FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP              CLAUDIO DE SOUZA PEDRAESTÁGIO OBRIGATÓRIO REALIZADO NA EMPRESA: MÁQUINA...
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FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP5.3.1.3 MEDIÇÃO.........................................................................
FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP5.7.1 LÍQUIDO DE TESTE..................................................................
FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP             1. INTRODUÇÃO.   O conhecimento das características das pontas de pulver...
FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP   Hoje é possível encontrar no mercado uma variedade de pontas de pulverizaçãohidráu...
FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP       Na Europa, em ensaio de laboratório, para as pressões e alturas recomendadas p...
FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SPde novos países, se firmando como uma empresa global, exportando atualmente seus prod...
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FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP      2007 – a empresa apresentou o Jacto Arbus 4000 Multisprayer para fruticultura....
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FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP               4     DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO.               4...
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FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP                5   Procedimento para homologação de pontas de pulverização.         ...
FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP                      5.3.1.3     Medição.         Meça para cada amostra, o volume p...
FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP                       5.4.3     Medição.         Meça a vazão, em litros por minuto ...
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FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP                        5.6.1      Líquido de teste.          Utilizar água limpa liv...
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FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP       CONCLUSÃO.       Conclui-se que esta foi uma oportunidade impar de poder conci...
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Relatório de estágio

  1. 1. FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP CLAUDIO DE SOUZA PEDRAESTÁGIO OBRIGATÓRIO REALIZADO NA EMPRESA: MÁQUINAS AGRÍCOLAS JACTO S/A - POMPÉIA - SÃO PAULO ÁREA: LABORATÓRIO DE VALIDAÇÃO DE PRODUTOS Pompeia - SP 2012
  2. 2. FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP CLAUDIO DE SOUZA PEDRAESTÁGIO OBRIGATÓRIO REALIZADO NA EMPRESA: MÁQUINAS AGRÍCOLAS JACTO S/A - POMPÉIA - SÃO PAULO ÁREA: LABORATÓRIO DE VALIDAÇÃO DE PRODUTOS Relatório de estágio apresentado à Faculdade de Tecnologia Shunji Nishimura – FATEC Pompeia, como requisito para conclusão do Curso de Tecnologia em Mecanização em Agricultura de Precisão. Supervisor do estágio: Paulo Henrique Fulanete Guirao Orientador: Professora Doutora Susi Meire Maximino Leite Pompeia 2012
  3. 3. FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP CLAUDIO DE SOUZA PEDRA ESTÁGIO OBRIGATÓRIO REALIZADO NA EMPRESA: MÁQUINAS AGRÍCOLAS JACTO S/A - POMPÉIA - SÃO PAULO ÁREA: LABORATÓRIO DE VALIDAÇÃO DE PRODUTOSProf. Dr. Alexandre de Moura Guimarães Profa. Dra. Susi Meire Maximino leite Supervisor do estágio Orientadora Pompeia 2012
  4. 4. FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP Sumário 1. INTRODUÇÃO. ...................................................................................................................... 5 2. PERFIL, HISTÓRICO E ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA EMPRESA. .. 7 2.1 PROPÓSITO. ........................................................................................................................... 8 2.2 VALORES..................................................................................................................................8 2.3 POLÍTICA INTEGRADA. ...................................................................................................9 3. HISTORIA DA FUNDAÇÃO .............................................................................................. 9 3.1 PRODUTO PRINCIPAL. .................................................................................................... 10 3.2 NA CRISE A DIVERSIFICAÇÃO E O PROGRESSO. ............................................ 10 3.3 CRONOLOGIA DA EMPRESA........................................................................................ 10 4 DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO. .................... 22 4.1 CRONOGRAMA. ................................................................................................................... 22 5 PROCEDIMENTO PARA HOMOLOGAÇÃO DE PONTAS DEPULVERIZAÇÃO........................................................................................................................................ 