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Campanha do livro UEG

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Campanha do livro UEG

  1. 1. Relação das bibliográfias do Curso Superior de Tecnologia em Agroecologia Ordem Obra Quantidade Valor 1 ALTIERI, M. A. Agroecologia: bases científicas da Agricultura Sustentável. Rio de Janeiro: AS- PTA/Guaíba: Ed. Agropecuária. Trad. Eli Lino de Jesus e Patrícia Vaz. 2002. 592 p. 2 AQUINO, A. M. e ASSIS, R. L. (eds.) Agroecologia: princípios e técnicas para uma agricultura orgânica sustentável. Brasília: Embrapa- IT/Seropédica: Embrapa- Agrobiologia. 2005. 517 p. 3 GLIESSMANN, S. Agroecologia: processos ecológicos em Agricultura Sustentável. Trad. M. José Guazzelli. Porto Alegre: Ed.
  2. 2. UFRGS. 3ª ed. 2005. 653 p. 4 COLETTI, S. A estrutura sindical no Campo. São Paulo, Unicampo, 1998. 5 ILHA NETO, S. F. Da sociologia do rural à sociologia do território. In: Ciência e Ambiente julho/dezembro de 1997. n.15 ________ Os problemas sociais da agricultura brasileira – um modelo classificatório preliminar. UFSM, CCR, 2001 6 ILHA NETO, S. F. Notas sobre a evolução da família agraria ocidental e sua desagregação na sociedade contemporânea. UFSM. Cadernos de Extensão Rural, 1999. 7 NABORS, M. W. Introdução à botânica. São
  3. 3. Paulo: Roca, 2012. 8 FREITAS, V. P. A Constituição Federal e a efetividade das normas ambientais. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2005. 9 LEFF, E. A complexidade ambiental. São Paulo: Cortez, 2003. 10 MILARÉ, E. Direito do ambiente: doutrina, prática, jurisprudência e glossário. 2.ed. rev. atual. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2001. 11 FERREIRA. Mauro. Redação Comercial e Administrativa. São Paulo: FTD, 2001. 12 CAPRON, H. L; JOHNSON, J. A. Introdução à informática. 8. ed. São Paulo: Pearson / Prentice Hall, 2004. 13 BRAGA, W. C. Informática
  4. 4. Elementar: Open Office 2.0. Altos Books, 2007. 14 RABELO, J. Introdução à Informática e Windows XP: fácil e passo a passo. Ciência Moderna, 2007. 15 CORRADELO, E.F. Criação de ovinos: antiga e continua atividade lucrativa. São Paulo: Icone, 1988. 16 SINGER, P. Introdução à economia solidária. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2002. 17 TABOSA FILHO, M. Ferramentas Para Gestão de Resultados. Brasília, DF: SENAC DF, 2013. 18 VEIGA, J. E. da. Desenvolvimento sustentável: o desafio do século XXI. 3. ed. Rio de Janeiro: Garamond, 2008.
  5. 5. 19 TIPLER, P. A.; MOSCA, G. Física: para cientistas e engenheiros: mecânica, oscilações e ondas, termodinâmicas. 4 ed. V.1. Rio de Janeiro: LTC, 1997. 20 ALTIERI, Miguel. Agroecologia: bases científicas para uma agricultura sustentável. Guaíba: Agropecuária, 2002.592p 21 BRASIL, Ministério da Agricultura e Reforma Agrária. Regras para Análise de sementes. Brasília: SNDA/DNDV/CLAV, 2009. 22 INSTITUTO AGRONÔMICO DO PARANÁ. Produção de sementes em pequenas propriedades. Londrina: Instituto Agronômico do
  6. 6. Paraná, 1993. (IAPAR. Circular, 77). 23 ANDRADE, J. G. de Introdução em administração rural. Lavras: UFLA, 1996. 24 BELIK, Walter; MALUF, Renato; FRIEDMANN, Harrier. Abastecimento e Segurança Alimentar. Campinas SP -IE/ Unicamp - 2000; 25 NUNES, Eduardo Pereira. Complexo Agroindustrial Brasileiro. Abag 2001; 26 BRANDÃO, Carlos Rodrigues (1999). O Afeto da Terra. Campinas, SP. Editora da UNICAMP. CHONCHOL, Jaques (1983). 27 A revalorização do espaço rural como estratégia de desenvolvimento. In.: Revista
