Successfully reported this slideshow.
We use your LinkedIn profile and activity data to personalize ads and to show you more relevant ads. You can change your ad preferences anytime.

5G: Pilar para a Transformação Exponencial

53 views

Published on

Durante o CIAB FEBRABAN 2018, nosso Consultor de Engenharia de Telecom, Carlos Alberto Camardella falou sobre os desafios e oportunidades da tecnologia 5G.

Published in: Technology
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

5G: Pilar para a Transformação Exponencial

  1. 1. 5G, O PILAR PARA CARLOS ALBERTO S. CAMARDELLA DIRETORIA DE EVOLUÇÃO TECNOLÓGICA DE REDES A TRANSFORMAÇÃO EXPONENCIAL
  2. 2. TRANSFORMAÇÃO DIGITAL
  3. 3. MUDANÇA NO PERFIL DOS USUÁRIOS VOZ SMS OUTROS TOTAL Evolução dos serviços tradicionais nas redes celulares QUEDA IRREVERSÍVEL NOS SERVIÇOS TRADICIONAIS X USO DE DADOS SE INTENSIFICANDO A CADA ANO MENOR RETORNO FINANCEIRO X MAIORES INVESTIMENTOS NAS REDES
  4. 4. NOVOS PLAYER E SERVIÇOS SERVIÇO DE DADOS MÓVEIS: CRESCIMENTO EXPONENCIAL MONETIZADO PELAS OTTS !!! USO CADA VEZ MAIS INTENSO DAS REDES SOCIAIS: CRESCIMENTO LINEAR NÃO VIABILIZA SVAS TRADICIONAIS (P.EX.SMS) E MESMO SERVIÇO DE VOZ
  5. 5. OPERADORAS COMO SERVICE PROVIDERS O m u n d o d a s t e l e c o m u n i c a ç õ e s m u d o u ! A s O T T s t r o u x e r a m u m n o v o m o d e l o d e n e g ó c i o s d e s u c e s s o , c o m p o u c o i n v e s t i m e n t o . T e m o s u m n o v o m u n d o d i g i t a l n a W E B , a b e r t o a q u a l q u e r e m p r e e n d e d o r c o m b o a s i d e i a s Q u a l o c a m i n h o p a r a a s o p e r a d o r a s t r a d i c i o n a i s a t e n d e r e m à s n e c e s s i d a d e s d e s s e s n o v o s p e r f i s d e u s u á r i o s ? T r a n s f o r m a ç ã o D i g i t a l N o v o p a r a d i g m a p a r a o s p r o c e s s o s i n t e r n o s , T I , M K T , r e d e s , s t a f f EVOLUÇÃO TECNOLÓGICA BASE ESTRATÉGICA PARA A TRANSFORMAÇÃO DIGITAL DE UMA OPERADORA TRADICIONAL EM DIGITAL SERVICES PROVIDER (DSP) DSP = ECOSSISTEMA DINÂMICO PARA ATENDER ÀS NOVAS NECESSIDADES DOS SEUS CLIENTES D i g i t a l S e r v i c e s P r o v i d e r N o v o s s e r v i ç o s / a p l i c a ç õ e s c o n v e r g e n t e s ( C l o u d S e r v i c e s ) R e d e s c o m s u p o r t e à c o n f i g u r a ç ã o d i n â m i c a ( 5 G / S D N / N F V ) O r q u e s t r a ç ã o a u t o m á t i c a d a C a d e i a d e S e r v i ç o s ( S e r v i c e C h a i n )
  6. 6. INTERNET DAS COISAS
  7. 7. C O N E C T I V I D A D E E N T R E D I S P O S I T I V O S R E M O T O S E P L A T A F O R M A S C E N T R A L I Z A D A S N Ã O N E C E S S A R I A M E N T E P R E C I S A D E I N T E R N E T ( P O D E U S A R R E D E S P R I V A D A S ) C O N E C T I V I T Y O F T H I N G S IOT F O R M A Ç Ã O D E U M “ E C O S S I S T E M A ” : R e ú n e i n f o r m a ç õ e s d e v á r i o s d i s p o s i t i v o s ( s e n s o r e s e o u t r o s ) A c e s s o a i n f o r m a ç õ e s p o r m e i o d e a p l i c a ç õ e s ( e - c o m m e r c e , c o n t r o l e s ) C o m a n d o s r e m o t o s D e t e c t a “ c o m p o r t a m e n t o s p a d r õ e s ” e e x t r a i n o v a s i n f o r m a ç õ e s
