Cartilha da


    Lisboeta
    “a menina ecologicamente
            correta”

                        Volume III      (Reg...
Apresentação

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    em seu conteúdo, diversos temas sobre...
Prefácio

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Coleta Seletiva

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Coleta Seletiva

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              Boas Práticas
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              Boas Práticas
L   Se você tem cachorro em casa e o leva para passear
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Coleta Seletiva
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L   Não jogue, nunca, no lixo roupas, sapatos,
i   agasalhos, bolsas, brinquedo...
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              Boas Práticas
L   Em casa ou no trabalho evite fazer impressões, só
    faça daquilo que for...
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i   Você pode também entrar no site da ONG
    Doe Seu Lixo, www.doeseulixo.o...
Coleta Seletiva

L     Nossa, são tantas boas práticas e maneiras que
     você pode escolher apenas algumas e começar a
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Bibliografia

L   ALMEIDA, Fernand. O Bom Negocio da Sustentabilidade. Rio de Janeiro: Nova Fronteira
    2002.

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Cartilha da Lisboeta Volume III - Coleta Seletiva

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Cartilha da Lisboeta Volume III - Coleta Seletiva

  1. 1. Cartilha da Lisboeta “a menina ecologicamente correta” Volume III (Registro nº 374.732 livro 694 folha 392 - Direitos Autorais) Coleta Seletiva By Andréa Dominique
  2. 2. Apresentação L Esta é uma cartilha voltada à educação ambiental que apresenta em seu conteúdo, diversos temas sobre os impactos i ambientais, através da narração da personagem “Lisboeta, a menina ecologicamente correta” tendo como objetivo s sensibilizar através da introdução sobre os temas abordados em cada cartilha, e, ainda, mostrar que com criatividade, disciplina e b boa vontade, podemos ajudar a restaurar o meio ambiente utilizando-se como ponto de partida uma ampla divulgação de o informações constantes para a formação e mudança de hábitos a respeito do meio ambiente, de forma educacional. e Esta cartilha poderá ser utilizada em qualquer faixa etária, pois t possui linguagem que abrange desde adolescentes até a terceira idade, podendo, ainda, ser aplicada em treinamentos de a educação ambiental em organizações, empresas, instituições, fundações, ONG´s, escolas, etc. 2
  3. 3. Prefácio L Nunca se ouviu falar tanto em meio ambiente como nos últimos anos, e mesmo assim, de tudo o que se falou e se fala ainda é muito pouco para tentar dirimir todo o processo de esgotamento causado pela ação direta do homem. i É na análise do contexto histórico que a educação ambiental se torna de extrema importância para veicular informação sobre as conseqüências das ações s poluidoras e ajudar a promover o desenvolvimento sustentável de forma rápida e precisa, pois as mudanças estão nos mostrando todos os dias que elas não serão no futuro, não há muito que se esperar no futuro, o futuro já é hoje, e podemos b perceber isso, quando constatamos as grandes catástrofes que estão cercando o planeta, além das doenças, principalmente, de focos respiratórios, que atingem a todos, independentemente da classe social e econômica. o É a batalha do homem contra o tempo no desespero de encontrar soluções imediatas sem impactar mais ainda o meio ambiente e paralisar o chamado e desenvolvimento. Essas, talvez, sejam as questões mais problemáticas para se resolver, é preciso criar mecanismos para um desenvolvimento sustentável, gerando equilíbrio entre o meio e a economia, é uma ação que requer constância e t o envolvimento de todos. Resumidamente, podemos dizer que educação ambiental é uma prática social que a através do conhecimento e da informação busca a sensibilização da necessidade premente da preservação e do equilíbrio do meio ambiente. Quando o homem perceber e aplicar essas atitudes é que enfim, passará a viver melhor e em harmonia. 3
