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Saúde da mulher slides

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saude da mulher dentro dos diversos parametros

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Saúde da mulher slides

  1. 1. SAÚDE DA MULHER- UM BREVE HISTÓRICO ( Enfª Cyana Azevedo)
  2. 2. Violência Contra Mulheres: Doméstica e Sexual. LEI MARIA DA PENHA Papel do Conselho Municipal de
  3. 3. MÓDULO I O Dia Internacional de Ação pela Saúde da Mulher Mulheres ainda são maioria no país O Brasil tem 92,4 milhões de homens e 97,5 milhões de mulheres. Estatisticamente, percebemos que nascem muito mais homens do que mulheres, provavelmente por uma questão genética porém morrem muito mais, por questões ligadas ao estresse da sobrevivência e, entre os jovens, por causas violentas. Para se ter uma idéia, na faixa dos 15 aos 35 anos, os homens morrem até cinco vezes mais do que as mulheres. O levantamento do IBGE revela que as meninas de até 4 anos são minoria e representam 6,9% do total da população, enquanto os homens na mesma faixa etária somam 7,5%. Já entre os mais velhos, com mais de 60 anos, a proporção é de 12,1% de mulheres contra 10% de homens.
  4. 4. DISTRIBUIÇÃO POR SEXO NAS REGIÕES Homens (%) Mulheres (%) Brasil 48,7 51,3 Norte 50,0 50,0 Nordeste 48,9 51,1 Sudeste 48,1 51,9 Sul 48,7 51,3 Centro-Oeste 49,2 50,8
  5. 5. HISTÓRICO DA MULHER NA LUTA PELA SAUDE  28 de maio: Dia Internacional de Ação pela Saúde da Mulher  O Movimento Internacional Mulher e Saúde/MIMS, emergiu na década de 1970,  Europa e nos EUA pelo direito ao aborto legal e seguro (“Nosso corpos nos pertencem”), assim como a elaboração, nos meios feministas.  I Conferência Mundial da ONU sobre a Mulher (1975,NAIROBI)  Criação da Rede Mundial de Mulheres pelos Direitos Reprodutivos (1978, Holanda);  IV Encontro Internacional Mulher e Saúde (1984, Holanda)abordagem sobre morte materna
  6. 6.  28 de maio de 1988 foi iniciada a Campanha de Prevenção da Mortalidade Materna que ficou conhecida como A Campanha Mundial pela Saúde da Mulher e de Combate à Morbimortalidade Materna para: denunciar as altas taxas de morbidade e mortalidade maternas, especialmente nos países menos desenvolvidos.  1988. Campanha Mundial contra a mortalidade materna  1989. Impeçamos a mortalidade e a morbidade maternas  1990. Maternidade voluntária e sem riscos  1991. Melhor qualidade de atenção  1992. A gravidez adolescente  1993. Aborto! Basta de Silêncio!  1994. Aborto legal e sem riscos para todas as mulheres  1995. Contra a feminilização da pobreza, pela saúde da mulher.
  7. 7.  1996 a Campanha, na América Latina e no Caribe, manteve enfoque em temas (Chamados de Ação), tendo como eixo os direitos sexuais e os direitos reprodutivos.  1997/1998. Pelo exercício dos direitos sexuais e reprodutivos: acesso e qualidade de atenção nos serviços de saúde – um direito das mulheres  1999/2000. Pelo exercício dos direitos sexuais e reprodutivos: acesso à informação, educação e serviços de saúde sexual e reprodutiva para adolescentes.  2001/2002. Pelo exercício dos direitos sexuais e reprodutivos: direito à saúde –direito de cidadania das mulheres e das meninas.  2003. Mortalidade materna: um assunto de direitos humanos, uma demanda de Justiça social.  2004. Pela Saúde Integral e os Direitos das Mulheres.
  8. 8. A mulher e a lei Parece incrível, mas faz apenas 20 anos que, perante a lei, as mulheres brasileiras têm os mesmos direitos dos homens. Essa foi uma conquista da Constituição Federal promulgada em 5 de outubro de 1988 – a oitava do país –, que rompia com o autoritarismo militar.