27 5.1 OBJETIVO. ........................................................................................................................... 27 5.2 CONDIÇÕES GERAIS. ..................................................................................................... 27 5.3 DETERMINAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS DAS PONTAS DEPULVERIZAÇÃO........................................................................................................................................ 27 5.3.1 UNIFORMIDADE NA VAZÃO DAS PONTAS. ..................................................... 27 5.3.1.1 AMOSTRAGEM........................................................................................................... 27 5.3.1.2 LIQUIDO PARA TESTE. ......................................................................................... 27
  5. 5. FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP5.3.1.3 MEDIÇÃO..................................................................................................................... 285.3.1.4 RESULTADOS. ........................................................................................................... 285.3.1.5 LIMITES. ...................................................................................................................... 285.4 VARIAÇÃO DA VAZÃO DE ACORDO COM A PRESSÃO. ................................... 285.4.1 LÍQUIDO DE TESTE..................................................................................................... 285.4.2 PRESSÃO.......................................................................................................................... 285.4.3 MEDIÇÃO. ........................................................................................................................ 295.4.4 RESULTADOS. ................................................................................................................ 295.4.5 LIMITES. .......................................................................................................................... 295.5 DISTRIBUIÇÃO VOLUMÉTRICA................................................................................. 295.5.1 LÍQUIDO DE TESTE..................................................................................................... 295.5.2 PRESSÃO.......................................................................................................................... 295.5.3 POSIÇÃO DA PONTA. ................................................................................................. 305.5.4 MEDIÇÃO. ........................................................................................................................ 305.5.5 RESULTADOS. ................................................................................................................ 305.5.6 LIMITES. .......................................................................................................................... 305.6 ÂNGULO DE PULVERIZAÇÃO. ..................................................................................... 305.6.1 LÍQUIDO DE TESTE..................................................................................................... 315.6.2 PRESSÃO.......................................................................................................................... 315.6.3 MEDIÇÃO. ........................................................................................................................ 315.6.4 RESULTADOS. ................................................................................................................ 315.6.5 LIMITES. .......................................................................................................................... 315.7 TAMANHO DE GOTAS. .................................................................................................... 31
  6. 6. FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP5.7.1 LÍQUIDO DE TESTE..................................................................................................... 315.7.2 PRESSÃO.......................................................................................................................... 315.7.3 MEDIÇÕES. ...................................................................................................................... 325.7.4 LIMITES. .......................................................................................................................... 32CONCLUSÃO. ................................................................................................................................ 33REFERÊNCIAS.............................................................................................................................. 33
