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O JOGO E O LÚDICO NA APRENDIZAGEM INFANTIL  <ul><li>Piaget  (1978) nos esclarece que: “o brincar implica uma  dimensão evo...
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Ao criar um jogo o educador deve ter em mente objetivos e estar atento aos desenveolvimentos da criança respeitando suas e...
É importante que a criança faça suas própias descobertas através da manipulação, observação e exploração da atividade prop...
NOVOS TEMPOS, NOVAS CRIANÇAS  – A  cultura de jogos ou brincadeiras vai se perdendo ou se  transformando nos novos tempos?...
A brincadeira é uma forma privilegiada de aprendizagem. Elas ficam mais interessantes quando as crianças podem combinar os...
RECREAÇÃO, LAZER E QUALIDADE DE VIDA <ul><li>Escola , receação, lazer e projetos  - Para HAETINGER, (2006) O brincar está ...
Passo 1 – Todo projeto deve nascer de um tema socialmente relevante a aceito por toda comunidade escolar, não só pelos pro...
Passo 2 – Devemos planejar os projetos de forma multidisciplinar, integrando professores das mais diversas areas.
Passo 3 – Os projetos devem ter começo, meio e fim bem desenvolvidos.
Passo 4 – Na Educação Infantil e Fundamental, o projeto deve estar baseado no lúdico.
Passo 5 – O projeto requer dos participantes – professores e alunos – o gosto pela inovação, a pesquisa e o trabalho.  </l...
Atividade recreativa  – Atividade que se participa por desejo íntimo.
Lazer –  Atividade onde se tem  a sensação de liberdade e prazer. </li></ul>
OS TIPOS DE JOGOS <ul><li>Jogos artísticos – Jogos que operam com competências artísticas como: artes plásticas, atividade...
Jogos expressivos – São aquelas que valorizam a esxpressão corporal e sensitiva como a dança, rítmo e movimento.
Jogos sensitivos – São os referentes ao relaxamento  e não são valorizados pela Educação ocidental como a ioga, bio-dança,...
Jogos recreativos e brincadeiras – Jogos que fazem parte do cotidiano social como as brincadeiras de roda.
Jogos desportivos – Tipos de jogos como o futebol, rabinho atrás, corridas, etc. </li></ul>
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O lúdico e a criança

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O lúdico e a criança

  1. 1. Tudo o que hoje eu realmente preciso saber, aprendi no Jardim de Infância... Robert Fulghum Tudo o que hoje preciso realmente saber, sobre como viver, o que fazer e como ser, eu aprendi no jardim de infância. A sabedoria não se encontrava no topo de um curso de pós-graduação, mas no montinho de areia da escola de todo dia. Estas são as coisas que aprendi: 1. Compartilhe tudo; 2. Jogue dentro das regras; 3. Não bata nos outros; 4. Coloque as coisas de volta onde pegou; 5. Arrume sua bagunça; 6. Não pegue as coisas dos outros; 7. Peça desculpas quando machucar alguém; mas peça mesmo !!! 8. Lave as mãos antes de comer e agradeça a Deus antes de deitar; 9. Dê descarga; (esse é importante) 10. Biscoitos quentinhos e leite fazem bem para você; 11. Respeite o limite dos outros; 12. Leve uma vida equilibrada: aprenda um pouco, pense um pouco... desenhe... pinte... cante... dance... brinque... trabalhe um pouco todos os dias; 13. Tire uma soneca a tarde; (isso é muito bom) 14. Quando sair, cuidado com os carros; 15. Dê a mão e fique junto; 16. Repare nas maravilhas da vida; O peixinho dourado, o hamster, o camundongo branco e até mesmo a sementinha no copinho plástico, todos morrem... nós também. Pegue qualquer um desses itens, coloque-os em termos mais adultos e sofisticados e aplique-os à sua vida familiar, ao seu trabalho, ao seu governo, ao seu mundo e vai ver como ele é verdadeiro, claro e firme. Pense como o mundo seria melhor se todos nós, no mundo todo, tivéssemos biscoitos e leite todos os dias por volta das três da tarde e pudéssemos nos deitar com um cobertorzinho para uma soneca. Ou se todos os governos tivessem como regra básica, devolver as coisas ao lugar em que elas se encontravam e arrumassem a bagunça ao sair. Ao sair para o mundo é sempre melhor darmos as mãos e ficarmos juntos. É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão. &quot;O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração, pois a vida está nos olhos de quem souber ver&quot;...