  9. 9. IGUALDADE Estamos na frente dos Estados Unidos, onde os direitos são iguais apenas no âmbito das leis estaduais. O artigo 5º da Constituição diz que homens e mulheres são iguais perante as leis... VIOLÊNCIA A Lei Maria da Penha, de 2006, caracteriza a violência doméstica como: física, psicológica, sexual, moral e patrimonial; protege a vítima, afastando o agressor de casa; prevê reeducação para ele e apoio para os filhos. Antes, o caso era trata do no Juizado Criminal como briga de trânsito, sem considerar relação afetiva, e o réu pagava o crime com cestas básicas. A lei cria juizados com competência criminal e cível (arbitra sobre separação e guarda de filhos), mas eles estão demorando para entrar em funcionamento
  10. 10. POLÍTICA Cada partido ou coligação deve reservar para as mulheres brasileiras 30% das candidaturas ao Legislativo. Problema: não há pena para o descumprimento da lei. PLANEJAMENTO FAMILIAR O Código Civil estabelece que o planejamento familiar é uma decisão do casal e cabe ao Estado prover recursos para sua execução.
  11. 11. PROGRAMA SAUDE DA MULHER REALIDADE BRASILEIRA:  segundo dados do unicef (fundo das nações unidas para a infância), quase 1/3 das mulheres brasileiras vivendo nas áreas rurais não consultam médico durante toda gravidez.  mesmo nas áreas urbanas, o índice espanta: quase uma em cada 11 sem assistência.  a falta de informação das futuras mães tem sido uma das vilãs na história da mulher.  o planejamento familiar, que permite programar a vida da família, e gravidez com saúde são exemplos do que pode ocorrer quando temos mulheres recebendo boa assistência.
  12. 12.  quanto à violência, nenhuma estatística é confiável, já que poucas vítimas do abuso têm coragem para denunciar.  algumas propostas do programa saúde da mulher visam dar melhor assistência à mulher durante a gravidez, no parto e após o nascimento do bebê e já apresentam resultados muito importantes, como redução da morbi-mortalidade infantil e materna.  dispinibilização de 40.526 leitos obstétricos em hospitais e maternidades.  o programa também tem ações para a prevenção e o tratamento de doenças sexualmente transmissíveis, cancer cérvico-uterino e de mama, ampliou-se o acesso ao atendimento, ao diagnóstico e ao tratamento.
  13. 13. CANCER DE COLO UTERINO E DE MAMA Consiste no desenvolvimento e na prática de estratégias que reduzam a mortalidade e as repercussões físicas, psíquicas e sociais dos cânceres do colo do útero e de mama. Por meio de ação conjunta entre o Ministério da Saúde e todos os 26 Estados brasileiros, além do Distrito Federal, são oferecidos serviços de prevenção e detecção precoce das doenças, assim como tratamento e reabilitação em todo o território nacional.
  14. 14. QUAL A SITUAÇÃO ATUAL DA DOENÇA? CÂNCER DO COLO DO ÚTERO Com aproximadamente 500 mil casos novos por ano no mundo, o câncer do colo do útero é o segundo tipo de câncer mais comum entre as mulheres, sendo responsável pela morte de 230 mil mulheres por ano. No Brasil, para 2010, são esperados 18.430, com um risco estimado de 18 casos a cada 100 mil mulheres. Sabe-se hoje que o surgimento do câncer do colo do útero está associado à infecção por um dos 15 tipos oncogênicos do HPV.
  15. 15. HPV.( PAPILOMA VIRUS HUMANO) Existem mais de 200 tipos diferentes de HPV. Classificação:  Baixo risco de câncer  Alto risco de câncer. Somente os de alto risco estão relacionados a tumores malignos.( 16,18,31,33,45,58) Já os HPV de tipo 6 e 11, encontrados na maioria das verrugas genitais (ou condilomas genitais) parecem não oferecer nenhum risco de progressão para malignidade, apesar de serem encontrados em pequena proporção em tumores malignos.
  16. 16. Estudos no mundo comprovam que 50% a 80% das mulheres sexualmente ativas serão infectadas por um ou mais tipos de HPV em algum momento de suas vidas. Porém, a maioria das infecções é transitória, sendo combatida espontaneamente pelo sistema imune, principalmente entre as mulheres mais jovens. Qualquer pessoa infectada com HPV desenvolve anticorpos (que poderão ser detectados no organismo), mas nem sempre estes são suficientemente competentes para eliminar os vírus. Fig. 2 – Células infectadas pelo vírus HPV.
  17. 17. FATORES DE RISCO DO CÂNCER DE COLO UTERINO:  tabagismo,  baixa ingestão de vitaminas,  multiplicidade de parceiros sexuais,  iniciação sexual precoce e o uso de contraceptivos orais. Estima-se uma redução de até 80% na mortalidade por este câncer a partir do rastreamento de mulheres na faixa etária de 25 a 65 anos com o teste de Papanicolau e tratamento das lesões precursoras com alto potencial de malignidade ou carcinoma "in situ". Para tanto é necessário garantir a organização, a integralidade e a qualidade do programa de rastreamento, bem como do tratamento das pacientes.
