto-Hemoterapia
  45. 45. Indicações  Desordens circulatórias arteriais  Imunomodulação e imunoativação  Inflamações crônicas  Doenças reumáticas - AR  Infeções  Cicatrização de feridas  Terapia de readaptação  Terapia adjuvante em câncer  Patologias geriátricas Grande Auto-hemoterapia Indicações
  46. 46. INSUFLAÇÃO RETAL
  47. 47. Ozônio e Mucosa Intestinal  Dissolve rapidamente em água  Reação imediata com qualquer biomolécula (ppt. PUFAs), produzindo ROS e LOPs  Mucosa intestinal com cobertura abundante pelo glicocálix e espessa camada de água contendo mucoproteínas e outros produtos com capacidade antioxidante  Conteúdo fecal interfere na ação (insuflação após defecar ou enema)  Ação do ozônio pelas LOPs (atividade local e/ou sistêmica), que entram na circulação via capilares linfáticos e venosos  Concentração máxima: 40 mcg/ml
  48. 48. O sistema MALT Da orofaringe ao intestino encontram-se estruturas linfáticas (gânglios linfáticos solitários, placas de Peyer) afins às de outros âmbitos mucosos (vias respiratórias, urogenitais, etc.) O MALT é um sistema funcional caracterizado pela troca integrada de células e moléculas entre todas as superfícies mucosas do organismo. Mucosa Associated Lymphoid Tissue
  49. 49. MALT
  50. 50. Knoch, H.G., Roschke, W., Klug, W. "Die Sauerstoff-Ozontherapie in der Proktologie“ Aktuelle Koloproktologie 4: 161-173 (1987)
  51. 51. INSUFLAÇÃO RETAL DE OZÔNIO (COLITE – MÉTODO DE KNOCH) 1ª. Semana (3 dias): 20 mcg/mL, 300 mL de gás 2ª. Semana (3 dias): 25 mcg/mL, 300 mL de gás 3ª. Semana (3 dias): 30 mcg/mL, 400 mL de gás 4ª. Semana (3 dias): 30 mcg/mL, 500 mL de gás
  52. 52. Estágio florido de retocolite • destruição do epitélio • abscessos de cripta • infiltração leucocitária maciça Biópsia de controle após 4 semanas: • epitélio intacto • reversão da inflamação RETOCOLITE ULCERATIVA Insuflação retal 20-30 µg/ml 300-500 ml Fem, 45a (Knoch et al. „Aktuelle Koloproktologie“)
  53. 53. Estágio florido de colite • destruição do epitélio • abscessos de cripta • inflamação crônica com infiltração leucocitária maciça Biópsia de controle após 4 semanas: • epitélio intacto • aspecto normal das criptas • reversão da inflamação • infiltração leucocitária moderada COLITE ULCERATIVA Insuflação retal 8,5-27 µg/ml 300 ml /dia, 3x/semana Masc, 62 a (Knoch et al. „Aktuelle Koloproktologie“)
  54. 54. Ozônio e Mucosa Intestinal Bocci
  55. 55. Insuflação Retal - Cuba 5 dias 5 dias 5 dias 5 dias Concentração (mcg/ml) 20-25 30 35 40 Volume (ml) 100 100 150 200 Função Pré- condiciona- mento Imunomodula- ção Imuno- estimulação Imuno- estimulação
  56. 56. Ozonioterapia Insuflação Retal PRÉ PÓS
  57. 57. Minor Auto Hemo TherapyOzonioterapia Pequena Auto-hemoterapia Indicações  Alergias  Acne  Furunculose  Terapia adjuvante de câncer
  58. 58. • Sistêmicas: PAHT • Indicações: Acne Alergias Imunomodulação Pequena Auto-Hemoterapia
  59. 59. Pequena Auto-hemoterapia com Ozônio www.thelancet.com Vol 371 January 19, 2008
