12. Imtt Isabel Seabra V2

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comunicação realizada na Conferência ‘(Planear) O Lazer e o Turismo Ciclável em Portugal’ (6NOV09, Auditório da Reitoria da Universidade de Aveiro) – link http://turismociclavel.blogs.sapo.pt/

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  • Organismo da Administração Central do - ex-DGTT, INTF e parte da DGV
  • Relatório do Grupo de Peritos sobre o Ambiente Urbano das Cidades Europeias Sustentáveis (1996) Prioridade para ciclistas e peões com base nos «claros benefícios» trazidos Cidades para Bicicletas, Cidades de Futuro (2000) Documento informação e recomendações da Comissão Europeia/ D.G. Ambiente sobre a bicicleta Livro Branco: A Política Europeia no Horizonte 2010: A hora das opções (2000) Identifica o controlo do tráfego e, em especial, o lugar do automóvel particular nas grandes aglomerações como principal problema a resolver entidades locais - A alternativa passa por promover veículos não poluentes e transportes públicos de qualidade . Revisão Intercalar (2006) Os transportes urbanos são responsáveis por 40% das emissões de CO2 dos transportes rodoviários e até 70% das emissões de outros poluentes provenientes dos transportes. Uma em cada três mortes em acidentes rodoviários ocorre nas cidades. Os problemas de congestionamento estão também concentrados nas cidades e em torno delas. Como aumentar a mobilidade, reduzindo simultaneamente os congestionamentos, os acidentes e a poluição,são o desafio comum de todas as grandes cidades – Acção proposta: Livro Verde http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=COM:2006:0314:FIN:PT:PDF e www.imtt.pt )
  • As medidas e acções definidas são a reafirmação de princípios e objectivos, sendo assumida a preocupação de as vir a aprofundar e integrar nas diversas políticas e instrumentos existentes e a desenvolver pela Comissão – estudos, partilha, observatório, etc.
  • A concretização da RAR foi incluída como acção do Plano de Actividades do IMTT. Foi feita uma proposta de concretização da RAR pelo IMTT com constituição grupo de trabalho e calendário de actividades remetida à SET em Abril de 2009 IMTT propôs integrar também a Saúde/ Administração Interna/ Juventude e Desporto ao nível da AP. Stakeholders e associações essenciais.
  • Consulta pública PET terminou a 3 de Novembro Realizaçao O.O. 3.4: Extensão das ciclovias e vias pedonais existentes nos espaços urbanos
  • Outras medidas incluídas noutros objectivos operacionais Educação/ formação para a Segurança rodoviária considerando Manual (ANSR) Do grupo de trabalho faziam parte: ANSR (COORD), IMTT, LNEC, INR, PRP, PSP, IEP, AMAL, CML Muitas das acções estavam previstas ainda em 2009, mas não foram iniciadas Concepção e Elaboração de um Manual técnico e de Boas Práticas para melhoria do ambiente rodoviário em meio urbano que englobe : - Qualificação de percursos pedonais; - Qualificação de percursos cicláveis; - Criação de Zonas de 30 Km/h; - Criação de Zonas Residenciais; Pretende-se definir um conjunto de técnicas/boas práticas a aplicar na resolução de problemas identificados ao nível da mobilidade em meio urbano, no tocante aos modos suaves, bem como formas de implementação das normas previamente estabelecidas para criação das zonas de 30 Km/h e zonas residenciais (mistas e de coexistência). dirigido aos técnicos das entidades gestoras das vias e das localidades onde as acções serão implementadas. O documento será elaborado de modo a proceder a uma identificação de “problemáticas-tipo”, para as quais serão propostas soluções por intermédio de “Fichas de Apoio à decisão”. Tais fichas integrarão o referido Manual e serão documentos de trabalho que deverão permitir identificar, diagnosticar e tipificar os problemas, bem como sugerir as abordagens
  • PL revisão do código da estrada, foram 1º apreciados separadamente no âmbito da Comissão de Transportes e Obras Públicas. Foi decido juntar estes PL relacionados com modos suaves com os que resultaram nas RAR. Foi solicitado novamente parecer ao IMTT por via da SET e da ANSR/ CSR No final da legislatura as propostas foram ambas rejeitadas IMTT apresentou candidatura conjunta com Universidades à Fundação para a Ciência e Tecnologia (2009) para a realização de um Programa de Promoção da Mobilidade Ciclável.
