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Ufmt oportunidades e desafios do empreendedorismo catarinense

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Relata para alunos da engenharia civil da Universidade Federal do Mato Grosso a evolução recente do sistema estadual de ciência, tecnologia e inovação em Santa Catarina, dando ênfase ao conceito de desenvolvimento sustentável, políticas e estratégias de desenvolvimento científico e tecnológico dom base no empreendedorismo inovador e a implantação de incubadoras e parques de inovação.

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Ufmt oportunidades e desafios do empreendedorismo catarinense

  1. 1. Oportunidades e Desafios do Empreendedorismo Inovador Professor Antônio Diomário de Queiroz Florianópolis, 30 de outubro de 2017 Palestra aos acadêmicos de Engenharia Civil da UFMT Professores Luiz Miguel de Miranda Paulo Celso do Couto Nince
  2. 2. 1. Visão e ação empreendedora da Universidade criando novas soluções para o desenvolvimento sustentável 2. Empreendedorismo inovador em Santa Catarina: oportunidades e desafios 3. Conclusão - Resiliência e Prioridade Estratégia do Empreendedorismo Inovador Oportunidades e Desafios do Empreendedorismo Inovador
  3. 3. 1. Visão e ação empreendedora da Universidade criando novas soluções para o desenvolvimento sustentável 2. Empreendedorismo inovador em Santa Catarina: oportunidades e desafios 3. Conclusão - Resiliência e Prioridade Estratégia do Empreendedorismo Inovador Oportunidades e Desafios do Empreendedorismo Inovador
  4. 4. Símbolo deste Século: a Rede A dinâmica de nossa sociedade obedece progressivamente à lógica das redes. Entender como funcionam as redes é a chave para entender como Adaptado de Kelvin Kelly
  5. 5. Gera uma quantidade imensa de oportunidades Faz abrir sistemas fechados Promove a cultura participativa e a integração REDE Impele o valor Sociedade em Redes
  6. 6. “Os sistemas tecnológicos se produzem socialmente e a produção social vem determinada pela cultura”. CASTELLS, M.2001 La Galaxia Internet (Reflexiones sobre Internet, empresa y sociedad). Redes Sociais
  7. 7. O conhecimento se dá nas pessoas.
  8. 8. Conhecimento é fator de produção determinante da formação do valor para o desenvolvimento regional na sociedade contemporânea Neri dos Santos, Dr. Ing
  9. 9. A economia da era do conhecimento oferece recursos ilimitados pois a capacidade humana de gerar conhecimentos é infinita. O conhecimento cresce quando é compartilhado. Neri dos Santos, Dr. Ing
  10. 10. Management, nº 18, novembro-dezembro 1998, p. 9 A economia do conhecimento consiste num fluxo imenso de oportunidades inovadoras de elevado valor agregado, com ampla dispersão social.
  11. 11. O novo paradigma do desenvolvimento: a economia sustentada pelo conhecimento! DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO Trabalho Capital Produtividade Pessoas Uso dasTIC Inovacão e Ciência Impulso Emprendedor • Nível de formação • Formação em C&T • Formação em Gestão •Inovação •Investimento • Uso • Base de Ciência • Difusão • Ciência-Indústria • Cultura “inovacão” • Empresa Internacional • Criatividade • Capital de Risco • Facilidade de Negociação • Emp. forte crescimento Entorno Favorável Adaptado de Angel Landabaso Conselheiro C &T Delegação da Comissão Européia no Brasil
  12. 12. Desenvolvimento Sustentável Definição da Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, criada pelas Nações Unidas nos anos 70, para discutir e propor meios de harmonizar dois objetivos: o desenvolvimento econômico e a conservação ambiental.
  13. 13. Sustentabilidade Empresarial
  14. 14. Sustentabilidade Empresarial responsabilidade social, sustentabilidade econômica, modelo de gestão sustentável
  15. 15. “Desenvolvimento é o processo de transição de determinada estrutura econômica e social a outras estruturas que possibilitem um nível mais elevado das forças produtivas.” Queiroz, Diomário.1971. Une approche structurale du sous développement et du développement. Paris.
  16. 16. Os sistemas vivos seguem processos naturais: crescer, reproduzir, regenerar, reciclar, valorizar.
