Trabalho biologia

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Trabalho de Biologia 2º Informática, Cotuca

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Trabalho biologia

  1. 1. Biologia: Doenças Caio Uvini Palissari Fábio Tadashi Kaneiwa Kubo Bruno Sander Bruna Coleto Isabella Botteon Tomás Queiroga Gabriel Otero Felipe Volpone
  2. 2. Indice: <ul><li>Hepatite ------------------------------------- 3 </li></ul><ul><li>Herpes ------------------------------------- 11 </li></ul><ul><li>Antraz -------------------------------------- 19 </li></ul><ul><li>Amebíase ---------------------------------- 28 </li></ul><ul><li>Sífilis Congênita -------------------------- 37 </li></ul><ul><li>Catapora ----------------------------------- 46 </li></ul><ul><li>Malária ------------------------------------- 54 </li></ul><ul><li>Cárie --------------------------------------- 63 </li></ul>
  3. 10. <ul><li>Bibliografia: </li></ul><ul><li>http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?231 </li></ul>
  4. 11. HERPES A herpes é uma doença viral recorrente, geralmente benigna, causada pelos vírus Herpes simplex 1 e 2.
  5. 12. <ul><li>O Que é: </li></ul><ul><li>A  herpes  afeta principalmente a mucosa da boca ou região genital, mas pode causar graves complicações neurológicas. </li></ul><ul><li>HSV são dois vírus que se multiplicam no núcleo da célula-hóspede, produzindo cerca de 90 proteínas víricas em grandes quantidades. </li></ul><ul><li>O vírus, possui três fases: </li></ul><ul><li> 1ª Produzir proteínas para replicar seu genoma; </li></ul><ul><li> 2ª Passam a comandar o metabolismo da célula; </li></ul><ul><li> 3ª Formação de novos vírus e destruição da célula hospedeira. </li></ul>HERPES
  6. 13. <ul><li>Sintomas: </li></ul><ul><ul><li>Inicialmente pode haver coceira e ardência </li></ul></ul><ul><li>no local onde surgirão as lesões. </li></ul><ul><ul><li>A Herpes genital manifesta-se </li></ul></ul><ul><li>através de pequenas bolhas localizadas </li></ul><ul><li>principalmente na parte externa da vagina </li></ul><ul><li>e na ponta do pênis. </li></ul><ul><ul><li>A seguir, formam-se pequenas </li></ul></ul><ul><li>bolhas agrupadas como num buquê </li></ul><ul><li>sobre área avermelhada e inchada. </li></ul><ul><ul><li>As bolhas rompem-se liberando líquido rico em vírus e formando uma ferida. É a fase de maior perigo de transmissão da doença. </li></ul></ul><ul><ul><li>A ferida começa a secar formando uma crosta que dará início à cicatrização. </li></ul></ul><ul><li>- A duração da doença é de cerca de 5 a 10 dias. </li></ul>HERPES
  7. 14. Grupo: Grupo I (DNA) Familia: Herpesviridae Subfamília: Alphaherpesvirinae Gênero: Simplexvirus Espécie: Herpes simplex virus 1 (HSV-1) Espécie: Herpes simplex virus 2 (HSV-2)
  8. 15. Contágio: A infecção acontece por exposição à luz solar intensa, fadiga física e mental, estresse emocional, febre ou outras infecções que diminuam a resistência orgânica. O herpes genital é transmitido por meio de relação sexual (oral, anal ou vaginal) desprotegida (sem uso da camisinha). Essa doença é bastante contagiosa e a transmissão ocorre quando as pequenas bolhas, que se formam durante a manifestação dos sintomas, se rompem, ocasionando uma ferida e eliminando o líquido do seu interior. Esse líquido, ao entrar em contato com mucosas da boca ou da região ano-genital do parceiro, pode transmitir o vírus. HERPES
  9. 16. Diagnóstico: A anamnese e o exame físico são os meios fundamentais para o diagnóstico da infecção herpética. O diagnóstico laboratorial tem suas limitações e não se justifica como rotina. Podem ser utilizados cultura celular, biópsia ou sorologia, porém nem sempre estão disponíveis. Profilaxia: Usar camisinha; evitar contato sexual ou então beijos com pessoas contaminadas que estejam com a doença na fase de bolhas; não compartilhar objetos de uso pessoal como toalhas, copo e batom, por exemplo. HERPES
