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Crescer estatural linear e proporções corpo identificam dismorfismos.

Resultados de história clínica e exame físico devem orientar os testes laboratoriais. Médicos de cuidados primários desempenham um papel importante na identificação de crianças com crescimento anormal. Na maioria dos casos, a baixa estatura ou alta é causada por variantes de um padrão de crescimento normal, no entanto, uma grave patologia subjacente está presente em alguns pacientes.

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Crescer estatural linear e proporções corpo identificam dismorfismos.

  1. 1. MUITAS CONDIÇÕES DE CRESCIMENTO ANORMAIS INCLUINDO BAIXA ESTATURA LONGITUDINAL E ALTA ESTATURA É CARACTERIZADA POR UM CRESCIMENTO DESPROPORCIONAL LEVANDO A UMA FALTA DE UNIFORMIDADE NO DESENVOLVIMENTO DE CRIANÇA-INFANTIL- JUVENIL. Baixa estatura: crianças e adolescentes cujas alturas e velocidades de crescimento desviam dos percentis normais em tabelas de crescimento padrão apresentam um desafio especial para os médicos. A altura que é menor que o percentil 3 é considerada baixa estatura e superior ao percentil 97 é considerada de estatura alta. A velocidade de crescimento fora da faixa do percentil 25 a 75 pode ser considerada anormal. Medidas de altura de série ao longo do tempo documentadas em um gráfico de crescimento são fundamentais na identificação de crescimento anormal. A baixa ou alta estatura geralmente é causada por variantes de um padrão de crescimento normal, embora alguns pacientes possam ter graves patologias subjacentes. A história completa e o exame físico podem ajudar a diferenciar os padrões de crescimento anormais de variantes normais e identificar características dismórficas específicas de síndromes genéticas. Resultados de história clínica e exame físico devem orientar os testes laboratoriais. Médicos de cuidados primários desempenham um papel importante na identificação de crianças com crescimento anormal. Na maioria dos casos, a baixa estatura ou alta é causada por variantes de um padrão de crescimento normal, no entanto, uma grave patologia subjacente está presente em alguns pacientes. A história clínica completa e o exame físico devem ser realizados em todas as crianças com crescimento anormal e estudos laboratoriais devem ser com base nestes resultados. Ainda devemos
  2. 2. focar em alguns detalhes subjacentes tais como: os seguintes padrões devem ser parte da avaliação das baixas estaturas: (1) Circunferência occiptofrontal da cabeça- este fato é de suma importância, pois diversos pesquisadores têm observado p. ex., vários relatos indicam que o transtorno do espectro do autismo (TEA) está associado com um aumento da taxa de crescimento da cabeça na primeira infância. O aumento da taxa de processos aberrantes do índice de crescimento pode durante o desenvolvimento inicial, preceder o início dos sintomas, e pode prever a gravidade do curso da doença. Examinamos taxa de mudança na medida da circunferência occiptofrontal (occiptofrontal: refere-se da região occipital aos ossos frontais e outras estruturas compartilhadas). No início da vida, medidas de circunferência occiptofrontal correlacionam com volume de substância cinzenta observados em investigações de ressonância magnética em 2 a 3 anos de idade e pode ser um bom indicador precoce para o volume do cérebro. Em idades mais avançadas, a circunferência
  3. 3. occiptofrontal não é mais tão fortemente correlacionada com o volume do cérebro; (2) Parte inferior do corpo: mede-se a distância do topo da sínfise púbica (é uma articulação semimóvel que une o púbis formando a bacia-cintura pélvica, que é composta pelo sacro e cóccix, e dois ossos do quadril, que por sua vez, cada osso, é composto por três ossos compactados: ílio, ísquio e o osso púbico), da sínfise púbica até o chão; (3) Parte superior do corpo: mede-se a altura na posição sentada (a altura do assento deve ser subtraída da altura na posição ortostática-em pé; (4) Envergadura: existem médias publicadas para essas medidas de proporções corporais que devem ser avaliadas de acordo com a idade do paciente. A relação entre a parte superior e a parte inferior do corpo, p. ex., varia de 1.7 no recém- nascido a pouco menos de 1.0 no adulto. De forma objetiva devemos levar em consideração desde as primeiras fases das crianças a preocupação de uma propedêutica rigorosa completa, seja clínica, instrumental ou laboratorial. LINEAR GROWTH HEIGHT IN CHILD/JUVENILE/YOUTH AND BODY PROPORTIONS, IDENTIFYING DYSMORPHICS CHARACTERISTICS.