  17. 17. Os sistemas de colonização e de industrialização do Brasil obedecem o fluxo linear de extrair, explorar, vender, consumir, descartar.
  18. 18. Desenvolvimento: processo de mudança da atitude de exploração à valorização! EXPLORAÇÃO CONCENTRAÇÃO DE RENDA MISÉRIA VALORIZAÇÃO MULTIPLICAÇÃO DA RIQUEZA MELHORIA DE VIDA PARA TODOS
  19. 19. Desenvolvimento Social O Desenvolvimento Social pressupõe o desenvolvimento econômico sustentável, com distribuição justa de renda e inclusão social, para o conjunto da população
  20. 20. Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação Desenvolvimento científico e tecnológico Desenvolvimento Social
  21. 21. Tecnologia Processo contínuo por meio do qual a humanidade molda, modifica e gera a sua qualidade de vida. Bueno, Natalia de Lima CEFET-PR. 1999
  22. 22. Tecnologias de Informação e Comunicação A emergência e difusão de novas tecnologias vinculadas à informática e microeletrônica, à telemática, à biotecnologia, aos novos materiais e à química fina provocam mudanças fundamentais nas organizações, no trabalho e no emprego. Engº Sérgio Roberto Arruda
  23. 23. “É imperativo reconhecer que a inovação é elemento essencial para consolidar a funcionalidade do trinômio ” A educação, assim concebida, assegura a sustentabilidade econômica, social e ambiental do desenvolvimento do país . Brasil. Ministério da Ciência eTecnologia.LIVRO BRANCO : CIÊNCIA,TECNOLOGIA E INOVAÇÃO;Brasília : Ministério da Ciência eTecnologia, 2002. Calendula officinalis Inovação Tecnologia Ciência Educação
  24. 24. A inovação é a convergência da história de diversas pessoas para encontrar uma solução de futuro. 2003. Queiroz, Diomário
  25. 25. Criatividade é uma habilidade humana, a qual permite chegar a soluções novas para problemas a partir de associação de informações anteriores. Criatividade http://www.eps.ufsc.br/disserta99/queiroz Alexandre Hering de Queiroz
  26. 26. Ciência Resolvem Problemas Científicos Geram Inovações Método Tecnologia Ideias Criativas
  27. 27. Resultados da Pesquisa Publicações novo conhecimento Protótipos Sistemas inovadores Modelos Artigos Dissertações CD-rom Livros Teses
  28. 28. Inovação e Criatividade Inovar é introduzir algo novo na realidade. A Imaginação prepara essa introdução. Marc Giget Das idéias à realização Generalização de idéias Fusão Seleção Enriqueci- mento Pitch Lançamento Brief Projetos Realização Adaptado de Marc Giget
  29. 29. Criatividade direcionada para resultados Criatividade Produtiva Neri dos Santos, Dr. Ing
  30. 30. 1. Visão e ação empreendedora da Universidade criando novas soluções para o desenvolvimento sustentável 2. Empreendedorismo inovador em Santa Catarina: oportunidades e desafios 3. Conclusão - Resiliência e Prioridade Estratégia do Empreendedorismo Inovador Oportunidades e Desafios do Empreendedorismo Catarinense
  31. 31. A Lei Catarinense da Inovação - Lei no 14.328, de 15 de janeiro de 2008 dispõe sobre incentivos à pesquisa científica e tecnológica e à inovação no ambiente produtivo no Estado de Santa Catarina, visando à capacitação em ciência, tecnologia e inovação, o equilíbrio regional e o desenvolvimento econômico e sustentável. Baseada na Lei Brasileira de Inovação Lei 10.973, de 2.12.2004
  32. 32. PCCT&I “É a síntese do passado de trabalho competente de muitas pessoas e instituições, e, ao mesmo tempo, o desafio estratégico que une governo, academia e agentes econômicos e sociais, visando à qualidade de vida dos habitantes e ao desenvolvimento de Santa Catarina, com sustentabilidade ambiental e equilíbrio regional.”
