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Unidade 5 - PNAIC - Gêneros Textuais

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Unidade 5 - PNAIC - Gêneros Textuais

  1. 1. UNIDADE 5 – 11º Encontro Gêneros Textuais Orientadora de Estudos – Anos 1 e 3 ELAINE REGINA CRUZ ORTEGA
  2. 2. Gustavo Roldan – Editora Frase e Efeito- 2011
  3. 3.  TIPOS: escolhas discursivas que se operam na produção e que ocorrem de uma forma transversal em relação aos gêneros: narração, descrição, dissertação (ou argumentação).  GÊNEROS: objetos que usamos para nos comunicar, instrumentos de comunicação socialmente elaborados. Os gêneros são artefatos (ou objetos) mediadores da comunicação entre as pessoas.
  4. 4. Os gêneros textuais, segundo Schneuwly e Dolz (2004), são instrumentos culturais disponíveis nas interações sociais. São historicamente mutáveis e relativamente estáveis. Emergem em diferentes domínios discursivos e se concretizam em textos, que são singulares.
  5. 5. Unidade 5: Gêneros textuais (Ano 01 – Estudo do texto 1 – Página 6) “Os diferentes textos a serviço da perspectiva do alfabetizar letrando” Ivane Pedroso de Souza Telma Ferraz Leal
  6. 6. Relatos autobiográficos sobre alfabetização -Momentos “terríveis” por dificuldade em aprender a ler com professora particular. José Lins do Rego -Sofrimento de ser alfabetizado em casa pelo pai. Graciliano Ramos - Atividades que giram em torno de repetição e memorização; - Medo e insegurança decorrentes das ameaças de castigo frente a “erros”; - Descompasso entre as atividades propostas e experiências com leitura e escrita no contexto social.
  7. 7. Ferreiro e Teberosky (1986) Rompimento de concepção da língua escrita Código Sistema de notação alfabética A aprendizagem da língua escrita acontece por meio da interação com seus usos e funções.
  8. 8. Práticas de leitura e escrita informais geram motivação e reflexão.. Possibilitam descobrir seus estilos, usos e finalidades dos diferentes textos que circulam sociedade... Porém, capacidades mais elaboradas são aprendidas através de ensino sistematizadas... Compreensão e produção de textos orais, capacidades de ler e escrever.
  9. 9. Situações diversificadas de leitura e escrita LEAL E ALBUQUERQUE (2005).
  10. 10. Alfabetizar letrando Reflexão sobre os princípios que regem o sistema de escrita Usos sociais da leitura e escrita de textos de diversos gêneros Trabalhar em torno dos quatro eixos do componente curricular Língua Portuguesa.
  11. 11. Trabalho com textos no 1º ano do Ensino Fundamental... LEITURA: Situações em que outras pessoas leem para as crianças; Situações de leitura compartilhada; Situações de leitura autônoma; PRODUÇÃO DE TEXTO: Situações compartilhadas de produção de texto; Situações em que as crianças são estimuladas a escreverem sozinhas. TEXTOS ORAIS: Situações planejadas de ensino.
  12. 12. Situações em que outras pessoas leem para as crianças
  13. 13. Situações de leitura compartilhada e situações de leitura autônoma
  14. 14. Situações compartilhadas de produção de texto
  15. 15. Situações em que as crianças são estimuladas a escreverem sozinhas
  16. 16. Situações planejadas de ensino dos textos orais
  17. 17. Concluindo... Todas as aprendizagens devem acontecer em situações significativas, nas quais as crianças falem, escrevam, escutem, leiam para participar de situações de interação real e intervirem na sociedade. Unidade 5 – Ano 1 – Texto 1
  18. 18. Unidade 5: Gêneros textuais (Ano 01 – Estudo do texto 1 – Página 6) “Os gêneros textuais em foco: pensando na seleção e na progressão dos alunos” Leila Nascimento da Silva
  19. 19. Da segunda metade do séc. XX  Séc. XXI Reelaboração de documentos oficiais e propostas curriculares Mudanças teóricas Concepção de língua: ação entre sujeitos Fenômenos linguísticos: espaços de interação e elaboração de enunciados para atender finalidades comunicativas. (Bakhtin, 1953)
  20. 20. Por que os gêneros textuais tem que ser o foco central do ensino em Língua Portuguesa? As práticas de linguagem são mediadas por instrumentos culturais e históricos, ou seja, pelos gêneros textuais. “...o instrumento, para se tornar mediador, para se tornar transformador da atividade, precisa ser apropriado pelo sujeito; ele não é eficaz senão à medida que se constroem, por parte do sujeito, os esquemas de sua utilização. Schneuwly (2004).
