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PROVA DO IPAD

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Agentesegmunicipalclasse1guardamunicipaltipo1

  1. 1. ‘ PREFETTURA DO RECIFE _ SEGRETARIA DE ADRHNIST. E GESTAO DE PESSOAS E SEC. DE SEGURANCA URBANA Tipo 1 CARGO: Agente de Seguranga Municipal — Classe I —— Guarda Municipal NÌVEL: MÉDIO TURNO: TARDE LEIA COM ATENQZÀO A5 INS-AÎRUQÒES ABAIXO ' Î 9 , . . .. . . ‘d’ So abm estc caderno depoxs de ler as mstrugoes e quando fot autonzado pclos fiscms da sala. o . ‘a? Ptcencha os dados pessozus. è . . , . . , . - _, . "o? Autonzado o 1n1c1o da rova vcnfi ue se cstc cademo contem 50 cm uenta uestocs. Se. nao esnver P a ‘ì ‘I completo, solicite outto a0 fiscal da sala. o _ . , . . . °0° Todas 21s qucstòcs desta prova sao do mp0 mulnpla cscolha e aptesentam 5 (cmco) altemauvas de resposta, scudo somcntc urna delas a tesposta cometa. o . . . ‘W’ A0 receber a folha de xcspostas, confira seus dados. Qualqucr uregulandadc observada comumquc imedìatamcxxte a0 fisca]. o , _ , , ‘o’ Assmalc‘: a resposta de cada qucstao no corpo da prova c, so dcpols, transfixa os resultados para a folha de respostas. 4 . . , . ‘o’ Para marca: a folha de respostas, unhze apcnas caneta csferogafica de unta azul ou prcta c faga as marcagòes dc acordo con: o modelo ( É ). Lfo gjc admifindg mura; o - . _ - _ . . . , . . , ‘o’ Nao nsquc, nao amasse, nao dobte c nao suye a folha de respostas, po1s1ss0 podera prejudxca-lo (a). ò . ,, _, . . . . ._ . , ‘c’ Os fiscms m0 estao autonzados a 5mm: opmmo nem a prestar csclaxeamcntos sobre o contando das provas. Cabe {mica c exclusivamcnte a0 candidato interprctar e decidix. IDENTIFICACÀO DO CANDIDATO Identidade I CPF _ ‘ Prédio / Sala: Assìnatura do Candidato Boa Sorte!
  2. 2. Esso Concorso Pùblico- 2014 Prefettura do Recife — Secretaria da Administ. e Gestào de Pessoas e Sec. de Seguranga Urbana inno-u Tipo 1 Cargo: Agente de Seguranga Municipal — Classe l — Guarda iiliunicipai - Nivei Médio As questoes de 01 a 05 estào relaclonadas ao texto, abaìxo tansuito. A Ética da Conveniència (Em Étìca e Vergonha na Caral Campinas - SP: Papirus 7 Mares, 2014 — Coiecào Papirus Debates), trata de dialogo entre os autores do texto Mario Sergio Cornelia, Filosofo, Professor da Pontificia Universidade Catoiica de Sào Pauio — PUC, Palestrante, autor de dlversas obras e Ciòvis de Barros Filho, fonnado em Direito, Mestre em Cièncìa Politica na Universldade de Paris III (Sorbonne-Nouveile), Douhor, Professor da Universidade de Sào PauIo e Pesquisador e Consultor em etica da Unesoo. “Mario Sergio Cartella — É impossivel, numa oonversa que envolve o tema da oorrupoào, deixar de atrelar a ele a questào do relativismo moral. da etica da convenièncla — ‘se é bom para mim, tudo bem'. Gostaria de iniciar este nosso bate-papo Iembrando um fato que ocorreu no finai de 2012, em Navarra, Espanha, e que tomou proporcòes consideràveis ao ser divulgado. Em uma corrida de cross-country, o quenìano Abel Mutai, medaiha de outro nos très mii metros 00m obstàculos em Londres, estava a pouca distància da linha de chegada e, confuso 00m a sinalizacào, parou para posar para fotos pensando que jà havia cumprido a prova. Logo atràs vinha oulro corredor, o espanhol lvàn Femàndez Anaya. E 0 que fez ele? Comecou a gritar para que o queniano, ficasse atento, mas este nào eniendia que nào havìa ainda cruzado a linha de chegada. O espanhol, entao, o empurrou em direcào à vitòria. Bom, atora o ato incrivel de fair play, hà uma coisa maravilhosa que aconteceu depois. Com a lmprensa inteira ali presente, um jomalista, aproximando o microfono do corredor espanhol, perguntou: "Por que o senhor fez iss0?". O espanhol replicou: ‘Isso o què? . Eie nào havîa entendido a pergunta — e o meu sonho é que um dia possamos ter um tipo de vida comunitaria em que a pergunta feita pelo jomaiista nào seja mesmo entendida -, pois nào pensou que houvesse outra coisa a ser feita que nào aquiIo que ele fez. O jomaiìsta inslstiu: ‘Mas porque o senhor fez isso? Por que o senhor deixou 0 queniano ganhafl". Eu nào deixei ganhar. Eie ia ganhar‘. O jornalista continuou: “Mas o senhor podia ter ganho! Estava na regra, ele nào not0u. ..". "Mas qual seria o mérito da minha Vitoria, qual seria a honra do meu titulo se eu deixasse que ele perdesse? ". E continuou, entào, dizendo a coisa mais bonita que eu li envoivendo a questào da ética do cotidiano: "Se eu ganhasse desse jeìto, o que ia falar para a minha màe? ". Como màe é matrìz de vida, fonte de ida, eia é a ùltima pessoa que se quer envergonhar. Porque etica tem a ver 00m vergonha na cara, 00m decència, e, repito, a ùitima pessoa que se quer envergonhar é a mae. È curioso, mas ate bandido pode ser prova disso. Por exemplo, jà houve situaoòes de assalto a banco com reféns em que o sujeito, mesmo com a poiicia toda em volta fazendo o cerco, nào se rende. Al a policia chama a màe deie. EIa chega, oom a boisinha no braco, e diz: "Sai dai, menino! ". E ele sai. É por isso que considero essa ideia da matriz do desavergonhar urna coisa extremamente inspìradora para que jamais venhamos a adotar isso a que me referi come étîca da convivència. Vocé percebe isso, Clòvis? Ciovis de Barros Filho — O tempo inteiro. A logica do resultado, da meta e do sucesso acaba se impondo de tal forma que os procedimentos e a maneira de atingir um objetivo acabam sendo sucateados e coiocados come uma questào menor. isso que voce faiou, Corteila. a respeito da màe me faz lembrar d'o banquete, de Platào. No primeiro discurso, Fedro diz que, se existisse uma cidade de amantes, eia seria perfeìta e lndestrutlvei. porque nào hà nada mais vergonhoso do que uma pessoa fugir ou praticar uma atitude indigna diante de alguém que eia ama. Entào, se houvesse mais afeios e mais preocupaoào, digamos, em nào desonrar pessoas que nos querem bem, provavelmente terlamos reiaoòes melhores e uma sociedade melhor. A etica tem de ser tratada por um prisma de paixòes, de emooòes e de sensacòes. Tenho a nitida impressào de que, toda vez que estamos diante de diiemas exìstenciais, e muito importante observannos o duelo entre esperanga e temor. Quer dizer, muitas vezes, temos a esperanoa de auferir bons resuitados e ate ‘de minimizar custos e esforoos com isso. Entào, de um Iado a esperanca é um ganho de potència a partir de uma situacào imaginada que é vanlajosa, prazerosa, que è boa, enfim. De outro Iado, temos 0 temor, que é justamente o contrario, ou seja, o individuo se apequena diante de uma situagzào imaginada, diante de uma oonsequéncia nefasta que possa Ihe acontecer. Muitas das atìtudes indignas e desonrosas que observamos acabam sendo a Vitoria da esperanca sobre o ternor. Pagina 1/11 Èpummdn n mpmuupnapmas pura fin: didfilicvl. demo qua cima: a lame.
