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Dietas	
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Aproximadamente
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cabeças
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Evolução rápida
nos últimos dez
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CARACTERIZAÇÃO DAS DIETAS
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Impacto do tipo de dieta sobre o tempo de ruminação,
produção de saliva e pH ruminal
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Tipo de Dieta x Tempo
África do Sul
Qual é a evolução???
Fonte: Millen et al. (2009) / Oliveira et al. (2011)
Nível médio de inclusão de forragem
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Fonte: Millen et al. (2009) / Oliveira et al. (2011)
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Dieta de Alto Volumoso
Custo mínimo:
Menor custo da MS
Menor custo da diária
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Capacidade Operacional - Misturadoras
Dieta alto grão/concentrado Dieta alto grão/concentrado
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Alto Concentrado
Alto grão
Fonte: Millen et al. (2009)
Nível médio de inclusão de ingredientes concentrados - % MS
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Fonte: Oliveira et al. (2011)
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Fonte: Millen et al. (2009) / Oliveira et al. (2011)
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Efeito do tamanho de partícula do milho sobre ácido lático
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Efeito do tamanho de partícula do milho sobre o pH
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CARACTERIZAÇÃO NUTRICIONAL DAS DIETAS
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ACIDOSIS OF CATTLE 277
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Principais problemas relacionados à saúde
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Qual as vantagens dessas dietas?
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Ad libitum
Manejo de cocho
Fonte:	
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  W.	
  Bruns	
  
Manejo alimentar
O manejo de cocho pode influenciar a acidose
Fonte: Schwartzkopf-Genswein et al. (2004)
Mistura da Dieta - TMR
Aditivos
Fonte: Adpatado de Nagaraja et al. 1987.
O que mais é
importante?
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FDN e FDN efetivo
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FDN FISICAMENTE EFETIVO (peFDN) - Mertens (1997)
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Para dietas com menos de 40% de forragem, reduzir a eficiência
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P Quanto maior a eficiência microbiana, maior a necessidade de PDR
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Até	
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Requerimentos de peFDN – NRC (1996)
Tipo de dieta Requerimento mínimo de
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Tamanho de partículas Ex: Silagem de Sorgo (Penn State)
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PennState Particle Separator
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FDN fisicamente efetivo (peNDF)
Fundo
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Exemplo prático
* Silagem de milho: 67,9% FDN (% MS)
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  ...
De onde vem a diferença?
FDN EFETIVO
Alimentos % FDN % de efetividade
Caroço de algodão 44,0 90,0
Polpa cítrica peletizada 25,0 30,0
FDN EFETIVO
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  FDN	
   %PEF	
   peFDN	
  -­‐	
  %	
  
Feno	
  de	
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   65,00	
   98,00	
   63,70	
 ...
Bagaço de Cana:
Tipo de Volumoso
Silagem de Capim:
Silagem de milho/sorgo:
Silagem de milho/sorgo:
Tipo de Volumoso
Observação das fezes
Observação das fezes
1 dia 4 dias 8 dias
15 dias 35 dias 41 dias
Observação das fezes
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bles, or else it can appear as
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2011	
   2010	
  
Fluxo	
  de	
  Parvculas	
  
peFDN x Fluxo de Passagem
ra#,	
  malha	
  
Fibra efetiva ou FDNfe
Modelo de Fluxo de Partículas
Fonte: Lanzas et al., 2009
Check List....
Parâmetros	
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   Observações	
  
Frequência de tratos 	
  	
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Considerações Finais
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  Dietas	
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  Bovinos	
  Confinados	
  
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  ...
