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Imagens de Velhice – Sementes de Sabedoria

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  1. 1. “Imagens de Velhice – Sementes de Sabedoria” Curso de Formação: Serviço Social Módulo: Sociologia da Família Oradores: Vanda Afonso Ana Santos Jorge Silveira Beja, 01 de Outubro de 2014
  2. 2. 2 OBJETIVOS O aumento da esperança de vida tem conduzido a uma nova realidade nas sociedades que, traduzindo-se num aumento do número de idosos, obriga a um novo olhar e novas formas de intervenção junto desta população. • Conhecer o envelhecimento, as suas medidas e políticas, os seus comportamentos e a prevenção de doenças, para poder lidar eficazmente com os idosos e os seus familiares; • Proporcionar informação base, nomeadamente no que se refere às finalidades dos acolhimentos para idosos que devem reunir um conjunto de características que possam constituir o ponto de partida para a promoção da qualidade de vida dos seus utentes; • Reforçar os saberes e desenvolver competências pessoais, sociais, indispensáveis a uma atuação responsável e de qualidade.
  3. 3. TEMAS 1 - Políticas Sociais para os Idosos 2 - Respostas Sociais para os Idosos 3 - Aspetos históricos dos Lares 4 - O lar como organização 5 - Residências Sénior 6 - Exigências de um acolhimento com qualidade 7 - A importância do ambiente institucional 8 - Direitos, princípios e valores no cuidar 3
  4. 4. 4 1 - Políticas Sociais para os Idosos Foto 1 Foto 1
  5. 5. Emergência de respostas sociais dirigidas ao idoso Família Políticas de prestação de cuidados aos idosos Prestação de cuidados ao domicílio 5 1 - Políticas Sociais para os Idosos
  6. 6. 6 2 - Respostas Sociais para os Idosos Centros de convívio Centros de dia Lares Residências Serviços de Apoio Domiciliário Acolhimento Familiar Centro de Noite Centro de Acolhimento Temporário de Urgência Foto 2
  7. 7. 7 3 - Aspetos históricos dos Lares Foto 3 Pias Baixo Alentejo
  8. 8. 8 3 - Aspetos históricos dos Lares Segundo Jacob (2002a) no final do séc. XV estas instituições dividiam-se em quatro tipos:  Albergarias;  Mercearias (instituições que praticavam o bem pela alma ou saúde de alguém);  Hospitais;  Gafarias ou Leprosarias. A definição de IPSS segundo a Constituição de 1976 (art.º nº 63), sendo posteriormente, no art.º 1 do Decreto-Lei nº 119/83 de 25 de Fevereiro, definidas como “Entidades jurídicas constituídas sem finalidade lucrativa, por iniciativa privada, com o propósito de expressão organizada ao dever moral de solidariedade e de justiça entre indivíduos e desde que não sejam administradas pelo Estado ou por um corpo autárquico…”.
  9. 9. Lar de idosos “é o estabelecimento em que sejam desenvolvidas actividades de apoio social a pessoas idosas através do alojamento colectivo, de utilização temporária ou permanente, fornecimento de alimentação, cuidados de saúde, higiene e conforto, fomentando o convívio e propiciando a animação social e a ocupação dos tempos livres dos utentes” Despacho Normativo nº 12/98 de 25 de Fevereiro 9 3 - Aspetos históricos dos Lares
  10. 10.  Entre 1998 e 2005, a resposta social que teve um crescimento maior (41,4%), foi dirigida aos idosos. (MTTS, 2006b).  Com o programa PARES, governo pretendia investir nos próximos quatro anos (2006 - 2009) 450 milhões de euros, pretendendo-se que haja um reforço, a nível dos equipamentos dos idosos.  Existia uma lista de espera de cerca de 18 mil pessoas, no final de 2006, referentes apenas às IPSS. 10 3 - Aspetos históricos dos Lares
  11. 11. 11 4 - O lar como organização Foto 4
  12. 12. Acolhimento residencial é um tipo de casa específico, que contém características e formas de organização próprias. Organização Estratégia Visão Missão Valores 12 4 - O lar como organização
  13. 13. “ …não devemos esquecer que, muitas vezes, o lar cumpre papel de abrigo para o idoso excluído da sociedade e da família, abandonado e sem um lar fixo, podendo se tornar o único ponto de referência para uma vida e um envelhecimento dignos”. Júnior e Tavares (2005, p. 152) 13 4 - O lar como organização
  14. 14. 14 5 - Residências Sénior Foto 5
  15. 15. Estas Residências tentam responder:  Às necessidades básicas individuais dos utentes nomeadamente: alimentação, saúde, higiene e conforto pessoal;  Auto-estima do utente, respeitando a sua independência, privacidade e individualidade;  A proporcionar contactos com o exterior e o convívio no interior da Residência, de forma a proporcionar ao sénior a sua realização pessoal e social.  À continuidade e reforço dos laços familiares, na continuação do bem-estar emocional;  felicidade e bem-estar do sénior num ambiente familiar, reunindo um conjunto de técnicos e auxiliares de elevada competência. 15 5 - Residências Sénior
  16. 16. 6 - Exigências de um acolhimento com qualidade 16 Foto 6
