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8ª Assembleia do CONASS – Plano Diretor dos Hospitais - Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS – PROADI/SUS

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O HospitalO HOSPITAL

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O que praticamosO QUE PRATICAMOS

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PROADI-SUS
O Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de
Saúde (PROADI-SUS) é uma ação do Minis...

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8ª Assembleia do CONASS – Plano Diretor dos Hospitais - Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS – PROADI/SUS

  1. 1. O HospitalO HOSPITAL
  2. 2. O que praticamosO QUE PRATICAMOS
  3. 3. PROADI-SUS O Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS) é uma ação do Ministério da Saúde dirigida ao fortalecimento do SUS por meio de intervenções tecnológicas, gerenciais e de capacitação profissional em parceria com seis hospitais de reconhecida excelência, entre esses o HCor. As áreas de atuação dos projetos do PROADI-SUS:  Estudos de avaliação e incorporação de tecnologias;  Capacitação de recursos humanos;  Pesquisas de interesse público em saúde;  Desenvolvimento de técnicas e operação da gestão em serviços de saúde.
  4. 4. Hospital do Coração - HCorLaboratório de Inovação em Planejamento, Gestão, Avaliação e Regulação Ligress- HCor
  5. 5. LIGRESS ÁREAS DE ATUAÇÃO
  6. 6. LIGRESS 2011 2012 2014 2015 2017 Proposta continuidade 2018/2020 Desenvolvi- mento dos Sistemas Regionais e fortalecimento geral do SUS SISTEMAS REGIONAIS - Apoio ao Desenvolvimento de Sistemas Regionais de Atenção Integrada à Saúde/Regiões de Saúde - x x sim PLANO DIRETOR - Plano Diretor de Hospitais para o SUS / No ano 2011, o Projeto se denominava “Bases para uma Reforma Hospitalar do SUS” x x x sim TEMPOS DE ESPERA - Apoio técnico para o uso e cumprimento de tempos clinicamente adequados para a regulação das filas de espera do SUS e da Saúde Suplementar, com publicação de tempos e desempenhos comparativos x x - sim SINAN - Desenvolvimento de um Software para Suporte ao Sistema Nacional de informação de Agravos de Notificação - x (x) - VIGILÂNCIA SANITÁRIA ENDOSCOPIA DIGESTIVA ALTA E COLONOSCOPIA - Requisitos de Boas Práticas assistenciais para funcionamento dos Serviços de Endoscopia Digestiva Alta e Colonoscopia para uso em Vigilância Sanitária - x - - DISSEMINAÇÃO INTERNACIONAL - Apoio ao processo de disseminação internacional da experiência do SUS - x 1. sim Apoio ao desenvolvi- mento da qualidade na atenção às urgências OBSERVATÓRIO DAS URGÊNCIAS - Observatório sobre o Estado da Atenção às Urgências no Brasil projetado como Observatório Social de Políticas de Saúde x x 2. sim SUPERLOTAÇÃO DOS SERVIÇOS DE URGÊNCIA - Apoio a intervenção sobre as causas intra- hospitalares da superlotação dos serviços de urgência x (x) 2014 - sim VIGILÂNCIA SANITÁRIA NAS URGÊNCIAS - Definição de padrões para uso em Vigilância Sanitária de serviços, equipamentos, produtos e recursos profissionais necessários para uma atenção qualificada em todos ambientes das redes de atenção - x x sim FORÇA DE TRABALHO - Desenvolvimento de Instrumentos, Banco de Dados e Pesquisa Piloto de Caráter Censitário para o Diagnóstico do Perfil e Gestão da Força de Trabalho dos Serviços que Atendem Urgências - x - - BOAS PRÁTICAS EM CARDIOLOGIA - Boas práticas na atenção à cardiologia e urgências 3. 3. x sim
  7. 7. LIGRESS 2011 2012 2014 2015 2017 Proposta continuidade 2018/2020 Apoio ao desenvolvi- mento da qualidade na Atenção Hospitalar DESENVOLVIMENTO GERENCIAL - Desenvolvimento gerencial integrado da linha de atenção às urgências no ambiente intra-hospitalar x x x sim SOS EMERGÊNCIAS - x 4. - REDES DE HOSPITAIS FEDERAIS DO RIO DE JANEIRO – Redesenho de processos assistenciais e de apoio / Implantação de Software e-SUS Hospitalar x x - - INTERMED - método de avaliação biopsicossocial e de recursos de saúde traduzido e validado para a realidade brasileira, visando redução da longa permanência hospitalar x - - sim GESTÃO CLÍNICA - Capacitação em Gestão Clínica e Coordenação Médica – com Espanha - x 5. sim EVENTOS ADVERSOS - Implantação do Sistema de Monitoramento de Eventos Adversos em hospitais - x - - QUALITI/ HOSPITALAR – Qualificação da atenção e gestão hospitalar, com foco nas