Dr4 Redes e tecnologias/internet<br />Reflexão sobre a internet<br />Índice<br />A Origem da Internet<br /> A Internet no ...
Vitor Maia - Redes e Tecnologias
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Vitor Maia - Redes e Tecnologias

  1. 1. Dr4 Redes e tecnologias/internet<br />Reflexão sobre a internet<br />Índice<br />A Origem da Internet<br /> A Internet no Brasil <br />O Perigo <br />Para Que Serve?<br />Redes sociais/ o que são?<br />Possibilidade de relacionar-se com pessoas com os mesmos interesses (relacional) –<br />Empenho para solucionar os problemas do grupo (institucional)<br />Diferença entre o real e o virtual<br />Malcolm Coulthard Especialista em linguística forense<br />Bibliografia <br />Conclusão <br />A Origem da Internet <br />A Internet originou-se da Arpanet, a primeira rede nacional de computadores criada em 1969 pelo Departamento de Defesa do EUA para garantir a segurança em caso de acidente nas comunicações. Esta rede privada era destinada a interligar os computadores dos centros de pesquisa, universidades e instituições militares americanas, permitindo o compartilhamento de recursos entre os pesquisadores que trabalhavam com projectos estratégico-militares. <br />Em 1972 o governo americano decidiu mostrar o projecto pioneiro à sociedade, e a ideia expandiu-se entre as universidades americanas, interessadas em desenvolver trabalhos cooperativos. Para interligar os diferentes computadores dos centros de pesquisa, em 1980 a Internet adoptou o protocolo aberto TCP/IP para conectar sistemas heterogéneos, ampliando a dimensão da rede, que passou a falar com equipamentos de diferentes portes, como micros, workstations, mainframes e super computadores.<br />Apenas em 1983, com a separação entre as aplicações para as áreas civil e militar, surgiu definitivamente o nome Internet. Três anos depois, a National Science Foundation criou uma ligação de alta velocidade com seu centro de super computadores e passou a promover a disseminação das informações científicas. Naquela época, o governo americano decidiu financiar a formação de redes regionais em todo o país - uma infra-estrutura com circuitos dedicados e multiplexadores do tipo T1, a 2 Mbps -, o que acabou constituindo aNSFnet como uma via expressa para mandar mensagens e arquivos por todo o país. Essa rede, por sua vez, é conectada a outras redes comerciais e públicas que configuram a rede Internet, hoje o principal alicerce das comunicações entre os computadores mundiais. <br />Com o crescimento da Internet e sua expansão devido a utilização do TCP/IP, outras redes perdem sua força. É o caso da Bitnet, voltada para a comunicação entre sistemas de grande porte, da CS Net, usada pelo pessoal da computação científica e da UUCP, que trabalha em ambiente Unix com linhas dedicadas. <br />A Internet no Brasil<br />O Brasil tem 50.000 pioneiros ligados à Internet. O interesse pela Internet no país ultrapassou os limites académicos e chegou a todos utilizadores de micros. A demanda é tanta que a Embratel decidiu oferecer, a partir de Dezembro de 94, acesso comercial à maior rede de informações do mundo. <br />A empresa criou um serviço que dará a seus clientes acesso on-line as bases de dados de todo o mundo, com informações de interesse geral como desportos, eventos, espectáculos, previsão meteorológica e sinopses de periódicos. O serviço permitirá também a realização de conferências electrónicas. <br />O serviço vai navegar inicialmente pela Renpac e peloSTM-400 e poderá ser acessado também por grandes corporações quanto pelo usuário de apenas um micro pessoal. O acesso será transparente para usuários do STM-400, explica o coordenador do projecto, Hélio Dalgegan, assessor da presidência da Embratel. A empresa vai adoptar o correio electrónico da Internet e já está convertendo o protocolo <br />SMTP, que permitirá acesso directo à rede mundial. " O processo comercial muitas vezes envolve valores e dados comerciais que são confidenciais e, por ser muito aberta, a