VÓRTICE CICLÔNICO EM ALTOS NÍVEIS E CORRENTE DE JATO DO NORDESTE BRASILEIRO EM ANOS DE EL NIÑO E LA NIÑA <br />Apresentaçã...
INTRODUÇÃO<br /><ul><li>Principais sistemas que atuam no NEB</li></ul>Frentes Frias<br />Zona de Convergência Intertropica...
INTRODUÇÃO<br /><ul><li>Principais sistemas que atuam no NEB</li></ul>Vórtice Ciclônico em Altos Níveis (VCAN)<br />Papel ...
INTRODUÇÃO<br /><ul><li>Principais sistemas que atuam no NEB</li></ul>Vórtice Ciclônico em Altos Níveis (VCAN)<br />Alguns...
OBJETIVO<br /><ul><li> Objetivo geral</li></ul>Investigar a relação entre a CJNEB e o VCAN, assim como sua frequência em a...
REVISÃO BIBLIOGRÁFICA<br /><ul><li>Vórtices Ciclônicos em Altos Níveis (VCAN)</li></ul>Sistemas sinóticos de baixa pressão...
REVISÃO BIBLIOGRÁFICA<br /><ul><li>Vórtices Ciclônicos em Altos Níveis (VCAN)</li></ul>Origem e Formação<br /> Frank (1970...
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Formação Alta
Formação Africana  I e II
Formação mista</li></ul>46% Formação Classica e 54% os outros tipos de mecanismos <br />
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oeste  leste, ao sul de 25° S</li></li></ul><li>REVISÃO BIBLIOGRÁFICA<br /><ul><li>Vórtices Ciclônicos em Altos Níveis (V...
Tempo de vida médio 7,1 dias</li></ul>Campetella e Possia (2006), Singleton e Reason (2007)<br /><ul><li>A maioria dos cas...
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REVISÃO BIBLIOGRÁFICA<br /><ul><li>Corrente de jato do Nordeste Brasileiro (CJNEB)</li></ul>Fedorovaet al. (2005)<br />For...
DADOS E METODOLOGIA<br /><ul><li>Dados</li></ul>Dataset<br />Reanálises (NCEP-NCAR)<br />Resolução espacial (2,5° x 2,5°)<...
DADOS E METODOLOGIA<br /><ul><li>Dados</li></ul>Dataset<br />NOAA Interpolated OLR<br />Resolução espacial (2,5° x 2,5°)<b...
DADOS E METODOLOGIA<br /><ul><li>Metodologia</li></ul>ONI (Oceanic Niño Index) – CPC/NOAA<br />
DADOS E METODOLOGIA<br /><ul><li>Metodologia</li></ul>Identificação do VCAN<br />Método subjetivo<br />Linhas de corrente ...
DADOS E METODOLOGIA<br /><ul><li>Metodologia</li></ul>Seleção do VCAN<br />
DADOS E METODOLOGIA<br /><ul><li>Metodologia</li></ul>Identificação da CJNEB<br />VCANs selecionados<br />Linhas de corren...
DADOS E METODOLOGIA<br /><ul><li>Metodologia</li></ul>Composições de ROLE<br />Segundo Kousky (1985), valores inferiores a...
RESULTADOS E DISCUSSÕES<br /><ul><li>VCAN</li></ul>+3%<br />+3,2%<br />-4,6%<br />-5,4%<br />
RESULTADOS E DISCUSSÕES<br /><ul><li>VCAN</li></ul>Posição do centro no dia da gênese<br />VCANs originados sobre o contin...
RESULTADOS E DISCUSSÕES<br /><ul><li>VCAN - CJNEB</li></ul>+3%<br />+15,5%<br />-5,4%<br />-5,6%<br />
RESULTADOS E DISCUSSÕES<br /><ul><li>VCAN – CJNEB</li></ul>Razão dos dias entre VCAN/CJNEB<br />
RESULTADOS E DISCUSSÕES<br /><ul><li>VCAN – CJNEB</li></ul>Intensidade da CJNEB na periferia do VCAN<br />
RESULTADOS E DISCUSSÕES<br /><ul><li>VCAN – CJNEB</li></ul>Direção do eixo da CJNEB<br />
RESULTADOS E DISCUSSÕES<br /><ul><li>Padrões de Circulação da CJNEB</li></ul>CJNEB Meridional <br />JSTHN<br />CJNEB (M)<b...