  18. 18. Câncer de mama  O câncer de mama é o segundo tipo de câncer mais frequente no mundo e o mais comum entre as mulheres, respondendo por 22% dos casos novos nesse grupo. No Brasil, são esperados 49.400 novos casos em 2010, com risco estimado de 49 casos a cada 100 mil mulheres.  Embora seja considerado um câncer de bom prognóstico, trata-se da maior causa de morte entre as mulheres brasileiras, principalmente na faixa entre 40 e 69 anos, com mais de 11 mil mortes/ano (2012). Isso porque na maioria dos casos a doença é diagnosticada em estádios avançados.  Para reverter esse quadro, disponibilizamos em linguagem acessível todas as informações necessárias para o planejamento de ações de controle da doença conforme as características de cada região, como a distribuição de recursos, fatores de risco, estimativas, registros hospitalares e fórmulas para planejar consultas, exames, biópsias e mamografias.
  19. 19. A QUEM O PROGRAMA SE DESTINA? Em relação ao câncer de colo do útero Para impedir o avanço da doença no Brasil, o Programa Viva Mulher desenvolve ações dirigidas às mulheres na faixa etária de 25 a 59 anos que incluem diagnóstico precoce (através de exame Papanicolau e exames de confirmação diagnóstica) e tratamento necessário de acordo com cada caso.
  20. 20. EM RELAÇÃO AO CÂNCER DE MAMA Com intuito de detectar as lesões malignas da mama, o Viva Mulher preconiza,:  Realização do exame clínico das mamas para mulheres de todas as faixas etárias, como parte do atendimento integral à mulher.  Para mulheres acima de 40 anos, esse exame deve ser realizado anualmente.  Para aquelas na faixa entre 50 e 69 anos recomenda-se a realização de uma mamografia, pelo menos, a cada dois anos.  As mulheres submetidas a esses exames devem ter acesso garantido aos demais procedimentos de investigação diagnóstica e de tratamento, quando necessário.
  21. 21. POLÍTICAS DE DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS . MÉTODOS CONTRACEPTIVOS UMA REALIDADE AINDA POUCO DIFUNDIDA.
  22. 22. CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO TIPO  Métodos de barreira  Métodos hormonais  Dispositivos intra-uterinos (DIU)  Método sintotérmico  Esterilização 1. MÉTODOS DE BARREIRA PRESERVATIVOS FEMININO E MASCULINO
  23. 23. 2. MÉTODOS HORMONAIS TIPOS:  Comprimidos orais  Injeções mensais e trimestrais  Adesivo dérmico  Implante subdérmico  Anel vaginal
  24. 24. VANTAGENS:  eficácia contraceptiva,  desempenham um papel protetor contra várias doenças (em particular, doenças benignas da mama e do ovário e osteoporose);  ajudam a regular ciclos menstruais e minimizam as dores pré- menstruais (dismenorreia);  diminuem o risco de cancro do ovário e do endométrio; melhoram a acne. DIU MÉTODO SINTOTÉRMICO
  25. 25. ESTERILIZAÇÃO
  26. 26. ABORTO LEI QUE LEGALIZA O ABORTO 6/6/2011 O ABORTO DEIXA DE SER CRIME E TORNA-SE UM DIREITO DA GESTANTE Lei n. 1135/91, que propõe a supressão do artigo 124 do atual Código Penal Brasileiro.o aborto voluntário é considerado crime, com pena de detenção de um a três anos. O CRIME DE ABORTO, NO BRASIL, SÓ NÃO É PUNÍVEL, SEGUNDO O ARTIGO 128 DO CÓDIGO PENAL QUANDO: Praticado por médico, se não houver «outro meio de salvar a vida da gestante»
  27. 27. Ou se a gravidez for resultante de estupro.
  28. 28. Tipos de aborto  ABORTO INDUZIDO:  O aborto induzido é um procedimento usado para interromper uma gravidez.  PODE ACONTECER QUANDO:  existem malformações congênitas,  quando a gravidez resulta de um crime contra a liberdade e autodeterminação sexual,  quando a gravidez coloca em perigo a vida e a saúde física e/ou psíquica da mulher  ou simplesmente por opção da mulher. É legal quando a interrupção da gravidez é realizada de acordo com a legislação em vigor . Obs: Quando feito precocemente por médicos experientes e em condições adequadas apresenta um elevadíssimo nível de segurança.
