Sergio Scheer - Planejamento e Inovação - CICI2011

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Planejamento e Inovação - Contribuição das Agências de Inovação das Universidades no desenvolvimento sustentável das Cidades Inovadoras
Palestrante: Sergio Scheer CICI2011

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Sergio Scheer - Planejamento e Inovação - CICI2011

  1. 1. Conferência Internacional deCidades Inovadoras 18/05/2011 Contribuições para o Desenvolvimento Sustentável das Cidades Inovadoras Sergio Scheer Diretor Executivo Agência de Inovação UFPR
  2. 2. Cidades Inovadoras um movimento articulado em rede, que promove e apoia ações com foco nasustentabilidade, equilíbrio social e maior harmonia entre o homem e o meio ambiente.
  3. 3. Cidades InovadorasO objetivo é estimular a transformação de ambientes urbanos em espaços propícios à inovação, à criatividade e à criação de empresas e negócios sustentáveis por meio de um conjunto de ações e soluções.
  4. 4. UFPR e Missão Contribuir com o desenvolvimento sustentável, priorizando a formação continuada do profissional-cidadão eproduzindo, socializando e apropriando oconhecimento de forma articulada com a Sociedade, sendo referência no Paraná. PDI 2012-2016
  5. 5. Papel das Universidades• Produção de conhecimento• Capacitação de recursos humanos ensino, pesquisa e extensão sustentabilidade e inovação
  6. 6. UFPR em números 1912 ano da fundação1 curso técnico107 cursos de graduação (2 a distância)132 cursos de pós-graduação lato sensu (93 especialização e 39 residência médica)106 cursos de pós-graduação stricto sensu (62 mestrados, 40 doutorados e 4 mestr. profis.)
  7. 7. UFPR em números2.193 professores (72% doutores)3.542 servidores técnico-administrativos23.401 alunos de graduação3.560 alunos de cursos de PG lato sensu (238 em residência médica)4.345 alunos de programas de PG stricto sensu
  8. 8. UFPR em números• 550 bolsistas de monitoria • 800 bolsas CAPES M/D• 414 bolsistas de extensão • 1060 bolsas REUNI M/D• 765 bolsistas de Inic. Científica• 1824 bolsas permanência• Fomento CNPq = 14º no ranking• Em pesquisa = 11º• Publicações - Web of Science = 9º• 411 grupos de pesquisa CNPq com > 1200 doutores• 276 bolsistas produtividade do CNPq
  9. 9. A Pesquisa na UFPRPlano Institucional de Pesquisa (PIP) Eixos comuns de pesquisa = áreas temáticas priorizadasElementos de qualificação: indicadores de capacidade humana 411 grupos infraestrutura disponível, no CNPq potencial de compartilhamento intersetorial pesquisadores redatores!
  10. 10. Res. 51/04-COUN Plano Institucional de Pesquisa (PIP)1) MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO2) BIODIVERSIDADE E GENÔMICA ESTRUTURAL E FUNCIONAL3) MATERIAIS4) SOCIEDADE E CULTURA5) TECNOLOGIA AGROINDUSTRIAL E DE AGRONEGÓCIOS6) SAÚDE7) MODELAGEM E COMPUTAÇÃO CIENTÍFICAAÇÕES DE INFRAESTRUTURA:8) Manutenção e recuperação da rede de transmissão de dados9) Sistema Integrado de Bibliotecas – SIBI0) Centro de Microscopia Eletrônica – CME
  11. 11. Eixos temáticos da Pesquisa na Região Sul e no ParanáPlano Sul de PQ Plano Paranaense de PQ 1 – C&T Sociais 1 - Tecnologias de ponta 2 – C&T em Educação 2 - Tecnologias de apoio ao 3 – C&T em Saúde Agronegócio 4 – Tecnologias de Ponta 3 - Tecnologias Sociais 5 – Tecnologias de apoio ao 4 - Tecnologias de apoio a Agronegócio Pequenas/Médias Empresas 6 – Tecnologias de apoio a 5 - Gestão e inovação em Políticas Pequenas/Médias Empresas Públicas 7 - Gestão e inovação em Políticas 6 - Gestão de Ecossistemas e Públicas Qualidade Ambiental 8 - Gestão de Ecossistemas e 7 - C&T em Educação. Qualidade Ambiental 8 - C&T em Saúde. E, os Setores Portadores de Futuro (FIEP, 2005)