  60. 60. Indicações  Síndrome miotraumática  Miogelose  Hérnia de disco  Em combinação com tratamento fisioterápico Injeção Subcutânea e Intramuscular
  61. 61. Injeção Intra-articular e Periarticular Indicações  Artrite reumatóide  Artrose do joelho, ombro, quadril  Distúrbios traumáticos do joelho  Síndrome do ombro doloroso
  62. 62. Bolsa Plástica (Bag) Indicações  Úlceras (venosas, arteriais e diabéticos)  Dermatoses  Infecção fúngica  Feridas de queimaduras localizadas e extensas
  63. 63. DR. HEINZ KONRAD Ozônio entra Ozônio sai Garroteamento leve Saco plástico comum, transparente
  64. 64. Hidrozonoterapia
  65. 65. Como age
  66. 66. A: neutrófilo em repouso AMP: polipeptideos antimicrobianos MPO: mieloperoxidase Phox: complexo oxidase do fagócito Rac : Phox associado a membrana B: neutrófilo ativado C: reação catalisada por anticorpo Science 298, Dez. 2002 OZÔNIO - BIOMOLÉCULA produzida por neutrófilos ativados e catalisada por anticorpos específicos
  67. 67.  Reação com água  Reação com ligações duplas de carbono – fosfolipídeos de membranas celulares  Produção de “ozonides” (peróxidos, hidroxiperóxidos, aldeídos)  Sinalização celular  Desencadeia efeito anti-oxidante secundário Mecanismos de ação da ozonioterapia
  68. 68. Ativação do metabolismo das hemácias - ↑ 2,3 difosfoglicerato e G6PDH » ↑ oxigenação tissular Melhora das condições hemorreológicas Ativação de células imunocompetentes e plaquetas – moléculas de sinalização – IF, IL, fatores de crescimento Reação com anti-oxidantes plasmáticos
  69. 69. Em ordem de preferência, ozônio reage com: Dependendo da dose, ozônio reage com carboidratos e enzimas. DNA e RNA podem também ser afetados. Todos estes compostos agem como doadores de elétron e são submetidos à oxidação. 1 • ácidos graxos poliinsaturados (PUFA) 2 • antioxidantes como ácido ascórbico e ácido úrico 3 • compostos c/grupos – SH, como cisteína, glutationa reduzida (GSH) 4 • albumina
  70. 70. LOPs Coração SNC TGI Ossos Músculos Glândulas Pulmões Baço Pele MALT Sangue ozonizado Fígado Bile RinsUrina
  71. 71. Os efeitos biológicos imediatos do Ozônio Medicinal podem ser resumidos... 3- Regulação do sistema antioxidante e radicais livres 1- Ativação do metabolismo das hemácias 2 - Ativação das células imunocompetentes
  72. 72. Reação de peroxidação sobre os fosfolipídios de membrana, determinando um aumento da carga elétrica negativa na membrana eritrocitária, evitando um empilhamento ou roleaux e de outra forma promovendo um relaxamento sobre a membrana, tornando o eritrócito mais deformável Melhora liberação de oxigênio tecidual Flexibilidade de membrana Fenômeno antisludging (sedimentação) 1- Ativação do metabolismo das hemácias
  73. 73. ● Formação de peróxidos ● Ativação do metabolismo das hemácias - ↑ 2,3 difosfoglicerato e G6PDH » ↑ oxigenação tecidual ● Melhora das condições reológicas O 2,3-DPG, encontrado em grande quantidade nos eritrócitos e em pequenas quantidades nos tecidos, desvia a curva para a direita, diminuindo a afinidade da hemoglobina pelo oxigênio. 1- Ativação do metabolismo das hemácias