  4. 4. MANY OF GROWTH ABNORMAL CONDITIONS, INCLUDING LOW AND HIGH PITCH HEIGHT ARE FEATURED IN A GROWTH DISPROPORTIONATE TAKING A LACK OF UNIFORMITY IN THE DEVELOPMENT OF CHILD, JUVENILE AND YOUTH. PHYSIOLOGY-ENDOCRINOLOGY- NEUROENDOCRINOLOGY-GENETICS-ENDOCRINE-PEDIATRICS (SUBDIVISION OF ENDOCRINOLOGY): DR. JOÃO SANTOS CAIO JR. ET DRA. HENRIQUETA VERLANGIERI CAIO. Short stature: children and adolescents whose heights and growth velocities divert normal percentiles on standard growth charts present a special challenge for physicians. Height that is less than the 3rd percentile or above the 97th percentile is considered a low or high height, respectively. The growth rate outside the range of 25 to 75 percentile may be considered abnormal. Serial measurements of height over time in a graphical documented growth are critical in identifying abnormal growth. Short stature or high is usually caused by variants of a normal growth pattern, although some patients may have severe underlying diseases. A complete clinical history and physical examination can help differentiate abnormal growth patterns of normal variants and identify specific dysmorphic features of genetic syndromes. Results clinical history and physical examination should guide laboratory testing. Primary care physicians play an important role in identifying children with abnormal growth. In most cases, short stature or height are variations caused by a normal growth pattern; however, serious underlying pathology is present in some patients.
  5. 5. A complete clinical history and physical examination should be performed in all children with abnormal growth, and laboratory studies should be based on these results. Although we focus on some underlying details such as; the following standards should be part of the evaluation of short stature: (1) The Occiptofrontal Head Circumference: this fact is of paramount importance, as several researchers have noted, e.g.; several reports indicate that autism spectrum disorder (ASD) is associated with increased rate of head growth in early childhood. The increase in growth rate of abnormal processes during early development, may precede onset of symptoms, and can predict the severity of the disease course. We examined the rate of change in the measure of the occiptofrontal circumference (occiptofrontal referring to the frontal and occipital bones and other shared structures). At the beginning of life measures occiptofrontal circumference correlated to gray matter volume seen in MRI investigations in 2 to 3 years of age and can be a good indicator for the early brain volume. At older ages, occiptofrontal circumference is not as strongly correlated with brain volume; (2) Lower body: distance from the top of the pubis (pubic symphysis is a semi-mobile joint that connects the pubis forming the basin (pelvis), which is composed of the sacrum and coccyx, and two hip bones, which
  6. 6. in turn each bone consists of three compressed bones: ilium, ischium, and the pubic bone), the pubic symphysis to the ground; (3) Upper body: sitting height (the height of the seat position should be subtracted from the height in the standing position; (4) There wingspan averages reported for these measures of body proportions that must be evaluated according to age of patient the relationship between the upper and lower body, e.g., varies from 1.7 in the newly-born a little less than 1 in adult objectively we must take into account from the earliest stages of children the concern of a complete rigorous workup, whether clinical, instrumental and laboratory. Dr. João Santos Caio Jr. Endocrinologia – Neuroendocrinologista CRM 20611 Dra. Henriqueta V. Caio Endocrinologista – Medicina Interna CRM 28930 Como saber mais: 1. O crescimento ósseo longitudinal é rápido no pré-natal e pós-natal precoce da vida, mas depois diminui com a idade e, eventualmente, deixa de existir... http://hormoniocrescimentoadultos.blogspot.com 2. Este crescimento de desaceleração é causado principalmente por uma redução na proliferação de condrócitos, e está associado com outras modificações estruturais, funcionais e moleculares coletivamente denominados placa de crescimento de senescência... http://longevidadefutura.blogspot.com
