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Reflexão: Projeto Político Pedagógico - Avaliação

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Pontos norteadores do PPP e Avaliação

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Reflexão: Projeto Político Pedagógico - Avaliação

  1. 1. REFLEXÃO PROFESSOR PEDAGOGO CÉSAR TAVARES (41) 9.9212-2451
  2. 2. Luckesi, Cipriano Carlos - (1998) A avaliação da aprendizagem escolar adquire seu sentido na medida em que se articula com um projeto pedagógico e com seu projeto de ensino. No caso que nos interessa, a avaliação subsidia decisões a respeito da aprendizagem dos educandos, tendo em vista garantir a qualidade do resultado que estamos construindo. Por isso, não pode ser estudada, definida e delineada sem um projeto que a articule. PROFESSOR PEDAGOGO CÉSAR TAVARES (41) 9.9212-2451
  3. 3. PPP O projeto político pedagógico é o fruto da interação entre os objetivos e prioridades estabelecidas pela coletividade, que estabelece, pela reflexão, as ações necessárias à construção de uma nova realidade. PROFESSOR PEDAGOGO CÉSAR TAVARES (41) 9.9212-2451
  4. 4. PPP É um trabalho que exige comprometimento de todos os envolvidos no processo educativo: professores, equipe técnica, alunos, seus pais e a comunidade como um todo, pois é a partir daí que surgem as propostas de como devem ser avaliados os alunos, para que possamos saber qual é a concepção de avaliação que vai ser adotada. PROFESSOR PEDAGOGO CÉSAR TAVARES (41) 9.9212-2451
  5. 5. PPP Sabendo disso, vai ser mais fácil saber que tipo de homem se pretende formar, permite fazer uma reflexão sobre a concepção de educação, de escola, de sociedade, de cidadania, de conhecimento. Se não participar, o professor ainda irá continuar com a sua concepção: avaliar os alunos através dos aspectos. PROFESSOR PEDAGOGO CÉSAR TAVARES (41) 9.9212-2451
  6. 6. Nascimento, Patrícia Valéria Bielert (2003) Diz que aspectos não são notas, mas registros de acompanhamento das atividades discentes. A avaliação contínua e cumulativa é um recado para todos os professores de que nenhuma avaliação deve ser decidida no bimestre, trimestre ou semestre; deve resultar de um acompanhamento diário, negociado, transparente, entre docente e aluno, daí seu aspecto diagnóstico. PROFESSOR PEDAGOGO CÉSAR TAVARES (41) 9.9212-2451
  7. 7. AVALIAÇÃO No processo de avaliação a não retenção de conhecimentos, toma-se a medida de superar a limitação de aprendizagem. Continuando, o autor afirma que a nota verifica, não avalia. Toda verificação é uma forma de avaliação, mas nem toda avaliação resulta da verificação. PROFESSOR PEDAGOGO CÉSAR TAVARES (41) 9.9212-2451
  8. 8. AVALIAÇÃO A verificação, tão rotineira no meio escolar, é parte do processo de aprendizagem e, portanto, não deve ser confundida com o julgamento do ensino. Ninguém aprende para ser avaliado. PROFESSOR PEDAGOGO CÉSAR TAVARES (41) 9.9212-2451
  9. 9. AVALIAÇÃO Nós aprendemos para termos novas atitudes e valores no palco da vida. A avaliação, meio e nunca fim do processo de ensino, não deve se comprometer em ajuizar, mas reconhecer, no processo de ensino, a formação de atitudes e valores. PROFESSOR PEDAGOGO CÉSAR TAVARES (41) 9.9212-2451
  10. 10. AVALIAÇÃO Essa concepção deixa bem claro que a nota não é um processo avaliativo, e sim verificativo. O professor que segue dessa forma, pensando que está ajudando ao seu aluno na aprendizagem, está dificultando o processo. Sendo assim, a avaliação contínua e cumulativa é exatamente para convencer de que uma nota não deriva de uma eventual prova mensal, trimestral ou semestral. A nota, quando existe, resulta de processo de aprendizagem, em que, a partir de um pacto de convivência entre professor e aluno, define-se a avaliação, satisfatória ou insatisfatória. PROFESSOR PEDAGOGO CÉSAR TAVARES (41) 9.9212-2451
  11. 11. AVALIAÇÃO Nesse sentido, constatamos que a avaliação envolve o todo que faz parte do cotidiano vivenciado pelo grupo, em que todos são avaliados. Avaliar, nessa perspectiva, significa realizar ações como: organizar, fazer análises mais precisas sobre sua evolução, comparar tarefas, estabelecer relações entre respostas; assim, ela passa a ser uma ação crítica e transformadora, em que o professor acompanha a sua turma, investigando, observando e refletindo sobre o aluno, o grupo, a sua prática pedagógica e a instituição. PROFESSOR PEDAGOGO CÉSAR TAVARES (41) 9.9212-2451