  3. 3. IQIHYVOK H. » hanno Concorso Pùblico- 2014 Sàfimfimm Prefeltura do Recife - secretaria de Admlnlst. e Gestào de Pessoes e Sec. de Sggurang Urbana 333'333" Tipo 1 Cargo: Agente de Seguranca Munlclpai - Classe I — Guarda Municipal — Nivel Médîo Tratando diretamente da tematica da corrupcào, temos o individuo que se ve diante da possibilidade de um fantastico enriquecimento mediante um esforco minimo. É claro que existe ali a possibiiidade de ganho; ele ìmagina, num primeiro momento, todos os efeitos encanladores desse ganho, o que e uma esperanca — esperanca, repito, e um ganho de potencta de vida determinada por uma situacao imaginada, um conteùdo de oonsciencia. Mas, em seguida, ele visiumbra também a possibiiìdade de ser pego, de cair em desgraca, de se ver em situacào muito mim. E ai se estabeleoe um duelo de afetos, como se fosse uma soma de vetores: de um Iado a esperanca de se dar bem e de outro o medo de se dar mal. Acredito que é aqui que a questào das instituicòes e da sociedade se impoe. Porque, se temos uma sociedade esgarcada, încapaz de produzir temor sobre aqueies que pretendem auferir vantagens de situacoes ilegais, indecorosas ou eticamente condenaveis, acabamos, de certa maneira, estlmulando um comportamento que nào queremos. Cortela — Voce esta empregando o tenno esperanga como forca vital, aquiio que irnpulstona, aquiIo que inspira. curiosamente, do ponto de vista etimologico, "esperanca", spes, significa o "sopro", de onde vem tambem 'espirro". A origem de ambos os lermos é a mesma. Pertanto, aquiIo que impulsiona, que insplra inclusive para o equivocado. E uma ideia de que gosto muito e que voce usou é a da pessoa que, tendo o temor, se apequena. Os latinos usavam a expressào covarde, que acho muito forte, para caracterizar o individuo que nào e vitorioso e que, em vez de se engrandecer, se apequena, se acovarda diante de uma situacào. Os romanos o chamarlam de pusilànime —- a pusiianlmidade sendo um defeito de caràter. Em grande medida, quando pensamos em apodrecimento ético, isso nada mais é do que uma forma de pusilanimidade — e, usando o seu raciocinìo, pusilàniiìie seria aquele em quern a esperanca venceu o temor, invertendo ate o que seria o obvio. .. e que nào é tào orbvio, por isso gostei do modo como voce colocou. Mais ate do que esperanca, eu chamaria de expeclativa. Portanto, nào se trata da esperanca como virtude, mas da esperanca como uma expectativa de impunidade e de sucesso que ultrapasse o risco do temor, isto e, uma expectativa de que o deiito compense a eventual situacào da penalidade — recorrendo ao Dos deiitos e das penas, de Beccaria, século XVIII. É curioso, porque isso marca um pouco a nossa conduta em vàrias situacòes do dia a dia. Na sua percepcào, Clovis, quando voce diz que a etica e uma ernocào, que e um impulso, supoe que isso seja algo atàvico, tal como considera Freud? Clòvis — Sim, estou absolutamente convencido de que a é nossa essència, de feto, uma potencia vital. Cortelia —- Um gene egoista, para brincar com o titulo de um Iivro do ateu Richard Dawkins. Clovis — Isso. De certa maneira, essa poténcia oscìla. Por exemplo, quando acordo de manhà, muilas vezes estou indisposto e sem nenhum tesào para a vida. Eu, que moro em Sào Paulo, saio de casa às seis e mela da manhà, um horàrio sem transito, e gosto das coisas que vou enoontrando no caminho. Gosto do meu bairro. Durante todo o meu trajeto em direcào à Cidade Universitaria, onde dou aulas, observo tudo o que me rodeia, tudo o que vai acontecendo, e sinto que melhora o meu estaclo vital, a minha energia vital. Jà na Cidade Universitaria, com seus grandes espaoos, com suas grandes àreas, encontro-me com os alunos e comeco a aula. Por volta das dez horas da manhà, estou em cima da mesa, gritando, cheio de entusiasmo (eu gosto muito do que falo, e isso nào é arrogància, mas condicào de bem viver. O que posso fazer se me encanto com as ooisas que falo 7|). O que aconteoeu entre cinco e dez da manhà’? Houve um evidente ganho de potència de agir. É o que Espinosa chama de alegrîa, passagem para um estado mais potente do proprio ser. E o mundo que encontrei foi um mundo alegrador. Determinou em mim um ganho de potencia de agir. É claro que as ooisas nem sempre conlinuam dessa maneira. Pode vir uma secretària enlouquecida me dizer que eu grito muito, que estou atrapaihando os outros professores, e a minha potencia de agir despenca. A isso chemamos de tristeza. Assim vou prosseguindo, e o mundo ora me aiegra, ora me entristece, dependendo de como ele faz oscilar essa minha potencia de agir. Mas, no caso especifico da corrupcào, existem os dois outros afetos a que me referi — porque, afinal, afeto e essa passagem, essa oscilacào, e a interpretacào que nesso corpo dà para aquiIo que o mundo impoe a ele, para aquiIo que acontece com ele —, a esperanca e o temor. Como Espinosa define esperanca? É justamente um tipo particular de aiegria. Nào e uma alegrîa determinada por aquilo que enoontramos no mundo, mas uma alegrîa determinada pelo que imaginamos deie. Espinosa chama essa esperanca de pabrào triste. E por que? Porque, quando nos perdemos entre a esperanca e o temor, que é a perda da potencia determinada por um conteùdo de consciencia, estamos perdendo a oportunidade de nos reconciiiarmos com o real e de nos deixarmos alegrar ou entristecer. Entào, de certa maneira, esse e o grande problema do individuo que nào espera o mundo chegar oom sua carga de alegrîa ou de tristeza e acaba, de um modo ou de outro, antecipando e vivendo aqullo que Espinosa chama de flutuagào da alma“. Pàgîna 2111 E pennitîdw a rrprodugfin apatia: par: fin: didàiicon. dado out citata I torno.