rede não oferece nenhuma garantia de confidencialidade e codificação de dados" . <br />O Perigo<br />Vendo o sucesso da Internet, a Embratel assume o comando das ligações <br />de brasileiros com a rede. <br />Era Dezembro de 1994, mudanças a vista. A primeira, o governo americano privatizava o último tronco de fibrasóticas de alta velocidade da Internet que ainda mantinha em seu poder. A segunda, a estatal brasileira Embratel anunciava a fase de testes do primeiro serviço nacional de acesso a Internet. <br />O poder público americano lançou as bases de comunicação da rede, financiou-a nos primeiros anos e subsidiou a sua manutenção até o ano passado. Quando concluiu que poderia andar sozinha, sem a mão pesada do governo, Washington desligou-se da Internet. Já o governo brasileiro como tudo o que faz, fez novamente o contrário. A Embratel deu as costas para a Internet em seus primeiros anos, deixando que os poucos utilizadores brasileiros, principalmente universidades e institutos de pesquisa tomassem a iniciativa de contratar suas conexões no exterior. Agora a rede começa a ter viabilidade, a Embratel anuncia que está no negócio sozinha. A conexão é monopólio da Embratel. <br />Anunciado na véspera de Natal, a conexão da Embratel foi apresentada ao distinto público como um presente, uma dádiva de técnicos dedicados que venceram mais uma barreira para oferecer aos brasileiros um serviço de primeiro mundo. Falso, triste e caro. Falso porque as conexões são simples e já deveriam ter sido feitas há muito tempo. Triste por que a Internet é por natureza uma entidade aberta, democrática, avessa a monopólios e controles. Ela foi concebida pelo governo americano como um recurso em caso de guerra, um sistema que manteria as comunicações no país mesmo que Washington fosse destruída. No Brasil a Internet acaba de tornar-se mais um departamento da Embratel. Caro, o resultado mais temido pelos usuários, porque os custos serão de hotéis cinco estrelas e serviço de pensão. <br />Para Que Serve?<br />Serve para que milhões de pessoas separadas por milhares de quilómetros conversem horas a fio através dos computadores, pagando o preço de uma ligação telefónica local. Serve para consultar um livro ou um documento em 2.000 bibliotecas que podem ter acesso à distância, 24 horas por dia. É melhor ler Guerra e Paz, o romance épico de Tolstoi num livro convencional. Mas que tal quando se trata de levantar informações sobre o próprio Tolstoi ou sobre religiões hindus? Uma consulta dessa não demora mais de meia hora. Centenas de bibliotecas ao redor do mundo podem ser rastreadas automaticamente em busca da informação desejada. A Internet serve também para que as pessoas com interesses comuns, como ecologistas, os médicos ou os fanáticos por desportos, conversem com as suas almas gémeas espalhadas pelo mundo.<br />Serve para que cientistas separados no tempo e no espaço possam trabalhar em projectos comuns, compartilhando uma mesma tela, mas usando teclados diferentes, um deles em Paris e o outro em Nova York. Adeus, telefonemas internacionais a preço de caviar. Adeus, falta de informações só porque se vive numa cidade provinciana. <br />Redes sociais<br />Exemplos de redes sociais<br />Redes sociais o que são?<br />Uma rede social é uma estrutura social composta por pessoas (ou organizações, territórios, etc.) - designadas como nós – que estão conectadas por um ou vários tipos de relações (de amizade, familiares, comerciais, sexuais, etc.), ou que partilham crenças, conhecimento ou prestígio.<br />Estes sistemas funcionam com o primado fundamental da interacção social, ou seja, procura ligar pessoas e proporcionar comunicação entre elas, partindo do princípio que têm a mesma área de interesse.De forma a garantir a educação de base para todos com o objectivo de combater o insucesso escolar apostou-se na criação de redes sociais que não são mais do que redes de comunicação que permitem a partilha de ideias entre pessoas com interesses, objectivos e valores em comum. É uma forma de representação dos relacionamentos afectivos entre as pessoas e grupos com os mesmos interesses.A análise das redes sociais centraliza-se nas relações existentes entre entidades sociais e permite a possibilidade de serem aplicadas ao ensino presencial, à distância e distribuído. As plataformas de e-Learning facilitam a aplicação de práticas pedagógicas mas não fomentam a identificação de redes sociais.