Apresentação ri cpfl energia_apimec sul_jun13

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Apresentação ri cpfl energia_apimec sul_jun13

  1. 1. Reunião APIMEC-SulJunho/2013© CPFL Energia 2013. Todos os direitos reservados.
  2. 2. DisclaimerEsta apresentação pode incluir declarações que representem expectativas sobre eventos ou resultados futuros deacordo com a regulamentação de valores mobiliários brasileira e internacional. Essas declarações estão baseadasem certas suposições e análises feitas pela Companhia de acordo com a sua experiência e o ambienteeconômico, as condições de mercado e os eventos futuros esperados, muitos dos quais estão fora do controle daCompanhia. Fatores importantes que podem levar a diferenças significativas entre os resultados reais e asdeclarações de expectativas sobre eventos ou resultados futuros incluem a estratégia de negócios da Companhia, ascondições econômicas brasileira e internacional, tecnologia, estratégia financeira, desenvolvimentos da indústria deserviços públicos, condições hidrológicas, condições do mercado financeiro, incerteza a respeito dos resultados desuas operações futuras, planos, objetivos, expectativas e intenções, entre outros. Em razão desses fatores, osresultados reais da Companhia podem diferir significativamente daqueles indicados ou implícitos nas declarações deexpectativas sobre eventos ou resultados futuros.As informações e opiniões aqui contidas não devem ser entendidas como recomendação a potenciais investidores enenhuma decisão de investimento deve se basear na veracidade, atualidade ou completude dessas informações ouopiniões. Nenhum dos assessores da Companhia ou partes a eles relacionadas ou seus representantes terá qualquerresponsabilidade por quaisquer perdas que possam decorrer da utilização ou do conteúdo desta apresentação.Este material inclui declarações sobre eventos futuros sujeitas a riscos e incertezas, as quais baseiam-se nas atuaisexpectativas e projeções sobre eventos futuros e tendências que podem afetar os negócios da Companhia.Essas declarações podem incluir projeções de crescimento econômico, demanda, fornecimento de energia, além deinformações sobre posição competitiva, ambiente regulatório, potenciais oportunidades de crescimento e outrosassuntos. Inúmeros fatores podem afetar adversamente as estimativas e suposições nas quais essas declarações sebaseiam.
  3. 3. 1) Fonte: CPFL Energia. 2) Fontes: IBGE, Bacen, PNAD, EPE – PDEE 2021 e Ministério das Cidades. 3) 2010 – último dado disponível. 4) 2009 – último dado disponível. 5)2011- último dado disponívelCPFL Energia | Consumo por consumidor residencial (kWh/mês)1Indicadores de consumo22004 2012 VariaçãoMacroeconômicosTaxa de desemprego (média do período) - % 11,5 5,5 -6,0 p.p.Massa de renda (dessazonalizada) - R$ bilhões 322 504 57%Salário mínimo - R$ constantes 396 628 59%Concessões de crédito (média por dia útil dessaz.) - R$ milhões constantes 2.410 3.917 63%Taxa de urbanização (%) 82,7 85,05+2,3 p.p.