  4. 4. Concurso Pùblico- 2014 01 . O tema central do texto que acabamos de ler é: A) Afazeres do cotidìano. B) Corrida de cross-country. C) Forma de entrevistar dos jomalistas. D) Ética e corrupgào. E) A paisagem no caminho da Universidade. O2. Segundo os autores, a logica dos resultados, das metas e do sucesso, impòe atiludes para alcancar um objetivo que termina por sucalnear e colocar a etica como uma questào menor. Que preocupagào deverlamos ter para vivermos numa sociedade melhor? A) Considerar apenas o resultado e o sucesso de nossas aoòes. B) Buscar 0 sucesso a qualquer prego. C) Nào nos preocupannos em atingirmos com nossas acbes as pessoas que nos querem bem. D) Nào desonrarmos a5 pessoas que nos querem bem. E) Desprezarmos o afeto pelas pessoas‘ 03. Para Clòvis de Barros Filho quando estamos diante de um dilema existencìal assistirnos o duelo entra: A) Desespero e soluqào. B) Esperanca e temor. C) Tnsteza e alegrîa. D) Desespero e medo. E) Ousadia e esperanga. 04. Segundo Mario Sergio Cartella os Romanos chamavam de Pulsilànime a pessoa que: A) Era virtuosa. B) Nào se oorrompia. C) Tinha defeito de caràter D) ‘lînha sangue quante. E) Nasceu na Penslrvania. 05. Clovìs deixa expllcito, no texto, que a étlca està ligada à paixào e à emocào. Emogào, especificamente, no sentido de: A) Incapacidade de amar o pròximo. B) Capacidade orgànlca de chorar. C) Capacidade orgànica de sorfir. D) Forca fisica. E) Potèncìa vital. O I PAD hanno a: nuyxuntw nuca A: Prefeitura do Recife — Secretaria de Adminìsf. e Gesîào da Pessoas e Sec. da uran a Urbana Tipo 1 Cargo: Agente de Seguranqa Munlclpal — Clse I — Guarda Municipal - Nîvel Médlo 06. N0 lexto, os autores cìtam Espinosa que define esperanga como sendo: A) Qualquer tipo de alegrla. B) Paìxào alegre. C) Tipo particular de alegrîa. D) Reconcillagào com o irreal. E) Distanciamento do real. lndique a alternativa cujo emprego da letta Z està correte: A) lnfemìzar, Vrtimizagào. lnferiorìzar, Materializar, Comercializar. B) lnfernisar, wtìmìsar, lnferiorizar. Materîalizar, Comercialisar. C) lnfemizar, Vltîmlsar, Inferiorisar, Materlalisar, Comercìalizar. D) Infernisar. Vitimizar, lnferìorizar, Materialisar, Comerciallzar. E) lnfemizar, Vitlmlzar. lnferiorisar, Materlalizar, Comercializar. Qual a alternativa, cujo emprego da vlrgula, encontra-se em acordo com a norma culla da lingua porluguesa? A) Virgula, no lexto às vezes tem demais, às vezes de menos, e também muda o sentldo da frase. B) Virgula no lexto, às vezes, lem demaìs, às vezes, de menos e também muda o sentido da frase. C) Todos. os jogadores chutavam chutavam e nào faziam gol. D) Roberto professor. emerito de quimlca falou sobre a evaporaoào da àgua. E) Podemos, dizer que a aula foi perfeita ràplda Clara objetìva e animada. Marque a altemativa cuja flexào nominal e verbal està em acordo oom a norma culla da lingua portuguesa? A) Voces sabe o quanto eles se gesta. B) Vocès sabem o quanto eles se gesta. C) A gente sabe o quanto eles se gostam. D) A gente sabemos o quanto eles se gesta. E) A gente sabemos o quanto eles se goslam. Pagina 3111 E permuta‘: a nmodupaa apcnu pm fine 4146:1006, 084C quo dada a han.