  74. 74. Estudo com amostra de 78 pessoas Barkhotkina T., et al. National Polytechnic University, Medical Center. Ukraine, Kharkov ESQUEMA DE DETERMINAÇÃO DO COEFICIENTE DE ESFERICIDADE TIPOS BÁSICOS DE ERITRÓCITOS DEMONSTRADOS NA MICROSCOPÍA HOLOGRÁFICA INTERFERENCIAL
  75. 75. ERITRÓCITOS DOS PACIENTES COM PATOLOGIA ANTES E DEPOIS DA OZONOTERAPIA
  76. 76. CARACTERÍSTICA MORFOLÓGICA DOS ERITRÓCITOS Tipo de eritrócito Voluntários saudáveis Pacientes com inflamação Pacientes com hipóxia Antes O3 Depois O3 Antes O3 Depois O3 Antes O3 Depois O3 Discóide biconcavo 96,78% 97,6% 13% 81% 17% 79% Eritrócito plano 2,7% 1,9% 75% 17% 69% 20% Esferócito 0,5% 0,4% 12% 2% 14% 1% Coeficiente de esfericidade médio 0,46 0,46 1,0 0,51 0,98 0,69
  77. 77. Pré-ozônio Pós-ozônio Efeitos da Ozonioterapia 10 minutos
  78. 78. Ozonioterapia em Doenças Vasculares Isquêmicas Vasodilatação pós-aplicação subcutânea Indução da Óxido Nítrico sintetase Aumento do Óxido Nítrico Vasodilatação
  79. 79. Ativação de células imunocompetentes com indução de citocinas como interferons, interleucinas e fatores de crescimento (moléculas sinalizadoras)  Interferons (IFN-, IFN-, and IFN-)  Interleucinas ( IL-1b, 2, 4, 6, 8, 10, 12)  Fator de necrose tumoral (TNF - )  Fator estimulador da formação de colônias de granulócitos / Macrófagos (GM-CSF)  Fator de crescimento transformador ( TGF-β1) 2 - Ativação das células imunocompetentes
  80. 80. Indução de Citocinas pelo O3 (Bocci 1996) : Hidroxiperóxidos de cadeia curta entram no núcleo das células e ativam o fator nuclear NF-kB (Haddad et al 1996) Através da ativação do mRNA, transcrição e correspondente síntese proteica, ocorre liberação de citocinas (Paulesu et al 1991, Dee Forge et al 1992, Andreson et al 1994, Schenk et al 1996, Sen and Packer 1996, Bocci 1996, Flohe et al 1997, Ginn-Pease and Whisler 1998, Hack et al 1998, Arrigo 1999, Tatla et al 1999, Allen & Tresini 2000, Larini et al 2001)
  81. 81. Bioquímica do Ozônio 0 50 100 150 200 250 300 350 400 450 IFN-g IL-6 TNF-a oxygen 11 µg 25 µg 42 µg 78 µg Indução de citocinas: interferons, interleucinas e fatores de crescimento (Bocci et al., 1990)
  82. 82. Indução de Citocina concentração de ozônio de 42µg/ml (Bocci 1998) - em (iu/ml) Bioquímica do Ozônio
  83. 83. Th0 IL-12 IL-4 IL-2 IFN- TNF- TGF- IL-4 IL-5 IL-10 IL-13 Resposta predominante IgG2a IgG3 DTH Mac IgE IgG1 Eos Patógenos intracelulares (Micobactérias e Virus), Protozoários, Células tumorais, Hipersensibilidade tardia Patógenos extracelulares, Parasitas, Alergia IgE, Auto-imunidade por Ac/Imunocomplexos Th1 Th2 Ozonioterapia Citocinas
  84. 84. Ação da Ozonioterapia no Tecido Adiposo Modulação de enzimas e citocinas inflamatórias Lipólise
  85. 85. 2 GSH + H2O2 GSSH + 2 H2O GLUTATIONA PEROXIDASE H2O2 + H2O2 2H2O + O2 CATALASE O2 + O2 + 2 H H2O2 + O2 - S.O.D. - + As enzimas anti-oxidantes SUPERÓXIDO DISMUTASE (SOD), CATALASE (CAT) e GLUTATIONA PEROXIDASE (GPx) servem como linha primária de defesa na destruição dos radicais livres.
