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  1. 1. FFEEEEDDBBAACCKK FFaattoorr ddee aavvaalliiaaççããoo ddoo mmoovviimmeennttoo
  2. 2. IIIINNNNFFFFOOOORRRRMMMMAAAAÇÇÇÇÃÃÃÃOOOO FEEDBACK DDDDEEEESSSSCCCCRRRRIIIITTTTIIIIVVVVAAAA • Sinônimos: “Informação de retorno”, reentrada, realimentação, retroalimentação • Mecanismo de retroação que permite controlar a ação produzida • Reaferência que comporta a diferença entre o objetivo desejado e a resposta obtida • Referência de avaliação para detecção e correção do movimento
  3. 3. IIIINNNNFFFFOOOORRRRMMMMAAAAÇÇÇÇÃÃÃÃOOOO FEEDBACK DDDDEEEESSSSCCCCRRRRIIIITTTTIIIIVVVVAAAA Processamento Entrada Saída Godinho, 2002; Magill, 2000 Centro de controle do movimento Efetores do movimento Feedback Comandos do movimento Feedback
  4. 4. EEEEssssttttíííímmmmuuuulllloooo IIddeennttiiffiiccaaççããoo ddoo eessttíímmuulloo SSeelleeççããoo ddaa rreessppoossttaa PPrrooggrraammaaççããoo ddaa rreessppoossttaa PPPPrrrrooooggggrrrraaaammmmaaaa mmmmoooottttoooorrrr MMMMeeeedddduuuullllaaaa eeeessssppppiiiinnnnhhhhaaaallll MMMMúúúússssccccuuuulllloooossss RRRReeeessssppppoooossssttttaaaa RReessuullttaaddoo ddoo mmoovviimmeennttoo MODELO DE PERFORMANCE CCCCoooommmmppppaaaarrrraaaaddddoooorrrr HUMANA Adaptado de Schmidt e Wrisberg (2010) Erro Estado desejado Feedback proprioceptivo Feedback exteroceptivo Conhecimento de resultados Conhecimento de performance Estado real Feedback proprioceptivo M1 M2
  5. 5. FEEDBACK IIIINNNNFFFFOOOORRRRMMMMAAAAÇÇÇÇÃÃÃÃOOOO DDDDEEEESSSSCCCCRRRRIIIITTTTIIIIVVVVAAAA Informação que o executante recebe, durante ou depois do movimento, de fontes externas ou de seu próprio sistema sensorial, relativa à execução ou resultado do movimento Fairbrother, 2012; Godinho, 2002; Magill, 2000; Schmidt e Wrisberg, 2010
  6. 6. IIIINNNNFFFFOOOORRRRMMMMAAAAÇÇÇÇÃÃÃÃOOOO DDDDEEEESSSSCCCCRRRRIIIITTTTIIIIVVVVAAAA FEEDBACK INTRÍNSECO (FI) Informação que o executante recebe sobre o movimento de si próprio pelos órgãos do sentidos Fairbrother, 2012; Godinho, 2002; Magill, 2000; Schmidt e Wrisberg, 2010
  7. 7. IIIINNNNFFFFOOOORRRRMMMMAAAAÇÇÇÇÃÃÃÃOOOO DDDDEEEESSSSCCCCRRRRIIIITTTTIIIIVVVVAAAA FEEDBACK EXTRÍNSECO (FE) Informação que o executante recebe sobre o movimento de fontes externas (professor, técnico, colega, juiz)
  8. 8. IIIINNNNFFFFOOOORRRRMMMMAAAAÇÇÇÇÃÃÃÃOOOO DDDDEEEESSSSCCCCRRRRIIIITTTTIIIIVVVVAAAA FEEDBACK EXTRÍNSECO Conhecimento de resultado (CR): informação sobre o resultado do movimento relativamente ao objetivo ambiental
  9. 9. IIIINNNNFFFFOOOORRRRMMMMAAAAÇÇÇÇÃÃÃÃOOOO DDDDEEEESSSSCCCCRRRRIIIITTTTIIIIVVVVAAAA FEEDBACK EXTRÍNSECO Conhecimento de performance (CP): informação sobre o padrão de movimento executado