  2. 2. O JOGO E O LÚDICO NA APRENDIZAGEM INFANTIL <ul><li>Piaget (1978) nos esclarece que: “o brincar implica uma dimensão evolutiva. Crianças de diferentes idade, com características específicas, tem formas diferenciadas de brincar”.
  3. 3. Pelo brincar, diz Vygotsky (1991), a criança reorganiza suas experiências. Oferecer oportunidades para a criança brincar é criar espaço para a reconstrução do conhecimento (Jogo como elemento socializador).
  4. 4. Ao criar um jogo o educador deve ter em mente objetivos e estar atento aos desenveolvimentos da criança respeitando suas etapas, fazendo intervenções sempre que for necessário.
  5. 5. É importante que a criança faça suas própias descobertas através da manipulação, observação e exploração da atividade proposta.
  6. 6. NOVOS TEMPOS, NOVAS CRIANÇAS – A cultura de jogos ou brincadeiras vai se perdendo ou se transformando nos novos tempos? Como fica a curiosidade e a criatividade das crianças? Não se perderá partes importantes por entre meio da imaginação?
  7. 7. A brincadeira é uma forma privilegiada de aprendizagem. Elas ficam mais interessantes quando as crianças podem combinar os diversos conhecimentos a que tiveram acesso. Nessas combinações, muitas vezes inusitadas aos olhos dos adultos, as crianças revelam suas visões de mundo, suas descobertas. </li></ul>
  8. 8. RECREAÇÃO, LAZER E QUALIDADE DE VIDA <ul><li>Escola , receação, lazer e projetos - Para HAETINGER, (2006) O brincar está relacionado ao prazer. Este autor sugere alguns passos para trabalhar a criatividade das crianças de forma mais lúdica e espontânea.
  9. 9. Passo 1 – Todo projeto deve nascer de um tema socialmente relevante a aceito por toda comunidade escolar, não só pelos professores.
  10. 10. Passo 2 – Devemos planejar os projetos de forma multidisciplinar, integrando professores das mais diversas areas.
  11. 11. Passo 3 – Os projetos devem ter começo, meio e fim bem desenvolvidos.
  12. 12. Passo 4 – Na Educação Infantil e Fundamental, o projeto deve estar baseado no lúdico.
  13. 13. Passo 5 – O projeto requer dos participantes – professores e alunos – o gosto pela inovação, a pesquisa e o trabalho. </li></ul><ul><li>Recreação – Pode ser livre ou dirigida. É uma experiência em que participa-se por escolha ou satisfação pessoal.
  14. 14. Atividade recreativa – Atividade que se participa por desejo íntimo.
  15. 15. Lazer – Atividade onde se tem a sensação de liberdade e prazer. </li></ul>
  16. 16. OS TIPOS DE JOGOS <ul><li>Jogos artísticos – Jogos que operam com competências artísticas como: artes plásticas, atividades teatrais a musicais.
  17. 17. Jogos expressivos – São aquelas que valorizam a esxpressão corporal e sensitiva como a dança, rítmo e movimento.
  18. 18. Jogos sensitivos – São os referentes ao relaxamento e não são valorizados pela Educação ocidental como a ioga, bio-dança, massagem.
  19. 19. Jogos recreativos e brincadeiras – Jogos que fazem parte do cotidiano social como as brincadeiras de roda.
  20. 20. Jogos desportivos – Tipos de jogos como o futebol, rabinho atrás, corridas, etc. </li></ul>
  21. 21. O DESENVOLVIMENTO DAS CRIANÇAS E SUAS CARACTERÍSTICAS Os professores devem trabalhar neste momento em dois níveis: A valorização e a motivação. <ul><li>Valorização – Apreciar cada trabalho a partir dele mesmo, dos pais e das crianças.
