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ASPECTO INTRODUTÓRIO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS

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PRODUÇÃO TEXTUAL INTERDISCIPLINAR INDIVIDUAL
TEMA: ASPECTO INTRODUTÓRIO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS

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ASPECTO INTRODUTÓRIO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS

  1. 1. UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS - BACHARELADO SEPC - SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO DISCENTE: CLAUDEIR MONTES DE NOVAIS PRODUÇÃO TEXTUAL INTERDISCIPLINAR INDIVIDUAL TEMA: ASPECTO INTRODUTÓRIO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS
  2. 2. PRIMAVERA DO LESTE/MT 2012 SUMÁRIO 1 - INTRODUÇÃO..............................................................................3 2 - OBJETIVO...................................................................................3 3 – HISTÓRIA..................................................................................4 4 - CONCEITO DE CONTABILIDADE.....................................................4 5 - OBJETO DA CONTABILIDADE.........................................................5 6 - OBJETIVOS DA CONTABILIDADE....................................................5 7 - ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL...........................................................6 8 - A CONTABILIDADE NA GESTÃO EMPRESARIAL.................................6 9 - DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS......................................................6 9.1 - BALANÇO PATRIMONIAL........................................................7 9.2 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO (DRE)............7 10 - MISSÃO DA EMPRESA E VISÃO EMPRESARIAL...............................8 11 - PROCESSO ADMINISTRATIVO E AMBIENTE ORGANIZACIONAL........8 11.1 – PLANEJAMENTO..............................................................8 11.2 – ORGANIZAÇÃO...............................................................9 11.3 - DIREÇÃO.......................................................................9 11.4 - CONTROLE.....................................................................9 12 - ASPECTOS JURÍDICOS..............................................................10 13 - OPERAÇÕES MATEMÁTICAS PRESENTES NA CONTABILIDADE........11 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.......................................................14
  3. 3. 1 – INTRODUÇÃO: Este trabalho está sendo desenvolvido com base nas disciplinas estudadas no 1º semestre do curso de graduação de ciências contábeis e envolve a contabilidade, os fundamentos a administração, a cotribuição do direito público e privado. 2 – OBJETIVOS: Este trabalho tem como objetivo, mostrar os aspectos introdutórios em ciências contabeis, com base incial nos livros disponibilizados no 1º semestre do curso de graduação em ciências contabeis.
  4. 4. 3 - HISTÓRIA: A contabilidade surgiu da necessidade de organização dos registros em substituição ou em memorização de dados. parceria com a capacidade humana de Tem-se registros de seu surgimento em Uruk, antiga cidade mesopotâmia a aproximadamente 8.000 a 3.000 a.C. Com o passar do anos a contabilidade foi se aprimorando e a partir do século XV começaram a surgir as Escolas Contábeis. A Escola Contista surgiu na Itália no século XIII e seu idealizador Frade Franciscano Luca Pacioli revolucionou a contabilidade com a publicação de seu livro “Summa de Arithmetica Geometria Proportioni et Proportionalita” e traz em seu livro os métodos da partidas dobradas. Embora os métodos das partidas dobradas não seja de sua autoria, Luca Pacioli passa a ser considerado o pai da contabilidade moderna. Em seguida surgiram na Itália outras escolas: Escola Administrativa, Escola Personalista, Escola Matemática, Escola Controlista. Somente no século XVII, por volta de 1887 surge nos Estados Unidos da América, a Escola norte-americana. Tal escola, revolucionou a contabilidade com a criação da AAPA (American Association of Public) que visou a profissionalização contábil e separou a contabilidade em gerencial, ou seja contabilidade interna e contabilidade externa. 4 - CONCEITO DE CONTABILIDADE Conforme realato de estudiosos, a contabilidade pode possuir vários conceitos. Segundo a CVM - Comissão de Valores Mobiliários, através da deliberação 29/86: Contabilidade é, objetivamente, um sistema de informação e avaliação destinado a prover seus usuários com Demonstrações e análises de natureza econômica,
