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Aula Sistemas Construtivos

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Aula02sistemasconstrutivostradicionaisnobrasil 141003084404-phpapp02

  1. 1. Sistemas construtivos tradicionaisSistemas construtivos tradicionais no Brasilno Brasil Aula 02
  2. 2. ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL Aula 02Aula 02 0. INTRODUÇÃO Frente à grande diversidade das culturas indígenas no Brasil, seria impossível estudar cada uma em particular, devido também (e principalmente) à precariedade dos dados disponíveis. Uma tradição construtiva singular não significa que Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL Uma tradição construtiva singular não significa que resulte em uma única solução arquitetônica. Com o passar do tempo e o ganho de experiência, o constante aumento no domínio dos materiais e das técnicas percorreu um caminho inevitável no qual as formas arquétipas deram origem a uma série de variantes, resultando num número incontável de soluções.
  3. 3. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 1. A ALDEIA Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL
  4. 4. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 0. INTRODUÇÃO Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL Muitos tipos de aldeias podem ser encontrados entre as tribos, apesar de algumas terem desaparecido ou mudado devido ao contato com colonos invasores.
  5. 5. ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL ALDEIA HABITAÇÃO oca / maloca Aula 02Aula 02 0. INTRODUÇÃO 1 2 Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL técnicas construtivas materiais de construção 3 4
  6. 6. ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL ALDEIA Aula 02Aula 02 1Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL
  7. 7. As formas de organização das aldeias indígenas são distintas de um povo para outro: → algumas tribos preferem construir suas aldeias em forma de ferradura → outras optam pela forma circular → outros, ainda, constroem uma única habitação Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 1. A ALDEIA → outros, ainda, constroem uma única habitação coletiva Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL
  8. 8. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 1. A ALDEIA Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL Os Zo'é vivem nas profundezas da floresta amazônica e constroem casas no meio de suas roças, onde cultivam vegetais e frutas como a mandioca e a banana.
  9. 9. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 1. A ALDEIA Aldeia Xavante Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL
  10. 10. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 1. A ALDEIA Aldeia Enawene-Nawé Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL
  11. 11. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 1. A ALDEIA Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL
  12. 12. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 1. A ALDEIA Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL
  13. 13. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 1. A ALDEIA A forma mais simples de organização da aldeia é da casa unitária, em que toda a tribo vive num só teto. → índios TUCANOS, habitantes na fronteira entre o Brasil e a Colômbia → índios PANO, habitantes do Alto Solimões → índios YANOMAMI, habitantes na fronteira entre o Brasil e a Venezuela Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL Brasil e a Venezuela → índios MARUBOS, habitantes da Área Indígena Vale do Javari
  14. 14. aldeias yanomami “... havia uma única construção. O centro era utilizado para os trabalhos, cerimônias e danças; os quartos eram dispostos num círculo completo. Para evitar invasores, havia apenas uma entrada, que podia ser fechada por painéis.” (VAN LENGEN, 2013, pg. 36) Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 1. A ALDEIA Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL
  15. 15. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 1. A ALDEIA Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL Aldeia Yanomami.
