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Advertência:
O conteúdo desta apresentação é de propriedade da Cemig, não sendo
permitida a reprodução ou divulgação deste...
Lições Aprendidas com o Premiar
Posição no Mercado
 Maior rede de distribuição de energia elétrica da América do Sul e uma das
quatro maiores do mundo, c...
Classificação: Público
Apresentação Institucional - Grupo Cemig
Reconhecimento
Selecionada, pelo 15º ano consecutivo, para compor a
carteira do Dow Jones Sustainability World Index. A Ce...
Programa Especial de Manejo
Integrado de Árvores e Redes
Elaboração de
programa
estratégico de
projetos de
qualidade e
sus...
Objetivos Estratégicos
1- Assegurar estratégia e procedimentos que busquem a qualidade do fornecimento da
energia elétrica...
Benefícios
1 – Maior aproximação com os gestores da arborização urbana
2- Desenvolvimento de uma cultura voltada Gestão de...
1. 2009 Geoárvores
2. 2010 Rosa dos Ventos
3. 2010 Art. Corredores Ventos T&D World
4. 2010 Bosque da Ribeira
5. 2010 Curs...
R$ 0.00
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PORQUÊ
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Benefício
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Estratégicos
Desenvolver projetos e ações alinhadas à estratégia;
Liderar a mudança;
Prever e comunicar um futuro melhor;
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Princípios para Gestão de Projetos
Justificar-se continuamente para o negócio;
Aprender com a experiência;
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Perguntas dos patrocinadores
O que se espera de mim no âmbito do Projeto?
O que devo esperar do líder do projeto?
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Projeto
Plano de
Negócios
Organização
Qualidade
Plano
Mudança
Progresso
Temas para Gestão de Projetos
Por quê?
Quem?
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Fluxo de Desenvolvimento do
Plano de Negócios
IniciaçãoPré-Projeto
Estágios de entrega
subsequentes
Estágio de
entrega fin...
Estrutura de um programa
Grupo de Patrocinadores
Conselho do Programa
Responsável
Sênior
Conselho do Projeto Conselho do P...
Gestão Corporativa ou do Programa
Projeto
Estágio
Pacote de
Trabalho
Estrutura do Projeto
Conselho do Projeto
Usuário
Sêni...
Ser responsável pelo Projeto;
Fornecer orientação ad hoc;
Delegar de forma eficaz;
Facilitar a integração interfuncional ;...
Uso dos conselhos de orientação
Usuário Sênior Fornecedor SêniorExecutivo
Garantia do Projeto
do Usuário
Garantia do Proje...
MUDANÇA
Mudanças são inevitáveis durante o
ciclo do projeto!
Tolerâncias são derivações admissíveis para mais ou
para menos sobre tempo, custo, qualidade, escopo,
benefícios e riscos....
Nível 1 -
Inicial
Nível 5 -
Otimizado
Nível 4 -
Previsível
Nível 3 -
Definido
Nível 2 -
Gerenciado
EvoluçãodaEficiênciadaE...
Fonte: Traduzido de Lockamy et al.
SCM Maturity Model
Maturidade não é
medida pela idade.
Ela está na atitude
construída pela
experiência.
Nome: Carlos Alberto
E-mail: casal@cemig.com.br
OBRIGADO.
Lições Aprendidas - Premiar
• Foto Mandela: http://leftfootforward.org/images/2013/12/Mandela.png
• Foto Papa Francisco: http://acritica.uol.com.br/bu...
Gestão de partes interessadas
Gestão de partes interessadas
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Gestão de partes interessadas

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Apresentação sobre gestão de partes interessadas.