  7. 7. Reforma Agrária. Associação Brasileira de Reforma Agrária. São Paulo, SP. p. 26 à 37. 28 IPEA. Instituto de Pesquisas Econômica Aplicada. Políticas Sociais – Acompanhamento e Análise. Desenvolvimento Rural. Edição Especial, p. 321 a 330. nº 06,2003. p. 321 à 330. Secretaria Estratégica da Presidência da República. 29 COLIN, Baird. Química Ambiental, 2 ed. Bookman, 2002. 30 RUSSELL, J. B. Química Geral, vol. 2. 2 ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 1994. 31 ROZEMBERG, I. M. Química Geral. 1ª edição. São Paulo:
  8. 8. Ed. Edgard Blucher, 2002. 32 GALANTE, T.P. e Pow, E. Inglês para Processamento de Dados, Editora Atlas, 1996. 33 OLIVEIRA, Sara Rejane de F. Estratégias de leitura para o inglês instrumental. Brasília:UNB, 1994. 34 STEVERSON, William J. Estatística aplicada à administração. São Paulo: Harbra, 2001 35 FONTE, P. C. R. Olericultura: Teoria e Prática. 1. ed. Viçosa, MG: Suprema Gráfica e Editora. 2005. 36 SOUZA, J. L.; RESENDE, P. Manual de Horticultura Orgânica. 2. ed. Viçosa, MG: Aprenda Fácil. 2006. 37 SILVA, A. G. et al.
  9. 9. Plantas Medicinais: Do cultivo, manipulação e uso a recomendação popular. Embrapa. 2008. 38 ABRANTES, José. Associativismo e Cooperativismo. Editora Iterciência, 1°Edição, 2004. 39 BENATO, J. V. A. Cooperativas e sua administração. São Paulo: OCESP, 1992. 40 OLIVEIRA, D. de P. R. de. Manual de gestão das cooperativas. São Paulo: Atlas, 6ª edição, 2012. 41 PINHO, D. BENEVIDES. O cooperativismo no Brasil: da vertente pioneira à vertente solidária. São Paulo: Saraiva, 2004. 357 p. 42 VEIGA, S. M. (org.) Associações: como constituir sociedades sem fins lucrativos. Rio
  10. 10. de Janeiro: DP&A:Fase, 2001.125p. (Série Economia Solidária) 43 ARBAGE, A. P. Fundamentos de Economia Rural. Santa Catarina: Argos, 2006. 44 MENDES, J. T. G. Economia: fundamentos e aplicações. 2ª Ed. São Paulo: Pearson Education, 2009. 45 ROSSETTI, J. P. Introdução à Economia. 19ª. edição. São Paulo: Atlas, 2003. 46 BRASIL. Constituição de 1988. 41. ed. São Paulo: Saraiva, 2008. BRASIL. Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos. Brasília: Secretaria de Direitos Humanos, Ministério da Educação, Ministério da
  11. 11. Justiça, Unesco, 2007. 47 FOUCAULT, M. A história da sexualidade, v. 1: A vontade de saber. 11. ed. Rio de Janeiro: Graal, 1988. SISS, A. Afro- brasileiros, Cotas e Ação Afirmativa: razões históricas. Rio de Janeiro, Quartet, 2003. 48 VIANNA, A.; LACERDA, P. Direitos e políticas sexuais no Brasil: o panorama atual. Rio Janeiro: Cepesc, 2004. 49 DINIZ, E.; AZEVEDO, S. (Org.). Reforma do Estado e democracia no Brasil. Brasília: Ed. da UnB, 1997 50 ITUASSU, A.; ALMEIDA, R. (Org.) O Brasil tem jeito? Vol.2: Educação, saúde, justiça e segurança. Rio de Janeiro: Zahar,
