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Automacao residencial

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  • Elizabeth, parabéns pelo trabalho, buscando aprimorar meus conhecimentos participei do homeexpert2013 e nas pesquisas sua bibliografia.
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Automacao residencial

  1. 1. Universidade Federal de Santa Catarina Centro Tecnológico - CTC Departamento de Arquitetura e Urbanismo Professor: Anderson Matéria: Tecnologia da Edificação I Alunas: Gabriela Yoshitani da Luz Maria Eduarda Scarsanella Miranda Mariana Pereira Clemes Marilia Ferrari AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL A tecnologia em nosso favor. Florianópolis, 09 de julho de 2009.
  2. 2. AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL O que é automação? Automação (do inglês Automation), é um sistema automático de controle pelo qual os mecanismos verificam seu próprio funcionamento, efetuando medições e introduzindo correções, sem a necessidade da interferência do homem. É a aplicação de técnicas computadorizadas ou mecânicas para diminuir o uso de mão-de-obra em qualquer processo, especialmente o uso de robôs nas linhas de produção. A automação diminui os custos e aumenta a velocidade da produção. Também pode ser definida como um conjunto de técnicas que podem ser aplicadas sobre um processo objetivando torná-lo mais eficiente, ou seja maximizando a produção com menor consumo de energia, menor emissão de resíduos e melhores condições de segurança, tanto humana e material quanto das informações inerentes ao processo. Para viabilizar a automação de um determinado processo, existe uma necessidade preliminar de realização de um estudo técnico (também chamado de engenharia básica ou levantamento de dados) que verificará todas as necessidades para o processo desejado, servindo como subsídio para a identificação, análise e determinação da melhor estratégia de controle e para a escolha dos recuros de hardware e/ou software necessários para a aplicação. Atualmente, a automação está presente em diferentes níveis de atividades do homem, desde as residências, no trânsito, através de sistemas de controle de tráfego e sinalização, nos edifícios comerciais, processos de conpra, venda e transporte de bens, processos industriais primários e secundários, e até nas jornadas espaciais A automação pode ser dividida em alguns ramos principais: Automação Industrial, Automação Comercial, Automação Residencial. Automação residencial Automação Residencial - Aplicação da técnicas de automação para melhoria no conforto e segurança de residências e conjuntos habitacionais, tais como: Controle de acesso por biometria, porteiro e portões eletrônicos, circuitos Fechados de Televisão (CFTV), controle de luminosidade de ambientes, controle de umidade, temperatura e ar condicionado (HVAC), etc.
  3. 3. Como funciona? O Sistema integra e controla os comandos elétricos da casa: iluminação, temperatura, música, segurança e comunicação de todos os ambientes, conforme necessidade de cada projeto. É fácil de instalar e pode ser ajustado à qualquer projeto arquitetônico. Permite controlar os sistemas automatizados das residencias como: persianas elétricas, bombas de agua,ventiladores,ar-condicionado,etc.Tudo para deixar o ambiente perfeito. Desce e sobe persianas, abre e fecha portões elétricos. Aciona o ar-condicionado e o sistema de calefação através do cronotermostato e do programador horário. SISTEMAS INTEGRADOS Uma das principais preocupações dos projetistas e instaladores de sistemas de Automação Residencial deve ser a integração entre eles. Os produtos modernos , embora muitas vezes de complexa tecnologia, dispõem de interfaces "amigáveis" para que possam ser operados com certa facilidade pelo usuário final. No entanto, quando uma série de produtos destes trabalham sem comunicação entre si, o resultado na maioria das vezes é uma grande confusão operacional... imagine por exemplo dois sistemas de iluminação independentes (iluminação de emergência e iluminação por zonas) atuando de forma separada, um deles se utilizando de sensores de presença e outro baseado em controle remoto... ou dois sistemas de vídeo na mesma residência (fato muito comum envolvendo o Circuito Fechado de TV que não se comunica com o sistema do Home Theater, o que obriga a existência de monitores dedicados, custos duplicados, etc.) Quando se prevê um cabeamento prévio das residências, toda esta integração pode ser obtida ao final e a um custo muito pequeno. Quando isto não é previsto em projeto, bem aí temos a improvisação e o desperdício, que sempre resultam em prejuízos financeiros e dificuldades operacionais. Hoje quando falamos em integração de sistemas podemos facilmente considerar aplicações que até meses atrás seriam pura ficção científica.... Quais? Imagine a conexão da Internet com os controles residenciais! Tudo aquilo que V. controla dentro de sua casa, através de uma simples conexão á Internet poderá ser estendido a praticamente qualquer local ! Ou seja, com seu laptop, de qualquer lugar, V. vai poder gerenciar o que ocorre em sua residência, com todos os equipamentos e serviços lá instalados, inclusive com imagens. Ou quando V. estiver viajando e quiser acionar um equipamento de segurança ou a bomba da piscina, basta discar pelo telefone e digitar os códigos pré-estabelecidos. BENEFÍCIOS DA AUTOMAÇÃO Como qualquer novidade, a Automação Residencial inicialmente é percebida pelo cliente como um símbolo de status e modernidade. No momento seguinte, o conforto e a conveniência por ela proporcionados passam a ser decisivos. E por fim, ela se tornará uma necessidade vital e um fator de economia (lembra-se da evolução da telefonia celular entre nós?).
