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Freire aula 3

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Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários à prática educativa
Paulo Freire

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Freire aula 3

  1. 1. Aula 3 • Audrey Danielle Beserra de Brito
  2. 2. Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários à prática educativa Paulo Freire
  3. 3. Objetivo da Obra Indignar-se em relação ao anestesiamento que os efeitos da sociedade neoliberal tem provocado nos cidadãos fadados a considerar normal o individualismo e a ética de mercado vigentes no mundo hoje.
  4. 4. Reflexão sobre a prática Autonomia dos educcandos Formação docente
  5. 5. Autonomia • O professor autoritário e o professor silencioso transgridem a ética. Rompem com a decência; • A autonomia se constrói na experiência, nas decisões; • Autonomia é processo. Está centrada na experiência estimuladora da decisão e da responsabilidade, em experiências respeitosas da liberdade; • Em favor do que estudo? Contra quem estudo? Estudar por estudar é descompromisso; • Resistência: manhã necessária a sobrevivência física e cultural dos orpimidos.
  6. 6. Não há docência sem discência (aprendizagem) • 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. Ensinar exige: Rigor exige rigorosidade metódica (condições para aprender criticamente); Pesquisa; Respeito aos saberes dos educandos; Criticidade; Estética e ética; Corporeificação das palavras pelo exemplo; Risco, aceitação no novo e rejeição de qualquer forma de discriminação; Reflexão crítica sobre a prática; Reconhecimento e assunção da identidade cultural (educandos = seres sociais e históricos).
  7. 7. Ensinar não é transferir conhecimento • 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. Ensinar exige: Consciência do inacabamento (inconclusão humana); Reconhecimento de ser condicionado (influência de forças sociais, científicas, culturais e históricas. Nesta condição, somo objetos da História) ; Respeito a autonomia do ser do educando; Bom senso; Humildade, tolerância e luta em defesa dos direitos dos educadores; Apreensão da realidade; Alegria e esperança; Convicção de que a mudança é possível; Curiosidade.
  8. 8. Ensinar é uma especificidade humana • 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. Ensinar exige: Segurança, competência profissional e generosidade; Comprometimento; Compreender que a educação é uma forma de intervenção no mundo (tanto a promoção da ideologia dominante como o seu desmascaramento); Liberdade e autonomia (processo – ninguém amadurece de repente); Tomada consciente de decisões; Saber escutar; Reconhecer que a educação é ideológica; Disponibilidade para o diálogo; Querer bem aos educandos.
  9. 9. Conceitos retomados na obra • Inconclusão do ser humano; • Educabilidade (Não foi a educação que fez homens educáveis, mas a consciência de sua inconclusão é que gerou sua educabilidade) • Recusa ao ensino bancário; • Ética; • Ação X Reflexão X Ação; • Conscientização e Curiosidade; • Leitura do mundo que precede a leitura da palavra. • Condicionamento
  10. 10. Reflexões da obra
  11. 11. Formação “O professor que não leve a sério a sua formação, que não estude, que não se esforce para estar à altura de sua tarefa não tem força moral para coordenar as atividades da classe. A incompetência profissional desqualifica a autoridade do professor ”
  12. 12. Disciplina e Autoridade “Harmonia ou equilíbrio entre a autoridade e a liberdade. Segurança funda-se na competência profissional” “ Autoridade: aposta na liberdade, não corresponde ao silêncio dos silenciados, mas no alvoroço dos inquietos. A autoridade democrática jamais se omite”
  13. 13. Há como separar? “Impossível separar prática de teoria, autoridade de liberdade, ignorância do saber, respeito ao professor e respeito aos alunos, ensinar de aprender”
  14. 14. Bom professor “Educar é lidar com gente. Por isso implica em grande responsabilidade
  15. 15. Bom professor “Aquele que consegue, enquanto fala, trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Ele tem que estar repousado no saber de que a pedra fundamental é a curiosidade do ser humano”
  16. 16. Ensinar “Ensinar exige compreender que a educação é uma forma de intervenção no mundo [...] nem somos seres simplesmente determinados nem tampouco livres de condicionamentos genéticos, culturais, sociais, históricos, de classe, de gênero, que nos marcam e a que nos achamos referidos [...] Ensinar exige reconhecer que a educação é ideológica [...] Tão importante quanto o ensino dos conteúdos é a minha coerência na classe. A coerência entre o que eu digo, o que eu escrevo e o que eu faço”.
  17. 17. Ensinar “Ensinar não é transferir conhecimentos e conteúdos, nem formar é a ação pela qual um sujeito criador dá forma, estilo ou alma a um corpo indeciso e acomodado. Não há docência sem discência, as duas se explicam e seus sujeitos, apesar das diferenças, não se reduzem à condição de objeto um do outro. Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina a aprender”
  18. 18. Idéias 1. 2. 3. 4. 5. Defende os excluídos; Ética é indispensável a convivência humana; Desproblematização do futuro leva à morte ou a negação autoritária do sonho, da esperança; Mudança: desafiar os grupos populares a perceberem, em termos críticos, a violência e a injustiça. Não é destino certo e nem vontade de Deus; Se a educação não pode tudo, alguma coisa ela pode.
  19. 19. Agora, reflita sobre tudo o que discutimos e resuma as principais idéias de Paulo Freire nesta obra, em palavras-chave.
  20. 20. Treinando com questões

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