  5. 5. lndìque a alternativa cuja concordància nomina! e verbal està em concordància com a norma culta da lingua porluguesa. A) Os professores da alfabetizaqào, da Escola Wda, ganha um salario multo pequeno. B) Os professores da alfabetizagào, da Escola Vida, ganham urn salario muito pequeno. C) Os professores da alfabetizagào, da Escola Vide, ganha um salario muito pequenos. D) Os professores da alfahetlzagào, da Esoola vida, ganham um salario muito pequenos. E) Os professores da alfabetizaoào, da Escola Vida. ganha uns salàrios muito pequeno. 11. Suponha que um certo equipamento eletrònlco possa apresentar somenle 2 tipos de defeitos (D1 e D2). Considera as seguìntes probabilidades: . A de apresentar o defeito D1 seja 30%. . A de apresentar D defeito D2 seja 25%. . A de apresentar 0 defeito D1 ou D2 seja 40%. Se um desses equìpamenîos for observado, qual a probabilidade dele apresentar os defeitos D1 e D2? A) 95%. B) 55%. c) 15%. D) 27.5%. E) 20%. 12. Exlstem 2D automòveìs em um deposito, B deles sào movidos somente à gasolina, 2 somente à alcool e o restante sào flex (movidos à alcool 00 à gasolina). Dois desses automovels sào esoolhidos ao acaso, sem reposlgào, qual a probabilidade de ambos serem movidos à gasolina? A) 80,0%. B) 76,5%. C) 85.5%. D) 75,0%. E) 88,5%. a I IDIIHÌVNK Concurso Pùbllco- 2014 tzfià Prefettura do Recife — Secretaria da Adminlst. e Gestio de Pessoas e Sec. de Sgguranga Urbana 33-31%: Tlpo 1 Cargo: Agente de Seguranoa Municìpal — Classe I — Guarda Munlclpal — Nlvel Médio 13. Qual o valor de W na seguinbe expressào: W= (2I5)+(5I3)—(1) A) 15/15. B) 18/15. c) 5. D) 15/35. E) 35115. 14. Quatrocentos e trlnta declmetros equivalem a quanto em tennos de hechòmetro? A) 4,333. B) 0,043. c) 43,000. D) 0,430. E) 4,300. Oitenta decalitros equìvalem a quanto em termos de metro cùbico? A) 8,0. a) 800.0. c) 0,8. D) a0. E) 8000.0. 16. Se eu gastei 800 reals para oonstruir um muro de 40 metros quadrados, quantos reais eu gastana para construir um muro de 100 metros quadrados? A) 1200. B) 2400: C) 1800. D) 2000. E) 2500. 17. Qual a taxa anual de juros que faz um capital quintuplicar seu valor numa aplloagào financeira durante 12 rneses? A) 300%. B) 150%. c) 50%. D) 500%. E) 400%. 18. Numa operacao financeira. durante 6 meses. resgatei 1.260 reais. Se a taxa semestre! de juros era de 5%, quantos reais eu apliquei? A) 80D. B) 1200. c) 1060. D) 1000. E) 9000. Pagina 4/11 Îpermmdn n ropmwgaio spuma par: m: ritmico: dente que una a tonia.
  6. 6. i050 Concurso Pùblico- 2014 E452.. . Prefeitura do Recife — Secretaria de Administ. e Gestào de Pessoas o Sec. de Se uranqa Urbana r Tlpo 1 Cargo: Agente de Seguranga Municipal — Classe l— Guarda Munlcipal - Nivel Médlo 19. Considera os seguintes conjuntos numérioos: A = 92.26.28.30}; B = (26.28.3234); C = {28,32,38,39}; D = {28.3B,48,5B) Entao: o conjunto E, tal que E= (A U C) F) (B U D), é: A) {26,28,32,38}. B) (23). c) {2538}. D) {26,28). E) {22,26,28}. Considera os seguintes conjuntos numéricos: A = {23,32,45,67,88,9D), B = {32,67,89,92) e C = {32,B9.93,96}; dal, podemos afirmar que: A) {S257} pertence ao oonjunto A U B. B) {32}= AUBUC. C) 32 asta contldo em A U B U C. D) 32 esta contldo em A n B f) C. E) (23,32) nao esta contido em A l’) B n C. -"-ì-‘è‘"’"fsî“x7*î= ‘rrî"*us. î°sì"-î? iv -. ‘r = . îz= ‘-—. ,:3:: î - «età-Bis: - 21. A respelto da tentativa, é coggo afirmar que Beltrano que efetuou disparos de arma de fogo oontra Clclano, sem Dontudo atingl-Io. incorre: A) No crime de homicidio consumado, visto que a lntenqao de Beltrano era celfar a vida de Ciclano. B) Ameaga, visto que 0s disparos de arma de fogo nao atlngiram Ciclano. C) No crime de dlsparo de arma de fogo em via pùblìca. D) A conduta é atipica, visto que Ciclano nao foi atingido. E) Em tentativa de homicidio. 22. Beltrano e Cìclano saem juntos para oomernorar o sucesso obtido em ooncurso pùblioo. Beltrano nào pode ingerir em hipòtese alguma beblda alooòlica. Entretanto, Ciclano coloca às esoondidas alcool no refrigerante de Beltrano. A0 tomar o refrigerante, Beltrano perde a capacidade de se comportar confonne o diretto e de entender inteìramente o carater illcito de seus atos. Totalmente fora de sl, Beltrano quebra uma garrafa na cabega de Ciclano que falece. Considerando o exposto, é correte afirmar. A) Beltrano està isento de pena porque no momento que ceìfou a vida de Cìclano encontra-se em situagào de inimpulabilidade. B) Beltrano nao oometeu nenhum crime, visto que està amparado pela excludente de estado de necessidade. C) Beltrano respondera por homicidio. pois a embriaguez em nenhuma hipòtese o isenta de pena. D) Beltrano respondera por homicidio visto que deveria ser mais cuidadoso para nào ingerir bebida alcoòllca. E) Beltrano esia isento de pena porque agiu sob coagào irresistlvel. 23. Autorldade policial aceitou recompensa de genitor apòs concluir as investigaooes que levaram a prisào do autor do homicidio de seu fîlho. Considerando o exposto, é correto aflnnar que a autoridade policial: A) Nào incorreu em nenhum crime. B) Cometeu o crime de corrupoào passiva. C) Cometeu o crime de corrupgao ativa. D) Cometeu 0 crime de prevarlcaqào. E) Corneteu o crime de ooncussao. Pagina 511 1 i pennllîdt a top/ adagio apcnn pia fiat amaca, dado qun ma: a fonte.
