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Desmond Ford e justificação pela fé

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Análise de como o teólogo de tradição adventista Desmond Ford entende a justificação pela fé no livro de Romanos

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Desmond Ford e justificação pela fé

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  3. 3. A. Dados bibliográficos a Convertido aos 14 anos por ler O Grande Conflicto; e Estudou no Avondale College (graduação, 1958), Seminário Adventista en Wachington (mestrado, 1959), Michigan State University (doutorado em comunicação, 1961) e Manchester University (PhD em Teologia, 1972). (ARAÚJO, 2007, p. 7) 4/ i . . É. ? Aff** É? aff' . . áííi§y~_ “E” «Í ^§. . “É” aff â. . 471%. . “É «lãxõíthõ @M . M, @3/«19315» . irrf. @I . l 5. &ÔLÍQÉÍÕ .12 l. @í «fêñià» M x@. «@›. @ R? 'Âh-rtjí' lgwgl" _lmuíqí ' 'c/ fvyyl. ' -Âg-, cgf ? xçuzlf 'Jr-mv hvmL . xg'a: ;¡31 ' Vtl*f'l'- ' ›! ~,. ._,4Y ' u" ~y. _v.4.~°' ' . ¡:-_. _._, wlíí -vuzl '
  4. 4. a Iniciou seu diálogo com Robert Brinsmead em 1970 acerca do cumprimento do dia da expiação, influenciando a mudança da teologia de Brinsmead, embora não passasse a haver completa concordância entre eles - o que se agravou em definitivo quando Brinsmead publicou o livro 7844 Reexawíned (1978) (FORD s: FORD, 1982, p. 22-24) 'PÉ' : '.* r : ea _; ›:3:-*; ' ' ' * *-› * * “ * ' * . w ' * “ '. .=. .-: ,.'›*~“; ,. r. , . à§c§$'X'"É7 V “ç " ; JÁ ' til' iàíi-Ú/ 'riâa-r: 75;). “ ! "'Íâ'. 'o. í' " à 4' A ' . X1231. . w w v . . , - › v - 2 y . _ r . à. 4 . , . . . . Í ›~ Eí Jí 4;/ s RÍ @ff Jí AÍ ›~ _ Wf 4% v~ É 4/ Ê» : l -, M @dwór za? ) , M . ílñrgâx , l,nl, ñàxélr &a; ,ly t_ &Eaítàlàmõ/ ,lí t_ x6), alllàhmõ) , tan lr " V~u~<"? ,f" 'l' iízwd" ' _À~. «»f4l l" ÍVWJ. ' 'A-'qçnyf' V' algum/ A» " k-Âmsl ' . bg/ JU «$21.31 " Írm-'L' ' ›9*a~. ,.~vl ' "l" 'lk-. víkçi ' "|5': _'__lí v 7mm¡ “l”
  5. 5. a Depois de uma série de reuniões com pastores e teólogos em Palmadale, California (1976), quando o assunto foi justificação pela fé, Ford passou a ser motivo de preocupação por parte dos lideres da igreja. (ARAÚJO, 2007, p. s) l2í; '* ; eÉÍàswr"'LÍ>; -í= ,íàxhêàsáüsgyx”lcàüasyr” Í-ÀlÕQJÃÊ$Jy-I' °7*x“*~'c. r°. r.&; r . , ç, _,, ,,n_: ç____ ~í”. ›i“'? ?”i 4 “m” a/ *r ~í~^í'í” ~í; .. ,~“? '3” 1713* «í N “à