Índice de Gini (concentração de renda) 0,535 0,5203-3%Indicadores de Posse - Geladeira (% domicílios) 87,3 93,44+6,1 p.p.Indicadores de Posse - Televisão (% domicílios) 90,3 95,74+5,4 p.p.Indicadores de Posse - Máquina de lavar roupa (% domicílios) 34,3 44,34+10,0 p.p.DemografiaDensidade domiciliar (hab/domicílio) 3,5 3,1 -0,4 habEficiência EnergéticaGeladeira (kWh/ano) 433 345 -20%Máquina de lavar roupas (kWh/ano) 72 67 -7%Após 12 anos, o consumo por consumidor residencial da CPFLEnergia volta ao patamar do período pré-racionamento em 2001
  4. 4. Virada do século Conjuntura atual• Atores principais: economiasemergentes• Crises afetam principalmente paísescentrais• Países emergentes tem maiorautonomia• Atores principais: economiasdesenvolvidas• Crises afetam rápida edrasticamente os países periféricos• Volatilidade financeira• Juros elevados (Selic): 19,5% a.a2• Risco-país em alta: 1.525 pontos2• Dívida pública elevada: 60,4%do PIB1• Baixo nível de reservasinternacionais: US$38 bi2• Pouca atratividade para capitalestrangeiro• 20% mais ricos: 63,7% da renda5• Crise energética• Mercado doméstico robusto• Juros baixos e estáveis (Selic):7,25% a.a.4• Risco-país em baixa: 147 pontos4• Redução da dívida pública: 35,2%do PIB3• Reservas internacionais: US$379 bi3• Desconcentração regional• Intensificação das políticas sociais• 20% mais ricos: 57,7% da renda6• Politicas de incentivo ao investimento• Investimentos em infraestrutura: R$204,4 bilhões apenas no PAC 23PIB 1991-2000: 2,7% a.a. PIB 2003-2012: 3,6% a.a.BrasilAlterações no contexto econômico nos últimos anosfavoreceram os países emergentes...1) Dados de 2002. 2) Dados de dez/02. 3) Dados de 2012. 4) Dados de dez/12. 5) Dados de 2001. 6) Dados de 2011. Fontes: Banco Central, JP Morgan,Ministério da Fazenda e IBGE.Mundo
  5. 5. 1) Fonte: EPE. 2) Fonte: FMI, Roland Berger e Standard Chartered Bank. 3) Fonte: EPE. PDEE 2021 e Nota Técnica DEA 16/12 - Avaliação da EficiênciaEnergética para os próximos 10 anos (2012-2021). 4) Corresponde ao número de domicílios que utilizam exclusivamente o chuveiro elétrico.Demografia1 | milhões Maiores economias2 | PIB em US$ trilhõesEficiência energética, posse de eletrodomésticos e consumo por domicílio no Brasil3Perspectivas são positivas: consumo por consumidorresidencial continuará crescendoAno 2012186kWh/mêsAno 2021229kWh/mês+23%1 14,6 EUA 1 73,5 China2 5,9 China 2 38,2 EUA3 5,6 Japão 3 30,3 Índia4 3,3 Alemanha 4 12,2 Brasil5 2,6 França 5 9,3 Indonésia6 2,3 Reino Unido 6 8,4 Japão7 2,0 Itália 7 8,2 Alemanha8 2,0 Brasil 8 6,6 Itália2010 20301 14,6 EUA 1 73,5 China2 5,9 China 2 38,2 EUA3 5,6 Japão 3 30,3 Índia4 3,3 Alemanha 4 12,2 Brasil5 2,6 França 5 9,3 Indonésia6 2,3 Reino Unido 6 8,4 Japão7 2,0 Itália 7 8,2 Alemanha8 2,0 Brasil 8 6,6 Itália2010 20301 14,6 EUA 1 73,5 China2 5,9 China 2 38,2 EUA3 5,6 Japão 3 30,3 Índia4 3,3 Alemanha 4 12,2 Brasil5 2,6 França 5 9,3 Indonésia6 2,3 Reino Unido 6 8,4 Japão7 2,0 Itália 7 8,2 Alemanha8 2,0 Brasil 8 6,6 Itália2010 20301 14,6 EUA 1 73,5 China2 5,9 China 2 38,2 EUA3 5,6 Japão 3 30,3 Índia4 3,3 Alemanha 4 12,2 Brasil5 2,6 França 5 9,3 Indonésia6 2,3 Reino Unido 6 8,4 Japão7 2,0 Itália 