  10. 17. Complicações: A falta de tratamento só vai contribuir para agravá-la, demorando assim para cicatrizar as feridas. No caso da herpes genital pode agravar infecções secundárias, podendo causar meningoencefalite (uma das formas mais graves da meningite, que atinge o sistema nervoso). Se ficar sem o tal tratamento a doença pode aumentar o risco de transmissão do HIV. Não existe tratamento que cure, porém é possível controlar relativamente bem as crises com medicamentos específicos. E se não tratar... HERPES
  11. 18. <ul><li>Bibliografia: </li></ul><ul><li>www.abcdasaude.com.br/artigo.php?234 </li></ul><ul><li>www.copacabanarunners.net/herpes-genital.html </li></ul>HERPES
  12. 19. bacterium bacillus anthracis ANTRAZ
  13. 20. ANTRAZ Ciclo:
  14. 21. Sintomas: <ul><li>Os sintomas normalmente aparecem de um a seis dias a partir da contaminação. Freqüentemente há uma melhora temporária seguida de uma piora dos sintomas. Os sintomas variam com os tipos de infecção já citados. De 24 a 48 dias após o contato, a infecção cutânea produz uma pápula pruriginosa (&quot;um caroço que coça&quot;), que lembra uma picada de inseto. A morte é rara caso o tratamento correto seja feito. O antraz respiratório é geralmente fatal. Os sintomas iniciais lembram um resfriado comum. Após alguns dias, os sintomas podem progredir para problemas respiratórios sérios e logo a morte. A forma intestinal do antraz é caracterizada por uma inflamação aguda do trato intestinal. Os sintomas incluem náusea, perda de apetite, vômitos, febre seguida de dor abdominal, vômitos sanguinolentos, e diarréia severa. O antraz intestinal resulta em morte em 25-60% dos casos. </li></ul>ANTRAZ
  15. 23. Contagio: <ul><li>O antraz é mais comum nas regiões agrícolas, onde afeta animais. Ocorre mais comumente em vertebrados (gado, ovelhas, cabras, herbívoros), também ocorre no homem quando ele é exposto a animais infectados ou manuseia algo que contém a bactéria. A infecção pode ocorrer de três formas: cutânea , respiratória ou gastrointestinal. A bactéria infecta a pele em mais de 95% dos casos. Neste caso, a infecção ocorre quando a bactéria entra na pele através de um corte ou raspão. O antraz gastrointestinal é adquirido quando se come a carne contaminada mal cozida e o antraz respiratório pode ocorrer caso se inale a bactéria (muito raro). Todavia a disseminação direta, pessoa para pessoa, é irrelevante, uma vez que é extremamente incomum de acontecer. </li></ul>ANTRAZ
  16. 24. <ul><li>Preven ç ão: As maneiras de se prevenir o antraz é evitar comer carne mal cozida. Outra forma de preven ç ão é a vacina. A vacina tem 93% de efic á cia na prote ç ão contra a infec ç ão. Depois de tomada a primeira dose deve se tomar as doses subseq ü entes em 2 e 4 semanas, e 6, 12 e 18 meses da data da primeira vacina ç ão. Assim que completo o esquema, refor ç os são recomendados anualmente. Vale a pena lembrar que a vacina de animais não deve ser usada em humanos. </li></ul>Diagnóstico: O antraz é diagnosticado encontrando-se anticorpos específicos no sangue de pessoas sob suspeita da infecção. A detecção e identificação da bactéria podem ser feitas por testes bacteriológicos, sorológicos ou imunológicos. Tratamento: O tratamento baseia-se tamb é m na administra ç ão de antibi ó ticos (penicilina, doxiciclina, ciprofloxacina e outros). Para ser efetivo, o tratamento deve ser iniciado precocemente. Caso não tratado o antraz pode ser fatal. O tratamento deve ser expandido para os casos de antraz respirat ó rio para que ocorra a elimina ç ão pulmonar dos esporos, que não são afetados pela presen ç a dos antibi ó ticos. ANTRAZ
  17. 25. <ul><li>Sequelas: </li></ul><ul><li>O antraz não deixa sequelas na pessoa infectada, pois a pessoa morre. Ou ela trata ou ela morre. </li></ul>ANTRAZ