  86. 86. O Homem “radical livre”
  87. 87. O + O -O - O ozônio não é uma molécula radicálica porque possui um número par de elétrons na órbita mais externa (BOCCI, 2000), porém é muito oxidante e por isso reage instantaneamente com outras moléculas podendo transformá-las em radicais livres (RL): ROIs, LOPs, nutrientes.... Ozônio é um radical livre ?
  88. 88. León, Bocci et al., 1998 Peralta et al., 1999 Ativação de enzimas anti- oxidantes e varredores de radicais livres - nas células saudáveis0 10 20 30 40 50 60 70 SOD GSH Kontrolle Ischaemia/Reperfusion Ozone+I/R H2O2 Protective effect of ozone in Hepatic Ischaemia - Reperfusion 3- Regulação do sistema antioxidante e radicais livres
  89. 89. Ozonioterapia - dentro da janela terapêutica - induz stress oxidativo leve, controlado e transitório.
  90. 90. Proteção contra dano celular hepático induzido por tetracloreto de carbono em modelo animal 10 Insuflações retais antes aplicação de CCl4 (León et al. 1998) SOD (u/g) CCl4 O3+CCl4 O2+CCl4 Bioquímica do Ozônio
  91. 91. Potente ação microbicida do ozônio a nível local. Ozônio e Ação Antimicrobiana Efeitos sistêmicos antivirais e antimicrobianos: bactericida, fungicida e inativação viral (virustático).
  92. 92. Glacus de Brito
  93. 93. Oxigênio - 30 minutos Glacus de Brito
  94. 94. Ozônio a 5 mcg/ml Ozônio a 2,5 mcg/ml Ozônio a 1,2 mcg/ml Glacus de Brito
  95. 95. Eletronic Photomicrography of Bacterial Membrane Lesion by Ozone By WENTWORTH ET AL Science, November 2003.
  96. 96. Unifenas (1999) 200 Cadeiras Odontológicas Cláudia Cardoso
  97. 97. Remoção de Biofilme com Ozônio Cláudia Cardoso
  98. 98. Ozônio pode alterar diretamente estruturas no envelope viral (peplômeros – protuberâncias glicoproteicas que se ligam aos receptores das células hospedeiras) Ozônio e Ação Antiviral
  99. 99. Ozônio e Mucosa Oral/Labial Herpes labial
  100. 100. Modula o estresse oxidativo biológico Incrementa o metabolismo do oxigênio Influi na síntese e liberação de eicosanóides Poder Germicida Modulador Imunológico Regulador Metabólico e da Reologia Efeitos Biológicos do Ozônio
  101. 101. Patologias vasculares Infecções Modulação Imunológica & Inflamatória
  102. 102. Ozonioterapia Tópica Água Ozonizada Óleo Ozonizado Ozônio/Oxigênio Ozonoterapia tópica
  103. 103.  Efeito microbicida (bactericida, fungicida e virustático)  Limpeza da ferida  Cicatrização da ferida  Imunoativação tópica Ozonioterapia Aplicações Tópicas
  104. 104. 15 dias depois...
  105. 105. 15 dias depois...
  106. 106. 25 dias depois...
  107. 107. 25 dias depois...
