ILHAS DE CALOR

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ILHAS DE CALOR

  1. 1. Ilhas de calor
  2. 2. A intensa impermeabilização do solo urbano, provoca significativas alterações nas dinâmicas climática e hidrológica, e conseqüentemente, nos processos naturais como: - Aumento do escoamento superficial em volume e velocidade, potencializando a indução de enchentes; - Redução do abastecimento do lençol freático ; - Diminuição da evaporação e da evapotranspiração, proporcionando umidade do ar típica de deserto; - Aumento da emissão de calor, provocando maiores temperaturas e convergência do ar poluído para a região central; - Aumento da ocorrência de problemas respiratórios.
  3. 3. As grandes unidades ambientais da região metropolitana Destacam-se, na paisagem urbana, três grandes unidades que influenciam a ação da natureza em maior escala: Serra da Cantareira, Várzeas dos Rios Tietê e Pinheiros, Espigão Central. O espigão central como centralidade urbano-ambiental Estreito patamar elevado que percorre 13 Km da região central da cidade. Interfere na circulação do ar (ventos), na formação de chuvas e no arranjo das ilhas de calor. Principal divisor de águas dos Rios Tietê-Tamanduateí e Pinheiros, grande indutor de enchentes nos vales que se dirigem a estes rios. Abriga um significativo conjunto de anfiteatros de nascentes que favorecem a presença de umidade e sustentação de densa arborização.
  4. 4. Geomorfologia do sítio urbano de São Paulo Espigão Central (800 – 820m) Plataforma interfluvial Tietê-Pinheiros. Ponto mais alto e resistente à erosão da Bacia Sedimentar de São Paulo Altas Colinas e Espigões Secundários (750 – 795m) Rebordos do Espigão, esculpidos pela rede de drenagem e formando significativos anfiteatros de nascentes e vales encaixados fechados Terraços fluviais de nível intermediário (745 – 750m) Áreas dotadas de uma tubularidade local marcante Baixos terraços fluviais dos vales do Pinheiros, Tietê e seus afluentes principais (725 – 730 m) Áreas dotadas de tubularidade marcante originariamente livres das cheias periódicas existentes antes da retificação do curso dos rios. Planícies Aluviais do Tietê-Pinheiros e seus afluentes (720 – 722m) Espaços que eram afetados pelas cheias anuais ou periódicas dos rios O caráter multiplicador da intervenção no grotão do bexiga: a recuperação das nascentes A Grota do Bexiga como modelo indutor da requalificação ambiental do Espigão Central. A Bacia Hidrográfica como Unidade de Gestão Ambiental. Inserção da comunidade no processo de gestão do território. Melhoria da qualidade ambiental urbana como resultado do efeito multiplicador de pequenas intervenções requalificadoras.
  5. 5. MICROCLIMAS EM SÃO PAULO
  6. 6. SUGESTÃO PARA AMENIZAÇÃO DO IMPACTO AMBIENTAL A idéia de terraço – jardim desenvolvida no Brasil pelo Prof. Felisberto Cavalheiro remete á esperança de reverterção dos efeitos gerados pelo reflexos solares absorvidos por edifícios. Tal alteração se da através da implantação de plantas nos telhados que por fotossintese convertem CO2 (Gás carbônico) em O2 ( Oxigênio).
  7. 7. Os telhados ecológicos, são uma ótima solução para reduzir a temperatura interna, um telhado convencional pode ter em sua superfície 32 graus Celsius ACIMA da temperatura do ar, ao passo que os telhados ecológicos podem ficar até mais frios. Depois de preparar o telhado ou laje, são fixados os módulos que necessitam de irrigação manual ou as lâminas que garantem um suprimento de água ao telhado. A instalação de um telhado ecológico começa em US$ 88,00/m², infelizmente bem superior aos US$ 13,00/m² do telhado convencional, mas deixando de lado os fatores econômicos os benefícios são enormes.
  8. 8. Avenida Arborizada Praça
  9. 9. Dessa maneira as árvores ficam melhor distribuídas junto com seus benefícios como sombra.
  10. 10. trevista com Magda Lombardo - geógrafa - UNESP/USP- : mudança climática na cidade é um fato e a qualidade de vida na cidade está se degradando não m ricos e pobres são todos. É onde se produz todas as fontes de Co2 e o calor. Nós temos por emplo a cidade de São Paulo com esse tempo de hoje com 10 graus de diferença entre o centro e periferiaquot; 1929, a temperatura média na cidade de São Paulo era de 17,5 graus. Em 2006, segundo o stituto Nacional de Metereologia a média chegou a 20,1 graus. geógrafa das USP e UNESP- Universidade Estadual de São Paulo, Magda Lombardo estuda desde 85 ilhas de calor urbanas. São regiões com temperaturas mais elevadas por reter calor nas ificações e pela falta de vegetação. Magda comparou os climas de Nova Iorque e São Paulo nos timos 100 anos. trevista com Magda Lombardo - geógrafa - UNESP/USP: São Paulo teve o dobro de aquecimento de Nova Iorque. Isso porque São Paulo teve um anejamento muito ruim desde a década de 50 com um crescimento exacerbado com diminuição s áreas verdes e aumento das áreas construídas de verticalização ,enquanto que Nova Iorque esceu sim mas com mais planejamento.quot; o poucas as áreas como a avenida Brás Leme, zona Norte de São Paulo. á cerca de três décadas praticamente não existiam árvores aqui na avenida Brás Leme mas um upo de moradores transformou o cenário que hoje ajuda pesquisadores a entende medidas que dem ser necessárias para amenizar os efeitos das mudanças climáticas nas cidadesquot;. u Antonio e Seu João, hoje aposentados, plantaram a maior parte das árvores da avenida. Tudo meçou com a revolta dos moradores contra os rachas que aconteciam na via e infernizavam os oradores. Os Pesquisadores da USP-Universidade de São Paulo - usam a avenida como um boratório ao ar livre e medem como a presença de árvores modifica o clima.
  11. 11. Vídeo sobre alteração de temperatura entre regiões arborizadas e não urbanizadas.

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