  12. 12. Evolução Stricto Sensu 2008 2009 2010 2011 Mestrados 52 56 60 66Doutorados 32 36 38 40 70 60 50 40 30 20 10 0 1996 1998 2000 2002 2004 2006 2008 2010 106 cursos stricto sensu 850 dissertações de mestrado e 300 teses de doutorado por ano
  13. 13. Stricto Sensu 2009/2010 Alunos de Mestrado e DoutoradoDiscentes* 2008 2009 2010mestrado 2637 2818 2983 mestrado 52 73 83profissionaldoutorado 1200 1402 1649 total 3889 4293 4715 * Matriculados e concluintes
  14. 14. UFPR, Mestrados e Doutorados Desenvolvimento Sustentável• MADE – Meio Ambiente e Desenvolvimento• PPGERHA – Eng. de Rec. Hídricos e Ambientais• PPGEA – Engenharia Ambiental• MAUI – Meio Ambiente Urbano e Industrial• PPGDesign – Design• PPGCC – Construção Civil• PPGFlorestas – Engenharia Florestal• PPGEP – Engenharia de Produção• PPGMNE – Métodos Numéricos em Engenharia
  15. 15. Agência de Inovação UFPRÉ um NIT, Núcleo de Inovação Tecnológica3 funções maiores: – Empreendedorismo e Incubação (2001) – Propriedade Intelectual (2004) – Transferência de Tecnologia (2003)
  16. 16. Agência de Inovação UFPR Patentes: pedidos de registro: 127 Tecnologia de proteção no exterior: 3 Contratos de licenciamento: 7 em 2010 (+5 em 2011) Marcas registradas : 12 ( 7 em vigor ) Cultivares protegidos: 3 Cursos, escola e oficinas de empreendorismo Empresas em incubação (residente e não-residente) 5 incubadas 2 pré-incubadas 7 em prospecção
  17. 17. Empreendedorismo e Incubação As empresas enfrentamdificuldades de permanência nomercado. Os empreendimentos devem ser cada vez mais diversificados e inovadores. A inovação isolada não proporciona vantagem competitiva se não for bem gerenciada.
  18. 18. Estímulo e apoio ao empreendedorismo. Suporte gerencial e tecnológico . Apoio administrativo,Articulação com Rede e parcerias. de infraestrutura e de espaço físico Integração de Identificação de parcerias conhecimentos epara o desenvolvimento de projetos projetos. relacionados à Ciência e Tecnologia Participação em redes e Inovação ligadas ao empreendedorismo
  19. 19. Cenário: Tecnologias de Informação  empresas de TI com exigências mercadológicas específicas, velocidade de mudanças, estruturas flexíveis ... busca constante por inovação!  crescimento e em 2013 déficit de profissionais em softwares e serviços de TI aprox. 140 mil capacitados !
  20. 20. Empresas Graduadas na UFPR Soluções em tecnologia para o mercado corporativo, nas verticais de construção civil, distribuição e logística, setor florestal e industrial. Design como ferramenta de inovação tecnológica para criar produtos com qualidade funcional, técnica.
  21. 21. Empresas Incubadas na UFPR Pesquisa operacional, simulação computacional e consultoria de serviços em engenharia e desenvolvimento de produtos e processos. Serviços em análises genômicas em espécies florestais, com ênfase em Pinus.
  22. 22. Patentes UFPR com mais de Modelo de Utilidade Patente de Invenção 127 solicitações deregistro de patentes Propriedade Marcas Industrial Desenho Industrial Indicações Geográficas Propriedade Direito de autor e Intelectual Conexos Direito Autoral Registro de Software Cultivares Proteção Topografia cirucuitos Sui Generis integrados Conhecimento Tradicional
  23. 23. Depósito de patentes Quantidade depositada Total 117 98 73 57 35 23 22 25 14 14 19 7 8 122 22003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 De 2003 até 2010 foram solicitadas 117 patentes de invenção da UFPR !
  24. 24. EXEMPLO 1Chuveiro portátil para banho de leito(PI0603740-2) • banho de leito; • banho em pacientes em uso de cadeira de • rodas ou com dificuldade para locomoção; • banhos em outros locais.