ferramentas de segurança do paciente/gestão da clínica - - x sim CAPACITAÇÃO PARA SNVS - Capacitação para o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS) em Boas Práticas de Inspeção em Serviços de Saúde em ambiente hospitalar - - x sim PADRÕES PARA VIGILÂNCIA NAS UNIDADES DE TERAPIA INTENSIVA – Padrões para uso em VISA para Unidades de Terapia Intensiva - - 6. - Estratégias para a Promoção da Equidade em Qualidade de Vida e Saúde CESSAÇÃO DO TABAGISMO - Capacitação de Profissionais da Saúde para a Cessação do Tabagismo e Implantação do Programa nos Hospitais e UBS - x - - CAPACITAÇÃO ATENÇÃO BÁSICA DO IDOSO – Capacitação dos Profissionais da Atenção Básica sobre a Saúde do Idoso - - x sim MANUAIS DE ORIENTAÇÃO ALIMENTAR PARA O CUIDADO DA PESSOA COM FATORES DE RISCO CARDIOVASCULARES NO CONTEXTO DA ATENÇÃO BÁSICA - - x -
  8. 8. LIGRESS Impacto dos Projetos LIGRESS / HCor de Desenvolvimento dos Sistemas Regionais e Fortalecimento Geral do SUS 1. Apoio ao Desenvolvimento de Sistemas Regionais (2012 – 2017) atuando na capacitação dos gestores e técnicos da Administração Pública nos Estados do Amazonas, Espírito Santo e Pará, tanto no nível central estadual como nas regiões englobando gestores e técnicos municipais. Cerca de 500 gestores e técnicos foram envolvidos em processos de 6 meses de duração resultando na elaboração de 21 Planos de Intervenção Regional (PIR), constituindo a ponte entre necessidades sociais em qualidade de vida e saúde e as propostas de ações Inter setoriais de promoção da qualidade de vida e reorganização das redes de atenção em sistemas regionais. No Espírito Santo onde o processo se encontra mais avançado foram instalados Laboratórios Regionais de Planejamento e Gestão nas quatro regiões de saúde do Estado e os PIR foram incorporados ao Plano Estadual de Saúde em um processo de descentralização que está afetando também a natureza da nova PGAS – Programação Geral das Ações de Saúde. Outros três estados manifestaram interesse em desenvolver o Projeto. 2. Em consonância com o Projeto de Sistemas Regionais, o Projeto Plano Diretor de Hospitais vem trabalhando nas Bases para uma Reforma Hospitalar no SUS nos mesmos estados ES, AM, PA desenvolvendo estudos de dados secundários e primários (Censo) sobre a oferta hospitalar e lançando as bases de negociação política e sustentação Técnica para a elaboração de Planos Diretores da Atenção Hospitalar integrada as redes e sistemas estaduais e regionais com horizonte de 25 anos. Envolve um conjunto inédito de atores dentro e fora do SUS e integra informações que os governos estaduais não dispõe de forma usual, criando um outro padrão de governança para a política hospitalar. Com Censo concluído no ES e instrumentos revisados prontos para aplicação no AM e PA, teremos a instalação dos laboratórios de elaboração dos planos diretores instalados e os planos elaborados até o final de 2017. Outros três estados já manifestaram interesse no Projeto (2012 – 2017). 3. SINAN - Desenvolvimento de um Software para Suporte ao Sistema Nacional de informação de Agravos de Notificação. Projeto estratégico para dinamização da vigilância epidemiológica de agravos e atualização tecnológica na área de TI, terá enorme impacto na qualificação e agilidade das notificações de doenças, respondendo às complexidades da vigilância integrada em todo território nacional. Substituirá todo o conjunto de softwares de vigilância epidemiológica que hoje são utilizados no âmbito federal. Desenvolvido entre 2012 e 2014, tem seu lançamento nacional previsto para outubro de 2016 e entrada em operação na primeira semana epidemiológica de 2017. 4. Apoio ao processo de disseminação internacional da experiência do SUS (2012-2014) Realizou pesquisa colaborativa com o Instituto das Nações Unidas para Pesquisa em Desenvolvimento Social - UNRISD “Caminhos para a Universalização da Seguridade Social nas Economias Emergentes”, publicando livro com inovação conceitual e metodológica que analisa nove países (publicado em inglês e português). Promoveu uma rede de laboratórios de políticas públicas universalistas envolvendo 12 países e uma plataforma digital em 4 idiomas para sustentação desta rede. Obteve impacto como mecanismo de entendimento dos avanços e desafios na construção de um sistema universal de saúde em uma economia emergente e disseminação da experiência do SUS.
