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Dinastias de portugal

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Dinastias de portugal

  1. 1. Dinastia Afonsina
  2. 2. <ul><li>D. Afonso I de Portugal, mais conhecido por Dom Afonso Henriques foi o fundador do Reino de Portugal e primeiro Rei dos portugueses, cognominado O Conquistador, O Fundador ou O Grande pela fundação do reino e pelas muitas conquistas. Era filho de D. Henrique de Borgonha, conde de Portucale, e de D. Teresa, infanta do reino de Leão e condessa de Portucale, um condado dependente do reino de Leão. Após a morte de seu pai, Afonso tomou uma posição política. Pretendendo assegurar o domínio do condado armou-se cavaleiro e após vencer a batalha de São Mamede em 1128, assumiu o governo. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>D. Sancho I de Portugal, cognominado O Povoador (pelo estímulo com que apadrinhou o povoamento dos territórios do país), destacando-se a fundação da cidade da Guarda, em 1199, e a atribuição de cartas de foral na Beira e em Trás-os-Montes: Gouveia (1186), Covilhã (1186), Viseu (1187) e Bragança (1187). </li></ul>
  4. 4. <ul><li>D. Afonso II de Portugal, cognominado O Gordo, O Crasso ou O Gafo, em virtude da doença que o teria afetado, foi o terceiro rei de Portugal. Era filho do rei D. Sancho I de Portugal e de D. Dulce. Afonso sucedeu ao seu pai em 1211. Os primeiros anos do seu reinado foram marcados por violentos conflitos internos entre Afonso II e as suas irmãs Mafalda, Teresa e Sancha (a quem seu pai legara em testamento, sob o título de rainhas, a posse de alguns castelos no centro do país - Montemor-o-Velho, Seia e Alenquer -, com as respectivas vilas, termos, alcaidarias e rendimentos), numa tentativa de centralizar o poder régio, o que foi resolvido apenas com o confisco dos bens e exílio para Castela ou recolhimento a mosteiros das infantas. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>D. Sancho II de Portugal, cognominado O Capelo por haver usado um enquanto criança; alternativamente conhecido como O Pio ou O Piedoso. Foi o quarto rei de Portugal, nasceu em Coimbra em mês e ano incertos, crê-se que em 1210, filho do rei D. Afonso II de Portugal e de D. Urraca de Castela. Sancho II viria a chefiar um reino que atravessava uma profunda crise económica que já se tinha feito sentir nos tempos do seu avô Sancho I, devido a uma série de factores conjunturais e locais, como as más colheitas e consequente subida de preços e fome. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>D. Afonso III de Portugal, cognominado O Bolonhês por ter sido casado com a condessa Matilde II de Bolonha, foi o quinto Rei de Portugal. Afonso III era o segundo filho do rei Afonso II e da sua mulher Urraca de Castela, e sucedeu ao seu irmão Sancho II em 1248, por ordem do Papa. Para aceder ao trono, Afonso abdicou de Bolonha e repudiou Matilde para casar com Beatriz de Castela. Decidido a não cometer os mesmos erros do irmão, o novo rei prestou especial atenção à classe média de mercadores e pequenos proprietários, ouvindo as suas queixas. Por este procedimento, Afonso III ficou conhecido também como o pai do “Estado Português”. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>O rei D. Dinis foi o sexto rei da Primeira Dinastia. Este rei governou em Portugal de 1279 a 1325. Reinar 46 anos é muito tempo! Começou a reinar com 18 anos e era muito responsável. D. Dinis tinha o cognome, &quot;O Lavrador“, porque desenvolveu a agricultura, dando terras para cultivar a quem não as tinha (mas apenas se as trabalhassem) e por transformar zonas de pântanos em terras próprias para a agricultura. E também porque mandou plantar o famoso pinhal de Leiria. </li></ul><ul><li>D. Dinis também era poeta. </li></ul><ul><li>Foi ele que fundou a Universidade de Coimbra e foi a partir do seu reinado que todos os documentos passaram a ser escritos em português. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>D. Afonso IV de Portugal, cognominado o Bravo, sétimo Rei de Portugal, era filho do Rei D. Dinis I e de sua esposa, a Rainha Santa Isabel. D. Afonso IV sucedeu a seu pai a 7 de janeiro de 1325. Apesar de ser o filho legítimo, D. Afonso não seria, de acordo com algumas fontes, o favorito do Rei D. Dinis, que preferia a companhia de D. Afonso Sanches, um dos seus bastardos (legitimado). </li></ul>
  9. 9. <ul><li>D. Pedro I de Portuga foi o oitavo Rei de Portugal. Mereceu os cognomes de O Justiceiro (também O Cruel, O Cru ou O Vingativo), pela energia posta em vingar o assassínio de Inês de Castro, ou de O-Até-ao-Fim-do-Mundo-Apaixonado, pela afeição que dedicou àquela dama galega. Era filho do rei Afonso IV e sua mulher, a princesa Beatriz de Castela. Pedro I sucedeu a seu pai em 1357. D. Pedro é conhecido pela sua relação com Inês de Castro, a aia galega da sua mulher Constança. D. Pedro reinou durante dez anos, conseguindo ser extremamente popular, ao ponto de dizerem as gentes &quot; que taaes dez annos nunca ouve em Portugal como estes que reinara elRei Dom Pedro “. </li></ul>
  10. 10. <ul><li>D. Fernando, nono rei de Portugal, era filho do rei D. Pedro e de sua mulher, a princesa D. Constança de Castela. D. Fernando sucedeu a seu pai em 1367. Foi cognominado O Formoso ou O Belo (pela beleza física que inúmeras fontes atestam) e, alternativamente, como O Inconsciente ou O Inconstante, devido à sua desastrosa política externa que ditou três guerras com a vizinha Castela, e até o perigo, após a sua morte, de o trono recair em mãos estrangeiras. </li></ul>
  11. 11. dinastia de Avis
  12. 12. <ul><li>D. João I foi o décimo Rei de Portugal e o primeiro da Dinastia de Avis, cognominado O de Boa Memória pelo legado que deixou. Filho ilegítimo do rei D. Pedro I e 3º Mestre da Ordem de Avis (com sede em Avis), foi aclamado rei na sequência da crise de 1383-1385 que ameaçava a independência de Portugal. Com o apoio do condestável do reino Nuno Álvares Pereira e aliados ingleses travou a batalha de Aljubarrota contra o Reino de Castela, que invadira o país. A vitória foi decisiva: Castela retirou-se, acabando bastantes anos mais tarde por o reconhecer oficialmente como rei. Em 1415 conquistou de Ceuta, iniciando assim expansão portuguesa. </li></ul>
  13. 13. D. Duarte I de Portugal foi o décimo primeiro Rei de Portugal, cognominado o Eloquente ou o Rei - Filósofo pelo seu interesse pela cultura e pelas obras que escreveu. Filho de D. João I de Portugal e D. Filipa de Lencastre, desde cedo foi preparado para reinar. Em 1433 sucedeu a seu pai. Num curto reinado de cinco anos deu continuidade à política exploração marítima e de conquistas em África.
  14. 14. D. Afonso V foi o décimo segundo Rei de Portugal, cognominado o Africano pelas conquistas no Norte de África. Tinha apenas seis anos quando seu pai faleceu. No seu testamento nomeava D. Duarte tutor do pequeno rei, e regente do reino a sua viúva. Seguiram-se tumultos e incidentes, que terminaram por as Cortes tirarem a regência a D. Leonor, confiando-a a seu cunhado, o infante D. Pedro, duque de Coimbra. D. Afonso chegou à sua maioridade em 1446, assumindo o governo do reino.
  15. 15. D. João II foi o décimo terceiro Rei de Portugal, cognominado O Príncipe Perfeito pela forma como exerceu o poder. Filho do rei Afonso V de Portugal, acompanhou o seu pai nas campanhas em África e foi armado cavaleiro na tomada de Arzila. Enquanto D. Afonso V enfrentava os castelhanos, o príncipe assumiu a direcção da expansão marítima portuguesa iniciada pelo seu tio-avô Infante D. Henrique.