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Gestão de partes interessadas

  1. 1. Advertência: O conteúdo desta apresentação é de propriedade da Cemig, não sendo permitida a reprodução ou divulgação deste material de forma total ou parcial sem prévia e expressa autorização. Classificação: Público
  2. 2. Lições Aprendidas com o Premiar
  3. 3. Posição no Mercado  Maior rede de distribuição de energia elétrica da América do Sul e uma das quatro maiores do mundo, com 525.224 km;  Maior distribuidora do Brasil (número de consumidores, energia transportada e extensão de rede), com 12% do mercado;  Maior fornecedora de energia para clientes livres do País, com 25% do mercado;  3º maior grupo gerador do Brasil (capacidade instalada) – 7.717 GW – com 7% do mercado;  2º maior grupo transmissor do Brasil* – 15.650 km, com 24% do mercado. *Com inclusão da Taesa , TBE e Abengoa Classificação: Público Apresentação Institucional - Grupo Cemig
  4. 4. Classificação: Público Apresentação Institucional - Grupo Cemig
  5. 5. Reconhecimento Selecionada, pelo 15º ano consecutivo, para compor a carteira do Dow Jones Sustainability World Index. A Cemig continua sendo a única empresa do setor elétrico na América Latina a fazer parte desse Índice, desde 2000, quando foi anunciada a primeira edição. É uma das três empresas brasileiras e a única do segmento elétrico da América Latina que integra o seleto grupo do Índice Global Dow, promovido pela Dow Jones Indexes. Selecionada, pela 9ª vez consecutiva, como componente do Índice de Sustentabilidade da Bovespa e se mantém desde sua criação. Classificação: Público Apresentação Institucional - Grupo Cemig
  6. 6. Programa Especial de Manejo Integrado de Árvores e Redes Elaboração de programa estratégico de projetos de qualidade e sustentabilidade. Desenvolvimento da maturidade e das metodologias aderentes aos programas. Sustentabilidade na cadeia de valor como diferencial de produtividade e eficiência.
  7. 7. Objetivos Estratégicos 1- Assegurar estratégia e procedimentos que busquem a qualidade do fornecimento da energia elétrica reduzindo o número de interrupções causadas por árvores; 2 - Melhorar o convívio entre rede elétrica e a arborização urbana e estabelecer procedimentos para assegurar frequência e qualidade adequada das podas das árvores que tenham interferência com a rede elétrica; 3 - Criar mecanismos (alternativas tecnológicas, treinamento e procedimentos operacionais) que tenham como finalidade aprimorar o programa de manejo de vegetação; 4 - Assegurar o envolvimento da comunidade científica, dos órgãos ambientais, das comunidades locais e da sociedade nas soluções a serem elaboradas; 5 - Assegurar a reputação de empresa comprometida com o meio ambiente.
  8. 8. Benefícios 1 – Maior aproximação com os gestores da arborização urbana 2- Desenvolvimento de uma cultura voltada Gestão de Projetos 3 – Inovação das técnicas de Manejo 4 - Desenvolvimento de uma cultura de Manejo Integrado 5 – Fortalecimento da imagem da Cemig no âmbito da sustentabilidade 6 – Ações de manejo integrado sustentáveis 7 – Convivência harmônica entre arborização urbana e redes elétricas 8 – Redução do custo da poda 9 – Melhoria dos indicadores fornecimento de energia 10 - Cemig reconhecida como referência no Manejo Integrado de Arborização
