Unidade 4 - PNAIC - Ludicidade

17,273 views

Published on

http://elainecruzeduc.blogspot.com.br/

Published in: Education
2 Comments
13 Likes
Statistics
Notes
No Downloads
Views
Total views
17,273
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
401
Actions
Shares
0
Downloads
892
Comments
2
Likes
13
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Unidade 4 - PNAIC - Ludicidade

  1. 1. UNIDADE 4 Orientadora de Estudos – Anos 1 e 3 ELAINE REGINA CRUZ ORTEGA
  2. 2. UNIDADE 4 – 8º Encontro Ludicidade da sala de aula Vamos brincar de reinventar histórias
  3. 3. Leitura Deleite: “Puculando” “As melhores piadas para crianças”, de Paulo Tadeu.
  4. 4. Reflexão inicial... Quais as brincadeiras preferidas dos alunos do 1º e do 3º ano?
  5. 5. Hora de descontrair... Vamos brincar? Ao triplo! Triplicar. Quem responder primeiro ganha!
  6. 6. Ludicidade na sala de aula (Ano 01 - Unidade 4 – Página 6) “Ser cuidado, brincar e aprender: direitos de todas as crianças”
  7. 7. Que palavras lhe vêm à mente quando ouve falar em jogo ou brincadeira? Diversão Alegria Prazer
  8. 8. LÚDICO Renovação e criação do ser humano Motivação e diversão Liberdade de expressão Reelaboração criativa de sentimentos e conhecimentos Novas possibilidades de interpretação e representação do real Encontro com os pares
  9. 9. FÍSICOS satisfaz as necessidades de crescimento, de desenvolvimento de habilidades motoras e de expressão corporal. COGNITIVOS contribui para a desinibição, produzindo excitação intelectual altamente estimulante, desenvolve habilidades perceptuais, como atenção e memória. SOCIAIS a criança representa situações que simbolizam uma realidade que ainda não pode alcançar e aprende a interagir com as pessoas, compartilhar, respeitar e a ser respeitada. DIDÁTICOS promove situações em que as crianças aprendem conceitos, atitudes e desenvolvem habilidades diversas, integrando aspectos cognitivos, sociais e físicos. BENEFÍCIOS DO LÚDICO
  10. 10.  garante a inserção total e sem restrição, a todos os estudantes sem ou com deficiência na escola. (MANTOAN. 2006) . Conhecer o aluno  impedimentos ligados à deficiência específica. . Realizar as adaptações necessárias  estabelecer percursos e meios distintos de aprendizagem. PARADIGMA DA INCLUSÃO
  11. 11.  Avaliação permanente e atenção especial às necessidades.  Busca por possibilidades didáticas que ajudem cada criança em seu percurso de aprendizagem.  Atenção à impedimentos específicos que geram barreiras comunicacionais, como por exemplo, em casos em que a oralidade é inexistente ou pouco eficaz. ATITUDES INCLUSIVAS
  12. 12.  Analisar possibilidades de cada estudante e garantir condições de aprendizagem em que tenham desafios a enfrentar, mas se sintam seguros, protegidos e respeitados. Assim, poderemos superar a concepção errônea de que crianças com deficiência não podem aprender. ATITUDES INCLUSIVAS
  13. 13. O professor da sala regular deve pedir ajuda ao professor da sala de recursos, que já realiza o Atendimento Educacional Especializado.  Pode-se buscar informações no laudo da criança, que foi feito pelo médico e/ou profissional da área de reabilitação, e manter uma parceria com profissionais para um melhor desenvolvimento desses alunos. Com as adaptações necessárias e o respeito às individualidades das crianças com deficiência, elas podem participar das brincadeiras e jogos propostos para todos. ATITUDES INCLUSIVAS
  14. 14. . Atividade: Contação de histórias. . Exemplos de impedimentos: - Criança sem oralidade; - Criança com impedimento motor que dificulte ou não permita a coordenação e movimento das mãos. . Adaptações possíveis: - Escrita por meio de um escriba. - Utilização de tecnologia assistiva, como nas pranchas de Comunicação Alternativa e Suplementar (CAS). - Utilização de um lápis engrossado. EXEMPLOS DE ADAPTAÇÃO
  15. 15. Concluindo... O foco central de um trabalho na perspectiva de currículo inclusivo é que todos têm o direito a aprender, a brincar e a se divertir.
  16. 16. Vamos brincar de reinventar histórias (Ano 03 - Unidade 4 – Página 6) “A criança que brinca, aprende?”
  17. 17. Início do séc. XX Inovações tecnológicas e pedagógicas que objetivaram tornar o processo pedagógico mais eficiente e significativo para o indivíduo. John Dewey (1859-1952) Defendia já em 1920 que... “O jogo faz o ambiente natural da criança, ao passo que as referências abstratas e remotas não correspondem ao interesse da criança.”