  • Foi preciso consultar vários sites. Algumas empresas não têm a informação clara. Muita informação sites / blogs utilizadores Por vezes a possibilidade de transportar depende do «motorista» ou «revisor», não permitindo saber à partida para quem quer viajar de bicicleta aquilo com que pode contar. Mesmo para bicicletas desmontáveis. Não são usados suportes para bicicletas nos autocarros. Existem algumas experiências interessantes. Mesmo lá fora o transporte de bicicletas é restrito em dias, horas e carreiras Seria interessante ao nível do turismo estabelecer a ligação entre as ciclovias – nomeadamente as contruídas a partir da recuperação das antigas ferrovias e o transporte público. Ex. ligação até Santa Comba Dão e depois de bicicleta no novo percurso ciclável até Viseu CP : Gratuito sem limitações horárias. "Cada Cliente pode transportar apenas uma bicicleta. Comboios Urbanos : aconselhado o transporte nas carruagens identificadas para o efeito. Comboios Regionais : "dirigir-se ao Operador de Revisão - emitir o título de transporte (do cliente) e garantir, ou não, o transporte do velocípede, sujeito a limitações do espaço disponível e da tipologia do material circulante utilizado" Metropolitano de Lisboa : Gratuito com horário condicionado: dias úteis a partir das 20h00 e fins-de-semana e feriados. "máximo 2 bicicletas por carruagem e desde que não se verifiquem grandes aglomerações de passageiros" Fertagus : Gratuito com horário condicionado - todos os dias da semana, excepto às Horas de Ponta nos dias úteis, ou grandes aglomerações de passageiros. Cada Passageiro pode transportar apenas um velocípede. Em cada carruagem máximo dois velocípedes" Transtejo/Soflusa : Gratuito sem limitações horárias nas seguintes ligações Montijo - Cais do Sodré: lotação de 3 bicicletas Seixal - Cais do Sodré: lotação de 3 bicicletas Trafaria - Porto Brandão - Belém: lotação de 15 bicicletas. Nota: Na Trafaria Cacilhense a lotação 6 Bicicletas. Barreiro - Terreiro do Paço: a lotação 2 bicicletas 06h30 - 09h30 Sul/Norte, e 17h00-20h00 Norte/Sul. Fora destes períodos 5 bicicletas. Cacilhas - Cais do Sodré - não é permitido dias úteis 06h30 -09h30 Sul/Norte, e 17h00-20h00, Norte/Sul. lotação 3 bicicletas Carris: Gratuito com horário e ligações condicionadas. Aos fins-de-semana e feriados, nas carreiras 21 (Saldanha-Moscavide), 24 Alcântara –Pontinha, 25 – Oriente – Prior Velho, 31 Av. José Malhoa – Moscavide, 708 (Martim Moniz - Parque das Nações) e 723 (Desterro - Algés). "Cada autocarro tem capacidade para quatro bicicletas“ Metro do Porto – 2ª a sábado 10h-17h e 19h-24h, Domingo qualquer hora. Máximo 4 velocípedes/ veículo, não prejudicando restantes clientes
  • 8 países membros oficiais (focal point), mas muitas mais entidades participam Portugal aderiu em 2009 – IMTT
  • 12. Imtt Isabel Seabra V2

    1. 1. Políticas e Orientações para a Mobilidade Ciclável Isabel Seabra – Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres (IMTT) Gabinete de Planeamento Inovação e avaliação (GPIA)
    2. 2. Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres Criado em 2007 A sua Lei Orgânica refere expressamente o conceito de mobilidade sustentável e a necessidade de promover a intermodalidade , optimizar o desempenho global dos modos de transporte público, com incremento da sua utilização e com redução do congestionamento gerado pelo transporte individual , assim como a perspectiva de retomar a prática do planeamento integrado Na sua Missão estão inscritas, as funções de  Regulação, fiscalização e exercício de funções de coordenação e planeamento do sector dos transportes terrestres ;  Supervisão e regulamentação das actividades desenvolvidas, visando satisfazer as necessidades de mobilidade de pessoas e bens, com promoção da segurança, da qualidade e dos direitos dos utilizadores dos transportes.