  108. 108. Água Ozonizada em Queimaduras
  109. 109. Hidrozonoterapia
  110. 110. Hidrozonoterapia
  111. 111. Hidrozonoterapia
  112. 112. Pré-ozônio Pós-ozônio Hidrozonoterapia
  113. 113. Hidrozonoterapia e Úlcera Venosa
  114. 114. Hidrozonoterapia e Úlcera Venosa Após 25dias de tratamento
  115. 115. Hidrozonoterapia e Úlcera Venosa Após 37dias de tratamento
  116. 116. Hidrozonoterapia e Úlcera Venosa
  117. 117. Hidrozonoterapia e Úlcera Venosa Após 25dias de tratamento
  118. 118. Hidrozonoterapia e Úlcera Venosa Após 30dias de tratamento
  119. 119. Queimadura de 1º, 2º e 3º graus (Álcool)
  120. 120. Queimadura de 1º, 2º e 3º graus (Álcool) Após 07 dias de implante de Matriz de Regeneração Dérmica + Hidrozonoterapia
  121. 121. Queimadura de 1º, 2º e 3º graus (Álcool) Após 21 dias de Hidrozonoterapia
  122. 122. Hidrozonoterapia e Dermatite pós-trombótica (9 anos)
  123. 123. OZONE THERAPY IN DIABETES MELLITUS Silvia Menéndez, Olga S. León1, Saied M. Al-Dalien1, Gregorio Martínez1, Eduardo J. Candelario1, Héctor Alvarez2 and José I. Fernández-Montequín2 Ozone Research Center, 1Center of Studies for Research and Biological Evaluation, 2Institute of Angiology and Vascular Surgery
  124. 124. Local ozone treatment using plastic bags OLEOZON application Ozone treatment by rectal insufflation
  125. 125. A-Before B-After 20 days of ozone treatment C- Before D- After 20 days of ozone treatment Representative photos of the area and perimeter reduction of the lesions, before (A, C) and after 20 days of ozone treatment (B, D), in 2 patients selected at random.
  126. 126. Amputations present in both treatments 5,7 14 0 2 4 6 8 10 12 14 Amputations Ozone Antibiotic %
  127. 127. Preliminary economic evaluation Ozone therapy (O) Antibiotic therapy (A) Ratio between both treatments:A/O Daily expenses in medication/patient (MN) 1.35 26.54 19.65 Expenses in medication/patient (MN) * 35.85 883.25 24.63 Hospitalization Expenses/patient (MN) * 1687.0 2159.7 1.28 Total Expenses/patient (MN) * 1723.1 2997.2 1.74 MN, Cuban pesos; (*), calculated for a mean time of hospitalization (34 days for Antibiotic, 26 days for Ozone).
  128. 128. Combinação de Técnicas Pequena auto-hemoterapia + Infiltração subcutânea de ozônio nas bordas da lesão + Bolsa plástica + Aplicação de óleo ozonizado
  129. 129. SWEET, F. Ozone selectively inhibits growth of human cancer cells. SCIENCE Vol. 209, August 22, 1980.
  130. 130. Silvia Menendez
  131. 131. Os protocolos de ozonioterapia utilizados na prevenção e tratamento de tumores incluem combinações variadas de: grande auto-hemoterapia (GAHT) pequena auto-hemoterapia (PAHT) insuflação retal ozonioterapia intraperitoneal (resultados preliminares muito promissores no controle e até mesmo erradicação de tumores agressivos) infiltração local da mistura gasosa no tumor
  132. 132. Radioterapia A RXT age por lesão no DNA e é sabido que a lesão ao DNA é menor na ausência de oxigênio, ou seja, o oxigênio sensibiliza as células à ação da RXT. Clinical trials com tumores de cabeça e pescoço têm demonstrado que os tumores mais hipóxicos (com pO2 médio menor que 10 mmHg) são mais radioresistentes que os menos hipóxicos.
