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Tqs 01-comandos e funções gerais

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AJUDA - TQS

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Tqs 01-comandos e funções gerais

  1. 1. CAD/TQS Manual de Comandos e Funções Gerais Sumário 1.1. Modelos estruturais............................................................................................ 1 1.2. Responsabilidade do engenheiro ....................................................................... 2 2.1. Processamento por lotes .................................................................................... 4 2.2. Organização de pastas ....................................................................................... 4 2.3. Critérios de projeto............................................................................................ 5 2.4. O CAD/Vigas .................................................................................................... 6 2.5. Processando vigas a partir do CAD/Formas...................................................... 7 2.5.1. Independência do CAD/Vigas.................................................................... 8 2.6. O CAD/Pilar...................................................................................................... 8 2.7. Interface do CAD/Formas com o CAD/Pilar..................................................... 9 2.8. Cálculo de lajes por processo simplificado...................................................... 11 2.9. Modelagem do pavimento por grelhas............................................................. 11 2.10. Lajes por grelha ou elementos finitos............................................................ 13 2.11. Modelagem do edifício por pórtico espacial.................................................. 14 2.12. O CAD/Fundações......................................................................................... 18 3.1. Como chamar o sistema................................................................................... 19 3.2. Janela do gerenciador ...................................................................................... 19 3.3. Lógica do menu principal................................................................................ 20 3.4. Navegando na árvore de edifícios.................................................................... 23 3.5. Múltiplas árvores de edifício ........................................................................... 24 3.6. Esquema de planta no painel central................................................................ 25 3.7. Um desenho do pavimento atual, painel direito............................................... 26 3.8. Edição de arquivo de critérios ......................................................................... 26 3.9. Edição, visualização e impressão de listagens................................................. 29 3.9.1. Formato do arquivo visualizado ............................................................... 31 3.9.2. Impressão a partir do EDITW................................................................... 31 3.9.3. Notas sobre impressão direta.................................................................... 32 3.10. Fornecendo dados ao gerenciador.................................................................. 32 3.11. Vários edifícios ao mesmo tempo.................................................................. 33 3.12. Como o sistema é instalado ........................................................................... 33 3.12.1. Pastas usadas pelo sistema...................................................................... 34 4.1. Pastas de trabalho ............................................................................................ 37 4.1.1. Árvores de edifícios.................................................................................. 39 1. Introdução............................................................................................................... 1 2. Entendendo os sistemas CAD/TQS....................................................................... 4 3. Gerenciador CAD/TQS........................................................................................ 19 4. Definição do edifício ............................................................................................. 36
  2. 2. CAD/TQS – Manual de Comandos e Funções Gerais TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 II 4.2. Editando um edifício........................................................................................ 39 4.3. Desenho esquemático....................................................................................... 42 4.4. Duplicação do edifício..................................................................................... 42 4.5. Dados gerais..................................................................................................... 42 4.6. Modelo estrutural............................................................................................. 49 4.6.1. Notas sobre o modelo conjunto................................................................. 51 4.7. Editando pavimentos........................................................................................ 51 4.8. Materiais .......................................................................................................... 59 4.9. Cobrimentos..................................................................................................... 64 4.10. Cargas ............................................................................................................ 67 4.10.1. Cargas verticais....................................................................................... 67 4.10.2. Vento ...................................................................................................... 70 4.10.3. Adicionais............................................................................................... 72 4.10.4. Combinações........................................................................................... 77 4.11. Critérios ......................................................................................................... 80 4.12. Cópia dos critérios gerais............................................................................... 80 4.13. Esquema do edifício....................................................................................... 81 4.13.1. Visualizador 3D...................................................................................... 84 4.13.1.1 Barra de ferramentas do visualizador 3D ........................................ 85 4.13.1.2 Controlando o desenho com o teclado............................................. 85 4.14. Resumo Estrutural,......................................................................................... 86 4.14.1. Processar e visualizar.............................................................................. 86 4.14.2. Editar parâmetros de referência .............................................................. 87 5.1. Critérios de cotagem ........................................................................................ 89 5.1.1. Símbolo de cotagem.................................................................................. 90 5.1.2. Tamanhos de cotagem .............................................................................. 90 5.1.3. Casas depois da vírgula............................................................................. 91 5.1.4. Níveis de cotagem..................................................................................... 91 5.1.5. Modos de cotagem.................................................................................... 91 5.2. Critérios de desenhos de armação.................................................................... 91 5.2.1. Critérios gerais.......................................................................................... 92 5.2.2. Identificação ............................................................................................. 93 5.2.3. Ferros em corte ......................................................................................... 94 5.2.4. Cotagem.................................................................................................... 94 5.2.5. Quantidade................................................................................................ 95 5.2.6. Alternância................................................................................................ 96 5.2.7. Dobras....................................................................................................... 96 5.2.8. Ganchos .................................................................................................... 97 5.2.9. Níveis........................................................................................................ 97 5.2.10. Tamanhos................................................................................................ 97 5. Critérios Gerais – Cotagem / Desenho de Armação .......................................... 89
  3. 3. Sumário TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 III 5.2.11. Plotagem................................................................................................. 98 5.2.12. Aço ......................................................................................................... 98 5.2.13. Tabela desenhada.................................................................................... 99 6.1. Gerenciador ................................................................................................... 101 6.2. Edição Gráfica............................................................................................... 106 6.3. Visualização de desenhos .............................................................................. 113 7.1. Limpeza de arquivos...................................................................................... 115 7.2. Salvar / Restaurar / Compactar...................................................................... 116 7.3. Utilização de desenhos .................................................................................. 120 7.3.1. Código de verificação............................................................................. 121 7.4. Edição / visualização de listagens.................................................................. 121 7.5. Verificar a integridade do sistema CAD/TQS ............................................... 122 7.6. Calculadoras de dimensionamento ................................................................ 122 8.1. Leia - me........................................................................................................ 123 8.2. Conheça –o.................................................................................................... 123 8.3. Manuais on - line........................................................................................... 124 8.4. Dúvidas frequentes ........................................................................................ 125 8.5. Entrar na pasta de testes padrão..................................................................... 125 8.6. TQS na Web .................................................................................................. 126 8.7. Verificar atualizações na internet .................................................................. 126 8.8. Sobre os Sistemas CAD/TQS........................................................................ 126 A. Seqüência de operação..................................................................................... 129 A.1. Definição de um edifício novo...................................................................... 129 A.2. Processo convencional.................................................................................. 130 A.2.1. Processamento dos pisos........................................................................ 130 A.2.2. Processamento dos pilares..................................................................... 131 A.2.3. Um ou mais pisos discretizados por grelha............................................ 132 A.3. Modelagem com pórtico espacial, pisos por processo convencional ou grelha134 6. Configurações ..................................................................................................... 101 7. Utilidades............................................................................................................. 115 8. Menu Ajuda ........................................................................................................ 123 9. Tela de apresentação .......................................................................................... 128 APÊNDICE A ......................................................................................................... 129
  4. 4. Introdução 1 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 1. Introdução Os sistemas CAD/TQS são um conjunto de ferramentas para cálculo, dimensionamento, detalhamento e desenho de estruturas de concreto armado e protendido. A porta de entrada do sistema, onde definimos os dados do edifício, os critérios para cálculo, os elementos estruturais e as plantas de formas é o sistema CAD/Formas. O CAD/Formas é o sistema responsável pela entrada de informações geométricas e de carregamentos, bem como pela distribuição de informações para projeto de lajes, vigas, pilares e fundações. O CAD/Formas agrega programas de análise de esforços, desenho, edição gráfica, análise de geometria, interfaces e outros, ligando e transferindo informações entre os diversos outros sistemas CAD/TQS. Este manual é uma introdução ao CAD/TQS 8.0 - plataforma Windows - e versões superiores, mostrando como o sistema se integra aos demais sistemas CAD/TQS, a operação em geral, os princípios e os critérios usados para determinação da geometria das formas e distribuição de cargas. Outros manuais importantes para uso do sistema serão citados ao longo deste manual. 1.1. Modelos estruturais O modelo estrutural, uma abstração da estrutura real, é definido e controlado pelo engenheiro. Com os sistemas CAD/TQS, o engenheiro constrói o seu modelo lançando elementos estruturais, fixando critérios e dados de projeto e acionando programas de cálculo. Mostraremos neste e em outros manuais como montar os modelos. Eis alguns possíveis:  Lajes sobre apoio rígido de vigas. Vigas contínuas independentes apoiadas em pilares.  Vigas contínuas com plastificações nos apoios. Vigas e pilares trabalhando em um pórtico simplificado.  Vigas com carregamentos adicionais e envoltórias definidos independentemente.  Lajes com cálculo simplificado elástico ou por ruptura.  Lajes com cálculo simplificado e vigas calculadas por modelo de grelha;  Modelo elástico de lajes discretizadas por grelha ou elementos finitos. Vigas discretizadas em grelha trabalhando solidariamente com as lajes.  Modelo de grelha com plastificações de vigas em pilares e de lajes em vigas.  Pilares com carga normal centrada das vigas.  Pilares com carga normal excêntrica, vinda das vigas ou do modelo de grelha.  Pilares com carregamentos de vento por processo simplificado.
  5. 5. CAD/TQS – Manual de Comandos e Funções Gerais TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 2  Pilares com carregamentos de vento por pórtico espacial.  Vigas com esforços devido a carga vertical por grelha e esforços devido a carga horizontal de vento por pórtico espacial.  Modelo conjunto de pórtico espacial, com esforços verticais de grelhas e/ou vigas contínuas.  Todo o edifício de vigas, pilares e lajes em pórtico espacial. 1.2. Responsabilidade do engenheiro Nos sistemas CAD/TQS, insistimos na tese de responsabilidade do engenheiro: Se sistemas computacionais fizessem projeto, não precisaríamos de engenheiros. Isto entretanto não acontece. Este sistema, como os demais CAD/TQS, funciona apenas como uma ferramenta de trabalho à serviço do engenheiro, e o ajudará na produção de projetos, que serão tão bem elaborados quanto for o trabalho de concepção e análise desenvolvido por ele. A mera produção de desenhos de detalhamento de concreto pelo computador não implica em um projeto tecnicamente correto. Os sistemas CAD/TQS não tomam decisões de engenharia, e não ensinam a fazer projeto. Por ser responsável pela realização do projeto, o engenheiro é obrigado a validar tanto os dados de entrada quanto os resultados obtidos, usando todos os recursos à sua disposição. Os sistemas CAD/TQS em hipótese alguma geram o detalhamento completo da estrutura. Isto significa, que além de validar os resultados, o engenheiro deverá decidir a necessidade de alterar o detalhamento já gerado e/ou incluir novas armaduras para garantir o funcionamento correto da estrutura, dentro das especificações de projeto. Para atender diferentes critérios de cálculo usados por escritórios de cálculo estrutural em todo o Brasil, os sistemas CAD/TQS podem ser adaptados pelo engenheiro, com a definição de critérios próprios às suas necessidades. Assim, um mesmo modelo pode ser calculado de maneiras diferentes, produzindo resultados diferentes. Os critérios disponíveis no sistema atendem de uma maneira geral aos bons princípios de engenharia aplicados a determinados tipos de projeto podendo ou não estar de acordo com as normas técnicas, dependendo dos valores definidos pelo engenheiro.