  25. 25. VISUALIZANDO O POTENCIAL DA PATENTE
  26. 26. EXEMPLO 2Óculos de proteção ajustável, não rígido paraprevenção de exposição aos fluidos biológicos(MU8602334-9)
  27. 27. Inovação através da incubação TechResult e Internet e computação móvelInovação com cunho social (PI 030517-6) design p/ pessoas portadoras de deficiências múltiplas – tatames especiais – Pequeno CotolengoInovação em processos mudança de protocolo de tratam. de pessoas com anemia de Falconi - HCSuporte para a inovação (PI9604204-4 A2) relé fotoelétrico economizador programável ECOLUX
  28. 28. Primeiros editais de licenciamento de patentes e contratos ... Transferência de TecnologiaFertilizante de liberação lenta de nitrogêniopreparado com argilominerais intercaladoscom uréia e dispersos em polímerosBiodegradáveis – PI0705580-3A2 FERNANDO WYPYCH CRISTIANE REGINA BUDZIAK FUKAMACHI ANTONIO SÁLVIO MANGRICH Mostra de Tecnologia Campinas, 2009
  29. 29. Planejamento eAcompanhamento de Obras cidades digitais
  30. 30. • Um “case” de Inovação – Empreendedorismo • Incubação de empresa – Integração de sistemas: • gestão de obras via web e • computação móvel (computação + comunicação) móveis = convergência de tecnologias
  31. 31. O que é ? – O PLANTRACKER é uma extranet corporativa para o planejamento e controle de obras no nível operacional, com a coleta e sincronização de dados a partir de computadores de mão no canteiro de obras.
  32. 32. O Sistema – A Arquitetura Funcional do sistema permite fácil acesso através da internet. A aplicação é hospedado em um Data Center, com isso pode ser acessada a qualquer hora em qualquer local. – O modelo de comercialização é baseado no modelo Application Service Provider (ASP). • O cliente paga mensalmente o que consome em termos de serviços e recursos físicos. • Cobrança por Usuários e Volume de Dados.
  33. 33. Diagrama Funcional Obra 01 DataCenter Banco de Dados CPU 1 PDA CPU 2 Escritório Internet CPU 1 CPU N CPU 2 Obra 02 Servidor Web CPU 1 Acesso 24 h PDA CPU 2 Backup Diário
  34. 34. Sistema PlantrackerAmbiente Web Pocket PC Planejamento Controle Controle Relatórios
  35. 35. Vantagens Planejamento Acompanhamento do Cronograma da Obra Diretamente na Web Visualização em Gráfico de Gantt Dados em Tempo Real
  36. 36. Vantagens Controle Possibilidade de Controle e Atualização de Informações Via Internet Controle de Qualidade – PBQP-h
  37. 37. Vantagens Medições Precisas Agilidade e Confiabilidade na Transmissão das Controle Informações
  38. 38. Vantagens Comunicação Facilidade de Troca de Comunicados entre os Envolvidos no Empreendimento, inclusive Clientes Histórico de Mensagens
  39. 39. Vantagens Documentos Disponibilidade de Documentos On-line Controle de Acesso e Versões Repositório de Documentos
  40. 40. Vantagens Álbum de Fotos Exposição de Fotos da Obra Interface de Comunicação com Clientes e Projetistas
  41. 41. Planejamento e Simulação• ANÁLISE DA INCIDÊNCIA DE INSOLAÇÃO NO SETOR ESTRUTURAL DE CURITIBA ATRAVÉS DE SIMULAÇÃO DA OCUPAÇÃO COM AFASTAMENTO DE H/6 – Rudnei Ferreira Campos (PPGCC/UFPR, 2004)
  42. 42. Simulação da insolação em 1/jul Cenário Existente  Representação da ocupação atual  Anteparo com intervalos de 6 pavimentos Cenário H/6  Simulação de uma ocupação hipotética  Envelope H/6
  43. 43. Insolação incidente no anteparoCenário Existente Cenário H/6
  44. 44. Carta solar com máscara de sombras Cenário Existente Cenário H/6