RESULTADOS E DISCUSSÕES<br /><ul><li>Padrões de Circulação da CJNEB</li></ul>CJNEB Meridional <br />
RESULTADOS E DISCUSSÕES<br /><ul><li>Padrões de Circulação da CJNEB</li></ul>CJNEB Meridional <br />ROLE<br />
RESULTADOS E DISCUSSÕES<br /><ul><li>Padrões de Circulação da CJNEB</li></ul>CJNEB Meridional <br />Estudo de caso<br />
RESULTADOS E DISCUSSÕES<br /><ul><li>Padrões de Circulação da CJNEB</li></ul>CJNEB Zonal <br />JSTHN<br />AB<br />CJNEB (Z...
RESULTADOS E DISCUSSÕES<br /><ul><li>Padrões de Circulação da CJNEB</li></ul>CJNEB Zonal<br />
RESULTADOS E DISCUSSÕES<br /><ul><li>Padrões de Circulação da CJNEB</li></ul>CJNEB Zonal<br />ROLE<br />
RESULTADOS E DISCUSSÕES<br /><ul><li>Padrões de Circulação da CJNEB</li></ul>CJNEB Zonal<br />Estudo de caso<br />
RESULTADOS E DISCUSSÕES<br /><ul><li>Padrões de Circulação da CJNEB</li></ul>CJNEB Transversal <br />JSTHN<br />VCAN<br />...
RESULTADOS E DISCUSSÕES<br /><ul><li>Padrões de Circulação da CJNEB</li></ul>CJNEB Transversal<br />
RESULTADOS E DISCUSSÕES<br /><ul><li>Padrões de Circulação da CJNEB</li></ul>CJNEB Transversal<br />ROLE<br />
RESULTADOS E DISCUSSÕES<br /><ul><li>Padrões de Circulação da CJNEB</li></ul>CJNEB Transversal<br />Estudo de caso<br />
CONCLUSÕES<br /><ul><li> Análise dos VCANs</li></ul>Não há grande variabilidade na ocorrência em anos de El Niño e La Niña...
CONCLUSÕES<br /><ul><li> Padrões de circulação</li></ul>Existência de 3 padrões distintos:<br />Meridional  Sul e Sudoest...
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XVII SAMET - Henrique Repinaldo [3ª feira - 30.11.10]

  1. 1. VÓRTICE CICLÔNICO EM ALTOS NÍVEIS E CORRENTE DE JATO DO NORDESTE BRASILEIRO EM ANOS DE EL NIÑO E LA NIÑA <br />Apresentação : Henrique Repinaldo<br />Orientação: Natalia Fedorova<br />
  2. 2. INTRODUÇÃO<br /><ul><li>Principais sistemas que atuam no NEB</li></ul>Frentes Frias<br />Zona de Convergência Intertropical (ZCIT)<br />Ondas de Leste<br />Linhas de Instabilidade<br />Cavados de Altos Níveis (CAN)<br />Vórtices Ciclônicos em Altos Níveis (VCAN)<br />
  3. 3. INTRODUÇÃO<br /><ul><li>Principais sistemas que atuam no NEB</li></ul>Vórtice Ciclônico em Altos Níveis (VCAN)<br />Papel importante no regime de precipitação no NEB<br />Durante o verão é o principal responsável pela precipitação <br />
  4. 4. INTRODUÇÃO<br /><ul><li>Principais sistemas que atuam no NEB</li></ul>Vórtice Ciclônico em Altos Níveis (VCAN)<br />Alguns estudos identificaram fortes correntes na periferia (VIRJI, 1981)<br />Ramirez (1996) observou que estas correntes podem indicar a direção do deslocamento to VCAN<br />Gomes (2003) estudou a Corrente de Jato do Nordeste Brasileiro (CJNEB)<br />
  5. 5. OBJETIVO<br /><ul><li> Objetivo geral</li></ul>Investigar a relação entre a CJNEB e o VCAN, assim como sua frequência em anos de El Niño e La Niña <br />
  6. 6. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA<br /><ul><li>Vórtices Ciclônicos em Altos Níveis (VCAN)</li></ul>Sistemas sinóticos de baixa pressão<br />Circulação fechada<br />Núcleo frio<br />Confinados na alta troposfera<br />Palmén (Baroclínico)<br />Palmer (Barotrópico)<br />