  18. 18. Ao jogarem as crianças se esforçam a acomodar o que é novo às suas estruturas mentais, quando assimilam novas informações e modos de resolver situações. “Os jogos não são apenas uma forma de desafogo ou entretenimento para gastar a energia das crianças, mas meios que enriquecem o desenvolvimento intelectual.” Por meio da brincadeira, a criança reproduz o discurso externo e o internaliza, construindo seu próprio pensamento. As atividades lúdicas são um bom caminho para que as crianças, em interação com pares, e utilizando estratégias cognitivas, desenvolvam as funções mentais superiores associadas ao pensamento e à linguagem. Jean Piaget (1896-1980) Lev S. Vygotsky (1896-1934)
  19. 19. O jogo é a atividade principal da criança, através do qual esta aprende os papéis do adulto e suas relações com o mundo. Isso porque ao dominar as regras de um jogo, domina seu próprio comportamento, aprendendo a controlá-lo e subordiná-lo a um propósito definido. Vê nas brincadeiras oportunidades para o desenvolvimento integral das crianças, contextos em que desenvolvem várias habilidades fundamentais à pessoa. Brincando e interagindo com pares, as crianças têm oportunidade de incrementar suas capacidades de memorização, enumeração, socialização, articulação, entre outras. Alexei Leontiev (1903-1979) Henri Wallon (1879-1962)
  20. 20. M E T A C O G N I Ç Ã O Ação LÚDICA Possibilidade de a criança pensar sobre seu próprio agir e pensar, bem como compreender o pensamento e a linguagem do outro. BITTENCOURT e FERREIRA (2002)
  21. 21. Papel da Escola: pensar sobre a importância dos jogos e brincadeiras para a criança, e sobre como utilizá-los para motivar e facilitar a aprendizagem. Brincar: Ferramenta poderosa no processo educativo, pois sempre que brincam, as crianças aprendem.
  22. 22. Sequência de atividades: “Vamos brincar de reinventar histórias” Objetivos gerais: -Vivenciar brincadeiras, jogos e canções que envolvam tradições culturais de sua vivência e de outras gerações; - Reconhecer as brincadeiras antigas como manifestações culturais. RELATO – Profª Lidiane
  23. 23. Objetivos específicos (diferentes componentes curriculares): - Compreender a funcionalidade da escrita; - Reconhecer as especificidades de diferentes gêneros textuais, como poema e letra de música; - Ampliar e enriquecer o vocabulário; - Apropriar-se do Sistema de Escrita Alfabética; - Produzir trabalhos de arte utilizando a linguagem do desenho e da pintura; - Participar de diversas situações de intercâmbio social; - Refletir sobre unidades de medida de tempo: múltiplos do ano, década, século, milênio e sistema monetário; - Refletir sobre o valor posicional do números; - Resolver situações problemas. RELATO – Profª Lidiane
  24. 24. Estratégias e Atividades: 1. Audição e interpretação da música “Criança não trabalha” (Arnaldo Antunes e Paulo Tatit, do CD Canções Curiosas, Palavra Cantada). 2. Escrita dos nomes dos brinquedos e brincadeiras que aparecem na música com letras móveis, contando letras e sílabas. 3. Escrita de uma lista com o nome das brincadeiras preferidas da turma. RELATO – Profª Lidiane
  25. 25. 4. Brincadeira em grupo com o jogo “Bingo das sílabas iniciais”. 5. Tarefa para casa: entrevistar os pais e avós a respeito de suas brincadeiras e brinquedos preferidos, de que material eram feitos e onde costumavam brincar. 6. Brincadeira livre com brinquedos antigos e novos (cesta). RELATO – Profª Lidiane
  26. 26. 7. Resgate das entrevistas realizadas, com registros no quadro. 8. Apreciação de imagens de brinquedos antigos e registro, com material ábaco do ano em que foram criados (século, unidade, dezena, centena, milhar; valor posicional). 9. Lojinha de brinquedos. 10. Brincadeira no parque com os brinquedos. RELATO – Profª Lidiane
  27. 27. 11. Brincadeira de pega-varetas na sala de aula. Regra: cada cor correspondia a uma pontuação diferente, e os alunos teriam que fazer cálculos de adição para saber quem havia sido o vencedor. 12. Leitura do poema “Jogo de bola” de Cecília Meireles e localização da palavra BOLA, registrando-se o número de letras e sílabas e destacando as rimas do poema ). RELATO – Profª Lidiane
  28. 28. 13. Leitura do poema “Jogo de bola” de Cecília Meireles e realização de atividades relacionadas (localização da palavra BOLA, registrando-se o número de letras e sílabas, destaque das rimas do poema e questões de interpretação de texto). RELATO – Profª Lidiane
  29. 29. 14. Leitura da obra “Futebol”, de Portinari. RELATO – Profª Lidiane
  30. 30. 15. Desenho das impressões causadas pela tela (obra de arte) RELATO – Profª Lidiane
  31. 31. 16. Sessão do filme “Toy story 3” com pipoca e refrigerante. 17. Desenho de um brinquedo que dariam às crianças do futuro, com seu respectivo nome. RELATO – Profª Lidiane
  32. 32. Concluindo... Que é possível integrar a brincadeiras e jogos aos objetivos de ensino e contemplar os diferentes componentes curriculares. O que esta sequência de atividades nos mostra?
