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PNAIC - SEQUÊNCIA DIDÁTICA - parte 1

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Unidade 6 - PNAIC
Sequência Didática

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PNAIC - SEQUÊNCIA DIDÁTICA - parte 1

  1. 1. UNIDADE 6 SEQUÊNCIA DIDÁTICA CAMILA RIBEIRO UNIDADE 6 SEQUÊNCIA DIDÁTICA CAMILA RIBEIRO
  2. 2. UNIDADE 6UNIDADE 6  ANO 1 PLANEJANDO A ALFABETIZAÇÃO: INTEGRANDO DIFERENTES ÁREAS DO CONHECIMENTO  ANO 2 PLANEJANDO A ALFABETIZAÇÃO E DIALOGANDO COM DIFERENTES ÁREAS DO CONHECIMENTO  ANO 3 ALFABETIZAÇÃO EM FOCO: PROJETOS DIDÁTICOS E SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS EM DIÁLOGO COM OS DIFERENTES COMPONENTES CURRICULARES  ANO 1 PLANEJANDO A ALFABETIZAÇÃO: INTEGRANDO DIFERENTES ÁREAS DO CONHECIMENTO  ANO 2 PLANEJANDO A ALFABETIZAÇÃO E DIALOGANDO COM DIFERENTES ÁREAS DO CONHECIMENTO  ANO 3 ALFABETIZAÇÃO EM FOCO: PROJETOS DIDÁTICOS E SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS EM DIÁLOGO COM OS DIFERENTES COMPONENTES CURRICULARES
  3. 3. Refletir sobre as formas de organização do trabalho pedagógico, especialmente sobre as sequências didáticas e os projetos didáticos na alfabetização. Refletir sobre as formas de organização do trabalho pedagógico, especialmente sobre as sequências didáticas e os projetos didáticos na alfabetização. Aprofundar discussões sobre o currículo nos anos iniciais do EF e os direitos de aprendizagem nas diferentes áreas do conhecimento. Aprofundar discussões sobre o currículo nos anos iniciais do EF e os direitos de aprendizagem nas diferentes áreas do conhecimento. Integrar os diferentes componentes curriculares, por meio dos eixos de ensino da língua na apropriação de conhecimentos relacionados às diferentes áreas do saber. Integrar os diferentes componentes curriculares, por meio dos eixos de ensino da língua na apropriação de conhecimentos relacionados às diferentes áreas do saber. OBJETIVOS
  4. 4. CURRÍCULOCURRÍCULO O quê e como ensinar nas diferentes áreas do currículo, considerando o Ensino Fundamental de nove anos? O quê e como ensinar nas diferentes áreas do currículo, considerando o Ensino Fundamental de nove anos?
  5. 5. TRABALHO PEDAGÓGICOTRABALHO PEDAGÓGICO Como superar essa dicotomia?Como superar essa dicotomia? Através do trabalho pedagógico com foco na criança sem perder de vista o compromisso com sua aprendizagem e inserção sociocultural. Através do trabalho pedagógico com foco na criança sem perder de vista o compromisso com sua aprendizagem e inserção sociocultural.