  33. 33. Desenvolvimento Regional Sustentável com Base em Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação
  34. 34. Disseminação da educação superior Leonardo daVinci (1452 - 1519) Fonte: INEP 2007: http://www.inep.gov.br/superior/censosuperior/
  35. 35. Disseminação da educação superior Matrículas nas Instituições de Educação Superior em Santa Catarina 2001-2008. Fonte: site da UFSC, da ACAFE e da AMPESC * associadas à AMPESC. Galileu Galilei (1564 - 1642) Matrículas/ano Sistema 2001 2005 2006 2007 2008 UFSC 17.111 18.651 22.240 25.737 24.157 Instituições do Sistema ACAFE 112.722 143.153 142.803 159.572 157.520 Instituições de Ensino Superior Particular* 11.964 41.598 69.453 79.600 121.500 TOTAL 141.797 196.597 233.845 264.909 303.177
  36. 36. Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina Tem por finalidade o apoio e o fomento à pesquisa científica e tecnológica, para o avanço de todas as áreas do conhecimento, para o equilíbrio regional, o desenvolvimento sustentável e a melhoria da qualidade de vida da população do Estado de Santa Catarina.
  37. 37. Rede Catarinense de Ciência e Tecnologia - RCT Instrumentos e instituições de pesquisa
  38. 38. RCT: Expansões 2003 e 2004 UNESC 2 – 10 Mbps UNISUL PALHOÇA 2 – 10 Mbps SOCIESC 512 Kbps– 10 Mbps SOFTPÓLIS 256 - 512 Kbps FACVEST 2 Mbps Escola Técnica Vale do Rio do Peixe 128 – 512 Kbps Instituto de Cardiologia 128 – 512 Kbps Centro Administrativo do Governo 128 Kbps– 2 Mbps CEDUP Tubarão 128 - 256 Kbps UFSC 64 - 512 Kbps Maricultura 128 - 512 Kbps Farmacologia 2 Mbps Oficina 256 Kbps Aqüicultura 256 Kbps TV UFSC Colégio Agrícola 64 – 128 Kbps Expansão da RCT Contrato Brasil Telecom 155 Mbps – Tecnologia Gigabit Roteador ATM doado pela ACAFE: R$ 258.000,00
  39. 39. Regionais da EPAGRI e da EMBRAPA Instrumentos e instituições de pesquisa
  40. 40. Arranjos Produtivos Malacocultura FAPESC: R$ 485.032,32 Finep: R$ 479.977,36 Processos Têxteis FAPESC:R$ 200.000,00 Finep: R$ 249.599,92 Empresas:R$ 93.600,00 Existentes Novos Arranjos Cerâmica Vermelha FAPESC: R$ 746.620,00 Empresas:R$ 192.000,00 Finep:R$ 655.300,80 TIC FAPESC : R$ 904.500,00 Finep: R$ 786.000,00 Empresas:R$ 400.000,00 Carvão Madeira e Móveis FAPESC : R$ 699.357,00 Finep: R$ 915.700,00 Suinocultura FAPESC:R$ 619.030,00 Finep: R$ 804.959,00 Perdigão:R$ 608.000,00 Continuidade do APL FINEP: R$ 500.000,00
  41. 41. Programa estruturante do sistema catarinense de C&T&I Inovação Têxtil P&D em Fitoterápicos P&D em madeira e móveis P&D em recuperação ambiental pela exploração do carvão P&D em manejo dos solos Diversidade genética de espécies vegetais Inovação tecnológica da fruticultura de clima temperado Rede de Pesquisa na área de software Grande Florianópolis Sul Serrana Oeste Norte Vale do Itajaí
  42. 42. Apoio a projetos de C,T&I, que visem o desenvolvimento sustentável da SDRs do Estado de Santa Catarina, e que possam promover relevantes impactos sociais, ambientais e econômicos para a sociedade local. Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Regional do Estado Recursos: R$ 18 milhões Cada SDR dispõe de R$ 500 mil, para projetos de no mínimo R$ 50 mil cada