  21. 21. A escola e o trabalho com os gêneros textuais Dolz e Schnewly (2004) Não tem condições de ensinar todos os gêneros textuais, devido sua multiplicidade e mutabilidade. Deve trabalhar os gêneros textuais numa abordagem espiral, de maneira a garantir uma progressão por meio de um aprofundamento dos objetivos didáticos. Conhecer o perfil de entrada e o perfil de saída esperado para o ano em que o aluno está. Garantir a exploração da diversidade de gêneros textuais, pois cada um proporciona diferentes aprendizagens.
  22. 22. De acordo com a progressão e com semelhanças (e diferenças) os gêneros podem ser agrupados em:
  23. 23. De acordo com a progressão e com semelhanças (e diferenças) os gêneros podem ser agrupados em:
  24. 24. De acordo com a progressão e com semelhanças (e diferenças) os gêneros podem ser agrupados em:
  25. 25. De acordo com a progressão e com semelhanças (e diferenças) os gêneros podem ser agrupados em:
  26. 26. De acordo com a progressão e com semelhanças (e diferenças) os gêneros podem ser agrupados em:
  27. 27. De acordo com a progressão e com semelhanças (e diferenças) os gêneros podem ser agrupados em:
  28. 28. Em cada área de conhecimento, há o predomínio de determinados gêneros textuais: MATEMÁTICA Enunciados de problemas, gráficos e tabelas. CIÊNCIAS Relatórios de pesquisa, artigos de divulgação científica, folhetos e cartazes educativos. HISTÓRIA E GEOGRAFIA Obras historiográficas, testemunhos, calendários, cartas, notícias, reportagens. EDUCAÇÃO FÍSICA Regras de jogos e Brincadeiras. ARTE Leitura de textos não-verbais e biografias.
  29. 29. Concluindo... Em cada ano, devemos trabalhar com exemplares de gêneros de cada agrupamento apresentado, para : -Garantir que diferentes finalidades sociais de leitura e escrita sejam contempladas; - Proporcionar o desenvolvimento de operações de linguagem específicas de cada agrupamento; - Dar oportunidades aos alunos de mostrarem suas melhores habilidades. Unidade 5 – Ano 3 – Texto 1
  30. 30. Hora do intervalo
  31. 31. “Diversidade textual: os gêneros na sala de aula” CEEL / UFPE
  32. 32. UNIDADE 5 – 12º Encontro Gêneros Textuais Orientadora de Estudos – Anos 1 e 3 ELAINE REGINA CRUZ ORTEGA
  33. 33. “Eterna procura” Anita Ferreira de Maria
  34. 34. Anita Ferreira de Maria (1907 – 1990)  Escritora avareense eleita para a Academia Piracicabana de Letras.  Fez parte também da Sociedade Brasileira de Geografia e do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo.  Por mais de 10 anos presidiu a Comissão Municipal de Cultura. Jornalista profissional, atuou como correspondente da “Folha de S. Paulo” entre as décadas de 50 e 70.  Colaborou como cronista do jornal “O Avaré” e de outras publicações da época.
  35. 35. Publicações: Anita Ferreira de Maria POESIAS: . “Ânfora de Sonhos” (1954). . “Com uma Rosa na Mão” (1961, Prêmio Pen Club). . “Sempre é Tempo de Rosas”(1966). . “Azul Noturno” (s/d.). CRÔNICAS: .“Momento Musical” (1959). .“Sinfonia em Dor Maior” (1980) . “Mansarda de Boêmios” (1982). JOGRAL TEATRAL: .“Avaré em Dois Tempos” (s/d.) CONTO: .“O padre e as borboletas” (s/d.). MEMÓRIAS: .“Livro de Anita” (1976). Fonte: . Semanário Oficial de Avaré, edição de 20/11/2010. .COELHO, Neli Novaes. Dicionário crítico de escrituras brasileiras. São Paulo: Escrituras, 2002.