  7. 7. Concurso Pùbllco- 2014 24. Beltrano, decide levar em sua cintura um simulacro de arma de fogo por se encontrar assustado oom a vioiència na localidade onde resìde. Dentro do ònibus quando se deslocava para seu trabalho foi abordado por policiais que apreenderam o referido simulacro e efetuaram a prisào de Beltrano. Considerando o exposto. e conato afirmar: A) Que a prisào de Beltrano foi Iegai, visto que a Lei Federal n° 10.826, de 22 de dezembro de 2003 (Estatuto do Desarmamento), veda a fabricaqào, a venda, a comercializacào e a importacào de brinquedos, répiicas e simulacros de armas de fogo, que com estas se possam confundir em lodo territorio nacional. B) Que a prisào de Beltrano foi iegai, visto que Beltrano poderia ameacar algum dos passaîeîrorsffi C) Que foi ilegal a prisào, visto que a Lei Federai n° 10.826, de 22 de dezembro de 2003 (Estatuto do Desarmamento), nào considera crime o porte de simulacro de. arrna de fogo, D) Que foi ilegal a prisào, visto que Beltrano necessitava de autorizacào legal de autoridade competente para portar simulacro de arma de fogo. E) Que foi Iegai, visto que a Lei Federal n° 10.826, de 22 de dezembro de 2003 (Estatuto do Desarrnamento), nào distingue entre o simulacro e a àÎma de fogo real. 25. Beltrano, aproveitando-se da greve da torce estaduai de seguranca pùbiica, invade casa de eletrodomésticos à noite, arromba a porta de acesso e subtrai televisào. Apos ampia divulgacào do acontecido pelos meios de imprensa, Beltrano arrepondido devolve a televisào. Considerando o exposto, é correte afirmar que Beltrano: A) Nào cometeu crime algum, visto que devolveu a televisào. B) Cometeu o crime de roubo, visto que agiu quando a forca de scguranca do Estado se encontrava de greve. C) cometeu o crime de apropriacào indebita, visto que inobstante tenha subtraido devolveu o objeto. D) cometeu o crime de furto, sendo irrelevante para consumagào do cilado crime a devolucào da teievisào. E) Cometeu o crime de estelionato visto que agiu com ardil se aproveitando da greve da forca de seguranca do Estado. ieee murrrno n vuluwnnîn . u: una irta/ montava Prefettura do Recife — Secretaria do Administ. e Gestào de Pessoas e Sec. de Scguranca Urbana 1533533’ Tipo 1 Cargo: Agente de Seguranga Municipai — Classe I — Guarda Municipai — Nivel Medio 26. Agente de Seguranca Municipai acusado de receber propina mente ao Juiz no momento de sua audiència de interrogatorio. De imediato, o magistrado prende o agente de seguranca pela imputacào do crime de falso testemunho. Considerando o exposto, pode-se afirmar que: A) Agiu corretamente o maglstrado. visto que o agente de fato incorreu no crime de falso testemunho. B) Agiu incorretamente o magistrado, visto que o agente estava na quaiidade de acusado. C) Agiu corretamente o magistrado, visto que embora o agente estivesse na quaiidade de acusado, ele, ‘poderia permanecer em silèncio, mas nào mentìr . no interrogatorio. D) Agiu incorretamente o magistrado. visto que o agente de seguranca municipal nào pode exercer o direilo ao siléncio quando acusado de recebimento de propina. E) Agiu corretamente o magistrado, visto que do contrario incorreria no crime de prevaricacào. Assinale, de acordo com a Constituìcào Federal do Brasii, a assertiva cometa: A) O Agente de Seguranca Municipai que adenlra em residència para prender cm flagrante delito incorre em crime de invasào de domicilio, visto que so os orgàos policiais podem prender em tal circunstancia. B) A vida é o bem mais precioso na natureza e por esta razào tem como caracteristica peculiar o caràter absoluto. C) A inviolabiiìdade da correspondència consagrada na atual constltuicào federal impede qualquer possibilidade de um diretor de estabelecimento penal abrir qualquer carta de preso. D) A ausencia de comunicacào a autoridade competente possibilita a Policia Militar impedir a passeata de determinado grupo que protesta reivindicando direitos. E) O Agente de Seguranca Municipai pode temporariamente restringir a liberdade de locomocào quando presente o interesse pùblioo e na atuacào de suas atribuigòes legais. Pàgina N11 E ponnluda a ruprodayio ananas par: (in: didàlicos. dada que citati: a font».
  8. 8. Concurso Pùbiico- 2014 Prefeitura do Recife — Secretaria de Administ. ‘e Gestào de Pessoas e Sec. de Seguran a Urbana Cargo: Agente de Seguranga Municipai —- Classe l— Guarda Municipai — Nivel Médîo Tipo 1 Assinale, de acordo com a Constimioào Federai do Brasil, a assertiva correte: A) Pelo fato do Brasil ser um Estado laico. qualquer cidadào que se encontra divorciado, tem o dlreito de ter seu novo casamento ceiebrado na religiào que livremente escoiher, mesmo que contrarie‘ a doutrina nela pregada. B) Nas religioes que permitem a poligamîa, o Estado deve reconhecer olicialmente para todos efeitos a multiplicidade destes casamentos sem qualquer dislincào. mesmo que o Brasii adote a monogamia como um dos requisitos para o casamenbo. C) O Estado laico perrnite que aquele que professa ao ateismo reoeba tratamento distinto daquele que professa o teismo. D) O Estado laico nào afasia a possibiildade do Brasil manter com representantes da igreja catoilca a colaboracào que seja do interesse publico da nagào. E) Com fulcro que o Brasil é um pals laico, a autoridade pùblica nào pode intervir para obrigar fieis de determinada credo a reduzir o barulho proveniente de seus cultos reiigiosos. 