XI CONFERENCIA INTERNACIONAL DE ARROZ PARA          AMERICA LATINA Y EL CARIBE          “Desafíos Arroceros Siglo XXI”    ...
Zona Temperada da América Latina  Chile                   Rio Grande do Sul                           UruguaiArgentina
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Tabela 1. Dados gerais sobre a produção e o consumo de arroz            nos países da Zona Temperada da América Latina    ...
URUGUAI                                                                         CHILE                              1400   ...
Tabela 2. Média de rendimento de grãos dos países da zona            temperada da América Latina, da América Latina e do  ...
Rendimento de grãos FORA dos Centros deOrigem (Evans, 1993)       (Evans1. Desenvolvimento econômico2. Condições ambientai...
Índice de       colheita        = 0 42          0,42                                    Índice de                         ...
Evolução histórica da produtividade de arroz irrigado                                        no Rio Grande do Sul no perío...
Tabela 3. Cultivares utilizadas atualmente nos países da            zona temperada da América Latina.     País         Cul...
Produtor “Brecha” de “B   h ”drendimento de       X    grãos                Pesquisa
Tabela 4. Rendimento de grãos obtidos por alguns produtores de         arroz de diferentes locais do RS na safra 2007/08. ...
DESAFIOS DO MELHORAMENTO GENÉTICOPARA A ZONA TEMPERADA DA AMÉRICA LATINA    Rendimento de grãos       Qualidade de grãos  ...
PRODUTIVIDADE POTENCIAL    RELAÇÃO FONTE / DRENO
1. SELEÇÃO DE CARACTERÍSTICAS   MORFOFISIOLÓGICAS ASSOCIADAS AO               RENDIMENTO DE GRÃOS                         ...
Tabela 5. Características fisiológicas associadas ao aumento no           rendimento de grãos e mapeadas em arroz.Caracter...
SAFRA 2006/07: Unidade demonstrativa em Santa Vitória BR-IRGA 410                             IRGA 424 Diferença em rendim...
16     14     12     10      8      6      4      2      0          IRGA 423       QM 13           AVAXI        IRGA 424  ...
BASE GENÉTICA DAS CULTIVARES DE                ARROZ É ESTREITA!Local     Base genética das cultivares       ReferênciaRS ...
2. AMPLIAÇÃO DA BASE GENÉTICA              Estratégia de melhoramento inteligente:Uso da variação genética “natural” exist...
OUTROS DESAFIOS       DESAFIOS...
16,0                                                                                                              Chile   ...
Problemas limitantes para a produção de arroz                na zona temperada                               d1. Estabelec...
Problemas limitantes para a produção de arroz               na zona temperada                   o      p   d  2. Doenças
ESTRATÉGIAS S     G S
Marcadores moleculares:-Ferramentas     para   “catalogar”   e   organizar   a    variabilidadegenética (Xu et al., 2004);...
“MELHORAMENTO DE PRECISÃO”           RETROCRUZAMENTOS ASSISTIDOS POR                  MARCADORES MOLECULARESCaracterística...
“MELHORAMENTO DE PRECISÃO”           RETROCRUZAMENTOS ASSISTIDOS POR                 MARCADORES MOLECULARESCaracterística ...
INFRA-ESTRUTURA É FUNDAMENTAL
Sequenom MassARRAY (Henry and Waters, 2008):     Diferenças em unidades de massa                               X         E...
“MELHORAMENTO DE PRECISÃO”  RETROCRUZAMENTOS ASSISTIDOS POR SELEÇÃO      FENOTÍPICA EFICIENTE (Ali et al., 2006)          ...
Problemas limitantes para a produção de arroz               na zona temperada                              d3. Áreas infes...
PARA O ARROZ VERMELHO...                 AA   Aa   aa
NECESSIDADES FUTURAS- Aumento no investimento em pesquisa pública: infraestrutura;- Treinamento e capacitação de pesquisad...
CONSIDERAÇÕES FINAISZona temperada da América Latina tem poucas restrições à      obtenção de elevado potencial de rendime...