  16. 16. D. Manuel I foi o 14.º Rei de Portugal, cognominado O Venturoso, O Bem-Aventurado ou O Afortunado, tanto pelos eventos felizes que o levaram ao trono, como pelos que ocorreram no seu reinado. D. Manuel I ascendeu inesperadamente ao trono em 1495, em circunstâncias excecionais , sucedendo ao seu primo direito João II, de quem se tornara protegido. Prosseguiu as explorações portuguesas iniciadas pelos seus antecessores, o que levou à descoberta do caminho marítimo para a Índia, do Brasil e das ambicionadas &quot;ilhas das especiarias&quot;, as Molucas, determinantes para a expansão do império português. Foi o primeiro rei a assumir o título de Senhor do Comércio, da Conquista e da Navegação da Arábia, Pérsia e Índia .
  17. 17. D. João III de Portugal foi o décimo quinto Rei de Portugal, cognominado O Piedoso ou O Pio pela sua devoção religiosa. Filho do rei Manuel I, sucedeu-o em 1521, aos 19 anos. Herdou um império vastíssimo e disperso, nas ilhas atlânticas, costas ocidental e oriental de África, Índia, Malásia, Ilhas do Pacífico, China e Brasil.
  18. 18. D. Sebastião I foi o décimo sexto rei de Portugal, cognominado O Desejado por ser o herdeiro esperado da Dinastia de Avis, mais tarde nomeado O Encoberto ou O Adormecido. Foi o sétimo rei da Dinastia de Avis, neto do rei João III de quem herdou o trono com apenas três anos. A regência foi assegurada pela sua avó Catarina da Áustria e pelo Cardeal Henrique de Évora.
  19. 19. D. Sebastião partiu para Marrocos em 1578, e terá morrido na Batalha de Alcácer Quibir no dia 4 de Agosto desse mesmo ano. Sucedeu-lhe o Cardeal D. Henrique que reinaria durante mais dois anos.
  20. 20. Dinastia filipina
  21. 21. <ul><li>Filipe I, assumiu o trono português em Março de 1581, na cidade de Tomar e cedo prometeu respeitar as tradições e os privilégios portugueses. Na verdade, apenas a nível externo Portugal perdeu a sua autonomia e independência, tendo toda a política interna ficado separada da espanhola. </li></ul><ul><li>Acontece que, sendo a nossa política externa ditada directamente por Madrid rapidamente as possessões portuguesas foram descuradas relativamente às espanholas, tendo aquelas sofrido vários ataques dos franceses, ingleses e holandeses. </li></ul><ul><li>A marinha portuguesa beneficiou de pouquíssimos investimentos, tendo inclusive, ficado bastante debilitada após o desastre que foi a derrota da .Invencível Armada., em 1588, contra a Inglaterra. A vitória dos ingleses permitiu que estes ficassem os donos dos mares, substituindo a posição alcançada, em tempos, pelos portugueses, e começassem a atacar de forma ainda mais violenta as nossas cidades fora do continente europeu e os nossos barcos que transportavam as especiarias essenciais para o equilíbrio da balança comercial que na época se encontrava, cada vez mais desequilibrada. </li></ul><ul><li>D. Filipe I, de Portugal, morre em 1598, sucedendo-lhe Filipe II. </li></ul>
  22. 22. <ul><li>Fiilipe II, Rei espanhol e Rei de Portugal era uma pessoa pacífica, piedosa e benevolente, porém fraco como governante e indiferente às responsabilidades políticas, o seu reinado foi o prenúncio do declínio do império espanhol. </li></ul><ul><li>Após uma malfadada visita a Portugal (1619), sem fazer mais do que causar grandes despesas aos seus súbditos portugueses, deixou o povo português extremamente descontente. Ao sair de Portugal adoeceu gravemente e faleceu. Foi substituído pelo filho Filipe IV de Espanha e III de Portugal. </li></ul>