29. Assinale, de acordo com a Constimicào Federai do Brasil. a assertiva incorrere: A) Sào estàveis apos tres anos de efetivo exercicio os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em vìrtude de concurso pùblioo. B) O servidor pùblico so perderà o cargo em vìrtude de sentenca judicial. mediante processo administrativo em que Ihe seja assegurada ampia defesa ou ainda, mediante procedimento de avaliacào periodica de desempenho. na forma de lei oomplementar, assegurada ampia defesa. C) lnvalidada por sentenca judicial a demissào do servidor estavel, sera ele relntegrado. e o eventual ocupante da vaga, se estavel, reconduzido ao cargo de origem, sem direito a indenizacào, aproveitado em outro cargo ou posto em disponibiiidade com remuneracào proporcionai ao tempo de servico. D) Extinto o cargo ou deciarada a sua desnecessidade, o servidor pùblico estàvel ficarà em disponibilidade, com remuneracào proporcionai ao tempo de servico, ate seu adequado aproveitamento em outro cargo. E) Como condicào para a aquisicào da estabiiidade para a estabiiidade do servldor pùblico, é obrigatoria a avaliacào especial de desempenho por comissào instituida para essa tinaiìdade. DCWÙNB‘ HJùIJIl-UID Invialo sfidanti» îmomflw definiva Assinale no que se refere ao preso, de acordo com a Constituicào Federai do Brasil, a assertiva incollata: A) 0 preso tem o direito de nào ser torturado. B) O preso tem a obrigagào de trabalhar. C) O preso naturalizado brasiieiro pode ser banido. D) A presa tem o direito de cumprir pena em estabeiecimento distinto do preso masculino. E) O preso tem o direito de nào produzir prova que venha a prejudica-io. 31. O Presidente da Repùblîca constarà no decreto que instituir o estado de defesa, as medidas adiante coercitivas que poderào restringir direitos, exceto: A) Reuniào, ainda que exercida no seio das associacoes. B) Sigilo de correspondéncia. C) Sigilo de comunicacào telegràfica. D) Sigilo de oomunicaqào telefonica. E) Vrolabilidade domiciiiar. 32. De acordo com a Constituicào Federai. constituern-se orgàos de Seguranca Pùbiica as instituicòes a seguir, exceto: A) Policia Federai. B) Policia Rodoviària Federai. C) Policia Penai. D) Policia Ferroviaria Federai. E) Poiicias Militares. Ivrî. . 33. Acerca da infraqào descrita no Art. 165 do ore “dirigir sob a influenoia de alcool ou de qualquer outra substància psicoativa que detennine dependència‘. assinaie a altemativa errada: A) Trata-se de infracào gravissima. B) Prevè uma penalidade de multa (dez vezes) e suspensào do direito de dirigir por 12 (doze) meses. C) Prevé como medida administrativa o recolhlmento do documento de habilitagào e retencào do veioulo. D) A desconstituicào judiciai da penalidade imposta exige a prova da legalidade do ato. E) Em caso de reincidencia no periodo de 12 meses. aplica-se em dobro a multa prevista. Pàgina 7I11 Epwmltida a mpmducio ananas par: uns didilicus. una: qua elude n lente.
  9. 9. G IPAD IVIHVWOH ILIÉJÀUDÉ Concunso Pùbiico- 2014 . -.. Prefeitura do Recife — Secretaria de Administ. e Gestào de Pessoas e Sec. de S ura Urbana tam-e Tipo 1 Cargo: Aenbe de Seguranga Municipai - Classe I - Guarda Municipai - Nivel Médîo 34. Acerca do equlpamento "drive alerf‘, dispositivo capaz de detecter os efeitos de radar, assinale a aitemativa correte: A) É de uso proibido conforme a resolucào n° 528/77 do CCNTRAN. B) E infracào de transito pois ofende o disposto no Art 230, ili, do CTB, que prolbe a conducào de veiculo com dispositivo anti-radar. C) De acordo com a Resolucào n‘ 501/14, teve seu slgnlficado aiterado no conlnexto tecnologico atual, nào possuindo as caracterlsticas do aparelho anti- radar. D) Deve obrigatoriamente ser aferido pelo INMETRO, anualmente. E) Deve obrigatoriamente ser aferido pelo INMETRO, mensalmente. 35. Quanto ao uso de equipamentos eletrònicos na fiscalizacào de transito, assinale a aitemativa incorreta: A) Quando em um trecho da via urbana houver instalado medidor de velocidade do tipo fixo, os equipamentos dos tipos estetico, porlatii e movei, somente poderào ser utilizados a uma distància minima de cem metros daquele fixo. B) Os medidores de veiocidade devem ser revìsados obrigatoriamente com periodicidade màxima de 12 (doze) meses e, eventualmente, conforme determina a legislacào metrologlca em vigencia. C) Os medidores de velocidade devem ter seu modelo aprovado pelo lnstituto Nacional de Metrologia, Qualldade e Tecnologia — INMETRO. D) Cabe à autoridade de transito com circunscricào sobre a via delnerminar a iocaiizagào, a sinalizacào, a lnstalacao e a operacao dos medidores de velocidade do tipo tîxo. E) E necessario um estudo tecnico para determinar a necessidade da instaiacào de medidor de velocidade do tipo fixo. 36. De acordo com o Codìgo de Transito Brasileiro, em caso de acidente com vifima. cabe ao condutor tomar certas providèncias, dentne outras: I — Preservar o local, de forma a facilitar os trabalhos da pollcia e da pericia. il - Adotar providèncias, podendo fazè-lo, no sentido de evitar perìgo para o transito no locai. Iii - identiflcar-se ao policial e de Ihe prestar informacoes necessàrias à confeccào do boletim de ocorrencia. N—Remover o veiculo do local, quando necessaria tal medida para assegurar a seguranca e a fluidez do transito. Acerca desses providèncias, assinale uma das aiternativas abaixo: A) Estào corretas as providéncias dos itens l, il, Ill e lV. B) Estào erradas as providéncias dos itens i, Il e III. C) Estào corretas as providencias dos itens l e il. D) Eslào corretas as providéncias dos itens il e lV. E) Este’ errada a providencia do item lV, apenas. 37. Ao preencher o auto, o Agente de Transito deve lnserir neie informagòes imprescindiveis sob risco de eivà-lo de vicio. Dentre essas medidas, assinale abaìxo aquela prescindivel, quando nào posslvel coihé-la: A) ‘lîpìficacào da infracào. B) O local, data e hora do cometimento da infracào. C) Caracteres da placa de identiflcacào do veiculo, sua marca e espécie, e outros elementos julgados necessàrios à sua identificacào. D) O prontuario do condutor. E) Identificacào do òrgào ou entidade e da autoridade ou agente autuador. 38. Sào medidas adminislrativas que podem ser adotadas pela autoridade de transito ou seus agentes de acordo com o Codlgo de Transito Brasileiro. exceto: A) Retencào do veiculo. B) Recolhimento do Certificado de Licenciamento Anual. C) Transbordo do excesso de carga. D) Retirada compulsiva de pellcula. E) Recolhimento de animais que se encontrem soltos nas vias e na faixa de dominio das vias de circulacào, restituindo-os aos seus proprietàrios, apos o pagamento de muitas e encargos devidos. Pagina 8/1 1 E pomilfdo a Iopmlmplo opera: par: fin: 11135111173, dado que amarla a fonte.