  9. 9. LIGRESS Impacto dos Projetos LIGRESS / HCor no Apoio ao desenvolvimento da qualidade na atenção às urgências 1.Observatório Nacional das Urgências (2011 - 2014). Observatório sobre o Estado da Atenção às Urgências no Brasil projetado como Observatório Social de Políticas de Saúde desenvolveu um método de captação e classificação de notícias. Atualmente o banco de dados é composto por 18.385 notícias sobre a situação das urgências no Brasil. Produziu 72 boletins informativos e a estruturação de página web para o estabelecimento de um espaço de diálogo entre as diferentes formas de conhecimentos da sociedade; literatura científica nacional também foi monitorada, o que favoreceu a construção de banco de dados com publicações sobre os serviços de urgências no período de 1974-2014 e a produção científica sobre a atenção à saúde do idoso nos serviços brasileiros de urgência; instrumento de captação de dados primários para o acompanhamento das atividades desenvolvidas nos serviços de urgências, que foi aplicado em quatro hospitais do município de São Paulo, objetivando monitorar a saturação dos serviços-enfoque inovador desse instrumento é a criação futura de um painel de controle da situação das urgências no país. Tradução e adaptação do Score Card do National Report Card on the State of Emergency Medicine, publicado nos Estados Unidos em 2011 e 2014, para a avaliação dos ambientes estaduais de cuidado no âmbito da atenção às urgências. Todos instrumentos do Observatório estão sendo disseminados para uso no SUS. Pretende- se continuar o trabalho mediante convênio com a ENSP – FIOCRUZ. 2. Superlotação dos Serviços de Urgência (2011 - 2014). Apoio a intervenção sobre as causas intra-hospitalares da superlotação dos serviço de urgência, atuou em hospitais do AC, AP, PA e AL, propôs padrões de manejo sistêmico da superlotação nos ambientes hospitalares, o que supunha alterar também referências utilizadas pelo MS como a permanência de até 24 hs. dos pacientes nos SHU / PS, a instituição de gestores médicos de fluxo e revisão geral do conceito de manejo interno de leitos extras nas enfermarias, proibindo internação de pacientes nos SHU / PS. O aprendido foi disseminado em diferentes cursos e projetos do PROADI que lidam com o tema hospitalar e consequentemente alterando a forma de lidar com a superlotação. 3. Padrões de Vigilância Sanitária nas Urgências (2012 - 2016). Propôs padrões de vigilância sanitária envolvendo resultados, processos / fluxos e estruturas de todos componentes (ABS, PHM, UPA, SHU) da rede de atenção às urgências, utilizando os parâmetros normativos nacionais hoje dispersos em muitas Portarias e referências internacionais quando se julgou necessário introduzir ou aperfeiçoar o existente no País. Ao não ser utilizado de imediato pela ANVISA foi disponibilizado como parâmetros de avaliação para as redes de urgências. 4. Força de Trabalho nas Urgências (2012 - 2014). Desenvolvimento de Instrumentos, Banco de Dados e Pesquisa Piloto de Caráter Censitário realizada em Manaus, para o Diagnóstico do Perfil e Gestão da Força de Trabalho dos Serviços que Atendem Urgências propondo bases para um planejamento e gestão estratégica dos trabalho nas urgências em um contexto de fixação e profissionalização das funções gerenciais e assistenciais e utilização da educação permanente no trabalho para alcançar qualidade assistencial.
  10. 10. LIGRESS Impacto dos Projetos LIGRESS / HCor no Apoio ao desenvolvimento da qualidade na atenção às urgências 5. Boas práticas na atenção à cardiologia e urgências cardiovasculares (2015-2017). Objetiva disponibilizar a Telemedicina em unidades SUS, preferencialmente em UPAs e SAMUs; o programa de boas práticas clínicas em cardiologia em parceria com a SBC e AHA e o apoio a capacitação em cardiologia de profissionais de saúde. Cria uma linha de apoio a cardiologia, realizada em 3 atividades, a telemedicina, que potencialmente contribui no diagnóstico e tratamento precoce de pacientes com arritmias e IAM com supra de ST, com significativa possibilidade para a redução da mortalidade quer seja pela redução dos tempos diagnósticos e início do tratamento; o apoio a capacitação de recursos humanos em urgências cardiovasculares e a implementação de um programa de boas praticas clinicas em cardiologia (BPC) cuja experiência internacional demonstra que a redução da mortalidade em pacientes com síndrome coronariana, insuficiência cardíaca e fibrilação atrial. Envolve 300 unidades de tele-eletrocardiograma : 95 unidades SAMU e 205 Unidades UPA; 77.515 exames realizados em 2016 (até julho/16), sendo 461 laudos de IAM com supra ST; Criação de protocolo de utilização do tele- eletrocardiograma; 25 UPAs, com total de 160 enfermeiros capacitados ate Jun 2016, e previsão de 960 profissionais capacitados em urgências cardiovasculares até Dez 2017; 7 Hospitais participantes no programa BPC, com a inclusão, ate o momento, de 528 pacientes com diagnósticos entre IC, SCA ou FA. Impacto dos