  6. 6. Introdução 3 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Antigamente, a norma brasileira era considerada como uma diretriz a ser seguida, não obrigatória. Com a entrada em vigor do Código de Defesa do Consumidor (CDC), as normas passam a valer como um "padrão mínimo" de referência, tornando-se obrigatórias. Se você deseja evitar problemas futuros, modifique os critérios em uso, defina dados e modelos estruturais em acordo com a NBR6118 e outras normas em vigor. A definição de critérios não é feita automaticamente pelo sistema. O engenheiro deve se conscientizar dos critérios em uso pelo sistema através da leitura dos manuais e da verificação das listagens de processamento. A utilização deste sistema deverá ser feita exclusivamente sob controle de um engenheiro experiente.
  7. 7. CAD/TQS – Manual de Comandos e Funções Gerais TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 4 2. Entendendo os sistemas CAD/TQS Vamos examinar a filosofia geral dos sistemas CAD/TQS de dimensionamento, detalhamento e desenho para entender como é a interface entre o CAD/Formas e os demais sistemas. Estes sistemas são o CAD/Vigas, CAD/Pilar, CAD/Lajes e CAD/Fundações. 2.1. Processamento por lotes Todos os sistemas processam sempre um lote de informações por vez, usando uma pasta1 para cada lote. Em cada sistema, um lote significa: CAD/Formas A planta de formas de um pavimento CAD/Lajes As lajes de um pavimento CAD/Vigas As vigas de um pavimento CAD/Pilar Os pilares de um edifício CAD/Fundações As fundações de um edifício CAD/AGC & DP Uma lista de desenhos genéricos Em todos os sistemas, um lote é identificado por um número de 4 dígitos, chamado de número de projeto. Este número é arbitrado pelo projetista, devendo ser diferente para plantas de um mesmo edifício. 2.2. Organização de pastas Os dados de projeto são distribuídos em pastas diferentes, conforme o uso. O gerenciador organiza automaticamente as pastas de trabalho a partir da definição do edifício. Quando você está numa pasta pertencente a um edifício, dizemos que estamos no contexto do edifício. Neste contexto, o gerenciador sabe quais os arquivos de entrada de todos os programas. No painel esquerdo do gerenciador, existe um controle em forma de árvore que mostra as pastas do edifício. Você pode entrar nas diversas pastas do edifício selecionando a pasta desejada com o mouse. 1 A partir do Windows 95, a Microsoft alterou o termo diretório para pasta. Seguiremos a notação deste sistema.
  8. 8. Entendendo os sistemas CAD/TQS 5 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Veja na figura ao lado, Os ramos da árvore representam pastas de trabalho do edifício. Na pasta "Espacial", processamos somatória de cargas do edifício e pórtico espacial. Nas pastas "Pilares" e "Fundações" são feitos os respectivos projetos de pilares e de fundações. A pasta "Gerais" é uma pasta de trabalho, e pode ser usada para outros desenhos ou geração de plotagem. As pastas "TPCX", "CMAQ" e outras representam pavimentos do edifício. Nestas pastas são processadas plantas de formas, lajes e grelhas. Nas sub-pastas "Vigas" é feito o projeto de vigas do pavimento correspondente. No próximo capítulo, mostraremos quais as pastas efetivamente usadas pelo edifício. Antigamente, os sistemas CAD/TQS não trabalhavam em contexto de edifício, e o projetista definia manualmente as pastas de trabalho. Este modo de trabalho ainda é possível no gerenciador. 2.3. Critérios de projeto Todos os sistemas de detalhamento de armaduras têm como entrada 2 tipos de informação: os dados do projeto e os critérios. A separação entre critérios e dados é necessária, pois a quantidade de critérios que podem ser modificados em cada sistema é muito grande, e a maioria deles é definida apenas uma vez e depois copiada para outros projetos. Os sistemas CAD/TQS adotam uma lógica uniforme de distribuição de critérios, que permite tanto partilhar critérios no processamento de pavimentos diferentes quanto usar critérios independentes por pavimento.
  9. 9. CAD/TQS – Manual de Comandos e Funções Gerais TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 6 Quando os sistemas CAD/TQS são instalados em um computador, os arquivos de critérios são copiados para a chamada pasta geral de critérios. Após a instalação do sistema, você deve assimilar os critérios definidos e altera-los, de acordo com as normas em vigor e o tipo de projeto realizado no seu escritório. Quando um edifício novo é criado, uma cópia dos critérios da pasta geral é feita para o edifício recém-criado, na pasta principal do edifício. Uma vez nesta pasta, serão usados no processamento de todos os pavimentos do edifício. Se você alterar critérios na pasta principal do edifício, esta alteração afetará todos os pavimentos, assim que forem reprocessados. Note que esta alteração afetará exclusivamente o edifício em questão. Se você deseja que certos critérios de cálculo sejam usados exclusivamente em um determinado pavimento, você pode fazer uma cópia destes critérios para este pavimento2 . Resumindo, quando o sistema processa um pavimento, ele procurará critérios:  Na pasta do pavimento;  Se não achar no pavimento, na pasta principal do edifício;  Se não achar no edifício, na pasta geral de critérios. Se você alterar critérios na pasta geral de critérios, estas alterações não afetarão os projetos em andamento, somente os novos projetos. Se necessário, você pode reinicializar os critérios de projeto de um edifício a partir da pasta geral de critérios. 2.4. O CAD/Vigas Na pasta de vigas de um pavimento, o CAD/Vigas lerá dois arquivos de entrada: o de dados, com geometria e carregamentos de todas as vigas do pavimento, e o de critérios. Depois de processar análise de esforços, dimensionamento, detalhamento e desenho, teremos como resultado uma série de desenhos de armação e de listagens, que serão o memorial de cálculo: 2 É comum fazer a cópia, para simular condições de cálculo diferentes em um determinado pavimento.
  10. 10. Entendendo os sistemas CAD/TQS 7 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 GEOMETRIA CARREGAMENTOS CAD/Vigas .18 .23 1.25 C=5.41 V401 13/55 P1 P2 2 N2 ° 10 C=590 2 N3 ° 10 C=510 2 N1 ° 8 C=579 13/55 27 ° 5 C/20 N4 (521) 27C N4 ° 5 C=135 Corte A A V401V401V401 P1 P2 CRITERIOS LISTAGENS MEMORIAL DE CALCULO É trabalhoso entrar com dados de vigas. Para cada viga, precisaremos determinar exatamente o comprimento dos vãos e a largura dos apoios, que dependerão da projeção da viga sobre os pilares de apoio. Os carregamentos nas vigas virão pelo menos de 3 lugares diferentes: o peso próprio, as cargas de alvenaria e as cargas distribuídas pelas lajes. É preciso distribuir a carga das lajes viga por viga, por processo simplificado e montar um gabarito, resumindo todas as informações por viga, para facilitar a entrada de dados do programa. O que acontecerá se uma pequena alteração na planta de formas, causar alteração na geometria das vigas e/ou redistribuição de cargas? Simplesmente, teremos que revisar e refazer a entrada de dados de vigas! 2.5. Processando vigas a partir do CAD/Formas A entrada de dados de uma planta de formas representa um nível de informação acima das vigas. A planta de formas conhece o formato dos pilares em planta, o contorno e o carregamento das lajes. A planta de formas pode ser definida graficamente, sobre uma planta de arquitetura, através da Entrada Gráfica de Formas. Como resultado do processamento de uma planta de formas, o CAD/Formas irá:  Determinar a geometria das vigas, comprimento de vãos e apoios;  Distribuir as cargas das lajes para as vigas pelo processo de linhas de rupturas;  Determinar as cargas atuantes em cada viga;  Montar o arquivo de dados de vigas (nnnn.DAT) pronto para processamento de vigas, na pasta correspondente de vigas.
  11. 11. CAD/TQS – Manual de Comandos e Funções Gerais TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 8 LISTAGENS MEMORIAL DE CALCULO CAD/Formas GEOMETRIA CARREGAMENTOS .18 .23 1.25 C=5.41 V401 13/55 P1 P2 PLANTA DE FORMAS CRITERIOS DE VIGAS Veja que a saída do CAD/Formas é a entrada do CAD/Vigas. Agora, em caso de alteração de uma planta de formas, basta reprocessar a planta para obter uma nova entrada de dados para o CAD/Vigas. 2.5.1. Independência do CAD/Vigas O CAD/Vigas não diferencia se os dados para processamento foram digitados ou gravados automaticamente pelo CAD/Formas. Em qualquer etapa do projeto, desde que saiba o que está fazendo, você pode alterar carregamentos, geometria e/ou critérios e reprocessar as vigas de um pavimento, independentemente das demais. Isto permite que você modifique o modelo estrutural para um caso particular, e adeqüe melhor o projeto em casos não cobertos pelo sistema. 2.6. O CAD/Pilar A filosofia do CAD/Pilar é semelhante à do CAD/Vigas. O CAD/Pilar lerá arquivos de entrada descrevendo a geometria e carregamentos, o arquivo de critérios, e após as etapas de análise de esforços, dimensionamento, detalhamento e desenho chegaremos aos desenhos de armação de pilares e as listagens / memoriais de cálculo:
  12. 12. Entendendo os sistemas CAD/TQS 9 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 LISTAGENS MEMORIAL DE CALCULO CAD/Pilar CRITERIOS GEOMETRIA CARREGAMENTOS P1 P2 P3 P4 P5 P6 18 110 12 ° 10 65 15 65 16 2X23 P5 ° 5 C=172 2X23G P4 ° 5 C=28 12P1°10C=320 2XP52XP4 23°5C/12 6 280 18 110 12 ° 10 65 15 65 16 2X23 P5 ° 5 C=172 2X23G P4 ° 5 C=28 12P1°10C=320 2XP52XP4 23°5C/12 7 280 25 100 10 ° 12.5 97 22 24 18 P2 ° 6.3 C=253 3X18G P3 ° 6.3 C=38 10P1°12.5C=330 P23XP3 18°6.3C/15 280 25 100 10 ° 12.5 97 22 24 18 P2 ° 6.3 C=253 3X18G P3 ° 6.3 C=38 10P1°12.5C=330 P23XP3 18°6.3C/15 7 280 P3 P4 Você pode alimentar o CAD/Pilar independentemente de qualquer outro sistema, levantando manualmente as reações de vigas ao longo do edifício, e entrando estas informações pilar por pilar, lance a lance. Defina também a geometria dos pilares, carregamentos de vento, combinações e critérios. O CAD/Pilar é rico em critérios e modelos de cálculo. 2.7. Interface do CAD/Formas com o CAD/Pilar O CAD/Formas constrói o arquivo para processamento de pilares com geometria e carregamentos. Para poder gerar dados de geometria para pilares, precisaremos informar ao sistema como é constituído o edifício: pavimentos, cotas, pé-direito, etc. Esquematicamente, o CAD/Formas criará pastas de trabalho para cada pavimento, para vigas, pilares, etc.