  29. 29. COMPLICACÕES DO ABORTO.  Hemorragias e as infecções e evacuações incompletas,no caso de abortos cirúrgicos.  tiver febre, com temperatura superior a 38ºC,  perdas importantes de sangue, fortes dores abdominais ou mal-estar geral.
  30. 30.  . HIV em mulheres Os dados do Boletim Epidemiológico Aids/DST (2011) mostram que em 2012 u foram registrados 656.701 mil casos de AIDS no Brasil. NÚMERO DE ÓBITOS POR ANO : • Aproximadamente 11,5 mil. :
  31. 31. HIV NA POPULAÇÃO EM GERAL  TAXA DE PREVALÊNCIA DE HIV NA POPULAÇÃO:  População geral – 0,4%  • Homens – 0,5%  • Mulheres – 0,3%  • HSH (Homens que fazem sexo com homens) – 10,5%  • Profissional do sexo – 4,9%  • Usuários de drogas – 5,9%.  Obs> São notificados em média 36 mil novos casos por ano.
  32. 32. DADOS COMPORTAMENTAIS  Jovens (15 a 24 anos) são os que mais usam preservativo - 67,8% usaram na última relação sexual com parceiros casuais, nos últimos 12 meses (2008).  Mulheres são as que menos usam a camisinha. Na última relação sexual com parceiros casuais nos últimos 12 meses,  65,1% dos homens e, apenas, 45,5% das mulheres relataram ter usado camisinha (2008).
  33. 33. Percentual de casos de HIV/AIDS – 2008 á 2011  Centro-Oeste 5,7% (28.719)  Nordeste 11,5% (58.348)  Norte 3,6% (18.155)  Sudeste 60% (305.725)  Sul 18,9% (95.552) Fonte: MS/DST/AIDS
  34. 34. HIV/AIDS  A região Sul segue a tendência de estabilização do país, porém em patamares elevados – a cada 100 mil habitantes em 2000, existiam 26,3 casos. Em 2006, a taxa passou para 27,6. No Sudeste, há discreta queda: de 24,4 em 2010 para 19,9 em 2011. No Centro-Oeste, essa queda se apresenta a partir de 2012.
  35. 35. HIV/AIDS  Há discreto aumento da taxa de incidência no Nordeste e mais acentuado no Norte. No primeiro, o índice subiu de 6,9 para 10,8 de 2010 para 2011. E de 6,8 para 15,2 no Norte.  A epidemia no Sudeste é a mais antiga do Brasil. “Lá surgiram as primeiras ações de prevenção, diagnóstico e tratamento. A região conta com serviços de saúde mais estruturados, se comparados aos do Norte e Nordeste. “Populações residentes onde a epidemia cresce hoje, em geral, sofrem com desigualdades socioeconômicas e dificuldades geográficas que interferem no acesso à informação e ao sistema de saúde”, completa.
  36. 36. Fatores que contribuem para a vulnerabilidade das mulheres á AIDS  desigualdade nas relações de poder  maior dificuldade de negociação das mulheres quanto ao uso de preservativo; violência doméstica e sexual  discriminação e preconceito relacionados à raça, etnia e orientação sexual;  além da falta de percepção das mulheres sobre o risco de se infectar pelo HIV.
  37. 37. Taxas de incidência de aids (por 100 mil hab.) em homens segundo faixa etária e ano de diagnóstico. Brasil.2006 2012 1996 2007  30 a 34 70.5 49.3  35 a 39 59.5 56.4  40 a 49 39 48.2  50 a 59 18.2 27  60 e 5.8 9.3 mais
  38. 38. AIDS NO PIAUI  Um dado alarmante é o número de mulheres grávidas infectadas pelo vírus. A Sesapi - Secretaria Estadual de Saúde registrou 133 casos de mulheres grávidas que possuiam o vírus nos últimos 5 anos .  No Piauí, o tratamento de mulheres grávidas com HIV é realizado no Instituto de Doenças Topicais Natan Portela. O tratamento deve começar a partir da 14ª semana de gestação. Depois ainda há a possibilidade de a mãe receber AZT (medicamento usado no tratamento da doença) injetável no momento do parto e, o bebê, o xarope de AZT durante as primeiras seis primeiras semanas de vida.
  39. 39.  Em mulheres grávidas com o vírus não é indicado o parto normal. Elas devem passar por uma intervenção cirúrgica para reduzir o risco de infecção nos bebês.