  7. 7. FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP 1. INTRODUÇÃO. O conhecimento das características das pontas de pulverização hidráulicas tornapossível a aplicação de produtos minimizando as perdas dos mesmos, de acordo com(Graham-Bryce, 1977), 80% do produto aplicado alcança o solo e que menos de 1% doproduto depositado chega até o alvo, portanto aí está o motivo para o conhecimento dascaracterísticas do padrão de distribuição das pontas de pulverização hidráulicas. A uniformidade do jato é importante para a adequada distribuição do produto na área-alvo,aumentando a possibilidade de controle das pragas, sejam elas, insetos, bactérias, fungos ouplantas daninhas. É importante ressaltar que as pontas de pulverização de jato plano devem serinstaladas de modo que o jato aspergido forme ângulo fixo em relação à barra, 06 a 10º, paraevitar o choque entre jatos de calda adjacentes, o que compromete a uniformidade dedeposição (Ferreira et al., 2007). A ponta, órgão responsável pela emissão das gotas e, por isso, considerado ocomponente mais importante do equipamento pulverizador, é que determina diversosfatores relacionados à qualidade da aplicação, entre eles vazão e a uniformidade dedistribuição do liquido, os quais devem apresentar a menor variação possível ao longo dabarra, (Bauer e Raetano, 2004). Cunha; Ruas (2006a) relata que na maioria das vezes, durante o controle químico depragas, doenças e plantas daninhas, dá se muita importância ao produto fitossanitário epouca atenção à técnica de aplicação. A consequência é a perda de eficácia, e até ofracasso total do tratamento. Superdosagens ou subdosagens levam à perda derentabilidade dos cultivos e a danos ao ambiente e à própria saúde humana. 5
  8. 8. FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP Hoje é possível encontrar no mercado uma variedade de pontas de pulverizaçãohidráulicas, estas são oferecidas para as mais diversas aplicações, porem deve-se conhecerde fato as suas especificações para definir o seu uso, para maior eficácia na aplicação doproduto recomenda-se o conhecimento de seu padrão de distribuição volumétrica.Segundo (Ferreira et. al. 2009), o controle químico constitui no principal método decontrole das plantas daninhas e para que haja sucesso na aplicação de produtosfitossanitários, é preciso atingir o alvo, e obter cobertura adequada da superfície peloproduto. Para isso, torna-se necessário conhecer as características de deposiçãoproporcionadas pelo equipamento, produto e forma de aplicação. Entre as diferentes técnicas de aplicação de agrotóxicos, as que se baseiam napulverização hidráulica são as mais difundidas, graças à sua flexibilidade em diferentessituações. Nesses equipamentos, as pontas de pulverização são componentesfundamentais, pois influenciam diretamente na qualidade e na segurança da aplicação. Aseleção das pontas é um dos fatores mais importantes para uma aplicação eficiente e dequalidade, permitindo o controle preciso da vazão, porcentagem de cobertura e dadistribuição da calda sobre o alvo (Fernandes et. al., 2007). Uma cobertura homogênea na pulverização pressupõe uma distribuição uniforme delíquidos, caracterizados por baixos coeficientes de variação da distribuição volumétricasuperficial, tanto no sentido longitudinal, como no transversal. Uma das formas dequantificar a uniformidade de distribuição da pulverização é por meio da análise dedeposição do produto na área, expressa pelo coeficiente de variação (CV%). Quanto maioro coeficiente de variação, maior a variação da distribuição e menor será a uniformidade daaplicação. Os padrões adequados de CV% são de 10 a 15% (Cunha e Ruas, 2006b), sendoque valores acima desse limite podem ser indicativos de pontas de pulverizaçãodesgastadas, pontas diferentes na barra, espaçamento variando entre bicos ou máqualidade das pontas. 6
  9. 9. FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP Na Europa, em ensaio de laboratório, para as pressões e alturas recomendadas pelos fabricantes, o coeficiente de variação deve ser inferior a 7%, e para as demais pressões e alturas, o coeficiente de variação não deve exceder 9% (Faqiri e Krishnan, 2001). Este trabalho se justifica, pois segundo Bauer e Raetano (2004), os modelos de agricultura adotados nos diversos sistemas de produção, notadamente para as culturas que ocupam extensas áreas, coam algodão, soja, milho, entre outras é dependente do uso de produtos fitossanitários, que atuam como importante componente no manejo da cultura. E também Perecin at al.(1994), falando da uniformidade de distribuição da calda afirma, que a uniformidade na distribuição da calda aplicada, em pulverização de produtos fitossanitários, é dada pelas condições de montagem e de operação do equipamento, como espaçamento entre bicos, altura da barra, ângulo de abertura dos bicos e pressão de trabalho. Estes foram itens estudados durante todo período de estágio. 2. PERFIL, HISTÓRICO E ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA EMPRESA. JACTO, uma empresa globalizada, a JACTO é uma das maiores empresa do Brasil euma das maiores fábrica de máquinas e complementos agrícolas do mundo. Localizada nomunicípio de Pompéia na região denominada como Alta Paulista, à aproximadamente 400 kmde distancia da cidade de São Paulo, nasceu e cresceu fabricando produtos que atendemplenamente às necessidades da agricultura moderna. A confiança que o homem tem pelaempresa, vinda da dedicação dada aos clientes e da filosofia de nunca abandonar umtrabalhador e sua maquina à própria sorte, prestando uma assistência técnica campeã, faz daJACTO uma companhia forte e focada em um crescimento que a lança em direção a conquista 7
