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Escola Secundária /B3 de Pedro Alexandrino<br />Percurso RVCC - Secundário<br />
PERCURSO RVCC - Secundário<br />O que é o percurso RVCC?<br />Consiste numa oportunidade que permite ao candidato ver reco...
PERCURSO RVCC - Secundário<br />Cidadania e Profissionalidade (CP)<br />Assume um carácter explicitamente transversal, ao ...
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PercursoRVCC - Secundário<br />Como de desenvolve o percurso RVCC?<br />Através do PRA<br />Portefólio Reflexivo de Aprend...
PercursoRVCC - Secundário<br />O Portefólio Reflexivo de Aprendizagens  (PRA)<br />Retrata o percurso de aquisição de comp...
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Desenvolvimento da autobiografia manifestando o balanço de competências e documentos produzidos no âmbito das Áreas de Com...
Documentação inerente ao processo de RVCC;
Reflexão sobre a frequência do processo;
Projectos para o futuro;
Documentação relativa à formação complementar, caso tenha existido;
Documentação diversa: certificados, diplomas, etc.;
Outros...</li></ul>6<br />
PERCURSO RVCC - Secundário<br />A História de Vida<br />Abordagem auto-biográfica/ História de vida <br />BALANÇO DE COMPE...
PERCURSO RVCC - Secundário<br />A utilização da História ou Temas de Vida podem ser um ponto de partida. Mas é necessário ...
PERCURSO RVCC - Secundário<br />Exemplo Parcial de História de Vida ou Autobiografia<br />Oabandono escolar e a música<br ...
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Apresentação RVCC-Secundário (Diogo Santos)

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A apresentação utilizada nas primeiras sessões pelo profissional RVC Diogo Santos.

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Apresentação RVCC-Secundário (Diogo Santos)