  6. 6. TRABALHO PEDAGÓGICOTRABALHO PEDAGÓGICO
  7. 7. A CRIANÇA COMO FOCO DO TRABALHO PEDAGÓGICOA CRIANÇA COMO FOCO DO TRABALHO PEDAGÓGICO IMPLICAÇÕESIMPLICAÇÕES Articular o que a criança sabe em relação às diferentes áreas do currículo através de uma organização pedagógica flexível, aberta ao novo e ao imprevisível, num processo de mão dupla. (Corsino, 2007 in Unidade 06, Unidade 01, p.10) Articular o que a criança sabe em relação às diferentes áreas do currículo através de uma organização pedagógica flexível, aberta ao novo e ao imprevisível, num processo de mão dupla. (Corsino, 2007 in Unidade 06, Unidade 01, p.10) Este enfoque, conforme sugere Benjamim, citado por Corsino (2007): (...) coloca-nos num lugar estratégico porque cabe a nós, professores (as), planejar, propor e coordenar atividades significativas e desafiadoras, capazes de impulsionar o desenvolvimento das crianças e de amplificar as suas experiências e práticas socioculturais. (Unidade 6, Ano 1, p. 07)
  8. 8. A CRIANÇA COMO FOCO DO TRABALHO PEDAGÓGICOA CRIANÇA COMO FOCO DO TRABALHO PEDAGÓGICO ― Porque são os professores que planejam, propõem e coordenam atividades significativas e desafiadoras capazes de impulsionar o desenvolvimento das crianças e de ampliar suas experiências e práticas socioculturais. ― Porque são os professores que fazem a mediação das relações das crianças com os elementos da natureza e da cultura, favorecem a expressão através de diferentes linguagens, articulam as diferente áreas de conhecimento conforme estabelecem as Diretrizes Curriculares para o Ensino Fundamental. ― Porque são os professores que planejam, propõem e coordenam atividades significativas e desafiadoras capazes de impulsionar o desenvolvimento das crianças e de ampliar suas experiências e práticas socioculturais. ― Porque são os professores que fazem a mediação das relações das crianças com os elementos da natureza e da cultura, favorecem a expressão através de diferentes linguagens, articulam as diferente áreas de conhecimento conforme estabelecem as Diretrizes Curriculares para o Ensino Fundamental. Por quê razão os professores encontram-se num lugar estratégico na tomada de decisão sobre a seleção e hierarquização dos conteúdos? (Unidade 06, Ano 2, p.06-12)
  9. 9. A CRIANÇA COMO FOCO DO TRABALHO PEDAGÓGICOA CRIANÇA COMO FOCO DO TRABALHO PEDAGÓGICO Nosso papel como mediadores do conhecimento é uma tarefa desafiadora pelas decisões que precisamos tomar.
  10. 10. (Unidade 06, Ano 1, p.06-11)
  11. 11. (Unidade 06, Ano 1, p.06-11)
  12. 12. (Unidade 06, Ano 1, p.06-11)
  13. 13.  Demandas ao primeiro segmento do EF (três primeiros anos). A criança deve ter:  Alfabetização consolidada;  Leitura e escrita de textos curtos e simples;  Desenvolvido noções básicas das grandes áreas do conhecimento. Ensino FundamentalEnsino Fundamental MEC (2012)
  14. 14. MEC (2012)
  15. 15. Não são processos sequenciados e contraditórios, mas indissociáveis e inter-relacionados. (Unidade 06, Ano 1, p.11)
  16. 16. O DIÁLOGO ENTRE AS DIFERENTES ÁREAS DO CONHECIMENTOO DIÁLOGO ENTRE AS DIFERENTES ÁREAS DO CONHECIMENTO É importante que o trabalho pedagógico com as crianças de seis anos de idade, nos anos iniciais da educação básica, garanta o estudo articulado das Ciências Sociais, Ciências Naturais, Matemática e das Linguagens. Disponível em: www.mec.gov.br (Unidade 06, Ano 3, p.06-09)
  17. 17. Garantir as relações entre os componentes curriculares nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Articular o processo de apropriação do Sistema de Escrita Alfabética ao trabalho com as temáticas diversas pertinentes às produções das áreas do conhecimento. Definir metodologias relacionadas às diversas áreas do conhecimento, articulando-as e pondo em destaque o papel dos diversos eixos da língua: oralidade, análise linguística, leitura e escrita. Garantir as relações entre os componentes curriculares nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Articular o processo de apropriação do Sistema de Escrita Alfabética ao trabalho com as temáticas diversas pertinentes às produções das áreas do conhecimento. Definir metodologias relacionadas às diversas áreas do conhecimento, articulando-as e pondo em destaque o papel dos diversos eixos da língua: oralidade, análise linguística, leitura e escrita. Ensino FundamentalEnsino Fundamental Articulação: o grande desafio! (Unidade 06, Ano 3, p.06-09)