  10. 10. IIIINNNNFFFFOOOORRRRMMMMAAAAÇÇÇÇÃÃÃÃOOOO DDDDEEEESSSSCCCCRRRRIIIITTTTIIIIVVVVAAAA FEEDBACK EXTRÍNSECO Funções Motivacional (vontade de realizar, manter a atenção) Informacional (orienta p/ resposta apropriada) Relacional (comandos motores/resposta) Adams, 1987; Chiviacosky, 2008; Magill, 2000; Schmidt e Wrisberg, 2001; Salmoni et al., 1984
  11. 11. IIIINNNNFFFFOOOORRRRMMMMAAAAÇÇÇÇÃÃÃÃOOOO DDDDEEEESSSSCCCCRRRRIIIITTTTIIIIVVVVAAAA FEEDBACK EXTRÍNSECO Princípios • Uso efetivo da informação • Atenção e memória • Capacidade limitada de processar informação • Tarefa: contínua ou discreta • Ajuste ou confirmação Adams, 1987; Chiviacosky, 2008; Magill, 2000; Schmidt e Wrisberg, 2001; Salmoni et al., 1984
  12. 12. IIIINNNNFFFFOOOORRRRMMMMAAAAÇÇÇÇÃÃÃÃOOOO DDDDEEEESSSSCCCCRRRRIIIITTTTIIIIVVVVAAAA FEEDBACK EXTRÍNSECO Estudos pioneiros (1930) Mais é melhor: o feedback extrínseco deve ser presente, freqüente e preciso
  13. 13. IIIINNNNFFFFOOOORRRRMMMMAAAAÇÇÇÇÃÃÃÃOOOO DDDDEEEESSSSCCCCRRRRIIIITTTTIIIIVVVVAAAA FE – Presença/Ausência Fornecer FE é melhor que nao fornecer, mesmo em tarefas em que o FE é redundante (BILODEAU, BILODEAU & SCHUMSKY, 1959; HO & SHEA, 1978; WRISBERG & SCHMIDT, 1975)
  14. 14. IIIINNNNFFFFOOOORRRRMMMMAAAAÇÇÇÇÃÃÃÃOOOO DDDDEEEESSSSCCCCRRRRIIIITTTTIIIIVVVVAAAA FE – Momento de Fornecimento Tempo pré-FE: nem muito longo, nem muito curto~ 3s Tempo pós-FE: não deve ser curto; ~ 5s (GALLAGER & THOMAS, 1980; LORGE & THORNDIKE, 1935; MAGILL, 1977; MULDER & HULSTIJN, 1985; SWINNEN, SCHMIDT, NICHOLSON & SHAPIRO, 1990)
  15. 15. IIIINNNNFFFFOOOORRRRMMMMAAAAÇÇÇÇÃÃÃÃOOOO DDDDEEEESSSSCCCCRRRRIIIITTTTIIIIVVVVAAAA FE – Atividade durante o intervalo entre tentativas É prejudicial, exceto quando o aprendiz estima verbalmente o erro (ANDERSON, MAGILL & SEKIYA, 1994; BENEDETTI & McCULLAGH, 1987; MAGILL, 1988; MARTENIUK, 1986; SWINNEN, 1990; TANI, MEIRA JR. & GOMES, 2005)
  16. 16. IIIINNNNFFFFOOOORRRRMMMMAAAAÇÇÇÇÃÃÃÃOOOO DDDDEEEESSSSCCCCRRRRIIIITTTTIIIIVVVVAAAA FE com mensagem errada O aprendiz tende a seguir a informação errada (BUEKERS, MAGILL & HALL, 1992; BUEKERS, MAGILL & SNEYERS, 1994; McNEVIN, MAGILL & BUEKERS, 1994)
  17. 17. IIIINNNNFFFFOOOORRRRMMMMAAAAÇÇÇÇÃÃÃÃOOOO DDDDEEEESSSSCCCCRRRRIIIITTTTIIIIVVVVAAAA FE - Precisão Qualitativa e geral no início Quantitativa e específica mais à frente (BENNETT & SIMMONS, 1984; CHIVIACOWSKY & GODINHO, 1997; MAGILL & WOOD, 1986; SCARINGE, CHEN & ROSS, 2002; WRIGHT, SMITH-MUNYON & SIDAWAY, 1997)
  18. 18. IIIINNNNFFFFOOOORRRRMMMMAAAAÇÇÇÇÃÃÃÃOOOO DDDDEEEESSSSCCCCRRRRIIIITTTTIIIIVVVVAAAA FE- Frequência Quanto mais informação, melhor?