MUCHAS GRACIAS!        CONTATO:renata-cruz@irga.rs.gov.br    t      @i           b
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Mejoramiento genetico zona_templada_lac

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  1. 1. XI CONFERENCIA INTERNACIONAL DE ARROZ PARA AMERICA LATINA Y EL CARIBE “Desafíos Arroceros Siglo XXI” Cali, 21 a 24 de setembro de 2010 OS DESAFIOS DO MELHORAMENTOGENÉTICO PARA A ZONA TEMPERADA DA AMÉRICA LATINA Renata Pereira da Cruz Doutora em Melhoramento Genético é Pesquisadora do IRGA
  2. 2. Zona Temperada da América Latina Chile Rio Grande do Sul UruguaiArgentina
  3. 3. 30 25 mperatura méd (oC) 20 dia 15 Tem 10 Argentina Rio Grande do Sul 5 Uruguai Chile 0 SET OUT NOV DEZ JAN FEV MAR ABR Período de cultivo do arrozFigura 1. Temperatura média ao longo do período de cultivo do arroz na Zona Temperada da América Latina. FONTE: IRGA, INTA, INIA
  4. 4. Tabela 1. Dados gerais sobre a produção e o consumo de arroz nos países da Zona Temperada da América Latina RIO GRANDE CHILE ARGENTINA URUGUAI DO SULÁrea total (ha) 20.960 20 960 182.460 182 460 168.300 168 300 1.070.000 1 070 000Produção(t) 121.400 1.245.800 1.330.000 7.905.000Rendimento 5,8 6,8 7,9 7,1(t/ha)Consumo 7,2 6,2 11,4 33,2*(kg/capita/ano)* Refere-se ao consumo brasileiro.FONTE: Faostat (2008) e IRGA (2009)
  5. 5. URUGUAI CHILE 1400 200 odução de arro (mil odução de arro (mil 1200 150 oz oz toneladas)) 1000 toneladas)) 800 100 600 400 50 200 Pro Pro 0 0 Safras ár e a ( e m mi l ha ) Safras ár e a ( e m mi l ha ) P r odução ( mi l t on. ) P r odução ( mi l t on. ) ARGENTINA RIO GRANDE DO SUL 2000 10.000,0 dução de grãos (mil dução de arroz (mil 1500 8.000,0 toneladas) toneladas) 6.000,0 1000 4.000,0 500 2.000,0 Prod Prod 0 - ár e a ( e m mi l ha ) ár e a ( e m mi l ha ) Safras P r odução ( mi l t on. ) Safras P r odução ( mi l t on. )Figura 2. Produção de arroz (mil ton.) e área cultivada (mil ha) com arroz irrigado nos quatro países da zona temperada da América Latina. FONTE: Faostat (2010)
  6. 6. Tabela 2. Média de rendimento de grãos dos países da zona temperada da América Latina, da América Latina e do mundo na safra 2008/09. País/região / g Rendimento de grãos g (t/ha) Chile 5,8 Argentina 6,6 Brasil (RS) 7,3 73 Uruguai 8,0 América Latina é 4,8 Mundo 4,3FONTE: Faostat (2010)
  7. 7. Rendimento de grãos FORA dos Centros deOrigem (Evans, 1993) (Evans1. Desenvolvimento econômico2. Condições ambientais latitudes maiores: • dias mais longos; • maior radiação/dia; • temperaturas mais amenas; • ciclos maiores3. Menor incidência de pragas e doenças4. Vigor vegetativo
  8. 8. Índice de colheita = 0 42 0,42 Índice de colheita = 0,541961 a 2004: 102 kg/ha (ganho genético no RS) – Lopes et al. (2005)
  9. 9. Evolução histórica da produtividade de arroz irrigado no Rio Grande do Sul no período de 1921 a 2007 7000 000 mento de grãos (kg ha )-1 6000 Segundo período: (1970 a 1981) y = 3.501 + 19,40 x , g Primeiro período: 2 ns 5000 r = 0,09 (1922 a 1969) Média = 3.608 kg ha -1 y = 2.072 + 16,03 x 4000 r2 = 0,52** -1 1 Média 2.449 kg ha Médi = 2 449 k h Terceiro período: (1982 a 2007) 3000 y = 4.357+ 68,74 x r2 = 0,60** -1Rendim 2000 Média = 5.216 kg ha 1000 0 1920 1930 1940 1950 1960 1970 1980 1990 2000 2010 Ano
