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Junho 2012                                                      Edição nº57       Indíce     Editorial – 2     Português –...
Editorial       Meus caros amigos                                             Destacámo-nos na educação e formação de     ...
português            Notícias          da Biblioteca      Com o objetivo de divulgar a obra de                  À entrada ...
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saídas           Visita de Estudo            a Lisboa 12ºC      Dia 10 de abril de 2012, céu en-         Entre Roy Lichten...
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O Gafanhoto #57

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  2. 2. Junho 2012 Edição nº57 Indíce Editorial – 2 Português – 4 Línguas – 6 Matemática – 9 Ciências – 10 Expressões – 12 Desporto – 14 Uma espécie de “magazine” Moral – 18 Comenius – 20 Foi-nos pedido para que esta edição do “Gafanhoto” fosse uma revista. Saídas – 22 Optámos por manter o grafismo característico do nosso jornal. Por isso, esta Ecoescolas – 34 revista é apenas o nosso jornal com mais cor e impresso em papel melhor. PES – 40 Tentámos, como é costume, refletir a vida da ESGN e espelhar os valo- Escola – 43 res que a norteiam. Esperamos tê-lo conseguido! CNO – 44 A equipa do Gafanhoto Formação cívica – 46 Escolíadas – 50 Valores – 51 Letras – 54 Corais - 71 Ficha TécnicaDiretora: Fernanda AlegreteColaboradoras: Fernanda Alegrete, Inês Ferreira, Paula JustiçaEdição: Fernanda AlegreteProfessoresAmélia Pinheiro, Anabela Sousa, Ana Paula Cebola, Ana Reis, António Mariano, António Rodruigues, Cláudia Ribau,Cristina Vidal, Dalva Domingues, Diana Santos, Dorabela Maia, Dulce Carlos, Ercília Amador, Eugénia Pinheiro ,Fernanda Alegrete, Helena Maia Silva, Inês Ferreira, Isabel Campos, Isabel Sardo, Ivone Marques, João Henriques,João Paulo, Luísa Costa , Manuela Sequeira, Margarida Oliveira, Maria João Fonte, Nazaré Matos, Palmira Lou-renço, Paula Justiça, Paula Rocha, Rosa Agostinho, Teresa Figueiredo, Teresa Pacheco, Teresa Sarnadas, TiagoLopes, Vera Fernandes, Equipa do Eco-escolas e do PESAlunosAna Almeida, Ana Amarante, Ana Beatriz Ferreira, Ana Carolina, Ana Sofia Pinto, Ana Teixeira, André Silva, AndreiaFilipe Vieira, Beatriz Casqueira, Beatriz Graça, Beatriz Lourenço, Bruno Modesto, Bruno Silva, Carina Almeida,Carolina Rocha, Catarina Santos, Cátia Simões, David Barbosa, Diana Ferreira, Diogo Ferreira, Diva Sarabando,Eduardo Tavares, Fábio Maia, Fábio Neto, Fábio Maia, Filipe Loureiro, Francisco Almeida, Francisca Lima, GonçaloPerna, Inês da Rocha Lopes, Inês Vaz, Jaime Oliveira, José Leal, João Fernandes, João Figueiredo, João Correia,João Pedro Neves, Karina Vicente, Lídia Nunes Almeida, Mariana Almeida, Mariana Vaz, Miguel Rochinha, MiguelVieira, Pedro Guedes, Pedro Martins, Pedro Teixeira, Raquel Matos, Rita Peixoto, Rute Sofia, Sara Batista, SaraGonçalves, Silvelys Nebraska, Silvério Pereira, Sofia Roque, Soraia Calisto, Vasilisa Kryzhanovska e os alunos dasturmas 10ºE, 10ºF, 11ºC, 12ºC, 9ºA, 9ºC, 8ºD, 8ºE 2
  3. 3. Editorial Meus caros amigos Destacámo-nos na educação e formação de Após meses de intenso trabalho e já com o novo adultos através de diferentes modalidades concretiza-ano entre mãos é imperativo olhar para trás e rever o das pelo Centro Novas Oportunidades assim como nasano letivo que agora termina. Que melhor maneira de múltiplas atividades do plano anual, na participação emo fazer do que, em cada imagem e em cada texto do concursos, viagens de estudo, animação da biblioteca,nosso Gafanhoto, relembrar como foi o nosso dia a dia, teatro, leitura, artes visuais e tecnológicas, na alegria doos momentos mais marcantes, os desafios que abra- nosso “Corais”, entre outros exemplos.çamos, as atividades que desenvolvemos. A preocupação com o sucesso escolar e com O trabalho em sala de aula, que alimenta uma es- comportamentos assertivos levou-nos a premiar oscola, foi complementado e enriquecido com um leque melhores alunos de cada turma com uma visita de es-diversificado de atividades e projetos em que a ESGN tudo a Salamanca.se encontrou envolvida. Em cada página desta edição especial do Gafa- O sucesso e o bem - estar dos nossos alunos é nhoto sente-se esse dinamismo e envolvimento doso objetivo central de todos quantos exercem funções alunos, famílias, corpo docente e não docente.na ESGN. Todos os dias, dia a dia, trabalhamos nesse O ano de 2012 trouxe-nos uma parte da tão de-sentido. É um caminho que nenhuma escola pode per- sejada, nova, ESGN. Mas também a angústia da para-correr sozinha. Pais e famílias, comunidade local e au- gem das obras, a ansiedade e novamente a esperançatarquia, instituições e organizações locais são o esteio quando os trabalhos de requalificação recomeçaram.em que nos temos de apoiar para trilhar um caminho Com a conclusão dos trabalhos prevista para finais deseguro e consistente. novembro ficaremos dotados de todas as valências e Temos sentido esse apoio que necessita, no- espaços em falta: salas de aula, laboratórios e oficinas.meadamente na área das famílias e encarregados de Quase a atingir 25 anos de idade a Escola Se-educação, de ser reforçado para ser mais sistemático cundária da Gafanha da Nazaré prepara-se para no-e continuado. vos desígnios: o da agregação. A direção e demais estruturas da ESGN empe- A comunidade da Gafanha da Nazaré ficará do-nharam-se, de forma significativa e relevante, na cons- tada de um único agrupamento de escolas – Agrupa-trução de um clima de escola acolhedor (pese embora mento de Escolas da Gafanha da Nazaré, que resultaa constante intranquilidade decorrente das sucessivas da agregação do atual agrupamento com a escola se-mudanças com que o sistema educativo português se cundária. Será mais um desafio, imposto pela tutela,confronta) e na intervenção, muito focalizada, na me- mas que espero possa ter algumas virtualidades emlhoria dos resultados escolares. benefício da comunidade educativa que servimos. Nesse sentido foram consolidados mecanismos Neste momento a incerteza e as dúvidas sobrepõem-de apoios complementares, apoios personalizados, se a eventuais benefícios. Lamentavelmente não sãotutorias e salas de estudo, participámos em diversos os aspetos pedagógicos a presidir a esta agregação,projectos promovidos quer pelo Ministério da Educa- antes os administrativo-financeiros.ção e Ciência quer por outras entidades e organismos; Cada escola continuará a ter a sua identidadeimplementámos ofertas formativas diversificadas e pro- própria que servirá de base à identidade de agrupa-fissionalmente qualificantes com parcerias relevantes mento que necessita de ser criada e construída.ao nível do tecido empresarial e autarquia. A preocupação da nova unidade de gestão será, Trabalhámos para o reforço da cidadania, a in- com toda a certeza, a preocupação das atuais unida-serção dos alunos na escola e promoção de hábitos des de gestão: trabalhar afincada e empenhadamen-de vida saudáveis – Epis, Desporto Escolar, Clube do te para formar cidadãos responsáveis e conscientes,Mar, Educação para a Saúde, Eco Escolas (da estufa socialmente interventivos, bem preparados humana ejá saem flores para embelezar o átrio da ESGN); para academicamente.o desenvolvimento de uma consciência e cidadania eu- Um abraço amigo,ropeia – Projeto Comenius e Clube Europeu. Maria Eugénia Martins Pinheiro As fotografias são de alguns professores sa escola. De cima para baixo, Informática, Ciências Físico-Químicas, Biologia, Língua Portuguesa e Francês, Inglês e Espanhol, Ciências Sociais e Humanas, Educação Física , Matemática, e os elementos dos Serviços especializados de apoio educativo 3