  4. 4. É neste sentido que desejamos estimular o desenvolvimento destas idéias e propagá-las entre os profissionais. Para que estejamos preparados, desde o início, para absorver a demanda deste emergente mercado e participemos ativamente do seu crescimento. PECULIARIDADES DOS SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL Cronologicamente, o desenvolvimento dos sistemas de automação residencial surge depois de seus similares nas áreas industrial e comercial. Por óbvios motivos econômicos e de escala de produção, os fabricantes e os prestadores de serviços , num primeiro momento, se voltam aqueles segmentos que lhes propiciam maior rapidez no retorno de seus investimentos. No mercado brasileiro isto não ocorreu de maneira diversa. Os primeiros sistemas automatizados de controle foram concebidos para aplicações especificamente industriais, ainda na década de 70. Consolidada a automação industrial, o comércio foi em seguida contemplado com sua automação que até hoje vem evoluindo, principalmente com o rápido avanço da informática (vide, por exemplo, a utilização intensiva dos códigos de barra) e os softwares de supervisão e gerenciamento apresentam aspectos de grande sofisticação. Lojas de departamento, supermercados, hotéis, hospitais, entre outros, têm sua operação totalmente integrada, incluindo sua logística , vendas, finanças, etc. Até mesmo o pequeno comércio e prestadores de serviço se utilizam dos benefícios da automação. Da mesma maneira, surgiram os chamados "prédios inteligentes" , notadamente aqueles voltados ao uso comercial; seus sistemas automatizados privilegiam as últimas tecnologias no campo de telecomunicações, ar condicionado, segurança predial e controle de acesso. Apesar da natural diversidade entre estes sistemas automatizados eles tem algumas características em comum, a destacar. Seus conceitos de projeto são estandardizados, isto é, são desenvolvidos a partir de estimativas sobre a utilização padrão de seus recursos; por exemplo, num mesmo prédio comercial podem conviver consultórios médicos, advogados, empresas de alta tecnologia ou consultores, e portanto os conceitos devem valer para uma gama abrangente de usuários e visitantes; A infra-estrutura necessária para a automação é criada desde a prancheta, ou seja, prevista nos orçamentos iniciais das obras e incorporadas durante a construção. Sua operação pode ser complexa, pois implica grande número de usuários e muitas variáveis de controle; sessões rotineiras de treinamento para seus usuários são sempre bem- vindas. A necessidade de "supervisão" é critica, por isso o monitoramento dos sistemas, acompanhado de relatórios de controle, auditorias, etc. são imprescindíveis. Destacamos estes quatro pontos para poder contrapor a eles as peculiaridades dos sistemas residenciais de automação e mostrar como estes se distanciam nestas características. Isto é de extrema importância para o profissional da área, pois exige uma adaptação consciente dos recursos de projeto a serem empregados. Se não, vejamos: Na automação residencial, em última instância, vale o estilo de vida e preferências
  5. 5. de quem vai residir no local; por isso as soluções são muito pessoais e dirigidas; por exemplo, alguns clientes dariam excessiva ênfase aos sistemas de segurança se fossem residir numa casa isolada, mas este mesmo cliente ao optar por num condomínio fechado poderia abrir mão de alguns itens de segurança e, com o mesmo gasto ,sofisticar seu home theater. Com relação a infra-estrutura (basicamente cabeamento e definição de equipamentos), infelizmente o projeto de residências ainda deixa muito a desejar; na maioria dos casos hoje vivenciados, as soluções se automação são desenvolvidas no decorrer da obra, quando não apenas ao seu final. Como podemos antever, isto compromete não só o orçamento final mas também prejudica o aproveitamento ideal dos recursos disponibilizados pela automação. Outro fator interessante a considerar é que boa parte dos equipamentos de automação doméstica não ficam obrigatoriamente incorporados ao imóvel, podendo ser levados pelo seu proprietário quando se mudar. A automação residencial tem que se valer de interfaces amigáveis... os clientes/usuários são totalmente avessos a programações complexas. Se aceitamos sem muitas reservas a necessidade de "treinamento" para operar nossos escritórios e indústrias, ao nos transformarmos em "habitantes" de uma moradia tudo que desejamos é facilidade de operação e simplicidade de comandos. O instalador/ projetista de automação não pode se esquecer deste "detalhe", que muitas vezes compromete a qualidade final de um trabalho tecnicamente perfeito. Na maioria das vezes, um bem projetado sistema de automação residencial não necessita de um "supervisor", ou seja, se o seu grau de confiabilidade operacional é elevado, o usuário se dá por satisfeito. À exceção dos sistemas de monitoramento e alarme, não se justifica a necessidade de manter registros ou auditar continuamente o funcionamento de equipamentos domésticos; os custos que seriam incorridos nesta prática certamente superariam os benefícios alcançados. Esta comparação possibilita um novo viés para interpretar as peculiaridades da automação residencial quando comparada aos requisitos da automação industrial e comercial. Logicamente existem características comuns a ambas as áreas, e que são sempre consideradas em qualquer avaliação dotada de bom senso, a saber: - adequada relação custo/ benefício - confiabilidade - interatividade - atualização tecnológica (upgrades) simples - conforto e conveniência Julgamos este "alerta" importante pois a formação básica dos profissionais (engenheiros, arquitetos, projetistas...) que estão migrando para a automação residencial
  6. 6. ainda é centrada na automação industrial e, como vimos, seus conceitos devem ser revisados e ajustados às novas realidades do mercado residencial. Controle de automação Você pode acionar e controlar persianas de rolar, cortinas e janelas motorizadas, individualmente ou em grupos. Controle remoto Persianas de rolar, cortinas e outros sistemas acionados também podem ser controlados remotamente.
  7. 7. Dispositivos de programação Pode programar o tempo de operação de cada dispositivo do lar usando programadores e temporizadores que gerenciam a operação cíclica dos dispositivos. Por exemplo, irrigação, cafeteira, desumidificador, maquina de lavar. Termostato temporizado Utilize o termostato temporizado para ajustar a temperatura em um ciclo semanal ou diário, com flexibilidade máxima, mesmo em cada ambiente separado. SISTEMA DE SOM DIGITAL DTS Em 1993, o grande êxito de Jurassic Park de Steven Spielberg introduziu nos cinemas o som nítido e claro do DTS (Digital Theater Systems), mudando para sempre o modo que sentimos a experiência sonora num cinema. Inovador na sua flexibilidade, fidelidade e total realismo sonoro, DTS logo se tornou o formato preferido pêlos espectadores, cineastas e exibidores, estimando-se em mais de 18000 salas pelo mundo afora já equipadas com este sistema.