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sua presença!
rogerio@coanconsultoria.com.br
(16) 98123 6252
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Seminário confinatto 2014 - Rogerio Coan

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  1. 1. Dietas  de  Alto  Concentrado     Limitação  de  fibra  (FDN)  e  alterna6vas  de   volumosos       Rogério  Marchiori  Coan   Coan  Consultoria          
  2. 2. Aproximadamente 4,3 milhões de cabeças confinadas. Evolução rápida nos últimos dez anos. Plantas/Unidades de confinamento maiores e mais eficientes. Evolução das Dietas Evolução do manejo operacional. Melhora da mão de obra. A Evolução dos Confinamentos no Brasil
  3. 3. Relação  Volumoso  :  Concentrado   60:40   50:50   40:60   30:70   20:80   10:90  
  4. 4. CARACTERIZAÇÃO DAS DIETAS 50%   16%   20%   28%   64%   32%   10%   11%   16%   9%   6%   4%   25%   3%   3%   3%   0%   10%   20%   30%   40%   50%   60%   70%   80%   90%   100%   Alto  volumoso   Alto  grão   Alto  concentrado   Núcleo  mineral     Casca  de  soja   Farelo  de  algodão  38   Caroço  de  algodão   Milho  grão   Silagem  de  sorgo   % da MS total
  5. 5. Impacto do tipo de dieta sobre o tempo de ruminação, produção de saliva e pH ruminal 0   10   20   30   40   50   60   4   6   8   10   12   14   Concentrado   Volumoso   Tipo de dieta   Tempo de ruminação, min/kg MS   Saliva, L/kg MS   Rumen pH  
  6. 6. Tipo de Dieta x Tempo
  7. 7. África do Sul
  8. 8. Qual é a evolução???
  9. 9. Fonte: Millen et al. (2009) / Oliveira et al. (2011) Nível médio de inclusão de forragem 28,8 12,0 45,0 30,0 21,0 10,0 45,0 20,0 Média Mínimo Máximo Moda 2009 2011
  10. 10. Fonte: Millen et al. (2009) / Oliveira et al. (2011) Porcentagem média de FDN 26,4 12 45 30 21,1 9 30 25 Média Mínimo Máximo Moda 2009 2011
  11. 11. Conteúdo  Celular   Parede  primária   Parede  secundária   Hemicelulose   Lignina   Celulose   FDA  (Fibra  Detergente  Ácido)   FDN   (Fibra  Detergente  Neutro)   Parede  primária   Parede  secundária   Parede  Celular   FDN (Fibra em Detergente Neutro)
  12. 12. where the fiber source comprises a majority of the diet and the nutrition management level is high, but a fiber chop length of ½ inch is recommended for most production systems. Fiber chop length should be at least ½ inch when the effective fiber source makes up less than 25 percent of the diet. Longer fiber helps form the rumen mat that is essential for proper rumen function and nutrient digestion. Just because a feedstuff contains high fiber levels does not mean it is in the form of effective fiber animals, and is negatively correlated with dry matte intake. As NDF increases in the diet, dry matter intake decreases. Likewise, acid detergent fiber (ADF), the portion of fiber that is insoluble in acid detergent (cellulose and lignin), is negatively correla ed with digestibility. Acid detergent fiber is com- posed of highly indigestible plant material, generall only the lignified or otherwise undigestible portions of plant cell walls. Generally, as ADF increases, for- ages or feeds become less digestible. 2 Relationships between neutral detergent fiber and dry matter intake and between acid detergent fiber and digestibility FDN x Consumo (IMS)