  18. 26. Bioterrorismo: <ul><li>Também conhecido como terrorismo químico-biológico, termo ultimamente muito difundido devido aos últimos acontecimentos mundiais. Nada mais é do que a liberação intencional de produtos químicos ou agentes infecciosos muito prejudiciais à saúde. </li></ul><ul><li>A liberação dessa bactéria se torna possível porque fica suspensa no ar e pode ser manipulada, como foi feito nos Estados Unidos para que ficasse misturada à poeira, ou pó, e entrasse em contato com a pele das vítimas. </li></ul>ANTRAZ
  19. 27. Bibliografia: <ul><li>http://boasaude.uol.com.br/lib/ShowDoc.cfm?LibDocID=4028&ReturnCatID=487 </li></ul><ul><li>http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?30 </li></ul>ANTRAZ
  20. 28. Entamoeba histolytica AMEBÍASE
  21. 29. <ul><li>O que é: </li></ul><ul><li>É uma infecção que acomete o homem podendo ficar restrita ao intestino, tendo como principal sintoma a diarréia, ou não causando febre e sintomas diferentes dependendo do órgão “invadido”. O agente causador é a Entamoeba hystolitica . Este parasita infecta aproximadamente 1% da população mundial, principalmente a população pobre de países em desenvolvimento. </li></ul>AMEBÍASE
  22. 30. AMEBÍASE Ciclo:
  23. 31. <ul><li>Sintomas: </li></ul><ul><li>Desconforto abdominal </li></ul><ul><li>Sangue nas fezes </li></ul><ul><li>Diarréia forte </li></ul><ul><li>Febre e calafrios constantes </li></ul><ul><li>Nos casos mais graves, quando o protozoário atinge sua forma trofozoítica, o mesmo pode se espalhar pelo corpo através do Sistema Circulatório </li></ul>AMEBÍASE
  24. 32. Entamoeba histolytica Ameba vacúolo digestório AMEBÍASE Agente Causador:
  25. 33. Transmissão: A transmissão ocorre quando ingerimos cistos maduros, encontrados na água não tratada, em frutas contaminadas mal lavadas e qualquer outro utensílio levado a boca, que esteja contaminado pelo cisto. Há uma outra possibilidade onde insetos serviriam como pontes e levariam as amebas para alimentos e outro. Uma vez dentro do organismo de seu hospedeiro, neste caso, o homem, seu período de incubação pode variar de dias a anos, contudo, de forma geral, pode-se atribuir um período comum de duas a quatro semanas. AMEBÍASE
  26. 34. Diagnósticos: Realizado o exame de fezes para verificar a existência do cisto ou trozoítos desse parasita. Pode ocorrer através de endoscopia ou proctoscopia, através da análise de abcessos ou cortes de tecido. A doença pode durar anos Prevenção: Lavar alimentos antes de comer Saneamento básico Não beber água de fonte duvidosa Lavar as mãos depois de ir ao banheiros e mexer com verduras e frutas AMEBÍASE
  27. 35. <ul><li>Riscos: </li></ul><ul><ul><li>A forma trofozoítica do protozoário pode se espalhar pelo sistema circulatório e, com isso, afetar o fígado, pulmões ou cérebro. O diagnóstico breve nestes casos é muitíssimo importante, uma vez que, este quadro clínico, pode levar o paciente a morte Essa doença é muito perigosa, mas não deixa sequelas em quem a tem </li></ul></ul>AMEBÍASE
  28. 36. <ul><li>Bibliografia: </li></ul><ul><li>http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?20 </li></ul><ul><li>www.copacabanarunners.net/amebiase.html </li></ul>AMEBÍASE
  29. 37. Treponema pallidum. SÍFILIS CONGÊNITA
  30. 38. <ul><li>O Que é: </li></ul><ul><li>A sífilis congênita é o contágio do Treponema pallidum por via transplacentária, quando a gestante infectada, não tratada o transmite para o bebê. Transmissão essa que poderá ocorrer em qualquer fase da gestação, provocando aborto espontâneo, morte fetal, prematuridade, recém-nascidos com sintomas da doença. Sendo que a metade de todos os bebês infectados morre pouco antes ou pouco depois do parto. </li></ul>SÍFILIS CONGÊNITA
  31. 39. CICLO EVOLUTIVO: <ul><li>1- A bactéria Treponema pallidum é transmitida pelo sangue, através da placenta; 2- Pela placenta, chegam aos vasos sanguíneos do feto; 3- A doença pode causar má-formação fetal, trazer sérias conseqüências para a saúde da criança e levar à morte. </li></ul>SÍFILIS CONGÊNITA