  4. 4. português Notícias da Biblioteca Com o objetivo de divulgar a obra de À entrada da biblioteca, foi construídoautores portugueses e lusófonos e de incenti- um painel interativo com alguns desenhos e do júri com a leitura de textos em voz alta, nasvar os alunos e as famílias a adquirirem livros, fotografias de rostos de autores portugueses modalidades de prosa e poesia.decorreu, na semana de 21 a 25 de maio, uma que marcaram e marcam a nossa literatura. No “pátio das leituras” foram divulgadasFeira do Livro aberta a toda a comunidade. Os alunos foram convidados a identificar cada alguma das “quadras à solta” sobre o livro, aDesta forma, os leitores puderam tomar con- um deles, testando os seus conhecimentos de leitura e a língua portuguesa, de que deixamostacto com obras de clássicos portugueses e cultura literária. aqui alguns exemplos.outras de autores mais recentes que fazem As comemorações da Semana do Autor Nesta manhã foram, ainda, conhecidosparte do panorama literário lusófono. português terminaram no dia da Escola Aberta os vencedores do concurso “Histórias da Ter- Para tornar esta feira mais viva, no dia com um concurso de leitura expressiva no pá- ra”, onde alunos e professores mostraram osdo Autor português, 22 de maio, os alunos de tio da biblioteca que foi o palco para esta inicia- seus dotes artísticos nas modalidades de es-Oficina de Teatro do 9º D “vestiram a pele” de tiva. A atividade registou uma grande adesão crita, ilustração e fotografia.Camões, Gil Vicente, Fernando Pessoa, entre por parte dos alunos que, durante uma hora, Boas férias e ótimas leituras!outros, e “visitaram” a escola e a biblioteca, di- deliciaram o público presente e os elementos A equipa da bibliotecavulgando os seus textos.Leitura e língua portuguesa A leitura é magiaAndam sempre de mãos dadas. Para quem quer aproveitar.Dão-se bem de certeza Quando eu leio um livroCom as palavras encaixadas. Fico logo a sonhar. Filipe Loureiro João Pedro NevesO livro anda sempre comigo, Toda a gente língua tem.Com ele aprendo a imaginar. Mas nem sempre é portuguesa.É como um bom amigo Como nem sempre se fala bem,Que me vai sempre ajudar. Temos de estudá-la, com certeza! Diva Sarabando Jaime Oliveira 4
  5. 5. português “A Rádio A Oficina de Teatro é uma disci- plina semestral, oferta de escola, que tem proporcionado aos alunos momen- vai à tos para relaxarem, descontraírem e se exprimirem. Nas aulas, essencialmente práticas, fazem-se jogos de expressão e de improvisação e desenvolvem-se pro- Escola” jetos performativos para serem repre- sentados publicamente. A biblioteca tem sido o palco onde se desvenda a magia do teatro com as representações das várias turmas. As- sim, no final de cada semestre, cada Mais uma vez, no dia 25 de maio, turno apresenta aos colegas e a outros a Escola abriu-se à comunidade!Das elementos da comunidade educativa o múltiplas atividades realizadas, destaca- trabalho desenvolvido ao longo do se- mos a vinda da Rádio Terranova à nossa mestre. De uma forma amadora, mas escola! Num clima familiar, descontraí- muito trabalho e dedicação, têm-se re- do e ameno, falou-se, ouviu-se música, velado vários talentos na arte de repre- declamou-se… sentar.O teatro Deu-se início à emissão, conduzi- O último dia do 2º período foi um da por Rosa Sardo, com uma agradável dia cheio de teatro. De manhã, os alunos conversa com a nossa diretora, Eugénia ea de Oficina de Teatro das turmas C e D do Pinheiro, que nos falou das atividades 8º ano enriqueceram uma exposição pa- do dia da Escola Aberta, da nossa nova tente na Biblioteca Municipal de Ílhavo, escola e da vontade de ver as obrasescola dramatizando textos de Álvaro Maga- concluídas, para que o espaço venha a lhães, nomeadamente o poema “A Ilha ser devida e condignamente usufruído do Tesouro” e quatro histórias do livro “O na sua totalidade. O Ruben Teixeira do homem que não queria sonhar e outras 8ºB deliciou-nos com uma rapsódia mu- histórias”. Ao fim da tarde, no âmbito da sical, à guitarra. A D. Elsa, presença as- atividade da biblioteca “Poesia e teatro sídua da biblioteca, ofereceu-nos a sim- de mãos dadas”, os alunos de Oficina patia das suas palavras, demonstrando de Teatro das turmas A e E do 7º ano, grande apreço pelo novo espaço, pelo D do 8º e D do 9º, fizeram um pequeno trabalho que desenvolve e pelos alunos. espetáculo aberto à comunidade. Foram O pequenino Guilherme da escola EB1 dramatizados textos diversificados de da Chave, futuro paleontólogo, maravi- autores portugueses: os poemas “Assim lhou-nos com a sua intervenção, conten- nasce um poema”, “Dia da Poesia”, “Dia te, por, naquele dia, estar na escola dos do Teatro”, de José Jorge Letria; uma “grandes”! A Leandra e a Iara do 10ºF adaptação da história de Vanina da obra falaram-nos das razões da escolha do “O Cavaleiro da Dinamarca” de Sophia seu curso e das expectativas em rela- de Mello Breyner Andresen e “A Fada ção ao futuro em termos profissionais. Palavrinha” e o “Gigante das Bibliotecas” Deixaram-nas a bonita mensagem de de Luísa Ducla Soares. O 9º D apresen- que, quando queremos, alcançamos os tou algumas cenas da famosa obra de nossos sonhos! A Leandra, com expres- Gil Vicente, “Auto da Barca do Inferno”, sividade e emoção, fez-nos saborear as tendo sido o ponto alto do seu percurso palavras de Eugénio de Andrade, “É ur- de três anos na disciplina pela qual op- gente o amor”. Um bem-haja a todos! taram no início do 7º ano. Na verdade, A propósito do apontamento se- mostraram o seu grande talento e pro- manal “De acordo com o acordo”, nós, porcionaram momentos muito divertidos. Amélia e Isabel, fizemos um balanço do No número anterior do “Gafanho- trabalho desenvolvido ao longo do ano. to”, ficámos a conhecer a opinião muito Tem sido uma experiência bastante enri- positiva de uma turma sobre esta dis- quecedora e gratificante. ciplina. Eu termino este texto com um Já sabe… escreva bem, de acordo aplauso para todos os alunos que têm com o acordo! representado na escola e para a escola. Viva o teatro! Isabel Sardo e Amélia Pinheiro Paula Rocha 5
  6. 6. línguas Clever Pants The Awesome Show On the 7th May of 2012, a group of3 people called «Clever Pants» came toour school in order to make a theatricalperformance. The show took place in thegym because there were a lot of secon-dary school students waiting to see it. The actors performed 3 plays: a ter-ror, a romance and a thriller one. With alot of jokes on each acting, they mentio-ned people we all know – for exampleMichael Jackson and Justin Bieber, whi-ch was the highest point of the perfor-mance. To turn things a bit more interesting,the actors called 2 students to play theirroles, which was quite fun for the publicto watch. They were really nice becausethey made us laugh like crazy until wefelt pain in our stomachs. Personally, I think they did an awe-some job, and so all the students thathad the opportunity to see this magnifi-cent show had a great time. Rita Peixoto Online seduction The cartoon wants to convey a message, which is never believe what we see or read on the Internet because people can be dangerous and lie to us.Falling in Love with strangers on the Internet The fish represents those peo- ple, and the girl represents the ones who believe in those people The internet can be very dangerous, and we should never talk with some- one who we don’t know in real life, we shouldn’t accept contacts from people we don’t know, on facebook, hi5, msn or other social networks. An advice to all of you: if your parents are trying to help, you should accept their help and don’t think they are an- noying because all they want is you to be safe and, we know, that’s their duty! Beatriz Graça 6
  7. 7. línguas Spelling 25 de Maio Bee Escola Aberta Neste dia, realizou-se, pelasegunda vez na nossa escola, oconcurso Spelling Bee, que com-preendeu uma primeira parte paraalunos do Básico e uma segundapara alunos do Secundário. Profes-soras e membros do júri estiveramcompenetrados mas, ao mesmotempo, divertidos nas suas tarefas.Os concorrentes estiveram à alturado acontecimento mas, claro, porvezes atraiçoados por algum nervo-sismo. Houve também alguns espe-tadores na assistência. Saíram vencedores, por anode escolaridade, os alunos: Albano Matos (7ºA), Carolina Conceição (8ºD), Miguel Vilarinho (9ºA), Fábio Maia (10ºC) e Pedro Teotónio (11ºB). Parabéns a todos! Obrigadapela vossa participação! Como devem calcular, conta-mos convosco no próximo SpellingBee! Bee there!!!! Ana Paula Cebola ...contamos convosco no próximo Spelling Bee! 7