  8. 8. Desta forma, o DTS é a mais sofisticada tecnologia já criada para transformar home theaters existentes em seis canais de som com desempenho excepcionalmente nítido. Ao mesmo tempo é o único formato de surround que pode criar a revolucionária experiência de som tridimensional nas novas musicas gravadas em CD, trilhas sonoras de filmes e numa variedade cada vez maior de DVD's. Os principais fabricantes de processadores de A/V já estão integrando esta tecnologia aos seus novos produtos, bem como o catálogo de CD's e DVD's em formato DTS não para de crescer. COMO SE RELACIONAM O THX e o DTS ? Quando vamos ao cinema, se reparamos nos seus créditos finais podemos notar que o sistema de som utilizado é mostrado, indicado por letras. Os dois mais famosos são DTS e THX. Mas você sabia que eles não são sistemas de som concorrentes? Sim, freqüentemente eles trabalham juntos nas melhores salas, para proporcionar o melhor sistema de som digital possível. Colocado de maneira simples, o som digital de uma sala é composto de duas áreas. A primeira (Área 1) consiste principalmente do equipamento de projeção que realmente "lê" a trilha sonora do filme, a decodifica e processa. O sinal resultante é levado à segunda área (Área 2), o sistema de amplificação e caixas acústicas. A tecnologia DTS é utilizada na Área 1, onde os processadores de som do cinema convertem os sinais analógicos e digitais de um CD-rom em sinal de áudio de alta qualidade. Já a tecnologia THX envolve a Área 2, especialmente a localização dos alto falantes e a acústica do auditório. Para obter uma certificação do sistema THX uma sala de cinema precisa se adaptar aos seus padrões e fazer uso de equipamentos de fabricantes autorizados pêlos licenciadores do THX .Por decorrência, todo equipamento DTS é aprovado para as salas certificadas pelo THX. Assim, ambos os sistemas , DTS e THX podem existir por si, mas muitas vezes trabalham juntos. Quando isso ocorre, pode-se garantir que o resultado sonoro digital é quase idêntico ao pretendido pelo cineasta. E, para o espectador, uma experiência sonora única. Logicamente, o DTS já existe fora das salas de cinema, já que a tecnologia está sendo licenciada para os principais fabricantes de eletrônicos de uso doméstico, assim como os CD's, DVD's e Laser Disc's. Ao projetar um home theater hoje em dia, não deixe de considerar a utilização plena dos recursos de DTS para garantir a maior fidelidade na reprodução da parte acústica de seus espetáculos.
  9. 9. SOM AMBIENTE PARA A CASA INTEIRA Um sistema de som na sala de TV, outro na suíte do casal, microsystems nos dormitórios das crianças e ainda alguns rádios portáteis. Para que tudo isso? O sistema de som central pode se encarregar de sonorizar a casa toda, sem que você precise trabalhar a todo o volume ! Sistemas chamados multi-room distribuem o som de diversas fontes para todos os ambientes desejados, mesmo externos (jardins, piscinas, etc). Normalmente basta um bom receiver/amplificador para sonorizar a maioria dos ambientes. E este equipamento está sempre presente nos Home Theaters. Por não haver necessidade de outros equipamentos, alem das caixas acústicas , esta é uma alternativa economicamente interessante. TIPOS Os sistemas multi-room podem ser de três tipos básicos. O mais comum é um amplificador multi-canal , que pode abastecer vários conjuntos de caixas acústicas. Estes equipamentos podem ser definidos para 2 pares de caixas até 12 pares. A instalação ficará mais equilibrada se dispuser de um pré-amplificador + switcher, que processa as informações de áudio e regula a distribuição entre os ambientes. Um potenciômetro para controlar o volume individual de cada ambiente completa este tipo básico de sonorização. Várias fontes de áudio podem ser usadas (CD, som digital de sistemas por satélite e radio AM/FM convencional) mas neste caso apenas uma escolha será disponível de cada vez, ou seja, todos os ambientes receberão o mesmo programa. Uma segunda possibilidade é a escolha de sistemas denominados single-box . Alguns fabricantes combinam todos os equipamentos necessários (receiver, amplificador, processador e switcher) num único produto. Geralmente, incluem também controles remotos e keypads de parede (ver figura) para facilitar a operação do sistema. Também neste caso, existe a limitação de se ouvir um único programa por vez. Através dos keypads pode-se mudar a fonte de áudio, trocar de faixa (CD) ou de estação (radio) e regular o volume em cada ambiente sonorizado. A terceira alternativa , e a mais sofisticada, é um sistema multi-zonas que permite que se ouça qualquer fonte de áudio a qualquer momento, em cada ambiente. Cada zona (ou ambiente sonorizado) tem seu próprio keypad, usado para se escolher a partir de qual fonte será ouvido ( e controlado) o som . O equipamento central deve ser escolhido de acordo, para suportar estas necessidades. Alguns destes sistemas fazem mais do que apenas sonorizar ambientes e se comportam como verdadeiros sistemas de comunicação. Ligando telefones e porteiros eletrônicos a eles, o som ficará automaticamente mudo quando estes tocarem. E também podem ser usados para distribuir sinais de vídeo para os monitores da casa inteira. A terceira alternativa , e a mais sofisticada, é um sistema multi-zonas que permite que se ouça qualquer fonte de áudio a qualquer momento, em cada ambiente. Cada zona (ou ambiente sonorizado) tem seu próprio keypad, usado para se escolher a partir de qual fonte será ouvido ( e controlado) o som . O equipamento central deve ser escolhido de acordo, para suportar estas necessidades. Alguns destes sistemas fazem mais do que apenas
  10. 10. sonorizar ambientes e se comportam como verdadeiros sistemas de comunicação. Ligando telefones e porteiros eletrônicos a eles, o som ficará automaticamente mudo quando estes tocarem. E também podem ser usados para distribuir sinais de vídeo para os monitores da casa inteira. CAIXAS ACÚSTICAS Por motivos de decoração, normalmente as caixas acústicas para som ambiente devem ser discretas, porém precisam ser eficientes. Assim, as mais utilizadas são as de embutir em forros de gesso, normalmente de cor branca, que garantem boa acústica e não prejudicam a ambientação. É importante também escolher caixas de boa qualidade de reprodução e que resistam bem ao uso prolongado. Para sonorizar ambientes externos, como jardins e decks de piscina, são necessárias caixas especialmente tratadas para ficar ao tempo. Existem inclusive caixas de som embutidas em pedras, para melhor compor com o paisagismo. Entradas/fontes sonoras Entrada RCA Permite conectar uma fonte sonora externa como cds, dvds, etc.