  17. 17. 6 - Exigências de um acolhimento com qualidade  Flexibilidade de horários  Alimentação e hidratação  Sono  Higiene e apresentação  Cuidados de saúde  Promoção da saúde e prevenção da doença  Actividades  Sexualidade  Dependência 17
  18. 18. 7 - A importância do ambiente institucional 18
  19. 19. 7 - A importância do ambiente institucional Psicologia Ambiental Gerontologia Ambiental  O estudo de determinantes ambientais que influenciam a vida dos idosos pode ser um contributo marcante para melhorar a sua qualidade de vida, neste caso, dos idosos institucionalizados em lares de terceira idade. 19
  20. 20. 7 - A importância do ambiente institucional Devido à heterogeneidade que constitui o grupo etário das pessoas idosas colocam-se, sobretudo, três grandes desafios aos lares de terceira idade (Quintela:2001).  Conciliar a colectivização com a individualidade;  Satisfazer a população, apesar de, em princípio, a sua permanência neste local ser imposta;  Satisfazer, tanto quanto possível, a insuficiência de recursos. 20 Foto 8
  21. 21. 7 - A importância do ambiente institucional Quando se projectam ambientes para idosos, estes deveriam possuir as seguintes características (Perracini, 2006, p.1144):  “Acessibilidade e uso;  Facilidade de circulação, especificamente no que diz respeito ao conforto, à conveniência e à possibilidade de escolha;  Conservação de energia;  Comunicação: aspectos sensoriais e interacção social;  Segurança: sem risco de lesões ou acidentes;  Protecção: que não cause medo ou ansiedade e que seja previsível (confiável);  Privacidade”. 21
  22. 22. 22 8 - Direitos, princípios e valores no cuidar Foto 9
  23. 23. Dignidade Respeito Participação Sénior Individualidade Autonomia Capacidade de escolher Privacidade e Intimidade Igualdade Confidencialidade 23 8 - Direitos, princípios e valores no cuidar
  24. 24. Alguns direitos a destacar:  Direito à integridade e ao desenvolvimento da sua personalidade  Direito à liberdade de expressão  Direito à liberdade religiosa  Direito a uma vida afetiva, sexual e social 24 8 - Direitos, princípios e valores no cuidar
  25. 25. 25 CONCLUSÃO • Compete-nos promover a qualidade de vida e, consequentemente, o envelhecimento ativo na saúde do idoso; • Identificar e compreender a velhice e o processo de envelhecimento; • Consciencializar a importância da qualidade no acolhimento residencial para o bem estar do idoso.
  26. 26.  Almeida, A. J. (2008). A Pessoa Idosa institucionalizada em Lares: Aspectos e contextos da Qualidade de Vida. Tese não-publicada, Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, universidade do Porto, Porto, Portugal.  Araújo, M., Ceolim M. (2005). Avaliação do grau de independência de idosos residentes em instituições de longa permanência.  Carvalho, M. (n.d.). Uma Abordagem do Serviço Social à Política de Cuidados na Velhice em Portugal.  Ferrão, S. A pessoa idosa e o processo de institucionalização em lar. Revista Portuguesa de Enfermagem. (n.º20 – Outubro/Novembro/Dezembro 2009, pp. 39 – 44)  Grupo de Coordenação do Plano de Autoria Social e CID – Crianças, Idosos e Deficientes – Cidadania, Instituições e Direitos. (2005) Manual de Boas práticas. Barcelos  Júnior, R. & Tavares, M. A saúde sob o olhar do idoso institucionalizado: conhecendo e valorizando sua opinião. Interface - Comunic., Saúde, Educ., Vol.9, n.16, pp.147-158, set.2004/fev.2005  Lobo A., Pereira A. (2007) Idoso Institucionalizado: Funcionalidade e Aptidão Física  Marques de Oliveira, C., Souza C., Martins de Freitas, T. & Ribeiro C. (2006) Idosos e Família: Asilo ou casa  Paúl, C. & Fonseca, A. M. (2005). Envelhecer em Portugal. Lisboa: Clinepsi Editores  Saraceno, C. & Naldini, M. (2003) – Sociologia da Família. Lisboa: Estampa  Tolbert, P. e Zucker, L. (n.d.). A institucionalização da teoria institucional.  Yamamoto A., Diogo MJD. (2002). Os idosos e as instituições asilares do município de Campinas. Rev Latino-am Enfermagem 2002 setembro-outubro 26 Bibliografia
  27. 27. 27 Bibliografia  Foto1: http://www.vitormeireles.sc.gov.br/uploads/895/imagens/178882.jpg  Foto2: http://www.samarilar.com.br/os-direitos-dos-idosos-e-os-deveres-da-soceidade  Foto3:https://www.facebook.com/217515711655005/photos/pb.217515711655005.- 2207520000.1409342268./684394374967134/?type=1&permPage=1  Foto4: http://www.mulherbeleza.com.br/cabelos/dicas-de-cortes-de-cabelo-para-idosos-fotos/  Foto5: http://www.laridosos.net/o-bom-peregrino-lar-de-idosos-lda/  Foto6: http://www.homeangels.com.br/campinas-baraogeraldo/BlogComentariosVer.asp?Id  =3252&Idfranqueado=716  Foto7: http://www.webstudy.pt/formacao_curso_182_15_1.php  Foto8: http://www.concordiam.es/taller-cuidados-geriatria/  Foto9: http://casaderepousofernaodias.wordpress.com/  Foto10: http://mariamartacruz.blogspot.pt/2009_11_22_archive.html  Pedimos desculpa mas não foi possível identificar a origem dass restantes imagens não referenciadas.
  28. 28. Obr igado ! 28 Foto 10

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