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Inês de castro e pedro

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Inês de castro e pedro

  1. 1. PRESENTATION NAMECompany Name
  2. 2. .
  3. 3. D. Pedro e Inês de Castro viveram uma dasmais belas e trágicas histórias de amor.Uma história que foi imortalizada empoemas, novelas, dramas, pinturas, esculturas eaté em composições musicais, e que, mesmoapós 650 anos, continua encantando corações.
  4. 4. O príncipe D. Pedro, filho de D. Afonso IV e de D. Beatrizde Castela, nasceu em Coimbra, em 8 de Abril de 1320 emorreu em Lisboa, em 18 de Janeiro de 1367.Reinou de 1357 a 1367 (8º rei de Portugal), como D.Pedro I, o justiceiro, cognome que lhe foi atribuído pelopovo por ter exercido uma justiça exemplar, semdiscriminações entre plebeus e nobres.
  5. 5. .Em 1328, com apenas 8 anos deidade, a princesa D. Branca deCastela, foi-lhe prometida em casamento.Porém o matrimónio não chegou aconsumar-se por debilidade física emental da noiva.Novo consórcio foi tratado em 1334, coma infanta D. Constança, filha de D. JoãoManuel, infante de Castela.A noiva veio para Portugal, em 1340,acompanhada por um séquito, do qual fazia parteuma aia, sua parente, fidalga de origem bastarda,chamada Inês de Castro, filha do fidalgo castelhanoPedro Fernandez de Castro.
  6. 6. Inês de Castro, segundo os poetas, era uma mulherlindíssima, apelidada de “colo de garça”.O príncipe D. Pedro apaixonou-se perdidamentepela bela Inês, esquecendo as conveniências e asreprovações.
  7. 7. TitleEla correspondeu-lhe e passou a ser a sua alma gémea.Por ela, D. Pedro desprezou as convenções da cortee desafiou, frontalmente, tudo e todos.A corte considerava uma afronta aquelaligação indecorosa pelos problemas morais ereligiosos que levantava, bem como pelo perigoque a influência da família dos Castros poderiatrazer à coroa portuguesa.
  8. 8. Apesar disso tudo, Inês de Castro e D.Pedro viviam, despreocupadamente, oseu idílio nas bucólicas margens do RioMondego.
  9. 9. Todavia, as intrigasque chegavam ao Rei D.Afonso IV, o bravo,apressavam o monarca a agir.Embora o rei compreendesse as razõesdaquela ligação perigosa, todo o enredo o levoua tomar uma decisão drástica.
  10. 10. Uma reunião do seu Conselho, foi realizadano Castelo de Motemor-o-Velho, em que o acusado, D.Pedro, não esteve presente para se poder defender.Nesta reunião, da qual estiveram presentes, entreoutros, Diogo Lopes Pacheco, Álvaro Gonçalves ePêro Coelho, El-Rei decidiu pela execução de Inêsde Castro.
  11. 11. Deste modo, foi selado o destino de Inês,sem sequer levarem em conta que ela era mãede 4 filhos do príncipe D. Pedro: D. Afonso (quemorreu de tenra idade), D. João, D. Diniz e D.Beatriz (nascida em Coimbra em 1351).
  12. 12. Assim, na manhã sinistra de 7 de Janeiro de1355, osexecutores régios, aproveitando a ausência do infanteD. Pedro, nas suas habituais caçadas, penetraram nopaço e ali mesmo decapitaram aquela que depois demorta foi rainha de Portugal.D. Inês de Castro tinha apenas 30 anose a sua filha apenas 4 anos.
  13. 13. A Pêro Coelho, o Rei mandou retirar ocoração pelo peito e a Álvaro Gonçalves pelascostas, por os considerar homens semcoração, que destruíram o seu grande amor…
  14. 14. Cumprida a suavingança, D. Pedro I ordenou atranslação do corpo de Inês, dacampa modesta no Mosteiro deSanta Clara, em Coimbra, ondese encontrava.para um túmulodelicadamente lavrado, qualrenda de pedra, que mandoucolocar noMosteiro de Alcobaça.
  15. 15. Mais tarde, D.Pedro I mandou esculpir outro monumento,semelhante ao da sua amada, colocando-o em frente ao da sua Inês,para, após a sua morte, permanecer ao lado do seu grande AMOR.
  16. 16. Procurando dignificar o nome de Inês deCastro, D. Pedro declarou solenemente,apresentando como testemunhas D. Gil, Bispo daGuarda e Estêvão Lobato, seu criado, que sete anosantes casara com ela em Bragança, tendo estaafirmação pública sido proferida em12 de Junho de1360, em Cantanhede.
  17. 17. Este inquestionável amor foi imortalizado empoemas, novelas, dramas, pinturas, esculturas, e atéem composições musicais, nacionais eestrangeiras, sendo de salientar:“Terceiro Canto de Os Lusíadas, estrofes 120 a 129”, de Luís de Camões; “Crónicas” de Garcia deResende; “Castro”, de António Ferreira, “Reinardespués de morir”, Vélez de Guevara. Maismodernamente, “La reine mort”, de H. de
  18. 18. D.Inês de Castro e D.Pedrocontinuam sepultados, até aosdias de hoje, nos magníficostúmulos colocados notransepto da Igreja doMosteiro de Alcobaça.que sãoconsideradosuma das maisbelas obras dearquitecturatumular doséculo XIV.
  19. 19. O episódio do coroamento e beija-mão da rainhamorta, que entrou para a literatura e se difundiu noconhecimento popular, não tem base documental.Segundo o historiador António de Vasconcelos, trata-se de uma fantasia surgida em 1577, quando oescritor castelhano Fr.Jerónimo Bermudez deu largasà imaginação na exposição de cenas tétricas.

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