Projetos LIGRESS / HCor nas Estratégias para a Promoção da Equidade em Qualidade de Vida e Saúde 1. Capacitação de profissionais para cessação do tabagismo e implantação do programa nas Unidades Básicas de Saúde de São Paulo (2012-2014). Implantação nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Programa de Saúde de Família (PSF) de São Paulo do tratamento para cessação do tabagismo com abordagem individual e em grupo. Capacitação de profissionais da área da saúde, entre eles, médicos, psicólogos, enfermeiros, nutricionistas, farmacêuticos, fisioterapeutas e educadores físicos através de aulas teóricas e dinâmicas de grupo em dois dias de treinamento. Capacitados 1035 profissionais multiplicadores para cessação do tabagismo em São Paulo, atendidos 1186 pacientes das 30 unidades capacitadas. 98% de avaliação entre ótimo e bom dos profissionais capacitados. Auxílio na Implantação do Serviço de atendimento ao tabagismo. Elaboração de um Caderno de Atenção Básica. Pacientes que finalizaram a quarta sessão de tratamento de grupo nas unidades rastreadas, a taxa de cessação foi de 50%. 2. Capacitação dos Profissionais da Atenção Básica sobre a Saúde do Idoso (2016-2017). Objetiva capacitar a equipe multiprofissional da Atenção Básica no acompanhamento de idosos, por meio da Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa, analisando o efeito da habilitação/reabilitação física e nutricional no desempenho físico de idosos em atendimento ambulatorial. A capacitação em módulos para 180 alunos ocorrerá em Jundiaí (SP), São Luís (MA) e Palmas (TO), no modelo pedagógico bimodal, compreendendo momentos presenciais e Ensino à Distância. A carga horária total será de 46 horas, divididas em cinco módulos, cujos temas guardam correspondência aos presentes na Caderneta de Saúde. O estudo de intervenção em habilitação/reabilitação física e nutricional avaliará o desempenho físico de idosos em atendimento ambulatorial. A pesquisa será desenvolvida com 111 idosos e apresenta o objetivo geral de analisar o efeito da
  11. 11. LIGRESS Impacto dos Projetos LIGRESS / HCor no Apoio ao desenvolvimento da qualidade na Atenção Hospitalar 1. Capacitação para o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária em boas praticas de inspeção em serviços de saúde (2015-2017), projeto propôs uma nova forma de fiscalização, onde a ação da “inspeção” muda para a de auditoria e a de educação. A capacitação de 32 horas teórico-práticas tem como objetivo promover a reflexão sobre os processos de trabalho nos serviços de saúde, com foco nos protocolos de segurança do paciente, na gestão de risco e na qualidade. 200 Fiscais da ANVISA de todas as cinco macro-regiões brasileiras estão sendo capacitados e suas práticas tem sido feitas no HCor nas unidades de Terapia Intensiva, Unidade de Urgência e Emergência, Centro Cirúrgico, Serviço de Endoscopia e Radioterapia, com retorno altamente positivo. 2. Desenvolvimento gerencial da atenção às urgências no ambiente intra-hospitalar, projeto vinculado à CGHOSP/SAS/MS (2011-2017). O Projeto objetiva promover a formação de competências e habilidades gerenciais que possam induzir a qualificação da linha de atenção aos pacientes agudos ou agudizados, no ambiente intra-hospitalar, no contexto da Rede de Atenção às Urgências de caráter regional, em um ambiente centrado nos usuários, mediante gestão clínica e regulação pública da atenção. Entre 2012 e 2016, 636 participantes de 64 hospitais de 5 estados participaram de 9 meses de formação com 100 horas presenciais e 150 horas de trabalhos de campo, elaborando projetos de melhorias continuadas em torno a superação da congestão dos fluxos hospitalares, mediante a reorganização dos processos de trabalho e estabelecimento de metas de resultado centradas nos pacientes. Outros 265 participantes de 39 hospitais dos Estados do Piauí e Sergipe estão começando a formação. Pernambuco e Espírito Santo são os próximos estados. 3. Avaliação da Vulnerabilidade Biopsicossocial e de Sistemas de Saúde – Método INTERMED (2011). Tradução, adaptação transcultural e a validação do método INTERMED para a realidade brasileira. Instrumento identifica vulnerabilidades biopsicossociais do paciente durante o período de internação e no pós-alta para possibilitar a continuidade do cuidado, com promoção da integralidade e da continuidade do cuidado, prevenindo reinternações e procura por serviços de urgência. 4. Qualiti/ Hospitalar (2015-2017). Qualificação da atenção e gestão hospitalar, com foco nas ferramentas de segurança do paciente/gestão da clínica. Este Projeto aborda os hospitais que se destacaram na realização do Projeto de Desenvolvimento gerencial da atenção às urgências no ambiente intra-hospitalar, oferecendo a possibilidade de apoio na implementação dos projetos de melhorias contínuas elaborados durante o Curso e estimulando-os a exercer uma liderança entre pares para desenvolver os demais hospitais da rede. Envolve 16 hospitais de Salvador, Fortaleza, Maceió e Belém.