  6. 6. a Trabalhando no Union College (desde 1977), Ford falou contra a doutrina adventista do santuário em uma palestra sobre Hebreus 9 (27 de Outubro de 1979). (ARAÚJO, 2007, p. 9) àçfàsk* '75' ; ~.. xÍL*C”za§L'~'AQz"; -'; , : Ààxfàeü-“ÉJZÊà * *~C2á*iú: .§); às_Ê, -.u§§mtaaü;9/r , fm ~v AÍ à? ? AÍ §v~ É": AÍ A§v~ 4/ i §v~, 4Í^§v~ _ »ví ' §V~ ç l V . Í lí'
  7. 7. a Ford foi convidado para Washington, onde recebeu toda a assessoria para expor sua posição. Em um encontro ocorrido en Glace View, seu trabalho de quase 1000 folhas foi discutido por 114 teólogos e administradores adventistas (ARAÚJO, 2007, p. 10-11) xhêsgãvxfâr" ” ' ' ' “ xhtkuacâm"f N* 7- 'v _, -'. ':~' _ _' . É 737,1' _. ,g L_üQ929i›OAI-'; Â$ a-; mÁÍÊaWsQZ-ig. ,remkfzeãíagzzm ; imàeáeü-*SJZ-g : mcésm-. Õfr- É a «A ^ '
  8. 8. B. A influência de sua teologia Ao negar o santuário celestial e a necessidade do juízo investigativo, Ford ainda continuou membro da igreja adventista por anos, publicando artigos, livros e pregando. Muitas publicações reagiram a favor (Spectrum) ou contra suas ideias (sendo a mais importante a série DARCOM nos 19805). âTcQ; au-›*›”« *o : Ãxüéüâzg-il. .~.1~_. mk°~Tca”. i›iâss-afñr~g; ? É ^ › Ver 1* 4 v! - v- › y- _ - . . . . . . 7 v “A” “i” *fã *e *n* V 'ii N** i V *A* . t, x6); ,OÊILÕJ M «@, «(-. M @à «4§@2 ), › t_ j! t_ @z , ' . ¡.. ~.v. ,;¡'» l' “Ígwç-l" ' Xlnuíqí "' tçjwn. ' )'. f'-l~$ÉÀ V' ? ~¡¡. _,. ,:¡u“ 'Js-. ..aai ' 9.04' «Havaí " Ínrwt' ' »Mvml ' "l" "07-. v~'¡~'°
  9. 9. a Gillian Ford, esposa de Desmond, afirma que o adventismo seria mais feliz aceitando "a luz que vem da cruz do Calvário”, do que sustentando “nossas velhas ideias”, que necessitam ser descartadas. (FORD &FORD, 1932,13. 74-75) " “ *o* '* '“*› “ * ”"' ' 'W *W ^ ümkuxãf": É? " _2'. , . 79:7_ . i' _ , › . ç, ~ J* , ç . _ ' ki), _ _ . ' L. j . Lv- _ (ç p _ _ __ aãcàsmas? ;= _-. .“Úze: :'à›9;'z. -:: , samàeéswsâm-ig-, rzmkfzamagkam ; JAJQeW-“ÉÍm-g -mkcrm-, Õfr- . . -t ' " 4 > “É «HJ ,455 u) ix' _¡. . 15"” f . Ml 4*- . , . ,ç. __. _,~oj, WPIKR' a/ mtüzíí 4 “m” «fa» ~í~^? '3” «ÍÀ-. jriw «f»
  10. 10. /. 6/6 @ànwvw/ i/Z/ õíw/ im max/ uma» ak @fade 0h/ íimwr/ ymía a/ úmmãm KTÉFÉFàÂFFÂIRKJÉÊÊ ' ' K K ' ' ' ' 'i i ' C3' NÁÕJxJÍLÊàÉL/ í); '°“ N' 53.359,5 xxi*e'x'o7zra~rz; ÍÃÀQÍÊéÀ-&ÍÍJ/ F aiàkcàáüaiçik A “ : $(J'e _ »3 ' . ' : ›-~, ~=. :.: í; ~í'~ “E «í É» «ZN» “iVt-/ Ér ~í', ,~“3'7 z-/ Nr a/ N» “F