7 8,2 Alemanha8 2,0 Brasil 8 6,6 Itália2010 20301 14,6 EUA 1 73,5 China2 5,9 China 2 38,2 EUA3 5,6 Japão 3 30,3 Índia4 3,3 Alemanha 4 12,2 Brasil5 2,6 França 5 9,3 Indonésia6 2,3 Reino Unido 6 8,4 Japão7 2,0 Itália 7 8,2 Alemanha8 2,0 Brasil 8 6,6 Itália2010 20301 14,6 EUA 1 73,5 China2 5,9 China 2 38,2 EUA3 5,6 Japão 3 30,3 Índia4 3,3 Alemanha 4 12,2 Brasil5 2,6 França 5 9,3 Indonésia6 2,3 Reino Unido 6 8,4 Japão7 2,0 Itália 7 8,2 Alemanha8 2,0 Brasil 8 6,6 Itália2010 20301 14,6 EUA 1 73,5 China2 5,9 China 2 38,2 EUA3 5,6 Japão 3 30,3 Índia4 3,3 Alemanha 4 12,2 Brasil5 2,6 França 5 9,3 Indonésia6 2,3 Reino Unido 6 8,4 Japão7 2,0 Itália 7 8,2 Alemanha8 2,0 Brasil 8 6,6 Itália2010 20301 14,6 EUA 1 73,5 China2 5,9 China 2 38,2 EUA3 5,6 Japão 3 30,3 Índia4 3,3 Alemanha 4 12,2 Brasil5 2,6 França 5 9,3 Indonésia6 2,3 Reino Unido 6 8,4 Japão7 2,0 Itália 7 8,2 Alemanha8 2,0 Brasil 8 6,6 Itália2010 20302 5,9 China 2 38,2 EU3 5,6 Japão 3 30,3 Índ4 3,3 Alemanha 4 12,2 Bras5 2,6 França 5 9,3 Indonési6 2,3 Reino Unido 6 8,4 Japã7 2,0 Itália 7 8,2 Alemanh8 2,0 Brasil 8 6,6 Itáli1 14,6 EUA 1 73,5 Chin2 5,9 China 2 38,2 EU3 5,6 Japão 3 30,3 Índ4 3,3 Alemanha 4 12,2 Bras5 2,6 França 5 9,3 Indonési6 2,3 Reino Unido 6 8,4 Japã7 2,0 Itália 7 8,2 Alemanh8 2,0 Brasil 8 6,6 Itáli2010 20301 14,6 EUA 1 73,5 Chin2 5,9 China 2 38,2 EU3 5,6 Japão 3 30,3 Índi4 3,3 Alemanha 4 12,2 Bras5 2,6 França 5 9,3 Indonési6 2,3 Reino Unido 6 8,4 Japã7 2,0 Itália 7 8,2 Alemanh8 2,0 Brasil 8 6,6 Itáli2010 20301 14,6 EUA 1 73,5 China2 5,9 China 2 38,2 EUA3 5,6 Japão 3 30,3 Índia4 3,3 Alemanha 4 12,2 Brasil5 2,6 França 5 9,3 Indonésia6 2,3 Reino Unido 6 8,4 Japão7 2,0 Itália 7 8,2 Alemanha8 2,0 Brasil 8 6,6 Itália2010 20301 14,6 EUA 1 73,5 China2 5,9 China 2 38,2 EUA3 5,6 Japão 3 30,3 Índia4 3,3 Alemanha 4 12,2 Brasil5 2,6 França 5 9,3 Indonésia6 2,3 Reino Unido 6 8,4 Japão7 2,0 Itália 7 8,2 Alemanha8 2,0 Brasil 8 6,6 Itália2010 20301 14,6 EUA 1 73,5 China2 5,9 China 2 38,2 EUA3 5,6 Japão 3 30,3 Índia4 3,3 Alemanha 4 12,2 Brasi5 2,6 França 5 9,3 Indonésia6 2,3 Reino Unido 6 8,4 Japão7 2,0 Itália 7 8,2 Alemanha8 2,0 Brasil 8 6,6 Itália2010 20301 14,6 EUA 1 73,5 China2 5,9 China 2 38,2 EUA3 5,6 Japão 3 30,3 Índia4 3,3 Alemanha 4 12,2 Brasil5 2,6 França 5 9,3 Indonésia6 2,3 Reino Unido 6 8,4 Japão7 2,0 Itália 7 8,2 Alemanha8 2,0 Brasil 8 6,6 Itália2010 20301 14,6 EUA 1 73,5 China2 5,9 China 2 38,2 EUA3 5,6 Japão 3 30,3 Índia4 3,3 Alemanha 4 12,2 Brasil5 2,6 França 5 9,3 Indonésia6 2,3 Reino Unido 6 8,4 Japão7 2,0 Itália 7 8,2 Alemanha8 2,0 Brasil 8 6,6 Itália2010 20303,1 hab/domicílio2,7 hab/domicílio
  6. 6. Ordem deméritoOrdem deméritoOrdem deméritoRedução do custo do ESS 20131: R$ 900 milhões(de R$ 6 bi para R$ 5,1 bi)PLD está sendo alterado para melhor refletir orisco hidrológico e aumentar a segurança do sistemaNova metodologia do PLD | Resolução CNPE nº 31) Estimativa PSR.Até Mar/13 Abr/13 a Jul/13 Após Ago/13Encargo deSegurançaenergéticarateado porconsumidorescativos e livresEncargo deSegurançaenergética rateadopor todos os agentesEncargo deSegurançaenergéticarateado portodos osagentesValor adicionado aoPLD, com rateio poragentes expostosno curto prazoFora daordem demérito50%50%Fora daordem demérito