  43. 43. Parques Tecnológicos e Incubadoras em SC IESJ - São José SC-Entretenimento Florianópolis ACITA - Itapema 2007: 35 incubadoras/pré-incubadoras ITFETEP São Bento do Sul UNC CETEC Curitibanos G-TEC Rio do Sul JARAGUATEC Pré Incubadora da Unerj 2004: 30 incubadoras/pré-incubadoras CITEB Biguaçu Inc. UnivaliInc. Unifebe ACIT/INCEVALE Tijucas Base Tecnológica Unisul Software Pré-Incubadora de São Miguel Agronegócios NECTAR Informática, Biotecnologia e Alimentos TECNOVALE - do Rio do Peixe IAC – Agroindustrial de Concórdia Incubadora Virtual de Empresas da Uniplac MIDI Lages Agronegócios - Fapeu Software - Senai/CTAI Eng. Biomédica CONTESTEC - Planalto Norte Carvão Incubadora de Itá INTECH Chapecó GENE Blumenau SOFTVILLE BLUSOFT MIDIVILLE MIDISUL MIDIOESTE CELTA GENESS/FEESC MIDI Tecnológico/SEBRAE 2002: 10 incubadoras 2010: + 13 aprovadas CP 12/2009 INOVASUL Incubadora Ibirama Incubadora Luzerna Incubadora Caçador 2009: 44 incubadoras/pré-incubadoras
  44. 44. Ações Cooperadas em Prol da Dinâmica de Inovação da Sociedade Catarinense
  45. 45. Iniciativa e Coordenação Fundação CERTI UFSC IEL/SC SENAI-SC ACAFEInstituições Tecnológicas Realização FIESC ACIs FAMPESC FAPESC SDS / SDRs SEBRAE-SC Secretarias Regionais Setor Empresarial Governo ArticulaçãoPatrocínio Ação Mobilizadora Cooperação E-G-IT Fóruns de Inovação CNI/FIESC em 2005 FAESC MCEBRDE SOCIESC Programa Sua EMPRESA
  46. 46. SINAPSE
  47. 47. Prof. Antônio Rogério de Souza SINAPSE é o termo utilizado para a transmissão de informações entre neurônios e que para tanto precisam de estímulos. O termo SINAPSE tem a haver com o estímulo que estamos utilizando para fazer com que o CONHECIMENTO gerado se transforme em INOVAÇÕES. Neurônio Transmissor Neurônio Receptor
  48. 48. Inovação - NITs Processo de Promoção do Empreendedorismo Inovador EBT de Sucesso Idéia + Conhecimento Laboratório e Grupos de P&D Projeto + Potencial Empreendedor Pré-incubação Empresa Nascente Incubação Universidades e Institutos Incubadoras Parques Tecnológicos Sinapse (Pró-Idéias) Empresas Competitivas © COPYRIGHT 2008 - Fundação CERTI
  49. 49. 2008 2009 2010 Acessos ao Portal 7.954 51.000 53.675 Participantes Cadastrados 496 9.800 13.349 Ideias Inscritas 151 1.174 1.158 Projetos apoiados 10 61 50 TOTAL Empreendimentos 121 HISTÓRICO Em 2009 recebeu o Prêmio Nacional ANPROTEC “Melhor Programa de Empreendedorismo Inovador” Empresas criadas pelo Sinapse da Inovação 2014: 93 empresas, sendo 2 de Jaraguá do Sul
  50. 50. Sinapse da inovação SC 2009
  51. 51. Sinapse da inovação SC 2010
  52. 52. P C C T & I CONHECIMENTO Princípios Eixos Estratégicos Linhas de Ação Prioridades Objetivo Desenvolvimento Sustentável e Qualidade de Vida da População, com Equilíbrio Regional
  53. 53. Eixos estratégicos I. EXPANSÃO E CONSOLIDAÇÃO DO SISTEMA CATARINENSE DE CT&I 1.1 Consolidação do Sistema Catarinense de CT&I 1.2 Formação de Recursos Humanos para CT&I 1.3 Infraestrutura para a Pesquisa Científica e Tecnológica Santos Dumont 1873-1932
  54. 54. II. PESQUISA CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA 2.1. Pesquisa Científica e Tecnológica 2.2. Pesquisas em Ciências Agrárias e Meio Ambiente Eixos estratégicos Burle Max (1909 - 1994)
  55. 55. III. INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO 3.1 Apoio ao avanço tecnológico e às inovações nas empresas e outras organizações públicas e privadas 3.2 Incentivo à Criação e Consolidação de Empresas Intensivas em Tecnologia Ozires Silva (1931) Eixos estratégicos
