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GBM:. Ritmo de alta do crédito via bancos públicos ainda é forte, mas segue para estabilidade

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Entrevista dada ao Broadcast.

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GBM:. Ritmo de alta do crédito via bancos públicos ainda é forte, mas segue para estabilidade

  1. 1. [24/05/2013 - 15:48]GBM: ritmo de alta do crédito via bancos públicosainda é forte, mas segue para estabilidadeSão Paulo, 24/05/2013 - O crescimento da oferta de crédito via bancos públicos está aindamuito forte, mas já começa a dar sinais de estabilidade, segundo Andre Riva Gargiulo,analista de bancos do Grupo Bursátil Mexicano (GBM). "Esperamos mais para frente que seinicie uma redução deste ritmo, mas de maneira ainda muito gradual", observa ele, ementrevista ao Broadcast.Em abril, conforme dados da nota de crédito divulgada hoje pelo Banco Central, as operaçõesconcedidas pelos bancos públicos seguiram mantendo desempenho mais acentuado. A fatiadessas instituições atingiu 49,2% do total de crédito do sistema financeiro no período, ante44,4% em igual intervalo do ano anterior. Já as participações relativas das instituiçõesprivadas nacionais e estrangeiras, por sua vez, recuaram, na ordem, 3,3 ponto porcentual e1,5 p.p., para 35,1% e 15,7%, nesta ordem.No entanto, segundo o especialista, a queda de 0,3 ponto porcentual na expansão do crédito,foi de 16,4% em abril ante 16,7% em março, segundo o BC, reflete uma oferta ainda maislimitada por parte dos bancos privados. Ele destaca que essas instituições estãoconcentrando esforços para melhorar a qualidade dos seus ativos e o mix da carteira crédito."Isso tem sido compensada pela manutenção do apetite por parte dos bancos públicos, queseguem desempenhando seu papel contra cíclico na oferta de crédito", pondera Gargiulo.Sobre a estabilidade inadimplência em março, que ficou em 3,6% em março pelo terceiromês consecutivo, o analista vê uma melhoria da qualidade dos ativos nos reportestrimestrais dos bancos. Esse perfil, conforme ele, é consequência de uma revisão de mix dacarteira de crédito, no caso dos bancos privados, e do crescimento acentuado do crédito porparte dos bancos públicos.O analista do GBM também vê, conforme mostram os números divulgados hoje pelo BC, umamaior acomodação das taxas de juros em abril. Ele destaca, inclusive o "leve" incremento de0,2 ponto porcentual do spread com recursos livres. "Já há um grande alívio nas pressõespor redução de spreads na originação de crédito, mas de toda forma a penetração das taxasmais baixas na carteira dos bancos deve persistir pressionando as margens do sistema",avalia ele.Segundo Gargiulo, de agora em diante, quaisquer reduções adicionais nos spreads serãomuito graduais. Essas possíveis quedas, de acordo com o especialistas, devem serestimuladas por melhores condições estruturais, como melhoria de crédito, queda deinadimplência, redução de requerimentos de capital, e não mais em decorrência de umacompetição mais acentuada por parte dos bancos públicos. (Aline Bronzati -aline.bronzati@estadao.com)Copyright © 2013 Agência Estado. Todos os direitos reservadosPágina 1 de 1AE Conteúdo24/05/2013http://www.aeconteudo.com.br/negocios/setoriais/financeiro/noticia.htm?d=2013-05-24&id=273

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