  36. 36. Eixos norteadores: 1) Compreensão conceitual e procedimental das ciências; 2) Compreensão sociocultural, política e econômica dos processos e produtos da ciência; 3) Compreensão das relações entre ciência, sociedade, tecnologia e meio ambiente.
  37. 37. Conhecimentos científicos básicos (conceitos) e como foram construídos.
  38. 38. Reconhecimento da ciência como atividade humana e como os fatores culturais, políticos e econômicos influenciam nesse processo.
  39. 39. Utilização do conhecimento científico.
  40. 40. I. Encantar-se com o mundo e com suas transformações, bem como com as potencialidades humanas de interagir com o mundo e de produzir conhecimento e outros modos de vida mais humanizados. II. Ter acesso a informações pertinentes à Ciência e conhecê-la como processo que envolve curiosidade, busca de explicações por meio de observação, experimentação, registro e comunicação de ideias. III. Compreender as relações socioambientais locais para construção de uma cultura de pertencimento e de convivência sustentável, em dimensões universais. IV. Assumir atitudes e valores de admiração, respeito e preservação para consigo, com outros grupos, com outras espécies e a natureza. V. Conhecer ações relacionadas ao cuidado – para consigo mesmo, com a sociedade, com o consumo, com a natureza, com outras espécies - como um modo de proteger a vida, a segurança, a dignidade, a integridade física, moral, intelectual e ambiental. VI. Inventar, perguntar, observar, planejar, testar, avaliar, explicar situações, interagindo socialmente para tomar decisões éticas no cotidiano.
  41. 41. A GEOGRAFIA, como componente curricular, colabora para a garantia do acesso aos conhecimentos do mundo físico e natural e da realidade social e política.
  42. 42. I. Situar acontecimentos históricos e geográficos, localizando- os em diversos espaços e tempos. II. Relacionar sociedade e natureza reconhecendo suas interações e procedimentos na organização dos espaços, presentes tanto no cotidiano quanto em outros contextos históricos e geográficos. III. Saber identificar as relações sociais no grupo de convívio e/ou comunitário, na própria localidade, região e país. Saber identificar também outras manifestações estabelecidas em diferentes tempos e espaços. IV. Conhecer e respeitar o modo de vida (crenças, alimentação, vestuário, fala e etc.) de grupos diversos, nos diferentes tempos e espaços. V. Apropriar-se de métodos de pesquisa e de produção de textos das Ciências Humanas, aprendendo a observar, analisar, ler e interpre- tar diferentes paisagens, registros escritos, iconográficos e sonoros. VI. Saber elaborar explicações sobre os conhecimentos históricos e geográficos utilizando a diversidade de linguagens e meios disponí- veis de documentação e registro.
  43. 43. c
  44. 44. Unidade 5: Gêneros textuais (Ano 01 – Estudo do texto 2 – Página 15) “Relatando experiências: a diversidade textual em sala de aula” Leila Nascimento da Silva Vera Lúcia Martiniak Adriana M. P. da Silva Ana Beatriz Gomes Carvalho
  45. 45. Projeto didático: “MEU BAIRRO, QUANTOS LUGARES!” -Período de realização: 1º semestre de 2012. - Duração: 7 aulas. - Público alvo: alunos de duas escolas municipais de Recife - PE. .1º ano – Profª Erika (17 alunos, 2 alfabéticos) . 1º ano – Profª Patrícia (23 alunos, nenhum alfabético). - Culminância: . Panfletagem no entorno da escola e . carta de reclamação para o prefeito. - Componentes curriculares integrados: . Língua Portuguesa, História e Geografia. Unidade 5 – Ano 1 – Relato de experiência – Pág. 15.
