Compostos Orgânicos - Carboidratos, Aminoácidos e Proteínas

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Compostos Orgânicos - Carboidratos, Aminoácidos e Proteínas

  1. 1. COMPOSTOS ORGÂNICOS CARBOIDRATOS AMINOÁCIDOS PROTEÍNAS
  2. 2. CARBOIDRATOS
  3. 3. Hidratos de Carbono. São substâncias orgânicas usadas nos processos bioquímicos orgânicos. Sintetizados na natureza pelas plantas, através do processo de fotossíntese.
  4. 4. Mais conhecidos - Açúcares: Glicose, Frutose e Sacarose. E suas macromoléculas: Celulose e Amido. Chamados de Alimentos Combustíveis – produzem a energia necessária para o funcionamento do organismo, mantendo a nossa temperatura estável.
  5. 5. Os carboidratos mais complexos devem ser hidrolisados a mais simples para serem absorvidos. Quando sintetizados são absorvidos no intestino para o fornecimento de energia imediata; ou armazenada no fígado e no músculo na forma de glicogênio.
  6. 6. São recomendados de 55-75% de carboidratos em relação ao total de uma dieta. Sua carência pode ocasionar fraqueza, tremores, mãos frias, nervosismo, tonturas, irritabilidade e desmaio.
  7. 7. Classificação dos Carboidratos: Monossacarídeos – chamados de açúcares simples. Exemplos: glicose, frutose, galactose. Simples – Encontrados nos doces, leite e frutas. Têm maior teor de glicose e por isso são digeridos mais rapidamente.
  8. 8. Glicose: Produto da hidrólise dos carboidratos. É armazenada na forma de glicogênio como fonte de energia. Constituem as frutas, cereais, raízes, mel, legumes.
  9. 9. Frutose: É o mais doce dos açúcares. Encontrado nas frutas. Transformada em glicose no fígado. Galactose: Produzida a partir da hidrólise da lactose (açúcar do leite e derivados).
  10. 10. Dissacarídeos: Polímeros de monossacarídeos unidos pelas ligações glicosídicas. Dividem-se em Redutores e Não Redutores.
  11. 11. REDUTORES Lactose: É o menos doce dos açúcares, encontrados no leite e derivados. Maltose: É o açúcar do malte; elemento básico da estrutura do amido.
  12. 12. NÃO-REDUTORES Sacarose: União da glicose com a frutose. Encontrada na cana-de-açúcar, beterraba, xarope de milho, legumes, frutas e mel. Hidrolisada por enzimas com formação de monossacarídeos, ocorrendo sua inversão formando o açúcar invertido.
  13. 13. Complexos – Garantem uma saciedade mais prolongada. Encontrada nos cereais, pães e massas, sendo mais eficientes pela versão integral. Polissacarídeos – macromoléculas naturais, formados pela condensação de monossacarídeos.
  14. 14. Amido: É a reserva mais importante de nutrição das plantas (sementes, tubérculos, rizomas e bulbos). Constituído de dois polissacarídeos: Amilose e Amilopectina.
  15. 15. Ainda possui os Polissacarídeos Indigeríveis chamadas de Fibras Alimentares Solúveis e Insolúveis. Outros exemplos de Polissacarídeos: Celulose, Dextrina, Pectina, Glicogênio.
  16. 16. FrutoOligossacarídeos – são as fibras não metabolizadas, servem de substrato para a flora intestinal. Oligossacarídeos – obtido pela quebra do amido, pode substituir o açúcar por ser menos calórico. Exemplos: aspargo, alcachofra, banana, trigo, soja e mel.
  17. 17. AMINOÁCIDOS
  18. 18. Formados por átomos de Carbono, Hidrogênio, Oxigênio, Nitrogênio. Podendo conter átomos de Enxofre e Fósforo. São monômeros essenciais para a formação das proteínas.
  19. 19. São sólidos cristalinos, incolores, têm sabor adocicado, alguns insípidos e outros amargos. Sofrem decomposição em altas temperaturas.
  20. 20. Além de construir células.. Atuam como sistema tampão – no controle do pH das células. Formam Anticorpos; fazem parte do Sistema Hormonal; transportam oxigênio por todo o corpo.
  21. 21. É necessário 0,8 gramas/kg/dia em adultos saudáveis. Sua carência pode ocasionar alterações nos processos bioquímicos e fisiológicos e na síntese proteica.
  22. 22. Classificação Nutricional: Exemplos – Arginina, Fenilalanina, Isoleucina, Leucina, Lisina, Treonina, Triptofano, Histidina e Valina. Essenciais – aqueles em que o organismo não pode sintetizar ou sintetiza muito lentamente.
  23. 23. Condicionalmente Essenciais – essenciais apenas em determinadas situações patológicas ou em organismos jovens e em desenvolvimento.
  24. 24. Exemplos – Alanina, Cisteína, Glicina, Glutamina, Tirosina, Serina, Aspartato, Glutamato. Não-Essenciais – simples de serrem sintetizados. Produzidos pelo organismo, não necessitam estar na alimentação.
  25. 25. Os Aminoácidos Não- Essenciais... - Glutamina – abundante no tecido muscular. Atua como nutriente em células imunológicas, estimula síntese proteica. - Aspartato e Glutamato – função de neurotransmissor excitatório. Importante no metabolismo das vias metabólicas.
  26. 26. Síntese e Metabolismo: São derivados de intermédios da glicólise. Após metabolizados podem se transformar em glicose e em corpos cetônicos.
  27. 27. PROTEÍNAS
  28. 28. Principais substâncias construtoras do organismo humano. Elementos formativos essenciais das células, anticorpos, hormônios e enzimas. Formada pela condensação dos aminoácidos por meio de ligações peptídicas.