  10. 10. FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SPde novos países, se firmando como uma empresa global, exportando atualmente seus produtospara mais de 110 países. Com um avançado Centro de Pesquisa e Desenvolvimento, investimentos em softwaree hardware, a JACTO está sempre à frente. É responsável pela primeira colhedora de café domundo e pela primeira colhedora de laranja do Brasil. Desenvolve sistemas computadorizadospara garantir uma pulverização segura e precisa. Como uma das pioneiras no uso navegaçãousando sinais de GNSS (Global Navigation Satelite Sistem), baseado nos sinais daconstelação de GPS (Global Position Sistem), em pulverizadores, lançou a primeira máquinacom piloto automático da America Latina, que tem seus movimentos georreferenciadospermitindo que se saiba onde a mesma está operando. A JACTO tem como filosofiaempresarial, propósitos, valores e politica integrada assim descrito; 2.1 Propósito. “Servir ao agricultor com as melhores tecnologias de mecanização, informações eserviços, contribuindo para sua nobre missão”. 2.2 Valores.  Com jacto, Cliente Feliz.  Ninguém cresce sozinho.  Desenvolver nossa gente, evitando tirar de outras empresas.  Trabalhar duro como forma de prosperar.  Honrar compromissos.  Evitar dívidas.  Três “virtudes”: Humildade, Honestidade e Simplicidade.  Espirito inovador.  Responsabilidade sócio-ambiental.  Felicidade em compartilhar.  Politica integrada. 8
  11. 11. FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP 2.3 Política Integrada. “A jacto, no cumprimento do seu Propósito e guiada por seus Valores, segue osseguintes princípios relativos à Qualidade, Saúde e Segurança no Trabalho e o MeioAmbiente:  Buscar continuidade a satisfação do cliente;  Minimizar o impacto ambiental dos seus produtos e processos, engajando a cadeia produtiva na redução da geração de resíduos e prevenção da poluição;  Melhorar continuamente as operações, contribuindo na obtenção de vantagens competitivo para seus clientes, oferecendo produtos e serviços seguros com desempenho e qualidade superiores;  Promover a saúde dos seus colaboradores e um ambiente de trabalho seguro, visando evitar lesões e doenças;  Agir com transparência, integridade e responsabilidade quando ao cumprimento das legislações, regulamentos e requisitos acordados com os colaboradores, clientes, fornecedores, sociedade e acionistas. 3. Historia da fundação No primeiro ano de fundação das Máquinas Agrícolas Jacto, eram produzidas 30polvilhadeiras por mês e Nishimura (Shunji Nishimura), ia ao campo vendê-las. O produtoainda não estava no ponto e com facilidade, mas fazia grande sucesso porque o fabricante nãoabandonava os clientes. Se a polvilhadeiras apresentava defeito, Nishimura voltava,consertava, consertava e substituía peças ou até máquinas inteira. A partir disso, solidificou-seno boca a boca o conceito de garantia e qualidade que se tornou filosofia da Jacto: jamaisabandonar à própria sorte o agricultor que usa suas máquinas. A inspiração para o nome daempresa veio da imagem do rastro deixado no ar pelo produto lançado pela polvilhadeiras,semelhante ao que deixavam no céu os aviões a jato, símbolos de novo tempo, de rapidez, 9
  12. 12. FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SPforça e modernidade. Em 19 de julho de 1952, a fábrica é transferida para a nova sede, naAvenida dos Expedicionários, 37. 3.1 Produto principal. Com algumas variações de modelo, a polvilhadeira foi por muitos anos o principalproduto da Jacto. Além do modelo costal, havia o modelo motorizado, sobre rodas. Eradestinada a inseticida em pó para o combate a pragas e doenças do algodão, amendoim, café,feijão, milho, soja e trigo. 3.2 Na crise a diversificação e o progresso. Em 1956, a agricultura brasileira é prejudicada pelo excesso de chuvas, o que afetoutambém as vendas da Jacto, provocando grandes dificuldades financeiras para a empresa. Acrise, no entanto, também é oportunidade de crescimento e a empresa inova no mesmo anocom uma maquina de arar a terra. A agricultura brasileira se recuperou e a diversificaçãolevou a Jacto a um novo patamar. 3.3 Cronologia da empresa.  1961 – é lançada uma polvilhadeira de inseticida montada em trator é o modelo PT 60, para áreas maiores.  1962 – nasce a segunda grande inovação da Jacto: a Jacto Haramoto, uma polvilhadeira com barras, montada em trator.  1963 – a empresa faz sua primeira exportação: um lote de polvilhadeiras costais para a Argentina. Década de 1960, com apoio do presidente da republica, Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, que liberou a Jacto do depósito compulsório na importação da máquina, era inaugurado o uso do plástico na agricultura brasileira.  1965 – construção da fábrica de plásticos da Jacto.10