  33. 33. Direitos de Aprendizagem de Matemática (Ano 1 – Pag. 26/ Ano 3 – Pág. 32)
  34. 34. Direitos de Aprendizagem de MATEMÁTICA (Ano 1 – Pag. 26/ Ano 3 – Pág. 32)
  35. 35. Direitos de Aprendizagem de MATEMÁTICA (Ano 1 – Pag. 26/ Ano 3 – Pág. 32)
  36. 36. Direitos de Aprendizagem de MATEMÁTICA (Ano 1 – Pag. 26/ Ano 3 – Pág. 32)
  37. 37. Direitos de Aprendizagem de MATEMÁTICA (Ano 1 – Pag. 26/ Ano 3 – Pág. 32)
  38. 38. UNIDADE 4 – 9º Encontro Orientadora de Estudos – Anos 1 e 3 ELAINE REGINA CRUZ ORTEGA
  39. 39. Leitura Deleite: “Bicho papão da minha imaginação” “Os bichos que tive”, de Sylvia Orthof, Ed. Salamandra.
  40. 40. Vivência lúdica... YAPO! Vamos cantar e brincar?
  41. 41. Tabuada do 2 (Nadir Camargo) EU TENHO 1 PATINHO NA LAGOA EU TENHO 2 PATINHOS NA LAGOA APRENDENDO A TABUADINHA DO 2 QUERO VER QUANTOS PATINHOS VEM AQUI NADAR À TOA 2 X 1 SÃO 2 2 X 5 SÃO 10 2 X 2 SÃO 4 2 X 6 SÃO 12 2 X 3 SÃO 6 2 X 7 SÃO 14 2 X 4 SÃO 8 2 X 8 = 16 2 X 9 SÃO 18 2 X 10 SÃO 20 COM SEUS RABINHOS, FAZEM LEQUINHOS MERGULHAM O BICO E ENCHEM O PAPO DE INSETINHOS
  42. 42. Ludicidade na sala de aula (Ano 01 - Unidade 4 – Página 14) “Que brincadeira é essa? E a alfabetização?” Margareth Brainer Rosinalda Teles Telma Ferraz Leal Tpicia Cassiany Ferro Cavalcanti
  43. 43. LÚDICO -Do latim LUDUS - Associado à brincadeira, ao jogo, ao divertimento. Elemento essencial ao desenvolvimento humano.
  44. 44. “O que caracteriza o L Ú D I C O é a experiência de plenitude que ele possibilita a quem o vivencia em seus atos”. Luckesi (2000, apud GRILO et al, 2002, p. 2)
  45. 45. Dessa forma, o LÚDICO: - Não pode estar associado apenas aos jogos e brincadeiras; - Deve ser associado a algo alegre e agradável que o indivíduo faz de forma livre e espontânea.
  46. 46. Atuação do professor: - Seleção de propostas de atividades lúdicas; - Organização dos grupos de crianças; - Mediação durante o jogo/brincadeira; - Problematização, provocando tomadas de decisão, expressão de opiniões e defesa de posições;
  47. 47. Para evitar que as respostas sejam dadas só pela criança que domina mais conteúdo. Critérios para formação de agrupamentos - Heterogeneidade quanto aos conhecimentos já adquiridos. Uma criança servirá de mediador entre o sujeito e o objeto de conhecimento. - Conhecimentos aproximados em relação a um determinado conteúdo; Duplas ou grupos.
  48. 48. A ludicidade e o ensino de Matemática Incluir proposta de jogos e brincadeiras tradicionais, que favoreçam explorações de natureza numérica, tais como registro e organização em listas , tabelas e posteriormente gráficos.
  49. 49. A ludicidade e a integração História/Matemática Construção de linhas de tempo com percursos de vida (idades, brincadeiras, etc) dos pais, avós e dos próprios alunos.
  50. 50. A ludicidade e a Alfabetização - Ensinar o SEA, a leitura e a produção de textos, de modo integrada aos demais componentes curriculares. - Utilizar diferentes estratégias de Leitura: . Leitura em voz alta pelo professor . Leitura protocolada . Leitura compartilhada - Produção de texto como produto final de um projeto ou sequência didática para ser socializado. - Utilização de jogos diversificados.