  22. 22. Motivação – Esta deve partir a princípio do professor falando com as crianças e enfatizando o que fazer e como fazer.
  23. 23. O desenvolvimento da criança – Várias abordagens teóricas para a ação pedagógica. (ver p.31 e 32)
  24. 24. Desenvolvimento cognitivo segundo Piaget – Construção do conhecimento e suas relações entre o sujeito, meio e o objeto. </li></ul>
  25. 25. A criatividade e o brincar - “A emoção é movimento, a imaginação dá forma e densidade à experiência de perceber, sentir e pensar, criando imagens internas que se combinam para representar essa experiência” (PCN, 1997, p. 30). <ul><li>Criatividade – Capacidade de gerar novas idéias, ser criativo.
  26. 26. Pensamento lateral ou divergente – Resoluções de problemas e pensar diferente.
  27. 27. Senso crítico – Processo de gerar auto-estima, identidade, auto-imagem sociabilização em relação com o meio social. </li></ul>Sugestões para estimular a criatividade <ul><li>Ajudar a criança a observar, Manter viva a curiosidade natural da criança, Criar um ambiente rico e diversificado;Incentivar a pesquisa, Permitir que a criança tome decisões, Ser tolerante a erros, Estimular a produção de idéias, etc. </li></ul><ul><li>O brincar de hoje e de ontem - Brincar com criança não é perder tempo, é ganhá-lo. Se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los sentados enfileirados, em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação do homem”. Carlos Drummond de Andrade
  28. 28. Jogo como fator imprescindível para o conhecimento dos povos e seus costumes.
  29. 29. A criança desde o nascimento necessita da mediação do outro para se desenvolver, portanto o meio sozinho não dá conta de desenvolvê-lo e é aí que entra o papel do educador e dos colegas através das relações sociais.
  30. 30. O jogo educativo sem um rigoroso e cuidadoso planejamento não será de interesse no processo da aprendizagem </li></ul>
  31. 31. FASES DO DESENVOLVIMENTO INFANTIL SEGUNDO PIAGET <ul>Fase 1: Sensório-motor - Neste estágio que dura do nascimento aos 2 anos, a criança busca adquirir controle motor e aprender sobre os objetos físicos que a rodeiam. Aqui o bebê adquire o conhecimento por meio de suas próprias ações que são controladas por informações sensoriais imediatas. Fase 2: Pré-operatório – Esta fase vai dos 2 aos 7 anos e a criança busca adquirir a habilidade verbal conseguindo nomear objetos e raciocinar intuitivamente, mas ainda não consegue coordenar operações fundamentais. <li>Fase 3: Operatório concreto – Dura dos 7 aos 11 anos e a criança começa a lidar com conceitos abstratos como os números e relacionamentos. Esse estágio é caracterizado por uma lógica interna consistente e pela habilidade de solucionar problemas concretos.
  32. 32. Fase 4: Operatório formal - Neste estágio o desenvolvido ocorre dos 11 anos de idade em diante e a criança começa a raciocinar lógica e sistematicamente. Produz raciocínio abstrato e as deduções lógicas podem ser feitas sem o apoio de objetos concretos. Neste estágio, a criança inicia sua transição para o modo adulto, sendo capaz de pensar sobre idéias abstratas. </li></ul>
  33. 33. AVALIAÇÃO: UM DESAFIO À MUDANÇA <ul><li>As múltiplas possibilidades de autoconhecimento possibilitadas pelas brincadeiras contribuem para tornar a criança mais segura, autoconfiante, consciente de seu potencial e de suas limitações. As experiências lúdicas da meninice serão lembradas por toda a vida, pelo prazer e pela alegria que proporcionaram ao corpo e ao espírito.
