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Obesidade Visceral

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SINOPSE
A gordura visceral pode ser considerada o maior problema que eventualmente possamos adquirir aumentado nosso peso, de complexo tratamento, é o mesmo que intra-abdominal, central, é um dos efeitos gatilhos para a séria síndrome metabólica, pode ocorrer também em magros, e faz parte de um ciclo vicioso que terminará comprometendo o sistema cardiovascular, respiratório, endocrinologia, neuroendocrinologia. Ps: não se esqueça que fígado é víscera.
2ª Edição
Dr.João Santos Caio Jr e Dra Henriqueta Verlangieri Caio

Published in: Health & Medicine
  • Olá
    Eu não sofro com obesidade,mas conheço um amigo que sofria muito com isso, tomava muitos remedios para tentar emagrecer e até conseguia emagrecer,mas depois voltava a engordar de novo.
    Ele me falou que um dia estava pesquisando no youtube sobre como emagrecer e encontrou um video onde uma mulher falava que tinha conseguido perder 8 kilos em apenas 2 semanas com um metodo que ela tinha aprendido em um curso, no inicio ele falou que não acreditou muito, mas quando ele adquiriu o curso e seguiu o passo-a-passo ele conseguiu emagrecer de uma forma inacreditável, ele me falou que foi uma das melhores coisas que aconteceu na sua vida porque hoje ele não sofre mais com obesidade e nem precisa tomar nenhum remedio

    Deixo esse depoimento para fortalecer aqueles que querem se livrar da obesidade, para aqueles que querem saber mais sobre esse curso acessem esse link:http://bit.ly/melhorformadeemagrecer1
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Obesidade Visceral

  1. 1. OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  2. 2. OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO DR. JOÂO SANTOS CAIO JR. DRA. HENRIQUETA V. CAIO1-SINOPSE2-OBESIDADE VISCERAL3-GORDURA EM EXAGERO4-CLASSIFICAÇÃO5-BULLYING EM SOBREPESO, OBESOS E OUTRASDIFERENÇAS, SÃO UM FENÔMENO DEVASTADOR QUEPODE DESENCADEAR ALGUNS PROBLEMAS DE SAÚDE.CONHEÇA.6-OBESOS INFANTO JUVENIL, ADOLESCENTES,INFLUENCIA SOBRE O CRESCIMENTO, DESENVOLVIMENTOCOGNITIVO.7-A CAUSA BÁSICA DE SOBREPESO E OBESIDADE É UMDESEQUILÍBRIO ENERGÉTICO ENTRE AS CALORIASCONSUMIDAS E AS CALORIAS GASTAS E EM PAÍSES DEBAIXA RENDA A DESNUTRIÇÃO E O SOBREPESO E AOBESIDADE CONVIVEM LADO A LADO.8-A GENÉTICA PODE SER MUITO ÚTIL EM SUA QUALIDADEDE VIDA.9-INCLUINDO O CONTROLE DE SOBREPESO, OBESIDADE,OBESIDADE VISCERAL, INTRA ABDOMINAL OU CENTRAL,O IMPACTO POSITIVO DO GENE PPARγ (gama). ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  3. 3. OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO10-EM SUA SAÚDE IRÁ SER BASTANTE ÚTIL EM FATORESRELACIONADOS AO SOBREPESO E À OBESIDADE, QUANDOESTAMOS SOB CONTROLE NUTRICIONAL.11-NUTRIÇÃO - O CONSUMO FREQUENTE DEREFRIGERANTES DIET INDUZ O AUMENTO DACIRCUNFERÊNCIA ABDOMINAL, LEVANDO A OBESIDADEABDOMINAL, VISCERAL, RISCOS PARA DOENÇASCARDIOVASCULARES E DIABETES.12-E ESSAS DOENÇAS GERALMENTE PODEM SERACOMPANHADAS DE HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTEMICAOU PRESSÃO ALTA.13-SOBREPESO, OBESIDADE E SAÚDE DA MULHER,OBESIDADE ABDOMINAL, INTRA - VISCERAL, CENTRAL,AFETA NEGATIVAMENTE A SAÚDE DAS MULHERES DEMUITAS MANEIRAS.14-ESTAR COM SOBREPESO OU OBESIDADE AUMENTA ORISCO RELATIVO DE DIABETES E DOENÇA ARTERIALCORONARIANA NA MULHER. MULHERES OBESAS TÊMMAIOR RISCO DE DOR LOMBAR E OSTEOARTRITE DOJOELHO.15-PENSE EM GENÉTICA COMO ARMA CARREGADA E OMEIO AMBIENTE COMO RESPONSÁVEL POR PUXAR OGATILHO. SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADEABDOMINAL, VISCERAL, CENTRAL, É O GRANDE INDUTORDO DIABETES MELLITUS TIPO 2, E SE NÓS REUNIRMOSESTES DOIS FATORES, GENÉTICA E O MEIO AMBIENTE.16-NOSSA CHANCE É MUITO GRANDE DEDESENVOLVERMOS O DIABETES MELLITUS TIPO 2; POROUTRO LADO, SE VOCÊ COLOCAR ESSA MESMA PESSOA ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  4. 4. OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGEROEM UM AMBIENTE ONDE É DIFÍCIL GANHAR PESO, ODIABETES PODE NUNCA SE MANIFESTAR.17- BIBLIOGRAFIA ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  5. 5. OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO SINOPSEA gordura visceral pode ser considerada o maior problemaque eventualmente possamos adquirir aumentado nossopeso, de complexo tratamento, é o mesmo que intra-abdominal, central, é um dos efeitos gatilhos para a sériasíndrome metabólica, pode ocorrer também em magros, efaz parte de um ciclo vicioso que terminará comprometendoo sistema cardiovascular, respiratório, endocrinologia,neuroendocrinologia. Ps: não se esqueça que fígado évíscera. 1ª EdiçãoDr.João Santos Caio Jr e Dra Henriqueta Verlangieri Caio ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN SÃO PAULO – BRASIL Editoração Suelene Quidicomo ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  6. 6. OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO DR. JOÂO SANTOS CAIO JR. DRA. HENRIQUETA V. CAIO A obesidade seja ela abdominal, visceral, central, de revestimento corporal, predomina a gordura branca, embora sua localização sejam diferentes uma das outras, e seu grau de morbidade também difere em quantidade, região em que comprometem, ou seja,localização, e tipo de órgãos comprometidos. Obesidade,nediez ou pimelose (tecnicamente, do grego pimelē =gordura e ose processo mórbido) é uma doença crônicamultifatorial, na qual a reserva natural de gordura aumentaaté o ponto em que passa a estar associada a certosproblemas de saúde ou ao aumento da taxa demortalidade. É resultado do balanço energético positivo, ouseja, a ingestão alimentar é superior ao gasto energético.Apesar de se tratar de uma condição clínica individual, évista, cada vez mais, como um sério e crescente problemade saúde pública: o excesso de peso predispõe o organismoa uma série de doenças, em particular doençacardiovascular, diabetes mellitus tipo 2, apneia do sono eosteoartrite, dislipidemia, hipertensão arterial sistêmica oupressão alta, síndrome metabólica, etc. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  7. 7. OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGEROCLASSIFICAÇÃOA obesidade pode ser definida por termos relativamenteabsolutos. Na prática, a obesidade é avaliada em termosabsolutos e também pela sua distribuição na circunferênciada cintura ou pela razão entre as circunferências da cinturae do quadril. Além disso, a presença de obesidade deve seravaliada enquanto fator de risco cardiovascular e outrascondições médicas que podem aumentar o risco decomplicações.IMCIMC, ou índice de massa corporal, é um método simples eamplamente difundido de se medir a gordura corporal. Amedida foi desenvolvida na Bélgica pelo estatístico eantropometrista, Adolphe Quételet. É calculado dividindo opeso do indivíduo em quilos pelo quadrado de sua alturaem metros.Equação: IMC = kg/m²Onde kg é o peso do indivíduo em quilogramas e m é suaaltura em metros.As atuais definições estabelecem a seguinte convenção devalores, acordada em 1997 e publicada em 2000: IMC Classificação < 18.5 Abaixo do Peso 18.5–24.9 Peso normal 25.0–29.9 Sobrepeso 30.0–34.9 Obesidade grau I 35.0–39.9 Obesidade grau II ≥ 40.0 Obesidade grau III ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  8. 8. OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGEROEm analises clínicas, médicos levam em consideração raça,etnicidade, massa muscular, idade, sexo e outros fatoresque podem influenciar a interpretação do índice.O IMC superestima a gordura corporal em indivíduos muitomusculosos e pode subestimá-la naqueles que tiveramperda de massa corporal (ex. idosos).Para crianças e adolescentes, também se utiliza o IMC,observando-se os percentuais para idade e sexo, comocritério de adiposidade. Há uma grande variedade decritérios para definir sobrepeso e obesidade na infância, oque dificulta as comparações entre os estudos deprevalência.O critério mais utilizado atualmente é aquele sugerido em2000 pelo Center for Disease Control (CDC)3 quando,revisando suas tabelas de crescimento que datam de 1977,incluiu as tabelas de IMC para indivíduos de 2 a 19 anos deidade, e recomendou a utilização dos termos “risco desobrepeso” para aqueles com IMC para idade e sexo empercentuais > 85 e o termo “sobrepeso” para aquelescom IMC para idade e sexo em percentuais > 95. Naprática clinica, tais termos foram substituídos por sobrepesoe obesidade, respectivamente.Procura-se encontrar um índice de pontos de cortede IMC que possa mostrar continuidade desde a infância àidade adulta, com o objetivo de correlacionar a obesidade ecomorbidades nestas diferentes faixas etárias. Nessesentido, o estudo realizado por Cole et al (2000)4, em seispaíses (Inglaterra, Brasil, Hong Kong, Singapura, Holanda eEUA), tem sido aceito e recomendado pelo IOTF paraestudos epidemiológicos populacionais. Os autoresdesenvolveram pontos de corte para sobrepeso eobesidade, apartir da correlação entre os percentuaisde IMC > 85 e > 95 para idade e sexo na faixa etáriapediátrica que, aos 18 anos, correspondem aos pontos de ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  9. 9. OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGEROcorte para sobrepeso (> 25 kg/m²) e obesidade (> 30kg/m²) na faixa etária adulta.Circunferência da cintura O IMC não distingue entre diferentes tipos de adiposidade, alguns dos quais podem estar mais associados a doença cardiovascular. Estudos mais recentes dos diferentes tipos de tecido adiposo têm demonstrado, por exemplo,que a obesidade central (em forma de maçã, tipicamentemasculina) tem uma correlação muito superior à doençacardiovascular que o IMC por si só.A circunferência absoluta (>102 cm para homens e >88 cmpara mulheres) e o índice cintura-quadril (>0.9 parahomens e >0.85 para mulheres) são, ambos, utilizadoscomo medidas da obesidade central.IACO IAC ou índice de adiposidade corporal é calculado peladivisão entre o produto da raiz quadrada da altura pelacircunferência do quadril e a altura. Desse resultadosubtrai-se 18. Para mulheres o normal é de 21 a 32 ehomens de 8 a 20.Medição da gordura corporal Uma maneira alternativa de determinar obesidade é medindo a porcentagem de gordura corpórea. Médicos e cientistas, em geral, concordam que homens com mais de25% de gordura e mulheres com mais de 30% de gordurasão obesos. Porém, é difícil medir a gordura corporal com ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  10. 10. OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGEROprecisão. O método mais aceito é a pesagem do indivíduodebaixo de água, mas só é possível em laboratóriosespecializados que dispõem do equipamento. Os doismétodos mais simples são o teste da dobra, no quala pele do abdômen é pinçada e medida para determinar agrossura da camada de gordura subcutânea; e o testede impedância bioelétrica, que só pode ser realizado emclínicas especializadas e não deve ser feito com frequência.Outras formas de medir a gordura corporal incluema tomografia computadorizada e a ressonância magnética.Estilo de vidaPesquisadores já concluíram que o aumento da incidênciade obesidade em sociedades ocidentais nos últimos 25 anosdo século XX teve como principais causas o consumoexcessivo de nutrientes combinado comcrescente sedentarismo. Embora informações sobre oconteúdo nutricional dos alimentos esteja bastantedisponível nas embalagens dos alimentos, na Internet, emconsultórios médicos e em escolas, é evidente que oconsumo excessivo de alimentos continua sendo umproblema. Devido a diversos fatores sociológicos, oconsumo médio de calorias quase quadruplicou entre 1977e 1995. Porém, a dieta, por si só, não explica o significativoaumento nas taxas de obesidade em boa parte do mundoindustrializado nos anos recentes. Um estilo de vida cadavez mais sedentário teve um papel importante. Outrosfatores que podem ter contribuído para esse aumento --ainda que sua ligação direta com a obesidade não seja tãobem estabelecida -- o estresse da vida modernae sono insuficiente. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  11. 11. OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGEROGenética Como tantas condições médicas, o desequilíbrio metabólico que resulta em obesidade é fruto da combinação tanto de fatores ambientais quanto genéticos. Polimorfismos em diversos genes que controlam apetite e metabolismo predispõem à obesidade, mas a condição requera disponibilidade de calorias em quantidade suficiente, etalvez outros fatores, para se desenvolver plenamente.Diversas condições genéticas que têm a obesidade comosintoma já foram identificadas (tais como Síndrome dePrader-Willi, Síndrome de Bardet-Biedl, síndrome de MOMOe mutações dos receptores de leptina e melanocortina),mas mutações genéticas só foram identificadas em cerca de5% das pessoas obesas. Embora se acredite que grandespartes dos genes causadores estejam por ser identificados,é provável que boa parte da obesidade resulte da interaçãoentre diversos genes e que fatores não genéticos tambémsejam importantes.DoençasDeterminadas doenças físicas e mentais e algumassubstâncias farmacêuticas podem predispor à obesidade.Além da cura dessas situações poderem diminuir aobesidade, a presença de sobrepeso pode agravar a gestãode outras. Males físicos que aumentam o risco dedesenvolvimento de obesidade incluem diversas síndromescongênitas (acima mencionadas), hipotireoidismo Síndrome ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  12. 12. OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGEROde Cushing e deficiência do hormônio do crescimento.Certas enfermidades psicológicas também podem aumentaro risco de desenvolvimento de obesidade,diabetes disfunções alimentares como bulimia nervosa.BactériasSegundo o estudo publicado na revista Science, bactériasque favorecem a digestão também poderiam fazer o corpoacumular quilos a mais, caso não estejam devidamenteequilibradas. Em excesso, essas bactérias alteramo metabolismo e o apetite. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  13. 13. OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGEROBULLYING EM SOBREPESO, OBESOS E OUTRASDIFERENÇAS, SÃO UM FENÔMENO DEVASTADORQUE PODE DESENCADEAR ALGUNS PROBLEMAS DESAÚDE.CONHEÇA:O bullying é um fenômeno devastador podendo vir a afetara autoestima e a saúde mental dos adolescentes. Quandoatinge sua autoimagem como no caso de adolescentes,juvenis e em alguns casos até o próprio adulto em quedevido sua imagem estar comprometida por não apresentarbiotipicamente a mesma imagens do grupo que querparticipar ou até participa, seja na escola, na universidade,ou no trabalho, sentindo – se desagregado porapresentar aumento de peso, sobrepeso, obesidade, baixaestatura e outras característica que não o coloca comoharmônico junto ao grupo, os efeitos podem ser cruéis,graves, devastadores, chegando até ao suicídio.Geralmente ocorre quando o adolescente é mais suscetívelou vulnerável às agressões verbais ou morais que lhescausam angústia e dor, principalmente quando ocorrido emambiente escolar traduzindo-se como uma forma deexclusão social. Pode desencadear alguns problemas desaúde tais como a anorexia, bulimia, depressão, ansiedadee até mesmo o suicídio, mas a sensação subliminar, nãodesmotiva apenas os adolescentes, comprometendo ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  14. 14. OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGEROtambém adultos e pode desencadear atitudes violentasmedíocres. Há alguns anos atrás os termos que descreviamtais situações de forma mais civilizada eram a zoação, quenão é a mesma coisa que o bullying, pois este termo é maisagressivo, violento, mais difícil de ser identificado, pois avítima sente-se constrangida em transmitir tais fatos aquem de direito, além de serem atitudes onde geralmentepossui um agressor alfa intimidador. O profissional, pautadocom princípios de prevenir agravos de diversos males,preocupa-se também com esta intercorrência traumática naadolescência, que pode ter represálias graves e complexas.O objetivo deste estudo foi identificar sentimentos quepossam estar relacionados com o bullyingem adolescentes alunos de 5ª a 8ª séries. Tratou-se deuma pesquisa descritiva de abordagem qualitativa,realizada em uma escola de segmento religioso conveniadacom o estado, sendo que as diferenças religiosasdogmáticas são outro problema dramático. A coleta dedados ocorreu auxiliada por entrevistas gravadas,posteriormente transcritas e submetidas à análisetemática. Os resultados mostraram que os sentimentosrelacionados ao fenômeno são múltiplos e variados, sendocategorizados como aspectos de caráter positivo, aspectosde caráter negativo e aspectos de caráter necessário nocaso de religião, mas quando se trata de autoimagem ondeexistem pessoas com excesso de peso, sobrepeso,obesos,baixa estatura, o potencial explosivo se potencializa poragredir o âmago de suas autoestimas. Nossa preocupaçãocomo médicos principalmente endocrinologistas eneuroendocrinologistas é orientar os responsáveis por essaspessoas, no sentido de ajudá-los a prevenir problemasabrangentes nesta área que podem se tornarmultidisciplinar. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  15. 15. OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGEROOBESOS INFANTO JUVENIL, ADOLESCENTES,INFLUENCIA SOBRE O CRESCIMENTO,DESENVOLVIMENTO COGNITIVO.Crescimento durante a infância é conhecido por ser umtempo de mudanças rápidas na composição corporal, noentanto, tem havido poucos estudos longitudinais, queanalisou mudanças nos específicos compartimentosde gordura durante o processo de crescimento. O estudoda mudança de vários compartimentos de gordura éimportante porque ajuda a elucidar a dinâmica docrescimento em crianças e como as mudanças nacomposição corporal podem estar relacionados com osresultados de saúde. Isto é especialmente importante parao crescimento da gordura visceral, que pode contribuir parao risco de doenças metabólicas. A gordura visceral (ou seja,intra-abdominal do tecido adiposo) e gordura subcutâneaabdominal são dois compartimentos discretos de gorduraque têm sido estudadas em associação com os resultadosde saúde. Estudos anteriores sugerem que diferentes tiposde tecido adiposo pode estar relacionada com diferentesfatores de risco da diabetes mellitus tipo 2 e doenças ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  16. 16. OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGEROcardiovasculares e que essas relações surgem no início davida. Em crianças, a gordura visceral tem se mostradopositivamente relacionados a uma ampla gama deindicadores de saúde, incluindo colesterol total, colesterolde baixa densidade da lipoproteína, triacilglicerol, áreas deinsulina após um teste oral de glicose, a secreção deinsulina basal, e secreção de insulina estimulada. Alémdisso, a gordura visceral parece ter uma relação negativacom a sensibilidade à insulina e lipoproteína de altadensidade colesterol. Além disso, a gordura subcutâneaabdominal tem sido associada com aumento daconcentração de insulina basal e 2 horas em meninas afroamericanas, afro brasileiras, e outros países com asmesmas características em geral, e maior área sob a curvade insulina em meninas afro americanas, afro brasileiras, eoutros países com as mesmas características em geral. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  17. 17. OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGEROA CAUSA BÁSICA DE SOBREPESO E OBESIDADE ÉUM DESEQUILÍBRIO ENERGÉTICO ENTRE ASCALORIAS CONSUMIDAS E AS CALORIAS GASTAS EEM PAÍSES DE BAIXA RENDA A DESNUTRIÇÃO E OSOBREPESO E A OBESIDADE CONVIVEM LADO ALADO. A causa básica de sobrepeso e obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra- abdominal, central, visceral) é um desequilíbrio energético entre as calorias consumidas e as calorias gastas. No mundo, ocorre um aumento da ingestãode energia através de alimentos que são ricos em gorduras,sal e açúcares, mas pobres em vitaminas, minerais e outrosmicronutrientes, e uma diminuição da atividade física comoum resultado de natureza cada vez mais sedentária demuitas formas de trabalho, novos modos de viajar ecrescente urbanização. Muitas vezes, mudanças nos hábitosalimentares e atividade física são o resultado de mudançasambientais e sociais associados com o desenvolvimento e afalta de políticas de apoio em setores como saúde,agricultura, transporte, planejamento urbano, meioambiente, transformação, distribuição, a comercialização dealimentos e educação. Quais são as consequências comunsde sobrepeso e obesidade (sobrepeso, obesidade,obesidade abdominal, intra-abdominal, central,visceral)para a saúde? Um índice de massa corporal (IMC)elevado é fator de risco importante para doenças não ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  18. 18. OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGEROtransmissíveis, tais como: doenças cardiovasculares(principalmente doenças cardíacas e acidente vascularcerebral), que em 2008 foram a principal causa demorte; diabetes; lesões musculoesqueléticas(especialmente a osteoartrite, uma doença articulardegenerativa muito incapacitante), e alguns cânceres comoo de mama, endométrio e cólon. O risco de doenças nãotransmissíveis aumenta com o aumento do índice de massacorporal (IMC). A obesidade infantil está associada a umamaior probabilidade de obesidade, morte prematura eincapacidade na vida adulta. Além desses riscos futurosgrandes, as crianças obesas sofrem de angústiarespiratória, aumento do risco de fraturas e hipertensão, etêm marcadores precoces de doenças cardiovasculares,resistência à insulina e efeitos psicológicos.Muitos países de renda média estão atualmenteenfrentando uma "dupla carga" da doença. Enquanto aindalidam com os problemas de doenças infecciosas edesnutrição, estes países estão experimentando um forteaumento nos fatores de risco de doenças nãotransmissíveis, como obesidade e sobrepeso (sobrepeso,obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central,visceral), especialmente em ambientes urbanos. Não é raroencontrar desnutrição e obesidade coexistindo em um país,uma comunidade ou uma casa. Em países de renda baixa emédia as crianças são mais propensos a receber alimentosinsuficientes no período pré-natal, quando lactentes equando crianças pequenas. Ao mesmo tempo, estãoexpostas a energia de alimentos ricos em gorduras,açúcares e sal e pobres em micronutrientes, que sãogeralmente de baixo custo. Estes hábitos, junto com umabaixa atividade física, resultam em um aumento acentuadoda obesidade infantil, enquanto os problemas dedesnutrição continuam por resolver. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  19. 19. OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO A GENÉTICA PODE SER MUITO ÚTIL EM SUAQUALIDADE DE VIDA, INCLUINDO O CONTROLE DESOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE VISCERAL,INTRA ABDOMINAL OU CENTRAL, O IMPACTOPOSITIVO DO GENE PPARγ (gama).EM SUA SAÚDE IRÁ SER BASTANTE ÚTIL EMFATORES RELACIONADOS AO SOBREPESO E ÀOBESIDADE, QUANDO ESTAMOS SOB CONTROLENUTRICIONAL. Ao ser interpretado o resultado individual de cada ser humano, em estando normal o Gene PPARγ (gama), será mais fácil para equacionar o problema de sobrepeso e obesidade, isto porque nós partimos de uma situação emque seu Gene PPARγ (gama) não sofreu mutação,principalmente em um loco (lugar especifico de um Gene),denominado rs1801282 do Gene PPARγ (gama), podeparecer paradoxal pois esta situação provoca umapredisposição normal do ganho de peso associado aoPPARγ (gama) (rs1801282), portanto, em relação aofuncionamento deste Gene sem mutação, fica mais fácilpara com uma simples dieta e exercícios, obter respostasesperadas, o que não ocorreria se tendo a mutação. Sem amutação para o médico endocrinologista e para o pacienteos resultados da terapêutica fica mais facil. Os motivos sãológicos sob o aspecto de solução, pois os ácidos graxospoli-insaturados ativam o Gene PPARγ (gama) não mutáveis ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  20. 20. OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGEROfacilitando e potencializando o desempenho deste Gene queesta diretamente relacionado com sua dieta nutricional e otipo de gordura que você possui; com isso o médico temum foco dirigido para corrigir este problema que leva a suadescompensação. Como sua dieta irregular influenciadiretamente o seu ganho de peso e também facilita oaparecimento de doenças relacionados a dieta nutricionalirregular (comorbidades), que estão associadas a esteGene, como por exemplo, risco de diabetes mellitus tipo 2,alterações de colesterol total, LDL – colesterol (mau), HDL– colesterol (bom ), Mgmin LDL – colesterol ou super malcolesterol, quilomícrons ou triglicérides e problemascardiovasculares; fica mais fácil para o endocrinologista deidentificar seus problemas e atacar com soluções o maisprecoce possível, com o objetivo de minorar e resolver seusproblemas, antes que tomem vultos de difícil controle. Ficaclaro que a urgência de tomar atitudes direcionadas é deextrema importância: a gordura estará aproximadamente30 % de gorduras totais; este fato em um individuo comIMC –índice de massa corporal menor do que <34 kg/m², oseu genótipo contribui para um aumento de 3,4 vezes norisco de sobrepeso e obesidade, e isto é verificável quandoo Gene PPARγ (gama), não teve mutação, o que facilita aconsciência do médico endocrinologista e do paciente atomar atitudes o mais precocemente possível, com focodirecionado para este problema e suas consequências.Além disto, fica claro que um aumento da circunferência dacintura acima de 1,2 cm, é provocado por uma dietaincorreta que esta permitindo o acumulo de gordura nacircunferência abdominal. Todos esses fatos alertam osprofissionais e pacientes o rumo que devem seguir, além debalizar o tratamento adequado para um melhor resultadoterapêutico. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  21. 21. OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERONUTRIÇÃO - O CONSUMO FREQUENTE DEREFRIGERANTES DIET INDUZ O AUMENTO DACIRCUNFERÊNCIA ABDOMINAL, LEVANDO AOBESIDADE ABDOMINAL, VISCERAL, RISCOS PARADOENÇAS CARDIOVASCULARES E DIABETES.E ESSAS DOENÇAS GERALMENTE PODEM SERACOMPANHADAS DE HIPERTENSÃO ARTERIALSISTEMICA OU PRESSÃO ALTA.A percepção de que refrigerantes diet são uma alternativabenigna às bebidas altamente açucaradas pode serperigosamente errado. Refrigerantes diet têm sidopensados para ser uma alternativa mais saudávelaos seus homólogos açucarados, no entanto, estudos recentes mostram um aumento da incidência de obesidade, síndrome metabólica e diabetes com a ingestão frequente de refrigerantes diet. O estudo foi realizado com indivíduos numa faixa etáriade 65 a 74 anos de idade e examinaram oefeito do consumo em longo prazo de refrigerantes diet.Quando os resultados dessas observações foramcomparados com os de indivíduos que não bebemrefrigerantes diet, as diferenças foram marcantes. No geral,os consumidores de refrigerantes diet experimentaram umaumento de 70% maior na circunferência da cintura do queos não consumidores Além disso, os que ingerem de doisou mais refrigerantes diet por dia, a média de aumentos nacircunferência da cintura foram cinco vezes maiores do que ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  22. 22. OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGEROas registradas para os não consumidores. A circunferênciaabdominal avalia a gordura abdominal e esta é umimportante fator de risco para o desenvolvimentodo diabetes, doenças cardiovasculares, câncer e outrascondições crônicas. Os resultados sugerem que a ingestãode aspartame (substância encontrada nos refrigerantesdiet) poderia contribuir diretamente para o aumento deglicose no sangue. Assim, contribui para a associaçãoobservada entre o consumo de refrigerante diet e o risco dediabetes em humanos. Após esta conclusão o ideal é aboliro consumo dos refrigerantes em geral substituindo porbebidas que promovem a saúde, como por exemplo, ossucos naturais, estes são ricos em vitaminas e minerais,mas isso desde que introduzido junto a uma alimentaçãosaudável. Mudar certos hábitos alimentares está prevenindofuturas doenças relacionadas ao ganho de peso eobesidade, sobrepeso, obesidade abdominal, intra visceralou central. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  23. 23. OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGEROSOBREPESO, OBESIDADE E SAÚDE DA MULHER,OBESIDADE ABDOMINAL, INTRA - VISCERAL,CENTRAL, AFETA NEGATIVAMENTE A SAÚDE DASMULHERES DE MUITAS MANEIRAS.ESTAR COM SOBREPESO OU OBESIDADE AUMENTAO RISCO RELATIVO DE DIABETES E DOENÇAARTERIAL CORONARIANA NA MULHER. MULHERESOBESAS TÊM MAIOR RISCO DE DOR LOMBAR EOSTEOARTRITE DO JOELHO. A obesidade afeta negativamente a saúde das mulheres de muitas maneiras. Estar com sobrepeso ou obesidade aumenta o risco relativo de diabetes e doença arterial coronariana na mulher. Mulheresobesas têm maior risco de dor lombar e osteoartrite dojoelho. A obesidade afeta negativamente tanto a concepçãoe fecundidade. A obesidade materna está associada amaiores taxas de cesariana, bem como maiores taxas dealto risco, as condições obstétricas, tais como diabetesmellitus tipo 2 e hipertensão arterial sistêmica ou pressãoalta.Na gravidez os resultados são afetados negativamente pelaobesidade materna (risco aumentado de mortalidadeneonatal e malformações). A obesidade materna estáassociada a uma diminuição da intenção de amamentar,diminuiu o início da amamentação, e diminuição da duração ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  24. 24. OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGEROda amamentação. Parece haver uma associação entreobesidade e depressão em mulheres, apesar de fatoresculturais podem influenciar esta associação. Mulheresobesas têm maior risco de câncer múltiplos, incluindocâncer de endométrio, câncer de colo uterino, câncer demama e, talvez, o câncer de ovário. A prevalência(presença) da obesidade está aumentando. A OrganizaçãoMundial da Saúde estima que mais de 1 bilhão de pessoasestão acima do peso, com 300 milhões que são compatíveise satisfazem os critérios para a obesidade, sobrepeso,obesidade abdominal, intra visceral, central. Vinte e seis porcento das mulheres não grávidas de 20-39 anos, estão comsobrepeso e 29% são obesas, portanto, mulheres nãográvidas já superam 55% nesta idade, o que já é umverdadeiro desastre segundo a OMS. Nas mulheres, acircunferência da cintura maior que 88 cm é de alto risco,enquanto nos homens se o nível estiver maior 102 cmtambém e de alto risco. A classificação para sobrepeso eobesidade baseada no IMC associado à circunferência dacintura também pode ser usada para classificar sobrepeso eobesidade, obesidade abdominal, intra- visceral, central. Orisco de diabetes mellitus (DM) aumento do grau e aduração do excesso de peso ou em pessoas com uma ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  25. 25. OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGEROobesidade central ou visceral distribuição em relação aomaior nível de gordura corporal, este risco é maissignificativo. O aumento da gordura visceral incrementa ograu de resistência à insulina associada, sobrepeso eobesidade, obesidade abdominal, intra- visceral, central.Por sua vez a resistência à insulina e aumento da gorduravisceral são as características da síndrome metabólica, umconjunto de fatores de risco para desenvolver diabetes edoenças cardiovasculares com aumento da morbidade eletalidade. A obesidade é um fator de risco independentepara o desenvolvimento de doença arterial coronariana emmulheres, e é um fator de risco modificável de grandeimportância para a prevenção do desenvolvimento dedoença arterial coronariana em mulheres, se tomarem açãopreventiva e se tratarem, diminuindo o sobrepeso eobesidade, obesidade abdominal, intra - visceral central. Apassividade sem atitudes representa um grande desastrepara a mulher. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  26. 26. OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGEROPENSE EM GENÉTICA COMO ARMA CARREGADA E OMEIO AMBIENTE COMO RESPONSÁVEL POR PUXARO GATILHO. SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADEABDOMINAL, VISCERAL, CENTRAL, É O GRANDEINDUTOR DO DIABETES MELLITUS TIPO 2, E SE NÓSREUNIRMOS ESTES DOIS FATORES, GENÉTICA E OMEIO AMBIENTE.NOSSA CHANCE É MUITO GRANDE DEDESENVOLVERMOS O DIABETES MELLITUS TIPO 2;POR OUTRO LADO, SE VOCÊ COLOCAR ESSA MESMAPESSOA EM UM AMBIENTE ONDE É DIFÍCIL GANHARPESO, O DIABETES PODE NUNCA SE MANIFESTAR Em outras palavras, se você colocar uma pessoa que tem uma predisposição genética para o diabetes em um ambiente que promove o ganho de peso, seja ele o sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, visceral, central o paciente provavelmente irá setornar diabético. por outro lado, se você colocar essamesma pessoa em um ambiente onde é difícil ganhar opeso, sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, visceral,central, o diabetes pode nunca se manifestar. De todas asdoenças que têm sido associadas com a obesidade,obesidade abdominal, visceral, central, não háprovavelmente nenhuma outra doença que tem maiorassociação com o diabetes. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  27. 27. OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO Em termos simples, contanto que alguém tenha a predisposição genética (e muitos de nós possuímos), mais o peso que os paciente ganham, maiores as chances de se tornar umdiabético tipo 2. Para explicar a relação entre obesidade ediabetes, é preciso primeiro entender como o ganho depeso humano ocorre. Uma das maneiras mais fáceis épensarem em obesidade como o acúmulo de células degordura que é vista como o ganho de gordura periférica. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  28. 28. OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO O ganho de gordura periférica refere-se à gordura subcutânea que é facilmente mensurável, fazendo um pinçamento da gordura sob a pele. Esta gordura é encontrada geralmente em torno do abdômen, coxas ebraços, mas também pode ser encontrada em vários outroslugares, por via subcutânea (por exemplo, o pescoço ecostas). Gordura periférica é relativamente benigna emtermos metabólicos, muito de seus efeitos deletérios sãoestruturais. Por exemplo, aumento da gordura periféricapode aumentar a carga sobre as articulações com oaumento do peso, dificultando a locomoção, exercícios esobrecarga sobre as articulações de todo o corpo causandodanos, independente da mudança dos contornos estéticos euma enormidade de efeitos colaterais graves. O tipo degordura que devemos focar, é a gordura causada porobesidade abdominal, visceral, central, que estáprofundamente arraigada no abdômen entre as vísceras eno tórax, e é encontrada ao redor ou, por vezes, nosórgãos do tórax, como pulmão, mediastino ecoração. Difere da gordura periférica, na medida em que,não pode ser medida simplesmente pinçando ou beliscandoa pele. Um exemplo de como essa gordura está associada aanormalidades cardiometabólicas é a presença de gorduraomental (O omento é uma estrutura de grande quantidadede substâncias graxas (gorduras) que literalmente paira aolargo da média de seus dois pontos e drapeados sobre ointestino, dentro do abdômen) ao redor do intestinodelgado e órgãos viscerais, como é o caso de "fígadogorduroso", ou esteatose hepática da doença tambémintra- fígado. Nos pacientes que têm o resultado elevado detestes de função hepática, com um nível de (alanina ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  29. 29. OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGEROaminotransferase aproximadamente) um enzima específicadosada no sangue, referente ao fígado), 2 vezes o nível de(aspartato aminotransferase, outra enzima do fígado;estudos de imagem (por exemplo, tomografiacomputadorizada e ultrassonografia abdominal) tipicamentemostram gordura extensa dentro do fígado. A gorduraCentral, obesidade abdominal, visceral, também estáassociada com resistência à insulina e síndrome metabólica.Estes fatos são extremamente graves e de difícilterapêutica, pois ocorrem em diversos tiposde estadiamentos da obesidade, que nem mesmo a cirurgiabariátrica tem indicação. Entretanto, a cada dia surgemnovidades importantes focadas na terapêutica do problemagrave da gordura Central, obesidade abdominal, visceral,que apesar de seu grande comprometimento metabólico.Estas terapêuticas têm ajudado a minorar ou até controlareste problema tão complexo quanto a síndrome metabólica. BIBLIOGRAFIA Prof. Dr. João Santos Caio Jr. - Diretor Científico, Dra. Henriqueta Verlangieri Caio - Diretora Clínica – Van Der Häägen Brazil, São Paulo, SP – Brasil.Fretts AM, Howard BV, McKnight B, Duncan GE, Beresford SA, Mete M, et al. Associations of processed meat and unprocessed red meat intake with incident diabetes: the Strong Heart FamilyStudy. Am J Clin Nutr. 2012 Jan 25.; Lustig RH, Schmidt LA, Brindis CD. Public health: The toxic truth about sugar.Nature. 2012;482(7383):27-9. Consumo de açúcar deve ser regulado, afirmam cientistas; LOUISE CHANG. MD, WILLIAM C. KNOWLER, MD, DRPH - CHEFE DE ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  30. 30. OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO EPIDEMIOLOGIA DO DIABETES E SEÇÃO DE PESQUISA CLÍNICA DO INSTITUTO NACIONAL DE DIABETE EDOENÇAS DIGESTIVAS E DO RIM.NEW ENGLAND JOURNAL OF MEDICINE. HART1 CL, GD BATTY, DS MORRISON, RJ MITCHELL E G DAVEY SMITH,DIVISÃO DE SAÚDE E DA POLÍTICA DE SAÚDE, DE PUBLICA, CIÊNCIAS DA BASE COMUNITÁRIA DA FACULDADE DE MEDICINA,UNIVERSIDADE DE GLASGOW, GLASGOW, REINO UNIDO ,MRC SOCIAL E SAÚDE PÚBLICA UNIDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE, GLASGOW, REINO UNIDO , DEPARTMENT DE MEDICINA SOCIAL DA UNIVERSIDADE DE BRISTOL, BRISTOL, REINO UNIDO; Gabriel eu Uwaifo, MBBS e Pesquisas Clínicas, Professor Assistente de Medicina e Endocrinologia, Centro de Pesquisa Clínica MedStar, Instituto de Pesquisa MedStar e Centro Hospitalar de Washington; Elif Arioglu, MD Professor Assistente de Medicina, Divisão de Endocrinologia e Metabolismo, da Universidade de Michigan; Harris C Taylor, MD Professor Clínico de Medicina, Divisão de Endocrinologia Clínica e Molecular, Case Western Reserve University School of Medicine; Spiegelman,PRDM16 /EBP- betas ,Instituto de Câncer Dana-e do Departamento de Biologia Celular da Escola Médica Harvard, Nature magazine – jul,30,2011, Shingo Kajimura, Escola Médica HARVARD, Gesta S, Tseng YH, Kahn CR (OCTOBER 2007)."Developmental Origin OfFat: Tracking Obesity to its Source". CELL 131 (2): 242–56; Josivan Lima, professor de Endocrinologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e secretário da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM). Prof. Dr. João Santos Caio Jr, endocrinologista, neuroendocrinologista, Dra Henriqueta Verlangieri Caio, ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  31. 31. OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGEROendocrinologista, medicina interna-Van Der Häägen Brazil – São Paulo –Brasil; International Journal of Obesity (2009)33, 893-898; doi: 10.1038/ijo.2009.104; publicada em 9 de junho de 2009,L B Hassing, A Dahl K, V Thorvaldsson, S Berg, M Gatz, N L Pedersen e B Johansson, Departamento de Psicologia da Universidade de Gotemburgo,Gotemburgo, Suécia instituto de Gerontologia da Faculdade de Ciências da Saúde, Universidade de Jönköping, Jönköping, Suécia, Departamento de Psicologia da University of Southern Califórnia, em Los Angeles, CA, E.U.A.Departamento de Epidemiologia Médica e Bioestatística, do Instituto Karolinska, Estocolmo, Suécia, Correspondência: Dr. LB Hassing, Departamento de Psicologia da Universidade de Gotemburgo, Box 500, SE- 405 30 Gotemburgo, Suécia; Dr. Nicklas e seus colegas - The Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism; International Journal of Obesity (2009) 33, 893-898; doi: 10.1038/ijo.2009.104; publicada em 9 de junho de 2009,L B Hassing, A Dahl K, V Thorvaldsson, S Berg, M Gatz, N L Pedersen e B Johansson, Departamento de Psicologia daUniversidade de Gotemburgo, Gotemburgo, Suécia instituto de Gerontologia da Faculdade de Ciências da Saúde, Universidade de Jönköping, Jönköping, Suécia, Departamento de Psicologia da University of Southern Califórnia, em Los Angeles, CA, E.U.A.Departamento de Epidemiologia Médica e Bioestatística, do Instituto Karolinska, Estocolmo, Suécia, Correspondência: Dr. LB Hassing, Departamento de Psicologia da Universidade de Gotemburgo, Box 500, SE- 405 30 Gotemburgo, Suécia. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  32. 32. OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO©MMXII - VAN DER HÄÄGEN

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