  46. 46. Unidade 5: Gêneros textuais (Ano 01 – Estudo do texto 2 – Página 12) “Relatando uma experiência no 3º ano do Ensino Fundamental: os gêneros textuais a serviço da ampliação dos conhecimentos dos alunos” Leila Nascimento da Silva Adriana M. P. da Silva Ana Beatriz Gomes Carvalho Francimar Martins Teixeira
  47. 47. Projeto didático: BIODIVERSIDADE E PRESERVAÇÃO AMBIENTAL NA MATA ATLÂNTICA -Período de realização: 1º semestre de 2012. - Duração: 10 aulas. - Público alvo: alunos de duma escola municipal de Igaraçu - PE. .3º ano – Profª Célia Maria (125alunos, níveis de escrita variados) - Culminância: . Exposição aberta de fichas técnicas (animais) e . Cartaz educativo de sensibilização para a preservação. - Componentes curriculares integrados: . Língua Portuguesa, Ciências, História e Geografia. Unidade 5 – Ano 3 – Relato de experiência – Pág. 12.
  48. 48. Hora do intervalo
  49. 49. SOCIALIZAÇÃO DAS LEITURAS REALIZADAS EM GRUPOS Ano 1 Projeto didático: “MEU BAIRRO, QUANTOS LUGARES!” Ano 3 Projeto didático: BIODIVERSIDADE E PRESERVAÇÃO AMBIENTAL NA MATA ATLÂNTICA Unidade 5 – Ano 1 – Relato de experiência – Pág. 15.
  50. 50. TRABALHO EM GRUPO Estratégias utilizadas no Projeto Ler e Escrever 1º ano: BRINCADEIRAS 3º ano: MÚSICAS
  51. 51. “Os fantásticos livros voadores do Senhor Morris Lessmore”
  52. 52. UNIDADE 5 – 13º Encontro Gêneros Textuais Orientadora de Estudos – Anos 1 e 3 ELAINE REGINA CRUZ ORTEGA
  53. 53. “Felpo Filva” EVA FURNARI Discussão: possibilidades didáticas a partir dos gêneros textuais abordados.
  54. 54. EVA FURNARI (Roma, Itália, 1948)  Autora de histórias infantis, ilustradora, professora e arquiteta. Vive no Brasil desde os três anos de idade, após a família radicar-se em São Paulo em 1950. Desde criança é atraída pelas imagens e pela pintura. Fruto dessa afinidade e de sua formação, seus desenhos são apresentados pela primeira vez em 1971, em uma mostra individual na Associação Amigos do Museu de Arte Moderna. Forma-se em arquitetura pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo - FAU/USP, e segue participando de diversas exposições de desenhos e pinturas. Participa da idealização e da montagem do Ateliê Permanente do Museu Lasar Segall, onde trabalha de 1976 a 1979.
  55. 55. EVA FURNARI  Estreia em livro em 1980, com a coleção Peixe Vivo, narrativas visuais para crianças não alfabetizadas. Nessa mesma época, inicia colaboração como ilustradora para diversas publicações - entre elas, o jornal Folha de S.Paulo, em cujo suplemento infantil publica histórias da personagem Bruxinha.  Alguns de seus títulos são adaptados para o teatro, como A Bruxa Zelda e os 80 docinhos e Truks - que ganha o Prêmio Mambembe em 1994. Em 2000, desenvolve a caracterização dos personagens de Sítio do Pica Pau Amarelo, criação de Monteiro Lobato (1882 - 1948) refilmada pela Rede Globo de Televisão, e, em 2002, é escolhida para ilustrar a reedição de seis livros infantis de Érico Veríssimo (1905 - 1975).  A obra de Eva Furnari, composta por cerca de 60 títulos, concentra-se inicialmente no desenho, aos poucos se abre para a presença do texto e em seguida atinge o equilíbrio entre imagem e palavra.
  56. 56. Outras obras de EVA FURNARI
  57. 57. Unidade 5: Gêneros textuais (Ano 01 – Estudo do texto 3 – Página 30) “Ampliando um pouco mais o trabalho: os diversos textos e suas relações com as áreas de conhecimento” Leila Nascimento da Silva Vera Lúcia Martiniak Adriana M. P. da Silva Ana Beatriz Gomes Carvalho
  58. 58. Sugestões de atividades para o Projeto didático: “MEU BAIRRO, QUANTOS LUGARES!” SISTEMA DE ESCRITA ALFABÉTICA: -Cruzadinhas e caça-palavras com nomes dos locais mais comuns dos bairros, com desafios diferentes para cada grupo de alunos: ATIVIDADE ETAPA INICIAL DE ALFABETIZAÇÃO CRUZADINHA Banco de palavras (para consulta). SILÁBICOS ALFABETICOS Cruzadinha Completar todas as preenchida com lacunas. vogais para completar com consoantes. Unidade 5 – Ano 1 – Texto 3 – Pág. 30.