  8. 8. IOT M2M IOT É MUIT O MAIS QUE M2M ( M A C H I N E - T O - M A C H I N E ) . Medi dores de en ergi a A p e n a s c o l e t a r e m o t a d e c o n s u m o ( M 2 M ) E n v o l v e : A N Á L I S E / P R O C E S S A M E N T O D E D A D O S , T O M A D A D E D E C I S Ã O , B I G D A T A S martG r i d R e d e e l é t r i c a i n t e l i g e n t e ( I o T ) PoS A p e n a s a u t o r i z a ç õ e s e t r a n s a ç õ e s ( M 2 M )
  9. 9. SERVIÇOS JÁ DISPONÍVEIS Gestão de Frotas e Veículos Conectados SmartHome
  10. 10. Sensoriamento massivo Monitoramento de Infra estrutura SERVIÇOS JÁ DISPONÍVEIS
  11. 11. TÉCNICAS POTENCIALIZADORAS DATA MINING & COGNITIVE REASONING PROCESSO DE ANÁLISE E PROSPECÇÃO DE GRANDES MASSAS DE DADOS (BIG DATA). BUSCA PADRÕES E CO-RELACIONAMENTOS SISTEMÁTICOS: ESTATÍSTICA + INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL MACHINE LEARNING & DEEP LEARNING USA ALGUNS ALGORITMOS DO DATA MINING PARA ADQUIRIR PADRÕES E CONHECIMENTOS VIA REPETIÇÃO DE TAREFAS. TOMA NOVAS DECISÕES E AÇÕES AUTOMÁTICAS
  12. 12. SENSORES: NÃO UTILIZAM CRIPTOGRAFIA E MUITAS VEZES NÃO TEM AUTENTICAÇÃO POUCA VIABILIDADE PARA MÁ UTILIZAÇÃO DE SEUS DADOS (SENSORES DISTRIBUÍDOS) FALHA MASSIVA DE SENSORES (POR DDOS, MALWARE) PODE DERRUBAR TODO O SISTEMA DE CONTROLE COMANDOS REMOTOS E ATUALIZAÇÕES DE SOFTWARE: UM DISPOSITIVO, OUTRORA SEGURO, PODE VIR A SE TORNAR VULNERÁVEL IMPORTANTE HAVER AUTENTICAÇÃO E CRIPTOGRAFIA EM COMUNICAÇÕES BIDIRECIONAIS SEGURANÇA
  13. 13. SEGURANÇA REDES DE ACESSO: WIFI E BLUETOOTH SÃO MUITO VULNERÁVEIS (NÃO HÁ CRIPTOGRAFIA, SÓ AUTENTICAÇÃO) REDES MÓVEIS (2G/3G/4G/5G) E SATÉLITES SÃO DE BAIXA VULNERABILIDADE (AUTENTCAÇÃO COMPLEXA) E PODEMOS USAR CRIPTOGRAFIA NOS TERMINAIS PLATAFORMAS DE IOT E BIG DATA SEGURANÇA DOS DADOS DOS USUÁRIOS NO DATACENTER (INTEGRIDADE E PRIVACIDADE) UTILIZAÇÃO INDEVIDA DE DATA MINING/MACHINE LEARNING (ACESSO À ROTINA DO USUÁRIO) CLOUD-BASED STORAGES SÃO MAIS SUSCETÍVEIS A HACKERS ACESSO INDEVIDO À CONTA DO USUÁRIO (EXTERNO)
  14. 14. ESTRATÉGIAS ATUAIS DAS OPERADORAS VENDER CONECTIVIDADE PARA OS DISPOSITIVOS REMOTOS (PRINCIPALMENTE VEÍCULOS PARTICULARES E FROTAS) USAR IOT PARA FIDELIZAÇÃO DOS USUÁRIOS OFERECER NOVOS SERVIÇOS (VERTICAIS)
  15. 15. O DESAFIO DA MONETIZAÇÃO PROBLEMA ESTRATÉGICO: PROVER A CONECTIVIDADE NÃO É O PRINCIPAL ! 85% DOS GANHOS COM IOT ESTÃO ACIMA DA CAMADA DE CONECTIVIDADE (CLOUD SERVICES); NECESSÁRIO PROCESSO DE TRANSFORMAÇÃO DIGITAL NAS OPERADORAS (EM DSP); BAIXO CUSTO DE CONECTIVIDADE E DISPOSITIVOS MASSIVOS.
  16. 16. MINUTA DO DECRETO MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÕES E COMUNICAÇÕES (MCTIC) PARA IOT: DEFINE IOT COMO INFRAESTRUTURA E RETIRA RESTRIÇÃO DE INTERFACE HUMANA: AS "COISAS" DA IOT NÃO SERÃO APENAS AS MÁQUINAS SEM INTERFACE HUMANA (M2M ORIGINAL); ALTERA O DECRETO Nº 8.234 (2/5/2014) QUE DEFINE OS SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO M2M E QUE CRIOU A CÂMARA DE IOT. PLANO NACIONAL DE IOT: FINEP: PROMETEU DEDICAR R$ 3 BILHÕES SÓ PARA IOT; EMPRÉSTIMO DE US$ 1,5 BILHÃO (BID) QUE INCLUI IOT; LINHAS DE CRÉDITO DO BNDES (para as verticais prioritárias). SECRETARIA DE POLÍTICAS DIGITAIS (SEPOD) DO MCTIC: PROPÔS MORATÓRIA TRIBUTÁRIA DE DEZ ANOS PARA PLATAFORMAS E DISPOSITIVOS DE IOT (VIABILIZA PACKET CORE DEDICADO PARA IoT). O DESAFIO DA MONETIZAÇÃO