  5. 5. financeira, física e de produtividade, com relação à entidade objeto de contabilização. No entendimento de Hilário Franco como a publicação de seu livro em 1996: “Contabilidade é a ciência que estuda e controla o patrimônio das entidades, mediante o registro, a demonstração expositiva e a interpretação dos gastos nele ocorridos, com o fim de fornecer informações sobre sua composição e variações, bem como sobre o resultado econômico e decorrente da gestão da riqueza patrimonial.” 5 - OBJETO DA CONTABILIDADE A Contabilidade tem com o objeto de estudo o patrimônio, que é composto pelos bens (que podem ser tangíveis ou não tangíveis) + direitos (crédito com outrem, duplicatas e/ou títulos a receber)+ obrigações (contas a pagar) de uma entidade econômico-administrativa. Patrimônio = Bens + Direitos + Obrigações. 6 - OBJETIVOS DA CONTABILIDADE A contabilidade pode ser considerada um sistema de informação que auxilia os usuários dos dados nas tomadas de decisão. Usuário pode ser considerado como qualquer (pessoa física ou jurídica) que tenha interesse em conhecer dados (normalmente fornecidos pela contabilidade) de uma entidade. Os Usuários podem ser internos (gerentes, diretores, administradores funcionários em geral) ou externos à empresa (acionistas, instituições financeiras, fornecedores, governo, sindicatos). (Marion 2003). O objetivo principal da Contabilidade, portanto, é o de permitir, a cada grupo principal de usuários, a avaliação da situação econômica e financeira da entidade, num sentido estático, bem como fazer inferências sobre suas tendências futuras.
  6. 6. 7 - ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL A escrituração contábil é uma técnica de registro de fatos contábeis que influenciam no patrimônio de uma determinada entidade. Conforme Código Civil Brasileiro - Lei 10.406/2002, artigo 1.179: “Art. 1.179. O empresário e a sociedade empresária são obrigados a seguir um sistema de contabilidade, mecanizado ou não, com base na escrituração uniforme de seus livros, em correspondência com a documentação respectiva, e a levantar anualmente o balanço patrimonial e o de resultado econômico.” A mesma lei em seu parágrafo segundo dispensa a escrituração contábil para pequenos empresários que estejam em consonância Lei Complementar 123/2006 que aufira receita bruta anual de até R$ 36.000,00 (trinta e seis mil reais). 8 - A CONTABILIDADE NA GESTÃO EMPRESARIAL Vivemos em um mundo globalizado, cujo mercado encontra-se em constante mudança. No entanto para que as empresas sejam inseridas nesse processo, devem-se tornar mais participativas e competitivas. Para isso devemos utilizar um excelente sistema de gestão empresarial. “A contabilidade é uma ferramenta indispensável para a gestão de negócios. De longa data, contadores, administradores e responsáveis pela gestão de empresas se convenceram que a amplitude das informações contábeis vai além do simples cálculo de impostos e atendimento de legislações. Contabilidade Gerencial, em síntese, é a utilização dos registros e controles contábeis com o objetivo de gerir uma entidade.” ZANLUCA, Júlio César.(2006). Dessa forma, a Contabilidade Gerencial se torna uma ferramenta de suma importância no desenvolvimento e crescimento das empresas. 9 - DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
  7. 7. Para que possamos utilizar a contabilidade de forma correta, devemos ter em mãos as demonstrações contábeis, que são essenciais nas tomadas de decisões. Dentre as inúmeras demonstrações contábeis existentes, vamos falar sobre duas das mais importantes: 9.1 - BALANÇO PATRIMONIAL O Balanço Patrimonial é considerado a mais importante, senão, a principal demonstração contábil. Ela traz consigo a posição financeira da entidade em um determinado período, normalmente apresentado no final de cada ano ou momento estabelecido. É o reflexo da empresa em um determinado momento. O Balanço patrimonial é composto pelo Ativo, Passivo e Patrimônio Liquido (PL):  Ativo compreende os bens, os direitos e as demais aplicações de recursos controlados pela entidade, capazes de gerar benefícios econômicos futuros, originados de eventos ocorridos.  Passivo compreende as origens de recursos representados pelas obrigações para com terceiros, resultantes de eventos ocorridos que exigirão ativos para a sua liquidação.  Patrimônio Líquido compreende os recursos próprios da Entidade, e seu valor é a diferença positiva entre o valor do Ativo e o valor do Passivo. 9.2 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO (DRE) A demonstração do resultado do exercício (DRE) é uma demonstração contábil dinâmica que se destina a evidenciar a formação do resultado líquido em um exercício, através do confronto das receitas, custos e resultados, apuradas segundo o princípio contábil do regime de competência. A demonstração do resultado do exercício oferece uma síntese financeira dos resultados operacionais e não operacionais de uma empresa em certo período. Embora sejam elaboradas anualmente para fins de
