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Apresentação Estética

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Apresentaçao sobre a relaçao entre estética e beleza

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Apresentação Estética

  1. 1. “ O estético e o belo”
  2. 2. O estético e o belo <ul><li>As tentativas de esclarecer as questões acerca do valor estético são variadas e muitas vezes contrárias. Pode considerar-se a experiência estética como tendo valor em si mesmo ou como sendo um meio para atingir valores maiores. </li></ul>
  3. 3. O estético e o belo <ul><li>Na estética clássica domina a idéia de que a arte tem fins exteriores e superiores a ele próprio. Para Kant, por exemplo, a experiência estética permite unir as componentes naturais e numéricas do homem. Ela tem valor porque cumpre uma função antropológica, por assim dizer. Para John Ruskin a arte serve para educar as populações para valores maiores, nomeadamente os valores tradicionais da nobreza britânica, a honra e a obediência. O seu valor advém da sua função moral </li></ul>
  4. 4. ARTE: UM OLHAR SOBRE SEU SIGNIFICADO <ul><li>Na estética clássica domina a idéia de que a arte tem fins exteriores e superiores a ele próprio. Para Kant, por exemplo, a experiência estética permite unir as componentes naturais e numéricas do homem. Ela tem valor porque cumpre uma função antropológica, por assim dizer. Para John Ruskin a arte serve para educar as populações para valores maiores, nomeadamente os valores tradicionais da nobreza britânica, a honra e a obediência. O seu valor advém da sua função moral </li></ul>
  5. 5. ARTE: UM OLHAR SOBRE SEU SIGNIFICADO <ul><li>A historicidade do homem sempre esteve relacionada com a arte, a ponto de seu ensino-aprendizagem participar das normas e valores estabelecidos nos ambientes culturais da produção artística de todos os tempos. </li></ul><ul><li>A arte não tem equivalente exato nas antigas línguas européias, que são muito complexas em sua terminologia. Então, nada melhor do que recorrer ao seu significado etimológico. A palavra &quot;arte&quot; deriva do latim ars − talento, saber fazer. Alguns filósofos isolam determinadas características encontradas em todas as artes e a percebem, sob o olhar da ciência da arte, na estética e na metafísica. Platão, por exemplo, percebeu uma distinção entre Arte e Ciência. </li></ul>
  6. 6. ARTE: UM OLHAR SOBRE SEU SIGNIFICADO <ul><li>Na verdade, a arte não esgota os poderes da imaginação, mesmo que se satisfaça a necessidade normal da expressão estética. &quot;A arte não tem importância para o homem somente como instrumento para desenvolver sua criatividade, sua percepção etc., mas tem importância em si mesma, como assunto, como objeto de estudo.&quot; (BARBOSA, 1975, p. 90) </li></ul><ul><li>Arte é qualidade e exercita a habilidade de julgar e de formular significados que excedem a capacidade de dizer em palavras. É o limite que nossa consciência excede é a superação, pela nossa consciência, dos limites impostos pelas palavras. </li></ul>
  7. 7. O BELO <ul><li>O belo agrada, deleita, compraz, alegra. Produz satisfação, dá prazer, felicita. Em casos especiais conduz ao entusiasmo e ao delírio. </li></ul><ul><li>Somos nós que revestimos de beleza aquilo que julgamos belo, o conceito do que é belo é construído sob a ótica do observador, depende de seus preceitos culturais e sociais. </li></ul>
  8. 8. O BELO <ul><li>De fato, a questão sobre o que é ou não belo influencia diretamente muitos aspectos de nossa vida. Em seu livro O que é belo? , Gábor Paál tenta localizar este conceito em meio à estética e o conhecimento. </li></ul>
  9. 9. O estético e o belo <ul><li>Convém resumir que: </li></ul><ul><li>1. Os objetos estéticos são objetos de uma classe-função. (aplicação da noção de classe-função à constatação de que os objetos estéticos têm uma função) </li></ul><ul><li>2. A sua função é a de provocar uma experiência estética. (por observação ou recurso à experiência) </li></ul><ul><li>3. Uma experiência estética é uma experiência cujas características são a unidade, a intensidade e a complexidade (e o isolamento). 6 (caracterização da experiência estética.) </li></ul>
  10. 10. O estético e o belo <ul><li>4. Uma boa experiência estética é aquela que tem unidade, intensidade e complexidade em graus significativos. (por comparação de exp. estéticas) </li></ul><ul><li>5. Uma experiência que tem unidade, intensidade e complexidade em graus significativos é uma experiência estética de magnitude elevada. (introdução da noção de magnitude) </li></ul><ul><li>6. Um bom objeto estético é aquele que tem a capacidade de cumprir a sua função com bastante eficácia. </li></ul><ul><li>7. Um bom objeto estético é aquele que tem a capacidade de provocar uma experiência estética de magnitude elevada. (de 2 e 6) </li></ul>
  11. 11. Créditos: <ul><li>Professora: Auriene Cardozo </li></ul><ul><li>Alunos: </li></ul><ul><li>Willian </li></ul><ul><li>Júnior </li></ul><ul><li>Marisa </li></ul><ul><li>Faculdade da Amazônia Ocidental –FAA0 </li></ul>

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