  13. 13. FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP  1966 – a Jacto inaugura o prédio da linha de produção de reservatório do pulverizador costal, com capacidade de 20 litros.Foto retirada da internet, 2/11/2012.  1970 – a Jacto desenvolveu o GT 400, um pulverizador para adaptação em trator, especialmente projetado para a aplicação de fungicidas contra a ferrugem. Nesse período, a Jacto lança o pulverizador Jatão, que s destacava por uma super turbina que tornava mais rápida e uniforme a aplicação do defensivo. Na década de 1970 a Jacto entraria definitivamente para a história da cafeicultura brasileira ao lançar a primeira colhedora de café do mundo a K3.  1972 – a empresa tem a sua primeira diretoria constituída nos moldes modernos. Jiro Nishimura assume a presidência da Jacto.  1973 – com o projeto da primeira colhedora de café do mundo, nasceu o Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da Jacto.11
  14. 14. FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP  1974 – foi lançado o primeiro derriçador para a primeira fase da colheita.  1975 – entra em testes a primeira versão da colhedora, o protótipo K1, acionado por trator e serve de base para os aperfeiçoamentos no segundo protótipo, o K2, que vai ao campo em 1977.  1976 – a fábrica de plásticos se torna uma empresa, a UNIPAC.  1979 – com a presença do então vice-presidente da República, Sr. Aureliano Chaves de Mendonça, a Jacto lançava no mercado a Primeira Colhedora de Café do Mundo – a K3.Foto retirada da internet, 2/11/2012.12
  15. 15. FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP  1980 – o modelo GT 400, projetado especialmente para aplicações de produtos para combater a ferrugem do café, dá origem à linha Arbus. Os pulverizadores de barras da série PJ também ganham atualizações dão lugar aos modelos Condor M12 e Coral B12.Foto retirada da internet, 2/11/2012.  1981 – é lançada o Columbia A – 17, com barras de 17 metros e sistema de levantamento hidráulico.13
  16. 16. FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SPFoto retirada da internet, 2/11/2012.  1988 – o pulverizador Columbia torna-se um sucesso de vendas e ganhou duas atualizações em 1988, Columbia Cross e Columbia Tandem. Foi lançado também o Cruzador 3000, voltado para grandes áreas.  1989 – Jacto lança o primeiro pulverizador automotriz, o Uniport.14
  17. 17. FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SPFoto retirada da internet, 2/11/2012.  1992 – Takashi Nishimura assume a presidência da empresa. A empresa começa a ser preparada par a gestão profissional e é instituído o Conselho de Administração.  1993 – é lançada a tecnologia Vortex, que permite manter constante o volume de pulverização, reduzindo perdas e aumentando a eficiência da operação.15
  18. 18. FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SPFoto retirada da internet, 2/11/2012.  1995 – a linha Arbus passa a contar com o Sensorflow-Sistem, sistema eletrônico, que detecta a presença de plantas.  1997 – a Jacto lançou a KTR, colhedora de café na versão tracionada por trator. Nesse mesmo ano o Uniport 2000 chega ao mercado, voltado para grandes produtores de algodão e soja.16
  19. 19. FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SPFoto retirada da internet, 2/11/2012.  1998 – ano do cinquentenário da Jacto, a empresa entra definitivamente na era da agricultura de precisão com o JSC 4000, comando eletrônico de pulverização. Os pulverizadores passam a contar com computador, que dispensa a regulagem do volume de pulverização pelo operador. Também em 1998, o pulverizador Falcon Vortex leva as vantagens dessa tecnologia para áreas de produção menores. A década termina com17
  20. 20. FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP um grande sucesso de exportação: o Condorito, pulverizador criado para pequenas propriedades.  2000 – início das atualizações tecnológicas nos pulverizadores da linha Arbus, Columbia e Falcon. A Jacto avança no mercado de equipamentos para citros e inova com produtos para novos mercados, além de produtos especifico ara mercados externos, como as versões do pulverizador automotriz Uniport 2000 Plus e 2500 Plus, destinados à Argentina. Nesse mesmo ano, completa-se o processo de profissionalização da gestão da Jacto.  2001 – Shiro Nishimura assume a presidência da empresa. É o ultimo membro da família do fundador a dirigir a companhia.  2005 – é lançada a Adubadora Uniport 3000 NPK, para adubo sólido granulado, desenvolvida para a cana-de-açúcar.Foto retirada da internet, 2/11/2012.18
  21. 21. FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP  2007 – a empresa apresentou o Jacto Arbus 4000 Multisprayer para fruticultura. A colhedora de café número 1000 é entregue à Fazenda Ipanema. Em setembro deste ano, Shiro passa a direção a Martin Mundstock, que passa a responder como diretor- presidente, concluindo o processo de profissionalização da empresa.  2008 – a Jacto lança a primeira colhedora de laranjas totalmente desenvolvida no Brasil.Foto retirada da internet, 2/11/2012.19