  11. 11. Controle estéreo Permite comandar uma fonte sonora externa utilizando controles de infra-vermelho. Hub de áudio Permite conectar até 4 fontes sonoras distintas Rádio FM Sintonizador de rádio FM, instalado em um painel DIN. Visualiza mensagens RDS. Amplificadores
  12. 12. Amplificador integrado ao comando Permite abaixar/aumentar o volume, trocar a fonte sonora, trocar a faixa do cd. Amplificador com suporte DIN Mais potente, necessita de um controle. Controles Comando especial De acordo com a configuração, pode comandar um amplificador ou vários.
  13. 13. Touch Screen Com um simples toque no display é possível comandar todas as funções do sistema My Home, inclusive o sistema de difusão sonora. Alto-falantes Auto-falantes especiais Para embutir, fixar na parede ou no teto. INTRODUÇÃO AOS SISTEMAS DE CONTROLE DE ILUMINAÇÃO Thomas Edison jamais imaginaria que sua invenção se tornaria uma aplicação doméstica tão versátil. Ele apenas queria algo que nos ajudasse a enxergar no escuro...Enquanto isso, nossas luminárias e lâmpadas de hoje, quando ligadas a sistemas especiais de controle de iluminação, podem prover muitas outras funções. Sistemas inteligentes de iluminação podem acentuar os detalhes arquitetônicos de uma sala ou criar um clima especial, seja ele romântico ou festivo. Ligando e desligando automaticamente, podem proteger uma casa de intrusos, fazendo-a parecer ocupada na ausência de seus proprietários. Economia de eletricidade é outra vantagem, pois a intensidade de luz é regulada conforme a necessidade e as lâmpadas não precisam ficar totalmente acesas como acontece normalmente. Os sistemas inteligentes também dão apoio ao Home Theater, propiciando a iluminação correta para cada uso (assistir programas no telão, ouvir musica, etc.). TIPOS O mais simples tipo de controle de iluminação requer pouco mais que módulos ligados em tomadas simples de parede. Normalmente chamado de sistema powerline , ou X-10 (denominação comercial), utiliza a própria rede elétrica existente para acionar os pontos de iluminação e tomadas. Estes módulos tem duas formas básicas: uma tomada especial que substitui as tomadas convencionais ou um módulo externo que é plugado às tomadas (no caso de abajures, por exemplo) . Estes módulos recebem um enderêço digital que será
  14. 14. utilizado pelos controladores para identificá-los quando emitir um sinal a ele dirigidos. Os controladores tem uma gama maior de estilos, podendo variar de interruptores simples até teclados mais completos (de parede ou consoles de mesa). Cada botão deste console pode ligar/desligar e aumentar/diminuir a intensidade do sinal dirigido aos vários módulos e tomadas. Até aqui não existe nada de tão automático assim, mas digamos que é bem mais conveniente operar as luzes da casa inteira desde o seu criado mudo, por exemplo, do que ter que descer escadas e fazer isso manualmente... Um pouco mais "inteligentes" são alguns destes controladores que incluem timers (radio relógios especiais, por exemplo) ou sensores de luz solar. Assim, as lâmpadas vão poder ser acesas conforme o horário programado ou então quando a luz solar for insuficiente. Este sistema caracteriza-se pela relativa simplicidade de instalação e baixo custo ( os módulos tem preços em torno de 15 a 20 dólares - nos Estados Unidos) Do outro lado desta simplicidade estão os sofisticados sistemas de controle que operam através de seu próprio cabeamento dedicado. Estes sistemas de controle dedicados podem ser para um só ambiente ou multi-ambientes. Gerenciados por controladores inteligentes, através deles as iluminação da casa pode ter uma performance surpreendente. Eles podem responder a uma variedade de sinais, desde um sensor de presença até a ativação de um videocassete. Eles podem escurecer e clarear em níveis bastante precisos, criando os chamados cenários, ou iluminar um caminho pré-definido, do hall até seu quarto por exemplo. Mais importante que isso , estes sistemas inteligentes podem gerenciar outros sistemas eletrônicos, como o de segurança, de ar condicionado / aquecimento e de entretenimento. Um profissional de automação pode programar um sistema de iluminação de tal forma que o toque de um interruptor instrua o sistema de segurança a ser armado e acender certas luzes. Sistemas para ambiente único, também chamados de dimers multicircuito de parede ( equipamento GrafikEye da Lutron, por exemplo) permitem qualquer combinação de luzes com varias intensidades ao toque de um botão. Assim, um mesmo ambiente pode ser iluminado para uma festa, para leitura ou focando uma obra de arte. Os efeitos decorativos, neste caso, são formidáveis. Estes sistemas de ambiente único podem causar um grande impacto numa sala, mas para controlar a iluminação de uma casa inteira, será necessário um sistema processador central que se comunica com todos os interruptores da casa. Os mais recentes sistemas de controle de iluminação que estão chegando ao mercado não utilizam fio. Os interruptores se comunicam com as lâmpadas em radio frequência. São sistemas que, por não precisarem fio, podem ser instalados e expandidos com mais facilidade. Interruptor luminoso com led de sinalização Um led permite identificar com facilidade o interruptor no escuro
  15. 15. Dimerização de luzes Você pode ajustar as luzes desde a intensidade zero até a máxima mantendo o botão dimmer pressionado, ou pode usá-lo como um simples botão liga/desliga. Ligar ou desligar luzes com o contrôle remoto Dimmers podem ser instalados com um receptor de IR embutido permitindo-lhe controlar remotamente as luzes Ligar ou desligar luzes por sensor de movimento Acenda luzes conforme você caminha, usando um sensor de presença que detecta