  12. 12. LIGRESS Impacto dos Projetos LIGRESS / HCor no Apoio ao desenvolvimento da qualidade na Atenção Hospitalar 5. SOS Emergências (2012 – 2015) Apoiar planos de trabalho que visem otimizar o fluxo, capacidade de resposta, e a qualidade assistencial dos serviços hospitalares de urgências em grandes hospitais que atendem urgências pelo SUS. Apoio na implantação do NAQH e de fluxos internos; nos hospitais, João Lucio – AM, José Frota e HGE – CE, Hospital de Urgências de Rio Branco – AC, HEAS – RJ. Financiamento da implantação do e- SUS no Instituto José Frota, Fortaleza, CE. Realizados cursos de “Desenvolvimento gerencial integrado da linha de atenção às urgências no ambiente hospitalar“, ACLS e BLS para médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e técnicos de enfermagem; Ferramentas da Qualidade; BLS- Basic Life Support e Curso Salva Corações. Apoio na implantação de KanBan, Núcleo Interno de Regulação de Leitos e Classificação de Risco. Aquisição de uma Unitarizadora de medicamentos para o Instituto Dr. José Frota, proporcionando a sistematização do processo de segurança do paciente durante a medicação. Diminuição da superlotação e filas nos hospitais, registrado nos hospitais José Frota – CE e HEAS – RJ; Menor tempo de permanência dos pacientes nas urgências, João Lucio – AM, José Frota – CE, Hospital de Urgências de Rio Branco – AC, HEAS – RJ, ocorrido pela implantação de classificação de risco e melhora no fluxo interno; Agilidade na realização de exames e internações, João Lucio – AM, José Frota – CE, Hospital de Urgências de Rio Branco – AC, HEAS – RJ; Oferta de condições adequadas de assistência com melhoria da infraestrutura, José Frota – CE, HEAS – RJ e João Lucio – AM. 6. Projeto de capacitação em gestão clínica e coordenação médica (2013-2015) Propicia aos gerentes médicos e de outras profissões da saúde vinculados aos serviços do SUS uma capacitação em gestão clínica e coordenação médica por EAD, como estratégia para a profissionalização da gestão dos serviços de saúde, reposicionando o foco central nos resultados assistenciais para os pacientes e abrindo o espaço organizacional para a adoção de estratégias em gestão clínica. Cooperação técnica com a Universidade Nacional de Educação a Distância da Espanha (UNED) e a Escola Nacional de Saúde da Espanha (ENS) - Instituto de Saúde Carlos III de Madrid (ICIII) para a transferência de conhecimento técnico e estratégias educativas. Produção de materiais didáticos em gestão clínica e coordenação médica para o brasil: 155 textos atualizados, traduzidos e contextualizados (14) para a realidade brasileira, além de 17 vídeos disponíveis on line. Capacitação de 20 tutores mediante sua formação em mestrado profissional (Master da UNED/ENS/ICIII), incluindo cinco participantes do Paraguai com o intuito de cooperação regional. Curso online de aperfeiçoamento em gestão clínica e coordenação médica, realizado em 7 estados (RS, SP, AC, ES, SE, AL, MG) e no Distrito Federal, no período de 27 de agosto a 17 de dezembro de 2015. As Secretarias Estaduais de Saúde indicaram 415 profissionais, dos quais 228 participaram do Curso e 195 foram aprovados. O Curso promove Envolvimento dos profissionais na tomada de decisões para o aperfeiçoamento dos resultados assistenciais, com racionalidade no uso dos recursos e redução da variabilidade injustificada da prática clínica.
  13. 13. Plano de Apoio ao Desenvolvimento dos Sistemas Regionais do SUS
  14. 14. LIGRESS  Título: SISTEMAS REGIONAIS – Projeto de Apoio ao Desenvolvimento de Sistemas Regionais de Atenção Integrada  à Saúde/Regiões de Saúde. Projeto vinculado ao DAI / SGEP. •Projeto iniciado em 2012 com vigência assegurada até final de 2017. •Objetivos: Desenvolvimento da capacidade de planejamento estratégico e situacional e gestão dos gestores e técnicos dos sistemas regionais de saúde. Instalação de Laboratórios Regionais de Planejamento e Gestão. •Enfoque: no marco da aplicação do Decreto Presidencial 7508 / 2011, apoiamos a produção de planos regionais de intervenção em torno a necessidades prioritárias das regiões e o desenvolvimento de mapas da saúde com necessidades e ofertas/fluxos assistenciais, tanto na produção social da qualidade de vida e saúde nos territórios como na reorganização das redes assistenciais, promovendo novos desenhos na provisão suficiente e qualificada de serviços. Também desenvolvemos um enfoque inovador para o enfrentamento de violências e acidentes com o uso do conceito de comunidades protetoras da vida. •O projeto desenvolveu uma estratégia de educação permanente aplicada nas regiões como uma formação / ação que mobiliza e organiza o protagonismo regional integrado entre União, Estado e Municípios. •Impactos/ Produtos / Resultados: •Realizamos entre 2012 e 2016 um conjunto de iniciativas nos estados do Amazonas, Espírito Santo e Pará o que permitiu amadurecer as estratégia, metodologias e instrumentos de apoio à regionalização. Inicialmente foram capacitadas as equipes do nível central das SES do Amazonas e Espírito Santo (100 Pessoas ao longo de 6 meses), após realizamos a capacitação em todas as 4 regiões do ES e estamos agora capacitando os gestores de 4 regiões do PA ( Marajó 1 e 2, Baixo Amazonas e Tapajós, total de 370 participantes ao longo de 6 meses). •O estado do Amazonas solicitou apoio para o redesenho das regiões antes de começar as capacitações regionais e no ES já estamos começando o seguimento e monitoramento dos 16 planos de intervenção desenvolvidos em 2015 e dos 4 laboratórios regionais de planejamento instalados. •Após manifestação de interesse dos estados do Sergipe, Piauí e Bahia estamos estudando a possibilidade de expandir o Projeto para mais um Estado, demanda que será canalizada através do CONASS, revelando o valor que está sendo atribuído ao Projeto. •Ao realizar as capacitações nas regiões conseguimos envolver os participantes no seu próprio ambiente e mobilizar os coletivos das coordenações regionais das secretarias de Estado e o coletivo dos municípios, fortalecendo a identidade e a dinâmica regionais.