  10. 10. Tabela 3. Cultivares utilizadas atualmente nos países da zona temperada da América Latina. País Cultivares em uso comercialBrasil (RS) Puitá INTA CL, IRGA 424, IRGA 417, IRGA 422 CL, BR-IRGA 409, EPAGRI’S, BRS QUERÊNCIA, QUERÊNCIA BRS TAIM INIA OLIMAR TAIM, OLIMAR, Híbridos (Avaxi, Sator, Inov)Argentina Puitá INTA CL, BRS TAIM, Supremo 13, Camba INTA, El Paso L144, HíbridosUruguai El Paso L144, INIA Olimar, INIA TacuariChileChil Oro, Di O Diamante-INIA, B ill t INIA A b t INIA Brillante-INIA, Ambar- INIA
  11. 11. Produtor “Brecha” de “B h ”drendimento de X grãos Pesquisa
  12. 12. Tabela 4. Rendimento de grãos obtidos por alguns produtores de arroz de diferentes locais do RS na safra 2007/08. Produtividade Município Região Produtor (kg/ha) Bagé CMP Cláudio Schitz 13.550 Dom Pedrito CMP Anselmo Marchesan 10.010 A. Grande ZS Paulo Hadler 9.931 Jaguarão ZS Ricardo Gonçalves 9.890 Santa Vitória ZS Renato Amaral 12.312 Cachoeirinha PCE EEA 10.360 D. Francisca DC Rogério Pisirico 12.250
  13. 13. DESAFIOS DO MELHORAMENTO GENÉTICOPARA A ZONA TEMPERADA DA AMÉRICA LATINA Rendimento de grãos Qualidade de grãos + COMO????
  14. 14. PRODUTIVIDADE POTENCIAL RELAÇÃO FONTE / DRENO
  15. 15. 1. SELEÇÃO DE CARACTERÍSTICAS MORFOFISIOLÓGICAS ASSOCIADAS AO RENDIMENTO DE GRÃOS Vigor inicial Biomassa“Stay green” Ângulo foliar Maior índice de colheita
  16. 16. Tabela 5. Características fisiológicas associadas ao aumento no rendimento de grãos e mapeadas em arroz.Característica Cromossomos Referência- Taxa fotossintética 4e6 Teng et al. ( g (2004) ) líquida lí id- Conteúdo de clorofila 1,3 e 8 Teng et al. (2004) Ashrafuzzaman et al. (2009)- Resistência estomática 4 Teng et al. (2004) Teng et al. (2004)- Taxa de transpiração 4e7- Armazenamento de carboidratos não 6 Ishimaru (2003) estruturais 1,2,3,6 e 9 Takai et al. (2005)
  17. 17. SAFRA 2006/07: Unidade demonstrativa em Santa Vitória BR-IRGA 410 IRGA 424 Diferença em rendimento de grãos = 3 ton/ha a mais
  18. 18. 16 14 12 10 8 6 4 2 0 IRGA 423 QM 13 AVAXI IRGA 424 Produtividade (t/ha)Figura 3 Rendimento de grãos (t/ha) obtido a nível de produtor 3. com três cultivares de arroz e um híbrido em Uruguaiana na safra 2006/07.
  19. 19. BASE GENÉTICA DAS CULTIVARES DE ARROZ É ESTREITA!Local Base genética das cultivares ReferênciaRS 6 ancestrais: 86% dos genes Rangel et al. (1996)EUA 22 ancestrais a cest a s Dilday (1990) day ( 990)América Cuevas-Pérez et al. 2 ancestrais: 36% dos genesLatina ( 99 ) (1992)
  20. 20. 2. AMPLIAÇÃO DA BASE GENÉTICA Estratégia de melhoramento inteligente:Uso da variação genética “natural” existente nos parentes silvestres e cultivares antigas para “revitalizar” as cultivares modernas (McCouch, 2004)- 30% de aumento no rendimento de grãos de híbrido na China provenientede duas introgressões de um parente silvestre (Deng et al., 2004)
  21. 21. OUTROS DESAFIOS DESAFIOS...