  7. 7. 3. A evidência atual sugere que a placa de crescimento senescente ocorre porque os condrócitos progenitores na zona de repouso tem uma capacidade de replicação limitada, que gradualmente se esgota com o aumento da divisão celular... http://imcobesidade.blogspot.com AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA. Referências Bibliográficas: Caio Jr, João Santos, Dr.; Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Caio,H. V., Dra. Endocrinologista, Medicina Interna – Van Der Häägen Brazil, São Paulo, Brasil; Lampl M, Veldhuis JD, Johnson ML. Saltation and stasis: a model of human growth. Science. 1992;258(5083):801–803; Wehr TA. Effect of seasonal changes in daylength on human neuroendocrine function. Horm Res. 1998;49(3–4):118–124; Lipman TH, Hench K, Logan JD, et al. Assessment of growth by primary health care providers. J Pediatr Health Care. 2000;14(4):166–171; Drop SL, De Waal WJ, De Muinck Keizer-Schrama SM. Sex steroid treatment of constitutionally tall stature. Endocr Rev. 1998;19(5):540–558; Tanner JM, Goldstein H, Whitehouse RH. Standards for children's height at ages 2–9 years allowing for heights of parents. Arch Dis Child. 1970;45(244):755–762; Moshang T Jr, Grimberg A. The effects of irradiation and chemotherapy on growth. Endocrinol Metab Clin North Am. 1996;25(3):731–741; Engstrom FM, Roche AF, Mukherjee D. Differences between arm span and stature in white children. J Adolesc Health Care. 1981;2(1):19–22; Zverev Y, Chisi J. Estimating height from arm span measurement in Malawian children. Coll Antropol. 2005;29(2):469–473; Boersma B, Houwen RH, Blum WF, et al. Catch-up growth and endocrine changes in childhood celiac disease. Endocrine changes during catch-up growth. Horm Res. 2002;58(suppl 1):57–65; Barberia Leache E, Marañes Pallardo JP, Mourelle Martinez MR, et al. Tooth eruption in children with growth deficit. J Int Assoc Dent Child. 1988;19(2):29–35; Kjellberg H, Beiring M, Albertsson Wikland K. Craniofacial morphology, dental occlusion, tooth eruption, and dental maturity in boys of short stature with or without growth hormone deficiency. Eur J Oral Sci. 2000;108(5):359–367; Gaethofs M, Verdonck A, Carels C, et al. Delayed dental age in boys with constitutionally delayed puberty. Eur J Orthod. 1999;21(6):711–715; Loevy HT, Aduss H, Rosenthal IM. Tooth eruption and craniofacial development in congenital hypothyroidism: report of case. J Am Dent Assoc. 1987;115(3):429– 431; Grimberg AD. Disorders of growth. In: Moshang T. Pediatric Endocrinology: The Requisites in Pediatrics. St. Louis, Mo.: Mosby; 2004:127–167. Site Van Der Häägen Brazil www.vanderhaagenbrazil.com.br www.clinicavanderhaagen.com.br www.crescimentoinfoco.com www.obesidadeinfoco.com.br http://drcaiojr.site.med.br http://dracaio.site.med.br Joao Santos Caio Jr http://google.com/+JoaoSantosCaioJr google.com/+JoãoSantosCaioJrvdh google.com/+VANDERHAAGENBRAZILvdh
  8. 8. Video http://youtu.be/woonaiFJQwY VAN DER HAAGEN BRAZI Instagram https://instagram.com/clinicascaio/ Google Maps: http://maps.google.com.br/maps/place?cid=5099901339000351730&q=Van+Der+Haagen+Brasil&hl=pt&sll=- 23.578256,46.645653&sspn=0.005074,0.009645&ie =UTF8&ll=-23.575591,-46.650481&spn=0,0&t = h&z=17

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