  18. 18. O primeiro contato com conhecimentos de diversas áreas não deve ser tratado de forma fragmentada. A ênfase deve ser dada ao desenvolvimento de capacidades, para que os conteúdos possam emergir de forma integrada. Portanto é necessário envolver as crianças em um universo rico de possibilidades de aprendizagens mediante um trabalho interdisciplinar. Ensino FundamentalEnsino Fundamental (Unidade 06, Ano 3, p.06-09)
  19. 19. Sinopse - Uma vovó bem ativa recebe a visita do Senhor Esqueleto, na verdade, a morte, que vem buscá-la. Mas ela é muito esperta e vai adiando o momento da partida, arrumando coisas para sua festa de aniversário e pedindo-lhe para esperar um minutinho. A festa foi linda e cheia de gostosuras. Quando acaba, ela beija seus netos um por um e vai avisar o Senhor Esqueleto que ela está pronta, mas encontra apenas um bilhete, dizendo que a festa foi tão boa que ele não vai perder a do próximo ano de jeito nenhum. Só Um Minutinho - Yuyi Morales
  20. 20. SENHOR ESQUELETO VOVÓ CAROCHA
  21. 21. UMA CASA DOIS BULES DE CHÁ TRÊS QUILOS DE FARINHA QUATRO FRUTAS CINCO QUEIJOS SEIS PANELAS DE COMIDA SETE PINHATAS OITO PRATOS
  22. 22. GATO S Ó U M M I N U T I N H O S E N H O R E S Q U E L E T O E U J Á V O U C O M V O C Ê M A S A N T E S T E N H O S Ó Q U E
  23. 23. 9 SENHOR ESQUELETO 10 11 ANIVERSÁRIO DA VOVÓ CAROCHA RESPOSTA DOS ALUNOS CADA ALUNO RESPONDE O QUE GOSTARIA DE LEVAR
  24. 24. PRODUÇÃOAUTÔNOMA
  25. 25. http://educandocomsimplicidade.blogspot.com.br/2012/06/atividade-de-alfabetizacao.html
  26. 26. Querido Senhor Esqueleto Agradecemos a sua gentileza e compreensão, mas amanhã estaremos em GREVE!!!! Atenciosamente Professoras da Turma B
  27. 27. ABORDAGEM INTERDISCIPLINARABORDAGEM INTERDISCIPLINAR Contemplar os diferentes componentes curriculares, porém não de forma fragmentada, com divisão estanque do tempo escolar, mas de forma integrada, sem perder de vista o contexto de cada área. Contemplar os diferentes componentes curriculares, porém não de forma fragmentada, com divisão estanque do tempo escolar, mas de forma integrada, sem perder de vista o contexto de cada área. Contemplar os conteúdos necessários em cada área do conhecimento, as diferentes estratégias didáticas, as diversas formas de organização das atividades, as variadas formas de avaliação, requer: planejamento e intencionalidade. Contemplar os conteúdos necessários em cada área do conhecimento, as diferentes estratégias didáticas, as diversas formas de organização das atividades, as variadas formas de avaliação, requer: planejamento e intencionalidade. Uma abordagem interdisciplinar no tratamento da diversidade de temáticas relacionadas às diversas áreas do saber constitui, portanto, algo de extrema relevância e tal concepção propicia a concordância de que o tempo escolar não deve se dividido por áreas de conhecimento. O desejo é a integração das diferentes áreas. (Unidade 06, Ano 1, p.06-11)
