Successfully reported this slideshow.
We use your LinkedIn profile and activity data to personalize ads and to show you more relevant ads. You can change your ad preferences anytime.

Cultura Japonesa

6,122 views

Published on

Published in: Education
  • Be the first to comment

Cultura Japonesa

  1. 1. As diferentes Culturas em São PauloCultura japonesa<br />Rafael e IGOR 6ªd<br />
  2. 2. Cultura do Japão<br />Deuses japoneses Fujin e Raijin em pintura do século XVII por TawarayaSotatsu.<br />A cultura do Japão evoluiu enormemente com o tempo, da cultura do país original Jomon para sua cultura híbrida contemporânea, que combina influências da Ásia, Europa e América do Norte. Depois de várias ondas de imigração do continente e Ilhas do Pacífico (veja História do Japão), os habitantes do Japão experimentaram um longo período de relativo isolamento do resto do mundo sob o Xogunato Tokugawa até a chegada dos Navios negros da Era Meiji. Como resultado, uma cultura distintivamente diferente do resto da Ásia desenvolveu-se, e resquícios disso ainda existem no Japão contemporâneo.<br />No último século, a cultura japonesa foi também influenciada pela Europa e pela América.<br />Apesar dessas influências, o Japão gerou um complexo único de artes (ikebana, origami, ukiyo-e), técnicas artesanais (bonecas, objetos lacados, cerâmica), espetáculo (dança, kabuki, noh, raku-go, YosakoiSoran, Bunraku), música (Sankyoku, Joruri e Taiko) e tradições (jogos, onsen, sento, cerimónia do chá), além de uma culinária única.<br />O Japão moderno é um dos maiores exportadores do mundo de cultura popular. Os desenhos animados (anime), História em quadrinhos (mangá), filmes, a cultura pop japonesa - Japop, literatura e música (J-pop) japoneses conquistaram popularidade em todo o mundo, e especialmente nos outros países asiáticos.<br />
  3. 3. Língua japonesa<br />A língua japonesa sempre ocupou importante espaço na cultura japonesa. Falada principalmente no Japão, mas também em algumas comunidades de emigrantes japoneses pelo mundo, é uma linguagem aglutinante e a gama de fonemas japoneses é relativamente pequena mas tem um sistema de acento tonal lexicalmente distinto.<br />Japonês é escrito como uma combinação de três diferentes tipos de escrita: caracteres chineses Kanji, e dois alfabetos silábicos, Hiragana e Katakana. O alfabeto latino, romaji, é também usado no japonês moderno, especialmente para nomes de companhias e logos, anúncios. O sistema númerico indo-arábico é geralmente usado para números, mas os numerais tradicionais sino-japoneses são também comuns.<br />
  4. 4. Pintura<br />Pintura, foi uma arte por um longo tempo: o pincel é uma ferramenta tradicional de escrita japonesa, e sua extensão de uso como uma ferramenta artística era provavelmente natural. Técnicas de pintura japonesa ainda estão em uso nos dias de hoje, bem como técnicas adaptadas da Ásia continental e do Oeste.<br />
  5. 5. Vestuário<br />No Japão você pode encontrar dois tipos de traje: tradicional e moderno. Na tradicional vestido destaca o quimono,é um surpreendente longa peça usada por homens, mulheres e crianças em ocasiões especiais. Roupas usadas pelos japoneses yukata O que é uma luz Verão quimono, e Hakama Uma roupa cerimonial, o Jinbei gentilmente roupas usadas, como pijamas masculinos e jūnihitoe uma peça semelhante ao Jimbei usado pelas mulheres e quimono usado pela nobreza. Entre os tradicionais cintos e correias, é o Obi Que é usado com o kimono, o yukata e Hakama. Quanto ao calçado tradicional, é o tabi e Jika-tabi . Quais são os meios tradicionais, o Zori que são utilizadas como as sandálias e can uma espécie de entupimento e waraji que é uma sandália usada por monges budistas. No que diz respeito ao vestuário moderno japonês, existem algumas tendências, como o ganguro que é caracterizada por uma fêmea costureiro desgaste, ter pele bronzeada, e uso excessivo de acessórios. Outra moda no Japão moderno é a moda lolita, rorītafasshon, que é inspirado pela moda vitoriana com elementos da criança Rococó e tem referências de subcultivos gótico, punk, meiden, etc. Curiosamente, o uniforme escolar japonês foi tomada como uma variante especial da juventude vestuário, que está bem patente na mídia japonesa. Outra forma de moda moderna que começou no Japão, o cosplaykosupure composta de alguém vestindo a aparecer em alguns meios japoneses (anime, manga, video games, vídeos de música, etc).<br />
  6. 6. Culinária do Japão<br />Cozinha japonesa tem um longo passado e desenvolveu uma culinária sofisticada.Cozinha em um requintado e especializado para cada estação. Isto é semelhante à cozinha China no que diz respeito aos produtos alimentares básicos ou shushoku que se baseiam em cinco alimentos ricos em carboidratos (五谷:米,麦,粟,豆, ou黍稗), arroz, trigo e aveia, plantas do gênero Setaria, feijão, milheto comum plantas do gênero Echinocloa e placas (conhecido como okazu,おかず), cuja função é a de incrementar a refeição principal, que normalmente são salgadas. A refeição padrão japonês é sempre uma xícara de arroz japonês (gohan) e shushoku e acompanhamento tsukemono (salga), uma taça de sopa e uma variedade de pratos okazu como peixe, carne, legumes, etc. Tem também a nomeação refeições personalizadas em função da quantidade de