  8. 8. legais de divulgação, em geral são feitas mensalmente para fins administrativos e trimestralmente para fins fiscais. Conforme Resolução Conselho Federal de Contabilidade - CFC nº 1.185 de 28.08.2009 artigo 82: “A demonstração do resultado do período deve, no mínimo, incluir as seguintes rubricas, obedecidas também as determinações legais: (a) receitas; (b) custo dos produtos, das mercadorias ou dos serviços vendidos; (c) lucro bruto; (d) despesas com vendas, gerais, administrativas e outras despesas e receitas operacionais; (e) parcela dos resultados de empresas investidas reconhecida por meio do método de equivalência patrimonial; (f) resultado antes das receitas e despesas financeiras (g) despesas e receitas financeiras; (h) resultado antes dos tributos sobre o lucro; (i) despesa com tributos sobre o lucro; (j) resultado líquido das operações continuadas; (k) valor líquido dos seguintes itens: (i) resultado líquido após tributos das operações descontinuadas; (ii) resultado após os tributos decorrente da mensuração ao valor justo menos despesas de venda ou na baixa dos ativos ou do grupo de ativos à disposição para venda que constituem a unidade operacional descontinuada; (l) resultado líquido do período; “(...) 10 - MISSÃO DA EMPRESA E VISÃO EMPRESARIAL Missão significa finalidade, objetivo ou propósito básico e permanente da existência de uma empresa, esta sempre ligada ao oferecimento de produtos e serviços para satisfação das necessidades do consumidor. O conceito de visão e normalmente confundido com o de missão. Vale ressaltar que a visão não é um sonho ou utopia. Segundo Chiavenato, a estratégia organizacional deve estar alinhada com a visão e objetivos principais da empresa. Desta forma torna-se indispensável o conhecimento da visão para elaboração das estratégias. 11 - PROCESSO ADMINISTRATIVO E AMBIENTE ORGANIZACIONAL 11.1 - PLANEJAMENTO Planejar é antecipar e organizar o que deve ser feito para alcançar determinada meta ou objetivo.
  9. 9. Para planejar pode utilizar-se do instrumento de projeto, que possibilita avaliar as vantagens e desvantagens de reunir ou combinar todos os recursos num investimento empresarial, bem como aferir a capacidade dos empresários. Os projetos oportunizam a montagem ou expansão das empresas, em bases racionais, eles justificam o interesse em se manter um programa de produção, e também em reduzir os riscos que todo empresário enfrenta ao tomar a decisão de investir. Dessa forma objetivase o melhor caminho para se atingir os resultados esperados. 11.2 - ORGANIZAÇÃO Para organizar é necessário estruturar a empresa baseando-se na reunião de pessoas e equipamentos de forma a atender o planejamento. Essa organização deve atender três requisitos: Autoridade, que é direito de autorgar poderes e fazê-los cumprir. Responsabilidade, que a obrigação de fazer e prestar contas do que foi feito. Divisão do Trabalho, que é a distribuição de funções de acordo com a capacidade e critérios estabelecidos pela empresa. Dividir funções é o princípio fundamental da organização. Como o homem não pode fazer tudo, o trabalho deve ser dividido. Dividir também é entendido nesse contexto como distribuição da autoridade das responsabilidades nas empresas, criando diversas seções que executam as funções (ou serviços) específicos ou próprios. 11.3 - DIREÇÃO Dirigir é o processo administrativo de conduzir e coordenar a execução das tarefas planejadas com antecedência. Tem o significado de fazer com que os empregados executem o trabalho pelo qual responde. 11.4 - CONTROLE
