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O papel da Gestão Estadual no processo de expansão da Planificação da Atenção à Saúde

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REORGANIZANDO O TRABALHO NAS UNIDADES
BÁSICAS DE SAÚDE NO ESTADO DE SÃO PAULO PARA
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O papel da Gestão Estadual no processo de expansão da Planificação da Atenção à Saúde

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Apresentação de Maria Elizabete Sardinha (SES/SP), no seminário "O futuro do Sistema Único de Saúde: a contribuição da Planificação da Atenção à Saúde" e a Reunião Conjunta das Câmaras Técnicas de Atenção à Saúde, Atenção Primária à Saúde e Epidemiologia

Apresentação de Maria Elizabete Sardinha (SES/SP), no seminário "O futuro do Sistema Único de Saúde: a contribuição da Planificação da Atenção à Saúde" e a Reunião Conjunta das Câmaras Técnicas de Atenção à Saúde, Atenção Primária à Saúde e Epidemiologia

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  1. 1. GESTÃO ESTADUAL DA ATENÇÃO BÁSICA: REORGANIZANDO O TRABALHO NAS UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE NO ESTADO DE SÃO PAULO PARA POTENCIALIZAR A ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES CRÔNICAS CT conjunta: APS – Epidemiologia – Atenção à Saúde 10 e 11 de Dezembro/2018 CONASS
  2. 2. Secretaria de Estado da Saúde – São Paulo Alguns dados do estado de São Paulo ... População total: 44.749.699 habitantes Cobertura da AB: 60,54% 4.608 UBS cadastradas no CNES PMAQ 3º ciclo: 4.676 equipes em avaliação Cobertura populacional da Atenção Básica – setembro/2018 Cobertura da eSF: 40,28% 645 municípios 17 Departamentos regionais de Saúde
  3. 3. Secretaria de Estado da Saúde – São Paulo Alguns dados do estado de São Paulo ... Cobertura populacional da Atenção Básica – dezembro/2017 A Coordenação estadual da Atenção Básica possui 90 Articuladores de Atenção Básica que atuam como apoio técnicos aos municípios nas questões referentes à Atenção Básica, nas 63 Regiões de Saúde que compõem o estado de São Paulo.
  4. 4. Secretaria de Estado da Saúde – São Paulo Por que trabalhar com a Atenção às Condições Crônicas? • Processos de trabalho nas UBS predominantemente fragmentados, centrados no médicos, direcionado à demanda de casos agudos, sem vínculo com o território; • Atenção às Condições Crônicas como estratégia para qualificação da Atenção Básica: – Organização das demandas na UBS – Ordenação dos fluxos assistenciais na rede – Coordenação e responsabilização pelo cuidado.
  5. 5. Secretaria de Estado da Saúde – São Paulo Projeto inicial ... Planificação da APS no Vale do Jurumirim • Região de Saúde com 17 municípios • Trabalho iniciado em dezembro de 2015 • Atualmente em consolidação dos processos realizados em 2016 e 2017 (com parceria/assessoria do CONASS). • Em 2018 : participação de 2 Articuladores de Atenção Básica e dos tutores municipais ( 50 tutores)
  6. 6. Expansão: Projeto Qualificação da AB 2017 • Processo para formação dos 90 AAB para apoio técnico aos municípios focado na reorganização dos processos de trabalho nas UBS, com vistas à Atenção às Condições Crônicas. • 57 LACCs 2018 • Expansão do Projeto para as 62 regiões de saúde, com os AAB. • Envolvimento do quadro técnico dos municípios. • UBS como “Laboratório” (LACC) • Apoio do gestor.
  7. 7. Expansão: pressupostos • A PNAB – Diretrizes que apontam para a atenção às condições crônicas na Atenção Básica • Atributos fundamentais da APS – Primeiro contato, – Longitudinalidade, – Integralidade, – Coordenação – Orientação familiar e comunitária • Educação Permanente em Saúde – Reconhecimento e reflexão crítica do cotidiano do trabalho – Reorganização dos processos a partir da participação dos trabalhadores – Aprendizagem significativa – Espaço protegido para aprendizagem na equipe
  8. 8. Secretaria de Estado da Saúde – São Paulo Processos priorizados para a qualificação da AB Territorialização. Cadastramento familiar. Identificação de famílias vulneráveis e plano de cuidado. Acolhimento – demanda espontânea e agendada. Fluxos de atenção no atendimento às condições crônicas. Estratificação de risco para as condições crônicas. Linhas de Cuidado: dispositivos para organização do trabalho na UBS. Ações na UBS para o Autocuidado Apoiado. Gestão da agenda na UBS.
  9. 9. Secretaria de Estado da Saúde – São Paulo A proposta inicial de expansão do projeto em 2018 • Apresentação em CIR • Pactuação regional com os municípios • Escolha das eSF com os respectivos gestores • Estabelecimento do cronograma das Oficinas em cada região de Saúde
  10. 10. Secretaria de Estado da Saúde – São Paulo O movimento: Oficina para formação dos tutores das eSF, NASF, coord. da AB, etc., abordando em cada oficina um dos processos priorizados Tutor atua na eSF para desencadear discussão nas equipes e propostas de reorganização do trabalho na UBS Equipe de Saúde elabora e executa plano de ação para reorganizar processos de trabalho para qualificar a AB
  11. 11. Secretaria de Estado da Saúde – São Paulo Operacionalizando ... Oficina para formação dos tutores: (10 oficinas) Reunião na UBS: reflexão e aprendizagem sobre o processo de trabalho Plano de ação para reorganização de cada processo Mensal Reavalia
  12. 12. Secretaria de Estado da Saúde – São Paulo Público-alvo das Oficinas • Tutores pertencentes às eSF (cerca de 10 por oficina) • Coordenadores de AB dos municípios envolvidos • NASF que executa matriciamento nas eSF envolvidas • Outros atores que possam dar suporte aos processos de trabalho nas UBS
  13. 13. Secretaria de Estado da Saúde – São Paulo Alcance: • 246 municípios envolvidos • 573 equipes de Saúde da Família
  14. 14. Secretaria de Estado da Saúde – São Paulo Obrigada!

Editor's Notes

  • Comunicação longa
  • Esse projeto foi desenvolvido nos moldes e em parceria com o CONASS, sendo finalizado essa parceria em 2017.
    Como resultado, temos nos17 municípios, 50 tutores formados nesta metodologia, bem como 02 AAB responsáveis por acompanhar os entraves e desdobramentos dos processos (manter VIVO o trabalho).
  • Na medida em que a metodologia utilizada no Vale do Jurumirim exigia recursos não disponíveis para um processo de expansão para todo o estado, foi pensado um redesenho do projeto inicial, de tal maneira que fosse integrado ao trabalho do AAB com cronograma de trabalho definido para essa execução utilizando a EPS como recurso metodológico, priorizando as eSF como lugar para desenvolver o trabalho á partir da discussão e adesão dos municípios e seus gestores.
    1º fase: AAB como tutores do trabalho em equipe - capacitação dos mesmos
    2º fase: AAB como formadores/facilitadores dos tutores municipais.
  • Alguns municípios tem uma estrutura de EP e nestes casos participam também.
  • A perspectiva de ampliação desse processo para outras Unidades e municípios, dependerá da análise que fizermos dos processos vividos e seus resultados.

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