okazu que acompanham o arroz e sopa, o mais simples é o ichijū-Issaias汁一 "Uma sopa, um prato"); mas a comida é tradicional ichijū-sansai (一汁 "uma sopa, três pratos), onde cada prato é feito com uma técnica diferente para cozinhar. Também é interessante notar que, enquanto o Japão é uma ilha / nação é consumir mariscos. Entre os mais comumente utilizados são shushaku arroz japonês (gohanmono), o congee Esse arroz japonês é dobrada, o donburi (丼 Qual é arroz com carne ou de produtos hortícolas em conjunto de um mesmo copo, o populr sushi que é arroz cozido com peixe, carne ou legumes. Outros alimentos são os principais aletria como o japonês soba O Udon E ramen (ラーメン Entre outros. Um último componente que está shushaku é o pão japonês, especialmente com o caril pão (カレー palom pão?) E anpan (あん Um pão doce recheados com pasta de feijão vermelho . Em contraste, okazu mais conhecidos são o agemono (fritos: korokke (コロッケ Tempurá (てんぷら Tonkatsu (豚カツ Etc.) Yakimono o (alimentos fritos ou grelhados pão: okonomiyaki (お好み焼き amêndoas takoyakiyakitorietc), o nabemono (comida servida "vapor" sukiyaki (すき焼き Oden etc.), o nimono (ensopados: nikujaga ?) Soki etc.) itamemono e (distúrbios alimentares: chanpurūetc) .. <br />
  7. 7. Necessidade de imigração no Brasil<br />Com a expansão das plantações de café, faltava mão-de-obra na zona rural paulista no final do século XIX e no início do século XX. A economia cafeeira foi o grande motor da economia brasileira desde a segunda metade do século XIX até a década de 1920.<br />O Japão, que só tinha se aberto para o comércio mundial em 1846, até então era considerado muito distante física e politicamente do Brasil. O primeiro Tratado da Amizade, Comércio e Navegação entre Brasil e Japão foi assinado apenas em 5 de novembro de 1895.<br />Além disto, a política de imigração brasileira era executada não só como um meio de colonizar e desenvolver o Brasil, mas também de "civilizar" e "branquear" o país com população europeia. A imigração de asiáticos foi praticamente proibida em 1890. Neste ano, o decreto nº 528 assinado pelo presidente Deodoro da Fonseca e pelo ministro da Agricultura Francisco Glicério determinava que a entrada de imigrantes da África e da Ásia seria permitida apenas com autorização do Congresso Nacional. O mesmo decreto não restringia, até incentivava, a imigração de europeus. Somente em 1892, foi aprovada a lei nº 97 que permitia a entrada de imigrantes chineses e japoneses no Brasil e, assim, o decreto nº 528 de 1890 perdeu seu efeito.[7]<br />O preconceito contra o recebimento de imigrantes asiáticos era muito forte. Todos asiáticos eram considerados raças inferiores que prejudicariam o "branqueamento" que ocorria no Brasil com o recebimento de imigrantes europeus. Havia também o medo do "perigo amarelo", isto é, que as grandes populações de orientais se espalhassem étnica e culturalmente pelas Américas. O medo do "perigo amarelo" tinha sido exacerbado pelo expansionismo militarista do império nipônico que, buscando conquistar terras para colonizar, derrotou a China em 1895 e a Rússia, em 1905 (a terceira derrota de um país europeu em frente a um não-europeu nos tempos modernos, a primeira sendo a Invasão Mongol na Europa em 1241, a segunda a Itália perante a Etiópia em 1896). Finalmente, havia o sentimento de que o imigrante japonês era um "quisto inassimilável" devido a seus costumes e religião.[8]<br />
  8. 8. Francisco José de Oliveira Viana, autor do livro clássico "Populações Meridionais do Brasil" (publicado em 1918), e Nina Rodrigues, criador da Medicina Legal no Brasil, foram os grandes ideólogos do "branqueamento" do Brasil.[9]Oliveira Viana propagava o antiniponismo pois considerava que "o japonês [fosse] como enxofre: insolúvel".[8]<br />Apesar do preconceito, a necessidade de mão-de-obra era muito grande e a vinda de um navio com imigrantes japoneses começou a ser planejada para 1897. Entretanto houve uma crise de superprodução cafeeira nesta época, os preços internacionais desabaram e a vinda de imigrantes foi então desestimulada.[10]<br />Por volta de 1901, os preços internacionais do café haviam se recuperado e o governo do Brasil voltou a estudar o recebimento de imigrantes japoneses. O encarregado de negócios da primeira missão diplomática brasileira no Japão, Manuel de Oliveira Lima, foi consultado e deu parecer contrário ao projeto de recebimento de imigrantes japoneses. Escreveu então ao Ministério das Relações Exteriores alertando sobre o perigo de o brasileiro se misturar com "raças inferiores.[8]<br />Em 1902, o governo da Itália proibiu a emigração subsidiada de italianos para o Brasil. As fazendas de café sentiram uma grande falta de trabalhadores com a diminuição da chegada de italianos e o governo brasileiro aceitou o recebimento de imigrantes japoneses. Em 1907, o Brasil criou a "Lei de Imigração e Colonização"[6] que regularizou a entrada de todos imigrantes e acabou definitivamente com as restrições do decreto nº 528 de 1890.[7]<br />Em novembro de 1907, o empresário RyuMizuno firmou um acordo com o Estado de São Paulo pelo qual seriam trazidos 3.000 imigrantes japoneses para trabalhar como agricultores.[10] Este contrato pode ser considerado como o marco inicial da imigração japonesa para o Brasil.<br />

×