  9. 9. 1. 2009 Geoárvores 2. 2010 Rosa dos Ventos 3. 2010 Art. Corredores Ventos T&D World 4. 2010 Bosque da Ribeira 5. 2010 Curso de Cap. de Arboristas 6. 2010 Curso de Capacitação em GP 7. 2010 Custos Interrupção de Energia Elétrica 8. 2010 Educação Ambiental 9. 2010 Espécies Piloto Arb. Urbana 10. 2010 Inventário 11. 2010 Premiar Uberlândia 12. 2010 Formação Green Belts 13. 2010 Oficina Prince2 14. 2011 Manual de Arborização 15. 2011 Corredores de Ventos 16. 2011 Artigo T&D World 17. 2011 Avaliação de Interrupções 18. 2011 Avaliação e Mon. da Arborização 19. 2011 Avaliação e Mon. do Plantio 20. 2011 Curso Poda Virtual 21. 2011 Manejo 22. 2011 Participação Social 23. 2011 PP Blindagem Av. Bandeirantes 24. 2011 PP de Plantio de Vedélia sob LT 25. 2011 Six Sigma Horto Seis 26. 2012 Artigo T&D World 27. 2012 Babita Camargos 28. 2012 Manejo 29. 2012 Otimização Manejo da Arborização 30. 2012 P&D 364 Demassar 31. 2012 P&D 509 Fer. Gestão Arborização 32. 2012 Participação Social 33. 2012 Preditivo 34. 2012 Premiar Contagem 35. 2012 Projeto Blindagem 36. 2013 Pacdea 37. 2013 Melhoria Processo Poda
  10. 10. R$ 0.00 R$ 2,000,000.00 R$ 4,000,000.00 R$ 6,000,000.00 R$ 8,000,000.00 R$ 10,000,000.00 R$ 12,000,000.00 2009/2010 2011 2012 2013 Total R$ 8,843,632.40 R$ 982,721.03 R$ 478,096.00 R$ 10,850.00 R$ 10,315,299.43 Retorno de mídia espontânea Premiar 2009 a 2013
  11. 11. Cultura Técnica Política
  12. 12. Sociedade Empresa Poder Público
  13. 13. FORMAÇÃO DE ARBORISTAS
  14. 14. GERENTES DA BHTRANS
  15. 15. TEATRO INFANTIL
  16. 16. MUDAS DE ALTO PADRÃO
  17. 17. PORQUÊ COMO O QUÊ Motivação Processo Produto Adaptado de Simon Sinek
  18. 18. PORQUÊ COMO O QUÊ Valores Ritos Símbolos Adaptado de Simon Sinek PREVER E COMUNICAR UM FUTURO MELHOR
  19. 19. HORENSO HO, de Hokoku = relatório REN, de Renraku = comunicação SO, de Sodan = consulta
  20. 20. É uma organização temporária criada com o propósito de entregar um ou mais produtos de negócio, de acordo com um Plano de Negócio pré- acordado e ligado ao Planejamento Estratégico. É organização temporária e flexível, criada para coordenar, dirigir e supervisionar a implementação de projetos e atividades para entregar resultados e benefícios voltados para os objetivos estratégicos da organização. Programa Projeto
  21. 21. Conselhos Executivos Órgãos Reguladores Direcionamento e Supervisão Direcionamento e Supervisão Direcionamento e Supervisão Governança EGPs Executivos Gerência Sênior Gerência Atividades EstratégicoTático Gerentes Sêniores Patrocinadores Gestores de Portfólio Gerentes de Programas Comitês Diretivos Gerentes Auditores Conselhos de projetos EGPs Operacionais Gerentes de Projetos Executando o trabalho Financiadores, Partes Interessadas Organizacionais, Clientes. Fornecedores, empreiteiros, colaboradores, pessoas afetadas Adaptado de: Fonte: The Management of Project Management - http://www.mosaicprojects.com.au/Resources_Papers_162.html PPP na Estrutura Organizacional
  22. 22. VISÃO ESTRATÉGIAS PROGRAMAS PROJETOS TAREFAS Ambiente de Gestão do Programa RESULTADOS E BENEFÍCIOS SONHO DIREÇÃO COERÊNCIA ALCANCE AÇÃO OBJETIVOS Amplos Específicos
  23. 23. Projeto Entrega do Projeto Benefício Intermediário Mudança Benefício Matriz de Benefícios Objetivos Estratégicos
  24. 24. Desenvolver projetos e ações alinhadas à estratégia; Liderar a mudança; Prever e comunicar um futuro melhor; Focar nos benefícios do programa e nas ameaças sobre eles; Agregar valor; Projetar e entregar uma capacidade coerente ; Aprender com a experiência. Princípios para gestão de Programas
  25. 25. Princípios para Gestão de Projetos Justificar-se continuamente para o negócio; Aprender com a experiência; Definir papéis e responsabilidades; Gerenciar por estágios; Gerenciar por exceções; Focar no produto; Customizar a metodologia ao projeto.
  26. 26. Perguntas dos patrocinadores O que se espera de mim no âmbito do Projeto? O que devo esperar do líder do projeto? Como sei se a gestão do projeto está ocorrendo adequadamente? Como delego autoridade ao líder do projeto e continuo mantenho o controle? Com quais decisões devo contribuir? Quais as informações são necessárias e estão disponíveis para me auxiliar na tomada de decisão? Como podemos adaptar uma metodologia aos diferentes tipos de projetos? O que torna um conselho de um projeto eficaz?