  59. 59. GÊNERO TEXTUAL - CARTA DE RECLAMAÇÃO: -Análise de diferentes cartas, visando identificar a finalidade dos textos, os interlocutores, o objeto alvo da reclamação: ATIVIDADE ALUNOS AINDA NÃO ALFABÉTICOS ALUNOS DOMINANDO O SISTEMA DE ESCRITA ANÁLISE DE CARTAS DE RECLAMAÇÃO Atividade coletiva. Atividades em pequenos grupos, sendo os alfabéticos os leitores de cada grupo. -Correspondência entre séries ou entre escolas. -Apresentação de cartas que aparecem em outros suportes, como livros e jornais. Unidade 5 – Ano 1 – Texto 3 – Pág. 30.
  60. 60. GÊNERO TEXTUAL – PANFLETO: -Exploração das características desse gênero, como por exemplo: . Finalidade: Levar para a sala vários panfletos e perguntar qual seria o assunto de cada um deles. . Características: elaborar um cartaz sistematizador -> são textos curtos; -> normalmente escritos com frases simples,; -> geralmente apresentam imagens; -> possuem diferentes tipos e tamanhos de letras. . Leitura de alguns textos e palavras em destaque. Unidade 5 – Ano 1 – Texto 3 – Pág. 30.
  61. 61. GEOGRAFIA: -Mostrar aos alunos os limites geográficos dos bairros: 1. Apresentar o mapa do bairro; 2. Solicitar que pintem a área correspondente; 3. Pedir para marcar algumas ruas; 4. Pedir para localizar a escola; 5. Perguntar o nome dos bairros localizados ao redor. - Mostrar que o bairro está localizado dentro de uma cidade, que por sua vez está dentro de um estado, que se localiza num país chamado Brasil. Unidade 5 – Ano 1 – Texto 3 – Pág. 30.
  62. 62. HISTÓRIA: -Propiciar a troca dos materiais produzidos por crianças de diferentes bairros, comparar suas condições atuais de vida com as de outras crianças e estabelecer pontes entre o passado e o presente, estimulando a problematização da realidade: .Levantamento de anunciantes do bairro em jornais e catálogo de endereços (tipos de serviços ou produtos, onde se localizam, o formato dos anúncios, etc. .Organização de um painel de fotos e escrita de legenda (texto descritivo e curto). ATIVIDADE Alunos do Ano 1 Alunos que dominam o SEA ESCRITA DE LEGENDA Em duplas, tendo o professor como escriba. Individualmente, fazendo-se a reescrita. .Apresentação de outros suportes de texto que contenham fotos e legendas para que possam compreender e comparar. Unidade 5 – Ano 1 – Texto 3 – Pág. 30.
  63. 63. Concluindo.... É fundamental oferecer aos pequenos, como um direito de aprendizagem e desde o início do processo de alfabetização, a oportunidade de identificar, analisar e comparar as práticas sociais (locais e regionais) atuais e passadas, expressas por meio dos gêneros textuais com os quais eles entram em contato. Unidade 5 – Ano 1 – Texto 3 – Pág. 30.
  64. 64. Unidade 5: Gêneros textuais (Ano 01 – Estudo do texto 3 – Página 29) “Os diferentes gêneros e sua relação com as áreas de conhecimento: ampliando as possibilidades” Leila Nascimento da Silva Adriana M. P. da Silva Ana Beatriz Gomes Carvalho Lourival Pereira Pinto
  65. 65. Sugestões de atividades para o projeto didático: BIODIVERSIDADE E PRESERVAÇÃO AMBIENTAL NA MATA ATLÂNTICA EXPLORAÇÃO DO TEMA: -Construção de histórias em quadrinhos envolvendo animais da Mata Atlântica e suas habilidades de sobrevivência. -Construção de um bichionário ilustrado (dicionário com verbetes sobre os animais e desenhos). Unidade 5 – Ano 3 – Texto 3– Pág. 29.