  11. 11. A. Definições de justificação pela fé a Em sua exposição do livro de Romanos, Ford afirma que esta carta é “os portais do paraiso” e que vai no mais profundo de nossa alma, mas também até a profundeza do coração de Deus. Trata-se de um livro sobre perdão e cuja palavra Chave é justificação (FORD, 2012, prefacio, §7; capitulo 1,§ 13, 16,28) Yfíí í § ~Íi§v~ à"? , N77 AÍC§ Aí'§% à] e.1<1@%0@›)>. i<1«@r0@ 111 @%<›R@»>. ›:«1.(@í1)®›>"@ao »s «. <@á1)@›>1›1- 1<«@- » ata» '. ¡.. ~.-, ,_~¡'» l' lgwgl' )»l~. -.¡¡41 'cgvyl “A - 5.1x( V : :g-Jul «Fn-. ..ai v. _.: ,«l› iàvipygf ' y. .«, «¡-1' ' »! ~,1._, eÊ'-Í" "Vlmyíkâl '^. |:-_. _._, wf~' ° wap¡ “l”
  12. 12. a Segundo Ford, a justificação não é uma mudança interna, mas o contrário de condenação. Dizer que alguém esteja condenado não é torna-lo mal, mas somente declarar que é mal. O mesmo se dá com a justificação: é uma declaração. (FORD, 2012, capitulo 4, § 3, 5) àçêskmíü' " C_xx”“(í. :.i, ›9m-, Í2, : Ààcãeüâíjk/ F cru-soar* áçtkü-, Ô/Z
  13. 13. B. A operação da justificação pela fé a Ford adverte que ninguém deve tomar a justificação como somente o ponto de partida da vida cristã, ao qual depois se segue a santificação - para ele, a justificação se encontra sempre sobre nós, como o sol ou a coluna de fogo no deserto. (FORD, 2012, capitulo 4, , s 14) ' _mx(*e'x'o>7zr›: r:; .a-&Íiáxàíbr . ./›. - sã” . í . - -/ '› ~í'- -/ ^»I~7 -/1~ “I-“Í” . ›)«11@%<1): ®>11›1. «(@á1)@›)>1«1 v~¡¡§w? ,1' : Lgwç-lv . .ln-Td *g/ «NX-l, lgmyf V ? &¡¡, _,. ,,«A_ ; Am-hei hogã- Ju-«hyef ' y. .1,-'¡-' ' 3130,41 ' ~yV. _v: l.~°' ' . :-. ,
  14. 14. s Estar diante de Deus não depende do que se faz, todavia, do que Cristo está fazendo. Simplesmente não há justificação nova, porém a justificação está sempre sobre o homem (FORD,2012, capitulo 4,§ 16,20 ) _ N- 'r-r var; '. ',- rw? ÀKJSM-»ñ/ i 'F 7:4') ;6É5às9;r" '. '. 5;; :âfààilàâyillfâàÊààyrh Íàegsêsxfiy” 'rãücrw-, coyr . , ç, _,, ,,n_: ç____ ~í”. ›1“7?”1 4 “m” «fa» ~í~“í'í” ~í; .. ,~“? '3” 1713* «í X» “É