  7. 7. Paranaíba (26,7% SIN) Grande (18,4% SIN) São Francisco (17,5% SIN)Nível dos reservatórios no SIN | % volume útil1) Considera todas termelétricas acionadas até final de abril. ENA do SIN projetada: 68% MLT (jan), 89% MLT (fev), 77% MLT (mar), 91% MLT (abr) e96% MLT (mai). Nos cálculos de fev-mai foi considerada uma redução de 1,0 GW na capacidade térmica devido à falha de algumas usinas.Risco de Racionamento de Energia em 20131PSRCondições Energéticas do Sistema | Volume de chuvas próximo àmédia histórica em abril e risco de racionamento em 2013 afastadoPrecipitações nas bacias hidrográficas | % MLT
  8. 8. • Crescimento de 4,0% nas vendas na área deconcessão• Conclusão da revisão tarifária da CPFLPaulista em abr/13, com reposicionamentotarifário de 5,48%• Aporte de CDE, segundo decreto7.945/13, no valor de R$ 698 milhões• Investimentos de R$ 532 milhões• Pagamento de dividendos complementaresde 2012, no valor de R$ 456 milhões• Aumento de 8,3% no volume médio diário negociadodas ações (BM&FBovespa + NYSE), atingindo R$ 38,4milhões• CPFL Santa Cruz foi vencedora do IASC 2012 – Índice Aneel deSatisfação do Consumidor – entre as distribuidoras das Regiões Sul eSudeste com até 400 mil consumidores• CPFL Santa Cruz figura em 1º lugar no Ranking de Qualidade doServiço da Aneel• CPFL Paulista, CPFL Piratininga e RGE também foram reconhecidas pelaqualidade dos serviços prestados, ficando entre as 12 melhores do país noranking da Aneel• 1º lugar no setor de Utilities no prêmio Sector Leader Award 2013, organizadopela Environmental Tracking Global Carbon RankingsDestaques 1T13
  9. 9. +2,8%+8,3%+6,3%+1,5%+0,9%Crescimento na área de concessãoComparativo por região | %+4,0%Vendas de energia no 1T13Vendas na área de concessão (GWh)Vendas na área de concessãoClasse de consumo | GWhTUSDCativo(Distribuição)1) Fonte: EPE
  10. 10. 1) Exclui CCEE e vendas a partes relacionadas. 2) Inclui Foz do Chapecó, Baesa, Enercan e Epasa, que de acordo com a norma IFRS 11 são consolidadaspor equivalência patrimonial. 3) Considera 100% da CPFL Renováveis (IFRS).Pro forma2Total 1T12:172Total 1T13:262CPFL Brasil | número de clientesVendas de energia no 1T13CPFL Renováveis3Comercialização+ GeraçãoconvencionalCativoVendas totais de energia1 (GWh)Destaques• Despacho da EPASA por segurança energética• Expansão da CPFL Renováveis• Complexo Eólico Santa Clara• Complexo Eólico Bons Ventos• PCH Salto Góes• Maior volume de vendas a clientes livres nosegmento de ComercializaçãoCapacidade instalada | MWCAGR = 12%
  11. 11. Lucro LíquidoEBITDAReceita Líquida¹1T13R$ 405milhões1T12R$ 413milhões1T13R$ 1.055milhões1T12R$ 979milhões1T13R$ 3.457milhões1T12R$ 3.123milhões1) Exclui Receita de Construção. 2) Foz do Chapecó, Baesa, Enercan e Epasa.+10,7%IFRS-1,8%+7,8%1T13R$ 410milhões1T12R$ 399milhões1T13R$ 1.131milhões1T12R$ 1.059milhões1T13R$ 3.604milhões1T12R$ 3.042milhões+18,5% +6,8%Resultados 1T13+2,8%IFRS + ConsolidaçãoProporcional Geração2+ A/P Regulatórios- Itens Não-RecorrentesEBITDA Lucro Líquido1T12 1T13 1T12 1T13Consolidação proporcional da Geração Convencional (A) 96 71Ativos e Passivos Regulatórios (B) 21 147 16 95Despesas legais e judiciais e outras contingências 73 48Exposição no MRE (GSF) 66 44Inventário físico de ativos nas Distribuidoras 5 3Baixa de Ativos na Epasa 13 8Subtotal Não-Recorrentes (C) 5 152 3 100Total (A+B-C) 80 76 13 5