  15. 15. Plano Diretor de Hospitais Dimensionamento de número de leitos e tipologia hospitalar: o desafio de fazer as perguntas certas e construir suas respostas Relatório apresentado ao PROADI‐SUS como produto do triênio 2009 ‐ 2011 do projeto Dimensionamento e tipologia hospitalar
  16. 16. O hospital do futuro “tenderá a um modelo assistencialO hospital do futuro “tenderá a um modelo assistencial adaptado a múltiplos perfis de pacientes (e não só a agudos),adaptado a múltiplos perfis de pacientes (e não só a agudos), disporá de múltiplos recursos assistenciais (leitos, unidadesdisporá de múltiplos recursos assistenciais (leitos, unidades de hospital‐dia, salas de intervenções, internação domiciliar,de hospital‐dia, salas de intervenções, internação domiciliar, telemedicina, etc.), oferecerá atenção multidisciplinar etelemedicina, etc.), oferecerá atenção multidisciplinar e virtual devido ao impacto das TIC e contará com uma ofertavirtual devido ao impacto das TIC e contará com uma oferta assistencial assimétrica e apresentada com base emassistencial assimétrica e apresentada com base em problemas de saúde (ao invés de especialidades)”problemas de saúde (ao invés de especialidades)” (Barrubés, Carrillo, Portella, 2014,(Barrubés, Carrillo, Portella, 2014, p.27).p.27).
  17. 17. LIGRESS Título: Projeto PLANO DIRETOR – Projeto de Apoio para o Desenvolvimento de Planos Diretores Hospitais para  Estados e suas regiões. Projeto vinculado à CGHOSP / DAHU / SAS. • Iniciado em 2011 com a elaboração de um documento de  Bases para a Reforma Hospitalar do SUS, a partir de uma revisão  integrativa da literatura. Seguiu em 2012 – 2014 com a construção de ferramentas e de atividades para elaboração de planos  diretores, com implantação de processos em 2015 – 2017. • Breve  descrição  (objetivos):Projeto propõe a criar bases conceituais, argumentativas e metodológicas para a elaboração de agendas políticas e planos estratégicos que abordem as necessidades sociais em atenção hospitalar nos Estados, compondo planos diretores de 25 anos que orientem uma integração sistêmica em redes reguladas dos hospitais nos territórios da regionalização, abordando numero, tipologia e porte de leitos e hospitais, incluindo o debate de instituições não hospitalares de internação para longa permanência e dependência e as alternativas ambulatoriais e domiciliares integradas, além de propor alternativas de gestão, força de trabalho, investimento e remuneração das atividades. • Enfoque ou estratégia: Projeto construiu revisões integrativas e realista de literatura internacional e nacional para organizar as bases racionais de política hospitalar, construiu abordagens dos dados secundários originados do CNES, SIH, SIA, ANS e dados estaduais para analisar a oferta atual e suas tendências, comparando com a evolução dos perfis de necessidades populacionais atuais e prospectivas. Adicionalmente desenvolveu‐se um instrumento de censo hospitalar já aplicado no Estado do Espírito Santo e que depois de revisado e aprimorado está em vias de ser aplicado nos Estados do Amazonas e Pará. O desenvolvimento dos planos diretores se dará em ambiente de laboratório estadual de planejamento ao longo de 9 meses, integrando todos os representantes coletivos de prestadores hospitalares e as três esferas de gestão do SUS, abarcando as instituições hospitalares contratadas ou não ao Sistema. Após a elaboração do Plano Diretor para o Estado este será submetido as instancias de pactuação e aprovação no âmbito da saúde e do desenvolvimento econômico de cada Estado participante. O Estado do Espírito Santo instalará seu Laboratório em novembro de 2016, seguido pelos estados do AM e PA em 2017. • Impacto: O projeto até o momento conseguiu mobilizar a atenção e o interesse sobre a urgência de uma reforma hospitalar para o SUS, ordenando também as estratégias de investimento na saúde suplementar, tanto no Ministério da Saúde como nos Estados mediante o interesse manifesto do CONASS através de sua Secretaria Executiva e de vários Secretários de Estado envolvidos e candidatos a participar, como nos casos do Estado de Sergipe, Bahia e Piauí onde há interesse e necessidade neste tipo de Projeto. No Estado do Espírito Santo, o censo realizado permitiu uma inédita apropriação de informações sobre a totalidade da oferta hospitalar no Estado, com 94 dos 100 hospitais existentes no Estado pesquisados (SUS e não SUS). A expectativa sobre os Planos Diretores abre um debate estratégico para o desenvolvimento estruturado do Sistema em um componente que consome 70% dos recursos mas que carece de uma orientação estratégica de longo prazo que propicie um reordenamento de investimentos, processos e estruturas que sigam diretrizes nacionais mas que ganhem perfil contextual nos estados e suas regiões.
  18. 18.                  Pressupostos Reforma hospitalar
  19. 19. Desenvolver e aplicar uma metodologia para a elaboração e adoção de planos diretores de hospitais por estados e suas regiões de saúde. Objetivo Geral
  20. 20. Objetivos
  21. 21. Etapas do projeto
  22. 22. Cartografia de hospitais brasileiros 2005 ‐ 2014 Estoque geral de leitos 462.908 em 2005 para 443.767 em 2015 = ‐ 19.141 ou ‐4,1% De 2.51 leitos para 2.19 leitos por 1000 habitantes
  23. 23. SUS •353.163 leitos em 2005 para 315.89 em 2014 ‐37.269 leitos ou – 10.5% De 1.92 leitos para 1.56 leitos / 1000 habitantes em 2014 6223 estabelecimentos em 2005 para 8034 em 2014, 63.7% menores que 50 leitos, numero medio de leito por estabelecimento caiu de 46 para 38 leitos.