  10. 10. É através do controle que o processo administrativo verifica se as decisões estão sendo tomadas conforme planejamento. É através controle também que podemos identificar os erros e repará-los para evitar. 12 - ASPECTOS JURÍDICOS Quando nos referimos a contabilidade, não pensamos somente em números. Temos que nos atentar as legislações vigentes em nosso país. Atualmente contamos com várias resoluções do conselho federal de contabilidade que tratam dos assuntos internos e externos da contabilidade, ou seja, de que forma deve normatizar os atos e fatos contábeis, escrituração dentre outros fatores. A Constituição Federal traz em seu contexto, diversas norma a serem seguidas pelas pessoas físicas ou juridica, de direito público ou privado. Uma delas é o Direito Tributário que é disciplinado pelo Código Tributário Nacional (Lei 5.172/66). “O direito tributário regula a relação jurídica triutária, a qual se realiza entre o Fisco e o contribuinte. Trata-se do conjunto de normas que aludem à instituição, arrecadação e fiscalização dos tributos. São espécies de tributos: imposto, taxas e contribuições. Os tributos só podem ser cobrados em virtude de expressa previsão legal, e é por esta razão que os contribuintes subordinam-se ao poder estatal, neste caso denominado poder tributário.” ESPOLATOR Rita de Cássia (2009). A constituição Federal prevê princípios constitucionais tributários que devem ser seguidos. São eles: • Princípio da Legalidade; • Princípio da Igualdade ou isonomia; • Princípio Anulidade e anterioridade; • Princípio Anterioridade mínima; • Princípio Não-Confisco; • Princípio da Liberdade de tráfego;
  11. 11. • Princípio da Uniformidade geográfica; • Princípio da não-diferenciação tributária; • Princípio da capacidade contributiva; • Princípio da não cumulatividade; • Princípio da seletividade. Portanto, cabe ao profissional da contabilidade estar atento a legislação vigente para evitar descumprimento das leis que acarretam em sações. 13 - OPERAÇÕES MATEMÁTICAS PRESENTES NA CONTABILIDADE No livro “Summa de arithmética, geometria, proportionalità” o Frei Luca Pacioli faz menção proportioni et à matemática, na explicação do débito e crédito, que eram nada mais do que mecanismos de álgebra, para estabelecer somas, subtrações, e saldos dos razões, balancetes, balanços e outros demonstrativos mais. A matemática se abrange em tudo o que se usa para aferição. Na contabilidade não é diferente, usamos a matemática dimensionar as qualidades patrimoniais, colocando-as em quantidades, desta forma facilitando a analogia, análise, e avaliação do objeto de riqueza. Portanto, o uso matemático que a contabilidade possui, serve para a dimensão do fenômeno patrimonial, colocandoa em informações, cujos conteúdos devem ser analisados na consultoria de gestão. Usa-se matemática em contabilidade para informar, e depois para analisar o que está contido na informação, passível de inteligência, e explicação, conforme o estado que os informes deduziram ao analista prever e conceber. Mas do mesmo modo em que se pode utilizá-la para expressão, podemos utilizar a lógica dispondo da linguagem matemática numérica. Não obstante, é de ressaltar, que se pode ter explicações que dispensem a matemática na sua expressão, ou deixem o seu uso facultativo. São as chamadas explicações qualitativas, provindas de lógica também, e às vezes usadas na argumentação (muito
  12. 12. comum no direito), aquilo que denominamos de método socrático ou maiêutica. No entanto, mesmo deixando de ter expressões numéricas, não pretere o raciocínio e a analogia, pois, estas duas características cognitivas, são indispensáveis para a visão matemática, que tem na razão, a sua fonte e essência. Mas, como expressões matemáticas podemos citar a raiz dos balanços, ou saldos de contas, o chamado “lançamento duplo” ou “partida dobrada”. da Silva (2011) Confome citado acima, o autor diz que as operações matemáticas servem para dimensionar o fenômeno patrimonial e é utilizado para confecção de balanços, folhas de pagamentos, prestação de contas, fechamento de balanço, cálculos de impostos A Contabilidade está totalmente ligada aos cálculos matemáticos, na determinação de valores de impostos, no balanço comercial de empresas, na elaboração dos cálculos trabalhistas, fechamento de balancetes, prestação de contas, imposto de renda pessoa física e jurídica entre outras situações. Como exemplo, vamos utilizar o cálculo de folhas de pagamento que possui o objetivo de demonstrar o detalhamento do salário do funcionário, os acréscimos e as deduções. Primeiramente vamos simular o salário de um Gerente Comercial. Vamos supor que ele recebe um salário de R$ 2500,00 (dois mil e quinhentos reais). A empresa faz um adiantamento para transporte: A alíquota para transporte é de 5% calculado de acordo com o salário bruto. Sendo 5%=5/100*2500=125. Portanto, temos um desconto de R$ 125,00 (cento e vinte e cinco reais).