  23. 23. <ul><li>Filipe III foi rei da Terceira Dinastia e o vigésimo Rei de Portugal. Filipe III entregou a pessoas da sua confiança a direção dos assuntos de estado, salientando-se o conde duque de Olivares. Em fins de 1634, foi nomeada vice rainha de Portugal a duquesa de Mântua e Miguel de Vasconcelos assegurava o lugar de secretário de estado, em Lisboa. </li></ul><ul><li>A miséria do povo e o seu descontentamento chegaram ao extremo. Aconteceram então diversos tumultos pelo país fora, um dos quais, o de Évora (1637), que foi quase uma revolução. </li></ul><ul><li>O governo de Filipe III foi, em todos os aspectos, uma calamidade para os interesses de Portugal, sobretudo no que diz respeito ao Brasil, a Angola e ao Oriente. </li></ul><ul><li>  </li></ul>
  24. 24. dinastia DE BRAGANÇA
  25. 25. <ul><li>D. João IV, 21º rei de Portugal, nasceu em Vila Viçosa, herdou o senhorio da casa ducal em 1630 e foi o 8º duque de Bragança, 5º duque de Guimarães e 3.º duque de Barcelos. Foi ainda 7.º marquês de Vila Viçosa e conde de Barcelos, Guimarães, Arraiolos, Ourém e Neiva, e também 14º Condestável de Portugal. </li></ul><ul><li>Por via paterna era trineto do rei Manuel I de Portugal, através da duquesa D. Catarina, infanta de Portugal, sua avó paterna. Ficou para a história como O Restaurador, por ter sido restaurada a independência nacional, ou O Afortunado, por aparentemente, uma vez &quot;caída a coroa na sua cabeça&quot;, não ter querido reinar, e só se ter decidido após a intervenção da esposa). </li></ul><ul><li>Em «História de Portugal», volume V, Joaquim Veríssimo Serrão afirma - «de seu aio D. Diogo de Melo recebeu aprimorada educação e o gosto pela montaria; e do doutor Jerónimo Soares uma boa preparação nas letras clássicas e em teologia. Também se deu a estudos de música, ouvindo as lições do inglês Robert Tornar, que o duque D. Teodósio contratara para mestre da capela de Vila Viçosa.» </li></ul>http://1.bp.blogspot.com/_yEum_8cpb_s/SXroeNN4MUI/AAAAAAAAFS8/vWgQBOGgB1c/s1600/Estatua+Vila+Vic+3.bmp Estátua equestre do Rei D. João IV de Portugal, situada na praça junto ao Paço Ducal de Vila Viçosa
  26. 26. <ul><li>D. Afonso VI, O Vitorioso , 22.º rei de Portugal, não estava destinado a reinar nem foi preparado para tal. </li></ul><ul><li>Quando o seu irmão mais velho, o príncipe D. Teodósio, morreu D. Afonso foi aclamado rei, governando na sua menoridade a rainha sua mãe. </li></ul><ul><li>Em consequência de doença em criança, D. Afonso VI sofria de diminuições físicas e mentais. Tinha um comportamento estranho para a sua condição de rei; envolvia-se em cenas de rua e rodeava-se de más companhias, companhias essas que, por vezes, levava para a Corte e que sobre ele exerciam forte domínio e influência. </li></ul><ul><li>Durante o seu reinado foram conseguidas importantes vitórias sobre as forças espanholas, as quais permitiram a consolidação da independência face a Espanha e lhe valeram o cognome de O Vitorioso. </li></ul>
  27. 27. <ul><li>D. Pedro II foi o 23.º Rei de Portugal, sucedendo ao irmão Afonso VI, vindo já exercendo as funções de regente do reino desde 1668, devido à instabilidade mental do irmão, D. Afonso VI. Foi cognominado de O Pacífico , por ter sido durante a sua regência que se fez a paz com a Espanha (em 1668). </li></ul>
  28. 28. <ul><li>D. João V, 24º rei de Portugal. Recebeu os cognomes de O Magnânimo ou O Rei - Sol Português, em virtude do luxo de que se revestiu o seu reinado. </li></ul><ul><li>D. João V mandou construir o Convento de Mafra, o qual foi inaugurado em 1744 pelo Papa Bento XIV. </li></ul><ul><li>Culturalmente, o reinado de D. João V tem aspectos de muito interesse. O barroco manifesta-se na arquitectura, mobiliário, talha, azulejo e ourivesaria, com grande riqueza. No campo filosófico surge Luís António Verney com o Verdadeiro Método de Estudar e, no campo literário, António José da Silva. É fundada a Real Academia Portuguesa de História e a ópera italiana é introduzida em Portugal. </li></ul>