  8. 8. línguas SUPERTMATIK 2011/2012 Francês / Inglês Pela terceira vez, a nossa escola participou no Também estão de parabéns os restantes finalistas aCampeonato Escolar SuperTmatik 2011/2012, nas dis- nível de escola que, na Final Nacional Online, alcança-ciplinas de Francês e Inglês. Foi, mais uma vez, uma ram excelentes posições:experiência muito gratificante e positiva pela adesão damaior parte dos nossos alunos do 3º Ciclo e professores Inês Jácome Silva (7ºB) – 25º lugar;dessas disciplinas. Estamos orgulhosos dos resultados Bruno Martins Vilarinho (7ºB) – 26º lugar.obtidos, uma vez que quatro dos nossos finalistas, a ní-vel de escola, se classificaram entre os dez melhores naFinal Nacional Online (TOP 10). Foram eles: Na disciplina de InglêsNa disciplina de Francês (concorreram 54 000 alunos):(concorreram 15000 alunos): Ana Cristina Ribau (8ºD) – 28º lugar; Arnaldo Sá Cucu (8ºC) – 32º lugar; Albano Miguel Matos (7ºA) – 38º lugar; Ana Corolina Santos (8ºC) - 1º lugar; Gonçalo Filipe Perna (7ºC) – 53º lugar. Rita Vanessa Ferreira (9ºD)– 4º lugar Gaëlle Costa Lopes (9ºD) – 8º lugar; Anabela Sousa Arnaldo Sá Cucu (8ºC) – 9º lugar.Parabéns a todos os par-ticipantes no campeonatoescolar Super TmatikFRANCÊS e INGLÊS2011/2012! Continuem atreinar 8
  9. 9. matemática ESGN no Equamat em Aveiro No dia 24 de abril foram à Uni- Ida ao versidade de Aveiro, 28 alunos do ensino básico, para participar na 22ª edição das Competições Nacionais Equamat da Ciência do Projeto Matemática Ensino. Pretendeu-se com esta ativida- 2012 de, desenvolver o gosto e o interes- se pela Matemática, ajudar a criar hábitos de trabalho, favorecer o uso da internet na escola e melhorar os O Equamat deste ano foi giro. conhecimentos específicos de Mate-Chegámos por volta das 9:00 pelo mática.que fomos dos primeiros a fazer as Competiram no EQUAMAT, 6provas. Eu e o meu parceiro, Álvaro alunos do sétimo ano, 10 alunos doMiguel, chegamos ao nível 14! oitavo ano e 12 alunos do nono ano. Durante a manhã, optámos por Todos eles mostraram um elevadonão fazer nada de especial, apesar grau de satisfação pela sua parti-de haver muitas atividades no recin- cipação nesta atividade e algunsto da Universidade. Havia escalada, deles obtiveram bons resultados ae uma espécie de tiro ao alvo, entre nível nacional. Há a salientar quemuitas outras. a ESGN ficou na 39ª posição, num Chegou a hora de almoço. Co- total de 177 escolas. Nesta competi-memos sandes, fruta, um croissant ção, em que existem 20 níveis, umae um sumo para acompanhar. No fim equipa do sétimo ano atingiu o nívelum kit kat como sobremesa. 18, uma equipa do oitavo, o nível 17 Da parte da tarde vagueamos e duas equipas do nono, o nível 14.pelo campus e vimos um concurso Os alunos também tiveram ade dança, num palco montado no oportunidade de participar em al-recinto universitário. Por fim chegou gumas das atividades anunciadas ea hora de voltar para a escola, por programadas para o dia das compe-volta das três da tarde. Foi fixe esta tições.ida ao Equamat! Dalva Domingues Miguel Rochinha 9
  10. 10. ciências Escola Aberta Exposição “ÁGUA” No dia da Escola Aberta estevepatente, no corredor de acesso à biblio-teca, uma exposição de pósteres / car-tazes alusivos à “Água” com o objetivode promover atitudes conducentes à re-dução do seu consumo. Efetivamente, no decorrer do 2º pe-ríodo, os alunos do 8º ano de CiênciasNaturais, com a ajuda dos diretores deturma, nas aulas de Formação Cívica,pesquisaram e elaboraram pósteres /cartazes relacionados com a preserva-ção da água, consequências da inter-ferência do Homem no ciclo da água,visando a estimulação da adoção de ati-tudes ambientalmente corretas, alertan-do para a necessidade de mudança decomportamentos individuais e sociais ecompreender que a utilização desregra-da dos recursos naturais coloca em cau-sa a sustentabilidade do planeta Terra. Muitos foram os alunos, professo-res e convidados, que observaram e le-ram os materiais afixados. Ana Reis PEDDY PAPER Escola Aberta No dia 25 de maio, dia da Esco- la Aberta, no âmbito das atividades e das áreas disciplinares de biologia/ geologia, informática e de matemáti- ca, os alunos divertiram-se no peddy paper a tentar resolver jogos, ques- tões e a seguir pistas, relacionadas com diversas temáticas das diferen- tes disciplinas. Constatou-se uma grande adesão por parte dos alunos a esta atividade, de forma dinâmica e alegre, como mostram as fotogra- fias… Professores das disciplinas envolvidas 10
  11. 11. ciências De olhos postos no céu Com a ajuda do fotógrafo e astrónomo amador João Pereira, da Gafa- nha da Nazaré, foram realizadas duas atividades de observação do céu. A primeira, no início do ano letivo, foi uma observação noturna, em que fomos presenteados com imagens fantásticas de Júpiter e de algumas das suas luas. A segunda, decorreu no dia da escola aberta, 25 de maio. O objetivo era ver as manchas solares. O senhor João Pereira deslocou-se mais uma vez à escola com um dos seus telescópios, desta vez com filtro solar. Mas, nesse dia, as manchas solares estavam pouco visíveis. Fica para a próxima... Fernanda Alegrete Ciência na mochila Apesar de algumas dificuldades apresentaram aos alunos algumas na realização desta atividade, mo- atividades do seu agrado. Destaca- tivadas pelas obras na escola, que ram-se na Química a “pasta de den- nos limitam o espaço, pois os labo- tes de elefante”, a “bola saltitona”, a ratórios estão a funcionar em mo- produção de sais de banho e as go- noblocos, não quisemos deixar de tas bailarinas, na Física a medição proporcionar aos nossos convida- da condutividade elétrica do corpo dos este contacto com as ciências humano e outras experiências com experimentais. corrente elétrica, experiências com Em quatro tardes de quartas luz, e as observações de cristais, feiras, a escola encheu-se de me- plantas e insetos no microscópio. Pelo terceiro ano consecutivo, ninos e meninas mais pequenos do Esperamos que no próximo anoos professores de Ciências Físico- que o costume, que se divertiram as obras na escola estejam concuí-Químicas da ESGN realizaram a ati- bastante. das para podermos receber os me-vidade Ciência na Mochila, destina- Os professores do grupo e ain- ninos e as meninas nos novos labo-da aos alunos do 4ºano das escolas da os professores de Biologia, que ratórios.do 1º ciclo da Gafanha da Nazaré. este ano colaboraram connosco, Fernanda Alegrete 11
  12. 12. expressões REGRESSO AO PASSADO Numa escola do século XXI, o passado foi a nossa inspiração! Este ano,a Educação Tecnológica envolveu os alunos em sérios trabalhos: A ARTE DA CALÇADAA MODA NO SÉC. XIX PORTUGUESA Por entre serras de rodear, gro- sas e limas, peças de madeira reutili- zada, gesso e cola e calcário branco e preto, tecemos lindos vestidos de sedas finas e cetins macios, cons- truímos caravelas pretas em mares brancos, estrelas e luas, salinas e figuras geométricas. Encontrámos as peças perfeitas para desenhar 8º ano, turma D mosaicos minuciosos. Como é habitual, os trabalhos nem sempre correram bem, mas,MOSAICO também como é costume, não nos pudemos permitir esmorecer e cor- remos sempre contra o tempo, que teimava em correr mais do que nós. Com esforço, ganhámos. No dia da Escola Aberta, mostrámos os nos- sos trabalhos, que mereceram elo- gios e que nos permitiram concluir que é possível dar vida nova a ma- teriais usados, aparentemente sem importância. Aprendemos a utilizar 8º ano, turma E ferramentas, conhecemos técnicasAprendemos a utilizar ferramentas, conhecemos técni- de trabalho, decorámos e embele- zámos o nosso espaço e, num re-cas de trabalho, decorámos e embelezámos o nosso gresso ao passado, cuidámos aindaespaço e, num regresso ao passado, cuidámos ainda do ambiente do futuro! Parabéns a todos os meninos e meninas, pelodo ambiente do futuro! sucesso do trabalho realizado! 9º ano, turma C 12