  13. 13. CAD/TQS – Manual de Comandos e Funções Gerais TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 10 FUNDACAOESPACIAL PILAR GERAIS TERREO TIPO COBER VIGAS EDIFICIO VIGAS VIGAS EXEMPLO Cada pavimento deve ser completamente definido e processado. Para poder gerar as reações de apoio das vigas nos pilares, precisaremos processar, com o CAD/Vigas, pelo menos os esforços solicitantes nas vigas de cada pavimento. Depois disto, um processamento transferirá dados para o CAD/Pilar. CARREGAMENTOS P1 P2 P3 P4 P5 P6 DE PILARES GEOMETRIA E CAD/Formas CAD/VigasCAD/Formas EDIFICIO INTERFACE CAD/Pilar FUNDACAO SUBSOLO TERREO TIPO ATICO GEOMETRIA REACOES O resultado final serão os arquivos de dados para processamento de pilares, gravados na pasta de pilares, com toda a geometria e carregamentos determinados automaticamente pelo CAD/formas. Assim como no CAD/Vigas, o CAD/Pilar não diferencia dados gravados pelo CAD/Formas de dados definidos manualmente. Você pode alterar geometria, carregamentos e critérios de projeto se necessário, para melhor adequação do modelo de cálculo.
  14. 14. Entendendo os sistemas CAD/TQS 11 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 2.8. Cálculo de lajes por processo simplificado Ao contrário dos sistemas de vigas e pilares, o CAD/Lajes trabalha diretamente sobre a planta de formas definida através do CAD/Formas, e depende desta para o cálculo. O cálculo de lajes é feito na mesma pasta da planta de formas. O cálculo de lajes por processo simplificado é voltado para lajes de pequenas dimensões e de comportamento conhecido. O sistema arma as lajes por processo de ruptura ou elástico, através de consulta à tabelas de cálculo de lajes retangulares. As hipóteses simplificadoras são gravadas inicialmente pelo CAD/Formas em um arquivo tipo .LAJ, devendo ser analisadas e modificadas pelo projetista. LISTAGENS MEMORIAL DE CALCULO PLANTA DE FORMAS CRITERIOS CAD/Lajes 20 P1 ° 6.3 C/20 C=1300 4 P2 ° 6.3 C/20 C=1239V 9 P3 ° 6.3 C/20 C=1222 12 P4 ° 6.3 C/20 C=337 45P5°6.3C/20C=503 9P6°6.3C/20C=719 12P7°6.3C/20C=775 12 P8 ° 6.3 C/20 C=592 15 P9 ° 6.3 C/20 C=615 5 P10 ° 6.3 C/20 C=743 12 P11 ° 6.3 C/20 C=531 20P12°6.3C/20C=808 7P13°6.3C/20C=345 10P14°6.3C/20C=579 20 P15 ° 6.3 C/20 C=476 8 P16 ° 6.3 C/20 C=520 23P17°6.3C/20C=553 3P18°6.3C/20C=194 20P1° 6.3C/20C=1300 4P2° 6.3C/20C=1239V 9P3° 6.3C/20C=1222 12P4° 6.3C/20C=337 45P5°6.3C/20C=503 9P6°6.3C/20C=719 12P7°6.3C/20C=775 12P8° 6.3C/20C=592 15P9° 6.3C/20C=615 5P10° 6.3C/20C=743 12P11° 6.3C/20C=531 20P12°6.3C/20C=808 7P13°6.3C/20C=345 10P14°6.3C/20C=579 20P15° 6.3C/20C=476 8P16° 6.3C/20C=520 23P17°6.3C/20C=553 3P18°6.3C/20C=194 ARMACAO DE LAJES HIPOTESES SIMPLIFICADORAS O sistema detalha automaticamente lajes retangulares, e permite o detalhamento interativo de lajes de formato qualquer. O mesmo Editor de Esforços, usado para o detalhamento de lajes quaisquer calculadas por grelha pode ser usado para detalhar lajes por processo simplificado. 2.9. Modelagem do pavimento por grelhas O CAD/Formas permite montar a partir da planta de formas, os modelos estruturais:
  15. 15. CAD/TQS – Manual de Comandos e Funções Gerais TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 12  Grelha de vigas, com cargas das lajes por processo simplificado  Grelha de vigas e lajes planas discretizadas  Grelha de vigas e lajes nervuradas, a partir do lançamento das formas de nervuras  Modelo misto de barras e elementos finitos de placas, dentro de certos limites de geração As grelhas com lajes discretizadas podem receber refinamentos através de um editor gráfico orientado. PLANTA DE FORMAS CRITERIOS 1/.1c.268 1/.1c.268 1/.1c.268 1/.1c.268 1/.1c.268 1/.1c.268 1/.1c.268 1/.1c.268 1/.1c.268 1/.1c.268 1/.1c.268 1/.1c.268 1/.1c.268 1/.1c.268 1/.1c.268 1/.1c.268 1/.1c.268 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 GRELHA-TQSESFORCOS NA GRELHA MIX Grelha-TQS A análise, visualização e transferência de esforços é feita dentro de um módulo denominado Grelha-TQS. Alternativamente, a grelha de barras ou elementos de placas pode ser processada pelo Mix. O resultado do processamento de grelha será um arquivo de esforços solicitantes. Para usar efetivamente os esforços obtidos no cálculo de grelhas no cálculo de vigas e lajes, você precisará acionar a transferência destes esforços. No caso do CAD/Vigas, será criado, na pasta de vigas, um arquivo de esforços devido a cargas verticais (.TEV). GRELHA-TQSESFORCOS NA GRELHA ESFORCOS DE CARR VERTICAIS PARA VIGAS TRANSFERENCIA O CAD/Vigas reconhece a presença dos esforços devido a carregamento vertical na pasta de trabalho, e detalha as vigas com estes esforços, ignorando agora as cargas lançadas por processo simplificado geradas pelo CAD/Formas no arquivo de dados de vigas.
  16. 16. Entendendo os sistemas CAD/TQS 13 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 O nosso diagrama anterior de processamento de vigas se modificará, com a inclusão de mais um arquivo de entrada, o de esforços: GEOMETRIA CAD/Vigas .18 .23 V401 13/55 P1 P2 2 N2 ° 10 C=590 2 N3 ° 10 C=510 2 N1 ° 8 C=579 13/55 27 ° 5 C/20 N4 (521) 27C N4 ° 5 C=135 Corte A A V401V401V401 P1 P2 CRITERIOS LISTAGENS MEMORIAL DE CALCULO ESFORCOS DE CARR VERTICAIS PARA VIGAS As reações de apoio da grelha também são transferidas para as vigas. Isto significa que na interface com o CAD/Pilar, as reações de apoio transferidas levarão em consideração se o pavimento foi calculado por vigas contínuas ou grelha. Você pode manter modelos diferentes de cálculo em pavimentos diferentes. 2.10. Lajes por grelha ou elementos finitos O detalhamento de lajes calculadas por processo de grelha ou elementos finitos, é feito através do Editor de Esforços e Armaduras, dentro do CAD/Lajes. Primeiro acionamos a transferência de esforços da grelha para lajes: GRELHA-TQS ESFORCOS NA GRELHA ESFORCOS DE CARR VERTICAIS PARA LAJES TRANSFERENCIA Depois, a partir destes esforços, e usando o Editor de Esforços, chegaremos ao detalhamento de armaduras em lajes quaisquer:
  17. 17. CAD/TQS – Manual de Comandos e Funções Gerais TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 14 PLANTA DE FORMAS CRITERIOS CAD/Lajes 20 P1 ° 6.3 C/20 C=1300 4 P2 ° 6.3 C/20 C=1239V 9 P3 ° 6.3 C/20 C=1222 12 P4 ° 6.3 C/20 C=337 45P5°6.3C/20C=503 9P6°6.3C/20C=719 12P7°6.3C/20C=775 12 P8 ° 6.3 C/20 C=592 15 P9 ° 6.3 C/20 C=615 5 P10 ° 6.3 C/20 C=743 12 P11 ° 6.3 C/20 C=531 20P12°6.3C/20C=808 7P13°6.3C/20C=345 10P14°6.3C/20C=579 20 P15 ° 6.3 C/20 C=476 8 P16 ° 6.3 C/20 C=520 23P17°6.3C/20C=553 3P18°6.3C/20C=194 20P1° 6.3C/20C=1300 4P2° 6.3C/20C=1239V 9P3° 6.3C/20C=1222 12P4° 6.3C/20C=337 45P5°6.3C/20C=503 9P6°6.3C/20C=719 12P7°6.3C/20C=775 12P8° 6.3C/20C=592 15P9° 6.3C/20C=615 5P10° 6.3C/20C=743 12P11° 6.3C/20C=531 20P12°6.3C/20C=808 7P13°6.3C/20C=345 10P14°6.3C/20C=579 20P15° 6.3C/20C=476 8P16° 6.3C/20C=520 23P17°6.3C/20C=553 3P18°6.3C/20C=194 ARMACAO DE LAJES ESFORCOS DE CARR VERTICAIS PARA LAJES EDITOR DE ESFORCOS E ARMADURA 2.11. Modelagem do edifício por pórtico espacial O modelo do pórtico espacial pode ser gerado automaticamente depois de definidas todas as plantas do edifício: GERACAO DO PORTICO PORTICO-TQSCARREGAMENTOS HORIZONTAIS E VERTICAIS ESFORCOS DE Portico-TQS CARREGAMENTOS CRITERIOS
  18. 18. Entendendo os sistemas CAD/TQS 15 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 A geração, análise, visualização e transferência de esforços do pórtico é feita partir do Pórtico-TQS. Quando a transferência de esforços é feita para o CAD/Vigas, um arquivo com a envoltória de esforços solicitantes nas vigas será gravado em cada pasta com as vigas correspondentes a cada pavimento: PORTICO-TQS CARREGAMENTOS HORIZONTAIS E VERTICAIS ESFORCOS DE FUNDACAO ESFORCOS EM VIGAS CARR HORIZONTAIS E/OU VERTICAIS ESFORCOS EM VIGAS CARR HORIZONTAIS E/OU VERTICAIS ESFORCOS EM VIGAS CARR HORIZONTAIS E/OU VERTICAIS ESFORCOS EM VIGAS CARR HORIZONTAIS E/OU VERTICAIS TERREO TIPO COBERTURA TRANSFERENCIA O modelo estrutural para detalhamento dependerá dos esforços que você deverá transferir para vigas e pilares:  Se a transferência for de esforços exclusivamente devido a carga horizontal, teremos um modelo onde os esforços verticais serão calculados por vigas contínuas ou grelha, e os esforços horizontais devido a vento calculados por pórtico espacial. Neste caso, a entrada de dados de vigas poderá ser composta por:
  19. 19. CAD/TQS – Manual de Comandos e Funções Gerais TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 16 GEOMETRIA CAD/Vigas .18 .23 V401 13/55 P1 P2 2 N2 ° 10 C=590 2 N3 ° 10 C=510 2 N1 ° 8 C=579 13/55 27 ° 5 C/20 N4 (521) 27C N4 ° 5 C=135 Corte A A V401V401V401 P1 P2 CRITERIOS LISTAGENS MEMORIAL DE CALCULO ESFORCOS DE CARREGAMENTOS HORIZONTAIS EM VIGAS EM VIGAS CARREGAMENTOS ESFORCOS DE VERTICAIS  Se a transferência for dos esforços devido a cargas verticais e horizontais, então o modelo estrutural terá esforços exclusivamente do pórtico. Geralmente, é preferível detalhar vigas e pilares com esforços horizontais devido a vento vindos do pórtico, e esforços verticais calculados por modelagem de grelha, onde é possível simular melhor o comportamento das lajes em conjunto com as vigas e plastificações. A partir do CAD/Formas versão 7.0, tornou-se possível também gerar o modelo de pórtico espacial, considerando-se o comportamento das grelhas ou das vigas contínuas, conforme a modelagem piso a piso. Assim, os esforços obtidos na interação entre vigas e lajes com pilares, calculados piso a piso, serão redistribuídos em toda a estrutura via pórtico espacial.