  15. 15. a Ford argumenta que Romanos 3:21-26 é a passagem mais importante da Biblia, a acrópole da fé cristã. (FORD, 2012, 6219111116 6, s, 10). Para ele, tudo entre Romanos 1:17 até 3:21 faz parte de um parêntesis que trata de nossa necessidade da justiça, uma justiça imputada. (FORD,2012, capitulo 6, , s 5, s, 10) " sí 5323523523344 ; sílcegüasàt/ r” "L-Ríiczarzaxfar/ “E “ '“'= ~' -RlÉáÊk/ *h *if/ ANR* lã( 'WWW V( «air» “ii 'ví/ (SÊ-“i 'Í 111)? ” 1 *KMF* j” 'Í i R' j¡ -. ,Ú,4l_›. U), l~›. iügfyu , iii t) amu_U)), u_, KU_4;5._›'ULÉMKÚRKU/ ,l . KU QlNU/ ,rñ , ,x07 Í j' "-›”<"2>V' 'v' C“'Ík«v~. '^" i idmül W' 77v#- ' 'i"1â--I~. *.ii V' _Í'I^. ›"~“'V' *fru-»wf ' "hsm" Juv-af " W--wJ-l” ' »W119i ' "i" '7k-›'~'¡~"" ' 'lilãl, zí i the' i'
  16. 16. C. As consequências da justificação pela fé Justificação, para Ford, é seu status, enquanto santificação, / seu estado. O status e sempre o mesmo em Cristo - perfeito, mesmo que o estado possa estar ruim. (FORD,2012, capítulo 4, § 26, 28 ) 'Y_§? $ͧ3§C§3§3E®ãpY-5:*5§§§¡§§ ; gy-q v-yqg- _vqç-w Ç"“'T' 7-, .qr-ç r-xppr- '_ xará_ . g, 77v. , j'i--- _á-Tx. , 3;' r-'prñ' par, "vsr-'r 'tpvvñ _ . 'wa E axfaaguyr gáàcâeààr9iriàgi : aàiíààw-SQJ/ 'à-. u- . nàüfàémàü ; gààcãeâl-zs? " “CQàWàÊJÉ/ ;â-: rgi-. v.: :àílkamáâfzãçà t. ” 'Ii 'Z-°-'«? -' NW-” WW-) WW-” s¡ Í v~ R. ? 4/ *w ' í Í Í v_ Í r- v -t EJLÍÔRELÕJ 111.( 162563156") M @Jzítfãigãx N 1ÕJ', Í(!1›: ;Õ1 N «ÕAÍQÊRÕ/ N 4mm; M 6);14¡); õ) lr *^. ~.. ~.. ,,,1 W' *jan-a . .t~. ... .1**" áywn. " *. ›;. .,. .<' V' ? ›._, .,. «n, *' “«. ›.~. .,. .1 ' '. ... ,«1.^ *^. .s-. .,. g1' 'A ^y. .., «t. ^- ". !1›, u,_»Y'-Í'" : y., ,.«11=^« *^. .I-¡, _,, .1:' '° found*-
  17. 17. Por fim, o evangelho é baseado no que Cristo faz por mim (FORD, 2012, capítulo 4,533) e todo verdadeiro crente, justificado pela fé, já tem a sentença final do juizo de Deus, sem medo da condenação e sem a preocupação de ser perfeito em nenhum momento de sua existência. <FORD&FORD, 1982, p. 82). __ __ vv_ __ _n ___ ” , , t 'í " * N. ? ' V1/ ^ N. ? . jr uv Í “x7, 4/ v~ Iv 4 u 4 N u_ . 4 vn- . 4 r- 4/ *u v . @tem 11s . M @#113331 17111. @iza- @1 1: 1 @ÚQÊILÕ/ 11 1, im. 31 1.1 16335611 . x61 11 "W-r-vgjl' . v. Rin-rd" i X-x-N-«g-il W' . ÍyM-¡yl ' 'A-¡qmiçl V' 'igçy/ Mii"" ”». ¡.~. «,.1F l' 'yu-AV Uibnvnjf/ v' ^y, ..«, -'¡v4" ' »5'-,1,__. $Í “É” 179.541. “A” '›Í. ¡:-_. ,_. ,wjí'i'° Tha¡ 'f'