  7. 7. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA<br /><ul><li>Vórtices Ciclônicos em Altos Níveis (VCAN)</li></ul>Origem e Formação<br /> Frank (1970) observou dois tipos de VCAN:<br /><ul><li>PALMÉN </li></ul>Qualquer época do ano (principalmente no inverno)<br /> Originado em regiões subtropicais<br /><ul><li>PALMER</li></ul>Primavera, Verão e Outono<br />Originados nos trópicos<br />
  8. 8. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA<br /><ul><li>Vórtices Ciclônicos em Altos Níveis (VCAN)</li></ul>Origem e Formação<br />Na América do Sul podem se formar sobre o oceano Atlântico ou continente <br />Ramirez (1996) observou que 85% - Oceano<br />
  9. 9. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA<br /><ul><li>Vórtices Ciclônicos em Altos Níveis (VCAN)</li></ul>Origem e Formação<br />Mecanismo de formação Kousky e Gan (1981)<br />Fonte: Adaptado de Varejão e Silva (2005)<br />
  10. 10. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA<br /><ul><li>Vórtices Ciclônicos em Altos Níveis (VCAN)</li></ul>Origem e Formação<br />Paixão e Gandu (2000) encontraram mais 3 padrões de formação:<br /><ul><li>Formação Clássica
  11. 11. Formação Alta
  12. 12. Formação Africana I e II
  13. 13. Formação mista</li></ul>46% Formação Classica e 54% os outros tipos de mecanismos <br />
  14. 14. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA<br /><ul><li>Vórtices Ciclônicos em Altos Níveis (VCAN)</li></ul>Estrutura vertical<br />Fonte: Kousky e Gan (1981)<br />
  15. 15. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA<br /><ul><li>Vórtices Ciclônicos em Altos Níveis (VCAN)</li></ul>Manutenção do vórtice e energética<br />Frank (1970) , Kelley e Mock (1982)<br /><ul><li>São mantidos pela circulação térmica direta</li></ul>Rao e Bonatti (1987), Mishraet al. (2001)<br /><ul><li>Instabilidade Barotrópica</li></li></ul><li>REVISÃO BIBLIOGRÁFICA<br /><ul><li>Vórtices Ciclônicos em Altos Níveis (VCAN)</li></ul>Deslocamento e Tempo de Vida<br />Frank (1966) e Gan (1983)<br /><ul><li>leste  oeste, entre 10 e 20° S
  16. 16. oeste  leste, ao sul de 25° S</li></li></ul><li>REVISÃO BIBLIOGRÁFICA<br /><ul><li>Vórtices Ciclônicos em Altos Níveis (VCAN)</li></ul>Deslocamento e Tempo de Vida<br />Ramirez (1996)<br /><ul><li>Verão  maior duração
  17. 17. Tempo de vida médio 7,1 dias</li></ul>Campetella e Possia (2006), Singleton e Reason (2007)<br /><ul><li>A maioria dos casos duram entre 1 e 3 dias</li></li></ul><li>REVISÃO BIBLIOGRÁFICA<br /><ul><li>Vórtices Ciclônicos em Altos Níveis (VCAN)</li></ul>Nebulosidade e precipitação associada<br />Kousky e Gan (1981)<br /><ul><li>Nebulosidade na periferia, na direção do deslocamento</li></ul>Silva (2005)<br /><ul><li>As precipitações mais intensas ocorrem entre 1000 e 2000 Km da borda do VCAN </li></li></ul><li>REVISÃO BIBLIOGRÁFICA<br /><ul><li>Corrente de jato</li></ul>Escoamento de ar em altos níveis onde o núcleo de vento máximo “jetstreak”, apresenta valores superiores a 30 m.s-1<br />Dois tipos de correntes principais<br />Corrente de jato polar<br />Corrente de jato subtropical<br />