  13. 13. Agora vamos fazer o desconto incidido sobre o INSS que é calculado sobre o salário bruto. Esse imposto está ligado à previdência social e é descontado através de uma alíquota que varia de acordo com o salário do funcionário. A alíquota para INSS será de 11% calculado de acordo com o salário bruto. Sendo 11%=11/100*2500=275. Portanto, temos um desconto de R$ 275,00 (duzentos e setenta e cinco reais). De forma simples podemos ver a importância da matemática na contabilidade. Segue abaixo a folha de pagamento do gerente da empresa. EMPRESA DO SICRANO Funcionário:Fulano de Tal Cargo/Função: Gerente Descrição Salário bruto Vencimento R$ 2500,00 Alimentação R$ 200,00 Mês: Maio Data de admissão: 01/01/12 Desconto Transporte R$ 125,00 INSS R$ 275,00 TOTAL Salário R$ 2.700,00 R$ 400,00 R$ 2.300,00
  14. 14. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS: ARAMAN, Eliane Maria. Matemárica: ciências contábeis/Eliane Maria Araman, Helena Regina Sampaio. São Paulo: Person Prentice Hall, 2009. COSTA, José Manoel da. Contabilidade básica - São Paulo: Person Education do Brasil 2009. MARION, José Carlos. Contabilidade empresarial. 10.ed. São Paulo: Atlas, 2003. MARTINS, Paulo Roberto (org.). Introdução ao direito público e privado: ciências contabeis/Rita de Cássia Resquietti Tarifa Espolator. São Paulo: Person Education do Brasil 2009. SILVA, Monica Maria. Fundamentos da administração – São Paulo: Person Education do Brasil 2009. Zanluca, júlio césar.(2006). A importância da contabilidade gerencial Nas micro e pequenas empresas comerciais Brasileiras. Disponível em: http://www.google.com.br/url? sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=7&ved=0cgmqfjag&url=http %3a%2f%2fead.tce.to.gov.br%2finstitutodecontas%2fbiblioteca %2fmonografias1%2fdoc_download%2f5-a-importancia-da-contabilidadegerencial-nas-micro-e-pequenas-empresas-brasileiras.html&ei=pnwptfvaslm0qgq7og3bq&usg=afqjcneuk4zilegibmpjhx9nhf-8dgnmxg> acessado dia 25 de abril de 2012. BRASIL: CVM - Comissão de Valores Mobiliários, deliberação 29/86. BRASIL: Código Civil Brasileiro - Lei 10.406/2002, artigo 1.179.
  15. 15. BRASIL: Conselho Federal de Contabilidade - CFC nº 1.185 de 28.08.2009 artigo 82. BRASIL: Direito Tributário que é disciplinado pelo Código Tributário Nacional (Lei 5.172/66). Paulo Nunes: Conceitos da contabilidade – Disponivel em: <http://www.notapositiva.com/trab_professores/textos_apoio/contabilida de/01conccontabilidade.htm> acessado dia 25 de abril de 2012.

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