  16. 16. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 1. A ALDEIA A forma mais comum de assentamentos indígenas são as aldeias formadas por várias construções. O número de casas varia de tribo para tribo, porém todas estão dispostas de modo que cerquem a praça. Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL
  17. 17. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 1. A ALDEIA A praça pode ser: → externa: circular ou quadrada → interna: o centro de uma grande maloca AldeiaTupinambá. IlustraçãodeVan Lengen. Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL
  18. 18. aldeia bororo “Mesmo nos acampamentos temporários, o centro é constituído por uma grande cabana retangular – a casa dos homens, a oficina e a sala de cerimônias, que serve também como dormitório dos solteiros. As casas familiares são distribuídas numa circunferência da qual a casa dos homens é o centro.” (VAN LENGEN, 2013, pg. 29) Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 1. A ALDEIA a casa dos homens é o centro.” (VAN LENGEN, 2013, pg. 29) Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL
  19. 19. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 1. A ALDEIA Aldeia Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL Aldeia Bororo
  20. 20. aldeia bororo Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 1. A ALDEIA Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL
  21. 21. aldeias tirió “Como em todos os outros lugares, os Tiriós cercam a aldeia com hortas e, Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 1. A ALDEIA aldeia com hortas e, um pouco mais distante, com a floresta.” (VAN LENGEN, 2013, pg. 30) Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL
  22. 22. aldeias tirió Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 1. A ALDEIA → sítio plano → localizado na parte mais alta para facilitar a drenagem do terreno → distante não mais do que 1000 metros de um curso d’água → não pode ser adjacente à água – para evitar ataques Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL → não pode ser adjacente à água – para evitar ataques surpresa, pois o barulho da água poderia ocultar uma aproximação → o chão deve ser argiloso – para danças e cerimônias - chão arenoso ou rochoso machuca o pé → as hortas circundam a aldeia - mandioca, batata-doce, araruta
  23. 23. aldeias xerente “Os Xerente usam um sistema de grupos norte e sul e o plano semicircular original assumiu um formato de ferradura com o acréscimo em cada metade de um grupo externo. Há uma casa central dos solteiros e cada um dos grupos tem seu próprio local de reuniões dentro da circunferência.” (VAN LENGEN, 2013, pg. 34) Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 1. A ALDEIA da circunferência.” (VAN LENGEN, 2013, pg. 34) Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL Diagrama da aldeia mostrando dois grupos familiares (moeity) e a relação deles com o rio.
  24. 24. aldeias xerente Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 1. A ALDEIA SISTEMA DE HIERARQUIA CIRCULAR 1. tribo 2. grupos aliados 3. inimigos 4. invasores ou colonos 5. sol & lua Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL
  25. 25. “Os Timbiras consideram o formato circular de suas aldeias como umas das expressões mais genuínas de sua cultura. Enquanto mantiverem a sua consciência étnica, não viverão em disposições não circulares, sabendo que o formato original de suas aldeias era perfeito para a sua organização social e cerimonial.” (VAN LENGEN, 2013, pg. 45) Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 1. A ALDEIA pg. 45) Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL
  26. 26. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 1. A ALDEIA aldeias xavanteProf.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 1. Rua do dia 2. Rua da noite 3. Área das reuniões 4. Área dos rapazes 5. Cabana das crianças 6. Área de maquiagem 7. Caminho para as hortas 8. Cemitério 9. Caminho para a área de banho
  27. 27. aldeias tupinambás (e guaranis) “... formadas por quatro a oito casas retangulares, agrupadas ao redor de uma praça quadrada. A maior parte delas era fortificada com uma cerca dupla ou tripla e vários fossos, cheios de lanças um pouco queimadas.” (VAN LENGEN, 2013, pg. 30) Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 1. A ALDEIA Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL
  28. 28. Aldeia guarani (segundo Viveiros de Castro) Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 1. A ALDEIA PRAÇAProf.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL
  29. 29. “Quando os missionários começaram a interferir nas culturas indígenas, logo perceberam que precisariam modificar o significado dos círculos, Fizeram isso forçando as casas a serem construídas em Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 1. A ALDEIA uma disposição linear, com uma capela ao fim. “Mas mesmo agora, se pedirmos a um índio, que vive num sistema linear, para desenhar sua aldeia, ele fará um desenho circular.” (VAN LENGEN, 2013, pg. 35) Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL Sistema de hierarquia linear.
  30. 30. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 1. A ALDEIA – como ela é formada? Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL
  31. 31. acampamentos provisórios Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 1. A ALDEIA Em algumas regiões a migração ocorria regularmente de 2 em 2 anos ou de 5 em 5 anos. Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL “As principais ocorrências de mudanças em um curto tempo eram a quantidade de baratas ou o aumento de sepulturas dentro das malocas. Especialmente a proliferação de insetos forçava as pessoas a queimar todas as suas casas depois de alguns anos.” (VAN LENGEN, 2013, pg. 35)
  32. 32. acampamentos provisórios Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 1. A ALDEIA → guerra → abandono do litoral → ocupação no interior → clima: - estação seca – próximas às margens dos rios; - estação chuvosa – mudança para terras mais altas. Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL altas. → fertilidade do solo: - após alguns anos novas áreas ao redor da aldeia têm de ser desmatadas para preparação de novas hortas; - esse padrão se repete até que a distância entre as plantações se torne muito grande → a aldeia é abandonada e uma nova é construída em outro local
  33. 33. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 1. A ALDEIA → floresta → savana: - continuar usando a folha da palmeira → margens dos rios → terras mais altas: - continuar construíndo casas sobre palafitas migrações & materiaisProf.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL - continuar construíndo casas sobre palafitas → floresta tropical: - abundância de árvores de pequeno porte, fáceis de dobrar, perfeitas para montar estruturas pequenas e temporárias
  34. 34. ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL HABITAÇÃO oca / maloca Aula 02Aula 02 2Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL “... a habitação indígena é a entidade física onde a cultura e todas as expressões que a envolvem são praticadas.”