  13. 13. expressões Escola Aberta Exposição na cantina Trabalhos expostos na cantina da nossa escola durante a semana daEscola Aberta. Estes trabalhos ilustram 24 receitas de bacalhau e foram realizadospelos alunos da turma B do nono ano de escolaridade. Bacalhau frito com escabeche de legumes, ilustração: Mariana Carvalho Bolinhos de Bacalhau encharcados, ilustração: Ana Verónica Creme de Bacalhau, ilustração: Filipa Carpaccio de Bacalhau, ilustração: Ana Lúcia 8º ano, turma D Bolo decorado pelo Departamento de Expressões para o jantar da “Escola Aberta” Recriação dum painel da artista Maria Keill, existente na Cervejaria Trin-dade em Lisboa. Maria Keil, autora de vários painéis de azulejos das primeiras estaçõesdo metropolitano de Lisboa, afirmava-se como “uma artista”: pintora, desen-hadora, ilustradora, decoradora de interiores, designer gráfica e de mobil-iário, ceramista, cenógrafa e figurinista, autora de cartões para tapeçaria “e,sobretudo, de composições azulejares”. 9/8/1914 – 10/6/2012 Cláudia Ribau 13
  14. 14. desporto COMPAL AIR Tal como vem sendo hábito, a feminino, constituída pelas alunasnossa escola participou no Torneio Silvana Dias (11ºB), Maria Vechinade Basquetebol 3x3 Compal Air. (12ºA), Joana Peixinho (11ºA) e Be-Este torneio teve início com a fase atriz Paz (11ºA); equipa de juvenisescola, onde foram apuradas as masculinos, composta pelos alunosequipas que iriam representar a es- Andrew Costa (11ºC), Pedro Teotó-cola nos escalões infantis, juvenis e nio (11ºB), João Padilha (11ºA) e Tia-juniores, feminino/masculino. go Lopes (11ºA); finalmente a equi- No dia 22 de Fevereiro realizou- pa de juniores masculinos, com osse o torneio Compal Air Basket 3x3, alunos Ivan (11ºC), Nathaniel Roqueem Calvão. Este torneio contou com (11ºC) e Gonçalo Caçoilo (11ºB).a participação de várias escolas do Posteriormente, face ao bomconcelho de Ílhavo, nomeadamente desempenho revelado pelos nossosa Escola Secundária da Gafanha da alunos, estivemos representados naNazaré, Escola EB 2,3 da Gafanha fase nacional do torneio que se re-da Nazaré, Escola Secundária de alizou em Braga, nos dias 2 e 3 deVagos, Escola Profissional de Va- Junho. A nossa escola esteve re-gos, Escola Secundária de Ílhavo, presentada pela equipa de junioresEscola EB 2,3 de Ílhavo e Colégio feminino, constituída pelas alunasde Calvão. Silvana Dias (11ºB), Maria Vechina A nossa escola esteve repre- (12ºA), Joana Peixinho (11ºA) e Be-sentada com 5 equipas: 1 equipa do atriz Paz (11ºA). Neste torneio esti-sexo feminino (escalão júnior) e 4 veram presentes, além da equipa dado sexo masculino (escalão infantil, Escola Secundária da Gafanha dainiciado, juvenil e júnior). Além das Nazaré, quinze equipas vindas deequipas participantes, a escola es- todo o país. Durante todo o torneio éteve também representado com um importante enaltecer a entrega nosárbitro, Diogo do Bem (11ºD). jogos, o companheirismo, o fair-play No final do torneio os resultados e a boa disposição, demonstradosuperaram largamente as expectati- pelas alunas durante toda a compe-vas, uma vez que apurámos 3 equi- tição. Além disso, só temos de estarpas para representarem a escola orgulhosos do 4º lugar obtido (entrena fase distrital: equipa de juniores 15 equipas). Tiago Lopes Grupo/Equipa Futsal Durante todo o ano letivo, o grupo/equipa de futsal treinou duas vezespor semana com o intuito de se preparar para os jogos com outras escolas.Após os vários encontros com as diferentes escolas do grupo, a nossa equi-pa ficou em 4º lugar. Durante todo o ano, quer nos treinos quer nos jogos dis-putados, prevaleceu sempre a boa disposição e um bom espírito de grupo.No próximo ano letivo esperamos que a equipa continue a revelar a mesmaatitude e os bons resultados desportivos. João Paulo Sousa 14
  15. 15. desporto Clube do Mar Ténis Os treinos foram iniciados naprimeira semana de aulas e termi-naram na última semana de aulasdo terceiro período. Num total de 31treinos previstos, foram dados 31.Apenas não coincidiram com o nº desemanas de aulas, devido a terem de mesaexistido 4 feriados às quintas-feiras,que é o dia do treino semanal. O grupo/equipa de ténis de Frequentaram os treinos um mesa Mesa do Desporto Escolartotal de 19 alunos inscritos, mas a teve ao longo do ano uma grandemédia de alunos presentes nos trei- adesão por parte dos alunos, em es-nos foi inferior (próximo de dez). As pecial os do ensino básico.baixas temperaturas e alguns dias Apesar de existirem cerca dede treino com chuva, foram as prin- 30 alunos inscritos, nem todos iamcipais causas. regularmente aos treinos devido a Foram organizadas duas com- incompatibilidades de horário. Porpetições, em 9 de maio e em 6 de esse motivo, foram realizados al-junho, que tiveram a participação de guns treinos extra num dia diferentetodas as escolas da zona de Aveiro para dar oportunidade aos alunos,com oferta de Desportos Náuticos especialmente aos do ensino secun-aos seus alunos: Secundária da Ga- dário que não tinham horário com-fanha da Nazaré, EB 23 da Gafanha patível com os treinos regulares, deda Nazaré, EB 23 Aires Barbosa de participarem em treinos e terem tam-Esgueira, Colégio de Calvão, Institu- bém hipótese de ir às competições.to Duarte Lemos de Trofa-Águeda e Os alunos mais assíduos par-EB 23 Fernando Caldeira de Águe- ticiparam em todas as competiçõesda. As provam realizadas foram de para que foram convocados, masCanoagem (velocidade e resistên- apenas 1 aluno, o Daniel Encarna-cia), de barcos à vela modelo Opti- ção, chegou à fase regional.mist e barcos à vela modelo L’Equip. Os treinos decorreram num am- As instalações e equipamento biente de boa disposição e de con-do Clube do Mar também serviram vívio saudáveis entre os alunos e apara as aulas de Educação Física professora.de algumas turmas desta escola, É de salientar e de louvar a ideiabem como para algumas turmas de de se terem colocado mesas de Té-outras escolas que nos solicitaram. nis de Mesa na sala de convívio dos António Mariano alunos, uma vez que esta medida, além de fomentar a prática despor- tiva, faz com que haja um maior envolvimento por parte dos alunos pertencentes ao grupo de Desporto Escolar, e também aos que não ti- veram disponibilidade horária para a sua frequência. Penso que esta medida levará também a uma ainda maior adesão à modalidade no próximo ano letivo. Dorabela Maia 15
  16. 16. desporto ESCOLA ABERTA No dia 25 de maio realizou-seo Dia da Escola Aberta. Seguindo atradição de anos anteriores, duranteeste dia decorreram na escola di-versas atividades organizadas pelosdiferentes grupos disciplinares. Ogrupo de Educação Física deu o seucontributo apresentando atividadesde Montanhismo e um torneio de té-nis de mesa. No montanhismo os alunos pu-deram realizar slide, rapel, parale-las e tirolesa. O torneio de ténis demesa decorreu com um elevado es-pírito competitivo e de fair-play. Todas as atividades apresenta-ram uma elevada adesão por partedos alunos e professores, tendo de-corrido dentro de um espírito de con-vívio, alegria e entusiasmo. Inês Ferreira 16
  17. 17. desporto NATAÇÃO 2012 CAMPEONATO REGIONAL No dia 5 de Maio de 2012, re- zando 45 alunos, dos quais 8 repre- alizou-se no Complexo de piscinas sentaram a nossa escola – Andrei Luís Conceição Lopes em Coimbra, Zinca, Oleksandr Myedvyev, Sara o Campeonato Regional de Nata- Rocha, Cláudio Gomes, Maria Spi- ção Desporto Escolar. Esta prova nola, Mariana Machado, e 2 árbi- destinou-se a alunos inscritos nos tros, Diogo do Bem e Adrian Ciu- Estabelecimentos de Ensino repre- pageanu. A nossa equipa (ESGN) sentativos de cada Equipa de Apoio realizou uma boa prestação, obten- às Escolas que compõem a Direção do 1 primeiro lugar, 4 segundos, 2 Regional de Educação do Centro quartos lugares e 1 quinto lugar. Ob- (Aveiro, Castelo Branco, Coimbra, tivemos a qualificação de 2 juvenis CAMPEONATO Leiria, Guarda e Viseu), de acordo para o Campeonato Nacional, que NACIONAL com as qualificações em fase ante- cedentes, nos escalões de Iniciados se realizaram nos dias 25 e 26 de Maio na Póvoa do Varzim –Cláudio e Juvenis, em ambos os sexos e no Gomes e Oleksandr Myedvyev . No dia 5 de Maio de 2012 reali- nível avançado (nível 3). Parabéns!zou-se o Campeonato Nacional Na- A organização desta prova foi Em termos coletivos, o Campe-tação Desporto Escolar no Comple- da responsabilidade da Direção onato foi bem disputado, a equipaxo de piscinas Municipais da Póvoa Regional de Educação do Centro de Aveiro teve uma grande partici-do Varzim, evento organizado pela (DREC) e da Equipa de Apoio às pação, tendo sido a 1ª classificada,DREN. A nossa escola foi represen- Escolas de Coimbra, contando com com 834 pontos, a 2ª classificadatada pelos alunos Oleksandr Myed- a colaboração do Agrupamento de foi Coimbra, com 613 pontos, a 3ªvyev do 9ºB e Cláudio Gomes do Escolas de Coimbra e da Câmara classificada Viseu, com 384 pontos,11ºC. Este consagrou-se campeão Municipal. 4ª classificada Castelo Branco, comNacional na prova de 50 Mariposa A Equipa de Apoio às Escolas 344 pontos, a 5ª classificada Guar-e 3º lugar nos 100 livres. Caso a de Aveiro foi representada por 11 da, com 290 pontos, e a 6ª classifi-representação Portuguesa participe nos estabelecimentos de ensino, totali- cada Leiria, com 136 pontos.jogos FISEC a realizar em Malta, o Manuela SequeiraCláudio integrará a comitiva. Manuela Sequeira 17