  16. 16. CABEAMENTO RESIDENCIAL A abertura de mercado e a desestatização do setor de telecomunicações no Brasil, ocorrida nestes últimos anos, causaram a popularização de tecnologias e serviços, em uma velocidade nunca vista antes. Sistemas que eram utilizados exclusivamente em ambientes corporativos, também estão sendo implantados em residências. A necessidade de maior conforto, informação e segurança, não foram os únicos motivadores desta mudança. A residência como complemento do escritório ou profissionais que optaram em trabalhar em casa, criou uma demanda de serviços de telecomunicações de maior capacidade. A modernização das redes de telecomunicações brasileiras e a globalização da tecnologia, propiciaram o desenvolvimento de ambientes residenciais com infraestrutura compatível a pequenas empresas, possuindo todos os serviços de comunicação e segurança disponíveis atualmente. As linhas telefônicas digitais e seus serviços agregados, computadores, intranet, internet de acesso rápido (banda larga), televisão paga (cabo ou satelital), interfonia inteligente e controle de acesso, além de equipamentos de vigilância eletrônica, são exemplos de sistemas implantados em uma residência. Porém, é comum encontrar vários destes sistemas instalados sem uma infraestrutura de cabeamento adequada, comprometendo o desempenho destes equipamentos e a segurança dos moradores. Todos estes serviços e equipamentos necessitam de uma rede de cabos de alta performance devidamente instalados, que raramente encontramos nas residências atuais. Com esta invasão de sistemas corporativos nas instalações de uma residência, faz-se necessário à implantação de um cabeamento genérico de telecomunicações e de sinais de controle, que permitam o funcionamento dos equipamentos adequadamente. Para que uma rede seja implantada de forma a atender aos requisitos destes sistemas, é necessário o planejamento prévio, através da execução de projeto por pessoal especializado. Da mesma forma, é crucial o emprego de mão-de-obra qualificada para a instalação e o teste desta rede. A norma dominante no Brasil, que trata do assunto de Cabeamento Residencial, é a ANSI/TIA/EIA 570A (Residential Telecommunications Cabling Standard - 1999), de
  17. 17. origem norte-americana, a qual define padrões e referências para o correto dimensionamento de um cabeamento residencial. Como funciona Imagine a instalação elétrica de sua casa, você tem várias tomadas instaladas e todas estão ligadas a um “quadro de” luz onde, através de disjuntores, você pode ligar ou desligar as tomadas. Agora, imagine uma instalação parecida com a elétrica, só que ao invés de cabos e tomadas elétricas, você tem cabos e tomadas de comunicação todas elas sendo ligadas a um painel central, que vamos chamar de “quadro de comunicação”. Nesse quadro teremos, as conexões externas onde ligamos telefones, tvs a cabo e etc, que vêm da rua, e as conexões internas que são as tomadas (de comunicação) de sua casa. Então fazemos as ligações dos benefícios que vêm da rua (telefone, tv a cabo etc) com as tomadas, assim podemos ligar um telefone na cozinha, na sala, no quarto, e outra linha no escritório, com a facilidade de poder mudar isso a qualquer hora sem precisar repassar fiação ou quebrar paredes.
  18. 18. Da mesma maneira podemos ter internet banda larga, tv a cabo, distribuir áudio e vídeo do home theather em qualquer ponto da casa, e mudar isso quando for necessário. Cenários O som do home-theater abaixa ao toque da campainha ou do telefone e você vê na tela da tv quem está a porta. O pai acessando o Banco enquanto o filho joga on-line com os amigos e a mãe acessa receitas na cozinha. Leve a tv para a beira da piscina ou junto a churrasqueira para ver aquele jogo importante com os amigos. Conecte-se a seu home-office do jardim com seu notebook em um dia agradável. Tenha um servidor de músicas mp3 e ouça pela casa toda. Enquanto o pai recebe visitas na sala, o filho pode de seu quarto assistir ao dvd (que está na sala). Mudar os móveis de lugar já não é mais tão difícil, basta reconfigurar as tomadas. Tenha uma linha telefônica comercial e outra pessoal, distribuindo-as convenientemente pode-se evitar que o filho atenda aquela ligação comercial importante. Compartilhe suas impressoras, scanners, gravadores de cd com todos os computadores da casa. Instalando camêras de segurança, pode-se acompanhar pela internet o que acontece em casa quando estamos viajando.
  19. 19. A chegada da internet banda larga juntamente com a tv a cabo nas residencias trouxe a necessidade de repensar a infra-estrutura de cabeamento residencial Cabeamento estruturado é uma solução largamente utilizada no mercado comercial e agora começa a ser adotado no mercado residencial. As possibilidades que um cabeamento bem planejado abre aos usuários domésticos são inumeras, distribuição de telefones, internet, tv, som ambiente, são apenas algumas delas. Entreterimento Rede doméstica Transforme sua casa em uma lan house, ouça em seu home theater suas musicas mp3 armazenadas em seu pc, veja na tv suas fotos e vídeos. TV a cabo e aberta Alem dos comodos normais, você pode deixar pontos de tv perto da churrasqueira ou da piscina e assistir o final do campeonato junto com os amigos.