  29. 29. <ul><li>O reinado de D. José I é sobretudo marcado pelas políticas do seu primeiro-ministro, Sebastião José de Carvalho e Melo, mais conhecido por Marquês de Pombal, que reorganizou as leis, a economia e a sociedade portuguesa, transformando Portugal num país moderno. </li></ul><ul><li>O seu reinado foi também marcado pelo terramoto de 1755, que destruiu a baixa de Lisboa. </li></ul><ul><li>D. José foi um grande reformador: acabou com a escravatura em Portugal continental, concedeu liberdade aos índios do Brasil, acabou com a distinção entre cristãos-novos e cristãos-velhos, e reformou o ensino, a administração e a economia. seu reinado foi também marcado pelo terramoto de 1755, que destruiu a baixa de Lisboa. </li></ul>
  30. 30. <ul><li>D. Maria I, rainha amante da paz e dedicada a obras sociais, concedeu asilo a numerosos aristocratas franceses fugidos ao terror da Revolução Francesa (1789-1799). </li></ul><ul><li>Era dada a melancolia e fervor religioso de natureza tão impressionável que quando uns ladrões entraram numa igreja e espalharam hóstias pelo chão, decretou nove dias de luto, adiou os negócios públicos e acompanhou a pé, com uma vela, a procissão de penitência que percorreu Lisboa. </li></ul><ul><li>O seu reinado foi de grande actividade legislativa, comercial e diplomática, na qual se pode destacar o tratado de comércio que assinou com a Rússia em 1789. Desenvolveu a cultura e as ciências, com o envio de missões científicas a Angola, Brasil, Cabo Verde e Moçambique, e a fundação de várias instituições, entre elas a Academia Real das Ciências de Lisboa e a Real Biblioteca Pública da Corte. No âmbito da assistência, fundou a Casa Pia de Lisboa. Fundou ainda a Academia Real de Marinha para formação de oficiais da Armada. </li></ul>
  31. 31. <ul><li>Dom João VI, foi o único rei coroado na América . </li></ul><ul><li>Pai de nove filhos, um deles Pedro que seria imperador do Brasil . </li></ul><ul><li> Em virtude do conflito entre França e Inglaterra , o seu governo teve um período de grande intranquilidade. Afim de prejudicar a Inglaterra , Napoleão decretou o bloqueio continental. Quando Portugal foi invadido pelas tropas do Marechal francês Junot , a família real portuguesa com toda a corte embarcou para o Rio de Janeiro . Ao chegar ao Brasil , Dom João VI declarou livres as indústrias brasileiras e abriu os portos do Brasil ao comércio estrangeiro. Passou depois a residir no Rio de Janeiro . A Dom João VI deve-se a fundação da Academia de Belas Artes do Rio de Janeiro. </li></ul><ul><li>Entre erros e defeitos, críticas e mal entendidos, Marquês de Caravelas que em 1826, discursou no Senado por ocasião da morte do Rei disse: </li></ul><ul><li>&quot;...Nós todos que, aqui estamos temos muitas razões para nos lembrarmos da memória de Dom João VI , todos lhe devemos ser gratos, pelos benefícios que nos fez: elevou o Brasil a reino, procurou por todos o seu bem, tratou-nos sempre com muito carinho e todos os brasileiros lhe são obrigados...&quot;. </li></ul>
  32. 32. <ul><li>D. Miguel I de Portugal (nome completo: Miguel Maria do Patrocínio João Carlos Francisco de Assis Xavier de Paula Pedro de Alcântara António Rafael Gabriel Joaquim José Gonzaga Evaristo de Bragança e Bourbon foi Rei de Portugal entre 1828 e 1834, tendo sido o terceiro filho do Rei Dom João VI e de D. Carlota Joaquina de Bourbon. </li></ul><ul><li>Foi detentor, sucessivamente, dos títulos de Infante de Portugal, Senhor do Infantado e duque de Beja, Infante de Portugal, duque de Bragança e conde de Samora Correia, Príncipe-regente de Portugal e, posteriormente, Rei de Portugal </li></ul>