  18. 18. moral Interescolas de EMRC – Estarreja 2012 Bela estreia! Chuva, chuva e mostrar o elevado número de alunos mais pesadas e a mensagem do Sr.mais chuva! Cinco mil e oitocentos inscritos na disciplina de Educação Bispo deixou de ser ouvida… Cadaalunos dentro do pavilhão aos gritos, Moral Religiosa Católica. Para o pró- um corria, o mais depressa que po-aos saltos, a cantar. Lindo! ximo ano, esperamos que sejam ain- dia, à procura de um local de abrigo. Feito o acolhimento, foi hora de da mais. A partida aconteceu por voltaencetar uma caminhada pelas ruas Ao almoço partilhado, houve das dezasseis horas. Se nessa alturade Estarreja. Mas eis que S. Pedro música, alegria e, imagine-se, sol, havia chuva? Claro que havia chuva!ficou de mau humor e zás! Chuvada muito sol. Infelizmente tratar-se-ia de Apesar do mau humor de S. Pe-para cima de todos! Eis-nos quais sol de pouca dura. Devagar, deva- dro, foi um dia muito bem passado.pintos molhados da cabeça aos pés, garinho, as nuvens foram chegando, Acreditem!mas felizes. Afinal, andávamos a cada vez mais cinzentas, cada vez Dulce Carlos18
  19. 19. moral XII INTER ESCOLAS EMRC O XII encontro inter-escolas de realçar a atuação que uns alunos barraquinhas e de jogos. Contudo,EMRC realizou-se em Estarreja, no da ESJE fizeram, foi simplesmente foi de desagrado de muitos jovenspassado dia quatro de maio de 2012. brilhante e nós aplaudimo-los de pé. o cancelamento dos desportos radi-Este evento contou com a presen- Realmente a dança e o teatro podem cais, devido à chuva. Eles espera-ça de cerca de cinco mil alunos de retratar a família e o quanto impor- vam fazer algo que ainda não tinhamEMRC, e nem a chuva os impediu de tante ela é para nós. No decurso do feito nos outros encontros de EMRCse divertirem. O tema principal foi a inter-escolas, muitas atividades se e os desportos radicais marcariam a“Família, Porto de Abrigo” e todas as sucederam: desde a caminhada até diferença, em Estarreja. Mas, os alu-escolas pertencentes ao distrito de à visita habitual do Bispo de Aveiro. A nos divertiram-se bastante, apesarAveiro representaram-no muito bem. caminhada foi “molhada”, no entan- do mau tempo. Neste encontro, es-O pavilhão municipal de Estarreja to foi muito festiva e as escolas par- teve presente muita alegria e, acimafoi “invadido” por cartazes referen- ticiparam ativamente com palmas, de tudo, união e amizade. Este dia foites ao nosso porto de abrigo, que é bandeiras e cânticos, contagiando as repleto de festa e de paz. Ser EMRCa família, e foi de muito agrado ver ruas da cidade, pela manhã. A tarde é ser diferente!alguns trabalhos magníficos. É de foi recheada de festa, de ateliês, de Mariana de Almeida 19
  20. 20. comenius Catalonia “Nossa, nossa” what an ama-zing week we had! All started on Sa-turday, the 26th when we arrived inBarcelona, and went to Artés to meetour hosts (Queralt, Anna Carol, Eva,Maria, and Jan). All the students received uswith love and care. On the first day,Sunday, we went to the school, whe-re we saw some of the Catalan stu-dents performing typical dances andmusic. After that, all the countriespresented their works about the vi-sit to Portugal and Art Noveaux. Thistook longer than it was supposed to,and we could only think about lunch!Then we went to visit Artés. On the next day, we went to Bar-celona, where we had the chance tovisit the Sagrada Familia, which wasamazing: all the detail work of Gau-di was expressed on that cathedral,even though, it’s not finished yet!After lunch we visited “La Pedrera”,one of Gaudi’s best know buildingsand walked along “Passeig de Gra-cia”, and “Plaça Catalunya”. 20
  21. 21. comenius On Tuesday we went to the scho-ol, where we attended some classes ,a very interesting experience, becausewe could see how different they were.As we were with different students,from different classes, we attendedBiology, Technology, Math, Catalan andLatin. After classes, everybody went toSant Benet Monastery where we didworkshops on the origin of some kindsof food, and prepared hot chocolate,lemon juice, and a typical drink fromCatalonia. To end the day, we walkedthrough Manresa, while the Spanishstudents explained us the most beau-tiful modernism buildings. On the fourth day of our visit, weworked in multinational teams on pre-defined outcomes (for a newspaper),and presented the results to every-body. After having lunch in the school Finally we took the bus to thecanteen, we went together to “Forn de airport where, unfortunately, we hadla Calç”, where we attended workshops to say goodbye to our new friends.on traditional dances, and painted tiles We arrived to Portugal more or lesson the style of the artist Gaudi. at midnight. We were tired but happy, On Thursday, all the students and with smiles in our faces and with theteachers went to Montserrat to visit the certainty that we had had a lot of funChoir of Escolania de Montserrat, a and that we had made some greatschool where young boys go to study friends and been through awesomemusic, and to be part of the choir. Also, experiences together.some people went for a long walk in the The only thing left to say is thatbeautiful mountains of Montserrat; des- it was a truly amazing week and thatpite being very tiring, because it was re- the will of going back to Artés to visitally hot, the walk was absolutely worth our friends is huge! A big thank youthe effort. to the Comenius Project, for giving On that same day, at 8:30 pm we us the opportunity to meet amazinghad to go to a final dinner, which was a places and people!great party organized by our hosts and Sofia Roque, João Correia, Mariana Vaz,their families. There was a lot of mu- Inês Vaz, Francisca Limasic, and we all sang for the entire time,very happily, because on the next daywe would have to say goodbye to ourfriends. Sadly, the last day arrived. Wewent to Barcelona again, but this timewe visited the Parc Güel (from Anto-ni Gaudi), and in the afternoon, wewalked through the Rambles and wentto see Barcelona sea port. 21
  22. 22. saídas Visita de Estudo ao Porto No passado dia 10 de Abril, os ciava VIctorien Sardou, Handel, Voltai-alunos do décimo ano deslocaram-se re, Shakespear, Camille Flrammarianao Porto numa visita de estudo, no âm- e Victor Hugo, entre muitos outros, osbito das disciplinas de Filosofia e Por- quais considerava como “mentes bri-tuguês. lhantes”. As personagens que inventou , tais como o ilustrado Martial Contarel na obra “Locus Solus” (que é o nomeMuseu de Arte da exposição de Roussel), ou o ClubeContemporânea dos Incomparáveis em “Impressões de África”, ostentam a estrela na testa, quede Serralves é a marca física da genialidade. Apesar de ter viajado muito, estas obras são Um dos museus visitados foi o de o resultado da sua imaginação e nãoArte Contemporânea, onde o assunto da realidade, mas como tinha bastantecentral era Raymond Roussel, um po- dinheiro, também fez as suas própriaseta, dramaturgo e romancista francês produções teatrais, com o objetivo dedo início do século passado (Paris, educar os outros, ao ponto de pagar ao1877-Palermo, 1933). Conhecido prin- publico para assistir à representaçãocipalmente pela sua extravagância e das suas obras.singularidade, quer nas suas narrativas Entre os vários admiradores dequer como pessoa, Raymond Roussel Roussel encontra-se Marcel Duchamp,defendia a ideia de que toda a obra ar- o dadaísta que criou a obra máquinastística ou literária deve partir