  66. 66. GEOGRAFIA: -Mapa do bairro: mostrar aos alunos croquis, imagens aéreas do bairro, mapas oficiais, fotografias do local e estimulá-los a fazerem seus próprios desenhos, para perceberem que a representação é uma convenção com regras criadas para facilitar a leitura e não um retrato fiel da natureza. -Escrita de cartas ou cartão postal: cartas para parentes ou amigos residentes em outras cidades; atividade que permite que o aluno descreva a realidade do local onde vive e reflita sobre a diversidade de paisagens e locais nos quais as pessoas vivem, considerando aspectos culturais, físicos e econômicos. Unidade 5 – Ano 3 – Texto 3 – Pág. 29.
  67. 67. HISTÓRIA: -Utilização de todos os tipos de registros documentais: textos manuscritos e impressos, imagens estáticas ou em movimento, mapas, registros orais, monumentos históricos, obras de arte, registros familiares, objetos materiais, dentre outros - identificando e analisando, sempre que possível as características do tempo e do lugar nos quais eles foram produzidos, as intenções dos seus autores e as razões que nos fazem utilizá-los nos dias atuais (caso eles pertençam ao passado). Unidade 5 – Ano 3 – Texto 3 – Pág. 29.
  68. 68. Concluindo... A utilização de diferentes textos deve ser constante em todos os anos do Ensino Fundamental, e nos três primeiros anos deve estar articulada com atividades relacionadas aos diferentes componentes curriculares e a apropriação do Sistema de Escrita Alfabética (perspectiva de alfabetizar letrando). Unidade 5 – Ano 1 – Texto 3 – Pág. 30.
  69. 69. LEITURA COMPARTILHADA Ano 1 – pág. 40 Lendo e produzindo verbetes de enciclopédia: aprendendo sobre animais. Ano 3 – pág. 39 Relato de experiência: “Respeito às diferenças”. Unidade 5 – Ano 1 – Relato de experiência – Pág. 15.
  70. 70. Hora do intervalo
  71. 71. e aprendendo mais...
  72. 72. Cada espécie de texto circula em um determinado portador ou suporte, tem seu formato próprio, usa um estilo de linguagem específico e “funciona” em um dado contexto social. Essas “espécies” de texto são o que chamamos gêneros textuais.
  73. 73. Dicas de livros literários que apresentam gêneros textuais
  74. 74. Tipologia Características Predominância em gêneros NARRATIVO Traz os verbos predominantes no tempo passado e principalmente articuladores (organizadores textuais) que expressam relações de tempo e lugar. crônica, romance, fábula, piada, novela, conto de fadas, lenda, biografia, etc. DESCRITIVO Estrutura simples com um verbo estático no presente ou imperfeito, um complemento e uma indicação circunstancial de lugar. Relatório, laudo, guia de viagem, perfil em comunidade virtual, retrato, anúncio classificado, lista de ingredientes de uma receita, guias turísticos, listas de compras, legenda, cardápio, etc. ARGUMENTATIVO Os textos apresentam uma tese a ser discutida e os argumentos utilizados para concordar ou discordar dela. Editorial de um jornal, crítica, monografia, manifesto, texto de opinião, carta de reclamação, sermão, ensaio, redação dissertação, tese de doutorado etc.
  75. 75. Tipologia Características Predominância em gêneros EXPOSITIVO Se organiza basicamente em torno do presente verbal e usa sobretudo articuladores que indicam relações lógicas (causa, conseqüência, condição, etc.). aulas expositivas, conferências, capítulo de livro didático, verbetes de dicionários, enciclopédias, entre outros. INJUNTIVO Prevalece o modo imperativo, já que se trata de um tipo que organiza textos cujo objetivo é oferecer ao leitor orientação para realizar alguma ação. Manual de instruções, receita culinária, regulamento, regras de rogo, receita médica, bula, propaganda, horóscopo, livros de autoajuda etc.
  76. 76. Devem ser trazidos para sala de aula, a fim de serem manuseados, reconhecidos e classificados pelos alunos, em função do seu formato e sua função comunicativa. São: cartazes, out-door, faixas, livros, revistas, jornais, folhetos publicitários, folhetos religiosos, murais escolares, livros didáticos, etc.