  51. 51. A ludicidade e a criança com deficiência Estar em alerta quanto aos impedimentos apresentados por cada criança com deficiência, para fazer as adaptações necessárias.
  52. 52. Concluindo... Promover situações diversificadas de ensino em que de modo LÚDICO todas as crianças possam aprender a ler e escrever e ampliar suas referências culturais.
  53. 53. Vamos brincar de reinventar histórias (Ano 03 - Unidade 4 - Página 16) “A literatura, o brincar e o aprender a língua e outros conteúdos curriculares” Andrea Tereza Brito Ferreira Ester Calland de Sousa Rosa Rosinalda Teles
  54. 54. Questões iniciais  É possível aprender os conteúdos de Língua Portuguesa enquanto se lê um conto ou poesia?  O ensino de Literatura se opõe ao ensino de História?  Ciências, Matemática e Artes estão presentes no acervo de livros que compõem a biblioteca da escola?  Livro de literatura é brinquedo?
  55. 55. Vemos refletir... Desde a invenção da TIPOGRAFIA, uma das maneiras mais comuns de apropriar-se de informações é por meio de livros.
  56. 56. Relatos de escritores Ler e brincar se confundem em suas memórias de infância. Revelam o quanto o livro pode ser brinquedo na mão e imaginação de crianças.
  57. 57. Ensino de Literatura Tem um caráter integrador: Permite transitar entre os componentes curriculares e a sensibilidade estética. TEXTO LITERÁRIO  Para emocionar;  Para divertir;  Para dar prazer.  É repleta de informações: - sobre o mundo que nos cerca; - sobre as relações humanas.
  58. 58. Proposta Que a literatura se integre ao ensino dos diferentes componentes curriculares. O professor deve aproveitar a riqueza do acervo literário para agregar conhecimentos e novos olhares sobre o que está sendo estudado.
  59. 59. Privilegiar Conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias a formação de um bom leitor de literatura: A análise:  do gênero textual;  dos recursos de expressão;  das figuras do autor e do narrador;  a interpretação de analogias e metáforas;  a identificação de recursos linguísticos e poéticos.
  60. 60. Programas Do MEC A presença de acervos na escola não garante que estes sejam plenamente integrados às práticas cotidianas. PNBE (Programa Nacional da Biblioteca Escolar) - Foco na Educ. Infantil e séries iniciais do Ens. Fundamental. PNLD Obras Complementares - Abordagem de conteúdos relacionados aos componentes curriculares dos anos iniciais do Ens. Fundamental.
  61. 61. Integração da Matemática nas obras dos acervos complementares do PNLD  Livros nos quais a Matemática serve de base para a história;  Livros nos quais compreender Matemática é essencial para se compreender a história;  Livros nos quais a Matemática emerge naturalmente da história. Shih e Gioris (2004)
  62. 62. Integração da Matemática nas obras dos acervos complementares do PNLD 2010 Lima e Teles (2012)  Intenção: ensinar habilidades de medição, principalmente na área de retângulos.
  63. 63. Integração da Matemática nas obras dos acervos complementares do PNLD 2010 Lima e Teles (2012)  Os conhecimentos são trabalhados, mas eles não estão explícitos.
  64. 64. Integração da Matemática nas obras dos acervos complementares do PNLD 2010 Consideram uma quarta categoria: A Matemática extrapola o universo do texto e passa ao universo da vida do leitor. Livros instrucionais. Lima e Teles (2012)
  65. 65. Integração da Matemática nas obras dos acervos complementares do PNLD 2010 Lima e Teles (2012)  A matemática sai do contexto do livro e passa a integrar-se naturalmente à vida real.
  66. 66. Relações entre os componentes curriculares de Matemática e Língua Portuguesa Diversos gêneros textuais e campos matemáticos auxiliando no processo de alfabetização e de formação do leitor e, ao mesmo tempo, proporcionando o ensino-aprendizagem de componentes curriculares. Lima (2012)
  67. 67. Relações entre os componentes curriculares de Matemática e Língua Portuguesa Lima (2012)
  68. 68. Relações entre os componentes curriculares de Matemática e Língua Portuguesa Lima (2012)
  69. 69. Os desafios apresentados nesta aula foram tirados do livro...
  70. 70. Concluindo... É na ação planejada pelo professor que, tanto os livros de literatura, quanto outros livros disponíveis em sala de aula podem compor um programa curricular que tem a LUDICIDADE como princípio central.
  71. 71. UNIDADE 4 – 10º Encontro Orientadora de Estudos – Anos 1 e 3 ELAINE REGINA CRUZ ORTEGA
  72. 72. Leitura deleite... O Brincador Álvaro Magalhães
  73. 73. Álvaro Magalhães Nasceu em 1951, na cidade do Porto, é um escritor português de livros e contos para crianças. No início da década de 1980, Álvaro começou a publicar poemas. Em 1982, publicou o seu primeiro livro para crianças: Histórias com Muitas Letras. Desde então, construiu uma obra singular e diversificada, que conta atualmente com mais de três dezenas de títulos e integra contos, poemas, narrativas juvenis e textos dramáticos.