  18. 18. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA<br /><ul><li>Corrente de jato</li></ul>Movimentos verticais na Corrente de Jato<br />Fonte: Adaptado de Guedes (1985)<br />
  19. 19. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA<br /><ul><li>Corrente de jato</li></ul>Movimentos verticais na Corrente de Jato<br />Riehlet al. (1952): modelo conceitual HN<br />Beebe e Bates (1955): Introduziram os efeitos da curvatura<br />Fonte: Adaptado de Beebe e Bates (1955)<br />
  20. 20. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA<br /><ul><li>Corrente de jato do Nordeste Brasileiro (CJNEB)</li></ul>Virji (1981) e Ramirez (1996)<br />Ventos superiores a 20 m.s-1 entre a alta da Bolívia e o VCAN<br />Gomes (2003)<br />Correntes de aproximadamente 50 m.s-1<br />Ligação entre os JST’s do HN e HS<br />
  21. 21. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA<br /><ul><li>Corrente de jato do Nordeste Brasileiro (CJNEB)</li></ul>Fedorovaet al. (2005)<br />Formação de CCM, através de células de circulação criadas pela CJNEB e os ventos Alísios<br />Campos e Fedorova (2006)<br />VCAN no HS e HN<br />Vórtices de Níveis Médios<br />Jato de Baixos Níveis <br />
  22. 22. DADOS E METODOLOGIA<br /><ul><li>Dados</li></ul>Dataset<br />Reanálises (NCEP-NCAR)<br />Resolução espacial (2,5° x 2,5°)<br />Variáveis<br />Componentes Zonal (u) e Meridional (v) do vento em m.s-1<br />Movimento vertical (omega) em Pa.s-1<br />Pressão ao Nível Médio do Mar (PNMM) em hPa<br />Temperatura (K)<br />Vorticidade (s-1)<br />
  23. 23. DADOS E METODOLOGIA<br /><ul><li>Dados</li></ul>Dataset<br />NOAA Interpolated OLR<br />Resolução espacial (2,5° x 2,5°)<br />Variáveis<br />Radiação de Onda Longa Emergente (ROLE) em W.m-2<br />Imagens do satélite METEOSAT<br />Infravermelho<br />Vapor d’água<br />
  24. 24. DADOS E METODOLOGIA<br /><ul><li>Metodologia</li></ul>ONI (Oceanic Niño Index) – CPC/NOAA<br />
  25. 25. DADOS E METODOLOGIA<br /><ul><li>Metodologia</li></ul>Identificação do VCAN<br />Método subjetivo<br />Linhas de corrente e vorticidade em 200 hPa<br />Circulação ciclônica fechada durante 24 h<br />Mínimo de Vorticidade (negativa)<br />
  26. 26. DADOS E METODOLOGIA<br /><ul><li>Metodologia</li></ul>Seleção do VCAN<br />
  27. 27. DADOS E METODOLOGIA<br /><ul><li>Metodologia</li></ul>Identificação da CJNEB<br />VCANs selecionados<br />Linhas de corrente e magnitude do vento em 200 hPa<br />Magnitude do vento acima de 20 m.s-1 na periferia<br />Padrões de circulação<br />Agrupamento de casos similares sobre o NEB<br />Médias dos campos <br />
  28. 28. DADOS E METODOLOGIA<br /><ul><li>Metodologia</li></ul>Composições de ROLE<br />Segundo Kousky (1985), valores inferiores a 240 W.m-2 <br />representam nebulosidade convectiva nos trópicos<br />Software<br />Grads (GridAnalysisand Display System) <br />
  29. 29. RESULTADOS E DISCUSSÕES<br /><ul><li>VCAN</li></ul>+3%<br />+3,2%<br />-4,6%<br />-5,4%<br />
  30. 30. RESULTADOS E DISCUSSÕES<br /><ul><li>VCAN</li></ul>Posição do centro no dia da gênese<br />VCANs originados sobre o continente<br />apenas 17 % formados fora do NEB<br />72,9%<br />68,4%<br />64,5%<br />