  45. 45. 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90%07:30 100%08:0008:3009:0009:3010:0010:3011:0011:3012:0012:3013:0013:3014:0014:3015:0015:3016:0016:3017:0017:30 Porcentagem de sombreamento H/6 60% 79% Média Existente
  46. 46. Média da radiação diária no anteparo 1a6 706,05 W/h Total 2048,66 W/h 1a6 1088,48 W/h 35,13% Total 2106,41 W/h 2,58%
  47. 47. Laboratório do Ambiente Construído Especialização: Conforto ambiental e sustentabilidade energética da construção Equipe: Prof. Dr. Aloísio Leoni Schmid Prof. Dr. Sérgio Fernando Tavares Endereço: Centro Politécnico, Bloco D, Sala 01 Tel. (41) 3361 3069
  48. 48. Conforto ambiental e sustentabilidade na edificação• Simulação de edifícios (som, luz, calor)• Qualidade do ar nos interiores;• Sustentabilidade;• Eficiência energética na edificação• Energia solar fotovoltaica / aquecimento de água;• Simulação de sistemas de energia renovável;
  49. 49. Desenvolvimento: Casa inteligente - UnioesteParceria PROCEL – Copel – Unioeste – Sinduscon (e outras) • Ventilação natural • Brises-soleil de 182,5 dias • Sistema PV (bombeamento c/ função térmica) • Lareira fria • Iluminação futurista • Dispensa muros • Livre implantação Projeto: Cristina de Araújo Lima
  50. 50. Transferência de tecnologiaVentilação naturalpor efeito-chaminésurveye exercício de projetoMorishita (2007) SITUAÇÃO A SITUAÇÃO B Profissionais do PR reconhecem importância, usam pouco e desconhecem os princípios e não sabem a quem recorrer
  51. 51. Transferência de tecnologiaCoberturas verdessurveyNascimento (2008) Profissionais do PR reconhecem importância, usam pouco e desconhecem os avanços tecnológicos ocorridos nos anos 90
  52. 52. Simulação de edifícios: desempenho térmico Hospital Oncológico em Curitiba
  53. 53. Simulação deedifícios:iluminação Sala de aula
  54. 54. Simulação de edifícios: adequação acústica Projeto de alunos
  55. 55. Otimização no aquecimento solar volume do reservatório (litros) 400 Custo anualizado (R$) 1500,00-1600,00 300 1400,00-1500,00 1300,00-1400,00 1200,00-1300,00 1100,00-1200,00 200 1000,00-1100,00 900,00-1000,00 800,00-900,00 100 1,8 3,6 5,4 7,2 9,0 10,8 área de captação (m²)
  56. 56. Projeto Selo Verde
  57. 57. Iluminação Zenital Telhado Verde Aproveitament Vedação em o de águas da Tijolos de Solo chuva e águas Cimento cinzas Placas de Estrutura em Aquecimento madeira Solar e Energia remanejada FotovoltaicaAlém disso;•Pisos em madeira e divisórias em wood-frame.•Implantação adequada para aproveitamento de radiação no inverno e ventilação cruzada no verão.•Temperaturas internas entre 17 (inverno) e 25 (verão) sem recursos mecanicos.
  58. 58. Extensão universitáriafolheto “Sobrado confortável”
  59. 59. CAD3D = (x,y,z) geometria BIMCAD4D = geometria + tempo/etapasCAD5D = CAD4D + custos/orçamentosCADnD = n dimensões específicas  projetos e visões particulares  arquitetônico, estrutural, instalações  projetos especiais  acessibilidade, sustentabilidade, regulamentações  ciclo de vida – gerenciamento de instalações (FM)  manutenção
  60. 60. Interoperabilidade de Sistemas– Modelo único para armazenamento de toda a informação de um projeto - CAD3D,4D, 5D, nD - Building Information Modeling – BIM– Adoção de um modelo padronizado distribuído ( IFC , XML ). OBJETIVO => INTEGRAÇÃO TOTAL– colaboração, coordenação e gerenciamento de informações.