  12. 12. 2007. 51 MAFESSONI, E. L. Manual prático de suinocultura. v.1. Passo Fundo: Ed. Universidade de Passo Fundo, 2006. 52 OLIVO, R. (Ed.). O mundo do Frango: cadeia produtiva da carne de frango. Criciúma: Ed. Do Autor, 2006. 53 MENDES, A.A.; NÄÄS, I. A.; MACARI, M. Produção de frangos de corte. Campinas, São Paulo: FACTA, 2004. 54 BRADY, N. C.; WEIL R. R. Elementos da natureza e propriedades dos solos. 3ª ed. Porto Alegre, Bookman, 2013. 686 p. 55 RAIJ, B. V. Fertilidade do solo e manejo de nutrientes, Editora IPNI, 2011, 420 p. 56 SANTOS, H. G. dos; Sistema brasileiro
  13. 13. de classificação de solos, 2 ed. Rio de Janeiro: Embrapa Solos, 2006. 305 p. 57 PENTEADO, S. R. Manejo da água de irrigação: Aproveitamento da água em propriedades ecológicas. Campinas: via orgânica. 2007. 58 REICHARDT, K.; TIMM, L. C. Solo, planta e atmosfera: conceitos, processos e aplicações. Barueri: Manole, 2008. 59 ALTIERI, M. Agroecologia: as bases científicas para uma agricultura sustentável. Guaíba: Ed. Agropecuária, 2002. 60 AQUINO, A. M de; ASSIS, R.L de. Agroecologia: Princípios e técnicas para uma agricultura
  14. 14. orgânica sustentável. Brasília: EMBRAPA. Informação Tecnológica, 2005. 61 CHABOUSSOU, F. Plantas doentes pelo uso de agrotóxicos (a teoria da trofobiose). São Paulo: Ed. Expressão Popular, 2006. 62 FREIRE, P. Extensão ou comunicação? Paz e Terra, RJ, 1977 63 PADILHA, R.F. Extensão rural no Brasil: novos tempos. In: Rev. Bras. De Tecn., vol.15(4), jul/ago, 1984. 64 OLIVEIRA, P. S. Introdução à Sociologia. Ática. São Paulo, 1995. 65 BAZZO, W. A. Ciência, Tecnologia e Sociedade e o Contexto da Educação Tecnológica. Editora da UFSC, 1ª edição, 1998.
  15. 15. 66 CASTELLS, M. A era da informação: economia, sociedade e cultura. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1999. 67 GIDENS, A. Mundo em descontrole / o que a globalização está fazendo de nós. 2ª. ed. Rio de Janeiro: Record, 2002. 68 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. Produção Integrada no Brasil: agropecuária sustentável, alimentos seguros. Brasília: MAPA/ACS, 2009. 1008p. 69 HEITSCHMIDT,R.K. & STUTH, J. W., Grazing Management – an ecological perspective, Timber Press, Portland, Oregon, 1993, 259p. 70 CHITARRA, M. I. F &
  16. 16. CHITARRA, A . B. Pós-colheita de frutos e hortaliças. Escola Superior de Agricultura de Lavras. 2ª edição, 2005. 71 MAIA, G. A.; SOUSA, P. H. M.; LIMA, A. S. Processamento de sucos de frutas tropicais. Fortaleza: Edições UFC, 2007. 72 PEREIRA, E.S. et al. (Eds.). Novilhas leiteiras. Fortaleza: Graphiti, 2010. 632p. 73 DIAS, J. M. B.; MATOS, J. L., CASACA, J. M. Topografia Geral. 4.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. 74 MCCORMAC, J. C. Topografia. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. 75 FITZ, P. R. Cartografia básica. São Paulo: Oficina de textos, 2008. 76 PIRES, F.R. & SOUZA, C.M. de. Práticas mecânicas
  17. 17. de conservação do solo e da água. Viçosa: UFV, 2003. 176p. 77 PRUSKI, F. F. (Org.) Conservação de solo e água: Práticas mecânicas para o controle da erosão hídrica. 2. ed. Viçosa: Editora UFV, 2009. 279p. 78 ALTIERI, M. A. Agroecologia: bases científicas da Agricultura Sustentável. Rio de Janeiro: AS- PTA/Guaíba: Ed. Agropecuária. Trad. Eli Lino de Jesus e Patrícia Vaz. 2002. 592 p. 79 AQUINO, A. M. e ASSIS, R. L. (eds.) Agroecologia: princípios e técnicas para uma agricultura orgânica sustentável. Brasília: Embrapa- IT/Seropédica: Embrapa- Agrobiologia. 2005.