<br />No processo ensino-aprendizagem, o mais importante é a forma de ensinar e os percursos que o aluno realiza para a construção do seu conhecimento, o professor aparece como um agente de mudança fundamental uma vez que este tem um papel de animador e dinamizador de novas estratégias que irão permitir melhorar e actualizar os processos de aprendizagem. De modo a aumentar o sucesso escolar, são identificados cenários de aplicação e sugere-se a utilização do Social Network Framework que é um sistema estruturado para a análise de redes sociais.O estudo de redes sociais abrange teorias, modelos e aplicações que são referidas em termos de conceitos ou processos relacionais. Em redes sociais o principal foco de análise está nas relações que existem entre as entidades, em prejuízo dos atributos particulares.O ensino à distância é um modelo educativo que facilita a aprendizagem sem limite de tempo ou espaço uma vez que se pressupõe haver uma separação entre professor e aluno e a utilização das tecnologias como ferramenta essencial. <br />Estas redes mostram os indivíduos enquanto perfis, é possível perceber suas ligações directas (amigos) e indirectas (amigos dos amigos), bem como as organizações sob a forma de comunidades. Além disso, existem ferramentas de interacção variadas, tais como sistemas de fóruns para comunidades, envio de mensagens para cada perfil, envio de mensagens para comunidades, amigos e amigos de amigos.Segundo as nossas pesquisas, quantas mais pessoas aderirem a estas redes, ou melhor quantos mais amigos, mais qualificações se recebe a plataforma. Por este motivo existe um interesse muito grande na popularidade, conseguida através de um número de amigos cada vez maior. Mas nem todos esses amigos são realmente " amigos" Isso porque é possível acrescentar quem se deseja como amigo sem que exista qualquer tipo de interacção social entre os envolvidos. Basta fazer o pedido e a outra parte aceitar, em uma relação puramente aditiva (exemplo Hi5).Contudo, as redes sociais são utilizadas também por pessoas que lhe pretendem dar um sentido realmente construtivo, académico ou profissional, adequando esta tecnologia às suas necessidades, de forma a criarem uma comunidade com um interesse comum onde se pode destacar os seguintes pontos:<br />Informação - O acesso à informação acontece de forma mais rápida e fácil. É possível obter informações de qualidade e debates interessantes. Tópicos que contêm debates sobre aspectos diversos da temática comum, bem como dicas de artigos e leituras, são habituais e têm grande participação.<br />Possibilidade de relacionar-se com pessoas com os mesmos interesses (relacional) -A maioria das pessoas não se preocupa em dar-se a conhecer ou mesmo de estabelecer relações sociais com desconhecidos, pelo menos se a comunidade for de grandes proporções que diminui a possibilidade de laços mais fortes entre seus associados, mas se a comunidade sentir confiança na rede, pode existir de facto um real relacionamento, mais de objectivos e ideais (profissionais e académicos) que pessoais entre os utilizadores.