  74. 74. Ludicidade na sala de aula (Ano 01 - Unidade 4 – Página 22) “Qualquer maneira de brincar e jogar vale a pena? O que fazer para ajudar as crianças a aprender?” Margareth Brainer Rosinalda Teles
  75. 75. Alves (2003) “...o processo de ensino- aprendizagem só se modifica de fato quando há a compreensão do conhecimento num processo dinâmico, vivo.” JOGOS e BRINCADEIRAS: - Importantes ferramentas de aprendizagem. - Promovem a interação. - São significativos para a criança. - Promovem o desenvolvimento integral. - São excelentes oportunidades de mediação entre o prazer e o conhecimento historicamente constituído.
  76. 76. Mrech (2008) Permitem criar um entusiasmo sobre o conteúdo a ser trabalhado. Atividades Lúdicas ”... Brinquedos, jogos e materiais pedagógicos não são objetos que trazem em seu bojo um saber pronto e acabado. Ao contrário, eles são objetos que trazem um saber em potencial.”
  77. 77. Papel do professor Planejamento de situações lúdicas e acompanhamento durante as atividades. Postura atenta diante das possibilidades e limitações apresentadas no processo de apropriação de conhecimento pelas crianças; Criando oportunidades e metodologias favoráveis; Dinamizando o grupo pela sua atitude de escuta, atenção e entusiasmo diante do sucesso da criança; Encorajando diante da derrota; Ajuda na construção progressiva da noção de regra. M E D I A D O R
  78. 78. Concluindo... Três qualidades que não podem faltar num professor que busca no educando um sujeito ativo, interativo e inventivo, sem esquecer, no entando, se propiciar-lhe liberdade de ação: ENTREGA DEDICAÇÃO POSITIVIDADE
  79. 79. A história do grande livro de histórias Rá-Tim-Bum: Contadores de histórias – por Helen Helene http://www.youtube.com/watch?v=DR1jz1OkSWc
  80. 80. Vamos brincar de reinventar histórias (Ano 03 - Unidade 4 – Página 28) “Atividades lúdicas: hora de aprender, hora de avaliar?” Andrea Tereza Brito Ferreira Ester Calland de Sousa Rosa Rosinalda Teles
  81. 81. Questões iniciais... Existe hora mais séria na escola que a da avaliação? É possível avaliar as crianças enquanto brincam?
  82. 82. Leal (2007) “...meio mais indicado para regular e adaptar a programação do ensino às necessidades e dificuldades do aluno.” Avaliação Busca considerar os diferentes percursos no processo de aprendizagem: -Os conhecimentos que os alunos trazem; -O que se pretende aprender; -O que já aprenderam; -O que ainda precisam aprender. AVALIAÇÃO FORMATIVA
  83. 83. Diagnóstica Avalia-se em princípio o que já é capaz de fazer para saber que habilidades os alunos apresentam, ou não, para poder intervir. Processual Durante todo o processo podem haver (re)orientações do ensino para possibilitar uma aprendizagem mais efetiva. Descritiva Tem como função descrever o processo do conhecimento. Qualitativa Tem como função analisar o processo com base na qualidade dos avanços conseguidos. Funções da Avaliação Formativa Reguladora Perrenoud (1999)
  84. 84. O ERRO é visto como parte do processo de construção de hipóteses sobre o que os textos representam e revelam do nível de conhecimento sobre a escrita em que os alunos estão, possibilitando ao professor entender e intervir nas aprendizagens a serem ainda construídas por meio de diferentes atividades que levem aos alunos a refletirem.