apenas de celibatárias, provavelmente influencia-elementos imaginários. Por isso mes- do pelo escritor (seu percursor). Tam- em dois eixos perpendiculares entremo é que ele representou uma forte in- bém Max Ernst e Francis Picabia foram si, o principal estrutura-se de norte afluência para os surrealistas e dadaís- influenciados por Roussel, exprimindo sul na direção do Rio Douro, enquantotas, que o tornaram conhecido, apesar nas suas obras as sensações que ti- que o outro liga a residência à aveni-de não ter sido um autor muito lido. nham e o que lhes ia no inconsciente, da Marechal Gomes da Costa. A mata como bons percursores do surrealis- alberga o Lago da Quinta do Lordelo, mo, nomeadamente de Salvador Dali, assim como a Quinta do Mata-Sete, outro admirador de Roussel. onde se encontram campos agrícolas Ana Almeida, André Silva, Carolina Rocha para cultivo e pastoreio. A Parte sul do e Soraia Calisto percurso, bem como o tanque em que desembocam os vários caminhos, dá para a casa agrícola, com a qual termi- Jardim da Casa na o jardim. Uma vez por ano Serralves está de Serralves em festa e este jardim enche-se de gente para assistir a espetáculos mu- O jardim da casa de Serralves é sicais e de teatro de rua, incluindo circo dos maiores dos museus de Portugal (mas sem animais, com acrobatas ou e dos que se podem visitar no Porto, palhaços), mas também a workshops com exceção do jardim botânico e do e outros eventos. As portas do jardim parque da cidade. Foi criado em 1925 ficam abertas durante 48 horas, permi- para servir de jardim para uma senhora tindo também o acesso grátis ao Mu- francesa que veio morar para Portugal. seu, às feiras do livro e de artesanato Raymond nasceu numa família A sua arquitetura foi influenciada pela urbano, assim como às lojas e à casada alta burguesia, educada e culta. Arte Nova e Arte Deco, daí que apare- de Serralves. Mas também podemosDepois da Guerra, em 1918, passa a çam linhas retilíneas e uma composi- ir visitar de borla os jardins e o Museuevitar qualquer tipo de relação social ção simétrica com espaços geometri- todos os domingos de manhã, sem ae viaja à volta do mundo, influenciado zados. Foi considerado, em Portugal, quantidade de pessoas que enche Ser-pelas suas leituras, nomeadamente um dos primeiros exemplos de arte do ralves em festa.pela obra “Volta ao mundo em oitenta jardim da primeira metade do século David Barbosa, Ana Carolina, Franciscodias”, de Jules Verne. Também apre- passado. Este novo jardim ordena-se Almeida, Silvelys Nebraska 22
  23. 23. saídas Centro Português de Fotografia supostamente reuniu o que todas as outras foram para ele. A homenagem a Ana Plácido não é só por ela ter sido a mulher cuja presença fez, em grandeExposições medida, que Camilo fosse como foi e que escrevesse como escreveu, mas éde Fotografia mais uma homenagem à mulher comona Cadeia Camilo a mitificou, assim como uma homenagem a um dos grandes escri-da Relação tores portugueses pela capacidade que teve em fazer viver na sua ficção as mulheres, nos seus múltiplos e infinitos Na visita à cadeia da Relação comportamentos e sentimentos. A Cadeia da Relação, onde hojefoi-nos possibilitada a visualização de A última exposição é constituída se encontra instalado o Centro Portu-quatro exposições, entre as quais des- por fotografias de João Silva no Afe- guês de Fotografia, foi em tempos umatacamos a: Way Home, as Mulheres de ganistão, tendo como objetivo sensibi- prisão, que começou a ser construídaCamilo e as fotografias do Afeganistão. lizar as pessoas para o que acontece em 1767, tendo sido concluída 30 anos A primeira procura deliberada- nesse país, assim como para todos os depois. Nessa prisão, distribuída pormente o confronto entre o mundo inte- horrores relacionados com as guer- vários pisos, os prisioneiros da classerior e o mundo exterior, composto portudo aquilo que rodeia materialmente a social mais baixa eram colocados aopessoa no seu percurso de regresso a nível do rés-do-chão, com as piorescasa, pois só através desse confronto condições possíveis. À medida que su-é possível caracterizar a pessoa no seu bíamos de piso, as condições melho-caminho introspetivo. O percurso do ravam e os prisioneiros eram de umaregresso a casa carrega um profundo classe social superior. Ao contrário domanto de solidão e algum alheamen- que se passa atualmente nas prisõesto, é um caminho que transporta um portuguesas, até à segunda metadeenorme sentimento de ansiedade para do século XX, nas prisões portuguesaschegarmos de novo ao nosso espaço não eram fornecidas aos prisioneirose estarmos junto daqueles de quem formas para satisfazerem as necessi-mais gostamos. O tempo parece mes- dades básicas, como a alimentação emo adquirir uma outra dimensão, os os cuidados médicos, pelo que tinhamnossos movimentos são meras repro- de contar com a ajuda de familiares.duções mecânicas. Assim, Way Home O Centro Português de Fotogra-encontra-se mais próximo de um regis- fia promove o conhecimento, a salva-to concetual do que documental. Não guarda e a valorização do patrimóniointeressam tanto os locais, os meios fotográfico de documentos de elevadade transporte e os objetos que acom- importância e interesse nacionais. Maspanham a pessoa no seu regresso a na atualidade, é no antigo edifício dacasa, mas antes as experiências sub- ras e a fome. Este fotojornalista tem cadeia que podemos assistir às expo-jetivas quotidianamente repetidas por trabalhado, desde 2000, para o New sições organizados pelo CPF, assimcada um de nós. É exatamente esse York Times, em regime de exclusivida- como à exposição permanente de má-o objetivo dessa exposição, que cada de. Desenvolveu inúmeros trabalhos quinas fotográficas, que se encontra nouma das pessoas, que observa as ima- numa diversidade de países e locais, Núcleo Museológico de António Pedrogens na sua singularidade, se reconhe- entre eles a Georgia, o Líbano, Israel, Vicente, onde podemos observar umaça no seu próprio regresso a casa. o Iraque, o Afeganistão, o Paquistão, a rara e valiosa coleção de câmaras fo- A exposição “Mulheres de Cami- Somália, o Sudão, Angola e os Balcãs. tográficas, incluindo exemplares raroslo” retrata as nove mulheres que mais Em Outubro de 2010 ficou gravemente de câmaras de estúdio e câmaras demarcaram a personalidade do escritor ferido após pisar uma mina, quando in- campo em madeira. Apresenta aindaCamilo Castelo Branco, nomeadamen- tegrava uma patrulha a pé com solda- uma variedade de materiais e equipa-te Ana Plácido, com quem ele esteve dos americanos, por isso se encontra mentos fotográficos, como flashes, ex-preso nesta cadeia, acusados de crime atualmente a recuperar dos ferimentos posímetros, químicos e equipamentosde adultério. É ela o mote para esta num Centro Médico Militar nos Estados de laboratório.exposição, a mulher que mais tempo Unidos. Ana Teixeira, Fábio Maia, Marianapassou junto de Camilo, aquela que Sara Batista, Sara Gonçalves e Silvério Pereira Almeida e Miguel Vieira 23