  56. 56. IV. DESENVOLVIMENTO SOCIAL E REGIONAL SUSTENTÁVEL 4.1 Promoção da inclusão digital 4.2 Fomento à disseminação da C&T&I com enfoque em desenvolvimento local e APLs 4.3 Apoio à P&D aplicado à saúde e à segurança alimentar e nutricional 4.4 Pesquisa, desenvolvimento agropecuário e agroindustrial para inserção social 4.5 Fomento a pesquisas para melhoria da habitação e do saneamento básico ......................................................................................................... ...... Eixos estratégicos Celso Furtado (1920 – 2004)
  57. 57. Organização sistêmica empresarial SOFTVILLE ABRADI ACATE ASSESPRO-SC SUCESU-SC BLUSOFT CÂMARA e-NET CDI-SC CETIC FECOAGRO FIESC FUNDAÇÃO CERTI OCESC SEBRAE/SC SIESC SEINFLO SEPIJ SEPROSC
  58. 58. Associação Catarinense de Empresas deTecnologia
  59. 59. Conceito SINAPSE PROTÓTIPO PN • Projetos C&T • Teses • Dissertaç ões • TCC MCTI CAPES CNPQ FINEP FAPs EMPRESA CONSOLIDADA SUBVENÇÃOPRIME EMPRESA NASCENTE SEBRAETEC MPEs “TRANSFORMAR CONHECIMENTO E IDEIAS CRIATIVAS EM EMPREENDIMENTOS DE SUCESSO ”
  60. 60. Verticais Acate – Associação Catarinense de Empresas deTecnologia Projetos 2010 – Jamile Sabatini Marques 9 verticais estabelecidas Mais de 70 empresas participantes Conquista de novas adesões Comunicação entre verticais Acompanhamento nas reuniões Organização e controle das empresas participantes Equipe: Gabriel Kamila
  61. 61. INSTITUTOS SESI DE INOVAÇÃO RS - Fatores Psicossociais SC - Tecnologias para Segurança e Saúde do Trabalho BA - Absenteísmo PR - Envelhecimento MG - Ergonomia PE - Promoção da Saúde RJ – Prevenção de Acidentes
  62. 62. P C I
  63. 63. Promove ações no âmbito do Programa Catarinensede Inovação (PCI) com enfoque no eixo Expansão da Infraestrutura para Inovação. Interage com os comitês provisórios de implantação dos 13 centros de inovação em construção em Santa Catarina, formado por representantes do governo, academia e entidades empresariais, em convênio com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável do Estado. CENTROS DE INOVAÇÃO
  64. 64. Missão Promover a educação, o desenvolvimento econômico, social, cientí co e tecnológico e o empreendedorismo inovador em Santa Catarina, estabelecendo parcerias e articulações com entidades públicas e privadas para alavancar a competitividade e a capacidadede desenvolvimento sustentável dos nossos associados.
  65. 65. Reúneentidades públicas e privadas com interesses comuns ao propósito e proporciona integração com: • NÚCLEOS DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA •OUTROS ATORES. • INCUBADORAS •PARQUESECNOLÓGICOS • DISTRITOS DE INOVAÇÃO
  66. 66. 2025 SC: trajetória estratégica da Inovação Incubadora 1986 Projeto Sapiens 2001 Parqtec Alfa 1993 CELTA 19951991 Tecnópolis 1984 CERTI 2008 Sapiens Parque 2006 Marco Zero Sapiens 1960
  67. 67. Parqtec Alfa e CELTA Parque tecnológico 75 empresas de tecnologia instaladas Mais de 3.000 postos de trabalho Receitas anuais de R$ 400 milhões Incubadora celta 42 empresas incubadas e 135 graduadas Mais de 600 postos de trabalho Receitas anuais de R$ 45 M (R$ 600 M graduadas) Parqtec Alfa e Celta
  68. 68. Inovação e Empreendedorismo em Florianópolis • 600 empresas de tecnologia • 3 Parques Tecnológicos • 6 Incubadoras de Empresas • 15 Universidades • 8 Centros de Tecnologia • 7 Complexos Empresariais para Empresas de Tecnologia • Investimentos diretos do Estado de R$ 50 milhões ao longo de 25 anos • Setor com maior arrecadação de impostos – cerca de R$ 150 milhões anuais • Mudança do perfil econômico e cultural da região
  69. 69. ApoioRealização Inovação & Sustentabilidade
  70. 70. Um espaço único ...