  20. 20. Distribuição de audio e vídeo Distribua som ambiente pela casa, assista o dvd que esta na sala em seu quarto. Comunicação Rede doméstica Instale um home-office em sua casa, tenha os mesmos benefícios que a rede do escritório ja lhe proporciona compartilhando impressoras, scanners, gravadores de dvds, etc. O aceso a internet banda larga lhe da acesso a emails, sites, Voz sobre ip (telefone pela web), e muitas outras coisas.
  21. 21. Telefone Tenha sua linha da familia e a linha do escritório separadas e com facilidade para muda-las sempre que quiser. Se optar por instalar um pabx sua instalação ja esta preparada pra isso. Interfone Atenda o interfone de qualquer ponto da casa, veja na tela da tv quem esta a porta e abra o portão sem sair do lugar Segurança Biometria Você não precisa mais levar chaves e senhas, você tem sua identidade na ponta dos dedos.
  22. 22. Câmeras de Segurança Veja quem esta a porta pela tv, ou de qualquer parte do mundo pela internet. Comodidade Mudança de lay out O quarto do bebe hoje pode ser o escritório amanhã. Mude a disposição dos móveis sem problemas com um projeto de cabeamento estruturado bem dimensionado. ANSI/TIA/EIA 570ª O conceito principal de um cabeamento estruturado residencial é prover uma distribuição interna de cabos de alta performance, com o intuito de permitir a automação, controle e transmissão de sinais, garantindo flexibilidade, longevidade perante novas tecnologias, conveniência e conforto.
  23. 23. A norma define dois graus de distribuição interna de cabeamento, baseados em serviços e sistemas que poderão ser suportados dentro de cada residência. O grau 1 provém um cabeamento básico, que atingem os requisitos mínimos para serviços de telecomunicações (telefonia, dados e televisão). Já o grau 2 provém um cabeamento que atendem os requisitos atuais (básicos) e também os futuros serviços de telecomunicações multimídia. Para o grau 1, a norma recomenda a utilização de um canal UTP (cabo de par trançado não blindado) - Categoria 3 (performance mínima) e um canal Coaxial (Série 6) por tomada. Como o Grau 2 deve prever uma maior quantidade de equipamentos e necessitará de uma maior capacidade de transmissão, a norma recomenda a implantação de 2 canais UTP - categoria 5e ou superior, dois canais coaxiais (série 6) e como opcional, um par de fibras ópticas por tomada. Componentes Uma solução de cabeamento residencial, baseado na norma ANSI/TIA/EIA 570 A, é composta por diversos componentes, que juntos, formam os canais de transmissão e conexão, necessários para a formação de uma rede de cabos de alta performance, de acordo com os graus atribuídos em cada projeto. Para definirmos o grau de um sistema de cabeamento residencial, necessitamos termos com clareza, as reais e verdadeiras aplicações para o ambiente, sempre consultando os futuros usuários. Estes parâmetros nos permitirão definir o número de canais e a performance mínima do sistema. INTRODUÇÃO AOS SISTEMAS DE COMANDO - POR RECONHECIMENTO DE VOZ A possibilidade de utilizar sistemas de reconhecimento de voz na automação residencial tem aumentado em muito pouco tempo. Nos anos passados, os esforços iniciais para utilizar o reconhecimento de voz eram inovadores e interessantes, mas lhes faltava confiabilidade e uma performance que possibilitasse ser um método viável de controle. O que aconteceu mais recentemente no mercado de PC foi uma substancial redução de custo associada a um aumento significativo da capacidade de processamento. Foi esse formidável passo que tornou mais efetivo e viável o reconhecimento de voz. Como resultado, os consumidores têm visto crescer o número de produtos oferecidos e melhora na qualidade dos já existentes. Boa parte destes produtos é utilizada por pessoas com problemas físicos, incapazes de acionar interruptores ou teclados ou de se deslocar livremente pela casa. Além disso, pode facilitar algumas funções que precisam ser executadas por crianças ou empregados não familiarizados com controles mais sofisticados. Testes tem demonstrado que , embora funcionem razoavelmente bem para fazer menos e controlar um computador desktop, todos estes produtos baseados em "ditados" necessitam que o microfone esteja bem próximo ao usuário para garantir um reconhecimento confiável. Muitos destes produtos requerem um treinamento extensivo do usuário em relação ao vocabulário pré cadastrado no equipamento. E, mesmo com todo treinamento, estes
  24. 24. produtos nem sempre são confiáveis quando submetidos aos ruídos de som ambiente. Já existe uma gama considerável destes produtos destinados a automação residencial; no entanto, para uma operação satisfatória, a maioria deles requer um usuário de fala nítida, um ambiente silencioso e a proximidade de um microfone. Já os softwares controladores utilizados são muito confiáveis, uma vez que exaustivamente testados. CRITERIOS DE PROJETO PARA UM SISTEMAS DE RECONHECIMENTO DE VOZ 1. O reconhecimento dos comandos de voz deve ser confiável. 2. O reconhecimento dos comandos de voz deve operar eficientemente mesmo com o barulho normal de um ambiente. 3. O sistema deve operar totalmente livre do uso das mãos. Não deve ser necessário que o usuário porte qualquer tipo adicional de hardware, seja um controle remoto sem fio ou um telefone. 4. O sistema deve operar usando microfones ativos distribuídos pela casa, que captam todo som ambiente incluindo os comandos de voz que devem ser reconhecidos e interpretados. 5. O sistema deve operar adicionalmente a outros tipos de interface, como interruptores, controles remotos e painéis de controle. O sistema de controle de voz deve ser um opcional dentro dos sistemas residenciais automatizados. 6. O sistema deve se integrar com múltiplos controladores para permitir uma abordagem de "sistema aberto" 7. O sistema deve permitir um feedback sonoro opcional para que seja confirmado para o usuário o recebimento do comando de automação SISTEMA DE AUTOMAÇÃO – INSTABUS Hoje o conceito de automação predial e/ou residencial ainda é um pouco incerto, pois em uma automatização é preciso dar condições para que todos os pequenos sistemas do ambiente (iluminação, segurança, ar condicionado, controle de energia, incêndio,...) possam trabalhar em conjunto e de forma otimizada dentro da instalação, o que nem sempre ocorre nos sistemas que assim se intitulam atualmente. Para Welton Ferreira de Almeida, engenheiro de marketing de produto e sistemas de automação predial e residencial da Siemens, o conceito de edifício inteligente envolve mais que a parte do projeto elétrico, normalmente é aplicado aos novos edifícios e envolve um estudo rigoroso que vai desde a localização do prédio até seus impactos ambientais, passando por todas as variáveis técnicas existentes nos projetos elétricos e hidráulicos.