  17. 17. TAMANHO DO MERCADO MUNDIAL
  18. 18. APLICAÇÕES TECNOLOGIAS DE ACESSO 2B Requerimentos Baixo Tráfego(<100kbps) Ampla Cobertura (+20dB)Baixo consumo de Energia (10 anos) Baixo Custo do Terminal ($5 - $10) 0.8B 0.2B Conexões em 2020 (Bilhões) Câmeras de Segurança Outdoords Eletrônicos Veículos Autônomos Segmento de Mercado 3G / 4G / 5G Tecnologia Wireless GSM/GPRS/CDMA LTE CAT-M1 5G Bluetooth, WiFi, Sigfox, LoRa NB-IoT EC-GSM 5G >10Mbps Tolerante a Custo do Terminal Energia Disponível ~1Mbps Custo Sensível Baixo Consumo de Energia Smart Home Terminal PoS Veículos Conectados Sensores, Smart Meters Tracking Smart Parking Smart Agriculture
  19. 19. 5G TRANSFORMAÇÃO E REVOLUÇÃO
  20. 20. TRANSFORMAÇÃO E REVOLUÇÃO Novos serviços revolucionários Novos clientes Oportunidades 5G Veículos Autônomos 90% menos acidentes Tráfego 20% mais rápido Economia de 30% de combustível Telemedicina Telerobótica pode salvar 35% a mais de vidas Vídeo & Gaming 4K para VoD/IPTV 8K para Realidade Aumentada e Reallidade Virtual vPoS, MicroPayments Aplicativos Integrados + conectividade massiva SD-WAN & SD-VPN Menor OPEX e CAPEX Criação de Redes e Serviços de Valor Adicionado de forma rápida e escalável, com microservidores nos sites dos clientes CrIptomoedas e Blockchain Speedybuying e Speedyselling Wearables Sensores nas roupas e sapatos Autenticação Biométrica Corretagem Transações ultra-rápidas
  21. 21. Novas tecnologias de rádio Virtualização 5G será uma tecnologia fortemente baseada em virtualização Ecossistema 5G – Típico de um Digital Services Provider Como 5G suportará todos os requisitos de performance dos novos serviços ? TRANSFORMAÇÃO E REVOLUÇÃO
  22. 22. DSPTELCO Quais Transformações ? Como Transformar ? VIRTUALIZAÇÃO Base para a evolução da rede Automatização e Flexibilidade (configuração) BENEFÍCIOS DA VIRTUALIZAÇÃO Redução de TTM (Time to Market) Redução do TCO (Total Cost of Ownership) Fácil criar novos serviços (Openess) Alta escalabilidade (rápido scale in & out) Alta disponibilidade (menor downtime) Serviços Operações ArquiteturaProcessos TRANSFORMAÇÃO E REVOLUÇÃO
  23. 23. Virtualização: O conceito de máquinas virtuais (VM – Virtual Machine) Várias funcionalidades (porém no mesmo SW / Aplicação) compartilham um único servidor ou hardware dedicado Criação de “servidores virtuais” dentro de um servidor físico. Cada SW/aplicação roda em um servidor virtual (VM) independente dos demais. Hypervisor: “Sistema Operacional” para virtualização (ou monitor de máquina virtual) TRANSFORMAÇÃO E REVOLUÇÃO