  22. 22. 16,0 Chile 14,0 RS ento de grã (t/ha) 12,0 ãos 10,0 , 8,0 endim m 6,0 60 4,0 R 2,0 0,0 1a. 2a. 1a. 2a. 1a. 2a. 1a. 2a. Quinzena / Quinzena / Quinzena / Quinzena / Quinzena / Quinzena / Quinzena / Quinzena / Set Set Out Out Nov Nov Dez Dez Épocas de semeaduraFigura 4. Rendimento de grãos em diferentes épocas de semeadura no Chile e no Rio Grande do Sul (RS).FONTE: Alvarado e Hernaiz (2002); Mariot el at. (2007)
  23. 23. Problemas limitantes para a produção de arroz na zona temperada d1. Estabelecimento i i i l velocidade e uniformidade d1 E t b l i t inicial: l id d if id d deemergência nas semeaduras precoces
  24. 24. Problemas limitantes para a produção de arroz na zona temperada o p d 2. Doenças
  25. 25. ESTRATÉGIAS S G S
  26. 26. Marcadores moleculares:-Ferramentas para “catalogar” e organizar a variabilidadegenética (Xu et al., 2004);- Introgressão seletiva de características úteis a partir degermoplasma exótico e/ou silvestre (Brondani et al., 2002;McCouch, 2004);- Aceleração da recuperação do genótipo recorrente no método ç p ç g pde retrocruzamento.
  27. 27. “MELHORAMENTO DE PRECISÃO” RETROCRUZAMENTOS ASSISTIDOS POR MARCADORES MOLECULARESCaracterística Gene Cromossomo ReferênciaTeor de amilose wx 6 Bao et al. (2006a); Chen et al. (2010) SS1 6 Bao et al. (2006a)Temperatura de alk/SSIIa 6 Bao et al.(2006b) ( )gelatinização l ti i ãTamanho do grão GS3 3 Fan et al. (2006)Peso do grãoP d ã GW2 2 Song et al. (2007) l ( )
  28. 28. “MELHORAMENTO DE PRECISÃO” RETROCRUZAMENTOS ASSISTIDOS POR MARCADORES MOLECULARESCaracterística Gene Cromossomo ReferênciaTolerância ao frio Ctb1 4 Saito et al. (2010) Ctb Ctb2 4 Sa to Saito et al. (2001) a ( 00 ) Cts12 12 Andaya and Tai (2006)Resistência à Pi1 11 Mew et al. (1994) albrusone Pi2 6 Yu et al. (1991)Tolerância à Sub1 9 Xu et al. (2006)submersão
  29. 29. INFRA-ESTRUTURA É FUNDAMENTAL
  30. 30. Sequenom MassARRAY (Henry and Waters, 2008): Diferenças em unidades de massa X Ensaio multiplex para os seguintes genes: - baixa estatura (Sd1); ( ); - amilose (wx); - temperatura de gelatinização (alk); - aroma (fgr); - resistência à brusone (Pi’s)
  31. 31. “MELHORAMENTO DE PRECISÃO” RETROCRUZAMENTOS ASSISTIDOS POR SELEÇÃO FENOTÍPICA EFICIENTE (Ali et al., 2006) Tolerância à submersão Tolerância ao frio Qualidade de grão
  32. 32. Problemas limitantes para a produção de arroz na zona temperada d3. Áreas infestadas com arroz vermelho
  33. 33. PARA O ARROZ VERMELHO... AA Aa aa
  34. 34. NECESSIDADES FUTURAS- Aumento no investimento em pesquisa pública: infraestrutura;- Treinamento e capacitação de pesquisadores;-M i Maior fl fluxo d germoplasma; de l- Maior integração entre centros nacionais e internacionais depesquisa;- Capacidade de competir e/ou associar se a empresas privadas associar-se
  35. 35. CONSIDERAÇÕES FINAISZona temperada da América Latina tem poucas restrições à obtenção de elevado potencial de rendimentoOportunidade única para usar as ferramentas disponíveispara o aumento no potencial de rendimento das cultivares Não precisamos fazer coisas novas, mas mudar a FORMA como fazemos...
  36. 36. MUCHAS GRACIAS! CONTATO:renata-cruz@irga.rs.gov.br t @i b

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