  25. 25. "Existem edifícios hoje que precisam de um retrofiting (uma reforma geral, da fachada às instalações existentes), por exemplo, para que possam continuar a ter procura. Eles precisam se adaptar às necessidades dos escritórios novos, principalmente no que se refere à rede de telefonia e computacional, além da parte de segurança entre outras". Além de valorizar o edifício, o retrofiting garante um melhor uso das funções do mesmo, enquanto a otimização e a redução dos custos de utilização trazidas pela automação garantem o retorno do investimento. A automatização de indústrias em conjunto com os escritórios também é possível e sua interação pode ser feita, por exemplo, através de software. "Mesmo na automação predial a base de conhecimento muitas vezes é a indústria, pois são utilizados equipamentos/tecnologia semelhantes, como: CLPs, centrais etc; para o trabalho em grandes projetos...", comenta Welton F. "... e, embora a automação seja também uma questão financeira e de know how, a discussão esbarra principalmente na questão cultural, pois o que hoje parece supérfluo vai incorporar-se ao dia a dia e tornar-se apenas funcional no futuro". A automação gera uma série de economias ao longo do tempo, o que compensa o investimento inicial do projeto, tanto que hoje, os edifícios são ao menos preparados para receber novas tecnologias, o que lhes confere maior vida útil. Os preços podem variar de acordo com a aplicação entre muitos outros fatores. Hoje existem diferentes tecnologias que podem atender prédios e residências de acordo com a necessidade de cada projeto. A Siemens, por exemplo, trabalha com três possibilidades: O LOGO!, um micro CLP com interface amigável inclusive em software, o SISTEMA APOGEE que é utilizado em grandes projetos onde envolvam muitos sistemas e o técnica instabus® para instalações elétricas inteligentes: é um conjunto de dispositivos projetados de acordo com cada necessidade e pode ser utilizado tanto em residências como em edifícios de médio porte. Esta tecnologia para "gerenciamento de instalações elétricas" trabalha com "telegramas binários" onde as mensagens entre os dispositivos acontece rápida e seletivamente de modo descentralizado através de cabos semelhantes aos de telefone, permitindo a integração fácil com outros sistemas, ágeis modificações pontuais físicas ou de programação, e ainda, a possibilidade de gerenciar somente um andar de um prédio, além de possibilitar seu retrofiting. Na Europa, a certificação, controle de qualidade e desenvolvimento de tecnologias neste segmento é coordenado pela EIBA que é uma associação de fabricantes do ramo que garante também a interoperabilidade entre seus produtos.
  26. 26. ARTIGOS RELACIONADOS AO TEMA Integrador de sistemas residenciais Profissional projeta e implanta sistemas centralizados e simples de controle dos sistemas da casa, como iluminação e segurança Por Renato Faria Na esteira da evolução tecnológica de sistemas eletroeletrônicos residenciais, surgiu um novo tipo de profissional: o Integrador de Sistemas Residenciais, responsável por projetar e implantar um sistema centralizado que permita ao morador controlar, de maneira simples, os aparelhos que surgem e vão se sofisticando. "Ao longo do tempo, foram surgindo equipamentos para controlar iluminação, áudio e vídeo, câmeras de segurança etc. Havia diversos sistemas e ninguém sabia como controlar tudo aquilo. O integrador é a pessoa que organiza esses sistemas todos", afirma Thales Cavalcanti, diretor-executivo da Aureside (Associação Brasileira de Automação Residencial). Quando atua junto a construtoras, o integrador pode ser considerado um "coordenador de projetos" dos sistemas eletrônicos de um edifício. "Às vezes nós somos chamados pela construtora e entramos num grupo de projetistas. Lá estão o projetista elétrico, o de segurança, o de iluminação... Se todos já estavam ali, o que eu estava fazendo no meio deles? Minha função era justamente ligar todas essas pontas", explica o projetista e integrador José Roberto Muratori. O engenheiro defende o papel do integrador no projeto: "numa equipe de projeto grande, todos são especialistas e nós, generalistas". Segundo Muratori, o profissional não precisa conhecer a fundo, por exemplo, uma câmera que será colocada numa guarita. Trata-se de uma tarefa do projetista de segurança, especialista no assunto. "Eu só preciso saber o que essa câmera faz, como ela me envia a informação e como eu posso integrá-la aos demais sistemas", explica. José Roberto conta que há uma diferença entre o integrador de sistemas prediais - mais focado nos sistemas de edifícios comerciais - e o integrador de sistemas residenciais. "O que percebemos é que os prédios residenciais praticamente não têm nada disso, mas poderiam ter", afirma. "Nesses empreendimentos, eu me sinto à vontade para propor algumas soluções, como uma central de automação para gerenciar a iluminação das áreas comuns, cortinas motorizadas nos salões de festa; lá na guarita, o porteiro poderá ter um monitor para acender e apagar luzes à distância, liberar elevador", explica o engenheiro. Quando o integrador trabalha em projetos de empreendimentos residenciais, quanto mais cedo começa a participar das reuniões, melhor. Isso porque na fase de concepção do produto, ainda é possível propor pequenas alterações na arquitetura que promovam a infraestrutura necessária para interligar os sistemas do edifício. "Claro que são necessárias informações básicas a respeito do empreendimento, como o perfil do público, quantos pavimentos terá, entre outras coisas. Mas não é necessário, por exemplo, já se ter um projeto de instalações elétricas pronto", afirma Muratori.