  24. 24. Arquitetura de rede PCRFAAA MME SGW PGWeNodeBUE HSS SCEF SGiS1-U S1-MME S5 4G AFPCFAUSFUDM UDR NEF NRF AMF SMF UPFgNodeBUE PGW-U + SGW-U PGW-C + SGW-C + MME U-Plane Functions C-Plane Functions UDC N6N3 N2 N4N1 5G UPF – User Plane Function SMF – Session Management Function AMF – Access & Mobility Management (Network Slicing Function) AF – Application Function (Application Server) PCF – Policy Control Function AUSF – Authentication Server Function NRF – Network Repository Function NEF – Network Exposure Function UDR - User Data Repository (User Data Convergence Concept) UDM – Unified Data Management TRANSFORMAÇÃO E REVOLUÇÃO Equipamentos Monolíticos Funções Virtualizadas
  25. 25. Virtualização de Redes PROBLEMAS ORGANIZACIONAISPROBLEMAS TECNOLÓGICOS O QUÊ, QUANDO E ONDE VIRTUALIZAR: • Quais VNFs ? Em qual Datacenter ? INTEGRAÇÃO COM AS REDES LEGADAS • Entre SD-VPNs e MPLS-VPNs AUTOMATIZAÇÃO DAS REDES • Integração com os “legados” PROBLEMAS NOS DATACENTERS • Backup & recovery • Capacity planning • Segurança e ponto único de falha QUEM OPERA O QUÊ ? • Definição das atribuições das equipes TREINAMENTO & SKILLS • Antigas equipes, novas tecnologias VM STALL • Confiança no ambiente virtual SISTEMAS DE OSS & BSS • Integração com legado ou migração Total para novos sistemas ? Processos e estratégias de implantação TRANSFORMAÇÃO E REVOLUÇÃO
  26. 26. 5G TRANSFORMAÇÃO E EVOLUÇÃO
  27. 27. ROADMAP 5G-NSA Equipamentos de Rede 5G-NSA Terminais de Usuário 5G-SA Equip. Rede 5G-SA Term. Usuário
  28. 28. NETWORK SLICING VIRTUALIZAÇÃO REDE“FATIADA” LOGICAMENTE END-TO-END: compreende o dispositivo 5G, acesso, transporte e funções centrais de rede. DATACENTERS DISTRIBUÍDOS (cada DC concentra determinadas funções de rede e serviços) FUNÇÕES DE SISTEMA COMPARTILHADAS EM DIFERENTES SLICES (banda x latência x densidade): - Identificação e seleção automática do slice; - Garantia da qualidade de serviço (QoS end-to-end) distinta para cada slice.
  29. 29. 5G EVOLUÇÃO e REVOLUÇÃO
  30. 30. EVOLUÇÃO e REVOLUÇÃO Desafio da criação de novos serviços Desafios humanos: Treinamento, skills, definição das atribuições das equipes Desafios organizacionais: Novos Processos e Governança Estratégias de Implantação Evolução de OSS & BSS Integração com redes legadas Confiança no ambiente virtual EVOLUÇÃO REVOLUÇÃO Ecossistema 5G será baseado fortemente em VIRTUALIZAÇÃO Níveis hierárquicos de datacenters para atender aos diferentes QoS dos Network Slices Virtualização e Automação das redes são essenciais Suporte a IoT Massivo, IoT Crítico, ultra- banda larga, AR e VR 5G É A TECNOLOGIA MÓVEL QUE SERÁ A GRANDE VIABILIZADORA PARA IOT E NOVAS APLICAÇÕES, O PILAR PARA A TRANSFORMAÇÃO EXPONENCIAL. MAS GUARDA TAMBÉM DESAFIOS PARA SUA IMPLANTAÇÃO, INCLUSIVE DA CULTURA ORGANIZACIONAL.
  31. 31. INICIATIVAS 5G DA CLARO Terminal “móvel” pré-5G pre-5G gNodeB Antena Massive MIMO/Beamforming Aplicação 5G de IoT Crítico: veículos autônomos FUTURECOM 2017 PARCERIA COM NOKIAFUTURECOM 2016 PARCERIA COM ERICSSON
  32. 32. 5G EM 3.5GHz E O DESAFIO DA INTERFERÊNCIA COM TVRO AGENDA REGULATÓRIA DA ANATEL: Testes de “convivencia” com TVRO satélite Banda C – 2018/2019 Consulta Pública e leilão de frequências – 2019/2020 3.5GHz é a primeira banda “mundialmente harmonizada” para o 5G
  33. 33. OBRIGADO CARLOS ALBERTO S. CAMARDELLA DIRETORIA DE EVOLUÇÃO TECNOLÓGICA DE REDES

×