  61. 61. MODELO DE PROCESSO DE PROJETO ARQUITETÔNICO DE PEQUENAS EDIFICAÇÕES AUXILIADO PELA AUTOMAÇÃOEEQUANT - CÁLCULO EQUIVALENTE DE CO2 GDL
  62. 62. MODELO DE PROCESSO DE PROJETO ARQUITETÔNICO DE PEQUENAS EDIFICAÇÕES AUXILIADO PELA AUTOMAÇÃOGDL
  63. 63. MODELO DE PROCESSO DE PROJETO ARQUITETÔNICO DE PEQUENAS EDIFICAÇÕES AUXILIADO PELA AUTOMAÇÃOGDL Energy consumption an CO2 emission (totals) Component (total) Amount CO2 Emission (manufacturing) 23 054,4000 Kg CO2 Emission (transport) 884,4198 Kg Energy (manufacturing) 328 491,9900 MJ Energy (transport) 10 813,8600 MJ Weight 133 504,9000 Kg Fabricação do material usado na construção emite o equivalente a 24 toneladas de emissão de CO2
  64. 64. Todos participam … NIBS National Building Information Modeling Standards Committee Dados Dados Dados financeiros georreferenciados LegaisDados de BIMprojetos Dados técnicos EspecificaçõesDados doProprietário/Ocupante Dados ambientais Sustentabilidade
  65. 65. Processos e Ciclo de Vida Planejamento Concepção Suprimentos ExecuçãoIncepção Controle ManutençãoReciclagem Demolição Adaptação
  66. 66. Relações Hierárquicas das InformaçõesTeatro / Mundo País Geospatial Information (GIS) Região Estado Recursos naturais Município Espaço aéreo Uso de IAI-IFC Cidade Subsolo Local Água Registro imobiliário Terreno Infraestrutura Eidificação Sistema Sub-Sistemas Espaço Componentes Nível/andar Uso Comum Salas Estrutura Sistema Sub-Sistemas Espaço Componentes Nível/andar Uso comum Salas Building information Estrutura de barras (Building Information Models) Nós Elementos
  67. 67. Agência de Inovação UFPREventos – feiras e rodadas de negócios Levantamento de competências:  Agroflorestal e catálogo c/ 4 laboratórios  Energia com 11 laboratórios  Alimentos > 140 laboratórios Feira da Indústria Agro Alimentar e Match Making – out2010 Feira do Empreendedor (SEBRAE) ENAGER 2011 e ReciclAção Mostras de Pesquisa e Inovação 2009, 2010 e INOVATEC 2011 Encontro de Empreendedorismo e Inovação Cafés da Manhã sobre E&I Equidade de Gênero e Empreendedorismo Social
  68. 68. Eventos e participação
  69. 69. Parcerias Sistema FIEP/C2I, SEBRAE/PR, CREA/PR, CRA/PR ANPROTEC e FORTEC Câmara dos Vereadores de Curitiba Agência Curitiba de Desenvolvimento (TECNOPARQUE) ASSESPRO/PR e APL de Software, CITS SETI e Universidades no Estado do Paraná  Rede de Empreendedorismo com IES  Rede Paranaense de Incubadoras – 12 incubadoras (PNI/FINEP) REPARTE e APPI; INTEC/TECPAR Endeavor (Ações de Empreendedorismo, Bota prá Fazer) IBQP e GERA (projeto GEM) UFC e IPD (Agentes Digitais) Spaipa Concidades Ministério da Cultura / Secretaria de Economia Criativa
  70. 70. Parceiros na UFPR  Setor Ciênc. Sociais Aplicadas  Ciência e Gestão da Informação  Setor de Ciências Agrárias Inventores / pesquisadores  Depto. de Fitotecnia e Fitossanit.  CIFLOMA / Eng. Florestal FUNPAR  Campus Palotina Empresas Juniores  Setor de Ciências Biológicas PROEC  Departamento de Genética PROGRAD/CIPEAD  Setor de C. Hum., Letras e Artes  Departamento de Design PROGRAD/Central de Estágios  Setor de Ciências da Saúde PRPPG e PRPPG/NIMAD  Depto. de Tocoginecologia PRA/Imprensa Universitária  Departamento Genética Médica  Setor de Ensino Prof. e Tecnol. PRA/PCU/DGA  PPG em Bioinformática  Setor de Tecnologia  GESIT  Setor Litoral
  71. 71. INOVATEC PARANÁ 2011
  72. 72. DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: Muito importante e necessário parapermanecer somente um mero clichê ! Aloisio Schmid
  73. 73. Sergio Scheer inovacao@ufpr.brInovação e Empreendedorismo Prof. Dr. Sergio Scheer scheer@ufpr.br

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