<br />Empenho para solucionar os problemas do grupo (institucional) – Um outro aspecto interessante da comunidade é o empenho dos membros em construir soluções para as dificuldades da comunidade. Esta ajuda mútua aumenta o nível de confiança entre os membros da instituição e as redes sociais de forma a ampliar a acção colectiva, além de ampliar a cooperação entre todos.Este aspecto pode e deve ser no nosso entender aproveitado e rentabilizado pelas instituições de ensino, de forma a promover a discussão saudável de temas, não só a nível nacional mas também com instituições estrangeiras. Devido ao facto de as redes sociais serem bastante abrangentes podem ser subdivididas em três vertentes:Rede Social Primária - A qual é composta por pessoas por relações estabelecidas durante a vida quotidiana;Rede Social Secundária – Formada por profissionais de instituições públicas e/ou privadas, de modo a fornecer atenção, orientação e informação;Rede Social Intermediária - Constituída por pessoas de uma área especializada, que tem como missão a prevenção e o apoio.<br />Diferença entre o real e o virtualExistem 4 aspectos que diferenciam as redes sociais virtuais das redes sociais reais sendo estes aspectos encontrados somente nas redes virtuais:Persistência – Todas as actividades produzidas online ficam registadas para sempre não podendo ser eliminadas.Pesquisabilidade – A partir do momento em que a informação é registada tem como inconveniente o facto de poder ser acedida por qualquer pessoa independentemente do espaço temporal.Replicabilidade – Aquilo que é dito e que os outros dizem online, comentários, fotos que se colocam num site de rede social, deixam de estar sob o nosso controle podendo ser utilizados para fins que não os originais.Audiências Invisíveis – Também denominados como ambientes não mediados aqui não temos forma de saber quem nos poderá ver ou ouvir, e com quem partilhamos a informação.<br />Malcom Coulthard Especialista em linguística forense<br /> Na actualidade começam a ser aproveitadas informações obtidas através das redes sociais para a investigação criminal como é o caso do trabalho desenvolvido por os especialistas Malcolm Coulthard e Tim Grant.<br />Malcolm Coulthard e Tim Grant explicam na Faculdade de Letras da U.Porto, no dia 28 de Maio, como a linguística forense pode apanhar “os maus da fita”.<br />Os elementos linguísticos de prova são já aceites por tribunais de vários países e têm auxiliado na condenação de criminosos, desde raptores a violadores e, mais recentemente, em casos de terrorismo internacional, nomeadamente no Reino Unido. <br />Malcolm Coulthard e Tim Grant têm contribuído, não só para obtenção de provas que condenam criminosos, mas também para ilibar inocentes, alguns deles já condenados à pena de morte. <br />O Professor Malcolm Coulthard é considerado um dos " pais" da linguística forense e o Dr. Tim Grant é um especialista conceituado, envolvido em diversos casos noticiados nos media internacionais. Ambos trabalham no Centre for Forensic Linguistics da Aston University, em Birmingham, Reino Unido, e são dois dos peritos mais conhecidos nesta área. <br />Deslocam-se, pela primeira vez, a Portugal para participar num " workshop" sobre esta matéria. No nosso país, e uma vez que estão por explorar as potencialidades deste meio de obtenção de prova, o evento é pioneiro, podendo interessar a profissionais do DIAP, da PJ, assim como a magistrados, juristas, advogados e investigadores. <br />A iniciativa, de um grupo de investigadores portugueses em linguística forense do Centro de Linguística (CLUP) da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, tem como objectivo oferecer uma introdução a esta área, dinamizando a sua investigação no nosso país. <br />Grissom, Horatio Cane e Mac Taylor teriam algo a aprender com a aplicação dos métodos linguísticos, muitas vezes com o auxílio da engenharia computacional, a contextos legais forenses na investigação de actividades criminais e ilícitas. VD / FLUP.<br />Bibliografia<br />http://www.aisa.com.br/historia.html<br />http://www.slideshare.net/filipatorress/redes-sociais-na-internet<br />http://www1.aston.ac.uk/lss/staff/coulthardm/<br />Conclusão:<br />Com este trabalho fiquei a conhecer melhor o que são as redes sociais, a sua importância no mundo actual e também com uma ideia mais pormenorizada do que foi a origem da Internet.<br />Trabalho realizado por : Vítor Maia nº17 turma: A<br />

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