  22. 22. FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP  2010 – foi realizado o 1º Encontro Mundial de Revendedores Jacto. Neste ano a Jacto ingressa definitivamente no mercado de agricultura de precisão com lançamento da marca Otmis.Foto retirada da internet, 2/11/2012. Em 23 de abril se fecha o ciclo de vida do fundador da Jacto. Shunji Nishimura, o imigrante japonês de alma brasileira, morre.  2011 – dois importantes eventos marcaram este ano, o 1º Encontro Mundial de revendedores de Uniport e 1º Encontro dos Distribuidores de Colhedoras.  2012 – a Jacto lança um novo conceito em autopropelidos – o Uniport 3030, mais completo conjunto de soluções para pulverização do mercado.20
  23. 23. FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SPFoto retirada da internet, 2/11/2012.21
  24. 24. FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP 4 DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO. 4.1 Cronograma. Mês Horas Atividade realizada Janeiro 90 Homologação de pontas de pulverização Fevereiro 114 Homologação de pontas de pulverização Março 132 Homologação de pontas de pulverização Abril 120 Homologação de pontas de pulverização Maio 132 Homologação de pontas de pulverização Teste de pontas de pulverização jato tipo cone Junho 120 em mesa vertical Julho 132 Avaliação do desempenho de piloto automático Agosto 138 Avaliação de colhedora de laranja K5000 Avaliação do desempenho de distribuição de Setembro 114 NPK 3000 e plantadora de cana Outubro 132 Avaliação de distribuição de cana planta Novembro 12 Comparativo de pontas de pulverização Dezembro As principais atividades desenvolvidas durante o período de estágio foram:homologação de pontas de pulverização, oportunidade esta de conhecer uma gama de pontasde pulverização, também foi possível conhecer melhor o comportamento de cada modelohomologado, suas características de distribuição, a pressão de trabalho recomendada e aspossíveis pressões que os mesmos podem trabalhar a característica da forma com que cadaponta deposita o liquido ou calda, os fins que indicados para cada modelo, foi realizados22
  25. 25. FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SPensaios em mesa horizontal de canaletas normalizada, mesa de coletas de vazões e mesavertical, estas são as mesas utilizadas para coleta da distribuição volumétrica das pontas. Foi possível ter contato com diversas pontas de diferentes fabricantes, tais como,HYPRO, JACTO, TEEJET, MICRON, MAGNO JET, e praticamente todos os modelos porelas fabricados, nesta oportunidade foi possível conhecer também as diversas formas deconstrução destas pontas, os modelos HYPRO estão na Tabela 01. Tabela 01: Modelos de pontas HYPRO Ponta Código Pressão (bar) Ângulo Vazões Material 015, 02, 025, DriftBETA DB 2a4 120º Polyacetal 03, 04, 05, 06 Ultra Lo- 015, 02, 025, ULD 1a8 120º Polyacetal Drift 03, 04, 05, 06 015, 02, 025, Lo-Drift LD 1a7 80º, 110º 03, 04, 05, Polyacetal 06, 08 01, 015, 02, Inserto deTotal Range TR 1a4 80º, 110º 03, 04, 05, Inox 06, 08, 10, 15 015, 02, 025, Variable VP 1a5 80º, 110º 03, 04, 05, PolyacetalPressure Fan 06, 08, 10, 15 0067, 01, 015, 02, 025, Fan Tip F 1a4 80º, 110º 03, 04, 05, PolyacetalStandard Flat 06, 08, 10, 15, 2023
  26. 26. FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP 0.5, 0.75, 1, Deflec Tip 1.5, 2, 2.5, 3,Wide Angle DT 1a3 80º, 145º Polyacetal 4, 5, 7.5, 10, Flat 15, 20Cam Coupler 10, 15, 20, Deflec Tip 30, 40, 50, DTC 1a4 110º, 150º PolyacetalWide Angle 60, 80, 100, Flat 120, 150, 180 0.6, 1.2, 1.8, Polijet AN 1a4 55º, 130º Polyacetal 2.4 Off-Center 02, 03, 04, OC 2a4 80º Latão Flat 06, 08, 12, 16 01, 015, 02,Fan Tip Even E 2a4 80º 03, 04, 05, Polyacetal Flat 06, 08Hollow Tip 2, 3, 4, 6, 8, HCX 3a6 80º PolyacetalHollow Cone 9, 10, 12, 18 SwirlTip 0.5, 01, 1.5, Disc and 02, 03, 04, DC/CR 3 a 10 80º, 90º PolyacetalCore Hollow 05, 06, 07, Cone 08, 10, 12 02, 03, 04, 05, 06 Fulco Tip FCX 3 a 10 80º Polyacetal24
  27. 27. FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP 010, 020, Boom Inserto de XT 2a4 110º 024, 043, XTender Inox 080, 167, 215 Fonte: http://www.comam.com.br/literatura/CatalogoBicosPulverizacaoHypro.pdf As pontas de pulverização da Jacto podem ser vista na Tabela 02. Pontas Pressão (bar) Ângulo Vazões Material 015, 02, 03, 04, Inserto de AXI 1a3 110º, 120º 05 cerâmica 015, 02, 03, 04, UF 1a4 110º Polyacetal 05 015, 02, 03, 04, Inserto de API 1a4 110º 05, 06 cerâmica 01, 015, 02, 03, SF 1a3 110º Polyacetal 04 01, 015, 02, 025, Inserto de AVI 2a7 110º 03, 04, 05, 06, cerâmica 08, 10 01, 015, 02, 03, Inserto de AVI TWIN 2a7 110º 04, 05 cerâmica Inserto de BJ TWIN 2a5 110º 02, 03, 04 cerâmica EF 1a4 80º 015, 02, 03, 04 Polyacetal 01, 015, 02, 04, DEF 3 110º, 127º Polyacetal 05, 06, 08, 10525
  28. 28. FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP 01, 015, 02, 025, BJ 2a5 95º, 105º Polyacetal 03, 04, 05 01, 015, 02, 03, Inserto de AXI TWIN 2a7 110º 04, 05 cerâmica SF TWIN 1a4 110º 02, 03, 04 Kematal 01, 015, 02, 03, Inserto de ADI 1a4 110º 04 cerâmica HC 2a6 90º 02, 04, 05, 06 Kematal LD 1a4 95º, 110º 015, 02, 03, 04 Polyacetal 02, 025, 03, 04, Inserto de CVI 1a3 110º 05 cerâmica 01, 015, 02, 03, Inserto de APM 0,6 a 4 80º, 160º 04, 06, 10 cerâmica JA – 0.5, JA – 1, JA – 1.5, JA – 2, Alumina JA 4 a 20 JA – 3, JA – 4, sintetizada JA – 5 0050, 0075, 015, Inserto de TVI 5 02, 025, 03 cerâmica ATR0.5, 1.0, Inserto de ATR 4 a 20 80º 1.5, 2.0, 3.0, 4.0, ceramica 4.5, 5.0, 6.0, 7.0 Fonte: http://www.jacto.com.br/produtos.asp?categoria=1726