  28. 28. Independente da definição que cada autor assuma, a interdisciplinaridade está sempre situada no campo onde se pensa a possibilidade de superar a fragmentação das ciências e dos conhecimentos produzidos por elas e onde simultaneamente se exprime a resistência sobre um saber parcelado”. (Thiesen, 2008). Independente da definição que cada autor assuma, a interdisciplinaridade está sempre situada no campo onde se pensa a possibilidade de superar a fragmentação das ciências e dos conhecimentos produzidos por elas e onde simultaneamente se exprime a resistência sobre um saber parcelado”. (Thiesen, 2008). INTERDISCIPLINARIDADEINTERDISCIPLINARIDADE Interdisciplinar: “(1) que estabelece relações entre duas ou mais disciplinas ou ramos do conhecimento (2) que é comum a duas ou mais disciplinas.” (Houaiss, 2001, p. 1633) Interdisciplinar: “(1) que estabelece relações entre duas ou mais disciplinas ou ramos do conhecimento (2) que é comum a duas ou mais disciplinas.” (Houaiss, 2001, p. 1633)
  29. 29. Gadotti (2004): A interdisciplinaridade visa garantir a construção de um conhecimento globalizante, rompendo com as fronteiras das disciplinas. Para isso, integrar conteúdos não seria suficiente. Fazenda (1979): A atitude interdisciplinar - compromisso profissional do educador, no envolvimento com os projetos de trabalho, na busca constante de aprofundamento teórico e, sobretudo, na postura ética diante das questões e dos problemas que envolvem o conhecimento. O QUE DIZEM ALGUNS AUTORES CONFORME THIESEN (2008)O QUE DIZEM ALGUNS AUTORES CONFORME THIESEN (2008)
  30. 30. Paulo Freire (1974): (...) a ideia de projeto nasça da consciência comum, da fé dos investigadores no reconhecimento da complexidade do mesmo e na disponibilidade destes em redefinir o projeto a cada dúvida ou a cada resposta encontrada. Piaget (1973): Define a transdisciplinaridade como a “integração global das várias ciências” uma etapa posterior e superior à interdisciplinaridade que “não só atingiria as interações ou reciprocidades entre investigações especializadas, mas também situaria estas relações no interior de um sistema total, sem fronteiras estáveis entre as disciplinas” O QUE DIZEM ALGUNS AUTORES CONFORME THIESEN (2008)O QUE DIZEM ALGUNS AUTORES CONFORME THIESEN (2008)
  31. 31. Enfoque interdisciplinar: Obras Complementares – MEC Enfoque interdisciplinar: Obras Complementares – MEC Disponível em: www.mec.gov.brMEC (2012)
  32. 32. Obras Complementares – MECObras Complementares – MEC As obras complementares são recursos que podem favorecer a ampliação do letramento da criança e da reflexão sobre o sistema de escrita alfabética, além disso, pela característica dos livros que compõem os acervos, é possível ainda favorecer o contato das crianças com variadas áreas do conhecimento escolar, possibilitando descobertas por meio de situações prazerosas de leitura. MEC (2012)
  33. 33. Obras Complementares – MECObras Complementares – MEC Os livros constituem-se como instrumento eficaz de apoio: Ao processo de alfabetização e de formação do leitor; Ao acesso do aluno ao mundo da escrita e à cultura letrada; Ao ensino-aprendizagem de conteúdos curriculares. MEC (2012)
  34. 34. Obras Complementares – MECObras Complementares – MEC  A qualidade dos livros, sendo eles ficcionais ou não, presente nos acervos, pode atrair a atenção da criança levando-a a entrar em um mundo de imaginação e descobertas, além de possibilitarem o contato com:  materiais escritos;  apropriação do SEA;  fluência da leitura;  produção textual. MEC (2012)
  35. 35. Obras Complementares – MECObras Complementares – MEC Contemplam temáticas relativas a diferentes áreas do conhecimento: Acervo: 180 livros 06 caixas de 30 livros: 02 caixas para cada ano. MEC (2012)
  36. 36. MEC (2012)
  37. 37. CIÊNCIAS SOCIAIS Reflexão crítica sobre os grupos humanos, suas relações, suas histórias, suas formas de se organizar, de resolver problemas e de viver em diferentes épocas e locais. Esferas da vida humana que compõem inúmeras relações, configurações e organizações: família, escola, religião, entorno social (bairro, comunidade, povoado), o campo, a cidade, o país, o mundo. Conhecimento das transformações ocorridas sob a ação humana na construção, no povoamento e na urbanização das diferentes regiões do planeta. Ampliação da compreensão da sua própria história, da sua forma de viver e de se relacionar, identificando diferenças e semelhanças entre as histórias vividas pelos colegas e por outros grupos sociais próximos ou distantes. Observação e comparação das paisagens, do lugar onde habita, das relações entre o homem, o espaço e a natureza. Percepção da maneira como o homem lida com a natureza interfere na paisagem e na qualidade de vida das pessoas. ÁREAS DO CONHECIMENTOÁREAS DO CONHECIMENTO Corsino, 2006