  20. 20. Entendendo os sistemas CAD/TQS 17 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Este comportamento é simulado através da transferência das reações das vigas nos apoios da grelha ou viga contínua para o pórtico, articulando-se as vigas nos apoios e impondo-se momentos nas extremidades. No caso das grelhas, aplica-se também as reações das lajes nas vigas e pilares obtidas na grelha como cargas concentradas no pórtico. Veja mais detalhes no manual de "Geração e Processamento de Pórticos Espaciais". Para que os pilares sejam calculados com esforços do pórtico, você também precisa acionar a transferência de esforços: PORTICO-TQS CARREGAMENTOS HORIZONTAIS E VERTICAIS ESFORCOS DE ESFORCOS EM PILARES - CARREG HORIZONTAIS E/OU VERTICAIS TRANSFERENCIA O CAD/Pilar agora terá mais um arquivo de entrada de dados: LISTAGENS MEMORIAL DE CALCULO CAD/Pilar CRITERIOS GEOMETRIA P1 P2 P3 P4 P5 P6 18 110 12 ° 10 65 15 65 16 2X23 P5 ° 5 C=172 2X23G P4 ° 5 C=28 12P1°10C=320 2XP52XP4 23°5C/12 6 280 18 110 12 ° 10 65 15 65 16 2X23 P5 ° 5 C=172 2X23G P4 ° 5 C=28 12P1°10C=320 2XP52XP4 23°5C/12 7 280 25 100 10 ° 12.5 97 22 24 18 P2 ° 6.3 C=253 3X18G P3 ° 6.3 C=38 10P1°12.5C=330 P23XP3 18°6.3C/15 280 25 100 10 ° 12.5 97 22 24 18 P2 ° 6.3 C=253 3X18G P3 ° 6.3 C=38 10P1°12.5C=330 P23XP3 18°6.3C/15 7 280 P3 P4 ESFORCOS EM PILARES - CARREG HORIZONTAIS E/OU VERTICAIS Dependendo dos esforços transferidos, também nos pilares teremos 2 modelos possíveis, com esforços do pórtico:  Somente com esforços por cargas horizontais, com as cargas verticais sendo lidas das reações de vigas, por processo convencional ou grelha;
  21. 21. CAD/TQS – Manual de Comandos e Funções Gerais TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 18  Com todos os esforços, devido a carregamentos horizontais e verticais, isto é, esforços exclusivamente do pórtico espacial. 2.12. O CAD/Fundações O CAD/Fundações hoje não tem integração direta com o CAD/Formas3 . Defina a geometria e os carregamentos nas fundações, em uma pasta separada, para fazer o dimensionamento, detalhamento e desenho: GEOMETRIA CRITERIOS LISTAGENS MEMORIAL DE CALCULO CAD/Fundacoes CARREGAMENTO 85 55 39 P2 C/13 2X 38 P4 C/13 40P1C/12 2X39P3C/12 39 P2 C/13 2020 30 30 505 R=6 40P1C/12 20 3030 475 R=6 515 4854075 4075 S1=S2 40 P1 ° 16 C/12 C=560 2X39 P3 ° 8 C/12 C=40 39P2°16C/13C=530 2X38P4°8C/13C=40 450 20 8P5°20C=470 47 40 44 P6 ° 6.3 C/20 C=187 P1 P2 P3 Para definir o carregamento nas fundações, você pode usar como base o relatório geral de cargas gerado pelo CAD/Formas ou o resumo de cargas nas fundações gerado pelo Pórtico-TQS. 3 Apesar disto, o CAD/Formas tem um menu no editor gráfico para desenho de formas de fundações.
  22. 22. Gerenciador CAD/TQS 19 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 3. Gerenciador CAD/TQS Toda a operação dos sistemas CAD/TQS é controlada por um único programa, chamado Gerenciador. 3.1. Como chamar o sistema A instalação do programa TQS cria um ícone na área de trabalho do Windows com o símbolo TQS, e coloca uma entrada dentro do menu "Iniciar", "Programas" do Windows. Em caso de problemas, basta você criar um atalho para o arquivo TQS.EXE, localizado na pasta de programas TQS. 3.2. Janela do gerenciador Assim que o TQS é carregado, aparecerá a janela do Gerenciador. Veja nesta tela: O menu principal (chamado de menu suspenso), com as opções "Arquivo", "Editar", "Processar", "Visualizar", "Plotagem" e "Ajuda". Todas as funções do gerenciador podem ser encontradas neste menu.
  23. 23. CAD/TQS – Manual de Comandos e Funções Gerais TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 20 A barra de ferramentas, com acesso à funções mais usadas. Contém comandos para editar um edifício, mudar o sistema (CAD/Formas, Grelha-TQS, CAD/Vigas, etc) e comandos para manipular as janelas nos painéis centrais. Três painéis contendo: a representação dos edifícios em forma de árvore hierárquica, o esquema da planta atual, e um desenho do pavimento e/ou pasta atual. Botões no painel direito para edição gráfica de desenhos. Uma área de status com informações do projetista, além do edifício, pavimento e pastas atuais. Uma área de mensagens. Os programas executados emitem mensagens nesta área. Do lado da área de mensagens dois botões permitem editar ou limpar o seu conteúdo. Uma linha de status inferior, com uma ajuda rápida de cada comando e três pequenos painéis que indicam o estado do gerenciador, o sistema e o desenho atual no painel direito. 3.3. Lógica do menu principal No gerenciador, assim como em todos os editores gráficos, o menu principal possui todas as funções do sistema, incluindo as que estão nas barras de ferramentas. O gerenciador está sempre em modo de operação do sistema atual, onde o sistema é um dos CAD/TQS. Você torna um sistema atual através do menu ou da barra de ferramentas. Os ícones mostrados nas barras de ferramentas e os sistemas correspondentes são:
  24. 24. Gerenciador CAD/TQS 21 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Estas são as funções do menu principal: Menu Função Arquivo Manipulação dos dados de edifício, critérios e configurações comuns, utilidades de sistema Editar Edição de critérios e dados do sistema atual Processar Processamento do sistema atual Visualizar Visualização de resultados e critérios do sistema atual Plotagem Plotagem de desenhos - configurações, critérios e utilidades de desenho. Ajuda Visualização de arquivo Leia-me, manuais on-line e Versão do Sistema
  25. 25. CAD/TQS – Manual de Comandos e Funções Gerais TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 22 Enquanto os menus "Arquivo", "Plotagem" e "Ajuda" são comuns a todos os sistemas, os submenus "Editar", "Processar" e "Visualizar" se alteram dinamicamente conforme você escolhe o sistema atual. Por exemplo, no CAD/Formas, os menus "Editar", "Processar" e "Visualizar" são assim: Passando-se para o CAD/Lajes, os mesmos menus mudam para: No desenvolvimento de um projeto, você usará o menu "Editar" para a definição de dados e critérios, fará o processamento do projeto através do menu "Processar" e visualizará resultados através do "Visualizar". O menu "Arquivo" será usado para manipular dados do edifício e outros critérios e configurações comuns, o menu "Plotar" será usado para a plotagem e/ou impressão de desenhos gerados por todos os sistemas. Por último,.o menu "Ajuda" será usado para acionar os manuais on-line e informar a versão atual do Sistema CAD/TQS. Cada sistema CAD/TQS tem sua própria documentação de operação, onde os menus acima são detalhados. Neste manual daremos ênfase nas operações comuns a todos os programas do Sistema CAD/TQS, operações estas, executadas através dos comandos dos menus "Arquivo" e "Ajuda".
  26. 26. Gerenciador CAD/TQS 23 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Veja no manual “CAD/TQS – Manual de Edição de Plantas e Plotagens” detalhes sobre as funções e os comandos do menu "Plotagem". 3.4. Navegando na árvore de edifícios O comando "Arquivos", "Edifício", "Atual" permite a você navegar por todos as pastas do edifício atual, assim como mudar para qualquer edifício dentro da árvore atual de edifícios definida no gerenciador. Esta mesma operação pode ser feita diretamente no painel esquerdo do gerenciador, que é um controle de árvore do Windows. Neste painel estão representados todos os edifícios da árvore atual, e por edifício, as diversas pastas, incluindo a espacial, pilares, fundações e pavimentos. As pastas de pavimento por sua vez, podem ter ramificações para vigas. A operação deste controle é intuitiva, bastando clicar diretamente nos sinais "+" e "-" para expandir ou contrair os ramos da árvore. Para entrar em qualquer pavimento ou pasta do edifício, apenas selecione o pavimento desejado. O gerenciador não apenas mudará a pasta atual para a selecionada, como também tentará escolher um novo sistema, dependendo da pasta. Por exemplo, o gerenciador sempre entra no CAD/Vigas quando vai para uma pasta de vigas, ou no CAD/Pilar dentro da pasta de pilares.
  27. 27. CAD/TQS – Manual de Comandos e Funções Gerais TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 24 Ao selecionar um novo sistema, se a pasta atual não for deste sistema, o gerenciador tenta mudar para a próxima pasta que considerar mais adequada. Por exemplo, se você está processando vigas, ao escolher o sistema CAD/Pilar, a pasta de pilar do edifício será automaticamente selecionada. Você pode verificar isto diretamente em uma das linhas de status do gerenciador. A criação e edição de edifícios e suas plantas de formas são documentados no "CAD/Formas - Manual do Usuário". 3.5. Múltiplas árvores de edifício Os dados de projeto são organizados em edifícios, que fisicamente ocupam pastas no disco rígido. Estas pastas são organizadas hierarquicamente como uma árvore com ramos. Na figura ao lado (tirada do "Windows Explorer"), temos uma raiz, que é a pasta TQS, e as pastas ALFA e BETA correspondentes a dois edifícios, e respectivas sub-pastas. A pasta C:TQS, é a pasta padrão raiz da árvore de edifícios no momento em que o sistema é instalado, mas não é obrigatoriamente a única. Você pode manter múltiplas árvores de edifícios, com qualquer nome, no mesmo computador, em discos diferentes ou em computadores da rede. O gerenciador só trabalha com uma árvore de edifícios por vez. Você troca a qualquer momento a árvore atual através do comando:
  28. 28. Gerenciador CAD/TQS 25 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 O "CAD/Formas - Manual do Usuário" detalha as pastas do edifício e seu uso. 3.6. Esquema de planta no painel central O painel central do gerenciador é reservado para desenho de esquema de plantas de formas. Este desenho somente é realizado para plantas de formas processadas. O desenho mostrado é visualizado mas não pode ser editado na janela do gerenciador. Utilize os botões de manipulação de janelas da barra de ferramentas para mudar a janela da imagem visualizada, ou os mesmos aceleradores de teclado padrão de edição gráfica para mudança de janela, as teclas <F8> e <F11> 4 . Os botões de janela da barra de ferramentas valem tanto para o desenho do painel central quanto do direito: 4 Veja o manual “CAD/TQS - EAG – Editor de Aplicações Gráficas”.