  10. 10. Concurso Pùblico- 2014 Prefeibura do Recife - Secretaria de Admlnlst. e Gestào de Pessoas e Sec. de Sgguranca Urbana www» Esse nonni r: un fllfllll-IIKFÎ-‘D I non» mammut-uno uwmoc-to ‘fipo 1 Cargo: Agente de Seguranca Municipai — Classe i- Guarda Municipai - Nivel Médio 39. Os sinais de transito classiflcam-se em: A) Verticais; horîzontaìs; dispositìvos de sinaiizacào auxiliar; luminosos; sonoros; gestos do agente de transito e do condutor. B) Verticale; diagonais; dispositivos de sinalizacào auxilìar: luminosos; sonoros; gestos do agente de irànsito e do condutor. C) Princìpais; horizontais; dispositivos de sinalizagào auxiliar, luminosos; sonoros; gestos do agente de transito e do passageiro. D) Verticais; segmentados; dispositivos de sinalizacào auxillar; luminosos; sonoros; gestos do agente de transito e do conduior. E) Verlicais; horizontais; dispositivos radioeletrònlcos; luminosos; sonoros; gestos do agente de transito e do condutor. Das infracòes abaìxo elencadas, qual nào caracteriza infracào gravissima‘. A) Deixar o condutor ou passageiro de usar o cinto de seguranga. B) Coniîar ou eniregar a direcào de veiculo a pessoa que, mesmo habìlitada, por seu estado fisico ou pslquico, nào estiver em condicòes de dirigi-lo com seguranga. C) Transportar crìancas em veiculo automotor sem observància das normas de seguranca especiais estabelecidas no Còdigo de Transito Brasileìro. D) Dirigir veiculo automotor com validade da Carteira Nacional de Habilitacào vencida ha mais de trinta dias. E) Sem usar Ientes oorretoras de visào, aparelho auxiliar de audicào, de protese fisica ou as adaptacòes do veiculo imposias por ocasiào da conoessào ou da renovacào da licenca para conduzir. 41. Para fins de correta compreensào do Còdigo de Transito Brasileiro, temos as seguintes definigoes: I - ACOSTAMENTO - parte da via diferenciada da pista de rolamento destinada à parada ou estacìonamento de veiculos, em caso de emergéncia, e a circulacào de pedestres e blcicletas, quando nào houver Iocal apropriado para esse firn. il - FAIXAS DE DOMINIO - superficie lindeira às vias rurais, delimitada por lei especifica e sob responsabilidade do orgào ou entidade de transito competente com circunscricào sobre a via. lll - ILHA — obsiàculo fisico, coiocado na pista de rolamento, destinado à ordenacào dos fluxos de transito em uma intersecano. Acerca dos conceitos acima: A) Todas as alternativas estào erradas. B) As altemativas I e Il estào corretas, apenas. C) As alternativas Il e lll estào erradas, apenas. D) As allernativas l e lll estào corretas, apenas. E) Todas altcmativas estào corretas. Acerca do processo administrativa que incide em imposicào de multa, é correte afirrnar que: A) É necessario a notificacào da auiuacào ao infrator para imposicào de multa de transito, apenas. B) É necessario a notiflcacào da apiicacào da pena decorrente da infragào para imposigào de multa de transito, apenas. C) 0 Auto de infragào valerà como notificacào da autuacào quando colhida a assinatura do conduior e a ìnfragào for de responsabilldade do condutor. D) O Auto de lnfraqào valerà como notificagào da autuacào quando for asslnado pelo condutor e este for o proprietario do veiculo. E) Se nào tor expedida a notificacào de autuacào em 15 dias. o auto de infracào deve ser arquivado. Pagina 9/11 E pmnîiida a 1124010417950 Jpwiiî par: rin: dldaiîms, dada una citati-t a Ionio.
  11. 11. Concurso Pùblico- 2014 43. Todo cidadào tem o direito de soiicîtar, por escnto, aos òrgàos ou entidades do Sistema Nacional de Transito, sinalizacào, fiscalizacào e ìmplantacao de equipamentos de seguranca, bem como sugerir alteracòes em nonnas, legislacào e outros assuntos pertinentes ao Còdìgo de Transito Brasileiro. Para tanto. entende-se oomo cidadào: A) Aquele que està apenas no gozo de seus direitos civis. B) Aquele que està no gozo de seus direitos poiiticos, civis e sociais. C) Aquele que e sujeito de contemplacào, omisso e absorvido por si e para sì mesmo. D) Aquele que esta’ vivo e participa de uma sociedade. E) Aquele que, mesmo morto, usufrui de direitos politicos, civis e sociais. 44. Acerca da cidadania no transito, e incorreto afinnar que: A) É dever do cidadào transltar sem constituir perigo ou obstàculo para os demais elementos do transito. B) O cidadào tem o direito de utillzar vias seguras e sinalizadas. Em caso de sìnalizacào deficiente ou inexistente, a autoridade com jurisdicào sobre a via deve responder e ser responsabìlizada. C) O cidadào tem o direito de sugerir aiteracòes a qualquer ariigo ou norma do CTB e receber resposia, bem como soiicitar aiteraoòes em sinalizacào, tîscalizacào e equipamentos de seguranca e ser atendido ou receber resposta. D) O cidadào tem o direito de cobrar das autoridades a educacào para o transito, que é prioridade definida pelo CTB. E) O cidadào tem o direito de ser ressarcido por eventuais danos causados por acào, omissào ou erro na execucào e manutencào de programas, projetos e seivicos que garantam o exerclcio do direito do transito seguro, deies respondendo subjetivamente os orgàos e entidades componentes do Sistema Nacional de Transito. teso usi-mim or anual-Imam Intensa: Dnmvawwmlo ne": baco Prcfeitura do Recife —- Secretaria de Admlnist. e Gestito de Pessoas e Sec. de Seguranga Urbana “ma m Tipo 1 Cargo: Agente de Seguranga Municipai - Classe I — Guarda Municipai - Nivel Médio 45. Acerca da educacao para o transito, assinale a aitemaiiva contra: A) Nào é um objetivo basico do Sistema Nacional de Transito. B) Nào é oompetencia dos Conselhos Estaduais de Transito. C) Nào é competencia do orgào màximo executivo da Uniào que deve administrar o fundo nacional destinado a seguranca e educacào no transito. D) A educacào do transito desde a pré-escola ate os cursos de graduacào deve decorrer da atuacào conjunta de todos os òrgàos municipais. estaduais e federativo do Sistema Nacional de Transito e Educacao. E) Ao Ministério de Defesa Civil, que abrange os Corpos de Bombeiros e Sewicos SAMU, cabe estabelecer campanha nacìonal esclarecendo condutas a serem seguidas nos primeiros socorros em caso de acidente de transito. 46. Dentre diversas medidas tomadas para a protecào do meio ambiente, o Còdigo de Transito previo. exceto: A) Que é infracào de Transito a conducào de animais em veiculos. B) Que os cursos de formacào de condutores deve incluir obrigatoriamente conceitos bàsicos de protecào ao meio ambiente. C) Que os importadores, as montadoras, as encarrocadoras e fabricantes de veiculos e auiopecas sào responsàveis civil e criminalmente por danos causados. D) Que o Conselho Nacional de Transito tem em sua composicào um representante do Ministério do Meio Ambiente e da Amazònia Legal. E) Que os usuàrios de vias terrestres devem abster- se de todo aio que possa constituir perigo ou obstàculo para o transito. Pagina 10I11 pcrmitida a reprodvpflo Ipiuras para Iîns didériîcoa, decide amo cìluda a fonia.