  18. 18. Z 6/6 777,04?/ / 405m cyJ/ A/@ã/ AMA/ ;e/ d/ ã W§“§3§$ *EE . ›1~1<(1@t<1)®>u1›11. 1, otaitm) «(@a)a)_›1 1<(@t®@1)1› . ¡.. ~.›, ,¡, ¡1. V' iíktvglV i. .h~. .,. .qf V 'çfçw-l_ ' JvÃa-, qf V 1197,41, : ..l«-, ,.q'~ V yugi- xQH-_uyi V' V-| ',"l'$' ' ¡. *›,1,_. ~›1'-. V' y. _.1:l. °' 'A. ¡:-_. ,,_, !Íí i «no14 'f'
  19. 19. A. Paralelo com a teologia evangélica r A ênfase da salvação para a maioria dos evangélicos se encontra en algo externo, não em uma mudança interna como consequência. É “Podemos dizer que, quanto aos efeitos práticos, Lutero identifica a justificação com a salvação. ” (CANALE, 20124, p. 49) àçfàsmag' “ “ ' ' , àkfàsãtâasbyá-r. : _: '&*C2ââú= ,§)% ? v . ' . .› 7 àçzézü-»Ô/ mà; mÀCEJXHÉÍZQ-; à 1 . . A- 2"' 154 V. «s» 4 s~js~r 4%. » «ívtwszv 475,43%? «às» «f» “É
  20. 20. B. Contraste com a teologia adventista da salvação e Ford praticamente anula a necessidade de santificação e se abstém de enfatizar a vitória sobre os pecados. a A justificação se torna ela mesma a salvação (modelo luterano/ evangélico), pelo menos, a parte realmente importante do que é a salvação. Rg"~Tc§; L~4-›*›”« sãeawsgítài; -. . ~;~~_. R*°~Tc2'; ›ias7,rY°Z, -J1 ; wtf _WR-text maçf^pa^ = ~ -z/ - v? ./ ¡- -í/ x- -/ ¡- -/ /. . , -/ ¡- -l_«6); ,(13:93) M 1@, «(-. M @à «4§@2 , li t_ , t1 t_ @z , ' . ¡.. ~.v. ,;¡'» V “Ígwç-l" ' 51h45# 'V' 'u¡, ,., ¡4. ' “j-Fg-. .yfi V' ?3¡. _,. ,:¡C *Pra-nei V 9.44' «Havaí V' 1h19** ' »Maul ' "i" "07-1113”
  21. 21. C. Possíveis consequências para o estilo de vida cristão Não há importância no estilo de vida adventista, entendido pelos pioneiros como parte da vivencia de salvação. e Ford reduz a expressão “evangelho eterno”, fazendo com que seja somente justificação sem conexão com outras verdades enfatizadas pelos adventistas. àçfàsüaü' àz-àxfâelià9jàãi sàkeâà%á9›zà-ira riàüãéüáãkàa~c; ;, ;Âü(2êÃ-3É7J/ ' _iákcàáüàigf/ ZE ? PI hxd V. «s» 4 s~js~r 4%. » «ívtwszv -z; ., ›>: ~? «às» «f» “É
  22. 22. 3. egVía/ /uzã 2 0/0/ / ra/ Ay/ u/ a2 @Qówwâwx/ (j Mdóáám @JM/ i wap/ i › 'x : atyxzm W234:: * __ -« __ -- , ___ __. ›§*~n *É* ç , “É” Í Ri? AÍ A lw . .Í l _ “V7 4? v~ _ “F7 44Íjv~ 7 “É ~@t1).3>.111<«@t®@ . ›<111<«@t1)®1 ~11.<@4t®›1'1@t1@›>11 1. @(061) (94911 . ¡.. ~.›, ,¡a'» V : :guT-lv ih~. .,. lqf V “$74,51, ' )'lÊ'›. -I-_Íf V ? ¡; .,. _., «l,4 aki-ua? V y, .«, ›a4- tbm-agf V' ima-lvl' ' 5136,# ' -. V" 146.4.” 'A ¡ , zjpjlí *Vnzl 'f'