  27. 27. Dentre suas experiências com construtoras, o engenheiro destaca uma em que fora chamado numa etapa já avançada de desenvolvimento do projeto. "Nós fomos contratados para fazer um empreendimento com seis torres. Quando chegamos na primeira reunião para dar nossas impressões, eu pedi uma sala técnica para nosso sistema. A incorporadora respondeu afirmando que não poderia mexer em mais nada no edifício", relata. "Se eu tivesse sido consultado seis meses antes, eu teria pedido uma salinha de 2 m x 3 m e tudo estaria resolvido." José Roberto conta que, há cerca de cinco anos, o faturamento de seu escritório apoiava-se principalmente nos serviços prestados para construtoras. Hoje, a relação inverteu, e a grande maioria de seus clientes são os chamados consumidores finais, ou seja, os proprietários de residências. O engenheiro não descarta o trabalho com as construtoras, mas tem sido mais seletivo em relação às empresas com as quais atua. Segundo Muratori, é mais difícil, quando se trabalha com construtoras de maior porte, estabelecer um contato mais próximo com os compradores finais das unidades - clientes potenciais de seu escritório. "Eu prefiro trabalhar com empresas menores, cujos donos geralmente eu conheço pessoalmente, pois eles costumam me colocar em contato direto com o comprador. Assim é possível oferecer nossos serviços", destaca Muratori. "Houve uma oportunidade em que uma obra me gerou 48 clientes." De acordo com Cavalcanti, da Aureside, a maior parte dos profissionais que procura os cursos oferecidos pela entidade é composta por engenheiros elétricos. São profissionais em busca de reciclagem ou de novos horizontes para a carreira. Mas engana-se quem acredita que o curso basta para se considerar um verdadeiro integrador. O processo pode levar até um ano e inclui outros cursos específicos de certificação com os fornecedores com os quais ele pretende trabalhar. Numa segunda fase, a da "mão na massa", ele pode começar montando seu showroom, que pode ser seu próprio escritório. "É uma espécie de laboratório, para que o profissional não comece a lidar com os problemas logo na primeira obra." Quando pegar seu primeiro projeto, caso se sinta inseguro, aconselha Cavalcanti, o profissional pode pedir o auxílio de um técnico do fornecedor. Segundo Muratori, além de conhecer as características básicas dos componentes dos diversos sistemas com que trabalhará, o integrador de sistemas residenciais também precisa ter noções de leitura de projetos. "Eu mesmo me associei com uma arquiteta porque achava que me faltava, no trabalho com projetos, um pouco de visão espacial", conclui. “Projeto adapta residências para idosos” Portal +de50, 24/4/2009 Pense em uma casa moderna, com rampas no lugar dos degraus, barras de segurança nos banheiros e, até mesmo, elevadores. Pois bem, este é o conceito de automação residencial. A ideia é criar um ambiente que facilite a vida do morador, principalmente, se este for
  28. 28. idoso. Arquitetos explicam no que consiste um lar inteligente, e como aplicá-lo à vida real. O que há muito parecia impossível, hoje já se torna uma possibilidade. Criado com a finalidade de integrar todos os aspectos de eficiência energética, aplicação de materiais que não agridam a natureza, e a utilização racional da tecnologia, a arquiteta Virgínia Rodrigues garante: a casa do futuro é a casa ideal para ser ocupada por qualquer faixa etária, principalmente, pela terceira idade. De uma maneira geral, tudo o que está ligado à automação residencial, de fato, facilita a vida de um idoso. "Centrais controladoras de iluminação e equipamentos elétricos que podem ser programadas por eventos ou por horário, e que, numa situação de pânico, pode se transformar em alarme. Podemos utilizar leitores biométricos em várias aplicações, pois identificam o usuário e acionam utilitários sem a necessidade de manuseio de equipamentos", exemplifica a arquiteta. Cortinas e venezianas elétricas acionadas através de um botão, a irrigação automática de jardins e plantas, controle da temperatura do ambiente por controle remoto e pisos antiderrapantes também são algumas das facilidades que minimizam os esforços físicos. "Além disso, alguns equipamentos de uso pessoal, como botões de pânico via rádio frequencia preso no pulso ou num colar, e ligado a uma central de monitoramento 24 horas, podem ser acionados numa situação de perigo, ou até mesmo, de mal estar por parte do idoso", explica. Virgínia ressalta que a arquitetura de uma casa como esta, deve estar de acordo com as tecnologias que serão utilizadas no projeto. "O que esperamos para a casa do futuro é que as edificações sejam automáticas, e as características arquitetônicas são fundamentais para isso. Por exemplo, para que a temperatura interna seja sempre estável, o uso da tecnologia de condicionamento de ar deve ser econômico e racional, mas a arquitetura deve ter sido pensada para isso também", pondera. Para quem precisa e, principalmente, pode pagar por um lar inteligente, novidades na área não faltam. Segundo Virgínia, o profissional mais indicado para desenvolver projetos na área de automação residencial é um Integrador de Sistemas. "Este profissional pode indicar soluções para residências prontas, ou ainda, dar consultoria desde o início da concepção do projeto da residência, onde as possibilidades são bem maiores", conclui ela.
  29. 29. Bibliografia: http://www/.bticino.com.br Revista Lacombe (2004) http://www.automacaoresidencial.com.br/ http://www.zwave.com.br/main.htm http://www.sistemamyway.com.br/ http://www.smarthomes.com.br/mambo/index.php?option=com_content&task=view&id=1 9&Itemid=57

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