  32. 40. <ul><li>Sintomas: </li></ul><ul><li>- A sífilis pode se manifestar logo após o nascimento ou durante os primeiros dois anos de vida da criança. Na maioria dos casos, os sinais e sintomas estão presentes já nos primeiros meses de vida.  - Ao nascer, a criança infectada pode apresentar problemas muito sérios, entre eles: pneumonia, feridas no corpo, cegueira, dentes deformados, problemas ósseos, surdez ou retardamento. A doença pode também levar à morte. Há ocorrências em que a criança nasce aparentemente normal e a sífilis se manifesta só mais tarde, após o segundo ano de vida.  </li></ul>Bebê com sífilis: feridas, pele deformada SÍFILIS CONGÊNITA
  33. 41. Agente Causador: <ul><li>Treponema pallidum: agente etiológico da sífilis. Características do agente: 3 a 5 μmde comprimento, forma de espiral (espiroqueta), não se cora pelo gram, se cora por Fontana tribondeu (utiliza-se prata), não é cultivável em meio de cultura, cultivável somente em animais (coelho). </li></ul>SÍFILIS CONGÊNITA
  34. 42. Contágio: <ul><li>A transmissão da mãe infectada para o bebê pode ocorrer em qualquer fase da gestação ou durante o parto. Estando presente na corrente sangüínea da gestante, após penetrar na placenta, o treponema ganha os vasos do cordão umbilical e se multiplica, rapidamente, por todo o organismo da criança que está sendo gerada. A infecção do feto depende do estágio da doença na gestante. Quanto mais recente a infecção materna, mais treponemas estarão circulantes e, portanto, mais grave será o risco de transmissão para o bebê.  </li></ul>SÍFILIS CONGÊNITA
  35. 43. Profilaxia: <ul><li>- Realização do teste diagnóstico em mulheres com intenção de engravidar; </li></ul><ul><li>- Tratamento imediato dos casos diagnosticados nas mulheres e em seus parceiros.  </li></ul><ul><li>Caso confirmado o diagnóstico: quando o T. pallidum ou seu material genético é constatado fisicamente em amostras de lesões, líquido amniótico, cordão umbilical ou de tecidos oriundos da necropsia; </li></ul><ul><li>Caso presuntivo: quando pelo menos um dos seguintes parâmetros está presente: </li></ul><ul><li>1 – RN ou criança cuja mãe contaminada não tenha sido tratada ou o foi de forma inadequada; </li></ul><ul><li>2 – RN ou criança exibindo teste treponêmico positivo e algumas das seguintes alterações: evidência de sífilis congênita; </li></ul><ul><li>3 – Natimorto sifilítico – morte fetal ocorrida em gestação de mais de 20 semanas ou feto com peso superior a 500g, nascido de mãe com sífilis não tratada ou inadequadamente tratada. Tratamento feito com penicilina. </li></ul>SÍFILIS CONGÊNITA
  36. 44. Complicações: <ul><li>Desenvolvimento de : </li></ul><ul><li>- cegueira; </li></ul><ul><li>- problemas ósseos; </li></ul><ul><li>- retardamento mental; </li></ul><ul><li>- pneumonia; </li></ul><ul><li>- feridas no corpo; </li></ul><ul><li>- dentes deformados; </li></ul><ul><li>- morte. </li></ul>SÍFILIS CONGÊNITA
  37. 45. <ul><li>Bibliografia: </li></ul><ul><li>http://www.aids.gov.br/assistencia/mandst99/man_sifilis_congenita.htm </li></ul><ul><li>http://www.brasilescola.com/doencas/sifilis-congenita.htm </li></ul>SÍFILIS CONGÊNITA
  38. 46. varicela zoster. CATAPORA
  39. 47. CATAPORA O Que é: A varicela (catapora) é uma doença infecciosa, altamente contagiosa, causada por um vírus chamado Varicela-Zoster. Esse vírus pode causar vários tipos de infecções: primária (quadro clínico de catapora bem estabelecido), latente (sem manifestação clínica) e reativação. Esse vírus permanece em nosso corpo a vida toda, estando como que adormecido; sua reativação determina doença localizada na área correspondente a um ou mais nervos sensitivos e chama-se então Herpes-Zoster, conhecida também como cobreiro.