  77. 77. Além da decodificação, há outras estratégias necessárias para o desenvolvimento da leitura proficiente:
  78. 78.  SELEÇÃO: permite ao leitor se ater apenas aos assuntos úteis, desprezando os irrelevantes.  ANTECIPAÇÃO: permite prever o que ainda está por vir, com base em informações explícitas e em suposições (gênero, autor, título, etc).  INFERÊNCIA: permite captar o que não está dito no texto de forma explicita, através de pistas dadas pelo próprio texto ou de conhecimentos que o leitor possui.  VERIFICAÇÃO: permite a checagem e o controle da eficácia ou não das demais estratégias, permitindo confirmar, ou não, as compreensões realizadas.
  79. 79. Ana Carolina Brandão In: LEAL, Telma Ferraz e BRANDÃO, Ana Carolina Perrusi. (org). Produção de textos na escola : reflexões e práticas no Ensino Fundamental . 1ed., 1 reimp.— Belo Horizon- te : Autêntica , 2007.
  80. 80. Etapas fundamentais: 1. Preparação e planejamento (clareza quanto ao gênero a ser produzido, o destinatário, a finalidade, o suporte onde será veiculado). 2. Escrita propriamente dita. 3. Revisão (avaliação, replanejamento e reelaboração). 4. Edição final.
  81. 81. Revisar um texto é uma atividade metacognitiva complexa, que envolve…  …torná-lo objeto de nossa reflexão;  …deslocar-se do papel de escritor para o de leitor/ interlocutor.  …pensar sobre o que foi ou está sendo escrito;  …encontrar meios para melhor dizer e o que se quer dizer, reelaborando e reescrevendo o já escrito.
  82. 82. Que reflexões são necessárias?  Se o escrito atende às intenções e finalidades;  Se está adequado a situações comunicativa em que se insere;  Se as partes escritas atendem aos objetivos traçados em função dos destinatários e finalidades previstos, assim como o contexto comunicativo em que o texto será colocado.… Além disso, desenvolve desde cedo a atitude de querer escrever melhor. 
  83. 83. Quando revisar?  Revisão em processo, no dia da produção: - nesse primeiro momento da produção o esforço maior é concentrado na geração do conteúdo e seleção do que será escrito.  Revisão final, em outro dia: - para garantir o distanciamento necessário para enxergar falhas/ lacunas não vistas no momento da produção.
  84. 84. O que revisar? 1. O sentido do que foi escrito: a organização sequencial de ideias, a articulação com o tema, recursos coesivos utilizados, grau de informatividade apresentado, pontuação. 2. Caligrafia, ortografia, uso de maiúsculas, separação de sílabas, uso de parágrafos, concordância verbal e nominal, configuração espacial e organizacional do texto. 3. Adequação do texto às finalidades propostas (interlocutores pretendidos, gênero textual, portador para o texto).
  85. 85. Como revisar? - Enfocar um aspecto por vez; 1º) Priorizar a coerência (elemento primordial do texto); 2º) Aspectos relacionados com base nos objetivos a serem alcançados na turma. Ex: aspectos ortográficos trabalhados, hipossegmentação, outras dificuldades apresentadas.
  86. 86. Como podem ser as atividades de revisão? - Coletiva: conduzida pelo professor no quadro, selecionado um texto que apresente potencial para gerar questões que gostaria de discutir. - Em duplas: um lê e revisa o texto do outro ou ambos revisam um mesmo texto. - Individuais: utilizando-se bilhetes de rodapé ou oralmente, com observações positivas para que cada aluno reflita sobre sua produção, sugerindo uma saída ao alcance da compreesão do aluno.
  87. 87. Até que ponto intervir? - Considerar objetivos para o aluno ou turma; - Pensar qual será o destino final dos textos; - Pensar até que ponto a revisão faz sentido para o aluno; - É impossível revisar todos os textos, portanto, restringir esse trabalho a certas produções.
  88. 88. “Pra ser cidadão da cultura letrada”
  89. 89. IMPORTANTE: Realizar a avaliação no SIMEC nos dias 15 e 16/10! Até a próxima aula: 17/10/13!

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