  40. 40. MORTALIDADE MATERNA 25 ANOS DE SAÚDE DA MULHER - Saúde garante mais proteção às mulheres - Cobertura dada pelo pré-natal aumenta mais que 20% - Indicadores confirmam o êxito da política de saúde da mulher
  41. 41. RESUMOS DAS ATIVIDADES REALIZADAS PELO SUS NO BRASIL  Melhoria da atenção obstétrica e organização da rede.  Monitoramento dos pactos de redução da taxa de cesáreas em hospitais do SUS e da implementação do Parto Humanizado no Pré -Natal (4.443 municípios aderidos).  Portarias: de reativação da Comissão Nacional de Morte Materna e outra que torna o óbito materno evento de notificação compulsória.  Coordenação e promoção de capacitações
  42. 42. SISTEMA REPRODUTOR MASCULINO E FEMININO  O Sistema reprodutor masculino é formado por:  Testículos ou gônadas  Vias espermáticas: epidídimo, canal deferente, uretra.  Pênis  Escroto  Glândulas anexas: próstata, vesículas seminais, glândulas bulbouretrais
  43. 43. SISTEMA REPRODUTOR MASCULINO  Testículos: são as gônadas masculinas. Cada testículo é composto por um emaranhado de tubos, os ductos seminíferos .Esses ductos são formados pelas células de Sértoli (ou de sustento) e pelo epitélio germinativo, onde ocorrerá a formação dos espermatozóides.
  44. 44. SISTEMA REPRODUTOR MASCULINO  Em meio aos ductos seminíferos, as células intersticiais produzem os hormônios sexuais masculinos, sobretudo a testosterona, responsáveis pelo desenvolvimento dos órgãos genitais masculinos e dos caracteres sexuais secundários:
  45. 45. SISTEMA REPRODUTOR MASCULINO  Estimulam os folículos pilosos para que façam crescer a barba masculina e o pêlo pubiano.  Estimulam o crescimento das glândulas sebáceas e a elaboração do sebo.  Produzem o aumento de massa muscular nas crianças durante a puberdade, pelo aumento do tamanho das fibras musculares.
  46. 46. SISTEMA REPRODUTOR MASCULINO  Ampliam a laringe e tornam mais grave a voz.  Fazem com que o desenvolvimento da massa óssea seja maior, protegendo contra a osteoporose.  Epidídimos: são dois tubos enovelados que partem dos testículos, onde os espermatozóides são armazenados.
  47. 47.  Canais deferentes: são dois tubos que partem dos testículos, circundam a bexiga urinária e unem-se ao ducto ejaculatório, onde desembocam as vesículas seminais.  Vesículas seminais: responsáveis pela produção de um líquido, que será liberado no ducto ejaculatório que, juntamente com o líquido prostático e espermatozóides, entrarão na composição do sêmen
  48. 48.  O líquido das vesículas seminais age como fonte de energia para os espermatozóides e é constituído principalmente por frutose, apesar de conter fosfatos, nitrogênio não protéico, cloretos, colina (álcool de cadeia aberta considerado como integrante do complexo vitamínico B) e prostaglandinas (hormônios produzidos em numerosos tecidos do corpo.
  49. 49.  Próstata: glândula localizada abaixo da bexiga urinária. Secreta substâncias alcalinas que neutralizam a acidez da urina e ativa os espermatozóides.  Glândulas Bulbo Uretrais ou de Cowper: sua secreção transparente é lançada dentro da uretra para limpá-la e preparar a passagem dos espermatozóides. Também tem função na lubrificação do pênis durante o ato sexual.
  50. 50.  Pênis: é considerado o principal órgão do aparelho sexual masculino, sendo formado por dois tipos de tecidos cilíndricos: dois corpos cavernosos e um corpo esponjoso (envolve e protege a uretra). Na extremidade do pênis encontra-se a glande - cabeça do pênis, onde podemos visualizar a abertura da uretra. Com a manipulação da pele que a envolve - o prepúcio - acompanhado de estímulo erótico, ocorre a inundação dos corpos cavernosos e esponjoso, com sangue, tornando-se rijo, com considerável aumento do tamanho (ereção)..
  51. 51.  O prepúcio deve ser puxado e higienizado a fim de se retirar dele o esmegma (uma secreção sebácea espessa e esbranquiçada, com forte odor, que consiste principalmente em células epiteliais descamadas que se acumulam debaixo do prepúcio).