    3. 3. I Abordagem da Mobilidade Ciclável na E.U. <ul><li>Vários documentos técnicos e políticos europeus </li></ul><ul><li>Afirmam a necessidade da transferência das deslocações do automóvel para soluções mais eficientes </li></ul><ul><li>São a favor da valorização dos modos suaves . </li></ul><ul><li>Relatório do Grupo de Peritos sobre o Ambiente Urbano das Cidades Europeias Sustentáveis (1996) </li></ul><ul><li>Cidades para Bicicletas, Cidades de Futuro (2000) </li></ul><ul><li>Livro Branco: A Política Europeia no Horizonte 2010: A hora das opções (2000) </li></ul><ul><li>Revisão Intercalar (2006) </li></ul><ul><li>http//europa.eu </li></ul><ul><li>Como melhorar a mobilidade, </li></ul><ul><li>reduzindo simultaneamente os congestionamentos, os acidentes e a poluição </li></ul><ul><li>Desafio comum de todas as grandes cidades </li></ul><ul><li>Acção Livro Verde </li></ul>
    4. 4. Li A promoção das deslocações a pé e de bicicleta é definida como uma das opções centrais para fazer face ao congestionamento das vilas e das cidades e à melhoria da mobilidade. A resposta portuguesa sugere « uma estratégia comum de acção das autoridades públicas, a nível central e local » para a promoção das deslocações a pé e de bicicleta num esforço em vários domínios desde a educação da população, à consagração de direitos dos modos suaves, à construção de infra-estruturas , etc. www.imtt.pt <ul><li>Debate - em 2008, organizado pelo IMTT- sobre o Livro Verde para a elaboração da resposta nacional, bastante alargado e participado: </li></ul><ul><ul><li>cerca de 800 participantes nos Workshops de Lisboa e Porto </li></ul></ul><ul><ul><li>+ 20 conferencistas por workshop </li></ul></ul><ul><ul><li>+ 100 contributos </li></ul></ul>Livro Verde para uma nova cultura da Mobilidade (2007)
    5. 5. Plano de Acção para a Mobilidade Urbana - C.E. (2009) <ul><li>20 medidas a lançar progressivamente até 2012 </li></ul><ul><li>Objectivo: incentivar e ajudar as autoridades locais, regionais e nacionais a atingir os seus objectivos no âmbito da mobilidade urbana sustentável , através de um pacote de acções e propostas na área da mobilidade urbana. </li></ul><ul><li>As acções previstas abrangem várias áreas </li></ul><ul><li>segundo dois grandes eixos de actuação : </li></ul><ul><ul><li>o estudo, recolha, tratamento e disponibilização de informação; </li></ul></ul><ul><ul><li>o financiamento e as políticas de incentivos à adopção de boas práticas. </li></ul></ul><ul><ul><li> informação de transportes; </li></ul></ul><ul><ul><li> direitos dos passageiros; </li></ul></ul><ul><ul><li> melhoria do planeamento e ordenamento </li></ul></ul><ul><ul><li> transportes mais verdes; </li></ul></ul><ul><ul><li> partilha de experiências e financiamento </li></ul></ul>
    6. 6. II Abordagem Nacional Mobilidade Ciclável A necessidade de encontrar e promover alternativas de mobilidade mais sustentável, recorrendo a modos menos poluentes de transporte valorizando os modos suaves, está cada vez mais presente nos diversos planos e estratégias de diferentes sectores. É uma Questão Transversal Transportes e Mobilidade Ordenamento do Território Mas Importa desenvolver esforços para garantir uma Visão Integrada na abordagem dos Modos Suaves : Peões, bicicletas… Ambiente e Desenvolvimento Sustentável Segurança Rodoviária Desporto Turismo Saúde Educação