  23. 23. C “Os primeiros adventistas viam a salvação da perspectiva da doutrina do santuário. ” (CANALE, 201221, p. 26) V : Díxi-À-ÉÊÊ¡ ÍÉÂ-: :Êis kwq§í§'§i7§ntêi§; §i3uxi§ê§à§â§_“§iâgi§ã ' i i '° l 42'- ; Qràetãamav i "ã F" e 71'( 637435232 @'74§@›»l151<1@71ã5®›>l? »ãr-»gfv V : gwglr ). .l~. «.¡¡qf V 'Kang', ' 'A - 1.5.4.3* V (gp/ M. '»! ~.. ,.1V~ V v. _.¡, «l› 14.4.79( " y. .«, -r¡ -1 ' 3131.91' V' ~y. _vzl. ~<' '^. |:-_. ,_. _,(wjí V 44m¡ “V”
  24. 24. As doutnnas distintivas perdem sua relevância perante o fato de que a única coisa realmente importante é crer na salvação que Jesus nos deu. Assim, “a interpretação do santuário e das profecias apocalípticas deixa de ser a chave para interpretar o evangelho, ao contrário, . .]o evangelho é a chave para interpretar profecias apocalipticas. ” (CANALE, 20121,, p. 108-109) 'YQâWÍEÂE-ZFSEQÂEÍ-ÉÀELWÍÀ-EÀE-Bà' '*Ê; 'B'~K*㧡§3§§7§¡' 314V** VÍ"TF¡'T' "JQVQP *WT* -n "vw" , - 'ñwtf ar* . "vw A - "TP 4 ààcàéWài- . .-r: -tz«àicjééü'âêô§fiàxi Q-; ÀÃÍQÉWãQÍ/ Ãf-_tg- -LLÂÂCÉÀWÂL-Éjkía-I. . -gÂüeiêüãÉfjJ/ ÀÉ: -. . ci! ê'¡LV"5›$Q)'/ Z$ê: u-. ..›Í -gx sã? -fx. -ix, N? -.7^ , ,. 1.7x_ , , -/ *_ s¡ -t xâítã@›>. l~il(t@ít. › . NÍWJÇÍAMÕJ . lÍ<l. <(@Í@5®lF'5@Ú®)? @>t l. @É ett)@ill. li<lflk@ffã® lr '. ¡.. ~.. ,,¡¡'L V : :guy-Av Xlmíqf fçjcçvjll_ 'A-¡g-, QÍ V IVKÍAml/ l_ 'Ja-hai y, ,,«. l. iQu-Pygf ' put-JÁ' ' ›U'›, V,_, $Í ' -V' ~y. _vgl. ~<' '^. ¡:-(. ,,_, (qj§ V aq! 4"
  25. 25. ° “A convicção protestante de que a salvação se reduza à justificação tem permeado o adventismo em todos OS seus niveis, e através dO mundo. ” (CANALE, 201221, p. 27) 1"" 7' ' W” ' 1"- 1' . "u. "'53- " f' *F ' . - 1:*"1u “'7- “ *f* ' .1-J**1. 1'. "mf *'25* . ' 15W, ; T1415 ' ~ f* "i 1. '95 3° "FN" . -"'. n. 'Eni-l mãêêãras? " zmàQeü-¡QJA-: g uamàeàow-»ÕZLN-, ramkfâcmot-? Zçtm . -zAÁCQeEZaÍZgi-iumícésmagmàrxmaÍmÀÕQSM-ÉÍJAQ; 1 . VgÂV/ ;V . «ás-miar *ZÉ-vã"? «z s» «í w 31
  26. 26. e já a partir de 1888, houve uma substituição do santuário como centro do adventismo, o que, por um lado, foi positivo por dar mais atenção à cruz de Cristo, contudo, por outro lado, foi negativo, por resultar em perda de conteúdo doutrinal. O ideal é enfatizar Jesus em Seu santuário como centro de nossa mensagem. (II11I11I,2007,p. 338) 97* 'f VÍW'7' *VV-QV* " MET' *WT* 'kr-í* . É 7397,33'. 15"'- "T5¡"_' M ' ', . “É” . t›_-mt2,-Êáí9;r"“; Eres. . ; ;áàüezéããã$)zágiagmkcéâüàgklãgmÍQNÀCÊSMàà-? xf «f» «í «f» ~í'~“? *¡” ~í; .. ,~er~ir «f» x55? *' 7.939." - * ~ 71-45# "