  24. 24. saídas e impressoras utilizados quase até os nossos dias. Mas o que os visitantesMuseu Nacional mais novos costumam gostar mais é de manusear as máquinas e puderem serda Imprensa eles próprias a fazerem a impressão. A visita ao Museu possibilita a aprendiza- O Museu foi inaugurado em abril gem sobre como eram feitos os jornaisde 1997, em homenagem a Guttenberg, e revistas até a nossa época, daí quee tem como objetivo mostrar outra for- alguns alunos comentassem: estas má-ma de olhar para um museu tradicional. quinas são o computador do passado!A missão deste museu é inventariar e Ana Amarante, Beatriz Casqueira, Catarina etc. É claro que a utilização da tecnologiarecuperar o património tipográfico e da Santos, Diana Ferreira afeta a nossa comunicação, pois fica-imprensa do país. A exposição perma- mos tão agarrados a ela, que deixamosnente do museu tem o nome de Memó- Portocartoon de comunicar com as pessoas em redor.rias Vivas da Imprensa e encontra-se Se os avanços da tecnologia por um ladona sala Rodrigo Álvares, chamado de Com início em 1999, o PortoCar- são benéficos, por outro transformam asGutenberg português, por ter impres- toon é um evento que reúne centenas pessoas em viciadas, não conseguindoso no Porto dois livros, a pedido de D. de cartunistas, que todos os anos con- largar o telemóvel, o computador, a tablet,Diogo de Sousa, bispo do Porto. O vi- correm com os seus desenhos originais, etc. Os cartoons podem ser consideradossitante poderá realizar um percurso his- obedecendo a um tema previamente obras de arte, devido a serem muito cria-tórico pelos equipamentos e peças que estipulado. Na galeria virtual aparecem tivos, imaginativos, a transmitiram umase encontram, muitos deles, prontos a os melhores desses trabalhos, que tam- mensagem, que no entanto pode ser en-ser utilizados e manuseados, verdadei- bém são expostos na cave do Museu da tendida por cada um da forma que quiser.ras memórias vivas da imprensa, sendo Imprensa, com uma linguagem universal O Museu ainda tem uma pequenaalgumas delas autênticas relíquias da e com um apelo constante à mudança, exposição sobre o Ambiente, acerca daindústria gráfica, conforma é divulgado para que a liberdade seja o principal valor forma como o tratamos, sugerindo queno site do próprio Museu. numa democracia. devemos mudar as nossas atitudes e O museu é propriedade de uma A exposição ainda patente no Mu- representando os vários malefícios pro-entidade cultural privada e sem fins lu- seu da Imprensa corresponde aos carto- vocados pela humanidade no meio am-crativos, sendo uma peça fundamen- ons que concorreram em 2011, cujo tema biente, entre eles os oceanos manchadostal para a história do desenvolvimento de petróleo. Nas salas interiores estãocientífico e tecnológico do país, pois expostos os cartoons mais conhecidosnele se podem encontrar diferentes má- das exposições dos anos anteriores, osquinas para realizar uma diversidade de premiados e também os utilizados na im-funções relacionadas com a impressão, prensa portuguesa, assim como uma ex-a fundição, a encadernação e a com- posição de jornais do século passado, emposição. Na área da impressão, exis- que são destacados alguns dos grandestem uma série de prelos, sendo o mais escritores portugueses. Logo à entradaemblemático o de madeira, do século dessas exposições, estão os espelhos doXVIII, assim como máquinas cilíndricas riso, que nos fazem parecer caricaturas ee rotativas, sendo possível imprimir ma- que realmente nos fazem rir!nualmente textos e gravuras alusivas a Fábio Maia, João Fernandes, Pedroatividades do Museu. Na parte da fundi- Martins e Vasilisa Kryzhanovskação, existem coleções de posições, ma- foi “Comunicação e Tecnologias”. O gran-trizes e moldes, para a execução ma- de vencedor foi Zygmunt Zaradkiewicz,nual dos tipos, inclusive uma máquina sendo o segundo prémio atribuído a Jenafrancesa da marca Foucher, do inicio do Plantureux Plantu, com uma imagem queséculo XX, que realiza a fundição auto- representa o poder, o da guerra e o damática de carateres, o que possibilitou religião contra o da escrita, e o terceirouma produção mais barata e abundan- prémio foi atribuído a Fernando Saraiva,te. Relativamente aos acabamentos, há com a escultura do “Homem Digital”, dea destacar as peças manuais france- um ser com duas pernas e um dedo, osas, difíceis de encontrar noutro local. que serve para teclar!Na área da composição, dividida em O objetivo da exposição é criticar amanual e mecânica, há cavaletes com nossa dependência exagerada das tec-tipos em chumbo, galés, gravuras, vi- nologias, como é demonstrado no cartoonnhetas, etc. de Zoran Petrovic, em que se apresenta No andar de cima, há também a um armário com várias pens e a cabeçaexposição de miniaturas topográficas, de um senhor, que tem uma posta USBcom aproximadamente 160 miniaturas, na cabeça, tendo cada pen informaçõesque retrata alguns dos instrumentos diferentes: job, relax, funny, sex, sports, 24
  25. 25. saídas Do Senso-comum à Ciência No dia 20 de Março, alunos de No Museu de Farmácia depara- de geração em geração; no séculoquatro turmas do 11ºano dirigiram-se ram-se com a evolução do conheci- passado, pensava-se que a radioativi-ao Pavilhão do Conhecimento, em Lis- mento científico, desde o passado até dade fazia bem à saúde, de modo queboa, no âmbito de uma visita de estudo ao presente, desde o senso comum à era uma das caraterísticas assinaladada disciplina de Filosofia, com o objeti- ciência. No passado, as farmácias eram como positiva nas águas termais.vo principal de perceber as caraterísti- baseadas na experiência de vida e nas Foi um dia engraçado, apesar doscas do conhecimento científico. Neste crenças, por isso mesmo eram os feiti- atrasos, do autocarro e dos alunos, daPavilhão, foram visitar quatro salas, em ceiros e curandeiros que tratavam das música pimba e do relato de futebol, doque puderam fazer quase cem experi- doenças. Os primeiros medicamentos raspanete por causa dos guinchos noências. Mesmo logo à entrada, encon- eram provenientes da natureza apenas, Pavilhão do Conhecimento, das corre-traram uma mesa e cadeiras de gran- feitos com plantas, que ainda agora fa- rias a subir para o Museu de Farmá-des dimensões, que lhes permitiram ter zem parte da maioria dos medicamen- cia, e das visitas a este Museu teremuma perspetiva diferente do mundo. As tos. Neste Museu constataram também tido demasiados alunos num só grupo,experiências que fizeram permitiram uma série de curiosidades relativas à mesmo assim sentiram-se compensa-também que comprovassem muitos saúde, entre elas: na antiguidade, os dos pelo convívio entre colegas, pelados conhecimentos científicos já ob- frascos dos medicamentos tinham a boa disposição do Senhor Zé Maria,tidos e por isso mesmo se depararam forma das partes do corpo a que se natural de Guimarães, pela paciênciacom as caraterísticas da ciência, que destinavam, de modo a não existirem dos guias, pelas experiências que fi-incluem ser: objetiva, factual, metódica, enganos quando fossem aplicados ou zeram e por tudo o que aprenderamsistemática, verificável, falível, teórica, tomados; usavam-se excrementos de de novo. Mesmo quando não se aper-abstrata, crítica e rigorosa. Para que se crocodilo para evitar gravidezes inde- cebem, aprendem e muitas vezes sãogaranta a validade das teorias científi- sejadas, entre muitas outras coisas; os estas aprendizagens, feitas sem esfor-cas, é necessário comprová-las e são primeiros preservativos eram feitos com ço, que podem vir a marcar o resto daprecisamente este tipo de experiências tripa e adornados, mas não evitavam vossa vida.que nos permitem refutar ou apoiar as nem as doenças sexualmente trans- Todos os alunos do 11º Cteorias em que acreditamos. Se elas missíveis nem a gravidez; a sua posseforem refutadas, então reformulam-se, simbolizava um estatuto social elevado,caso contrário a ciência não evoluía. por isso eram reutilizáveis e passavam 25
  26. 26. saídas ESGN em LONDRES recheada de fantasia e conhecimento. Foi igualmente estabelecido contacto com novas culturas e criações, com a visita ao British Museum (Museu Britânico), um dos maiores e mais anti- gos museus do mundo, onde estavam patentes tesouros que datam desde a Pré-História até ao tempo presente e raros exemplares de várias culturas como por exemplo, a cultura egípcia, a grega e a asiática. As coleções apre- sentadas nestes museus e galerias criaram impacto em todos, quer pelas canteiros maravilhosos repletos de flo- temáticas representadas, quer pela res e também alimentar os pássaros e imponência de alguns dos exemplares esquilos que circulavam livremente. expostos. Piccadilly é a principal artéria Além destes espaços, os alunos do West End. Já se chamou Portugal tiveram a oportunidade de desfrutar Street. Por ser uma zona de compras e diversão, com multidões e vistosos Durante cinco dias, no passa- anúncios com luzes de néon, Picca-do mês de março, treze alunos do 9º dilly Circus foi uma das zonas maisano de escolaridade da ESGN (Escola apreciadas pelos alunos. De igualSecundária da Gafanha da Nazaré), modo, foram também visitados e muitoacompanhados por duas professoras, apreciados o Harrod’s, o mais famosoviveram uma experiência única na ca- centro comercial londrino, que teve apital Inglesa. sua origem em 1849 e o Hard Rock Tratou-se de uma visita de estudo café.a Inglaterra, focando