  1. 1. Escola Secundária /B3 de Pedro Alexandrino<br />Percurso RVCC - Secundário<br />
  2. 2. PERCURSO RVCC - Secundário<br />O que é o percurso RVCC?<br />Consiste numa oportunidade que permite ao candidato ver reconhecidas, validadas e certificadas as competências e os conhecimentos (formais e não-formais) adquiridos ao longo da vida, nas mais variadas situações (pessoais, sociais e profissionais).<br />1<br />
  3. 3. PERCURSO RVCC - Secundário<br />Cidadania e Profissionalidade (CP)<br />Assume um carácter explicitamente transversal, ao reflectir conhecimentos, comportamentos e atitudes articulados e integradores das outras áreas.<br />Sociedade, Tecnologia e Ciência (STC)<br />Assumem um carácter instrumental e operatório, envolvendo domínios de competências específicas, cobrindo campos científicos e técnicos muito diversos, mas utilizando estruturas iguais e os mesmos temas de vida.<br />Cultura, Língua, Comunicação (CLC)<br />2<br />
  4. 4. PercursoRVCC - Secundário<br />A dimensão formativa do percurso RVCC<br />Gestão do tempo<br />Linguísticas <br />A realização do percurso RVCC exige a aquisição e/ou o desenvolvimento de diversas competências<br />Autonomia<br />TIC<br />Capacidade Reflexiva<br />Elaboração de projectos pessoais<br />3<br />
  5. 5. PercursoRVCC - Secundário<br />Como de desenvolve o percurso RVCC?<br />Através do PRA<br />Portefólio Reflexivo de Aprendizagens<br />Abordagem Auto-Biográfica / Historias de Vida<br />Balanço de Competências<br />4<br />
  6. 6. PercursoRVCC - Secundário<br />O Portefólio Reflexivo de Aprendizagens (PRA)<br />Retrata o percurso de aquisição de competências do candidato;<br />Os elementos escolhidos representam de forma clara as competências adquiridas pelo candidato; <br />É um documento PESSOAL, pelo que não segue uma forma rígida. Cabe a cada candidato a escolha da sua organização e apresentação;<br />O Portefólio Reflexivo de Aprendizagens deve ser lido como um «livro», não devendo existir separadores para as Áreas de Competências-Chave.<br />5<br />
  7. 7. PercursoRVCC - Secundário<br />O Portefólio Reflexivo de Aprendizagens (PRA)<br />Pode/deve integrar: <br /><ul><li>Expectativas para o processo de RVCC, bem como as motivações e os objectivos;
  8. 8. Desenvolvimento da autobiografia manifestando o balanço de competências e documentos produzidos no âmbito das Áreas de Competências-Chave, acompanhados de reflexão e de uma auto-avaliação das competências evidenciadas;
  9. 9. Documentação inerente ao processo de RVCC;
  10. 10. Reflexão sobre a frequência do processo;
  11. 11. Projectos para o futuro;
  12. 12. Documentação relativa à formação complementar, caso tenha existido;
  13. 13. Documentação diversa: certificados, diplomas, etc.;
  14. 14. Outros...</li></ul>6<br />
  15. 15. PERCURSO RVCC - Secundário<br />A História de Vida<br />Abordagem auto-biográfica/ História de vida <br />BALANÇO DE COMPETÊNCIAS<br />OBJECTIVOS:<br />Demonstrar as competências adquiridas ao longo da vida, demonstrando igualmente capacidade autónoma e auto-reflexiva para o levar a cabo.<br />7<br />
  16. 16. PERCURSO RVCC - Secundário<br />A utilização da História ou Temas de Vida podem ser um ponto de partida. Mas é necessário que se faça acompanhar de uma reflexão <br />Questões orientadoras para a reflexão sobre os temas de vida:<br />Como é que este acontecimento alterou a minha vida?<br />O que aprendi com esta experiência?<br />O que deixei de fazer por ter tido esta experiência? <br />Que aprendizagens adquiri para além deste acontecimento? <br />Quais os pontos fortes e fracos dessa aprendizagem? <br />O que poderia ter feito melhor? <br />Que relação teve este acontecimento/facto com o que sou hoje enquanto profissional e pessoa? <br />8<br />
  17. 17. PERCURSO RVCC - Secundário<br />Exemplo Parcial de História de Vida ou Autobiografia<br />Oabandono escolar e a música<br />Aos 18 deixei a escola, porque só me interessava pela música e por fotografia e não havia nada mais que me despertasse o interesse. Assim, iniciei o meu percurso na profissão que exerço hoje e que tanto me fez aprender e perceber sobre mim próprio. Aos 20 anos já tinha escrito mais de 120 músicas e letras.<br />9<br />
  18. 18. PERCURSO RVCC - Secundário<br />Exemplos de Temas para a História de Vida ou Autobiografia<br /><ul><li>O meu nascimento
  19. 19. A minha infância
  20. 20. A minha família
  21. 21. O meu percurso escolar
  22. 22. O abandono escolar
  23. 23. O meu percurso profissional
  24. 24. A minha Casa
  25. 25. Projectos Futuros</li></ul>10<br />
  26. 26. PERCURSO RVCC - Secundário<br />Cidadania e Profissionalidade (CP)<br />11<br />
  27. 27. PERCURSO RVCC - Secundário<br />Sociedade, Tecnologia, Ciência (STC) / Cultura, Língua, Comunicação (CLC)<br />12<br />
  28. 28. PERCURSO RVCC - Secundário<br />Estrutura das 3 Áreas de Competências-Chave<br />13<br />
  29. 29. PERCURSO RVCC - Secundário<br />Certificação - Nível Secundário<br />A Certificação que confere a equivalência ao nível Secundário ocorre quando o candidato evidencia um mínimo de 44 Competências, sendo que terá de <br />Em Cidadania e Profissionalidade (CP), evidenciar no mínimo 16 competências (sendo 2 competências obrigatórias por cada um dos 8 núcleos geradores);<br />Em Sociedade, Tecnologia e Ciência (STC) e Cultura, Língua, Comunicação (CLC), respectivamente, terá de evidenciar no mínimo 14 competências (sendo 2 competências obrigatórias por cada um dos 7 núcleos geradores)<br />14<br />
  30. 30. Adenda – A utilização de Fontes Exteriores<br />A utilização de fontes exteriores para a demonstração de competências é, muitas vezes, necessária, mas ela deve seguir algumas regras fundamentais:<br />1. As citações devem aparecer devidamente identificadas (entre aspas e com a fonte – ex. «o homem é um animal social», Aristóteles, Política).<br />2. As citações devem ser usadas apenas como meio auxiliar no desenvolvimento de um tema e não como parte fundamental.<br />3. As competências não podem ser demonstradas apenas com texto de fontes exteriores.<br />15<br />
  31. 31. A utilização de Fontes Exteriores<br />O que não se deve fazer<br />O Vidro<br />Pode definir-se o vidro como sendo um corpo sólido, brilhante, transparente e frágil.<br />Obtém-se pela fusão a altas temperaturas da areia com soda ou potassa.<br />Em tempos muitos antigos, era um material fascinante e estranho, que deslumbrou o Mundo. Hoje, é ignorado. Por se ter tornado habitual aos nossos olhos é banalizado pela nossa sociedade.<br />Através de testemunhos encontrados pelos arqueólogos, pensa-se que terá surgido na Mesopotâmia, actual território do Iraque, no 4º milénio.<br />Os Egípcios conheciam já o vidro transparente , produzindo, com ele, objectos que vendiam a  outros povos.<br />Os Romanos introduziram a produção vidreira em diferentes territórios do seu império, tornando-o um material quotidiano, a par da cerâmica e dos metais.<br />Séculos mais tarde, Veneza desenvolve e expande a produção vidreira. Os objectos em vidro veneziano ficam famosos pela sua quantidade e transparência. Inventam-se novos processos de fabrico, fazem-se novos projectos de peças. A produção Veneziana assume cada vez mais, um lugar de destaque, o que a torna ainda mais famosa.<br />Entretanto, outros vidros de grande qualidade tornaram-se igualmente conhecidos. É o caso dos vidros da Boémia e da Inglaterra.<br /> Os achados arqueológicos mais antigos, encontrados em Portugal, são contas de vidro, que se julga serem egípcias e remontam ao 2º milénio a.C. Surgiram, também, outros objectos de adorno, de culto, caixas para cosméticos e unguentos.<br />Segundo investigadores, só a partir do século V se inicia, no nosso país, o fabrico do vidro, com os fornos de Palmela.<br />Seguiram-se os fornos de Alcochete, Alcácer do Sal, Pombal, Santarém e Lisboa. Lisboa foi um centro vidreiro importante, existindo em 1551 quatro oculistas, quatro vidreiros e oito fabricantes de espelhos. No entanto, a nossa produção de vidro era baixa e de fraca qualidade, pelo que se importavam vidros de Veneza, Alemanha e França. <br />16<br />

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