    7. 7. <ul><li>Estabelecimento de metas verificáveis, como a de aumentar a percentagem de ciclistas em circulação; </li></ul><ul><li>Desenvolvimento de campanhas e estratégias de sensibilização e acções de educação para a utilização de meios de transporte em segurança; </li></ul><ul><li>Reforço dos meios em contexto escolar, visando a aprendizagem de utilização da bicicleta e outros modos de mobilidade suave em segurança e a aprendizagem de regras de trânsito; </li></ul><ul><li>Promoção do diálogo e reflexão entre entidades públicas e os diferentes níveis de poder e de responsabilidade com vista a derrubar barreiras aos modos de mobilidade suave; </li></ul><ul><li>Apoio a projectos de investigação e à implementação de projectos-piloto em espaço urbano nacional visando melhorar a integração de diferente formas de mobilidade e a sua interacção com os sistemas de transporte público. </li></ul>II Abordagem Nacional Mobilidade Ciclável (cont.) Plano Nacional de Promoção da Bicicleta e dos Modos Suaves Resolução da Assembleia da República nº 3/2009 de 5/2 Objectivos:
    8. 8. <ul><li>IMPLEMENTAÇÂO </li></ul><ul><li>Grupo de trabalho interministerial: </li></ul>Resolução da Assembleia da República nº 3/2009 de 5/2 II Abordagem Nacional Mobilidade Ciclável (cont.) « Recomenda ao Governo a promoção de redes de modos suaves a integrar nos planos de mobilidade urbana, no âmbito do Decreto-Lei nº 380/99 de 22 de Setembro, e da Lei de Bases do Sistema de Transportes Terrestres, aprovada pela Lei nº 10/90 de 17 de Março.» Adequação da regulamentação do artigo 86º do Decreto-lei nº 380/99 de 22/9 (que define o Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial), no sentido de criar «um quadro regulador dos planos de mobilidade dos municípios que contemple as redes de modos suaves de transporte» . O artº 86º estabelece o conteúdo documental de um Plano Director Municipal (peças obrigatórias) Transportes/ Ambiente/ Ordenamento/ Educação/ Autarquias (ANMP)/ Conselho Nacional de Desenvolvimento Sustentável IMTT sugeriu ao Governo agregar outros Sectores- Saúde, Juventude e Desporto, Administração Interna.
    9. 9. PET- Plano Estratégico de Transportes - MOPTC (2009) <ul><li>Visão: Compete ao Estado o planeamento e ordenamento global do sistema, garantindo que a política de ordenamento do território e afectação do uso do solo estará articulada com os princípios da mobilidade sustentável, promovendo uma rede urbana equilibrada, de forma a minimizar as necessidades de viagens motorizadas e promovendo a utilização dos modos suaves </li></ul><ul><li>Ponto Fraco Governância: Debilidade das políticas públicas de transportes em favor do TC e modos suaves. </li></ul><ul><li>Objectivo Específico 3: Mobilidade urbana mais compatível com uma elevada qualidade de vida </li></ul><ul><ul><li>Objectivo Operacional 3.4: Acentuado crescimento da utilização dos modos suaves na mobilidade urbana </li></ul></ul><ul><li>Define Planos Sectoriais a produzir (entre os quais) : </li></ul><ul><ul><li>Estratégia Nacional para o Desenvolvimento do Uso dos Modos Suaves , a concluir até Dezembro de 2010. </li></ul></ul>