aspetos relativos Os passeios pelas zonas histó-às várias disciplinas que completam o ricas e os espetáculos gratuitos decurrículo do 9º ano. De uma forma clara e objetiva,foram estudados temas relacionados dos mais emblemáticos cartões de vi-diretamente com as disciplinas de In- sita da capital inglesa, nomeadamen-glês, Matemática, História, Ciências te, Big Ben, Tower of London, TowerNaturais e Geografia. De forma indi- Bridge, St. Paul’s Cathedral, Trafal-reta, todas as outras disciplinas, que gar Square, Downing Street, Housescompletam o 9º ano de escolaridade, of Parliament, entre outros.foram também exploradas. Ficou também registado na me- Foram apreciadas obras de arte mória de todos, a Westminster Abbeyde alguns dos nomes mais importan- (Abadia de Westminster), em plenotes da arte mundial no Tate Modern, centro de Londres, onde são coroadosespaço dinâmico para uma das princi- os reis de Inglaterra desde 1066. rua, fizeram a delícia de todos, espe-pais coleções de arte contemporânea. Sendo Londres uma das cidades cialmente em Covent Garden, ondeAs alucinantes experiências vividas no do mundo que possui mais verde, 1700 visitantes, moradores e artistas de ruaMuseu da Ciência e no Museu de parques que cobrem uma área de 174 enchem a Piazza dia e noite, comoHistória Natural constituíram um mo- km 2, os parques e jardins também fo- acontecia há vários séculos.mento em que a diversão e a cultura se ram alvo da curiosidade dos alunos. Em Camden Market, a visuali-misturaram de forma mais rica, propor- Em Green Park, Hyde Park e St. Ja- zação dos Punks, um fenómeno doscionando aos alunos uma “viagem” no mes Park, tiveram a oportunidade de anos 70 e 80, causou impacto, pelastempo e no espaço, simultaneamente apreciar a natureza, as alamedas, os suas roupas e cabelos característicos. 26
  27. 27. saídas Impressions of London Our trip to London last March was an experience we will not possibly for- get. Apart from the beautiful things we saw in this busy and bustling city, it was a unique time for learning, having fun, showing some more responsibility, sha- ring, in short, growing up. It was also a time for new experiences, I mean first time experiences (and do not get me wrong, please!). Let me explain: it was the first time some of us were away from our Em várias situações e espaços families, travelled by plane, ate fish andsentiu-se que Londres será a anfitriã chips in a typical British pub or went todos Jogos Olímpicos de 2012, pois os Harrod’s. For many, it was the first timepreparativos, restaurações, pinturas they took the crowded London under-e novas construções, não deixaram ground, visited two museums and andúvidas que está a ser preparado um art gallery on one day, bought a Hardgrande evento. Rock T-shirt or a few souvenirs on Para o último dia ficou guardada Oxford Street. At last, and for all of us,uma das emoções mais excitantes it was definitely the first time we tookpara os jovens visitantes, a “viagem” the Blackwall Tunnel underneath theno London Eye. Foi certamente um River Thames, went on the Londondos momentos que perdurará, pois Eye (a symbol of modern England), fedpermitiu visualizar numa roda gigante, the squirrels at St. James’s Park (thea cidade de Londres, numa das 32 ca- oldest of the Royal Parks in London) orbines, durante cerca de 30 minutos, a walked along Camden Market.uma altura máxima de 135 metros. I would say that we “flew higher” Muito mais se poderia dizer, mas as a class because of students’ deter-fica aqui o “bichinho” para incentivar mination. As the Chinese proverb goesoutros grupos e outras visitas… “a journey of a thousand miles begins Dalva Domingues with a single step”. That’s how 9th A started about two years ago, selling their first cake in the school cafeteria to raise money for the trip. For me, as a teacher, it was a very rewarding and inspiring moment. I want to thank everyone who hel- ped this trip come true and that inclu- des the students who couldn’t join us for some reason. They were always here to lend a hand in the activities. Ana Paula Cebola 27
  28. 28. saídas Visita de Estudo a Lisboa 12ºC Dia 10 de abril de 2012, céu en- Entre Roy Lichtenstein, Andy Já na Fundação Gulbenkian,coberto, temperatura amena e muito Warhol, Jeff Koons e tantos outros ar- somos recebidos pela guia. A visitaque contar dos dias de férias acaba- tistas, materializados em esculturas, decorre de forma diferente da do Mu-dos há pouco. O dia começa cedo e pinturas ou instalações, espalhadas seu Berardo, desta vez de uma formacom entusiasmo. Em breve estare- pelas diversas salas do museu, a vi- mais lúdica e reflexiva. Começamosmos a caminho de Lisboa para um dia sita passou a correr, embrenhados por observar quatro grandes pinturasque promete ser diferente. pelas explicações da guia, que nos ia de cores alegres, passando depois Após cerca de três horas de via- conduzindo a ver para além do per- para várias séries de fotografias e ins-gem, acompanhados pela chuva que cepcionado. talações de diferentes artistas.insistia em envolver o autocarro, lá Algumas fotos depois e após Terminada a visita regressamoschegámos ao nosso destino. Primeira mais de duas horas repletas de refle- para o autocarro, preparando-nosparagem, Centro Cultural de Belém, xões, muita arte e já com uma visão para o regresso à escola.Museu Coleção Berardo. Edifício de mais alargada e esclarecida, a visita Um dia diferente, cheio de bonslinhas retas e modernas, estrutura im- acaba. De volta ao exterior, onde o momentos e agradável companhia,ponente e cores claras, depressa nos céu já está mais limpo, encaminha- que chegara ao fim, mas que se man-deixamos embrenhar pelo ambiente. mo-nos para o autocarro que nos terá interminável na memória. Um Já com algum atraso, dirigimo- espera e que nos transportará até à agradecimento especial à professoranos rapidamente ao encontro da guia Praça de Espanha, onde almoçamos, Eva Ferreira, por nos ter acompanha-que nos acompanhará na visita atra- recarregamos energias e nos prepa- do, e às professoras Cristina e Anavés da história da Arte Moderna, dos ramos para a próxima visita, desta Luísa, que tornaram o dia mais agra-seus propósitos e das dificuldades em vez ao Centro de Arte Moderna da dável.interpretá-las. Fundação Calouste Gulbenkian. Alunos do 12º C 28
  29. 29. oferta formativa 29
  30. 30. saídas Visita de estudo Turmas dos Cursos Profissionais 10.º E e 10.º F 14 de março de 2012 Seia Características físicas e identidade cultural Seia - É sede de um municí-pio com 435,7 km² de área e 24702 habitantes. O município é li-mitado a norte pelos municípiosde Nelas e Mangualde, a nordes-te por Gouveia, a leste por Man-teigas, a sueste pela Covilhã, asudoeste por Arganil e a oestepor Oliveira do Hospital. Seia, éuma região de relevo acidentadoe bastante montanhoso. Neste município está locali-zado o ponto mais alto de Portu- quena estação seca que abrange ção privilegiada destas fregue-gal continental, a Torre, na Ser- os meses de Verão, de julho e sias, que se encontram alojadasra da Estrela, com 1 993 metros agosto. em vales cavados por rios e ribei-de altitude. Situada na vertente Devido à sua localização pri- ras, que têm as suas nascentesocidental da serra da Estrela, a vilegiada, na vertente ocidental no alto da serra, estas “aldeias”cidade de Seia fica a 550 m de da serra da Estrela, Seia é uma são, sem dúvida, palco para umaltitude. O clima do concelho é das suas entradas naturais e, por encontro privilegiado com as ma-temperado, com temperaturas isso, um centro turístico de inte- ravilhas naturais, e com as popu-moderadas no Verão e frio no In- resse, visitada anualmente por lações, que mantêm ainda hojeverno, com temperaturas bastan- milhares de forasteiros. Possui as tradições de sempre.te baixas e ocorrência de neve, instalações hoteleiras modernas, Os rebanhos, o queijo, osnas partes mais elevadas da estabelecimentos de restauração enchidos, o azeite, as compotas,Serra da Estrela. Quanto ao regi- e centros comerciais. o pão e o artesanato, são o rostome de precipitações, há uma pe- Tendo em conta a localiza- da sua identidade cultural. 30

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