  27. 27. @amd/ Jiu . "VVP «TS . u br** S; "WF-Vs . e 3.! , " . Ç- *_ i V Í'. .à$7'/ à › ÀxÍÊJX-u( "LL ($7.11: . '~ Vrrfh" 1 ' raUfi -' »É . , ! J u “w . Q '1 . Q x : a 1544,¡- . . »my
  28. 28. Sugestões: novos estudos podem verificar como as ideias evangélicas de justificação pela fé afetam nossa posição doutrinal na atualidade; Faz-se necessária uma nova abordagem da salvação em conexão com a doutrina do santuário, para não dar a impressão que as duas coisas estão separadas. . 4/ i ›~ EF 4?¡ > É! ? 4ÍS›. yv 4/ ' v›. y_ à] , t (61,1 (ma, 111( @itwi (6,3, @J 1,» s, @sogra ,11 1. @L area; M 16i«, ,.(›, ,O31 , i '. ¡.. ~.-, ,;¡'›v 107.45¡ r' _Àñu-jrñf ' (ga-g. ' -Âg-mf igçuzlQ QÊfuq-Úç v. _.: ,«l› ihpygf ' y. .«, -r¡-' ' »! ~›, ..__Al ' u" ~y. _v. «l. ~<' ' . |,--, .,. _,(wjí 9.4:¡ "
  29. 29. @ímã/ w 1/1/ 4/ i v~ “É 4 w : v: 4 A u ~. -. 4 i v. ÇvÍ, 4 .4, : v: 4 i .4 4 i . . , '
  30. 30. ' ARAÚJO, Glauber S. “Desmond Ford e a doutrina do santnario: anti/ lise eo/ Ipartttiz/ a de dnar fases distintas" (tesis de grado), in Kengo/ a, Ano 3, 11° 1, 1° semestre de 2007. ° CANALE, Fernando. eL-'ldpentisn/ o seen/ ar? Con/ o entender / a relación entre estilo de vida J' salvar/ oz¡ (Lima, PE: Universidad Perilana Unión, 20123). ° g. “The ee/ Qbse of Stuff/ tra and tbe protestigation of tbe adnentzist nzind' Part 2: Fran¡ tbe Evangelica# Copel to Culture", in: fonrna/ of aduentíst tbeo/ ogiea/ soe/ iq); vol. 22, n°1 (2012b). ' FORD, Desmond. Gods _doing/ ng Grare in Roma/ Is: r/ _ig/ Jt n vit/ J Cod, ;ig/ n non1 (publicado por Desmond Ford), Kindle Version. ' FORD, Desmond; FORD, Gillian. T/ ae : Ídventzirt zvzisis of . giniritna/ Ident/ y' (Newcastle, CA: Desmond Ford Publications, 1982). ° TIMLI, Alberto. "Ii/ Je . SieI/ entb-deg/ -elduentist dost/ íne of tbe sand/ taty (7844-2007 A brief bistorím/ oueruie/ r” in: PRÕBSTLE, Martin. 'Tarja/ I strengbt/ aened nie": Bin/ isa¡ and tbeo/ oçgiea/ sli/ dies in bonor of Cerbard Pfeznd/ in ee/ ebratior¡ of bisfzfb birtbdg (Seminar Schloss Bogoenhofer, 2007). . ak 4si°'. °.*›1;~3›r'*'; . 519631112133811"" " 1' A '^" Ímufzsxo. 1 ' ' §: .-ü; §31'1'; ;:: _. 147'. ç. . ›-(_ n27: _x -í ' s, , s. .. y V» _ «Í v.

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