    10. 10. Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária (MAI-ANSR) (2009) <ul><li>Peões identificados como um dos principais grupos de risco em meio urbano. </li></ul><ul><li>Objectivo Operacional 11 ENSR - Melhoria do ambiente rodoviário em meio urbano </li></ul><ul><li>« Pretende-se promover a requalificação dos espaços públicos urbanos, visando assegurar condições de segurança para a circulação de peões e ciclistas através, designadamente, da redução da velocidade de circulação em zonas críticas.» </li></ul><ul><li>Levantamento de documentos técnicos e legais (ANSR) </li></ul><ul><li>Definição regime de circulação e critérios técnicos para «zonas residenciais/ mistas /coexistência» e 30 km/h (ANSR) </li></ul><ul><li>Manual Técnico e de Boas Práticas para a Melhoria do Ambiente Rodoviário em Meio Urbano (Responsável pela coordenação -IMTT. Execução: 2010/2011) </li></ul><ul><li>Intervenções Piloto e sua monitorização (ANSR/ AMAL) </li></ul><ul><li>Recomendações a introduzir no Código da Estrada para peões e ciclistas (ANSR – Grupo CE) </li></ul><ul><li>Estudo das condições para realização acções de comunicação a nível local ( ANSR) </li></ul><ul><li>Estudo pormenorizado de acidentes envolvendo peões e ciclistas e meio urbano (ANSR/GNR/PSP) </li></ul>RCM 54/2009 de 26/6
    11. 11. Estudos em Curso no IMTT <ul><li>Como contribuir para melhores práticas em favor de uma mobilidade sustentável? </li></ul><ul><li>Como qualificar e aprofundar o Planeamento e a Acção, a nível local, com este objectivo? </li></ul>a. Através dos Planos Municipais de Ordenamento do Território (PMOT): PDM, PU e PP b. Através de instrumentos específicos - Linhas estratégicas, planos, programas e projectos de Acessibilidade, Mobilidade e Transportes 2 caminhos para responder a esta questão
    12. 12. a. Através dos Planos Municipais de Ordenamento do Território (PMOT): PDM, PU e PP (execução em curso) <ul><li>GUIÃO ORIENTADOR PARA A ABORDAGEM DAS ACESSIBILIDADES, MOBILIDADE E TRANSPORTES NOS PLANOS MUNICIPAIS DE ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO (PDM, PU E PP) </li></ul>Documento técnico de apoio dirigido às equipas técnicas que elaboram e acompanham a elaboração dos PMOT Produção de <ul><li>conceitos e reflexões / preocupações – chave e guide lines técnicas. </li></ul><ul><li>questões de mobilidade acessibilidade e transportes nas Avaliações de Impacto Ambiental (AIA) </li></ul><ul><li>eventuais recomendações para a revisão de legislação urbanística </li></ul>
    13. 13. b. ATRAVÉS DE INSTRUMENTOS ESPECÍFICOS (execução em curso) <ul><li>DIRECTRIZES NACIONAIS PARA A MOBILIDADE </li></ul><ul><li>GUIA PARA ELABORAÇÃO DE PLANOS DE EMPRESAS E SERVIÇOS </li></ul><ul><li>Grandes geradores / atractores de deslocações </li></ul><ul><li>PROGRAMA DE APOIO TÉCNICO-FINANCEIRO DO ESTADO </li></ul><ul><li>GUIA PARA ELABORAÇÃO DE PLANOS DE MOBILIDADE: </li></ul><ul><li> Mobilidade urbana: AM, outras aglomerações urbanas </li></ul><ul><li>(centros urbanos e espaços periurbanos envolventes), </li></ul><ul><li>de média e pequena dimensão; </li></ul><ul><li> Acessibilidade / Mobilidade em espaços supra municipais </li></ul><ul><li>SOLUÇÕES DE MOBILIDADE SUSTENTÁVEL – Colecção de FICHAS TEMÁTICAS </li></ul>V . METODOLOGIAS E INSTRUMENTOS TÉCNICOS – Colecção de FICHAS TÉCNICAS