  133. 133. A Ozonioterapia melhora o desempenho nos esportes • Facilita a recuperação de lesões decorrentes de traumas frequentes (hematomas, tendinites, lesões articulares, ciática) • Reduz a necessidade de cirurgias, em função da sua atividade moduladora da inflamação
  134. 134. Ozonioterapia em Estética Academia Médica de Moscou
  135. 135. Protocolo Kosheleva Ultrassom de Alta Freqüência
  136. 136. PRÉ PÓS Protocolo Kosheleva Ultrassom de Alta Freqüência Derme e Hipoderme
  137. 137. PRÉ PÓS Protocolo Kosheleva Ultrassom de Alta Freqüência Derme e Hipoderme
  138. 138. Protocolo Kosheleva Monitoramento com Vídeo da Superfície Cutânea
  139. 139. PARÂMETROS ASPEREZA RUGOSIDADE SUAVIDADE RUGAS LINHA DE BASE 2.7 ± 0.31 0.83 ± 0.12 38.75 ± 8.33 43.13 ± 6.0 DEPOIS DO TRATAMENTO 2.08 ± 0.37 0.61 ± 0.50 47.57 ± 6.98 32.73 ± 5.20 % - 23% - 26% + 18% - 31% PARÂMETROS SELS IMAGEM 3D DA SUPERFÍCE CUTÂNEA PRÉ PÓS Protocolo Kosheleva Monitoramento com Vídeo da Superfície Cutânea
  140. 140. Kosheleva
  141. 141. Kosheleva
  142. 142. PRÉ PÓS Protocolo Kosheleva Celulite
  143. 143.  Hemograma com VHS  Glicose 6-fosfato desidrogenase  Glicemia (e insulina)  Ferro sérico livre e ferritina  Função tireoidiana  Função hepática  Função renal  Perfil lipídico  Avaliação do estresse oxidativo  Microscopia  MDA Avaliação Laboratorial Pré-Ozonioterapia
  144. 144. Rota da Hexose Monosfosfato: além das enzimas antioxidantes, a G6PD dá início ao sistema de proteção oxidativo. Deficiência ou ausência de NADPH e glutationa: responsáveis pela eliminação do grupo sulfidrila formado na oxihemoglobina,levando à sua precipitação dentro do eritrócito, causando hemólise intravascular.
  145. 145. Esta reação ocorre em todas as células do indivíduo afetado, mas é mais severa nos eritrócitos, onde a G6PD é o único meio de formar NADPH. O3
  146. 146. Intoxicação por Ozônio • Decúbito • Inalação de oxigênio umidificado • EV lento: Ac Ascórbico+ GSH reduzida em SG 5%. • VO: Ac. Ascórbico + Vit E + NAC
  147. 147. Ozonioterapia Contra-Indicações CONTRA-INDICAÇÕES ABSOLUTAS 1. Deficiência de glicose 6-fosfato desidrogenase (Favismo) 2. Hipertireoidismo descompensado 3. Anemia grave CONTRA-INDICAÇÕES RELATIVAS  Início da gravidez  Trombocitopenia  Ferro sérico livre alto  HIV – tardio  Patologias com alto stress oxidativo (compensar primeiro)
  148. 148. Ozonioterapia em Odontologia Acervo fotográfico Dra. Sonia Lia
  149. 149. Ozonioterapia em Veterinária
  150. 150. http://www.ozonosan.de/images/upload/File/Diabetic%20feet%20badly%20healing%20 wounds%20Fathi,%20Mawsouf%20%2011.2008.pdf
  151. 151. HIPERBÁRICA OZÔNIO
  152. 152. Cadillac 1953 Cadillac 1953
  153. 153. Tel: 21 3565-6831 - Cel: 21 8151-3139 Fax: 21 2431-0920 Avenida das Américas, 2250 – Cj. 212 – Barra da Tijuca Rio de Janeiro – RJ – CEP 22640-101 aboz@aboz.org.br – www.aboz.org.br
  154. 154. Dr. Alexandre Padilha Ministro da Saúde do Brasil 19 de maio de 2011
  155. 155. 4 de outubro de 2011 Dr. Roberto d´Ávila Presidente do Conselho Federal de Medicina
  156. 156. Dr. Dirceu Barbano Presidente da ANVISA 18 de janeiro de 2012
  157. 157. Uso secular Técnica segura Baixo custo Otimiza os resultados de outras técnicas de tratamento Útil como tratamento complementar ou isolado
  158. 158. The Fountain of Eternal Youth
  159. 159. D 021-0002 11.11.2004 Obrigada pela atenção !
  160. 160. Tel: 11 3165-6777 www.institutoalpha.com.bremilia@institutoalpha.com.br

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