  12. 12. AVALIAÇÃO Avaliar vai além de olhar para alunos como seres meramente observados, ou seja, a intenção pedagógica avaliativa dará condições para o professor criar objetivos e planejar atividades adequadas, dando assim um real ponto de partida para essa observação; torna-se clara a necessidade de construir conhecimentos e reflexão por parte de professores educadores acerca do processo avaliativo formal. PROFESSOR PEDAGOGO CÉSAR TAVARES (41) 9.9212-2451
  13. 13. AVALIAÇÃO A avaliação é um processo que deve ser incorporado à prática do professor, em que todas as experiências, manifestações, vivências, descobertas e conquistas dos alunos devem ser valorizadas, com o objetivo de revelar o que o aluno já tem e não o que lhe falta. PROFESSOR PEDAGOGO CÉSAR TAVARES (41) 9.9212-2451
  14. 14. LDB construção do projeto pedagógico para a melhoria da qualidade de ensino • O eixo da Flexibilidade: vincula-se à autonomia, possibilitando à escola organizar o seu próprio trabalho pedagógico. • O eixo da Avaliação: reforça um aspecto importante a ser observado nos vários níveis do ensino (Artigo 9º, inciso VI). • O eixo da Liberdade: se expressa no âmbito do pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas (Artigo 3º, inciso III) e da proposta de gestão democrática do ensino publico (Artigo 3º, inciso VIII), a ser definida em cada sistema de ensino. PROFESSOR PEDAGOGO CÉSAR TAVARES (41) 9.9212-2451
  15. 15. LDB construção do projeto pedagógico para a melhoria da qualidade de ensino Três grandes eixos, a LDB reconhece na escola um importante espaço educativo e nos profissionais da educação uma competência técnica e política que os habilita à elaboração do seu projeto político pedagógico. Nessa perspectiva, a lei amplia o papel da escola diante da sociedade, coloca-a como centro de atenção das políticas educacionais mais gerais e sugere o fortalecimento de sua autonomia. PROFESSOR PEDAGOGO CÉSAR TAVARES (41) 9.9212-2451
  16. 16. LDB construção do projeto pedagógico para a melhoria da qualidade de ensino Quando a escola tem capacidade de construir, de programar e de avaliar o seu projeto pedagógico, ela propicia uma educação de qualidade e exerce sua autonomia. Torna-se uma escola, consciente de sua missão, passa a operacionalizar um processo compartilhado de planejamento e responde por suas ações e seus resultados. PROFESSOR PEDAGOGO CÉSAR TAVARES (41) 9.9212-2451
  17. 17. LDB construção do projeto pedagógico para a melhoria da qualidade de ensino Frente a isso, a Lei vem possibilitar novos olhares sobre os princípios de avaliar como parte do processo de ensino- aprendizagem, o que é confirmado em seu Art. 24. PROFESSOR PEDAGOGO CÉSAR TAVARES (41) 9.9212-2451
  18. 18. LDB construção do projeto pedagógico para a melhoria da qualidade de ensino A verificação do rendimento escolar observará critérios, dentre eles podemos destacar: a) avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais. PROFESSOR PEDAGOGO CÉSAR TAVARES (41) 9.9212-2451
  19. 19. LDB construção do projeto pedagógico para a melhoria da qualidade de ensino Nesse primeiro critério podemos dizer que a avaliação contínua e acumulativa não tem como objetivo classificar ou selecionar. Fundamenta-se nos processos de aprendizagem, em seus aspectos cognitivos, afetivos e relacionais; fundamenta-se em aprendizagens significativas e funcionais que se aplicam em diversos contextos e se atualizam o quanto for preciso para que se continue a aprender. PROFESSOR PEDAGOGO CÉSAR TAVARES (41) 9.9212-2451
  20. 20. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS • BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394, de 24 de dezembro de 1996. • ESTEBAN, Maria Teresa. Uma avaliação de outra qualidade. Presença Pedagógica, vol. 2, São Paulo, 1996. • HOFFMANN, Jussara. Avaliação na pré-escola: um olhar sensível e reflexivo sobre a criança. Porto Alegre: Mediação,1996. • LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições. 2ª ed. São Paulo: Cortez, 1995. • ______. Verificação ou avaliação: o que pratica a escola? Série Ideias, n. 8, São Paulo: FDE, 1998. • NASCIMENTO, Patrícia Valéria Bielert do. O desafio da avaliação no cotidiano do educador. Revista Profissão Mestre, 2003. PROFESSOR PEDAGOGO CÉSAR TAVARES (41) 9.9212-2451

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