  12. 12. Cobertura integral pela CDE por meio de repasses mensaisDecreto 7.945 | Metodologia1) RTP da RGE: jun/13 e RTA da CPFL Piratininga: out/13.Efeitos daMP 579Despacho detérmicasCustosacumuladosnão cobertospela tarifa (CVA)Antecipação (à vista) total ou parcial do saldo de CVA,para limitar o impacto do evento tarifário ao consumidor em 3%1Risco hidrológicoDistribuidoras assumiram risco hidrológicoassociado às quotas de energia renovadasDespacho de usinas térmicas fora da ordem demérito a partir de Jan-13 que elevam o ESSExposição involuntáriaAlocação de quotas foi menor que a necessidadedas distribuidoras, que ficaram expostas ao PLDCCEARs por disponibilidade sujeitos à variaçãodo PLD e despacho fora da ordem de méritoque não estavam cobertos pela tarifa atéDez-12 (parcela A)1234
  13. 13. Cobertura integral pela CDE por meio de repasses mensaisDecreto 7.945 | Aportes de CDE em 20131) RTP da RGE: jun/13 e RTA da CPFL Piratininga: out/13.Efeitos daMP 579Despacho detérmicasCustosacumuladosnão cobertospela tarifa (CVA)Antecipação (à vista) total ou parcial do saldo de CVA,para limitar o impacto do evento tarifário ao consumidor em 3%1R$ 371 milhõesR$ 105 milhões (1T13)R$ 222 milhões (1T13)Homologação tarifária daCPFL Paulista (Abr-13)
  14. 14. Cobertura integral pela CDE por meio de repasses mensaisDecreto 7.945 | Aportes de CDE em 20131) RTP da RGE: jun/13 e RTA da CPFL Piratininga: out/13.Efeitos daMP 579Despacho detérmicasCustosacumuladosnão cobertospela tarifa (CVA)Antecipação (à vista) total ou parcial do saldo de CVA,para limitar o impacto do evento tarifário ao consumidor em 3%1R$ 105 milhões (1T13)R$ 222 milhões (1T13)R$ 243 milhões (CVA Compra Energia 2012)R$ 84 milhões (CVA Compra Energia Jan-13)R$ 44 milhões (ESS 2012)Total 1T13R$ 698 milhõesComprade energiaR$ 432 milhõesEncargos deuso do sistemaR$ 266 milhõesContabilizaçãoredutor de despesa
  15. 15. 1) Inclui consolidação dos projetos 2) Exclui Receita de Construção; 3) Pessoal, Material, Serviços de Terceiros e Outros; 4) PLD médio SE/COEBITDA 1T12IFRS+Ger.Conv.1EBITDA 1T12recorrente¹ReceitaLíquida²Custo energiae encargosPMSO³+PrevidênciaPrivadaRegulatórios eNão-Recor.EBITDA 1T13recorrente¹Regulatórios eNão-Recor.