  29. 29. CAD/TQS – Manual de Comandos e Funções Gerais TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 26 O painel central ganha funções extras quando estamos trabalhando com o CAD/Vigas ou CAD/Pilar. No CAD/Vigas, clicando-se sobre uma viga no painel central faz com que o seu desenho apareça no painel direito; no CAD/Pilar o mesmo acontece quando clicamos sobre um pilar. 3.7. Um desenho do pavimento atual, painel direito O painel direito do gerenciador é reservado para visualização de desenhos quaisquer da pasta atual. Cada vez que você muda uma pasta de projeto, o gerenciador examina todos os desenhos da pasta, escolhe um (de acordo com o sistema atual) e mostra. Além disto, todos os desenhos da pasta são colocados dentro de uma lista de desenhos, com o nome de cada desenho e um comentário a respeito do seu uso: Basta escolher um desenho da lista para mostrá-lo no painel direito. Assim como no painel central, você pode usar os controles de janela para observar melhor o desenho. Use o botão "Edição gráfica do desenho" neste painel para editar o desenho observado graficamente. O editor gráfico carrega automaticamente os menus correspondentes ao tipo de desenho. Por exemplo, o desenho de grelha é editado pelo "Editor de Entrada Gráfica de Grelhas", enquanto um desenho de armação é editado pelo "Editor de Armaduras Genéricas". 3.8. Edição de arquivo de critérios O menu "Editar" varia de sistema para sistema, mas invariavelmente aciona dois tipos de programas: os de edição de critérios de projeto e os de edição de dados. Os programas de edição de dados atuam sobre dados de um determinado pavimento do edifício. Já os critérios, podem afetar todo o edifício ou apenas um pavimento, de acordo com a localização do arquivo. Antes da edição de qualquer arquivo de critérios, uma janela de diálogo padrão apresenta as opções:
  30. 30. Gerenciador CAD/TQS 27 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Existem três tipos de localização para critérios: na pasta do pavimento, na pasta principal do edifício e na pasta geral de critérios. Quando um programa tenta carregar critérios ele segue esta ordem, carregando o arquivo de critérios que encontrar primeiro. Durante a instalação dos sistemas CAD/TQS, o instalador cria a chamada pasta geral de critérios, e copia para lá uma versão de cada arquivo de critérios utilizado pelo sistema. Veja adiante a discussão a respeito da instalação de sistemas. Quando um edifício é criado, os principais arquivos de critérios são copiados para a pasta principal do edifício. Assim, os critérios copiados afetam o processamento de todos os pavimentos do edifício. A princípio, nenhum critério é copiado diretamente para o pavimento. Usando a janela de diálogo acima, você fica sabendo qual o arquivo de critérios em uso - ele aparece marcado. Usando um dos botões "Inicializar", você copia o arquivo de critérios mais próximo para a pasta desejada. Por exemplo, acionando o "Inicializar" a partir da linha do arquivo "Específico deste pavimento", o arquivo de critérios da pasta principal do edifício será copiada para o pavimento. Se você fizer isto a partir do arquivo "Comum a todos os pavimentos", uma cópia será feita a partir da pasta geral de critérios. O caminho inverso é o de eliminar um arquivo de critérios de um pavimento, que você faz com o botão "Eliminar".
  31. 31. CAD/TQS – Manual de Comandos e Funções Gerais TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 28 Os programas de edição de critérios seguem um padrão de apresentação. Os critérios estão organizados por categorias, e dentro de cada categoria podem haver critérios ou subcategorias. Em um determinado ponto você encontra o valor do critério, mas geralmente é preciso acionar mais um botão para fazer a edição efetiva neste ponto existe uma explicação de uso. Por exemplo no CAD/Vigas, para alterar o critério de "Ancoragem dos ferros de flexão positiva sobre o diagrama de momentos", primeiro selecionaremos o menu "Flexão". Selecionamos então a "Ancoragem de armadura positiva":
  32. 32. Gerenciador CAD/TQS 29 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Nesta tela observamos que o critério "K46 - Ancoragem dos ferros sobre o diagrama de momentos" está definido como "0- Processo otimizado". Para alterar, apertamos este botão. Temos então uma tela de alteração com uma explicação a respeito do comando. 3.9. Edição, visualização e impressão de listagens O processamento da estrutura gera listagens. Na maior parte das vezes, existe uma listagem acessível no menu "Visualizar" que corresponde a um processamento no menu "Processar".
  33. 33. CAD/TQS – Manual de Comandos e Funções Gerais TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 30 Por exemplo, se você "Processar", "Extração gráfica de formas" a partir do CAD/Formas, poderá visualizar a listagem a partir do "Visualizar", "Processamento atual". A visualização é feita através do programa de edição EDITW: Este é um típico programa de edição do Windows, que lê e grava arquivos texto. Além dos controles de edição de textos do Windows, este editor tem alguns comandos específicos para listagens de programas TQS:
  34. 34. Gerenciador CAD/TQS 31 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Se você deseja editar, visualizar ou imprimir uma listagem que não é chamada através do "Visualizar", use o comando "Arquivos", "Utilidades", "Edição / Visualização de listagens". 3.9.1. Formato do arquivo visualizado Os arquivos visualizados através do EDITW são sempre formato texto puro. Embora sejam permitidas formatações de texto e impressão do texto formatado, toda formatação é perdida no salvamento do arquivo. 3.9.2. Impressão a partir do EDITW O editor contém funções padrão de impressão através do Windows. Use o Windows para definir sua impressora atual, ou modifique a impressora atual através da janela de impressão. O editor tem também um modo de visualização prévia da impressão, onde é possível visualizar realisticamente como ficará a impressão no papel.
  35. 35. CAD/TQS – Manual de Comandos e Funções Gerais TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 32 3.9.3. Notas sobre impressão direta Além do comando padrão de impressão do Windows, o EDITW tem um comando no menu "Arquivos", chamado de "Impressão direta". Ele permite enviar um arquivo texto para uma impressora matricial, sem passar pelo sistema de impressão do Windows, tal como se fosse usado o comando COPY /B na linha de comando do DOS5 . Este comando tem opções para mudar o formato de impressão. Os botões que controlam o formato enviam os códigos imediatamente para a impressora, que deve estar ligada. O botão "Configurar", permite definir os códigos binários recebidos pela impressora para cada um dos botões desta janela. A impressão direta permite a impressão rápida em impressoras matriciais, que imprimem em formulário contínuo. Isto não é possível através do Windows, que envia fontes para a impressora em modo gráfico. 3.10. Fornecendo dados ao gerenciador Quando o gerenciador tem um edifício atual, diz-se que estamos no contexto do edifício. Neste contexto, o gerenciador não pede pelos nomes dos arquivos de dados, e processa os comandos assim que acionados. Se você deseja especificar manualmente arquivos de dados e números de projeto, ou pretende fazer processamentos dentro do contexto do edifício com arquivos de nome não padrão, use o comando "Arquivo", "Configurações", "Gerenciador" e desmarque a opção “Obter os dados atuais...”. 5 Na verdade existe uma diferença: este comando converte textos acentuados pelo Windows em caracteres aceitos pela impressora (com exceção do til, que vira trema). Com o comando COPY, os acentos do Windows viram caracteres gráficos.
  36. 36. Gerenciador CAD/TQS 33 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 3.11. Vários edifícios ao mesmo tempo O gerenciador tem capacidade de processar somente um edifício por vez. Entretanto, você pode carregar tantas cópias do gerenciador na memória quantas quiser, bastando executar novamente o sistema CAD/TQS. Cada cópia pode processar simultaneamente pavimentos ou edifícios diferentes. Você não deve realizar processamentos que gravem os mesmos arquivos ao mesmo tempo, nem em um computador com várias cópias do gerenciador, nem em máquinas diferentes na rede acessando o mesmo edifício. 3.12. Como o sistema é instalado A instalação dos CAD/TQS em um computador utiliza três pastas principais e diversas sub-pastas.  A pasta de programas, onde estão os arquivos executáveis do CAD/TQS. A pasta padrão de programas é C:TQSWEXEC.  A pasta geral de critérios, onde estão os principais arquivos de critérios de projeto de uso geral, distribuídos em sub-pastas de acordo com o sistema. A pasta padrão é C:TQSWSUPORTE.  A pasta de configurações locais. Neste lugar são armazenadas informações de preferências do usuário, tais como cores de tela, posição de barras de ferramentas,
  37. 37. CAD/TQS – Manual de Comandos e Funções Gerais TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 34 posição das janelas de editores e gerenciador, etc. A pasta padrão é C:TQSWUSUARIO. A separação de pastas facilita o compartilhamento de dados em rede. Colocando-se a pasta de programas na rede, todas as estações serão atualizadas automaticamente com o servidor da rede, à custa de performance (depende da rede). Já a pasta de critérios na rede garantirá que todos os projetistas terão acesso aos mesmos critérios. Além dos critérios de cálculo, podem ser partilhadas tabelas de plotagem, molduras, penas, etc. A pasta de configurações locais deve ser sempre definida na estação de trabalho, uma vez que contém apenas informações irrelevantes para o projeto e de caráter temporário. Na instalação dos sistemas CAD/TQS é pedida a localização das pastas acima. Você pode usar qualquer nome e/ou instalar os sistemas em qualquer drive que desejar. 3.12.1. Pastas usadas pelo sistema Na lista a seguir, as pastas TQSWEXEC, TQSWSUPORTE e TQSWUSUARIO podem ter um nome diferente recebido na instalação dos programas: Pasta Conteúdo TQSWEXEC Programas TQS TQSWEXECFUNDACBLOCOS Blocos de desenho usados pelo CAD/Fundações TQSWEXECFUNDACDPS Programas de desenho DP do CAD/Fundações TQSWSUPORTEBLOCOS Contém as bibliotecas de blocos TQSWSUPORTEBLOCOSGERAIS Biblioteca de blocos exemplo TQSWSUPORTEBLOCOSJANELAS Biblioteca de blocos - janelas TQSWSUPORTEBLOCOSPORTAS Biblioteca de blocos - portas TQSWSUPORTEEAGMENU Menus dos editores gráficos TQSWSUPORTEFORMAS Arquivos de critérios do CAD/Formas TQSWSUPORTELAJES Arquivos de critérios do CAD/Lajes TQSWSUPORTELAJESBLOCOS Blocos usados pelo Editor de Esforços TQSWSUPORTEPILAR Arquivos de critérios do CAD/Pilar TQSWSUPORTEPILARFERCOR Desenhos de ferros em corte usado do CAD/Pilar TQSWSUPORTEVIGAS Arquivos de critérios do CAD/Vigas TQSWSUPORTEDP Arquivos de critérios do CAD/AGC & DP TQSWSUPORTEDPDPS Subrotinas DP TQSWSUPORTEDPMASCARAS Máscaras DP TQSWSUPORTEDPTIPOSF Biblioteca de tipos de ferros padronizados TQSWSUPORTEFUNDAC Arquivos de critérios do CAD/Fundações TQSWSUPORTENGE Arquivos de critérios do NGE
  38. 38. Gerenciador CAD/TQS 35 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 TQSWSUPORTENGECOTAGEM Símbolos de cotagem TQSWSUPORTENGEFONTES Fontes de texto TQS TQSWSUPORTENGEMASCARAS Máscaras de tabelas de ferros TQSWSUPORTENGEMOLDURAS Molduras de plantas TQSWSUPORTENGEPENAS Tabelas de penas TQSWSUPORTENGETABPLT Tabelas de plotagem TQSWUSUARIONGE Configurações de usuário - cores/menus/barras
  39. 39. CAD/TQS – Manual de Comandos e Funções Gerais TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 36 4. Definição do edifício Os dados de um edifício são definidos através dos comandos existentes no menu “Arquivo”  “Edifício” do gerenciador. O comando "Editar" edita os dados do edifício atual, isto é, o edifício que está selecionado na árvore de edifícios que aparece no painel esquerdo do gerenciador. O comando "Novo" permite criar um edifício novo. Estes comandos também podem ser acionados na barra de ferramentas. Ao lado, temos respectivamente os botões para a criação de um edifício novo, para a edição de um existente, para a mudança para uma pasta qualquer fora do contexto do edifício e o botão que aciona o “Windows Explorer”. Para auxiliar a conferência dos dados codificados, o CAD/Formas emite um esquema, tanto em relatório alfanumérico quanto gráfico (comando "Esquema" acima). O CAD/Formas tem também programas para levantamento de índices qualitativos e quantitativos do edifício, incluindo a edição dos parâmetros de referência para os mesmos (comando "Resumo Estrutural" acima). Estes programas serão tratados nos capítulos 4.13 e 4.14. Os diversos editores gráficos também tem comandos para a localização direta de arquivos no contexto de edifícios.