  4. 4. Coleta Seletiva L A coleta seletiva é uma alternativa ecologicamente i correta, pois ajuda a desviar o envio de resíduos s sólidos que poderiam ser reciclados para aterros sanitários ou lixões, OU SEJA, proporciona um b recolhimento diferenciado desses resíduos que acabam sendo selecionados nas suas fontes o geradoras, com o objetivo de enviar e para um dos processo de tratamento, como por exemplo, a reciclagem, a compostagem, o reuso t ou, ainda, outras formas alternativas de destinações a 4
  5. 5. Coleta Seletiva L Com o desvio desses resíduos, que podem ser i reciclados, a vida útil dos aterros sanitários é prolongada e o meio ambiente é menos s contaminado b Além disso, com o uso de matéria prima o reciclável, diminui-se a extração de recursos naturais para fabricação de produtos novos, por e isso a importância da coleta seletiva e da reciclagem no nosso dia a dia, já que, em média, t cada ser humano gera de quinhentos gramas a um a quilo de lixo por dia... Já pensou no volume de lixo se acumulando no meio ambiente todos os dias... 5
  6. 6. Coleta Seletiva L Mas, e o que é Reciclagem?? i É o processo de transformar materiais que já s foram usados em novos produtos, ou seja, é a b maneira de se aproveitar o que já se tem sem precisar retirar novamente da natureza... o Os exemplos são inúmeros, mas podemos e pensar nas latas de alumínio que quando t recicladas se transformam em novas latas que poderão ser novamente recicladas a 6
  7. 7. Coleta Seletiva L Então você já pode perceber que os benefícios i da coleta seletiva de materiais para a reciclagem é muito grande, pois ajuda a diminuir diversas s poluições, tais como a do solo, a dos rios, a dos mares, a do ar, além de ajudar na redução da b utilização de água e energia quando o material é o reaproveitado, da pressão na derrubada de florestas e desequilíbrio em sua biodiversidade, e sem falar na redução do desperdício e na geração de empregos e rendas o que favorece a t inclusão social através de cooperativas de a reciclagem 7
  8. 8. Coleta Seletiva L É claro que os materiais que são utilizados i para reciclagem, precisam ser separados adequadamente antes de sua reciclagem, é aí s que entram os profissionais que trabalham b nas cooperativas de reciclagem ou aqueles que atuam separadamente, conhecidos como o catadores de rua e Na verdade elas são responsáveis por t separar adequadamente cada tipo de material, juntando plásticos com plásticos, a vidros com vidros, papéis com papéis... 8
  9. 9. Coleta Seletiva L i E como separar os materiais de forma adequada... s pensando nisso e para facilitar o CONAMA, b que é o Conselho Nacional do Meio o Ambiente, adotou o um padrão de cores específico para a separação de materiais que e podem ser reciclados ou que merecem tratamento especial no momento do seu t descarte, padronizando a coleta seletiva a 9
  10. 10. Coleta Seletiva L Papéis Metais Plásticos Vidros Orgânicos i (azul) (amarelo) (vermelho) (verde) (marrom) s b o Radioativos Equipamentos Madeiras Perigosos e (roxo) (cinza) (preto) (laranja) t a 10
  11. 11. Coleta Seletiva Boas Práticas L A reciclagem é apenas uma das opções que i podemos adotar, mas existem algumas boas práticas que também ajudam bastante, você pode s reduzir as embalagens, levando uma sacola retornável (por exemplo, de pano) que poderá ser b utilizada várias vezes, já que as embalagens de o papel precisam de árvores para serem produzidas e as de plástico, de petróleo, que geram resíduos e e poluição e as sacolas plásticas levam em torno de 100 anos para se decompor do meio ambiente, t por isso estão proibidas, mas isso é uma outra a história, ih!!! uma outra cartilha... 11