  13. 13. Dieta de Alto Volumoso
  14. 14. Custo mínimo: Menor custo da MS Menor custo da diária Mais forragem (menos energia) Maior operacionalização Menor desempenho Menor lucro
  15. 15. Capacidade Operacional - Misturadoras Dieta alto grão/concentrado Dieta alto grão/concentrado Capacidade estática 2.500 animais Capacidade estática 5.000 animais Consumo MN/cab/dia 15,4 kg Consumo MN/cab/dia 12,8 kg Densidade da dieta 380 kg/m3 Densidade da dieta 410 kg/m3 Consumo diário total 38.500 kg Consumo diário total 64.000 kg 101 m3 /dia 156 m3 /dia Capacidade do vagão misturador 11 m3 Capacidade do vagão misturador 11 m3 Batidas/dia 9,2 Batidas/dia 14,2 Ciclo mistura + distribuição 30 min Ciclo mistura + distribuição 30 min Tempo total de trato/dia 4,6 horas Tempo total de trato/dia 7,1 horas Dieta alto volumoso Dieta alto volumoso Capacidade estática 2.500 animais Capacidade estática 5.000 animais Consumo MN/cab/dia 22,0 kg Consumo MN/cab/dia 19,4 kg Densidade da dieta 290 kg/m3 Densidade da dieta 290 kg/m3 Consumo diário total 55.000 kg Consumo diário total 97.000 kg 190 m3 /dia 334 m3 /dia Capacidade do vagão misturador 17,5 m3 Capacidade do vagão misturador 35 m3 Batidas/dia 10,8 Batidas/dia 9,6 Ciclo mistura + distribuição 45 min Ciclo mistura + distribuição 45 min Tempo total de trato/dia 8,1 horas Tempo total de trato/dia 7,2 horas
  16. 16. Alto Concentrado Alto grão
  17. 17. Fonte: Millen et al. (2009) Nível médio de inclusão de ingredientes concentrados - % MS 3,2 38,7 38,7 19,4 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 41 a 55% 56 a 70% 71 a 80% 81 a 90% 2009 77,4% Entre 56 e 80%
  18. 18. Fonte: Oliveira et al. (2011) Nível médio de inclusão de ingredientes concentrados - % MS 3 6,2 9,1 39,4 42,4 0 10 20 30 40 50 Menos de 30% 51 a 60% 61 a 70% 71 a 80% 81 a 90% 2011 81,8% Entre 71 e 90%
  19. 19. 19,4 22,6 51,6 6,5 0 0 10 20 30 40 50 60 De 20 a 35% De 36 a 50% De 51 a 65% De 66 a 80% Mais de 81% Fonte: Millen et al. (2009) Nível médio de inclusão de grãos, % da M.S. 58,1% - 50 a 80% de grãos
  20. 20. Fonte: Oliveira et al. (2011) Nível médio de inclusão de grãos, % da M.S. 3 6,1 15,2 36,4 27,3 6,1 6,1 0 5 10 15 20 25 30 35 40 20 a 30% 31 a 40 % 41 a 50% 51 a 60% 61 a 70% 71 a 80% Mais de 80% 69,8% - 50 e 80% de grãos Aumento de 11,7 pontos %
  21. 21. Fonte: Millen et al. (2009) / Oliveira et al. (2011) 79,3 20,7 87,9 12,1 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 Milho Sorgo 2009 2011 Tipo de grão mais utilizado +8.6 pontos % -8.6 pontos % 96,5% do milho utilizado é da variedade flint.
  22. 22. Fonte: Millen et al. (2009) / Oliveira et al. (2011) Tipo de processamento mais utilizado 38,7 54,8 0 0 57,6 36,4 3 3 0 10 20 30 40 50 60 70 Apenas quebrados Finamente moído Floculação Silagem de grãos úmidos 2009 2011 +18.9 pontos % -18.4 pontos % Mais grãos/ concentrado
  23. 23. inteiro   Grosseiro   Fino   Efeito do tamanho de partícula do milho sobre ácido lático Fonte: Adaptado de Secrist, (1998)
  24. 24. Efeito do tamanho de partícula do milho sobre o pH inteiro   Grosseiro   Fino   Fonte: Adaptado de Secrist, (1998)
  25. 25. 26   0h pH 7,0 6h pH 5,2 24h pH < 5,0 Fonte:  BenaT,  2013.  