  40. 40. Definição do edifício 37 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 4.1. Pastas de trabalho Os edifícios são identificados por um nome de até 8 caracteres, assim como cada planta de formas. Este nome é usado para compor o nome de todas as outras pastas relacionadas6 . Segundo esta organização, todos os dados de projeto do edifício, incluindo formas, vigas, pilares, lajes, fundações e outros elementos estão em sub- pastas sob o nome do edifício. As pastas sugeridas pelo sistema são: Pasta Uso TQSnome Pasta principal do edifício nome TQSnomeplanta Pasta para processamento da planta de formas de nome planta, incluindo também dimensionamento, detalhamento e desenho de lajes e grelhas TQSnomeplantaVIGAS Pasta para dimensionamento, detalhamento e desenho das vigas pelo CAD/Vigas associado à planta de formas planta. TQSnomeESPACIAL Pasta para processamento de resumo de cargas nos pilares (e integração com CAD/Pilar), pórtico espacial, modelo 3D do edifício, esquema do edifício e índices. TQSnomePILAR Pasta para dimensionamento, detalhamento e desenho de pilares associados ao edifício nome, através do CAD/Pilar. TQSnomeFUNDACAO Pasta para dimensionamento, detalhamento e desenho de fundações associadas ao edifício nome, através do CAD/Fundações. TQSnomeGERAIS Pasta para outros desenhos do projeto, e em especial os gerados através do CAD/AGC&DP Note que as pastas ESPACIAL, PILAR, FUNDACAO e GERAIS estão no mesmo nível das plantas de formas deve-se evitar o uso destes nomes em plantas de formas, para que não hajam conflitos. 6 O nome do edifício não deve ter os caracteres /":*?<>|. Use de preferência letras e números.
  41. 41. CAD/TQS – Manual de Comandos e Funções Gerais TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 38 Nesta organização, a única pasta de uso obrigatório é a TQSnome, a pasta principal do edifício nome. As demais pastas podem ser redefinidas, e ainda, 4 pastas adicionais de nome arbitrário podem ser definidas e controladas automaticamente pelo gerenciador. Veja o esquema: Neste exemplo temos a pasta TQS, que contém todos os projetos realizados através de sistemas CAD/TQS. Sob esta pasta temos uma série de edifícios, com nomes como ALFA, BETA, GAMA, etc. Tomando o edifício BETA como exemplo, teremos abaixo dele as pastas ESPACIAL, PILAR, FUNDACAO e GERAIS e 3 plantas de formas, TERREO, TIPO e COBER. Cada planta de formas (como a TIPO, mostrada acima) tem 2 pastas abaixo, de VIGAS para projeto de vigas e de MADEIRA, para projeto executivo das formas de madeira, este último criado opcionalmente. No gerenciador, o esquema anterior seria mostrado como na figura ao lado. Existe entretanto uma pequena diferença: as pastas de pavimentos, em vez de estarem diretamente abaixo da pasta com o nome do edifício, são colocadas sob uma pasta fictícia "Pavimentos". A figura ao lado é chamada de Árvore de edifícios, e você pode percorre-la livremente, simplesmente selecionando pastas com o mouse7 . A pasta selecionada define o edifício atual e/ou pavimento atual. 7 As pastas são selecionadas com clique simples, os ramos são abertos com clique duplo ou com clique simples sobre o sinal de "+".
  42. 42. Definição do edifício 39 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 4.1.1. Árvores de edifícios A pasta C:TQS é uma árvore que pode armazenar um número ilimitado de edifícios. Este nome é padrão na instalação, mas pode ser alterado para qualquer valor. Você pode ter múltiplas árvores de edifícios no mesmo drive ou em drives diferentes do seu computador ou de computadores na rede. Vários projetistas podem trabalhar em um mesmo projeto a partir de computadores diferentes, usando a rede8 . Um computador trabalha com uma árvore de edifícios por vez, a árvore atual. Esta árvore pode ser redefinida através do comando: 4.2. Editando um edifício Para criar um edifício novo, execute o comando "Novo", no submenu do edifício, e depois defina o nome do mesmo na janela aberta. 8 Existem entretanto limitações sobre o uso simultâneo de arquivos de projeto por mais de um projetista. Veja no manual do NGE.
  43. 43. CAD/TQS – Manual de Comandos e Funções Gerais TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 40 Para editar um edifício existente, torne-o atual (selecionando na árvore de edifícios) e acione o comando "Editar" no mesmo menu. Tanto na edição de edifícios novos, quanto na edição de existentes, abre-se uma janela de edição do edifício, como mostra a figura a seguir. Na figura anterior, vemos um desenho esquemático de um edifício já definido. Percebe- se que, além do item “Dados gerais” que aparece inicialmente, temos outros:
  44. 44. Definição do edifício 41 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Item Dados Gerais Número do projeto, títulos e norma em uso Modelo Modelo estrutural global do edifício Pavimentos Dados de cada um dos pavimentos que compõe o edifício Materiais Definição de fcks para vigas, pilares, lajes e fundações Cobrimentos Definição dos cobrimentos para os elementos Cargas Definição de todas cargas a serem aplicadas no edifício Critérios Alteração opcional dos critérios de cálculo do edifício Na edição de qualquer dado de edifício, um texto explicativo é mostrado num quadro localizado na parte inferior da janela, conforme mostra a figura a seguir. Isto facilita bastante a edição dos dados.
  45. 45. CAD/TQS – Manual de Comandos e Funções Gerais TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 42 4.3. Desenho esquemático O desenho esquemático do edifício é atualizado no início da edição, e durante a edição quando você aperta o botão "Atualizar Dwg". Você pode usar os botões de janela abaixo do desenho para visualizar detalhes, ou as teclas de atalho padrão de edição gráfica9 . O botão "Salvar Dwg", adicionalmente, grava este desenho na pasta Espacial, com o nome de EDIFICIO.DWG. É equivalente ao comando "Arquivo", "Edifício", "Esquema", "Desenho" do gerenciador. Sempre que você estiver na pasta Espacial, o gerenciador tentará mostrar este desenho no painel central, se existir. 4.4. Duplicação do edifício O botão "Duplicar" permite copiar os dados deste edifício para outro, novo, com outro nome. Além de duplicar os dados definidos dentro deste programa de edição, este comando copia os principais arquivos de dados e de critérios do edifício atual, incluindo desenhos, entradas gráficas, critérios, carregamentos, etc. 4.5. Dados gerais Através do item “Gerais”, definem-se os dados gerais do edifício, tais como: títulos, tipo de estrutura, ... Os dados numerados na figura a seguir são explicados com detalhes na sequência. 9 Veja no manual "EAG - Módulo Básico".
  46. 46. Definição do edifício 43 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Título que aparecerá em todos os processamentos relacionados com o edifício como um todo, tais como pórtico espacial e pilares. Título do cliente que será usado em todos os processamentos de formas, vigas, pilares e lajes. Número do projeto que identificará os processamentos realizados na pasta ESPACIAL, tais como a interface com pilares, pórtico espacial e geração do edifício 3D. Serão identificados também com este número os processamentos do edifício através do CAD/Pilar e CAD/Fundações. Este número pode ser escolhido arbitrariamente. Opção que define a norma em uso. Cada norma (NB1-78 e NBR6118:2003) possui uma séries de critérios associadas a ela, de maneira que quando selecionada, uma série de parâmetros são automaticamente atualizados nos diversos arquivos do edifício (vigas, pilares, ...).