  33. 33. <ul><li>Dona Maria II de Portugal (nome completo: Maria da Glória Joana Carlota Leopoldina da Cruz Francisca Xavier de Paula Isidora Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga de Bragança). </li></ul><ul><li>Monarca portuguesa, filha de D. Pedro IV de Portugal e I do Brasil e da sua primeira mulher, D. Leopoldina de Áustria, nasceu no Rio de Janeiro em 4 de abril de 1819 e morreu em Lisboa, em 15 de novembro de 1853, vítima do seu décimo primeiro parto. </li></ul><ul><li>Foi cognominada de A Educadora ou A Boa Mãe, em virtude da aprimorada educação que dispensou ao seus muitos filhos. </li></ul><ul><li>D. Maria II governou num período particularmente díficil da História portuguesa, momento da dolorosa passagem do absolutismo ao constitucionalismo. </li></ul>
  34. 34. <ul><li>Embora muito jovem aquando a sua ascensão ao trono português, com apenas 16 anos, foi considerado por muitos como um monarca exemplar, que reconciliou o povo com a casa real, após o reinado da sua mãe ter sido fruto de uma guerra civil vencida. D. Fernando II, seu pai, desempenhou um papel fundamental no início do seu reinado, tendo exercido o governo da nação na qualidade de regente do Reino, orientando o jovem rei no que diz respeito às grandes obras públicas efectuadas. D. Pedro V é frequentemente descrito como um monarca com valores sociais bem presentes, em parte devida à sua educação, que incluiu trabalho junto das comunidades e um vasto conhecimento do continente europeu. </li></ul><ul><li>A 16 de Setembro de 1855, completando 18 anos, é aclamado rei, presidindo nesse mesmo ano à inauguração do primeiro telégrafo eléctrico no país e, no ano seguinte (28 de Outubro), inaugura o caminho de ferro entre Lisboa a Carregado. É também no seu reinado que se iniciam as primeiras viagens regulares de navio, entre Portugal e Angola. </li></ul>
  35. 35. <ul><li>D. Luís I de Portugal (nome completo: Luís Filipe Maria Fernando Pedro de Alcântara António Miguel Rafael Gabriel Gonzaga Xavier Francisco de Assis João Augusto Júlio Valfando de Saxe-Coburgo e Bragança) foi o segundo filho da rainha D. Maria II. D. Luís herdou o trono depois da morte do seu irmão mais velho, D. Pedro V em 1861. Ficou conhecido como O Popular, devido à adoração pelo seu povo; Eça de Queirós chamou-lhe O Bom. </li></ul>
  36. 36. <ul><li>D. Carlos I de Portugal (nome completo: Carlos Fernando Luís Maria Vítor Miguel Rafael Gabriel Gonzaga Xavier Francisco de Assis José Simão de Bragança Sabóia Bourbon Saxe-Coburgo-Gotha) foi o penúltimo Rei de Portugal. </li></ul><ul><li>Nascido em Lisboa, era filho do rei D. Luís I de Portugal e da princesa Maria Pia de Sabóia, tendo subido ao trono em 1889. Foi cognominado O Diplomata (devido às múltiplas visitas que fez a Madrid, Paris e Londres, retribuídas com as visitas a Lisboa dos reis Afonso XIII de Espanha, Eduardo VII do Reino Unido, do Kaiser Guilherme II da Alemanha e do presidente da República Francesa Émile Loubet), O Martirizado e O Mártir (em virtude de ter morrido assassinado), ou O Oceanógrafo (pela sua paixão pela oceanografia, partilhada com o pai e com o príncipe do Mónaco). </li></ul>
  37. 37. <ul><li>D. Manuel II de Portugal (nome completo: Manuel Maria Filipe Carlos Amélio Luís Miguel Rafael Gabriel Gonzaga Xavier Francisco de Assis Eugénio de Bragança Orleães Sabóia e Saxe-Coburgo-Gotha) foi o trigésimo-quinto e último Rei de Portugal. D. Manuel II sucedeu ao seu pai, o Rei D. Carlos I, depois do assassinato deste e do seu irmão mais velho, o Príncipe Real D. Luís Filipe, a 1 de Fevereiro de 1908. Antes da sua ascensão ao trono, D. Manuel II foi duque de Beja e Infante de Portugal. </li></ul>
  38. 38. <ul><li>Trabalho de grupo realizado na BE/CRE </li></ul><ul><li>Janeiro / 2012 </li></ul>

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