  26. 26. CARACTERIZAÇÃO NUTRICIONAL DAS DIETAS 0% 20% 40% 60% 80% Alto volumoso Alto grão Alto concentrado 70% 78% 76% 32% 46% 27% 30% 14% 22% Fibra efetiva Amido NDT
  27. 27. Volumoso Concentrado Risco TIPOS DE DIETA X SEGURANÇA pH ruminal Fonte: Cervieri (2008) Concentrados fibrosos Grãos (amido) Volumosos
  28. 28. Volumoso Adaptado de Pedroso, 2006 pH  x    AXvidade  Ruminal
  29. 29. ACIDOSIS OF CATTLE 277 Figure 1. Key reactions in acidosis of ruminants. Individual numbered reactions are discussed in the text. concentration of dry roughage increases chewing time and saliva production. Although an increased extent of mastication will decrease size of grain particles entering the rumen and thereby increase its rate of fermentation, an increased input of buffers from saliva from a longer chewing time or rumination neutralizes and dilutes ruminal acids. Starch content of the diet also can be reduced by substituting starch-extracted individually, such fluctuations in intake are detected readily. However, when 20 or more animals are fed together, daily fluctuations in intake (or feed deli- vered) may not be detected unless all animals experience acidosis at the same time, as can happen following diet changes or mishaps in processing or mixing. Effects of feed intake regularity on acidosis have Reações químicas da acidose em ruminantes Fred Owens, (1998)
  30. 30. Principais problemas relacionados à saúde 56 36 4 12 12 40,6 34,4 9,4 6,2 3,1 3,1 6,2 Problemas respiratórios em geral Acidose Cisticercose Nenhum Problemas de Casco (Laminites,etc) Clostridiose Outros 2009 2011 Fonte: Millen et al. (2009) / Oliveira et al. (2011)
  31. 31. Dietas  x    Risco  de  Acidose
  32. 32. Observação das fezes
  33. 33. Abcesso  HepáXco
  34. 34. Qual as vantagens dessas dietas?
  35. 35. Menor custo da @ engordada Menor custo da @ produzida
  36. 36. Custos  de  Produção  no  Confinamento   Recomendações  de  Níveis  de  Minerais  e  Vitaminas  em  Dietas  de  Bovinos  Confinados   Fonte:  Coan  Consultoria  -­‐  www.coanconsultoria.com.br   R$/@  produzida:  104,76   R$/@  engordada:  87,16  
  37. 37. 38     Dieta  alta  energia  (Concentrados/Grãos)    Relação entre densidade energética (Mcal EM/kg MS) e ganho de peso (kg), sendo a energia calculada por uso da tabela de ingredientes do NRC 1996. (adaptado de: An upper limit for caloric density of finishing diets)
  38. 38. 39   y  =  -­‐1,062x  +  3,4884   R²  =  0,74469   y  =  -­‐1,1504x  +  3,6036   R²  =  0,96665   0   0,5   1   1,5   2   2,5   3   0,8000   1,0000   1,2000   1,4000   1,6000   1,8000   2,0000   CMS  (%  PV)     Elg  (Mcal/kg  MS)       BRASIL   USA   CMS  (%  PV)  X  ELg  (Mcal/kg  MS)       Apresentação  de  Flavio  Portela,  Phibro  Pre-­‐Conference  2010  
  39. 39. 40 Relação entre densidade energética (Mcal EM/kg MS) e conversão (kg peso ganho/kg MS ingerido), sendo a energia tomada por valores de tabela citados em literatura (Owens e Zinn). (adaptado de: An upper limit for caloric density of finishing diets)   Dieta  alta  energia  (Concentrados/Grãos)    
  40. 40. Podemos utilizar essas dietas com segurança??
  41. 41. Sim, desde que....
  42. 42. 43   O  que  eu  faço?   Trata  a  vontade,     não  deixa  faltar!  
  43. 43. Fonte: Nutron
  44. 44. Sim!  Desde  que  o  manejo  de  cocho….              “Nota  0”   “Nota  1/2”   “Nota  1”   “Nota  2”   “Nota  3”   “Nota  4”  
  45. 45. Atribuição  de  notas  a  sobra  de  cocho,  para  correção  de  oferta   Correções:   Nota  (0)  –  Aumentar  5%  do  trato  úlXmo  trato  diário.   Nota  (1)  –  Manter  o  fornecimento  do  trato  do  dia  anterior.   Nota  (2)  –  Reduzir  em  5%  a  quanXdade  ofertado  no  úlXmo  trato.   Nota  (3)  –  Reduzir  em  10%  a  quanXdade  ofertado  no  úlXmo  trato  do  dia.   Nota  (4)  -­‐  Não  tratar   Feedlot  Level  Bunk  Management,  Dr.  Robbi  Pritchard  -­‐  South  Dakota  State  University   LEITURA DE COCHO
  46. 46. 47   Ad libitum Manejo de cocho Fonte:  R.  H.  Pritchard  and  K.  W.  Bruns  
  47. 47. Manejo alimentar O manejo de cocho pode influenciar a acidose Fonte: Schwartzkopf-Genswein et al. (2004)
  48. 48. Mistura da Dieta - TMR
  49. 49. Aditivos Fonte: Adpatado de Nagaraja et al. 1987.