  85. 85. . Instrumento mais indicado: registro de observações sobre as diversas realizações dos alunos durante todo o processo. . Utilização dos registros: para reorganizar e diversificar as ações da rotina escolar. AVALIAÇÃO em LÍNGUA PORTUGUESA Relacionadas à diversas áreas de conhecimento, podem ser aproveitadas como ponto de partida, tanto para o ensino, como suporte para avaliação. Atividades lúdicas
  86. 86. Que conceitos e habilidades serão trabalhados. Como será conduzido (individualmente, em duplas, em pequenos grupos ou com o grupo classe) Se será realizado com ou sem uso de recursos auxiliares. Se é adequado para a faixa etária dos alunos, para os conhecimentos já consolidados e para os conceitos que se deseja desenvolver. Ao planejar uma aula com JOGOS, o professor deve ter em mente:
  87. 87. AVALIAÇÃO em MATEMÁTICA . Privilegiar: a problematização permanente e sistemática. Excelentes oportunidades para a exploração de aspectos importantes da problematização: • A observação precisa dos dados; • A identificação das regras; • A procura de uma estratégia; • O emprego de analogias, etc. Jogos Estas são indicações contidas na “Heurística de Polya” (U4. A3. P.30)
  88. 88. “Heurística de Pólya” Vamos entender melhor... É um procedimento simplificador, cujo procedimento pode ser:  uma técnica deliberada de resolução de problemas, uma operação de comportamento automática, intuitiva e inconsciente. Heurística: método criado com o objetivo de encontrar soluções a um problema. A popularização do conceito se deve ao matemático George Pólya com seu livro "A arte de resolver problemas". Estudando muitos testes matemáticos de sua juventude, quis saber como os matemáticos chegavam a estas conclusões. George Pólya (1887-1985) Matemático Húngaro
  89. 89. “Heurística de Pólya” • Se não puder compreender um problema, monte um esquema; • Se não puder encontrar a solução, tente fazer um mecanismo inverso para tentar chegar à solução (engenharia reversa); • Se o problema for abstrato, tente propor o mesmo problema num exemplo concreto; • Tente abordar primeiro um problema mais geral. Quatro exemplos extraídos do livro ilustram o conceito: As técnicas heurísticas não asseguram as melhores soluções, mas somente soluções válidas, aproximadas.
  90. 90. Concluindo... Acompanhar as crianças em seus momentos lúdicos pode ser uma ótima oportunidade para: - conhecer o que os alunos já sabem; -como interagem para resolver situações problema; -que ainda precisam aprender. Os JOGOS desenvolvem habilidades de natureza física, social e cognitiva.
  91. 91. ORTO&GRAFIA: Tosse e os sons do X TV Escola http://www.youtube.com/watch?v=gEyil1UXMy4
  92. 92. O PINGUIM PETE Adaptação da história de Rachel Katz
  93. 93. O PINGUIM PETE Adaptação da história de Rachel Katz
  94. 94. O PINGUIM PETE Adaptação da história de Rachel Katz
  95. 95. O PINGUIM PETE Adaptação da história de Rachel Katz
  96. 96. O PINGUIM PETE Adaptação da história de Rachel Katz
  97. 97. O PINGUIM PETE Adaptação da história de Rachel Katz
  98. 98. O PINGUIM PETE Adaptação da história de Rachel Katz
  99. 99. O PINGUIM PETE Adaptação da história de Rachel Katz
  100. 100. O PINGUIM PETE Adaptação da história de Rachel Katz
  101. 101. TESTE SEU PODER DE INCLUSÃO Maria Teresa Eglér Mantoan In: Humor e alegria na educação, de Valéria Amorim Arantes (org). São Paulo: Summus (2006).
  102. 102. • Doutora em Psicologia Educacional pela Faculdade de Educação da UNICAMP/SP e professora do Departamento de Metodologia de Ensino dessa universidade, onde coordena o Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Reabilitação de Pessoas com Deficiência (Leped) da Faculdade de Educação. • Sua contribuição é expressiva na área de pesquisa educacional e nas atividades de extensão da UNICAMP, tendo promovido inúmeros cursos de formação continuada para professores das redes públicas de ensino. » Maria Teresa Egler Mantoan é pedagoga especializada em educação de pessoas com deficiência mental.
  103. 103. Faça um check up inclusivo. O exame é simples, despretensioso, mas poderá ser útil, e alertar para o risco que se corre de contaminar outros colegas com o vírus da exclusão, que parece ser endêmico em nossas escolas.
  104. 104. Os sintomas que denunciam esse estado doentio de muitos de nós são:  febre e outros distúrbios que denotam um combate a tudo o que é novo e invade a sala de aula e a maneira conservadora de atuar nela;  arrepios ao pensar que é preciso mudar nossas atitudes diante das diferenças;  congestão de práticas especializadas;  dores de cabeça para diversificar o ensino;
  105. 105. Os sintomas que denunciam esse estado doentio de muitos de nós são:  problemas de coluna ao carregar o peso de mais alunos (e com problemas bem mais graves do que os habituais...);  mal-estar de estômago, ao ouvir o que a inclusão acarreta de novidades na avaliação da aprendizagem;  um cansaço generalizado advindo da participação nos encontros de formação sobre inclusão;  outros sintomas derivados desses todos e que dependem do estado de saúde educacional e do estado do sistema imunológico de cada um, para enfrentar o referido vírus!
  106. 106. Para esse breve exame, as regras são: 1. Coloque-se na condição dos professores(as) que aqui apresentaremos; 2. Escolha a alternativa que você adotaria em cada caso, mas sem pensar muito, respondendo com o que vem mais rápido à cabeça. 3. Descubra e aprenda mais sobre si mesmo(a).