  40. 48. CATAPORA Ciclo Evolutivo:
  41. 49. <ul><li>Sintomas: </li></ul><ul><li>Os sintomas são leves, os sinais aparecem nas mucosas da boca, do nariz, dos olhos. Apresenta coceira intensa. O contagiado pode apresentar febre baixa, dor de cabeça, e moleza. </li></ul>CATAPORA
  42. 50. <ul><li>Contágio: </li></ul><ul><li>Causada pelo vírus Herpesvirus varicellae e é transmitida através do contato direto, pelas gotículas de saliva ou secreção das feridas. É muito comum em época de chuva e frio, quando as pessoas se juntam em locais fechados com maior freqüência. A transmissão se dá pelo ar. Se uma criança ou um adulto que nunca teve catapora entrar em contato com alguém contagiado, a contaminação é quase certa. </li></ul>CATAPORA
  43. 51. <ul><li>Profilaxia: </li></ul><ul><li>Começam com pontinhos vermelhos espalhados pelo corpo que se parecem com picadas de inseto. Nessa fase, a doença não costuma ser detectada facilmente, essas manchas , depois de dois ou três dias, crescem e mudam de aspecto. Tornam-se cheias de um líquido transparente O estágio no qual aparece desde as manchinhas parecidas com picadas de inseto, bolhas, até as feridas e crostas ressecadas.O mais característico da doença. Nessa fase, não há como confundir a catapora com qualquer outro problema. </li></ul>CATAPORA
  44. 52. <ul><li>Complicações e Sequelas: </li></ul><ul><li>A catapora é uma doença pouco grave e muito facil de se tratar, porém em crianças de imunidade muito baixa pode causar sequelas, como infecção bacteriana secundaria onde por exemplo: </li></ul><ul><li>-A criança coça as feridas com suas unhas que podem estar contamindas por outras doençsa mais graves </li></ul><ul><li> -A doença pode se alastrar para outros orgãos do corpo e causar doenças mais grave como por exemplo pneumunia se atingir o pulmão </li></ul><ul><li> -Pode gerar uma infecção no celebro(enfalite) que se não for tratada rapidamente a doença pode matar </li></ul>CATAPORA
  45. 53. <ul><li>Bibliografia: </li></ul><ul><li>www.abcdasaude.com.br/artigo.php?446 </li></ul><ul><li>www.copacabanarunners.net/catapora.html </li></ul>CATAPORA
  46. 54. MALÁRIA Mosquito Anopheles
  47. 55. <ul><li>O Que é: </li></ul><ul><li>Malária é uma infecção transmitida por mosquitos fêmeas do gênero Anopheles . É causada pelos protozoários do gênero Plasmodium , como o Plasmodium vivax , Plasmodium falciparum, Plasmodium malariae e Plasmodium ovale. </li></ul>MALÁRIA
  48. 56. MALÁRIA Ciclo:
  49. 57. <ul><li>Sintomas: </li></ul><ul><li>Calafrios, febre alta e sudorese, falta de apetite, cansaço, palidez e dores na cabeça e em outras regiões do corpo são os principais sintomas, que podem se manifestar a cada 48 horas, caso a infecção tenha sido causada pelo P. falciparum ou pelo P. vivax; e a cada 72 horas quando o agente causador é o P. malarie (febre quartã). Essa primeira espécie pode, ainda, afetar vários órgãos e sistemas do corpo, como o sistema nervoso e aparelho respiratório. </li></ul>MALÁRIA
  50. 58. <ul><li>Agente Causador: </li></ul><ul><li>Os esporozoítas do Plasmodium são inoculados diretamente na corrente sanguínea do homem pelo mosquito Anopheles, que depois invadem as células do fígado, onde se multiplicam e passam por diferentes formas até se tornarem merozoítos As células do fígado rompem e liberam os merozoítos. Alguns são destruídos, enquanto outros invadem as hemácias No interior das hemácias, os protozoários passam pelas fases de trofozoíta, esquizonte e novamente se tornam merozoítas. Depois de algum tempo, aparecem no interior das hemácias os gametócitos. Ao sugar o sangue de uma pessoa infectada os mosquitos podem ingerir os gametócitos, dando continuidade ao ciclo do Plasmodium .  </li></ul>MALÁRIA
  51. 59. <ul><li>Contágio: </li></ul><ul><li>Transmissão natural:  é aquela em que o Plasmodium é introduzido no organismo humano por meio da picada de uma fêmea de Anopheles infectada. </li></ul><ul><li>Transmissão Induzida: são transmissões não naturais onde algum descuido ou erro humano está em causa (transfusão de sangue, uso compartilhado de agulhas e/ou seringas, da gestante para o filho, acidentes de trabalho em Hospitais e Laboratórios. </li></ul>MALÁRIA