  50. 50. O que mais é importante?
  51. 51. FDN fisicamente efetivo (peNDF) b% do FDN que efetivamente estimula a mastigação, salivação, ruminação e motilidade ruminal. b peNDF = % do FDN retido em peneira de 1,18 mm após separação vertical (Mertens, 1997) b É ajustado para densidade, hidratação e grau de lignificação b Conceito utilizado pelo NRC(1996) / CNCPS(2000) b peFDN = PEF x % FDN (% MS)
  52. 52. FDN e FDN efetivo MS total FDN FDN efetivo MS total FDN FDN efetivo
  53. 53. peFDN vs. Ruminal pH ra#,  malha   Fibra efetiva ou FDNfe b FDNef – relacionado com características físicas, principalmente tamanho de partícula – afeta atividade de mastigação e natureza bifásica do conteúdo ruminal
  54. 54. Modelo de Fluxo de Partículas Fonte: Lanzas et al., 2009
  55. 55. FDN FISICAMENTE EFETIVO (peFDN) - Mertens (1997)
  56. 56. <1,18  mm   >1,18  mm   >8  mm   >19  mm   PennState Particle Separator
  57. 57. FDN / FDN Fisicamente Efetivo
  58. 58. Qual a importância? Saúde ruminal Crescimento microbiano
  59. 59. 60 NDFfe vs. Ruminal pH % de FDN fisicamente efetivo na dieta pHRuminal
  60. 60. 61 Efeito do peFDN sobre a eficiência de produção microbiana 0.0   0.1   0.2   0.3   0.4   0.5   0%   10%   20%   30%   40%   %  peFDN  na  dieta   Ymax,  g  bact  /  g  CHO  
  61. 61. FDNef x Produção Microbiana P Ajuste NRC (1996) Para dietas com menos de 40% de forragem, reduzir a eficiência microbiana em 2,2% para cada 1% de FDN efetivo abaixo de 20% NRC (1996) FDN efetivo Fator de ajuste Rendimento microbiano (% NDT) 20 1 13.0 19 0.978 12.7 18 0.956 12.4 17 0.934 12.1 16 0.912 11.9 15 0.890 11.6 14 0.868 11.3 13 0.846 11.0 12 0.824 10.7 11 0.802 10.4 10 0.780 10.1 9 0.758 9.9 8 0.736 9.6
  62. 62.  Exigências  de  PDR     P Quanto maior a eficiência microbiana, maior a necessidade de PDR P Quanto maior a quantidade de energia fermentada no rúmen, maior a necessidade de PDR * 12% do NDT = 120 g de proteína microbiana/kg de NDT da ração * NDT = 7,0 kg * 12% de 7 kg = 840 g de proteína microbiana Necessidade de 840 g de proteína degradável no rúmen Sincronismo energia : proteína
  63. 63. Até  onde  podemos  ir???  