  29. 29. FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP 5 Procedimento para homologação de pontas de pulverização. 5.1 Objetivo. Proceder à avaliação de pontas de pulverização em laboratório mediante a aplicação deensaios específicos em acordo com os procedimentos descritos na norma ISO5682 – 1: 1996.Essa instrução deve ser aplicada na avaliação de novos produtos ou na atualização deprodutos existentes visando sua homologação. 5.2 Condições Gerais. Todos os testes devem ser realizados em condições laboratoriais livres de vento, emtemperatura do ar entre 10 e 25 ºC e umidade relativa superior a 50%. Ambos os parâmetrosdevem ser registrados a fim de constarem no relatório de homologação. 5.3 Determinação das características das pontas de pulverização. 5.3.1 Uniformidade na vazão das pontas. 5.3.1.1 Amostragem. De um lote de 100 pontas de pulverização do mesmo modelo e vazão, retire duasamostras de 20 pontas cada, de modo que a primeira será submetida aos testes e a segundaconstituirá a contraprova e deve ser guardada no laboratório para controle. Anote todos os dados técnicos da ponta, além das informações sobre local deamostragem, numero do lote, etc. 5.3.1.2 Liquido para teste. Água limpa livre de sólidos em suspensão.27
  30. 30. FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP 5.3.1.3 Medição. Meça para cada amostra, o volume pulverizado na pressão de trabalho de 3 bar(aproximadamente 45 psi), sendo o erro de medida de pressão inferior a 1%. A medida dotempo deve ser efetuada em período igual ou superior a 60s com um relógio com erro inferiora 1s. 5.3.1.4 Resultados. Os resultados devem ser apresentados no relatório na forma de um gráfico ou tabela naqual a vazão de cada amostra é expressa como uma porcentagem da média de vazão das 20amostras. 5.3.1.5 Limites. A fim de se garantir a aprovação, o CV% entre as 20 amostras deve ser igual ouinferior a 5%, considerando como reprovado valores acima desse limite. 5.4 Variação da vazão de acordo com a pressão. Realize esse teste numa ponta cuja vazão seja próxima a vazão determinada no item5.3.1. 5.4.1 Líquido de teste. Água limpa livre de sólidos em suspensão. 5.4.2 Pressão. Realize esse teste nas pressões máxima e mínima recomendada pelo fabricante e empelo menos duas pressões intermediárias, sendo o intervalo entre as pressões inferior a 5 bar.28
  31. 31. FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP 5.4.3 Medição. Meça a vazão, em litros por minuto em cada pressão, com um erro inferior a 1%. Operíodo de medida, realizado com um relógio (erro inferior a 1s) deve ser igual ou superior a60s. 5.4.4 Resultados. Os resultados devem ser apresentados no relatório de homologação na forma de umgráfico ou tabela relacionando vazão x pressão. 5.4.5 Limites. Considera-se para fins de aprovação que o desvio (%) médio entre as vazões reaisdeterminadas e a vazão nominal deve ser igualou inferior a 5%, considerado como reprovadovalores acima desse limite. 5.5 Distribuição volumétrica. Realize o teste com uma ponta cuja vazão seja próxima a vazão média medida no item5.3.1. 5.5.1 Líquido de teste. Água limpa livre de sólidos em suspensão. 5.5.2 Pressão. Realize o teste nas pressões máxima e mínima recomendadas pelo fabricante e empelo menos duas pressões intermediárias.29
  32. 32. FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP 5.5.3 Posição da ponta. Durante o teste, a ponta deve ser posicionada verticalmente acima da mesa dedistribuição de modo a direcionar o jato de pulverização às calhas de coleta. Se o fabricanteindicar uma posição particular, o teste deve ser conduzido nessa posição. Se o fabricante recomendar uma altura de aplicação, conduzir o teste nessa altura e a15 cm acima e 15 cm abaixo dessa altura. Se o fabricante não indicar nenhuma altura,conduzir o teste nas seguintes alturas: 40, 50, 60, 70 e se necessário a 30 e 80 cm. Pontas de jato plano devem ser posicionadas de modo que sua maior dimensão sejaperpendicular à superfície de coleta. 5.5.4 Medição. Pare a coleta assim que uma das provetas coletoras atingir no mínimo 90% de suacapacidade. Anote o volume coletado em cada proveta. 5.5.5 Resultados. Represente a distribuição da pulverização pro um gráfico ou tabela indicando osvalores como porcentagem do volume médio coletado em todas as calhas. 5.5.6 Limites. Considera-se para fins de aprovação que o coeficiente de variação (CV%) deve serigual ou inferior a 10%, considerando como reprovado valores acima desse limite. 5.6 Ângulo de pulverização. Utilizando equipamento apropriado, meça o ângulo de pulverização o qual deverá tervazão próxima a vazão média determinada no item 5.3.1.30