  52. 52.  Quando a glande não consegue ser exposta devido ao estreitamento do prepúcio, diz-se que a pessoa tem fimose
  53. 53.  A uretra é comumente um canal destinado para a urina, mas os músculos na entrada da bexiga se contraem durante a ereção para que nenhuma urina entre no sêmen e nenhum sêmen entre na bexiga. Todos os espermatozóides não ejaculados são reabsorvidos pelo corpo dentro de algum tempo
  54. 54. SISTEMA REPRODUTOR MASCULINO  Saco Escrotal ou Bolsa Escrotal ou Escroto: Um espermatozóide leva cerca de 70 dias para ser produzido. Eles não podem se desenvolver adequadamente na temperatura normal do corpo (36,5°C).
  55. 55. Assim, os testículos se localizam na parte externa do corpo, dentro da bolsa escrotal, que tem a função de termorregulação (aproximam ou afastam os testículos do corpo), mantendo-os a uma temperatura geralmente em torno de 1 a 3 °C abaixo da corporal
  56. 56. SISTEMA REPRODUTOR FEMININO  O sistema reprodutor feminino é constituído por dois ovários, duas tubas uterinas (trompas de Falópio), um útero, uma vagina, uma vulva. Ele está localizado no interior da cavidade pélvica. A pelve constitui um marco ósseo forte que realiza uma função protetora
  57. 57.  A vagina é um canal de 8 a 10 cm de comprimento, de paredes elásticas, que liga o colo do útero aos genitais externos. Contém de cada lado de sua abertura, porém internamente, duas glândulas denominadas glândulas de Bartholin, que secretam um muco lubrificante.
  58. 58. SISTEMA REPRODUTOR FEMININO  A entrada da vagina é protegida por uma membrana circular - o hímen - que fecha parcialmente o orifício vulvo-vaginal e é quase sempre perfurado no centro, podendo ter formas diversas. Geralmente, essa membrana se rompe nas primeiras relações sexuais.
  59. 59.  A genitália externa ou vulva é delimitada e protegida por duas pregas cutâneo-mucosas intensamente irrigadas e inervadas - os grandes lábios.  Na vulva também está o clitóris, formado por tecido esponjoso erétil, homólogo ao pênis do homem
  60. 60.  Ovários: são as gônadas femininas. Produzem estrógeno e progesterona, hormônios sexuais femininos que serão vistos mais adiante.
  61. 61.  A partir da adolescência, sob ação hormonal, os folículos ovarianos começam a crescer e a desenvolver. Os folículos em desenvolvimento secretam o hormônio estrógeno.  Mensalmente, apenas um folículo geralmente completa o desenvolvimento e a maturação, rompendo-se e liberando o ovócito secundário (gameta feminino): fenômeno conhecido como ovulação.
  62. 62.  Tubas uterinas, ou trompas de Falópio: são dois ductos que unem o ovário ao útero. Seu epitélio de revestimento é formados por células ciliadas.  Os batimentos dos cílios microscópicos e os movimentos peristálticos das tubas uterinas impelem o gameta feminino até o útero.
  63. 63. HORMÔNIOS MASCULINOS.  PUBERDADE: os testículos da criança permanecem inativos até que são estimulados entre 10 e 14 anos pelos hormônios gonadotróficos da glândula hipófise (pituitária)  O hipotálamo libera FATORES LIBERADORES DOS HORMÔNIOS GONADOTRÓFICOS que fazem a hipófise liberar FSH (hormônio folículo estimulante) e LH (hormônio luteinizante).  FSH à estimula a espermatogênese pelas células dos túbulos seminíferos.
  64. 64. HORMONIOS MASCULINOS  LH à estimula a produção de testosterona pelas células intersticiais dos testículos à características sexuais secundárias, elevação do desejo sexual.  TESTOSTERONA  Efeito na Espermatogênese. A testosterona faz com que os testículos cresçam. Ela deve estar presente, também, junto com o folículo estimulante, antes que a espermatogênese se complete.
  65. 65. EFEITOS DOS CARACTERES SEXUAIS MASCULINOS A testosterona auxilia na formação dos orgãos sexuais masculinos. À descida dos testículos do abdomem para o saco escrotal. A testosterona secretada pelos testículos do feto é estimulada pelo hormônio gonadotrofina coriônica,produzido ainda na placenta.
  66. 66. HORMONIOS SEXUAIS FEMININOS  Hormônios Sexuais Femininos  Os dois hormônios ovarianos, o estrogênio e a progesterona, são responsáveis pelo desenvolvimento sexual da mulher e pelo ciclo menstrual. Os estrogênios são, realmente, vários hormônios diferentes chamados estradiol, estriol e estrona, mas que têm funções idênticas e estruturas químicas muito semelhantes. Por esse motivo, são considerados juntos, como um único hormônio.