  35. 35. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 2. A HABITAÇÃO definições: MALOCA: casa comunal familiar. OCA: ninho de beija-flor que inspirou a forma das moradias. MalocaWananonacomunidade Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL MalocaWananonacomunidade CaruruCachoeira,altorio Uaupés.
  36. 36. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 2. A HABITAÇÃO Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL Ocas indígenas.
  37. 37. “Durante a construção da casa, na qual os vizinhos ajudavam e que mais tinha aspecto de uma alegre festa do que de Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 2. A HABITAÇÃO alegre festa do que de um trabalho árduo, homens e mulheres trabalhavam juntos, embora tivessem algumas tarefas diferentes.” (VAN LENGEN, 2013, pg. 49) Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL
  38. 38. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 2. A HABITAÇÃO atividade h m - escolher a planta ♦ ∗ - limpar a área ∗ ♦ - cortar a madeira ♦ - juntar material para os nós das estrutruras ♦ - erguer a estrutura ♦ - juntar e transportar sapê ♦ ∗ Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL - juntar e transportar sapê ♦ ∗ - juntar e transportar folhas de palmeira ♦ - confeccionar os maços ♦ ∗ - erguer os maços ♦ ∗ - colocar a cobertura do teto ♦ ♦sempre feito tanto por mulheres como por homens ∗ participação quando necessária
  39. 39. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 2. A HABITAÇÃO A maloca não é uma simples moradia comunitária, é também um espaço fundamental para a realização dos rituais. Seu desenho interno tem significados especiais, permitindo reviver as grandes cerimonias, a trajetória primordial dos antepassados, conhecida através dos mitos de origem das nossas sociedades. Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL mitos de origem das nossas sociedades. Durante muitos anos essas construções foram alvos de ataques por parte dos missionários, resultando em seu completo abandono pelas comunidades situadas no lado brasileiro. Atualmente vêm sendo recuperadas em alguns locais. in: http://www.foirn.org.br/destaques/as-malocas-2/
  40. 40. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 2. A HABITAÇÃO – uso do espaço “A maloca não era dividida em zonas de atividade, mas sim climáticas. As atividades eram executadas nos lugares com a temperatura naturalmente ou artificialmente adequada.” (VAN LENGEN, 2013, pg. 44) Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL Planta baixa de uma maloca típica do alto rio Negro.
  41. 41. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 2. A HABITAÇÃO – uso do espaço 1. porta principal 2. porta menor 3. área de alimentação 4. banco longo para assistir às danças 5. pote com bebida cerimonial 6. selo do dançarino principal 7. fogueira do caçique e sua família 8. fogueira do filho mais velho Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 8. fogueira do filho mais velho 9. fogueira do filho mais novo 10. plataforma para o pai 11. plataforma do filho mais velho 12. plataforma da esposa do filho mais novo 13. panela para secagem da mandioca 14. pote e pilão
  42. 42. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 2. A HABITAÇÃO índios kaingang “Onde quer que as mulheres se sentem e acendam o fogo, aí o acampamento é montado. Nesse acampamento temporário, todos dormem Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL acampamento temporário, todos dormem aconchegados uns nos outros com os pés virados para o fogo. A “casa” é normalmente montada em meia hora e consiste em uma simples estrutura deita de folhas e madeira.” (VAN LENGEN, 2013, pg. 42)
  43. 43. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 2. A HABITAÇÃO Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL
  44. 44. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 2. A HABITAÇÃO Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL
  45. 45. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 2. A HABITAÇÃO Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL
  46. 46. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 2. A HABITAÇÃO Além dos abrigos temporários dos índios Kaingang, outras tribos também têm suas técnicas e tipologias para edificação de abrigos temporários, que são usados em temporadas de caça ou durante as viagens. a. tronco de árvore vivo b. paus menores, retos c. galhos semi-circulares Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL
  47. 47. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 2. A HABITAÇÃO planta baixa circular planta baixa elíptica planta baixa planta baixa a b c d Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL planta baixa antropomorfa planta baixa semi-elíptica planta baixa retangular planta baixa poligonal e f
  48. 48. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 2. A HABITAÇÃO – planta baixa circular Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL Casa Xavante – planta baixa circular, corte e fachada.