  33. 33. FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP 5.6.1 Líquido de teste. Utilizar água limpa livre de sólidos em suspensão. 5.6.2 Pressão. Realizar a medição na pressão de trabalho de 3 bar, na mínima e na máxima pressãode trabalho recomendada pelo fabricante. 5.6.3 Medição. Meça o ângulo em graus entre os dois limites laterais no jato pulverizado. 5.6.4 Resultados. Expressar os resultados na forma de uma tabela mostrando os valores medidos dosângulos e o desvio (%) em relação ao ângulo nominal. 5.6.5 Limites. Considera-se para fins de aprovação que o desvio (%) médio entre os ângulos reais enominais deve ser igual ou inferior a 10%, considerando como reprovado valores acima desselimite. 5.7 Tamanho de gotas. 5.7.1 Líquido de teste. Utilizar água limpa livre de sólidos em suspensão. 5.7.2 Pressão. Realizar a medição na pressão mínima e na máxima pressão de trabalho recomendadapelo fabricante e em duas pressões intermediárias.31
  34. 34. FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP 5.7.3 Medições. A análise de espectro de diâmetro de gotas deve ser fornecida anualmente pelofornecedor e deve conter os seguintes parâmetros: a) D10: Representa o diâmetro no qual 10% do volume pulverizado encontram-se abaixo desse valor. b) D50 ou DMV: É o diâmetro mediano volumétrico, representa o diâmetro que divide o volume pulverizado em duas partes iguais. c) D90: É o diâmetro no qual 90% do volume pulverizado encontram-se abaixo desse valor. d) DMN: É o diâmetro mediano numérico do espectro de gotas. e) Relação DMV. DMN-1: Possibilita a avaliação da amplitude de variação do espectro. 5.7.4 Limites. Para fins de homologação, a relação DMV. DMN-1 deve ser igual ou inferior a 3 (três). As demais pontas que pude ter contato não apresentarei seus catálogos completos porter trabalhado com poucos modelos, mas as informações podem ser encontradas nas páginasdas empresas. Além desta gama de pontas de pulverização que pude ter contato também tive aoportunidade de ter contato com maquina colhedora de café modelo K3, atualização do sensorde produtividade, planilha de dados para homologação da colhedora de laranja K3500,comparativo de paralelismo do piloto automático Trimble MFX 750 instalado empulverizador Uniport 2500 Star, teste de funcionalidade do Otmis LB550, instalado em tratorMF 275, teste de calibração e distribuição de adubo na Uniport NPK3000, teste de calibraçãoe distribuição de adubo em plantadeira de cana.32
  35. 35. FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SP CONCLUSÃO. Conclui-se que esta foi uma oportunidade impar de poder conciliar os conhecimentosadquiridos durante todo o tempo acadêmico aliada a prática realizada no período, oenriquecimento que o laboratório de validação me proporcionou servira muito na minhacarreira profissional. REFERÊNCIAS.Bauer, F. C.; Raetano, C. G. Distribuição volumétrica de calda produzidas pelas pontas depulverização XR, TP e TJ sob diferentes condições operacionais. Plantas Daninhas, Viçosa-MG, v.22, n.2, p.275-284, 2004Cunha, J. P. A. R.; Ruas, R. A. A. Uniformidade de distribuição volumétrica de pontas depulverização de jato plano duplo com indução de ar. Pesquisa Agropecuária Tropical, 36(1):p. 61-66, 2006 ISO. International Organization for Standardization. 1996. Equipment for cropprotection - Spraying equipment - Part 2: test methods for agricultural sprayers. ISO, Geneva.5 p. (ISO5682-1:1996). ISO. International Organition for Standardization. 2005. Agricultural and ForestMachines- Equipament for crop protection- Sprayer nozzles- Colour coding for identification.Fernandes, A. P.; Parreira, R. S.; Ferreira, M. C.; Romani, G. N. Caracterização do perfil dedeposição e do diâmetro de gotas e otimização do espaçamento entre bicos na barra depulverização. Engenharia Agrícola, Jaboticabal, v.27, n.3, p. 728-733, Set/Dez. 2007.Faqiri, N.L.; Krishnan, P. Effect of nozzle pressure and wind condition on spray patterndisplacement of RF5 and 110-5R nozzles. St. Joseph. ASAE. p.13, 2001Ferreira, M. C.; Costa, G. M.; Silva, A. R.; Tagliari, S. R. A. Fatores qualitativos da ponta deenergia hidráulica ADGA110015 para pulverização agrícola. Engenharia Agrícola,Jaboticabal, v.27, n.2, p.471-478, Maio/Ago. 2007.33
  36. 36. FATEC “Shunji Nishimura” – Pompeia/SPFerreira, M. C.; Oliveira, J. R. G. di; Dal Pietro, I. R. P. S. Distribuição da calda herbicida porpontas de pulverização de pulverização agrícolas utilizadas em áreas de reflorestamento comeucalipto. Engenharia Agrícola, Jaboticabal, v. 29, n.2, p.267-276, Abr/Jun. 2009.Graham-Brice, I. J. Crop-protection: a consideration of effectiveness and disadvantages ofcurrent methods and the scope for improvement. Philosophical transactions of the RoyalSociety of London, Series B, London, v.281, p.13-179, 1977.Perecin, D.; Peressin, V. A.; Matuo, T.; Babosa, J. C.; Pio, L. C.; Braz, B. A. Padrões dedistribuição obtidos com bicos TwinJet, em função da altura e do espaçamento entre bicos.Engenharia Agrícola, Campinas, v. 14, n. 1, p. 19-30, 1994.Zaidan, S. E. Influencia de diferentes pontas de pulverização nas aplicações terrestres em altavelocidade na cultura da soja (Glycine max). Dissertação (Mestrado) Escola Superior deAgricultura "Luiz de Queiroz", 2012.TEEJET:http://www.teejet.com/media/431274/cat51_portuguese.pdfMICRON:http://www.micronpulverizadores.com.br/MAGNO JET:http://www.magnojet.com.br/magnojet/pt/produtos.php?Catalogo=lista_produtos_catecateg&categoria=61&nomeCat=bicos_ceramicos_para_pulverizacao.34

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