  18. 18. 517 p. 80 GLIESSMANN, S. Agroecologia: processos ecológicos em Agricultura Sustentável. Trad. M. José Guazzelli. Porto Alegre: Ed. UFRGS. 3ª ed. 2005. 653 p. 81 ARAÚJO, G. H. S.; ALMEIDA, J. R.; GUERRA, A. J. T. Gestão Ambiental de Áreas Degradadas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005. 82 MARTINS, S. V. Recuperação de áreas degradadas: ações em áreas de preservação permanente, voçorocas, taludes rodoviário e de mineração. Viçosa,MG: Aprenda Fácil, 2009. aspectos técnicos, legais e financeiros. São Paulo: Signus, 2004. 83 MOERI, E.;
  19. 19. COELHO, R.; MARKER, A. Reme- diação e revitaliza- ção de áreas con- taminadas: 84 AGUIAR, L.M.S., CAMARGO, A.J.A. (ed) Cerrado: ecolo- gia e caracteriza- ção. Planaltina-DF: Embrapa Cerrados. 2004. 85 ALHO, C.J.R., MAR- TINS, E.S. De Grão em grão o cerrado perde espaço (Cer- rado – impactos do processo de ocupa- ção). Brasília: WWF/PROCER. 1995. 86 ALMEIDA, M.G. (Org.) Tantos Cerra- dos. Goiânia: Edito- ra Vieira. 2005. 87 CAVALCANTI, C. Meio Ambiente, De- senvolvimento Sus- tentável. São Paulo: Editora Cortez, 2001. 88 CHITARRA, M. I. F. CHITARRA A.B. Pós-colheita de fru- tas hortaliças: fisio-
  20. 20. logia e manuseio. 2 ed. Lavras: UFLA, 2005 785p. 89 MACEDO, J. Pro- dução de Alimen- tos: o potencial dos Cerrados. Planaltina: Em- brapa? CPAC, 1996. 33p. 90 LEVISTRAUSS, C. A antropologia diante dos problemas do mundo moderno. São Paulo: Compa- nhia das Letras, 2012. 91 SCOTT, P.; CORDEI- RO, R.; MENEZES, M. (Org.). Gênero e geração em contex- tos rurais. Ilha de Santa Catarina, SC: Mulheres, 2010. 92 GEERTZ, C. O saber local: novos ensaios em antropologia inter- pretativa. 13. ed. Petrópolis:Vozes, 2013. 93 MAZOYER, M.; ROUDART, L. Histó- ria das agriculturas do mundo: do neolí-
  21. 21. tico à crise contem- porânea. Lisboa: Ins- tituto Piaget, 2001. 94 MOTTA, R.S. Manu- al para valoração econômica de re- cursos ambientais. Brasília: Ministério do Meio Ambiente, dos Recursos Hídri- cos e da Amazônia Legal, 1998. 95 VASCONCELOS, M. J. E. Pensamento Sistêmico: o novo paradigma da ciência. Campinas, SP: Papirus, 2002. 96 LOGATO, P. V. R. Nutrição e alimentação de peixes de água doce. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2012. 97 SANTOS, A. C. S. dos. Tilápia: Criação sustentável em tanques rede: licenciamento, implantação e gestão. 2. ed. Viçosa, MG:Aprenda Fácil, 2013. 98 MENEZES,
  22. 22. AMÉRICO. Aquicultura na Prática. 4. ed. São Paulo: Nobel, 2010. 99 BRAGHIROLLI, E.M., PEREIRA, S.; Rizzon, L.A. Temas de psicologia social. Petrópolis: Vozes, 1994. 100 DEL PRETTE, A.; DEL PRETTE, Z.A.P. Psicologia das relações interpessoais: vivências para o trabalho em grupo. Petrópolis: Vozes, 2008. ______. Psicologia das habilidades sociais: terapia, educação e trabalho. Petrópolis: Vozes, 2009. 101 GOLEMAN, D. Inteligência Emocional: a teoria revolucionária que redefine o que é ser inteligente. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. ______.
  23. 23. Trabalhando com a inteligência emocional. Rio de Janeiro: Objetiva, 2006. 102 BRANCATO, Ricardo Teixeira. Instituições de Direito Público e Privado. 12 ed. revista e ampliada. São Paulo: Saraiva, 2003. 103 MARTINS, Sérgio Pinto. Instituições de Direito Público e Privado. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2004. 104 CONDERMARIN, M.; BLOMQUIST, M. Dislexia manual de Leitura Corretiva. 3ª Ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1989. 105 RABELO, A. S. Português Sinalizado: comunicação total. Vol 1 – Série Educação Especial. Goiânia: UCG, 1992 106 KOJIMA, C. K.; SEGALA, S. R. Língua de Sinais: a
  24. 24. imagem do pensamento. Ed. Escala. 107 NALINI,JoséRenato. Ética geral e profissional. 4 ed. revista, atualizada e ampliada. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2004.

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