  34. 34. Os jogos e brincadeiras realmente contribuem para a construção da inteligência, desde que sejam usados em atividade lúdica prazerosa e com questionamentos do professor, respeitando as etapas de desenvolvimento intelectual da criança. </li></ul><ul><ul><li>Para Rombaldi (1996), a avaliação é importante tanto para o professor quanto para o aluno: para esse é importante conhecer os resultados de seu esforço e desempenho, não somente pela satisfação da aprendizagem, mas especialmente pelo significado do conhecimento de suas capacidades para futuras aprendizagens; já para àquele, a avaliação torna-se uma análise reflexiva de sua ação pedagógica. É como nos coloca Sacristán (1998), qualquer processo didático intencionalmente guiado implica uma revisão de suas conseqüências, uma avaliação do mesmo. A avaliação serve para pensar e planejar a prática didática. </li></ul></ul>
  35. 35. COMPARAÇÃO, ENTRE O JOGO COMPETITIVO E O COOPERATIVO - &quot;a diferença principal entre Jogos Cooperativos e competitivos é que nos Jogos Cooperativos todo mundo coopera e todos ganham, pois tais jogos eliminam o medo e o sentimento de fracasso. Eles também reforçam a confiança em si mesmo, como uma pessoa digna e de valor.&quot; Terry Orlick <ul>JOGO COMPETITIVO <li>Divertido para alguns
  36. 36. Alguns sentem-se perdedores
  37. 37. Alguns são excluídos por falta de habilidade
  38. 38. Estimula a desconfiança e o egoísmo
  39. 39. Cria barreiras entre as pessoas
  40. 40. Os perdedores saem e observam
  41. 41. Estimula o individualismo e o desejo que o outro sofra
  42. 42. Reforçam sentimentos de depreciação, rejeição, incapacidade, inferioridade, etc.
  43. 43. Fortalece o desejo de desistir frente às dificuldades
  44. 44. Poucos são bem sucedidos </li></ul><ul>JOGO COOPERATIVO <li>Divertido para todos
  45. 45. Todos sentem-se ganhadores
  46. 46. Todos envolvem-se de acordo com as habilidades
  47. 47. Estimula o compartilhar e confiar
  48. 48. Cria pontes entre as pessoas
  49. 49. Os jogadores ficam juntos e desenvolvem suas capacidades
  50. 50. Ensina a ter senso de unidade e solidariedade
  51. 51. Desenvolvem e reforçam os conceitos de nível AUTO (auto-estima, auto-aceitação, etc.)
  52. 52. Fortalece a perseverar frente às dificuldades
  53. 53. Todos encontram um caminho para crescer e se desenvolver </li></ul>
  54. 54. OS JOGOS COOPERATIVOS E EDUCAÇÃO INFANTIL: LIMITES E POSSIBILIDADES. <ul><li>O lúdico tem sua origem na palavra latina &quot;ludus&quot; que quer dizer &quot;jogo”. Se se achasse confinado a sua origem, o termo lúdico estaria se referindo apenas ao jogar, ao brincar, ao movimento espontâneo. A sua definição deixou de ser o simples sinônimo de jogo. As implicações da necessidade lúdica extrapolaram as demarcações do brincar espontâneo. (ALMEIDA)
  55. 55. Segundo PIAGET, o desenvolvimento da criança acontece através do lúdico. Ela precisa brincar para crescer, precisa do jogo como forma de equilibração com o mundo (BARROS).
  56. 56. A diferença principal entre jogos competitivos e cooperativos é que nos jogos cooperativos todo mundo coopera e todos ganham e estes jogos eliminam o medo e o sentimento de fracasso. O principal objetivo seria criar oportunidades para o aprendizado cooperativo e prazeroso (ORLICK, 1989, p. 123). </li></ul><ul><li>JOGO COOPERATIVO SEM PERDEDORES: são os jogos plenamente cooperativos, pois todos jogam juntos para superar um desafio comum e não há perdedores.
  57. 57. JOGOS COOPERATIVOS DE RESULTADO COLETIVO: são formadas duas ou mais equipes, mas o objetivo do jogo só é alcançado com todos jogando juntos, por um objetivo ou resultado comum a todos.
  58. 58. JOGO DE INVERSÃO: esses quebram o padrão de times fixos, em que dependendo do jogo, os jogadores trocam de times a todo instante, dificultando reconhecer vencedores e perdedores.