  19. 19. IIIINNNNFFFFOOOORRRRMMMMAAAAÇÇÇÇÃÃÃÃOOOO DDDDEEEESSSSCCCCRRRRIIIITTTTIIIIVVVVAAAA FE- Frequência Não! Porque FE frequente causa dependência, prejudicando a autonomia do aprendiz (CHEN, 2002; CHIVIACOWSKY & TANI, 1993, 1997; CHIVIACOWSKY & WULF, 2002; DUNHAM & MUELLER, 1993; LUSTOSA DE OLIVEIRA, 2002; SHERWOOD, 1988; WULF & SCHMIDT, 1996; YAO, 2003)
  20. 20. IIIINNNNFFFFOOOORRRRMMMMAAAAÇÇÇÇÃÃÃÃOOOO DDDDEEEESSSSCCCCRRRRIIIITTTTIIIIVVVVAAAA FE – Frequência (modos de fornecimento) • Frequente (em 100% das tentativas) • Reduzido: Decrescente, Médio, Sumário e Com Faixa de amplitude (DUNHAM & MUELLER, 1993; WINSTEIN, POHL & LEWTHWAITE, 1994; WULF & SCHMIDT, 1989) (WEEKS & SHERWOOD, 1994; WULF & SCHMIDT, 1996; YAO, 2003; YOUNG & SCHMIDT, 1992) (GABLE, SHEA & WRIGHT, 1991; SCHMIDT, LANGE & YOUNG, 1990; SIDAWAY, (CHEN, 2002; GOODWIN & MEEUWSEN, 1995; SHERWOOD, 1988; TANI, MEIRA JR. & GOMES, 2005) CASTRO, 1988; CHIVIACOWSKY & GODINHO, 2004; CHIVIACOWSKY & TANI, 1993, 1997; GODINHO, 1992; LAI & SHEA, 1999; LUSTOSA DE OLIVEIRA, 2002; TANI, MEIRA JR. & TANI, 2005; WRISBERG & WULF, 1997; WULF, LEE & SCHMIDT, 1994; WULF, 1992a; 1992b; WULF, LEE & SCHMIDT, 1994; WULF & SCHMIDT, 1989; WRISBERG & WULF, 1997; WULF, SCHMIDT & DEUBEL, 1993; CHIVIACOWSKY & TANI, 1997; LAI & SHEA, 1999)
  21. 21. IIIINNNNFFFFOOOORRRRMMMMAAAAÇÇÇÇÃÃÃÃOOOO DDDDEEEESSSSCCCCRRRRIIIITTTTIIIIVVVVAAAA FE AUTOCONTROLADO • Melhor que externamente controlado • Após as boas tentativas (CHIVIACOWSKY, 2000; CHIVIACOWSKY & WULF, 2002; CHIVIACOWSKY ET AL., 2007, 2008)
  22. 22. IIIINNNNFFFFOOOORRRRMMMMAAAAÇÇÇÇÃÃÃÃOOOO DDDDEEEESSSSCCCCRRRRIIIITTTTIIIIVVVVAAAA FEEDBACK EXTRÍNSECO SÍNTESE Fornecer FE reduzido, geral, correto e quando solicitado pelo aprendiz

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