  12. 12. Coleta Seletiva Boas Práticas L Nos supermercados procure comprar produtos i que utilizem pouca embalagem e que sejam recicladas e reutilizáveis, como vidros e plásticos s e evite ao máximo embalagens de isopor b Outra boa prática é só colocar no prato aquilo que o você irá comer, pois dessa forma diminui a quantidade de alimento que ira para o lixo, alem e do desperdício t Só use materiais descartáveis, tais como copos, a talheres e pratos 12
  13. 13. Coleta Seletiva Boas Práticas L Se você tem cachorro em casa e o leva para passear i na rua para que ele faça as suas necessidades, junte todas as embalagens que você jogaria de imediato s fora, tais como, embalagens de pão, de arroz, de feijão, de açúcar, de revistas e todas que possam b ser utilizadas e use-as para recolher as o fezes do seu animal na rua, dessa alguém falou forma você estará ajudando a dar uma em ir na rua... e última utilidade aquela embalagem que já não t serve para mais nada... a 13
  14. 14. Coleta Seletiva Boas Práticas L Não jogue, nunca, no lixo roupas, sapatos, i agasalhos, bolsas, brinquedos, aparelhos eletros e eletrônicos, louças, móveis, livros, ao invés de s simplesmente jogar no lixo convencional, faça b doações, tem muita gente pobre precisando daquilo que não tem mais serventia para você... o Você pode fazer uma pesquisa e doar para e instituições de apoio, como por exemplo, a t Associação Repartir que retira as doações através do telefone 21 2234-9791 e o Exército da a Salvação, www.exercitodoacoes.org.br, além de orfanatos, asilos e obras sociais do seu bairro 14
  15. 15. Coleta Seletiva Boas Práticas L Em casa ou no trabalho evite fazer impressões, só faça daquilo que for muito importante e que i necessite ser impresso, e utilize a frente e o verso s das folhas b Procure pagar as suas contas pela internet não imprima o comprovante de pagamento, apenas o anote no boleto a data em que foi pago e o valor, e e se porventura, posteriormente, você precisar comprovar o pagamento, aí sim basta imprimir um t extrato bancário.... a E por falar em extrato bancário, você já não recebe pelos Correios, certo? 15
  16. 16. Coleta Seletiva Boas Práticas L i Você pode também entrar no site da ONG Doe Seu Lixo, www.doeseulixo.org.br/, se s cadastrar e pedir para realizar a coleta b semanalmente... o Ou pode entrar no site da COMLURB, www.rio.rj.gov.br/web/comlurb, se cadastrar e e solicitar a coleta semanal... t a 16
  17. 17. Coleta Seletiva L Nossa, são tantas boas práticas e maneiras que você pode escolher apenas algumas e começar a i agir, usando a criatividade outras práticas surgirão s Agora que você já sabe um pouco mais sobre a b coleta seletiva, que tal jogar o lixo no lugar certo quando estiver em parques, jardins, praias, o florestas, escolas e é claro, principalmente, nas e ruas... t ♥♥♥ a E até a próxima com mais uma dica ecologicamente correta... 17
  18. 18. Bibliografia L ALMEIDA, Fernand. O Bom Negocio da Sustentabilidade. Rio de Janeiro: Nova Fronteira 2002. i FILIPPI JÚNIOR, Arlindo. (Org). Saneamento do Meio. São Paulo: Fundacentro, Universidade de São Paulo, Faculdade de Saúde Publica, Depto. De Saúde Ambiental, 1992. s BERTON, Ronaldo S. Potencial Agrícola do Composto de Lixo Urbano. São Paulo: O Agronômico, 1991. b Arendt, Annah. A Condição Humana. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2005. Trigueiro, André. Mundo Sustentável. São Paulo: Globo, 2005. o Instituto Ambientalista da Cidade do Rio de Janeiro. Vamos reciclar nossas idéias sobre o lixo?. Disponível em: <http://www.reviverde.org.br/>. e NATUREBA. Dicas para praticar os 3Rs: reduzir, reaproveitar e reciclar. Disponível em: <http://www.natureba.com.br/3Rs.htm>. t COLETA SOLIDÁRIA. Boas práticas. Disponível em: <http://www.coletasolidaria.gov.br/menu/boas-praticas>. a COMLURB - Companhia Municipal de Limpeza Urbana. Coleta Seletiva. Disponível em: <www.rio.rj.gov.br/web/comlurb/exibeconteudo?article-id=129500>. 18

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