  64. 64. Requerimentos de peFDN – NRC (1996) Tipo de dieta Requerimento mínimo de eFDN, % da MS TMR com alto concentrado para maximizar a eficiência alimentar, bom manejo de cocho e ionóforos 5 a 8% TMR, manejo de cocho variável, sem ionóforos 20% Dietas de alto concentrado para maximizar utilização de carboidratos fibrosos e a produção microbiana 20%
  65. 65. FDNef x Desempenho It appears that there are positive relationships between ADG and peNDF within trials when peNDF is less than 10% of ration DM and negative relationships within trials when peNDF is greater than 15%. Although Owens et al. (1997) indicated poor relationship between eNDF and feedlot cattle performance, there was a good relationship between peNDF and ADG in this database: ADG = 1.19 + 0.0269*peNDF - 0.000883 peNDF2 ; R2 = .95 and reg. SE = ±0.06 kg/d. By taking the first derivative of this equation, the peNDF that maximizes ADG was determined a 15.3%. However, there is little difference in ADG when peNDF in the ration is between 12 and 18%. The optimum peNDF in the ration to minimize liver abscesses was about 22%, and the peNDF that maximized intake was about 25%. The regression coefficients for the relationship of ADG with peNDF were highly significant whereas the regression coefficients with NDF were no 0 5 10 15 20 25 30 peNDF (% of ration DM) 1.1 1.2 1.3 1.4 1.5 1.6 AverageDailyGain(kg/d) Expt Equation •  Fox & Tedeschi (2002) – 7 a 12%; •  Mertens (2002) – 12 a 18% •  RLM 3.2 – 15%
  66. 66. peFDN  óXmo  para  animais  Nelore  no  Brasil:   10  –  18  %  (Goulart  &  Nussio,  2011)  
  67. 67. Na prática….
  68. 68. <1,18  mm   >1,18  mm   >8  mm   >19  mm   PennState Particle Separator
  69. 69. PennState Particle Separator >19 mm >8 mm>1,18 mm <1,18 mm
  70. 70. Tamanho de partículas Ex: Silagem de Sorgo (Penn State)
  71. 71. PennState Particle Separator
  72. 72. PennState Particle Separator
  73. 73. PennState Particle Separator
  74. 74. FDN fisicamente efetivo (peNDF) Fundo 1,18 mm 8 mm 19 mm
  75. 75. PennState Particle Separator Fundo 1,18 mm 8 mm 19 mm
  76. 76. Exemplo prático * Silagem de milho: 67,9% FDN (% MS) Fator  de  efeXvidade  -­‐  %   40,00   50,00   60,00   70,00   80,00   90,00   FDNefMS   27,16   33,95   40,74   47,53   54,32   61,11   * Dieta: 15% silagem de milho (% MS) * Meta da dieta (FDNefMS: 13,0%)
  77. 77. FDNefMS Volumoso x Dieta 4,07   5,09   6,11   7,13   8,15   9,17  8,93   7,91   6,89   5,87   4,85   3,83   0,00   1,00   2,00   3,00   4,00   5,00   6,00   7,00   8,00   9,00   10,00   40,00   50,00   60,00   70,00   80,00   90,00   Fef  -­‐  %  MS   %  FDNefMS  na  dieta   Diferença    
  78. 78. De onde vem a diferença?
  79. 79. FDN EFETIVO Alimentos % FDN % de efetividade Caroço de algodão 44,0 90,0 Polpa cítrica peletizada 25,0 30,0
  80. 80. FDN EFETIVO Alimentos   %  FDN   %PEF   peFDN  -­‐  %   Feno  de  capim   65,00   98,00   63,70   Casca  de  soja   60,00   30,00   18,00  
  81. 81. Bagaço de Cana: Tipo de Volumoso
  82. 82. Silagem de Capim:
  83. 83. Silagem de milho/sorgo:
  84. 84. Silagem de milho/sorgo: Tipo de Volumoso
  85. 85. Observação das fezes
  86. 86. Observação das fezes 1 dia 4 dias 8 dias 15 dias 35 dias 41 dias
  87. 87. Observação das fezes nure can have a low density bles, or else it can appear as e like this comes out of cows in not normal You might also see ndigested feed if cows are g feeding (eating grain or R in large meals) or when orn is not ground to a fine ough particle size. If grain needs to be ground more nely, make sure the ration also has enough effective er to balance the increase in digestible starch and aintain good rumination & rumen function. This is not normal
  88. 88. 2011   2010   Fluxo  de  Parvculas  