  31. 31. RESULTADOS E DISCUSSÕES<br /><ul><li>VCAN - CJNEB</li></ul>+3%<br />+15,5%<br />-5,4%<br />-5,6%<br />
  32. 32. RESULTADOS E DISCUSSÕES<br /><ul><li>VCAN – CJNEB</li></ul>Razão dos dias entre VCAN/CJNEB<br />
  33. 33. RESULTADOS E DISCUSSÕES<br /><ul><li>VCAN – CJNEB</li></ul>Intensidade da CJNEB na periferia do VCAN<br />
  34. 34. RESULTADOS E DISCUSSÕES<br /><ul><li>VCAN – CJNEB</li></ul>Direção do eixo da CJNEB<br />
  35. 35. RESULTADOS E DISCUSSÕES<br /><ul><li>Padrões de Circulação da CJNEB</li></ul>CJNEB Meridional <br />JSTHN<br />CJNEB (M)<br />AB<br />VCAN<br />JSTHS<br />
  36. 36. RESULTADOS E DISCUSSÕES<br /><ul><li>Padrões de Circulação da CJNEB</li></ul>CJNEB Meridional <br />
  37. 37. RESULTADOS E DISCUSSÕES<br /><ul><li>Padrões de Circulação da CJNEB</li></ul>CJNEB Meridional <br />ROLE<br />
  38. 38. RESULTADOS E DISCUSSÕES<br /><ul><li>Padrões de Circulação da CJNEB</li></ul>CJNEB Meridional <br />Estudo de caso<br />
  39. 39. RESULTADOS E DISCUSSÕES<br /><ul><li>Padrões de Circulação da CJNEB</li></ul>CJNEB Zonal <br />JSTHN<br />AB<br />CJNEB (Z)<br />VCAN<br />JSTHS<br />
  40. 40. RESULTADOS E DISCUSSÕES<br /><ul><li>Padrões de Circulação da CJNEB</li></ul>CJNEB Zonal<br />
  41. 41. RESULTADOS E DISCUSSÕES<br /><ul><li>Padrões de Circulação da CJNEB</li></ul>CJNEB Zonal<br />ROLE<br />
  42. 42. RESULTADOS E DISCUSSÕES<br /><ul><li>Padrões de Circulação da CJNEB</li></ul>CJNEB Zonal<br />Estudo de caso<br />
  43. 43. RESULTADOS E DISCUSSÕES<br /><ul><li>Padrões de Circulação da CJNEB</li></ul>CJNEB Transversal <br />JSTHN<br />VCAN<br />CJNEB (T) 2<br />CJNEB (T) 1<br />AB<br />JSTHS<br />
  44. 44. RESULTADOS E DISCUSSÕES<br /><ul><li>Padrões de Circulação da CJNEB</li></ul>CJNEB Transversal<br />
  45. 45. RESULTADOS E DISCUSSÕES<br /><ul><li>Padrões de Circulação da CJNEB</li></ul>CJNEB Transversal<br />ROLE<br />
  46. 46. RESULTADOS E DISCUSSÕES<br /><ul><li>Padrões de Circulação da CJNEB</li></ul>CJNEB Transversal<br />Estudo de caso<br />
  47. 47. CONCLUSÕES<br /><ul><li> Análise dos VCANs</li></ul>Não há grande variabilidade na ocorrência em anos de El Niño e La Niña<br />A maioria é originado no oceano (68,2%)<br /><ul><li>Análise dos VCANs-CJNEB</li></ul>53,9% dos VCANs estavam associados a CJNEB<br />Em anos de El Niño em 66,1% foi observado VCAN-CJNEB<br /> 94,9% intensidade inferior a 32 m.s-1<br />Em anos de El Niño a CJNEB é mais intensa que em La Niña<br />
  48. 48. CONCLUSÕES<br /><ul><li> Padrões de circulação</li></ul>Existência de 3 padrões distintos:<br />Meridional  Sul e Sudoeste<br />Zonal  Oeste<br />Transversal  Sudeste e Noroeste<br />Movimentos ascendentes na periferia do VCAN foram observados apenas nas regiões com ventos inferiores a 20 m.s-1<br />Atividade convectiva mais intensa coincide com as regiões de movimentos ascendentes<br />Importância para previsão do tempo a análise intensidade dos ventos na periferia do VCAN<br />
  49. 49. OBRIGADO!<br />

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