  12. 12. o i IIIÈTIIVYD É concurso Pùblico- 2014 enno Prefettura do Recife — Secretaria de Administ. e Gestào de Pessoas e Sec. da Se uranca Urbana 2mm Tipo 1 Cargo: Agente de seguranca Municipai — Classe I— Guarda Municipai - Nivel Médio 47. O Brasil é um pais de proporcòes oontinentais: seus 8,5 miihòes km’ ocupam quase a metade da America do Sul e abarcam vàrias zonas ciimàticas - como o tropico umido no Norte, o semi-arido no Nordeste e àreas temperadas no sul. Evidentemente, estas diferenoas ciimàticas levam a grandes variacoes ecològicas, fomiando zonas bîogeogràficas distintas ou biomas: a Floresta Amazònica, maìor floresta tropical umida do mundo; o Pantanal, maior planicie inundàvel; o Cerrado de savanas e bosques: a Caatinga de fiorestas semi-àrîdas; os campos dos Pampas; e a floresta tropical pluvial da Meta Atlantica. Pensando nisso o iegisiador ao redigir o Còdigo de Transito Brasiieiro, inseriu neie diversas dispositivos a fim de controiar a emissào de poiuentes. Acerca disso, é correte afirrnar que: A) Os veiculos em circuiacào terào suas condicoes de seguranca, de controle de emissào de gases poiuentes e de ruido avaliadasmediante ìnspecào cuja periodicidade sera definida pelo CONTRAN. B) Aos veicuios reprovados na inspecào de seguranga e na de emissào de gases poiuentes e ruido sào aplicados a medida administrativa de remocào do veiculo. C) É obrigatoria o uso de dispositivo destinado ao controle de emissào de gases poiuentes e de ruido, segundo nonnas estabelecidas pelo CONTRAN. D) Para a expediqào do novo Certificado de Registro de veiculo sào exigidos diversos documentos e dentre estes o Certificado de Seguranca veicular e de emissào de poiuentes e ruido. independentemente de ter ocorrldo adaptacao ou alteracào de caracterisiicas do veiculo. E) A0 Iioenciar o veiculo, nào è necessario o proprietario comprovar sua aprovacào nas inspecoes de seguranca veicular e de controle de emissòes de gases poiuentes e de ruido. 43. Sào infracfies que penalizam quem infringe preceitos ambientate, exceto‘. A) Usar o veiculo para arremessar, sobre os pedestres ou veiculos, àgua ou detritcs (Art 171). B) Atirar do veiculo ou abandonar na via objetos ou substàncias ( Art 172). C) Usar buzina: entra as vinte e duas e as seis horas (Art. 227, Ill). D) Usar indevidamente no veiculo aparelho de alanne ou que produza sons e ruido que perturbem o sossego pùblico, em desacordo oom normas fixadas pelo CONTRAN (N1229). E) Conduzir o veiculo com o iacre, a inscricào do chassi, o seio, a placa ou qualquer outro elemento de identificacào do veiculo vioiado ou faisiticado (Art. 230). 49. Analise as assertivas abaìxo: I- Conceitua-se etica como sendo o estudo dos juizos de apreciacào referentes à conduta humana, do ponto de viste do bem e do mal. É um oonjunto de normas e princlpios que norteiam a boa oonduta do ser humano. il - A cidadania expressa um conjunto de direitos que dà à pessoa a possibîlidade de participar attivamente da vida e do govemo de seu povo. iil - Preferir o transporte pùbiico ao individuai, sentar- se ao volante sobrio, partilhar sua conducào oom amigos, oonhecidos ou oolegas de trabaiho, sào atitudes de forte cunho etico e de cidadania. Acerca das alternativas abaìxo, assinale a consta: A) Todas as aiternativas estào corretas. B) Apenas as aiternatìvas I e Il estao corretas. C) Apenas as aitemativas I e Ill estào erradas. D) Apenas a aitemativa iiI esta errada. E) Apenas a alternativa Il esté correte. 50. Assinaie a aitematîva correte: A) A democracia estabeieceu-se no Brasil a partir da adocào de Ieis que garantiram o acesso das pessoas menos favorecidas a padròes minimos de dignidade. B) A clemocracia enquanto conceito historico nào aoompanhou o desenvoivimento do conceito de cidadania das pessoas que ainda hoje nào usufruem direitos individuais igualitariamente. C)O conceito de cidadania se confonde com o conceito de democracia. D) Na cidadania o poder esta’ nas màos do povo que decide as questòes de interesse socio-politico a partir do sufràgîo unìversai. E) A democracia é o direito individua! do ser em ter oonsciència de seus direitos e obrigacòes enquanto ser sociai e Iutar para que sejam colocados em pratica. Pagina 11111 perni/ lieta n randagio ananas 90m no: dlfiflcns, due: quo che‘: I tomo.

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