  71. 71. O que é o Sapiens Parque ... Parque de Inovação e Sustentabilidade Um ambiente dotado de infraestrutura e sistemas para atrair/formar talentos e empreendimentos capazes de gerar ideias e conhecimentos e transformá-los em novos produtos e serviços para a sociedade, promovendo o desenvolvimento sustentável sócio-econômico-ambiental da região
  72. 72. Marco Zero e Estúdios de Animação
  73. 73. Trilha Ecológica do Rio do Braz
  74. 74. Parque Natural e Jardim Botânico de Florianópolis
  75. 75. InovaLab: Centro de Inovação
  76. 76. Softplan
  77. 77. Centro Empresarial - ACATE
  78. 78. Centro de Serviços
  79. 79. Eventos, Cultura, Esportes, Lazer e Meio Ambiente Arena Sapiens
  80. 80. Complexo Multiuso de Cultura e Eventos
  81. 81. © COPYRIGHT 2015- CONFIDENCIAL Complexo de Eventos do Cluster de Turismo
  82. 82. © COPYRIGHT 2015- CONFIDENCIAL Editais de infraestrutura • Projetos Executivos de Engenharia e Plano Ambiental da Fase 01
  83. 83. INPetro: Instituto de Petróleo, Gás e Energia
  84. 84. CIEnP: CI e Ensaios Pré-Clínicos
  85. 85. Centro Integrado Multiusuário: CIM SOLAR
  86. 86. Novo Marco Legal de Cooperação Estratégia: Implantação do Parque Científico e Tecnólogico da UFSC no Sapiens Parque Florianópolis, 13 de Agosto de 2015
  87. 87. Estimativa de Resultados 2025 • 30 mil postos de trabalho • 260 unidades para edificações • 1,3 milhões de m2 construídos • R$ 1,6 bilhões de investimentos nos Empreendimentos • R$ 150 milhões de investimento na infra-estrutura básica • 400 empresas inovadoras • R$ 2,5 bilhões/ano de receitas das empresas • R$ 450 milhões/ano em impostos • Entre 20 e 40 mil empregos indiretos
  88. 88. 1. Visão e ação empreendedora da Universidade criando novas soluções para o desenvolvimento sustentável 2. Empreendedorismo inovador em Santa Catarina: oportunidades e desafios 3. Conclusão - Resiliência e Prioridade Estratégia do Empreendedorismo Inovador Oportunidades e Desafios do Empreendedorismo Inovador
  89. 89. Em todos os campos de conhecimento, o ensino de qualidade se definirá pela formação do profissional crítico, agente transformador da sociedade, consciente de sua cidadania, capaz de enfrentar e solucionar problemas, a mente aberta para um processo contínuo de educação. Diomário: O ensino, a universidade e o mundo novo, 1994 Resiliência
  90. 90. Resiliência • “Ser resiliente é ter a capacidade de possuir uma conduta sã num ambiente insano, ou seja, a capacidade de um indivíduo sobrepor-se e construir-se positivamente frente às adversidades”. • A resiliência é a capacidade de se recuperar de situações de crise e aprender com ela. É ter a mente flexível e o pensamento otimista mesmo em momentos difíceis, com metas claras e a certeza de que tudo passa … Fonte: http://doutorfe.com/
  91. 91. A Engenharia Civil é a mais antiga das engenharias, responsável pelas soluções de infraestrutura necessárias para melhorar a condição de vida das pessoas. Na sociedade do conhecimento contemporânea, emergem infinitas possibilidades profissionais para o engenheiro civil inovador e empreendedor resiliente, atuando de forma crítica e reflexiva sobre as dimensões da realidade social. O Engenheiro Civil Contemporâneo
  92. 92. Em especial, as oportunidades se ampliam na direção do desenvolvimento sustentável, alinhando decisões técnicas de engenharia com as principais questões de infraestrutura e meio ambiente do mundo contemporâneo, usando como instrumento as novas tecnologias da informação e comunicação numa sociedade estruturada em redes. O Engenheiro Civil Contemporâneo
  93. 93. Obrigado! Antônio Diomário de Queiroz diomarioq@terra.com.br

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