  107. 107. 1. A professora Sueli procura incluir um aluno com deficiência mental em sua turma de 1º ano. Tudo caminha bem em relação à socialização desse educando, mas diante dos demais colegas o atraso intelectual do aluno é bastante significativo. Nesse caso, como você resolveria essa situação? (A) Encaminharia o aluno para o atendimento educacional especializado oferecido pela escola? (B) Solicitaria a presença de um professor auxiliar ou itinerante para acompanhar o aluno em sala de aula? (C) Esperaria um tempo para verificar se o aluno tem condições de se adaptar ao ritmo da classe ou precisaria de uma escola ou classe especial?
  108. 108. 2. Júlia é uma professora de escola pública que há quatro anos leciona na 3º ano. Há um fato que a preocupa muito atualmente: o que fazer com alguns de seus alunos, que estão cursando pela terceira vez aquela série? Para acabar com suas preocupações, qual seria a melhor opção? (A) Encaminhá-los a uma sala de alunos repetentes, para ser mais bem atendidos e menos discriminados? (B) Propor à direção da escola que esses alunos sejam distribuídos entre as outras turmas de 3º ano, formada por alunos mais atrasados? (C) Reunir-se com os professores e a diretora da escola e sugerir que esses alunos se transfiram para turmas da mesma faixa etária e até mesmo para as classes de Educação de Jovens e Adultos (EJA), caso algum já esteja fora da idade própria do ensino fundamental?
  109. 109. 3. Cecília é uma adolescente com deficiência mental associada a comprometimentos físicos; ela está frequentando uma turma de 4º ano do ensino fundamental, na qual a maioria dos alunos é bem mais nova do que ela. A professora percebeu que Cecília está desinteressada pela escola e muito apática. Qual a melhor saída, na sua opinião, para resolver esse caso? (A) Chamar os pais de Cecília e relatar o que está acontecendo, sugerindo-lhes que procurem um psicólogo para resolver o seu problema? (B) Avaliar a proposta de trabalho dessa série, em busca de novas alternativas pedagógicas? (C) Concluir que essa aluna precisa de outra turma, pois a sua condição física e problemas psicológicos prejudicam o andamento escolar dos demais colegas?
  110. 110. 4. Numa 2º ano do ensino fundamental, em que há alunos com deficiência mental e outros com dificuldades de aprendizagem, mas por outros motivos o professor Paulo está ensinando operações aritméticas. Esses alunos não conseguem acompanhar o restante da turma na aprendizagem do conteúdo proposto. O que você faria, se estivesse no lugar do professor Paulo? (A) Reuniria esse grupo de alunos e lhes proporia as atividades facilitadas do currículo adaptado de matemática? (B) Distribuiria os alunos entre os grupos formados pelos demais colegas e trabalharia com todos, de acordo com suas possibilidade de aprendizagem? (C) Aproveitaria o momento das atividades referentes a esse conteúdo para que esses alunos colocassem em dia outras matérias do currículo, com o apoio de colegas voluntários?
  111. 111. 5.Fábio é um aluno com autismo que frequenta uma turma de 3º ano. É o seu primeiro ano em uma escola comum e ele incomoda seus colegas, perambulando pela sala e interferindo no trabalho dos grupos. Que decisões você tomaria para resolver a situação, caso fosse o(a) professor(a) desse grupo? (A) Solicitaria à direção da escola que retirasse Fábio da sala, pois o seu comportamento está atrapalhando o desempenho dos demais alunos e o andamento do programa? (B) Marcaria uma reunião com o coordenador da escola e solicitaria uma avaliação e o encaminhamento desse aluno para uma classe ou uma escola especial? (C) Reuniria os alunos e proporia um trabalho conjunto com a turma em que todos se comprometeriam a manter um clima de relacionamento cooperativo de aprendizagem na sala de aula?
  112. 112. 6.Guilherme é uma criança que a escola chama de “hiperativa”. Ele gosta muito de folhear livros de histórias. Ocorre que frequentemente rasga e/ou suja as páginas dos livros, ao manuseá-los sem o devido cuidado. O que você lhe diria, caso fosse seu (sua) professor(a)? (A) “Hoje você não irá ao recreio, porque rasgou e sujou mais um livro”. (B) “Vou ajudá-lo a consertar o livro, para que você e seus colegas possam ler esta linda história”. (C) “Agora você vai ficar sentado nesta mesinha, pensando no que acabou de fazer”.
  113. 113. 7. Norma é professora de uma 5º ano de ensino fundamental e acabou de receber um aluno cego em sua turma. Ela não o conhece bem, ainda. No recreio, propõe à turma um jogo de queimada. É nesse momento que surge o problema: o que fazer com Paulo, o menino cego? Arrisque uma “solução inclusiva” para este caso. (A) Oferecer-lhe outra atividade, enquanto os demais jogam queimada, fazendo-o entender o risco a que esta atividade o expõe e a responsabilidade da professora pela segurança e integridade de todos os seus alunos. (B) Perguntar ao Paulo de quais jogos e esportes ele tem participado e se ele conhece as regras da queimada. (C) Reunir a turma para resolver a situação, ainda que na escola não exista uma bola de meia com guizos.