  67. 67. FUNÇÕES DO ESTROGÊNIO  o estrogênio induz as células de muitos locais do organismo, a proliferar, isto é, a aumentar em número. Por exemplo, a musculatura lisa do útero, aumenta tanto que o órgão, após a puberdade, chega a duplicar ou, mesmo, a triplicar de tamanho.
  68. 68.  O estrogênio também provoca o aumento da vagina e o desenvolvimento dos lábios que a circundam, faz o púbis se cobrir de pêlos, os quadris se alargarem e o estreito pélvico assumir a forma ovóide, em vez de afunilada como no homem;
  69. 69. FUNÇÕES DO ESTROGÊNIO  provoca o desenvolvimento das mamas e a proliferação dos seus elementos glandulares, e, finalmente, leva o tecido adiposo a concentrar-se, na mulher, em áreas como os quadris e coxas, dando-lhes o arredondamento típico do sexo.
  70. 70. CICLO MENSTRUAL  O ciclo menstrual na mulher é causado pela secreção alternada dos hormônios folículo-estimulante e luteinizante, pela pituitária (hipófise) anterior (adenohipófise), e dos estrogênios e progesterona, pelos ovários.  CICLO DE FENÔMENOS QUE INDUZEM A MENSTRUAÇÃO :  1-No momento da menstruação:
  71. 71.  se inicia, a glândula pituitária anterior secreta maiores quantidades de hormônio folículo-estimulante juntamente com pequenas quantidades de hormônio luteinizante. Juntos, esses hormônios promovem o crescimento de diversos folículos nos ovários e acarretam uma secreção considerável de estrogênio (estrógeno).
  72. 72.  2. Acredita-se que o estrogênio tenha, então, dois efeitos seqüenciais sobre a secreção da pituitária anterior:  1- Primeiro, inibiria a secreção dos hormônios folículo-estimulante e luteinizante, fazendo com que suas taxas declinassem a um mínimo por volta do décimo dia do ciclo.
  73. 73.  2- Depois, subitamente a pituitária anterior começaria a secretar quantidades muito elevadas de ambos os hormônios mas principalmente do hormônio luteinizante. É essa fase de aumento súbito da secreção que provoca o rápido desenvolvimento final de um dos folículos ovarianos e a sua ruptura dentro de cerca de dois dias.
  74. 74.  O processo de ovulação, que ocorre por volta do décimo quarto dia de um ciclo normal de 28 dias, conduz ao desenvolvimento do corpo lúteo ou corpo amarelo, que secreta quantidades elevadas de progesterona e quantidades consideráveis de estrogênio.
  75. 75.  OBSERVAÇÃO: a ovulação ocorre aproximadamente entre 10-12 horas após o pico de LH. No ciclo regular, o período de tempo a partir do pico de LH até a menstruação está constantemente próximo de 14 dias. Dessa forma, da ovulação até a próxima menstruação decorrem 14 dias.  Apesar de em um ciclo de 28 dias a ovulação ocorrer aproximadamente na metade do ciclo, nas mulheres que têm ciclos regulares, não importa a sua duração, o dia da ovulação pode ser calculado como sendo o 14º dia ANTES do início da menstruação.  Generalizando, pode-se dizer que, se o ciclo menstrual tem uma duração de n dias, o possível dia da ovulação é n – 14, considerando n = dia da próxima menstruação.
  76. 76. VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER,UMA REALIDADE Á SER COMBATIDA.  PROJETO VIVA MULHER RESUMOS DAS ATIVIDADES REALIZADAS PELO SUS NO BRASIL.
  77. 77. MELHORIA DA ATENÇÃO OBSTÉTRICA E ORGANIZAÇÃO DA REDE  Monitoramento dos pactos de redução da taxa de cesáreas em hospitais do SUS . (4.443 municípios aderidos).  Portarias: de reativação da Comissão Nacional de Morte Materna e outra que torna o óbito materno evento de notificação compulsória. COORDENAÇÃO E PROMOÇÃO DE CAPACITAÇÕES  Para atendimento a vítimas de violência doméstica e sexual.  Para humanização da assistência obstétrica –  profissionais de saúde (convênio Hospital Sofia Feldman).  Acompanhamento de 22 cursos de especialização em enfermagem obstétrica.  De 77 parteiras tradicionais.