  38. 38. CIÊNCIAS NATURAIS Conhecimento sobre os fenômenos físicos e químicos, sobre os seres vivos e sobre a relação entre o homem e a natureza e entre o homem e a tecnologia. Contato das crianças com a natureza e as tecnologias, possibilitando observação, experimentação, debate e ampliação de conhecimento científico. ÁREAS DO CONHECIMENTOÁREAS DO CONHECIMENTO Corsino, 2006
  39. 39. MATEMÁTICA Promoção de oportunidades para as crianças coloquem todos os tipos de objetos, eventos e ações em todas as espécies de relações (Kamii, 1986). Identificação de semelhanças e diferenças entre diferentes elementos, classificando, ordenando e seriando. Comparação entre conjuntos, relação entre números e quantidades. Registro de situações problema, inicialmente de forma espontânea e posteriormente, usando a linguagem matemática. Uso de jogos e situações problema envolvendo a troca de ideias entre as crianças, sendo fundamental que o professor faça perguntas para poder intervir e questionar a lógica das crianças. ÁREAS DO CONHECIMENTOÁREAS DO CONHECIMENTO Corsino, 2006
  40. 40. LINGUAGEM Leitura e produção de textos orais e escritos, especialmente de histórias e textos literários, produção de textos mediada pela participação e registro de parceiros mais experientes, leitura e escrita espontânea, participação em jogos e brincadeiras com a linguagem, entre outros. As crianças devem ser encorajadas a raciocinar sobre a escrita alfabética, compreendendo seus usos e funções sociais. Conhecimento das produções artísticas de diferentes épocas e grupos sociais, desenvolvendo sua sensibilidade e expressão, através de suas próprias experiências, pelo fazer artístico. Realização de práticas esportivas e outras práticas corporais, promovendo a consciência corporal, aceitação das diferenças, favorecendo o desenvolvimento de habilidades motoras e a inclusão de todos. ÁREAS DO CONHECIMENTOÁREAS DO CONHECIMENTO Corsino, 2006
  41. 41. PlanejamentoPlanejamento MEC (2012)
  42. 42. PlanejamentoPlanejamento MEC (2012)
  43. 43. “ato ou efeito de agrupar(-se); condição do que se acha agrupado, reunido, aglomerado; agrupação” (Houaiss, 2001, p. 122) Agrupamentos diversificados Agrupamentos diversificados
  44. 44. TAREFA DE CASATAREFA DE CASA PARA 08/10/2013 (NOITE) PROCURAR NO LIVRO DIDÁTICO DE LÍNGUA PORTUGUESA UM EXEMPLO DE ATIVIDADE QUE AJUDE A FAZER A INTEGRAÇÃO ENTRE DIFERENTES COMPONENTES CURRICULARES. ANALISAR A QUALIDADE DA ATIVIDADE E OS COMPONENTES CURRICULARES QUE PODEM SER CONTEMPLADOS.
  45. 45. ReferênciasReferências DOLZ, J. et al. (2004) Gêneros orais e escritos na escola/ tradução e organização ROJO R.; CORDEIRO, G. S., Campinas, SP: Mercado de Letras. HOUAISS, A. (2001). Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Instituto Antoni Houaiss de Lexicografia e Banco de Dados da Língua Portuguesa S/C Ltda. Rio de Janeiro: Objetiva. MIGUEZ, F. (2009). Nas arte-manhas do imaginário infantil: o lugar da literatura na sala de aula. Rio de Janeiro: Singular. SCHNEUWLY, B.; DOLZ, J. (2004). Os gêneros escolares – das práticas de linguagem aos objetos de ensino. In: SCHNEUWLY, B.; DOLZ, J. et al. Gêneros orais e escritos na escola. Tradução e organização de R. H. R. Rojo e G. S. Cordeiro. Campinas: Mercado de Letras THIESEN, J.S. (2008). A interdisciplinaridade como um movimento articulador no processo ensino-aprendizagem. Revista Brasileira de Educação. V.13, n.39, Set./Dez. 2008.

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