  114. 114. 8.Maria José é professora de escola pública e está às voltas com um aluno de uma turma de 5º ano. Ele tem 12 anos, é muito agressivo e mal educado, desbocado e desobediente e não se submete à autoridade dos professores nem à das demais pessoas da escola; sempre arruma uma briga com os colegas, dentro da sala de aula, ameaçando-os com um estilete. O que você faria no lugar dessa professora aterrorizada? (A) Estabeleceria novas regras de convivência entre todos e, em seguida, analisaria com a turma os motivos que pode nos levar a agir com violência? (B) Enfrentaria as brigas, retirando o aluno da sala de aula e entregando-o à direção da escola? (C) Tentaria controlar essas situações, exigindo que o menino entregasse o estilete, para que os demais alunos se acalmassem?
  115. 115. 9.Sérgio é um aluno surdo. Ele tem 13 anos de idade e frequentou, até o momento, uma escola de surdos. Esse aluno está no seu primeiro dia de aula em uma escola comum. A professora, percebendo que Sérgio não fazia leitura labial, procurou a diretora da escola para questionar a admissão desse aluno em sua turma, uma vez que ele não sabe se comunicar em Libras (Língua Brasileira de Sinais). Se você fosse a professora de Sergio, antes de tomar essa atitude: (A) Chamaria os pais desse aluno e os convenceria de que a escola de surdos era mais apropriada para as necessidades dele? (B) Procuraria saber quais as obrigações e direitos desse aluno e buscaria o recurso adequado à continuidade de seus estudos na escola comum? (C) Providenciaria a presença de um intérprete de Libras, solicitando um convênio com uma entidade local especializada em pessoas com surdez?
  116. 116. Conte os pontos e confira o seu poder de inclusão, ou melhor, a sua imunidade ao vírus da exclusão: 7 - a) 1 b) 2 c) 32 - a) 1 b) 2 c) 3 1 - a) 3 b) 2 c) 1 3 - a) 2 b) 3 c) 1 4 - a) 1 b) 3 c) 2 5 - a) 1 b) 2 c) 3 6 - a) 1 b) 3 c) 2 8 - a) 3 b) 1 c) 2 9 - a) 1 b) 3 c) 2
  117. 117. Resultado De 27 a 23 pontos Imune à exclusão! Você está apto a enfrentar e vencer o vírus da exclusão, pois já entendeu o que significa uma escola que acolhe as diferenças, sem discriminações de qualquer tipo. Compreendeu também que a inclusão exige que os professores atualizem suas práticas pedagógicas para que possam oferecer um ensino de melhor qualidade para todos os alunos. Parabéns! Não se esqueça, porém, de que o atendimento educacional especializado deve ser assegurado a todos os alunos com deficiência, como uma garantia da inclusão.
  118. 118. Resultado De 22 pontos a 16 pontos No limite. Você precisa se cuidar! Atenção, pois você está vivendo uma situação de fragilidade em sua saúde educacional. Cuidado! É preciso que você tome uma decisão e invista na sua capacidade de se defender do vírus da exclusão. Quem fica indeciso entre enfrentar o novo, no caso, a inclusão de todas as crianças nas escolas comuns, ou incluir apenas alguns, ou seja, os alunos que conseguem acompanhar a maioria, está vivendo um momento difícil e perigoso. Você está comprometendo a sua capacidade de ensinar e a possibilidade dos alunos de aprender com alegria!
  119. 119. Resultado De 15 a 9 pontos Altamente contaminado. Tome todas as providências para se curar dos males que o vírus da exclusão lhe causou. Há muitas maneiras de se cuidar, mas a que recomendamos é um tratamento de choque, porque o estrago é grande! Você precisa, urgentemente, se tratar, mudando de ares educacionais, tomando de injeções de ânimo para adotar novas maneiras de atuar como professor (a). Outra medicação recomendada é uma alimentação sadia, muito estudo, troca de ideias, experimentações, ousadia para mudar o seu cardápio pedagógico. Tente colocar em prática o que tem dado certo com outros que se livraram desse vírus tão voraz e readquira o seu poder de profissional competente. Boa recuperação!
  120. 120. “Ninguém é igual a ninguém” Composição de Milton Karam http://www.youtube.com/watch?v=XrVjqhSh8jM
  121. 121. Para refletir... “O menino cadeirantinho” Jornal Folha de São Paulo – Edição de 24 de novembro de 2012.
  122. 122. Mensagem final...

×