    14. 14. <ul><li> Planos para Melhoria da Qualidade do Ar ( CCDR-2009 ) www.imtt.pt </li></ul><ul><li>Norte - Medidas concretas de promoção do uso das bicicletas através da construção de vias cicláveis/ ciclovias (V.N.Famalicão, Guimarães) </li></ul><ul><li>Lisboa e Vale do Tejo - Promoção dos Modos Suaves na mobilidade (inscrito como P&M) </li></ul><ul><li>Conjunto de medidas desenvolvidas com o objectivo de promover a introdução dos modos “suaves”, como deslocações a pé e em bicicleta. Deste conjunto de medidas fazem parte a criação e promoção do uso de redes cicláveis, para que os modos “suaves” representem uma alternativa eficiente, segura e fiável de transporte urbano (Almada, Barreiro, Cascais, Lisboa, Moita, Odivelas, Setúbal e V. F. Xira com medidas diversas). </li></ul><ul><li>Propostas de Revisão do Código da Estrada - http://www.parlamento.pt </li></ul><ul><li>Partido Ecologista os Verdes PL 638/X e Bloco de Esquerda PL 580/X ) </li></ul><ul><li>Melhoria do Código da Estrada, integrando questões para garantia de uma melhor segurança de ciclistas e peões: prioridade, posição de marcha, distância de segurança, mudança de direcção, ultrapassagem, circulação em grupo, circulação de crianças no passeio, capacete…Projectos apresentados na última legislatura, fundidos na Comissão de Obras Públicas, não aprovados em Plenário </li></ul><ul><li> Carta dos Peões </li></ul><ul><li>Proposta de Carta dos Peões - Ministério da Administração Interna - em 2007, com contrapropostas do IMTT em 2008/2009. Não publicada. </li></ul>Participação do IMTT noutras iniciativas:
    15. 15. Sobre a Utilização de bicicletas nos Transportes Públicos <ul><li>Diversas empresas de transportes permitem já hoje o transporte da bicicleta </li></ul><ul><li>Mas, ainda há muito a fazer: </li></ul><ul><li>Melhoria da Informação ao Público </li></ul><ul><li>Clarificação das condições de serviço </li></ul><ul><li>Ampliação e generalização do serviço a todos os modos e em todo o território (a possibilidade de transportar bicicleta restringe-se a determinados operadores, áreas territoriais, dias, horas, serviços e condições) </li></ul><ul><li>No caso do modo rodoviário essa opção é quase inexistente. </li></ul>
    16. 16. EPOMM - Plataforma Europeia para a Gestão da Mobilidade Portugal aderiu em 2009, à EPOMM , plataforma de países europeus cujo objectivo é divulgar e disseminar políticas, instrumentos e práticas de Gestão da Mobilidade . O IMTT é o ponto focal no nosso País Mas o que é a Gestão da Mobilidade? Objectivos: Promover e contribuir para o desenvolvimento da GM na Europa Apoiar a troca activa de informação e de conhecimento sobre GM na Europa www.epomm.org / Gestão da Mobilidade (GM) é um conceito que pretende promover o transporte sustentável e gerir a procura da utilização do automóvel através da mudança das atitudes e do comportamento dos cidadãos. Envolve a adopção de Medidas soft – informação e comunicação, organização de serviços e coordenação de actividades de diferentes parceiros;  Medidas que Reforçam na maior parte dos casos a eficácia de medidas hard no âmbito do transporte urbano (por exemplo, novas linhas de eléctricos, estradas e ciclovias).  Não exigem necessariamente avultados investimentos financeiros e podem ter um elevado rácio custo-benefício.
    17. 17. MAIS INFORMAÇÕES <ul><li>Todos os documentos referidos ou estão residentes ou podem ser acedidos através de links em </li></ul><ul><li>www.imtt.pt </li></ul>
    18. 18. Gabinete de Planeamento Avaliação e Inovação Isabel Carvalho Seabra ( [email_address] ) Catarina Marcelino ( [email_address] ) Sérgio Pinheiro ( [email_address] ) www.imtt.pt

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