  24. 24. • 77345 leitos em hospitais menores de 50 • De um total de 347000 • Correspondendo a 22% dos leitos
  25. 25. NÃO SUS • 109.745 para 127.873 leitos, mais 18.128 leitos ou 16.5% de aumento •No SUS aumentaram 18.853 leitos publicos , diminuiram 5.908 leitos filantropicos e 50.214 leitos privados. Com balanco de ‐37.269 leitos. •Dos quais são eliminados do estoque 19.141 leitos, enquanto 18.128 migram para a saude suplementar.
  26. 26. • Até 30 leitos 2.069 estabelecimentos SUS • Entre 31 e 50 1206 • Entre 51 e 100 1140 • Entre 101 e 250 944 • Entre 251 e 500 220 • Mais de 500 45 Total de 5624 Jan 2013
  27. 27. Até 30 leitos, 682.414 AIHs, 297 milh. 436 vm. Entre 31 e 50, 1.235.559 AIHs, 592 milh. 479 vm Entre 51 e 100, 2.284.367 AIHs, 1.466 milh. 642 vm Entre 101 e 250, 4.366.494 AIHs,4.461 milh. 1.063 vm Entre 251 e 500,1.891.583 AIHs, 2.760 milh. 1.459 vm Mais de 500, 843.271 AIHs, 1.795 milh. 2.129 vm Total geral de 11.303 milh. de AIHs, 11.554 milh. de reais. VM de 1.022 •2012
  28. 28. • Tamanho médio dos hospitais dependentes dos executivos estaduais é de 107 leitos • 61.909 leitos em 578 estabelecimentos • Tamanho médio dos hospitais dependentes dos executivos municipais é de 34 leitos • 60744 leitos em 1766 estabelecimentos
  29. 29. PLANO DIRETOR DE HOSPITAIS Instrumento de Coleta de Dados Versão - Hospital I Identificação do Serviço Módulo A – Estruturas Módulo B – Planejamento Hospitalar, Número de Leitos e sua Tipologia Módulo C – Observação do Serviço Hospitalar de Urgências – SHU (PS) Instrumento
  30. 30. Instrumento Módulo D – Observação do Centro Cirúrgico Módulo E – Observação do Serviço Ambulatorial Módulo F – Sistema de Informação Hospitalar
  31. 31. Indicadores Instrumento Censitário
  32. 32. Análise do Território • Espacializaçao das necessidades sociais em saúde • Espacializaçao da oferta do condomínio hospitalar e funçao de Hub do hospital em sistema regional / estadual
  33. 33. O que se espera? Estruturação de processo de reforma estratégica e coerente da rede hospitalar do SUS em articulação com a expansão das internações não hospitalares Planejamento da Atenção Hospitalar no SUS pela identificação das necessidades sociais da população e sua espacialização regional - estadual Maior protagonismo do Sistema Hospitalar, reforçando de forma sistêmica a Atenção básica + ambulatórios especializados, urgências e RAPS em linhas de cuidado.
  34. 34. Histórico Planejamento Políticas de Saúde Hospitalar Brasil e Espírito Santo.
  35. 35. “Espaço e território não são termos equivalentes... O espaço é anterior ao território. O território se forma a partir do espaço, é resultado de uma ação conduzida por um ator que realiza um programa.”
  36. 36. 2ª Fase: Laboratório de Planejamento
  37. 37. Metodologia
  38. 38. Objetivo geral • Construir um processo passo a passo de desenvolvimento do conhecimento, discursões e diretrizes consensuais das esferas de gestão Municipal, Estadual e Federal, em conjunto com a sociedade civil, de um Plano Diretor de Hospitais sobre uma lógica regionalizada e baseado nas necessidades sociais de saúde.
  39. 39. Objetivos específicos Construção de um laboratório de planejamento com os autores e atores relevantes para a atenção hospitalar do território de intervenção; e elaboração de planos diretores de hospitais, contendo a proposta de redimensionamento de hospitais e leitos hospitalares, por tipologia, projeção de valores em termos de investimento e custeio e seus arranjos de inserção em redes de atenção, linhas de cuidado e qualidade assistencial / resultados em saúde e modalidades de gestão e gerência.
  40. 40. Finalidade • Apoio ao processo de uma reforma estratégica e coerente do sistema hospitalar e do desenvolvimento da regulação da oferta hospitalar do SUS e da Saúde Suplementar
  41. 41. Etapas Laboratório • Apresentação para os participantes e Grupo interno Coordenador (equipe gestores do Espírito Santo e apoiador do Ministério da Saúde), as etapas do Laboratório de planejamento do Projeto Plano Diretor no total de 50 participantes. • Contextualizar crise hospitalar brasileira nas dimensões: financeira, tecnológica, estrutural (no de leitos e tipos de hospitais), assistencial e força de trabalho. Apresentar histórico mundial, transformações, adaptações e modelos. • Produzir conhecimento sobre temas de referência. • Construir uma cultura organizacional voltada à racionalização dos recursos na produção de serviços de saúde, centrada nas necessidades sociais de saúde e suas transformações no longo do tempo.