  59. 59. JOGOS SEMI-COOPERATIVOS: esses jogos favorecem o aumento da cooperação do grupo, e oferece as mesmas oportunidades de jogar para todas as pessoas do time, mesmo um com menor habilidade, pois existem regras para facilitar a participação desses. os times continuam jogando um contra o outro, mas a importância do resultado é diminuída, pois a ênfase passa ser o envolvimento ativo no jogo e a diversão. </li></ul>
  60. 60. <ul>BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS DO TEMPO DA VOVÓ </ul>
  61. 61. BRINCANDO TAMBÉM SE APRENDE!
  62. 62. COMO AVALIAR? <ul><li>Avaliação inicial: situa o ponto de partida de cada uma das crianças para realizar novas aprendizagens;
  63. 63. Avaliação formativa: proporciona a ajuda pedagógica mais adequada em cada momento, adequando o ensino à realidade concreta do grupo. Esta prática traduz-se na observação sistemática do processo de aprendizagem da criança, mediante indicadores ou fichas de observação e registro das informações obtidas.
  64. 64. Avaliação cumulativa: possibilita o conhecimento e aferição dos resultados da aprendizagem de cada uma das crianças. A sua finalidade não consiste na valoração quantitativa do êxito ou do fracasso da criança na realização das aprendizagens, mas ao contrário, no grau de êxito ou fracasso do processo educativo em relação às intenções iniciais. </li></ul>
  65. 65. A AVALIAÇÃO DO PROCESSO DESENVOLVIDO NA ESCOLA INFANTIL ENVOLVE O REGISTRO E ACOMPANHAMENTO DO TRABALHO PEDAGÓGICO, DE UMA FORMA PERMANENTE. SEMESTRALMENTE, OS PROFESSORES AVALIAM O TRABALHO REALIZADO COM AS CRIANÇAS, ELABORANDO UMA CAMINHADA DO GRUPO, QUE RESGATA OS PROJETOS/AÇÕES EFETIVADAS DURANTE ESTE PERÍODO, BEM COMO UM PARECER INDIVIDUAL PARA CADA CRIANÇA. O FECHAMENTO DESTE PROCESSO ACONTECE COM UMA REUNIÃO ENTRE PAIS, PROFESSORES E TÉCNICOS DOS SETORES, PARA DISCUTIR QUESTÕES PERTINENTES AO GRUPO. <ul><li>A avaliação constitui-se em fonte permanente de consulta no âmbito da escola, pois através dele é possível obter informações sobre o processo vivenciado por cada criança, transformando-se, assim, num valioso instrumento que subsidia as intervenções pedagógicas por parte dos professores, bem como orienta os pais no acompanhamento da aprendizagem das crianças.
  66. 66. A avaliação da aprendizagem deve pautar-se nas habilidades definidas para a Educação Infantil, considerando os conteúdos desenvolvidos e a faixa etária das crianças. Ressalta-se que nesta etapa da Educação Básica a Avaliação não tem fins de promoção. </li></ul>
  67. 67. “ O BRINCAR É UM DIREITO DA CRIANÇA, DIREITO RECONHECIDO EM DECLARAÇÕES, CONVENÇÕES E LEIS, COMO OS DIREITOS DA CRIANÇA DE 1989, ADOTADA PELA ASSEMBLÉIA DAS NAÇÕES UNIDAS, A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA DE 1988 E O ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE 1990. <ul>BRINCADEIRA É COISA SÉRIA! <li>Para Vygotsky (1991), a criança ao brincar reorganiza suas experiências e cria espaço para a reconstrução do conhecimento
  68. 68. Piaget (1978) nos esclarece que: “o brincar implica uma dimensão evolutiva. Crianças de diferentes idade, com características específicas, tem formas diferenciadas de brincar”.