  47. 47. CAD/TQS – Manual de Comandos e Funções Gerais TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 44 Se ao invés de uma norma específica, a opção "Manter critérios" for selecionada, nenhum critério será alterado, e a edição dos critérios associados às normas passam a ser feitas manualmente em cada arquivo de critérios (vigas, pilares, etc). As tabelas a seguir mostram os critérios efetivamente alterados em cada arquivo, conforme a norma: Critérios de pórtico espacial - CRITPOR.DAT Critério NBR6118:2003 NB1-78 Esforços de cálculo Sim Não Multiplicador de GamaZ p/transferência de esforços 0.95 1.00 Calcular GamaZ com módulo de elasticidade tangente Tangente Secante Divisor da inércia à torção para vigas sem torção 6.67 100.00 Coeficiente de não linearidade física no cálculo de GamaZ 1.00 0.70 Coeficiente de não linearidade física para vigas no pórtico 0.40 1.00 Coeficiente de não linearidade física para pilares no pórtico 0.80 1.00 Separar modelos ELU de ELS Sim Não Norma para verificação de limites de deslocamento em ELS NBR6118:2003 Não Critérios de grelha plana - CRITGRE.DAT Critério NBR6118:2003 NB1-78 Divisor da inércia à torção para vigas sem torção 6.67 100.00 Critérios de grelha não linear - GRELHANL.DAT Critério NBR6118:2003 NB1-78 Norma p/cálculo de momento-curvatura da seção fissurada NBR6118:2003 (Branson) NBR6118:2003 Classes de concreto - CONCRETO.DAT Critério NBR6118:2003 NB1-78 Norma em uso NBR6118:2003 NB1-78
  48. 48. Definição do edifício 45 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Critérios de projeto de formas - PARFOR.DAT Critério NBR6118:2003 NB1-78 Método de cálculo de excentricidades de apoio - função de: Altura da viga Largura do vão Norma p/cálculo de dimensões mínimas NBR6118:2003 Não Norma p/cálculo de seção T NBR6118:2003 NB1-78 Critérios de projeto de vigas - PRJ-nnnn.INS Critério NBR6118:2003 NB1-78 K40 Limites para a armadura Mínima 2 0 K115 Dimensionamento de armadura Lateral 1 0 K116 Verificação dos limites de redistribuição de momentos 1 0 K117 Norma de dimensionamento à força cortante 1 0 K118 Norma para armadura mínima de flexão 1 0 Percentagem máxima da altura do baricentro da armadura 10. 5. Critérios de projeto de pilares - PRJ-nnnn.INS Critério NBR6118:2003 NB1-78 IOPG Norma de dimensionamento de armaduras NBR6118:2003 NB1-78 (0) K1 Momentos devido à excentricidade geométrica 1 1 K6 Momentos de 2a ordem 3 3 K10 Mom 2a ordem + Mom 1a ordem na posição média do lance 1 1 K73 Projeção da excentricidade no pto médio p/2a ordem 1 1 K97 Consideração da excen acid p/flexão composta oblíqua 2 0 K80 Índice de esbeltez limite p/Lambda1 2 0 K100 Excentricidade de imperfeições geométricas 0 0 K101 Excentricidade de momento mínimo 1 0
  49. 49. CAD/TQS – Manual de Comandos e Funções Gerais TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 46 K102 Cálculo mom 2a ordem seção retangular 2 0 K103 Cálculo mom 2a ordem seção qualquer 1 0 K105 Cálculo do comprimento LE 1 0 K106 Impressão do relatório c/excen em dir separadas 1 0 K130 Impressão de critérios no Relatório Geral 0 0 APMX Porcentagem armadura máxima na seção do pilar 8.0 6.0 APMN Porcentagem armadura mínima na seção do pilar 0.5 0.5 Critérios de projeto de lajes - PRJ-nnnn.INL Critério NBR6118:2003 NB1-78 Norma para cálculo de punção NBR6118:2003 NB1-78 Norma para cálculo de cisalhamento NBR6118:2003 NB1-78 Norma para cálculo de armadura mínima NBR6118:2003 NB1-78 Norma para cálculo de ancoragem NBR6118:2003 NB1-78 (1) Os critérios controlados pelo edifício, ou seja, que estão atrelados a uma norma específica (NB1-78 e NBR6118:2003), não podem ser alterados manualmente através dos editores de critérios. Entretanto, se o engenheiro desejar trabalhar com a maioria dos critérios de acordo com uma norma, mudando alguns poucos, poderá fazer o seguinte:  Escolha a norma em uso. Ex: "NBR 6118:2003".  Saia do edifício salvando.  Neste ponto, os critérios da NBR 6118:2003 definidos no programa foram copiados nos arquivos de critérios.  Reedite o edifício, mude a norma em uso para "Manter critérios". Agora os diversos critérios da norma podem ser modificados através dos programas de edição de critérios. Tipo da estrutura que define se a estrutura é de concreto armado/protendido ou de alvenaria estrutural. O botão “Avançado” dá acesso a dados adicionais explicados a seguir.
  50. 50. Definição do edifício 47 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Número do piso correspondente a primeira planta de formas definida no edifício. Por convenção, o piso zero é o de fundações e baldrames, e neste piso o pé-direito vale zero. Cota de referência do piso inicial, que aparecerá em todas as listagens. As cotas de todos os pisos são determinadas automaticamente a partir desta cota inicial.
  51. 51. CAD/TQS – Manual de Comandos e Funções Gerais TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 48 Permitem ativar um subconjunto de plantas do edifício, de modo a obter resultados parciais. Você pode por exemplo, gerar pórticos espaciais e modelos para detalhamento de pilares com parte da edificação já montada. O valor (-1) significa que todos os pisos estão ativos. Em uma planta de formas com repetição (ex: tipo), você deve ativar ou desativar todos os pisos simultaneamente. Define o sistema de entrada de dados. Utilize a “Entrada gráfica de formas” somente para edifícios processados em versões anteriores. O CAD/Formas atribui pastas de trabalho com nomes padrão, que podem ser alterados. A tela de alteração de pastas, que aparece clicando-se o botão "Personalizar pastas" da janela de “Dados gerais: avançado” é mostrada a seguir. Ao deixarmos os valores em branco, por exemplo para a árvore C:TQS, edifício GAMA, teríamos as seguintes pastas:
  52. 52. Definição do edifício 49 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Pasta Valor Espacial C:TQSGAMAESPACIAL Pilares C:TQSGAMAPILAR Fundações C:TQSGAMAFUNDAC Gerais C:TQSGAMAGERAIS Pastas adicionais Não definidas Em qualquer das pastas, você tem duas opções: a primeira é definir um nome de até 8 caracteres para que uma pasta com este nome seja criada abaixo da pasta principal do edifício. A segunda opção é colocar o nome completo da pasta, fora do padrão do edifício. Até 4 pastas adicionais podem ser definidas. Se forem criadas, aparecerão na árvore de edifícios do gerenciador. 4.6. Modelo estrutural Através do item “Modelo”, define-se como será feita a modelagem numérica do edifício. A escolha correta do modelo estrutural é muito importante. Todo o processamento global da estrutura bem como a verificação de transferência de esforços depende diretamente desta definição. Além disso, o sistema também gerará os casos de carregamento padrões de acordo com o modelo estrutural selecionado. Se este não estiver definido corretamente, os carregamentos gerados não terão validade.
  53. 53. CAD/TQS – Manual de Comandos e Funções Gerais TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 50 O edifício pode ser calculado conforme um dos modelos definidos a seguir. Modelo Processamento Modelo I O sistema não reconhecerá o modelo estrutural global do edifício, e o pórtico poderá ser gerado manualmente. Não aconselha-se o uso desta opção. Ela ainda existe somente para manter a compatibilização de processamentos de projetos muito antigos. Modelo II Modelo convencional com vigas contínuas e/ou grelhas. Modelo III Carregamento vertical calculado convencionalmente, por vigas contínuas ou grelhas. Carregamentos horizontais calculados no pórtico espacial e esforços resultantes transferidos para detalhamento de vigas e pilares. Modelo IV Edifício é calculado por um modelo intregrado com a utilização de um pórtico espacial com ligações flexibilizadas, cujos esforços resultantes são utilizados para dimensionar as vigas e os pilares. Trata-se do modelo default e indicado para edifícios usuais. Modelo V Edifício calculado verticalmente de maneira convencional (vigas e/ou grelhas). Esforços resultantes do modelo convencional são lançados no pórtico, que equilibrará estes esforços globalmente. Esforços resultantes transferidos para detalhamento de vigas e pilares. Os modelos estruturais espaciais são discutidos com detalhes no manual "Pórtico-TQS - Geração e Processamento de Pórticos Espaciais".
  54. 54. Definição do edifício 51 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 4.6.1. Notas sobre o modelo conjunto O modelo conjunto de pórtico espacial, grelhas e vigas contínuas (Modelo V) afeta como o modelo de pórtico é gerado, os processamentos efetuados para geração e como os esforços são transferidos. No modelo conjunto, os esforços devidos aos carregamentos verticais são calculados em cada pavimento segundo um modelo de vigas contínuas ou grelha. Os esforços nas extremidades das barras são levados para o pórtico, articulando-se as extremidades e impondo-se momentos. Além disto, as reações das lajes nas vigas obtidas nos modelos de grelha, são lançadas no pórtico espacial como cargas concentradas nas vigas. Para que a geração do modelo de pórtico seja possível, é necessário primeiro processar grelhas e vigas contínuas. Nos pavimentos calculados por vigas contínuas, o programa automaticamente processa esforços antes da geração do modelo de pórtico, ignorando quaisquer arquivos anteriores de transferência existentes. Os pavimentos em grelha devem ser processados manualmente pelo engenheiro. Consulte o manual "Pórtico-TQS - Geração e Processamento de Pórticos Espaciais" para obter maiores detalhes sobre este modelo. 4.7. Editando pavimentos Através do item “Pavimentos”, definem-se quais os pavimentos que o edifício possui.
  55. 55. CAD/TQS – Manual de Comandos e Funções Gerais TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 52 Tanto para um edifício sendo criado ou para um edifício existente sendo editado, é possível fazer 4 operações com pavimentos: editar, inserir novos, apagar existentes e renomeá-los. Os pavimentos aparecem numa caixa de lista, de baixo para cima. Os dados mostrados na parte esquerda desta janela referem-se sempre ao pavimento selecionado na lista de pavimentos. Ao inserir um pavimento novo, ou editar um pavimento existente, selecione o pavimento desejado e altere os dados correspondentes. Para inserir um pavimento novo acima de todos os pavimentos, por exemplo, selecione o último pavimento na lista e aperte o botão "Inserir acima", conforme mostra a figura a seguir. Selecione o último pavimento Clique no botão “Inserir acima”
  56. 56. Definição do edifício 53 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 O botão "Renomear", permite alterar o nome do pavimento e as respectivas pastas, para processamento de formas, lajes e vigas. Se o sistema de modelagem for a antiga “Entrada gráfica”, este comando não age sobre o nome da entrada gráfica, que deve ter o mesmo nome do pavimento no processamento global do edifício. Os dados numerados na figura a seguir são explicados com detalhes na sequência. Título que aparecerá em relatórios, no processamento de vigas e grelhas, etc. Número arbitrado pelo projetista. O valor inicial atribuído pelo sistema é o número do projeto do pavimento anterior mais 1. No primeiro pavimento, o padrão será o número do projeto do edifício mais 1. Este número servirá de referência em todos os processamentos do pavimento. Define quantas vezes este pavimento se repete. Normalmente esta definição será aplicada ao pavimento tipo. Por definição do CAD/Formas, uma planta de formas inclui os pilares do piso atual até o piso de baixo. Assim, se no pavimento tipo o primeiro piso tiver pé-direito diferente, ele precisará ser definido como um pavimento diferente ou com uma variação de pé- direito - veja adiante.
  57. 57. CAD/TQS – Manual de Comandos e Funções Gerais TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 54 Todas as lajes do piso têm a face superior posicionada em relação ao nível do pavimento. Este nível normalmente corresponde à face superior da maioria das lajes de um piso. O pé-direito é a diferença de nível entre o piso atual e o piso inferior, fornecido em metros. Fundacao 1 2.70 1o Subsolo 2 2.70 5.40 Terreo 3 3.00 8.40 1o Andar 4 3.00 11.40 PE DIREITO Cada piso ou grupo de pisos é associada uma classe com o objetivo de facilitar a emissão de índices. As classes são: Classe Uso Fundação Primeiro piso do edifício, onde nascem os pilares. Piso com pé- direito zero. Subsolo Todos os pisos entre a fundação e o térreo. Terreo Piso a partir do qual incide vento Mezanino Piso intermediário entre o térreo e o tipo Transição Piso intermediário entre o térreo e o tipo Primeiro Piso intermediário entre o térreo e o tipo Tipo Piso tipo, onde saem os principais índices de consumo Cobertura Último piso do tipo, mas com características diferentes Ático Todas os pisos acima da cobertura / tipo Para lançamento de vento, os sistemas de pórtico espacial e de pilares usam como referência o piso de classe TERREO 10 . Caso o térreo e a fundação sejam o mesmo piso, defina o primeiro piso (zero) com a classe Fundação, não havendo necessidade de definir o térreo. Título opcional de até 10 caracteres, que aparece na listagem de pisos no processamento do arquivo LDF, sendo listado também no processamento de 10 Entretanto, na definição de carregamentos de pórtico espacial, é permitido alterar a cota inicial de vento para uma posição diferente.