+6,8%+4,7%Resultados 1T13EBITDA | R$ MilhõesDistribuição (-R$ 463 milhões): Reajuste tarifário médio de -12,6% (- R$ 503 milhões no mercado cativo e - R$ 83 milhões naTUSD livre), mercado cativo/mix (+R$ 101 milhões) e Outros (+ R$ 22 milhões)CPFL Renováveis (R$ 101 milhões), Geração Convencional (R$ 72 milhões) e Comercialização e Serviços (R$ 168 milhões)Deduções da Receita: redução de encargos setoriais e impostos (R$ 361 milhões) + Aporte CDE (R$ 118 milhões)Aumento líquido de 28,3% em custo com energia comprada (R$ 374 milhões)Exposição no MRE (GSF) (R$ 66 milhões)Redução líquida de 60,9% em encargos setoriais (R$ 212 milhões)Compra de óleo para despacho térmico das usinas da EPASA (R$ 17 milhões)CPFL Renováveis e Serviços (R$ 17 milhões)Despesas legais e judiciais e outras contingências (R$ 73 milhões) e baixa de ativos na EPASA (R$ 13 milhões)124,97 339,751,76 2,00EBITDA 1T13IFRS+Ger.Conv.1
  16. 16. PMSO | R$ Milhões+32,9%PMSO 1T12ajustadoPMSO1T13²PMSO 1T13IFRSPMSO 1T13ajustadoPMSO 1T12IFRSP MSOPessoal MSO Pessoal MSO+5,2%Resultados 1T13 | PMSOPMSO 1T13 (real):Redução deR$ 10 milhões (-2,7%)Pessoal: +R$ 2 milhões(+1,4%)MSO: -R$ 12 milhões(-5,4%)1) Variação do IGP-M no período 1T12 x 1T13.
  17. 17. Atualização financeira do ativo financeiro nas distribuidoras (R$ 31 milhões)Redução de encargos de dívidas (R$ 46 milhões)Redução nas atualizações monetárias e cambiais (R$ 10 milhões)Redução de renda de aplicações financeiras (R$ 16 milhões)Consolidação da CPFL Renováveis (R$ 43 milhões)Outros (R$ 5 milhões)Depreciação dos projetos de geração da CPFL Renováveis (R$ 37 milhões)Depreciação dos ativos de Distribuição (R$ 39 milhões)11,4% a.a. 7,5% a.a.6,0% a.a. 5,5% a.a.1) Inclui consolidação dos projetosResultados 1T13-1,7%Lucro Líquido | R$ Milhões+2,8%Lucro 1T12recorrente¹ResultadoFinanceiroL. Líquido1T13 IFRSDepreciação/AmortizaçãoRegulatóriose NãoRecorrentesL. Líquido1T12 IFRSRegulatóriose NãoRecorrentesLucro 1T13recorrente¹EBITDA IR/CS
  18. 18. Alavancagem1 | R$ bilhõesDívida Líquida ajustada1/EBITDA ajustado23.151 3.665 4.377 4.111EBITDA ajustado2R$ milhõesCDIPrefixado(PSI) IGPTJLPComposição da dívida bruta33,34x:Considerandocontabilizaçãopelo critério IFRSCusto da dívida bruta3 | últimos 12 mesesNominal Real1) Critério dos covenants financeiros, ajustado pelo aporte de CDE de R$ 371 milhões para a CPFL Paulista em Mai-13. 2) EBITDA recorrente últimos 12 meses (critériodos covenants). 3) Dívida financeira (+) entidade de previdência privada (-) hedge (considerando consolidação proporcional).Endividamento | Controle de covenants financeiros
  19. 19. Cronograma de amortização da dívida1 (mar/13) | R$ milhõesCobertura do caixa:1,7x amortizaçõesde curto-prazo (12M)1) Desconsidera encargos de dívidas (CP = R$ 288 milhões; LP = R$ 41 milhões), hedge (efeito líquido positivo de R$ 439 milhões) e Marcação a Mercado (R$ 66milhões). 2) Considera amortização a partir de 01/abr/13. 3) Aporte de CDE para a CPFL Paulista em Mai-13.Prazo médio: 4,5 anosCurto-prazo1 (12M): 12,3% do totalPerfil da dívida em 31/Mar/2013Cobertura ajustada3:1,9x amortizaçõesde curto-prazo (12M)3713