  27. 27. Projeto Plano de Negócios Organização Qualidade Plano Mudança Progresso Temas para Gestão de Projetos Por quê? Quem? O quê? Como? Quanto? Quando? Qual o Impacto? Onde estamos agora? Para onde estamos indo? Devemos Continuar?
  28. 28. Fluxo de Desenvolvimento do Plano de Negócios IniciaçãoPré-Projeto Estágios de entrega subsequentes Estágio de entrega final Pós-Projeto Confirmar os benefícios Confirmar os benefícios Confirmar os benefícios Verificar rascunho do Plano de Negócios Verificar Plano de Negócios Detalhado Verificar Plano de Negócios Atualizado Desenvolver o Plano de Negócios Manutenção do Plano de Negócios
  29. 29. Estrutura de um programa Grupo de Patrocinadores Conselho do Programa Responsável Sênior Conselho do Projeto Conselho do Projeto Executivo do Projeto Executivo do Projeto
  30. 30. Gestão Corporativa ou do Programa Projeto Estágio Pacote de Trabalho Estrutura do Projeto Conselho do Projeto Usuário Sênior Executivo Fornecedor Sênior Suporte do Projeto Coordenadores de Equipes Autoridade de Mudança Garantia do Projeto Líder do Projeto
  31. 31. Ser responsável pelo Projeto; Fornecer orientação ad hoc; Delegar de forma eficaz; Facilitar a integração interfuncional ; Alocar recursos; Assegurar efetiva tomada de decisão; Apoiar o Líder do Projeto; Garantir a efetividade da comunicação. Atribuições do Conselho do Projeto
  32. 32. Uso dos conselhos de orientação Usuário Sênior Fornecedor SêniorExecutivo Garantia do Projeto do Usuário Garantia do Projeto do Negócio Garantia do Projeto do Fornecedor Grupo de Usuários Grupo de Fornecedores Representante do usuário da área 1 Representante do usuário da área 2 Representante do usuário da área 3 Representante do Fornecedor da área 1 Representante do Fornecedor da área 2 Representante do Fornecedor da área 3 Linhas de autoridade Responsabilidade de garantia do projeto Linhas de suporte/orientação Conselho do Projeto Dentro do Projeto Pelo Consumidor Pelo Fornecedor
  33. 33. MUDANÇA Mudanças são inevitáveis durante o ciclo do projeto!
  34. 34. Tolerâncias são derivações admissíveis para mais ou para menos sobre tempo, custo, qualidade, escopo, benefícios e riscos. Exceções são situações onde é previsto um desvio maior do que a tolerância acordada. Caso não sejam definidas tolerâncias o líder de projeto irá apenas monitorar o trabalho não tendo permissão para implementar ações corretivas para o projeto. Tolerâncias e Exceções
  35. 35. Nível 1 - Inicial Nível 5 - Otimizado Nível 4 - Previsível Nível 3 - Definido Nível 2 - Gerenciado EvoluçãodaEficiênciadaEmpresa Evolução da Maturidade em Processos de Negócio
  36. 36. Fonte: Traduzido de Lockamy et al. SCM Maturity Model
  37. 37. Maturidade não é medida pela idade. Ela está na atitude construída pela experiência.
  38. 38. Nome: Carlos Alberto E-mail: casal@cemig.com.br OBRIGADO. Lições Aprendidas - Premiar
  39. 39. • Foto Mandela: http://leftfootforward.org/images/2013/12/Mandela.png • Foto Papa Francisco: http://acritica.uol.com.br/buzz/Manaus-Amazonas-Amazonia-Roma-Papa- Francisco-ninguem-julgar_0_964703534.html • Velho: http://www.revistastatus.com.br/wp-content/uploads/2012/04/1993.jpg • Árvore: http://www.seattle.gov/light/vegetation/treetrim.asp • Demais fotos: Acervo Cemig • Figura sustentabilidade: https://c1.staticflickr.com/7/6191/6101415124_d8e25360fe.jpg • Figura Maturidade: http://europeandcis.undp.org/blog/wp-content/uploads/2011/05/patricks- maturity-model.jpg • Cadeia de Valor: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Porter_Value_Chain.png

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