  42. 42. Etapas Laboratório Ultima etapa: •Serão realizadas plenárias bimestrais. • Acontecerão 3 plenárias, onde serão apresentadas as diretrizes provisórias definidas pelo grupo. • A plenária deve conter mais de 100 participantes, representantes de todos os hospitais envolvidos na fase do censo do projeto, membros do controle social, e trabalhadores, universidades, conselhos profissionais e associações de pacientes.
  43. 43. Temas Laboratório 1º Tema - Necessidades sociais em saúde para hoje e amanhã. Introduzir o contexto necessidades. Quais são as necessidades populacionais dentro do Plano Diretor? Quais as doenças estão se proliferando? Quais doenças me “obrigam” a pensar sobre a oferta hospitalar global? Por exemplo: Número de habitantes por aquela determinada região. Nessa etapa necessitará da projeção população/perfil epidemiológico para acontece-la; Na lógica real da necessidade de consumo de saúde da população.
  44. 44. 2º Tema - Oferta e demanda em saúde: análise atual na “luz” das necessidades sociais regionais. Permitindo identificar aonde se encontram os déficits? População espaço x recursos população para saúde. Entender a dinâmica espacial da população. Exemplo: Tem cidade, região que “sumiu”, outras aumentou. Analisar a projeção da atenção em termos espacial, observando as diferentes projeções; (Miguel Monteiro/IPE). Temas Laboratório
  45. 45. 3º Tema: Modelos de Provisão. Organização hospitalar no contexto atual de saúde, “hospital do futuro”, e elementos chaves de teorização: Como chega referência número leitos/população? Quantos leitos necessitam para cada especialidade? Tipologia instituição hospitalar; Hospital vai ser de agudo ou agudo e eletivo: Como irá ser? Temas Laboratório
  46. 46. 4º Tema - Infraestrutura, recursos e sustentabilidade das Organizações Hospitalares. Organização dos serviços, rede, força de trabalho e recurso ambiental na atualidade e prospectiva. 5º Tema - Gestão Hospitalar e modelos de Gestão. Os modelos de provisão no Brasil seguem voltados para as condições agudas de saúde, enquanto o atual perfil epidemiológico e demográfico demanda um modelo que dê conta tanto de condições agudas quanto crônicas. A gestão e seus modelos hospitalares precisam ser repensados. Temas Laboratório
  47. 47. Temas Laboratório 6º Tema - Financiamento e cenários. A preocupação com o volume, a eficiência e a efetividade dos gastos com a saúde não são facilmente contextualizados, contudo têm sido destacados como objetivos essenciais para o aperfeiçoamento dos sistemas de financiamento do setor: 1- a proteção financeira contra os riscos do adoecimento; 2- a equidade no financiamento; 3 – a busca via alocação de recursos, de equidade em acesso e utilização dos serviços de saúde.
  48. 48. 7º Tema - Contratualização e Tecnologia da informação na Rede Hospitalar na lógica da regionalização. Nesse sentido, o conhecimento dos sistemas e esquemas de informação que dão suporte aos processos decisórios nas unidades de saúde e na administração dos sistemas de saúde se revela de fundamental importância, não só para a apreensão da realidade vivida, mas, também, como instrumentos de orientação para os caminhos a serem seguidos (GESITI/2014) Temas Laboratório
  49. 49. Temas Laboratório 8º Tema - Responsabilidades das Esferas de Gestão e Normatizações da Política Nacional de Atenção Hospitalar. 9º Tema - Exploração da Métrica oferta de serviço. Como e quanto atribuo o valor? 10º Tema - Métrica da produção necessária Espírito Santo: projeção até 2040.
  50. 50. Obrigado! denegrifilho1516@gmail.com

Editor's Notes

  • O Projeto está pendente de avaliação em sua continuidade; o CONASS e o CNS manifestaram interesse na continuidade do Projeto, estando pendente manifestação da SGEP.
    Proposto como continuidade na forma de Observatório Social de Políticas de Saúde através do DECIT/SCTIE com os objetos de construção do conhecimento em torno ao zica vírus, monitoramento da qualidade e desempenho da atenção hospitalar e avaliação da variabilidade injustificada da prática médica. Parecer contrário do DECIT impediu a continuidade. Atualmente negociamos a continuidade do Observatório das Urgências junto à ENSP/Fiocruz em Convênio com o LIGRESS/HCor.
    Nos dois primeiros triênios, o Projeto foi de Tele-eletro cardiografia com segunda opinião formativa em síndrome coronaniana aguda, envolvendo o SAMU e as UPAs. Com Boas Práticas em Cardiologia, o Projeto se expande para síndrome coronariana aguda, insuficiência cardíaca e fibrilação atrial e inclui toda a linha de cuidado em cardiologia (particularmente a área hospitalar).
  • 4. O Projeto foi descontinuado pelo MS.
    5. A continuidade a partir de 2016 depende da publicação do Projeto, já aprovado.
    6. Projeto reorientado a pedido da ANVISA para focar nos padrões de vigilância em UTIs.

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