  89. 89. peFDN x Fluxo de Passagem ra#,  malha   Fibra efetiva ou FDNfe
  90. 90. Modelo de Fluxo de Partículas Fonte: Lanzas et al., 2009
  91. 91. Check List.... Parâmetros   Ruim   Regular   Bom     Excelente   Observações   Frequência de tratos             Bem  conduzida,  seguindo  os  parâmetros  propostos.   Descarregamento do trato             Bem  distribuida,  com  acúmulo  normal  de  trato  entre  os  horários.   Qualidade de mistura da dieta             Qualidade  da  mistura  coerente,  tempo  de  mistura  adequado  e  MS  ajustada.   Frequência de leitura de cocho Baixa  frequência  de  leitura  de  cocho.  Desejável  avaliar  ao  final  do  dia.   Capacidade operacional de mistura e distribuição da dieta Estrutura  incoerente  com  o  processo.  Não  há  barracão  para  melhor  operacionalização.   Processamento dos grãos (milho) Processamento  adequado.  Moinho  de  rolos  em  perfeito  funcionamento.   Horários de trato Coerente  com  a  programação.   Limpeza de cochos Boa  limpeza  e  com  pequeno  resídus  de  alimentos  deteriorados  ou  corpos  estranhos.   Escore de cochos antes do primeiro trato Indesejável  nos  dias  avaliados  (animais  sedentos).  Animais  com  muita  sede.   Homogeneidade das sobras Não  foram  observadas  sobras  de  cocho.   Estoque de insumos Adequado,  mas  deve  priorizar  maior  janela  de  fornecimento,  principalmente  da  soja  tostada  e   resíduo  de  soja.   Qualidade das matérias primas Adequada.   Condições de estocagem de matérias primas Barracão  com  armazenagem  parcial  dos  insumos.   Condição dos piquetes Boa  condição  de  limpeza,  mas  ainda  observa-­‐se  muitas  pedras  e  paus  nos  currais.   Principalmente  vacas.   Coleta e processamento das informações TGC  implantado  e  em  operação.  Deve  ter  as  informações    (MS)  atualizadas  sistema6camente.   Consumo de matéria seca Coerente  com  o  nível  de  compensação  médio.   Escore de fezes Adequado  para  os  currais  com  misturadora.  Inadequado  para  os  currais  com  vagão.   Qualidade da água no reservatório/ponto de captação Adequado,  mas  com  grande  presença  de  algas.   Qualidade da água nos bebedouros (frequência e limpeza) Muito  bebedouros  apresentavam-­‐se  com  resíduos  alimentares,  lodo  e  poeira.   Aspecto geral e sanitário dos animais Observação  de  alguns  animais  machucados  e  com  escore  de  condição  corporal  baixo.   Comportamento animal - atividades de ruminação, ócio e avidez no cocho Animais  com  grande  avidez  ao  bebedouro  pela  falta  d'agua   Presença de distúrbios metabólicos (acidose, laminite, etc) Ausência  de  distúrbios,  mas  alguns  animais  apresentavam  fezes  bem  amolecidas.  Demanda   observação.  
  92. 92. Considerações Finais P  O  uso  de  subprodutos  agroindustriais  poderá  garanXr  maior      peFDN  nas  dietas;   ü  O  uso  das  peneiras  de  Penn  State  podem  trazer  maior  acurácia   na  avaliação  do  fator  de  efeXvidade  dos  alimentos  e  das  dietas;   P  As  fezes  são  o  termômetro  de  uma  dieta  bem  balanceada.  Não   deixe  de  observá-­‐las  diariamente.  
  93. 93. Recomendações  de  Níveis  de  Minerais  e  Vitaminas  em  Dietas  de  Bovinos  Confinados   “O  começo  da  sabedoria  é  encontrado  na  dúvida;  duvidando  começamos  a  quesMonar  e   procurando  podemos  encontrar  a  verdade”.                                                                                                                                                            Pierre  Abelard                
  94. 94. Obrigado por sua presença! rogerio@coanconsultoria.com.br (16) 98123 6252

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