  49. 49. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 2. A HABITAÇÃO – planta baixa circular Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL Casa Tiriyó – planta baixa circular.
  50. 50. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 2. A HABITAÇÃO – planta baixa circular Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL Casa Tiriyó – planta baixa circula; fachadas e cortes.
  51. 51. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 2. A HABITAÇÃO – planta baixa elíptica Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL Casa Tiriyó – planta baixa elíptica.
  52. 52. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 2. A HABITAÇÃO – planta baixa elíptica Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL Casa Tiriyó – planta baixa elíptica; cortes e fachadas.
  53. 53. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 2. A HABITAÇÃO planta baixa semi-elípticaProf.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL Casa Tiriyó: planta baixa semi- elíptica; cortes.
  54. 54. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 2. A HABITAÇÃO planta baixa semi-elípticaProf.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL Casa Tiriyó: planta baixa semi- elíptica; cortes e fachadas.
  55. 55. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 2. A HABITAÇÃO – planta baixa semi-elíptica Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL Casa-aldeia Tukâno: planta baixa semi-elíptica.
  56. 56. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 2. A HABITAÇÃO – planta baixa semi-elíptica Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL Casa-aldeia Tukâno: planta baixa semi-elíptica; cortes e fachadas.
  57. 57. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 2. A HABITAÇÃO – casa antropomorfa Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL Casa Xinguana – antropomorfismo; planta e corte.
  58. 58. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 2. A HABITAÇÃO – casa antropomorfa Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL Casa Xinguana – antropomorfismo; fachadas.
  59. 59. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 2. A HABITAÇÃO casa retangular Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL Casa Tiriyó – planta baixa retangular.
  60. 60. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 2. A HABITAÇÃO casa retangular Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL Casa Karajá (antiga) – planta baixa retangular.
  61. 61. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 2. A HABITAÇÃO – casa retangular Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL Casa Karajá – planta baixa retangular.
  62. 62. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 2. A HABITAÇÃO casa retangular Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL Casa Tapirapé – planta baixa retangular.
  63. 63. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 2. A HABITAÇÃO – casa retangular Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL Casa Tapirapé – planta baixa retangular; cortes e fachadas
  64. 64. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 2. A HABITAÇÃO – planta baixa poligonal Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL Casa-aldeia Yanomami – planta baixa poligonal; encaibramento.
  65. 65. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 2. A HABITAÇÃO – planta baixa poligonal Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL Casa-aldeia Yanomami – planta baixa poligonal; corte e vistas.
  66. 66. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 2. A HABITAÇÃO – planta baixa poligonal Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL Casa-aldeia Yanomami – planta baixa decagonal; encaibramento.
  67. 67. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 2. A HABITAÇÃO – planta baixa poligonal Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL Casa-aldeia Marúbo – planta baixa pdecagonal; corte e vista longitudinais.
  68. 68. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 2. A HABITAÇÃO – planta baixa poligonal Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL Casa-aldeia Marúbo – planta baixa pdecagonal; corte e vista transversais.
  69. 69. ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO Aula 02Aula 02 3 Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL
  70. 70. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 3. MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO → as técnicas e materiais empregados se assemelham entre as tribos → diferenças na forma de aplicar → adaptação em relação à região climática na qual a tribo esta inserida: • materiais semelhantes, porém diferentes em sua composição natural Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL composição natural Içamento das folhas a serem fixadas aos caibros. Os modos de amarrá-las varia de acordo com a inclinação do telhado ou da parte em que vão ficar as folhas, como os cantos ou a cumeeira.
