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09/10/13 Crédito de bancos públicos alcançou R$ 1,27 tri em junho - Estadao.com.br
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Participação em Matéria do Estado de SP (27/07/2013): Crédito de bancos públicos alcançou r$ 1,27 tri em junho estadao.com

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Participação em Matéria do Estado de SP (27/07/2013): Crédito de bancos públicos alcançou r$ 1,27 tri em junho estadao.com

  1. 1. 09/10/13 Crédito de bancos públicos alcançou R$ 1,27 tri em junho - Estadao.com.br www.estadao.com.br/noticia_imp.php?req=impresso,credito-de-bancos-publicos-alcancou-r-127-tri-em-junho-,1057793,0.htm 1/2 Crédito de bancos públicos alcançou R$ 1,27 tri em junho De maio para junho, fatia dos bancos privados domésticos recuou de 34,9% para 34,2%, e a dos bancos estrangeiros, de 15,7% para 15,5% 27 de julho de 2013 | 2h 10 CÉLIA FROUFE, EDUARDO CUCOLO , BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo Impulsionados pelo segmento imobiliário e pelos investimentos, os bancos públicos passaram a responder, em junho, por mais da metade do crédito do País (50,3%). Essa é a primeira vez que as instituições estatais dominam o mercado desde 1999, em meio à onda de privatizações do setor. A partir dos anos 2000, seis bancos estaduais passaram para a iniciativa privada: Banestado (2000), Banespa (2000) e os bancos do Estado da Paraíba (2000), de Goiás (2001), do Amazonas (2002) e do Maranhão (2004). Para se ter uma ideia, o maior de todos, o paulista Banespa, contava na ocasião do leilão de venda com mais de 1,3 mil pontos de atendimento. O espanhol Santander arrematou a instituição e hoje é o quinto maior banco do País em ativos. A expansão recente fez com que o estoque de créditos providos pelas instituições públicas em junho alcançassem a marca de R$ 1,27 trilhão. Ao mesmo tempo, houve um encolhimento dos bancos nacionais e estrangeiros nesse mercado. De maio para o mês passado, a fatia dos domésticos cedeu de 34,9% para 34,2%, o que equivale a R$ 864 bilhões, enquanto a dos bancos externos passou de 15,7% para 15,5%, para um total de R$ 394 bilhões. Com essa expansão do segmento público em junho, ampliou-se ainda mais a diferença do estoque de crédito entre bancos oficiais e privados. No acumulado de 12 meses encerrados em junho, o saldo de recursos de bancos estatais cresceu 29,3%, a maior alta desde 2009, de acordo com o analista de bancos do Grupo Bursátil Mexicano (GBM), Andre Riva Gargiulo. "Os bancos estatais mantiveram uma expansão agressiva no crédito e a diferença nas taxas de crescimento de empréstimos dos bancos estatais e privados continua a aumentar", disse Gargiulo. Imóveis. O aumento da participação dos bancos públicos se deve, segundo o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Tulio Maciel, principalmente ao desempenho dos financiamentos de casas, apartamentos e prédios. "Isso é reflexo da dinâmica do crédito imobiliário", resumiu, acrescentando que os bancos oficiais são fortes nessa área. Maciel lembrou que, de um ano para cá, a participação do crédito imobiliário no Produto Interno Bruto (PIB) passou de 6% para 7,5%. "Esse financiamento foi o destaque do mês", disse ele. De acordo com o BC, o crédito imobiliário está crescendo a uma taxa de 35% ao ano nos últimos meses. /Economia
  2. 2. 09/10/13 Crédito de bancos públicos alcançou R$ 1,27 tri em junho - Estadao.com.br www.estadao.com.br/noticia_imp.php?req=impresso,credito-de-bancos-publicos-alcancou-r-127-tri-em-junho-,1057793,0.htm 2/2 BNDES. Outro ponto que ajudou na arrancada das instituições estatais, conforme Maciel, foi o dos investimentos, capitaneados principalmente pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). De maio para junho, o banco de fomento aumentou em 1,9% o volume de empréstimos para empresas, atingindo a marca de R$ 447 bilhões. "Há, de fato, em curso a ampliação do financiamento para investimento", constatou o técnico do Banco Central. Nem tudo é ruim para o setor privado. A taxa de provisionamento das instituições estrangeiras, que é a reserva para cobrir eventuais calotes, caiu de 6,3% para 6,2% de maio para junho. Entre os bancos nacionais, a queda foi ainda mais forte no período, de 7,4% para 6,9%. Mesmo assim, os bancos particulares estão distantes do nível de 3,7% obtido pelos públicos no mês passado. A diminuição é importante porque o banco fica com mais recursos disponíveis para realizar operações ou contabilizar como lucro. / COLABOROU ALINE BRONZATI

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