  52. 60. <ul><li>Profilaxia: </li></ul><ul><li>Diagnóstico: é feita uma por meio de uma pequena amostra, de sangue periférico (teste de gota espessa). </li></ul><ul><li>Tratamento: é feito com o uso de fármacos orais e deve ser iniciado o mais rapidamente possível. </li></ul><ul><li>Prevenção : consiste em evitar picadas do mosquito, fazendo o uso de repelentes, evitar o acúmulo de água parada a fim de impedir a ovoposição e nascimento de novos mosquitos é outra forma de evitar a malária. </li></ul>MALÁRIA
  53. 61. <ul><li>Complicações e Sequelas: </li></ul><ul><li>A malária pode causar os sintomas: comportamento anormal, prejuízo da consciência, convulsões, coma, e outras anormalidades neurológicas; anemia grave; edema pulmonar ou síndrome de estresse respiratório agudo; anormalidades na coagulação sanguínea e diminuição nas plaquetas, colapso cardiovascular e choque, insuficiência renal aguda,hiperparasitemia quando mais de 5% das células vermelhas sanguíneas são infecartadas por parasitas da malária, hipoglicemia. </li></ul>MALÁRIA
  54. 62. <ul><li>Bibliografia: </li></ul><ul><li>http://www.brasilescola.com/doencas/malaria.htm </li></ul><ul><li>http://www.cives.ufrj.br/informacao/malaria/mal-iv.html </li></ul><ul><li>http://www.dpd.cdc.gov </li></ul><ul><li>http://malariauefs.weebly.com/uploads/9/3/6/0/936046/5624778.jpg </li></ul><ul><li>http://www.copacabanarunners.net/sintomas-malaria.html </li></ul><ul><li>http://3.bp.blogspot.com/_g706voPkm14/SAvWEamgC1I/AAAAAAAAARQ/5g2Bk9VeQqY/s320/far_malaria2.jpg </li></ul><ul><li>www.nation.co.ke/image/view/-/606064/highRes/54704/-/maxw/600/-/xkjybgz/-/AFR98_AFRICA-MALARIA-VACCIN.jpg </li></ul><ul><li>http://www.ufrgs.br/para-site/siteantigo/Imagensatlas/Protozoa/Plasmodium.htm </li></ul>MALÁRIA
  55. 63. Entamoeba histolytica Cárie
  56. 64. <ul><li>O que é: </li></ul><ul><li>É uma descalcificação de uma parte do dente provocada por ácidos orgânicos. Sendo considerada uma doença infecto-contagiosa degenerativa, seu principal agente etiológico é o Streptococcus mutans. </li></ul>Cárie
  57. 65. Cárie
  58. 66. <ul><li>Sintomas: </li></ul><ul><li>Dor no dente com a cárie </li></ul><ul><li>Dores e inflamação da gengiva </li></ul>Cárie
  59. 67. Cárie Principal Agente Causador: Streptococcus-mutans
  60. 68. Transmissão: Os ácidos orgânicos (lático, acético, butírico, propiônico e outros) são produzidos pela combinação da saliva e das enzimas bacterianas que agem sobre os carboidratos presentes em alguns alimentos que comemos, estes ácidos são formados através do processo de fermentação e atacam o esmalte, a dentina a polpa e certas vezes o cemento redicular do dente (parte branca do dente) corroendo e provocando a cárie e a inflamação da gengiva. Os doces possuem grandes quantidades de carboidrato e são os principais alimentos que ajudam no aumento da cárie. Cárie
  61. 69. Diagnósticos: Apenas um dentista pode dizer com certeza se está cárie. Isto porque as cáries se desenvolvem embaixo da superfície do dente, onde você não pode vê-las. Uma carie já desenvolvida pode ser vista a olho nu, pois fará um buraco no dente. <ul><li>Prevenção: </li></ul><ul><li>Usar o fio dental após qualquer refeição, principalmente antes de dormir. - Escovar dentes após refeições, usando cremes dentais com flúor; - Comer alimentos ricos em fibras. - Não beber muito refrigerante, </li></ul><ul><li>Visitar dentista regularmente, o recomendável é visitá-lo a cada seis meses. </li></ul>Cárie
  62. 70. <ul><li>Riscos: </li></ul><ul><li>Uma vez que o dente seja cariado, é irreversível. Um dente deteriorado nunca mais será como um dente saudável, e se não tratar da cárie a tempo, poderá perder o dente. </li></ul>Cárie
  63. 71. <ul><li>Bibliografia: </li></ul><ul><li>http://www.colgate.com.br/app/Colgate/BR/OC/Information/OralHealthBasics/CommonConcerns/Cavities/WhatAreCavities.cvsp </li></ul><ul><li>http://www.brasilescola.com/odontologia/carie.htm </li></ul>Cárie

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