  20. 20. IFRSReceita Líquida1T13R$ 229milhões1T12R$ 135milhões70,0%R$ 94 milhõesLucro (Prejuízo) Líquido1T13(R$ 15)milhões1T12R$ 11milhõesR$ 26 milhõesEBITDA1T13R$ 140milhões1T12R$ 80milhões76,4%R$ 61 milhõesCPFL Renováveis| Resultados 1T13Evolução da capacidade instalada1MWDestaques• Aquisições (198 MW): Complexo Eólico Bons Ventos – 158 MW (jun/12) UTE biomassa Ester – 40 MW (out/12)• Entrada em operação (304 MW): UTE Bio Ipê – 25 MW (mai/12) UTE Bio Pedra – 70 MW (mai/12) Complexo Eólico Santa Clara – 188 MW (jul/12) Usina solar de Tanquinho – 1 MWp (nov/12) PCH Salto Góes – 20 MW (dez/12)• Impactos lucro líquido 1T13: maior endividamento para suporte do plano de expansão maior despesa de depreciação/amortização dos novosprojetos sazonalidade típica do início do ano para biomassa e eólicas1) 100% CPFL Renováveis
  21. 21. ParqueBonsVentosCPFL Renováveis apresenta um histórico com alta taxa de eficiência.A produção real dos últimos 12 meses é superior ao fator de capacidade certificado.CPFL Renováveis | Desempenho operacional112%Praia Formosa119%Icaraizinho126%Foz do Rio Choró119%Paracuru116%Canoa Quebrada125%Taiba / Albatroz112%Bons Ventos117%ENACELParqueSiiF117%42,8%116%46,9%116%44,5%Fator de CapacidadeCertificadoTaxa de Eficiência(últimos 12 meses)1Fator de Capacidade Real(últimos 12 meses)1Fator de Capacidade Consolidado(últimos 12 meses)11) 12 meses findos em fev/13.
  22. 22. (e) (MW) (MWmédios) (e)2T13 50 18,0Financiamento BNDES(contratado e parcialmente desembolsado)ACL2T13 50 18,0Financiamento BNDES(contratado e parcialmente desembolsado)ACL3T13 78,2 37,5Financiamento BNDES(ponte contratado e desembolsado,longo prazo em análise)LFA ago/10R$ 152,633T13 120 52,7Financiamento BNDES(em análise)LFA 2010R$ 154,833T13 30 15,0Financiamento BNDES(em análise)LER ago/10R$ 142,533T16 82,0 40,2Financiamento BNDES(em estruturação)ACL3T16 172,0 89,0Financiamento BNDES(em estruturação)ACLEntrada em operação em 2013-2016(e) | 582 MW / 270 MWmédios81%concluída8%concluída79%concluída59%concluída58%concluída42%concluída10%concluída1) Macacos, Pedra Preta, Costa Branca e Juremas; 2) Atlântica I, II, IV e V; 3) Moeda constante (dez/12); 4) Campo dos Ventos I, III, V;5) Ventos de São Benedito, Ventos de Santo Dimas, Santa Mônica, Santa Úrsula São Domingos e Ventos de São MartinhoGeração | Empreendimentos em construção
  23. 23. PequenasDistribuidorasGrandesDistribuidoras2Ranking de Qualidade do Serviço da AneelIndicador de Desempenho Global de Continuidade11) O DGC (Indicador de Desempenho Global de Continuidade) consiste na média aritmética simples das razões entre os valores apurados e os limitesanuais dos indicadores DEC e FEC. Valores e Ranking elaborados e divulgados pela Aneel. 2) Mercado maior que 1 TWhÍndice Aneel de Satisfação do ConsumidorPercepção do consumidor sobre a qualidadedos serviços prestados pelas concessionáriasde distribuição (acima de 30 mil até 400 milunidades consumidoras)Reconhecimentos de qualidade no serviço prestado
  24. 24. Desempenho dos ADRs na NYSE1T13CPLDow JonesBr20Dow JonesIndexFonte: EconomáticaVolume médio diário na BM&Fbovespa+ NYSE| R$ milhõesDesempenho das açõesAcumulado 2013 (até 26/abr)ISE IBOV IEE- 4,4%Desempenho das ações na BM&Fbovespa1T13CPFE3-3,7%-13,3%-6,2%IBOVCPFE3+8,3%35,6 38,42.5123.935+56,7%Bovespa NYSE Nº médio diário denegócios na BM&FBovespaIEEDesempenho das ações
  25. 25. © CPFL Energia 2013. Todos os direitos reservados.

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