  58. 58. Definição do edifício 55 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 pilares. Se não fornecido, será adotado conforme o número do piso e a classe. É preciso fornecer o modelo estrutural correto do pavimento junto com os dados do edifício para que o sistema possa gerar carregamentos correspondentes. Além disto, esta informação também é necessária para o processamento global da estrutura. Os modelos estruturais que podem ser definidos são: Modelo Processamento Não definido O engenheiro deve acionar manualmente o processamento do pavimento conforme o modelo desejado - vigas contínuas, grelhas, etc. Vigas contínuas e lajes por processo simplificado As cargas são distribuídas para as vigas por processo simplificado, as lajes de pequenas dimensões são calculadas por processo simplificado. Grelha de lajes nervuradas Planta de formas com vigas e lajes nervuradas, pavimento processado com modelo de grelha. Grelha de lajes planas Planta de formas com vigas e lajes, discretizadas por processo de grelha Grelha somente de vigas As vigas são calculadas por modelo de grelha, com cargas de lajes distribuídas por processo simplificado. As lajes são calculadas por processo simplificado. Elementos finitos e lajes planas A planta de formas é discretizada em elementos finitos de placa. Exige o módulo opcional Mix® . O botão “Avançado” dá acesso aos seguintes dados adicionais explicados a seguir.
  59. 59. CAD/TQS – Manual de Comandos e Funções Gerais TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 56 É possível configurar um carregamento que simule os efeitos de variações térmicas no pavimento. Estas variações podem ser definidas de uma única vez em todos os elementos, ou em alguma peça específica através do modelador estrutural. É possível configurar um carregamento que simule os efeitos da retração do concreto, através de uma variação térmica equivalente. Caso haja protensão no pavimento (em lajes ou vigas-faixa), é necessário ativar este item para que casos de carregamentos e combinações adicionais (hiperestático, forças de alívio, combinação ato da protensão, ...) sejam automaticamente geradas. Um pavimento pode ser calculado por um modelo de grelha ou de pórtico espacial. A grande diferença está na obtenção dos efeitos axiais no plano do pavimento. Somente o pórtico espacial contempla esta condição, a grelha não. Caso a opção ativada seja “Automático”, o sistema automaticamente irá definir
  60. 60. Definição do edifício 57 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 o modelo ideal para o pavimento. Ao ativar este item, o programa irá automaticamente calcular as frequências próprias (ou frequências naturais) do pavimento, de modo a possibilitar análise de vibrações. Ao alterar qualquer um dos itens explicados anteriormente, o programa automaticamente gerará todas as combinações necessárias (ELU e ELS) para a verificação do pavimento. Para visualizar quais as combinações serão geradas, basta clicar no botão “Listar combinações”. Através do botão “Editar regras de combinação”, é possível definir como as combinações devem ser geradas.
  61. 61. CAD/TQS – Manual de Comandos e Funções Gerais TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 58 As regras default do programa geram combinações de acordo com as prescrições da NBR6118:2003. Caso você deseje alterar alguma regra, é muito importante entender exatamente como as regras funcionam. Você pode alterar cada pasta padrão do pavimento, clicando o botão "Personalizar pastas". O sistema permite 3 alternativas para especificar uma pasta:
  62. 62. Definição do edifício 59 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798  Deixar o campo em branco. O sistema adotará uma pasta com o nome do pavimento abaixo da pasta principal do edifício. As pastas de vigas serão sub- pastas VIGAS abaixo da pasta do pavimento.  Colocar um nome. O sistema abrirá uma pasta com o nome fornecido abaixo da pasta principal.  Especificar um caminho completo para a pasta. 4.8. Materiais Através do item “Materiais”, definem-se os valores de fck para os pilares, as vigas, as lajes e as fundações do edifício. Os dados numerados na figura a seguir são explicados com detalhes na sequência. Opção que define se o modo de fornecimento do fck será pelas classes de concreto (C15, C20, ...), ou diretamente através de seu próprio valor em kgf/cm2 .
  63. 63. CAD/TQS – Manual de Comandos e Funções Gerais TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 60 As classes de concreto (C15, C20, ...) são tabeladas e organizadas com diversos valores característicos associados a eles, tais como: fck, fctm, fctkinf, fctksup, Eci, Ecs e Gc. A grande vantagem de se utilizar esta classificação é a de facilitar a definição de valores específicos para um determinado tipo de concreto que se deseje utilizar. Por exemplo, um concreto com um módulo de elasticidade particular obtido num ensaio. As classes de concreto podem ser editadas através de um comando existente no gerenciador: menu “Arquivo”  “Critérios gerais”  “Classes de concreto”. Na janela aberta por este comando, a edição dos valores característicos do concreto é dividida em duas partes. Na primeira (“Dados gerais”), temos informações que são independentes da classe do concreto. A escolha da norma (NB1-78 ou NBR 6118:2003) influirá na maneira como os valores característicos em função do fck serão calculados. A outra parte (“Fck”), contém os valores característicos por classe.
  64. 64. Definição do edifício 61 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Na coluna "FCK" da tabela, temos os valores característicos de resistência à compressão em MPa. Os demais dados podem ser impostos com um valor qualquer ou calculados segundo a formulação da norma selecionada (basta definir o valor zero). Define os valores de fck gerais para vigas/lajes, pilares e fundações. Estes valores terão validade em todas as plantas/pisos que não forem definidos valores diferenciados (ver o próximo item 5). Através do botão “Alterar” dentro do grupo “Classe de agressividade ambiental”, é possível especificar a classe do ambiente na qual o edifício está inserido, segundo a norma NBR6118:2003. Esta definição é necessária para cálculo dos cobrimentos e fcks mínimos.
  65. 65. CAD/TQS – Manual de Comandos e Funções Gerais TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 62 A definição da classe de agressividade ambiental é necessária para cálculo dos cobrimentos e fcks mínimos. Este item estabelece um dado para a verificação de fck mínimo segundo a NBR6118:2003, que pode inclusive ser desabilitada. Através dos botões do grupo “Fcks diferenciados por piso/planta” é possível especificar fcks diferenciados para uma determinada planta/piso.
  66. 66. Definição do edifício 63 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 É possível definir fcks de vigas/lajes diferenciados por pavimento. O fck geral será considerado para os pavimentos sem a definição. O fck dos pilares pode ser definido de maneira variável, por faixa de pisos. O fck geral será válido nos pisos onde não houver fck definido.
  67. 67. CAD/TQS – Manual de Comandos e Funções Gerais TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 64 4.9. Cobrimentos No item “Cobrimentos”, são definidos os valores dos cobrimentos para os elementos que compõe a estrutura do edifício (pilares, vigas, lajes e elementos de fundação). Os dados numerados na figura a seguir são explicados com detalhes na sequência. Definem-se os cobrimentos dos elementos (pilares, vigas, lajes e elementos de fundação) em centímetros. No caso de lajes, é possível definir um cobrimento inferior e superior. O valor “Difer sec” define a diferença no cobrimento para a direção secundária. Isto é, em vez do cobrimento ser separado para as armaduras horizontal (principal) e secundária, é fornecida a diferença estimada entre as duas. O cobrimento na direção secundária é igual ao cobrimento na direção principal mais a diferença. Se a diferença for fornecida com sinal negativo, então a direção horizontal passa a ser secundária, e a vertical principal (com armadura mais próxima da face da laje). Através do botão “Alterar” dentro do grupo “Classe de agressividade
  68. 68. Definição do edifício 65 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 ambiental”, é possível especificar a classe do ambiente na qual o edifício está inserido, segundo a norma NBR6118:2003. Esta definição é necessária para cálculo dos cobrimentos e fcks mínimos. Permite a definição dos valores de norma segundo a classe ambiental definida. Através do botão “Valores de norma”, é possível definir cobrimentos segundo a classe de agressividade definida para o edifício. Estabelece dados necessários para a verificação dos cobrimentos mínimos segundo a NBR6118:2003, que pode inclusive ser desabilitada. Permite a definição de cobrimentos diferenciados por planta.
  69. 69. CAD/TQS – Manual de Comandos e Funções Gerais TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 66 Nos pavimentos com cobrimento diferenciado, os sistemas de dimensionamento, detalhamento e desenho de lajes, vigas e pilares passarão a usar o cobrimento do edifício, ignorando o valor geral definido no arquivo de critérios (que também pode ter vindo dos dados do edifício). Para verificar os cobrimentos efetivamente usados em cada caso é necessário verificar além da listagem do esquema do edifício, as listagens emitidas por cada um destes sistemas. É possível marcar o item "Rígido controle de qualidade e de tolerância de medidas na obra", que permite alterar a tolerância de execução de 1cm para 0.5cm, reduzindo efetivamente o cobrimento mínimo de 0.5cm. Segundo a NBR6118:2003, além do rígido controle que deve ser aplicado durante a execução, torna-se necessário explicitar esta exigência em todas as plantas de detalhamento do projeto. Permite a modelagem de estruturas mistas, pré-moldadas in-loco ou pré- fabricadas.
  70. 70. Definição do edifício 67 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 4.10. Cargas Através do item “Cargas”, definem-se quais os carregamentos que o edifício estará submetido, bem como visualizam-se quais as combinações últimas e de serviço que serão geradas automaticamente pelo sistema. O item “Cargas” é subdividido em 4 partes: “Verticais”, “Vento”, “Adicionais” e “Combinações”, conforme mostra a figura a seguir. 4.10.1. Cargas verticais Trata-se da definição das cargas verticais que atuarão sobre o edifício. Os dados numerados na figura a seguir são explicados com detalhes na sequência.
  71. 71. CAD/TQS – Manual de Comandos e Funções Gerais TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 68 É possível tratar de maneira diferenciada as cargas permanentes e acidentais existentes num edifício. Para isto, basta marcar a opção "Separar cargas permanentes e sobrecargas". A separação de cargas permanentes e sobrecargas é necessária para que as combinações ELU e ELS definidas na norma possam ser geradas corretamente. Se não houver separação, na prática todas as cargas verticais no edifício estarão sendo consideradas como permanentes. A redução de sobrecargas é opcional. No caso de se considerar redução, o programa habilitará a edição da tabela de redutores, onde é definido um redutor por planta. Um redutor de valor zero corresponde a não redução de sobrecarga. Os botões "Limpar" e "Valores padrão", permitem zerar os redutores ou redefiní-los conforme a norma a partir de um certo piso, respectivamente. Os ponderadores das cargas verticais permanentes são editados apertando-se o botão "Avançado..." do grupo "Cargas permanentes".

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