  69. 69. Segundo Tizuko (1997, p: 38) “As brincadeiras tradicionais infantil filiada ao folclore, incorpora a mentalidade popular, expressando-se, sobre tudo, pela oralidade. Considerada por arte da cultura popular, essa modalidade de brincadeira quando a produção espiritual de um povo em certo período histórico”. </li></ul>
  70. 70. A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DE EDUCAÇÃO INFANTIL O lúdico tem sua origem na palavra latina &quot;ludus&quot; que quer dizer &quot;jogo”. Se se achasse confinado a sua origem, o termo lúdico estaria se referindo apenas ao jogar, ao brincar, ao movimento espontâneo. O lúdico deixou de ser o simples sinônimo de jogo. As implicações da necessidade lúdica extrapolaram as demarcações do brincar espontâneo. (ALMEIDA) <ul><li>As atividades lúdicas correspondem a um impulso natural da criança, e neste sentido, satisfazem uma necessidade interior, pois o ser humano apresenta uma tendência lúdica; 
  71. 71. O lúdico apresenta dois elementos que o caracterizam: o prazer e o esforço espontâneo.
  72. 72. As situações lúdicas mobilizam esquemas mentais. Sendo uma atividade física e mental, a ludicidade aciona e ativa as funções psico-neurológicas e as operações mentais, estimulando o pensamento.
  73. 73. O lúdico possibilita o estudo da relação da criança com o mundo externo, integrando estudos específicos sobre a importância do lúdico na formação da personalidade. Através da atividade lúdica e do jogo, a criança forma conceitos, seleciona idéias, estabelece relações lógicas, integra percepções, faz estimativas compatíveis com o crescimento físico e desenvolvimento e, o que é mais importante, vai se socializando. </li></ul>
  74. 74. PULA CORDA - O ato de pular corda é tão antigo que se torna praticamente impossível descobrir sua origem. Sabe-se apenas que é praticado em todos os cantos do mundo. E a brincadeira evoluiu tanto que existe até campeonato mundial de pular corda <ul><li>Altura - Duas crianças esticam a corda bem pertinho do chão. Enquanto as outras saltam, vão subindo aos poucos a altura da corda. Vence quem conseguir pular mais alto.
  75. 75. Chicotinho - Uma criança dobra a corda segurando as duas pontas e começa a girá-la no chão. As outras ficam em fila para pular. Quem pisar na corda sai da brincadeira.
  76. 76. Subi na Roseira - Enquanto duas crianças batem a corda, outras duas entram, cada uma vindo de um lado. Começam a saltar e, ao mesmo tempo, vão falando uma para a outra: “Ai, ai.., O que você tem?, Saudades, De quem?, Do cravo, da rosa e de mais ninguém, Subi na roseira, desci pelo galho, fulano (fala um nome) me acuda, senão eu caio, O último que falou sai e entra quem foi chamado.
  77. 77. Cobrinha - Duas crianças sacodem a corda, bem perto do chão, fazendo ondulações como se fosse uma cobra. Enquanto as outras pulam, começam a sacudir bem rápido, criando ondulações mais altas. Quem esbarrar na corda, cai fora. Vence aquele que pular mais tempo. </li></ul>
  78. 79. O LÚDICO E A CRIANÇA O LÚDICO E O JOGO <ul><li>A AMARELINHA, TAMBÉM CONHECIDA COMO &quot;PULAR AMARELINHA&quot;, É UMA BRINCADEIRA QUE ESTIMULA A CRIANÇA A TER NOÇÕES DOS NÚMEROS, TRABALHANDO A ORDEM DAS CASAS NUMÉRICAS DO NÚMERO UM AO NÚMERO DEZ, ALÉM DE ESTIMULAR À HABILIDADE DO EQUILÍBRIO, POIS AS CRIANÇAS NAS ÁREAS QUE NÃO EXISTEM ASSOCIAÇÕES DE CASAS, OU SEJA NOS QUADRADOS 1 - 4 -7-10, AS CRIANÇAS APENAS PODEM COLOCAR UM PÉ, E NAS DEMAIS COM CASAS JUNTAS 2 E 3 -5 E 6-8 E 9 E CÉU PODEM E DEVEM COLOCAR OS DOIS PÉS. </li></ul>
  79. 80. CANTOS DE ATIVIDADES DIVERSIFICADAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL <ul><li>Canto dos jogos;
  80. 81. Canto do faz-de-conta;
  81. 82. Canto das Artes Visuais;
  82. 83. Canto de Leitura;
  83. 84. Canto do Soninho, etc ; </li></ul>

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