  78. 78.  Em Pré-natal e Planejamento Familiar na Atenção Básica e em investigação de óbito materno (convênio Febrasgo).  Para atenção à mulher indígena. INTERFACE COM DIVERSAS ÁREAS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE  Participação na formulação de políticas e diretrizes e na elaboração de documentos técnicos, na perspectiva da incorporação de aspectos de interesse da saúde da mulher e da  Distribuição de Cartão e Agenda da Gestante – 1 milhão de exemplares de cada.  Manuais Técnicos – 105.000 exemplares.  Kits de planejamento familiar – 23.996 Kits.  Anticoncepcional de emergência para 432 municípios.  Em elaboração: Manuais Gênero e Saúde Mental e de Atenção à Saúde da Mulher no Climatério.
  79. 79. LEI MARIA DA PENHA É LEI ! É PRA VALER No dia 07 de agosto de 2006 foi sancionada pelo Presidente da República a Lei 11.340/06 – a Lei Maria da Penha* . Esta publicação que ora colocamos a sua disposição tem por objetivo divulgar o texto da Lei de forma que cada brasileira e cada brasileiro possa, no exercício de seus direitos de cidadã e cidadão, zelar para sua plena aplicação. Em vigor desde o dia 22 de setembro de 2006, a Lei Maria da Penha dá cumprimento, finalmente, à Convenção para Prevenir,Punir, e Erradicar a Violência contra a Mulher.
  80. 80. MECANISMOS DA NOVA LEI  Tipifica e define a violência doméstica e familiar contra a mulher  .Estabelece as formas da violência doméstica contra a mulher como física, psicológica, sexual, patrimonial e moral.  Determina que a violência doméstica contra a mulher independe de sua orientação sexual.  Determina que a mulher somente poderá renunciar à denúncia perante o juiz.  Ficam proibidas as penas pecuniárias (pagamento de multas ou cestas básicas).  É vedada a entrega da intimação pela mulher ao agressor.  A mulher vítima de violência doméstica será notificada dos atos processuais, em especial quando do ingresso e saída da prisão do agressor.  A mulher deverá estar acompanhada de advogado(a) ou defensor(a) em todos os atos processuais.  Retira dos juizados especiais criminais (lei 9.099/95) a competência para julgar os crimes de violência doméstica contra a mulher.
  81. 81. AUTORIDADE POLICIAL  Prevê um capítulo específico para o atendimento pela autoridade policial para os casos de violência doméstica contra a mulher.  Permite a autoridade policial prender o agressor em flagrante sempre que houver qualquer das formas de violência doméstica contra a mulher.  Registra o boletim de ocorrência e instaura o inquérito policial composto pelos depoimentos da vítima, do agressor, das testemunhas e de provas documentais e periciais).  Altera o código de processo penal para possibilitar ao juiz a decretação da prisão preventiva quando houver riscos à integridade física ou psicológica da mulher.  Altera a lei de execuções penais para permitir o juiz que determine o comparecimento obrigatório do agressor a programas de recuperação e reeducação.
  82. 82.  Determina a criação de juizados especiais de violência doméstica e familiar contra a mulher com competência cível e criminal para abranger as questões de família decorrentes da violência contra a mulher.  Caso a violência doméstica seja cometida contra mulher com deficiência, a pena será aumentada em 1/3. Processo Judicial  O juiz poderá conceder, no prazo de 48h, medidas proventivas de urgência (suspensão do porte de armas do agressor, afastamento do agressor do lar, distanciamento da vítima, dentre outras), dependendo da situação.  O juiz do juizado de violência doméstica e familiar contra a mulher terá competência para apreciar o crime e os casos que envolverem questões de família (pensão, separação, guarda de filhos etc.).  O Ministério Público apresentará denúncia ao juiz e poderá propor penas de 3 meses a 3 anos de detenção, cabendo ao juiz a decisão e a sentença final.
  83. 83. Hospitais do interior vão atender mulheres vítimas de violência A SESAPI juntamente com o Ministério da Saúde,irá descentralizar o serviço de atendimento ás Mulheres Vítimas de Violência Sexual,que passará a funcionar em mais de 6 cidades do Piaui.  Atualmente o serviço funciona na Maternidade Evangelina Rosa,e as vítimas das cidades do Interior têm que se deslocar até a capital para serem atendidas.
  84. 84. CIDADES QUE PASSARÃO Á ATENDER: São Raimundo Nonato,Parnaíba, Picos, Floriano.Corrente, Bom Jesus. Em 2010 foram registrados 408 atendimentos á mulheres vítimas de violência sexual,a maioria com adolescentes entre 10 á 19 anos. Teresina é a cidade onde tem maior numero de casos (247),seguidos de Altos(79),União(35) OBS: Os casos que não forem registrados até 72 horas não receberão atendimento. Em caso de violência á crianças e adolescentes a denuncia deve ser feita ao Conselho Tutelar.

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