  71. 71. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 3. MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO MADEIRAS FOLHAS Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL FOLHAS FIBRAS
  72. 72. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 3. MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO folhas de PALMEIRA fibra do Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL fibra do CIPÓ fibra do SAPÉ
  73. 73. ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL TÉCNICAS CONSTRUTIVAS Aula 02Aula 02 4 Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL
  74. 74. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 4. TÉCNICAS CONSTRUTIVAS materiais diferentes condições meteorológicas diferentes Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL variação no emprego da tecnologia
  75. 75. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 4. TÉCNICAS CONSTRUTIVAS Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL
  76. 76. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 4. TÉCNICAS CONSTRUTIVAS Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL
  77. 77. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 4. TÉCNICAS CONSTRUTIVAS ampliação... Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL
  78. 78. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 4. TÉCNICAS CONSTRUTIVAS ampliação...Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL
  79. 79. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 4. TÉCNICAS CONSTRUTIVAS • Exemplo de habitação com paredes separadas do telhado. • Uso de vigas longitudinais colocadas de par em par. Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL • Exemplo de habitação com estrutura única parede/ telhado. • Os postes internos também são utilizados para amarrar redes e pendurar comida, afastando-a do chão.
  80. 80. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 4. TÉCNICAS CONSTRUTIVAS Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL • Exemplo 1: estruturas menores. Aberta. • Exemplo 2: estruturas maiores. Aberta. • Exemplo 3: estruturas maiores. Fechada.
  81. 81. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 4. TÉCNICAS CONSTRUTIVAS Shabono: a grande casa-aldeia da tribo Yanomami Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL
  82. 82. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 4. TÉCNICAS CONSTRUTIVAS Shabono: a grande casa-aldeia da tribo Yanomami Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL
  83. 83. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 4. TÉCNICAS CONSTRUTIVAS – amarração e encaixes definições: AMARRAÇÃO: conjunto de procedimentos técnicos para fixação dos diferentes elementos construtivos – de estrutura ou de revestimento. → entrelaçamento das peças em madeira feito com cipó Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL cipó → encaixe lateral: os paus são ligeiramente escavados para a obtenção de melhor ajustamento → encaixe de topo: quando uma peça horizontal é fixada acima de outra vertical → as diferentes técnicas podem ser usadas ao mesmo tempo
  84. 84. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 4. TÉCNICAS CONSTRUTIVAS – amarração e encaixes Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL
  85. 85. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 4. TÉCNICAS CONSTRUTIVAS amarração e encaixes Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL
  86. 86. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 4. TÉCNICAS CONSTRUTIVAS A disposição das folhas é uma tarefa importante. Chuvas fortes são freqüentes, logo a cobertura deve estar bem entrelaçada para que se torne impermeável. Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL
  87. 87. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 4. TÉCNICAS CONSTRUTIVAS – amarração e encaixes Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL Fixação de painéis: A1) Folhas de palmeira entrelaçadas sobre a cumeeira. Utilização de grampos A2) Revestimento parietal em líber. Enlace com cipós. B) Revestimento em folhas de palmeira (vista interna). Enlace com cipós.
  88. 88. Aula 02Aula 02 ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL 4. TÉCNICAS CONSTRUTIVAS – amarração e encaixes Revestimentos de sapé.Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL Revestimentos de palmeira.
  89. 89. ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL Aula 02Aula 02 BIBLIOGRAFIA • STADEN, Hans. Viagem ao Brasil. RJ: Academia Brasileira, 1930. • VAN LENGEN, Johan. Arquitetura dos índios da amazônia. SP: B4 Editores, 2013. • WEIMER, Günter. Evolução da arquitetura indígena. in: Artigos, 13/05/2014. SITES Prof.LilaProf.LilaDonatoDonato ARQUITETURAINDÍGENANOBRASILARQUITETURAINDÍGENANOBRASIL SITES http://www.foirn.org.br/ http://historiadaartedaarquiteturaedacidade1.blogspot.com.br/2011/09/cult ura-indigena-no-brasil-as-aldeias.html http://arquitetofala.blogspot.com.br/2011/12/arquitetura-indigena-no- brasil.html

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