  29. 29. A sequência dos aminoácidos em uma enzima determina: - Sua forma e sua função. Para o bom funcionamento orgânico é necessário um coordenado e eficiente processo de tradução.
  30. 30. Um único erro durante a síntese proteica pode acarretar disfunções ou deficiências ao organismo. Anemia Falciforme – é devido à substituição do glutamato por uma valina.
  31. 31. São compostos orgânicos sem odor e sabor; Sua viscosidade depende da estrutura molecular. As proteínas de origem animal têm boa digestibilidade. São responsáveis pela construção dos músculos, os quais aumentam o seu metabolismo e ajudam a queimar gordura mais rapidamente.
  32. 32. Desnaturação: É a mudança estrutural das proteínas sem quebra entre aminoácidos. Há perda das atividades funcionais e mudanças estruturais devido ao calor, pH e solventes. Mudanças Estruturais – Secunárias, Terciárias e Quaternárias.
  33. 33. Estrutura Primária: Sequência de aminoácidos na cadeia peptídica por meio de reações químicas. Responsável pela estrutura tridimensional da proteína. Sem a forma tridimensional, a proteína não consegue exercer funções.
  34. 34. Estrutura Secundária: As cadeias peptídicas são dobradas ou enroladas entre si, podendo adquirir várias conformações.
  35. 35. Estrutura Terciária: Junção da proteína secundária. Resulta em uma estrutura complexa e mais compacta. É biologicamente ativa.
  36. 36. Estrutura Quaternária: Junção da terceira proteína aglomerada. Caracterizada como o mais alto nível de organização de uma proteína.
  37. 37. Atividades Biológicas: Estrutural – a pele, ossos, cabelos e unhas são constituídos por proteínas. Ex.: colágeno e queratina. Transporte – a hemoglobina (proteína do sangue) carrega oxigênio para os pulmões.
  38. 38. Armazenamento – são direcionadas para serem estocadas. Ex.: caseína (leite), ovalbumina (ovo), ferritina (ferro). Reguladora – regulam e controlam a síntese proteica. Proporcionam a coagulação sanguínea.
  39. 39. Tipos de Proteínas: Animal – as carnes contêm de 15-25% de proteínas. Miofibrilares: Possui elevado teor de íons cálcio. A actina representa 30% e a miosina 50% destas proteínas. São compostas por colágeno e elastina.
  40. 40. Proteínas do Leite: A caseína é uma fosfoproteína existente no leite. Podem ser: Lactoalbumina e Lactoglobulina.
  41. 41. Proteínas do Ovo: A clara é uma mistura de proteínas, sendo a mais importante a Ovalbumina. Se desnatura por agitação e coagula por aquecimento. A gema é uma dispersão de fosfo e lipoproteínas globulares. Constituída por Lipovitelina, Fosfovitina e Livitina.
  42. 42. Vegetal – são deficientes em um ou mais aminoácidos essenciais. A proteína do trigo tem pouco valor nutricional. Ex.: gliadina e glutenina. Glúten – formado pela combinação das proteínas do trigo. Substância elástica e aderente, responsável pela textura da massa de pães fermentados.
  43. 43. Classificação: Simples – por hidrólise total resultam aminoácidos como únicos produtos, podem ser encontradas na natureza. - Albuminas, Globulina, Gutelina, Prolamina, Protamina e Histonas.
  44. 44. Conjugadas – moléculas mais complexas, aminoácidos ligados a substâncias não proteicas. - Cromoproteínas, Lipoproteínas, Nucleoproteínas, Glicoproteínas, Fosfoproteínas, Metaloproteínas.
  45. 45. Derivadas – compostos não encontrados na natureza. Obtido por degradação intensa de proteínas simples ou conjugadas pela ação de enzimas. Podem ser primárias ou secundárias.
  46. 46. REFERÊNCIAS CÂMARA, S. A. V. Proteínas. Estácio de Sá. Encontrado em: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAfb5UAK/aa-proteinas. - BOBBIO, F. O.; BOBBIO, P. A. Introdução a Química de Alimentos. 2ª ed. São Paulo: Varela, 1995. - BOBBIO, F. O.; BOBBIO, P. A. Química do Processamento de Alimentos. 3ª ed. São Paulo: Varela, 1992. - ANNELIESE L. Revisão de Literatura: Aminoácidos. UFRPE: Pernambuco, 2010. Encontrado em: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAxA4AD/aminoacidos. - MOREIRA, G. Proteínas. UNIS: Minas Gerais. Encontrado em: http://www.ebah.com.br/content/ABAAABEBoAB/proteinas.
  47. 47. - GUIDUGLI, S. H. M.V. Carboidratos e Proteínas. UNIARARAS: Araras, 2009. - Carboidratos. UFRA. Encontrado em: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAfbvcAA/carboidratos- material-complementar. - SOLOMONS, G. Química Orgânica. LTC: Rio de Janeiro, 2000. Cap. 22 e 24. Páginas: 321 – 359; e 397 - 433. - GUEDES, V. R. Aminoácidos. UNIT. Encontrado em: http://www.ebah.com.br/content/ABAAABKgcAC/aminoacidos. - SANTOS, J. Aminoácidos. EAA1: Recife, 2010. Encontrado em: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAt68AB/aminoacidos. - CINTRA, J. Proteínas. Encontrado em: http://pt.scribd.com/doc/118963017/PROTEINAS#download.
  48. 48. Camila A. de Oliveira n° 09 Carla Perez n° 11 Erica Ap. M. da Silva n° 17

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